Apostila Ferramentaria Estampos SENAI
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Apostila Ferramentaria Estampos SENAI


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CIMATEC 
 
 
 
 
 
 
FERRAMENTARIA 
( CORTE, DOBRA E REPUXO DE METAIS ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIMATEC 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FERRAMENTARIA 
( CORTE, DOBRA E REPUXO DE METAIS ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Salvador 
2006 
 
Copyright \uf8e9\uf8e9\uf8e9\uf8e92006 por SENAI DR BA. Todos os direitos reservados 
 
Área Tecnológica de Fabricação 
 
Núcleo de Usinagem e Conformação 
 
Elaboração: Francisco José Mendes Freire 
 
Revisão Técnica: Raimundo Paranhos 
 
Revisão Pedagógica: Nilzete Alves de Castro 
 
Normalização: Sueli Madalena Costa Negri 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Catalogação na fonte (NIT \u2013 Núcleo de Informação Tecnológica) 
___________________________________________________________ 
 
 SENAI- DR BA. Ferramentaria: corte, dobra e repuxo de metais. 
 Salvador, 2006. 117 p. il. (Rev.00) 
 
 
 
 1. Ferramentaria l. título 
 
 
 CDD 671.3 
_____________________________________________________________ 
 
 
 
 
 
 
SENAI Cimatec 
Av.orlando Gomes, 1845 \u2013 Piatã 
Salvador \u2013 Bahia - BA 
Tel.: (71) 3462.6500 
Fax. (71) 3462.9524 
www.senai.fieb.org.br 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 Apresentação 
1. ESTAMPO DE CORTE 07 
 2. PLACA BASE 21 
3. ESTAMPOS DE CORTES 24 
4. PUNÇÕES 25 
5. PILOTO CENTRADORES 26 
6. PINOS DE GUIA 28 
7. CORTE EM FERRAMENTARIA 30 
8. ESFORÇO DE CORTE 34 
9. PASSO DE ESTAMPO 37 
10. SISTEMA DE AVANÇO 38 
11. DISPOSIÇÃO DA PEÇA NA TIRA 44 
12. LOCALIZAÇÃO DA ESPIGA 51 
13. ESTAMPOS DE METAL DURO 55 
14. EMPREGO DO CERROMATRIX 56 
15. COLUNAS E BUCHAS 58 
16. BASE COM COLUNA E BUCHAS 61 
17. PARAFUSO TIPO ALLEN PARA DE CABEÇA CILÍNDRICA 64 
18. MOLAS PARA ESTAMPOS 65 
19. ESTAMPOS DE DUPLO EFEITO 67 
20. NORMA DIN-1624 71 
21. PRENSAS 72 
22. SISTEMAS DE SEGURANÇA 80 
23. ESTAMPO DE DOBRA, CURVA E ENROLAR 81 
24. FENÔMENOS DA DOBRA 83 
25. CÁLCULO DO DESENVOLVIMENTO DA LINHA NEUTRA 84 
26. ESFORÇO DE DOBRA 88 
27. SISTEMA DE DOBRADORES 91 
28. ESTAMPO DE EMBUTIR 95 
29. FENÔMENOS DO EMBUTIMENTO 96 
30. FOLGA ENTRE PUNÇÃO E MATRIZ 98 
31. RAIOS DE EMBUTIR 99 
32. DESENVOLVIMENTO DO EMBUTIMENTO. 100 
33. LUBRIFICAÇÃO 104 
34. ESFORÇO DE EMBUTIMENTO 105 
35. EMBUTIDORES 106 
36. ESTAMPOS PROGRESSIVOS 109 
37. DUREZA DAS PEÇAS 114 
38. AÇOS ESPECIAS PARA FERRAMENTARIA 115 
39. TABELA PERIÓDICA 116 
 REFERÊNCIAS 117 
 
 
 
 
 
APRESENTAÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
Com o objetivo de apoiar e proporcionar a melhoria contínua do padrão de qualidade e 
produtividade da indústria, o SENAI BA desenvolve programas de educação profissional e 
superior, além de prestar serviços técnico e tecnológicos. Essas atividades, com conteúdos 
tecnológicos, são direcionadas para indústrias nos diversos segmento, através de programas de 
educação profissional, consultorias e informação tecnológica, para profissionais da área 
industrial ou para pessoas que desejam profissionalizar-se visando inserir-se no mercado de 
trabalho. 
 
