Roteiro, parte4 Editado
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Roteiro, parte4 Editado


DisciplinaOrganização, Metódos e Sistemas Administrativos14 materiais382 seguidores
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Faculdade D om P edro II
C ena 4 A apro vação do pla no
N arra do r 0 1: A pós o encerrame nto da re uni ã o, No é foi di scutir o pla no co m o
Leo e o C hê , q ue es tava m ag uarda ndo a nsi osamente a cheg ada do mesmo , para
saber sobre s uas pri me i ras i mp ressõ es.
N arra do r 0 2: D urante a con versa sobre o p la no , Noé exp licou a L eo e C hê , o
qua nto é di ci l ge ri r um neg óci o com um clima ruim e repleto de desco nfia nça, e que
a organi zação d eve se preocupa r co m a coop eração entre os seus me mbros e não
somente em to car o se u pro jeto .
N /L ucas: Leo n aca bou se ndo uma g rata s urpresa.
Leo /Jon es : Me desculpe, esq ueci d e falar sobre e le, o proble ma é que na
organi zação nã o exi ste ni ngué m com o co nhe ci me nto fi nancei ro capaz de d esafia -lo,
ma s o Leo n não é bob o, sabe q ua nd o a lgué m está aqui para aj uda r .
C hê /Ta ian e: Noé, nosotros e sta mos a nsi o sos em saber por aonde po demos
começar. Q uai s serão nuest ros pró xi mos passos? Te ndes a lguna