Este material didático foi preparado para funcionar como instrumento de consulta. Possui 
informações que são aplicáveis de forma prática no dia-a-dia do profissional, e apresenta uma 
linguagem simples e de fácil assimilação. É um meio que possibilita, de forma eficiente, o 
aperfeiçoamento do aluno através do estudo do conteúdo apresentado no módulo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 7 
1. ESTAMPO DE CORTE 
É o conjunto de peças ou placas que, associado e adaptado às prensas ou balancis 
executa operações em chapas, para a produção de peças em série(figura 1). 
A parte útil obtida da tira é denominada peça e as sobras da tira, retalhos (figs 2e3) 
 
 
 
 
 8 
 Conjuntos Principais. 
É formado por dois conjuntos de peças ou placas que se denominam superior e inferior. 
 
Conjunto Superior. 
É a parte móvel do estampo, que é fixada ao cabeçote da prensa pela espiga, realizando 
movimentos verticais descendentes e ascendentes (fig1) 
 
 
Nomenclatura 
 
1 \u2013 Alojamento da espiga 5 \u2013 Conjunto superior 
2 \u2013 Mandril 6 \u2013 Placas de fixação 
3 \u2013 Conjunto inferior 7 - Mesa 
4 \u2013 Cabeçote 
 
 
Conjunto Inferior. 
 
É à parte do estampo que é fixada na mesa da prensa ou balancis por meio de parafusos 
e placas de fixação (fig1). 
 9 
Placa Superior 
 É uma placa de aço1020 a 1030, ou de ferro fundido, na qual é fixada a espiga e tem por 
finalidade unir, por meio de parafusos, a placa de choque e a placa porta punção. 
 
 
 
 
 
 
Tipos. 
a A placa superior 
mais simples está 
representada na 
figura 1. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
b Os estampos de corte, 
guiados por colunas, são 
mais favoráveis, no que 
se refere á sua capacidade 
de produção e 
durabilidade (fig.2). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação. 
 Existe outro tipo de placa superior usado em prensas automáticas. Sua fixação é feita 
por meio de parafusos de fixação. 
 10 
 Espiga 
É a peça cilíndrica, de aço 1020 a 1030 que introduzida e presa no alojamento do 
cabeçote, sustenta o conjunto superior (fig1) 
 
 
 
 
 
Nomenclatura. 
 
 1 \u2013 Cabeçote 
 2 \u2013 Alojamento 
 3 - Espiga 
 4 \u2013 Parafuso de fixação 
 5 \u2013 Mandril 
 6 \u2013 Conjunto superior 
 7 \u2013 Base do cabeçote 
 
Tipos 
 
Cilíndrica 
Adapta-se, mediante a uso de 
buchas cortadas, a diversos cabeçotes 
(fig2). 
Tem o inconveniente de não oferecer 
uma boa fixação 
 
Cilíndrica Com Rebaixo Cônico 
Para cabeçote com alojamento para espiga padronizada; tem a vantagem de permitir boa 
fixação (fig 3 e 4 ) 
 
 11 
Funções da Parte Cônica da Espiga. 
 
A parte cônica da espiga tem duas funções: 
Ao apertar o parafuso, a pressão exercida 
nesta parte, eleva a espiga forçando o encosto da 
placa superior no cabeçote da prensa. 
As rebarbas formadas pelo parafuso na 
parte cônica da espiga, não chegam a atingir o 
alojamento no mandril, permitindo uma correta 
fixação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação 
O rasgo \u201cG\u201d da (fig 5 ) é feito para dar 
aperto ou afrouxar a espiga da placa superior, por 
meio de uma chave radial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12 
 
TABELA DE DIMENSÕES DA ESPIGA 
 
Capacidade 
da prensa. 
 
D. 
 
A. 
 
B. 
 
C. 
 
R. 
D1 
Métrica 
Fina. 
 
E. 
 
F. 
 
G. 
10 tf/cm². 
20 tf/cm². 25 13 23 13 3 
14 x 1,5 
18 x 1,5 20 
2,5 
 
5 
30 tf/cm². 38 19 34 19 4 27 x 1,5 30 4 8 
50 tf/cm². 50 25 46 25 5 36 x 1,5 40 5 10 
80 tf/cm². 73,5 31 57 31 6 44 x 1,5 50 6 12 
 
 
 Placa de Choque. 
 
É uma placa de aço 1060 a 1070, temperada e retificada, que tem função de receber choques 
produzidos pelas cabeças dos punções, no momento em que estes furam ou cortam a chapa, 
evitando que os mesmo penetre na placa 
superior. Sua espessura varia conforme o 
material a ser cortado.
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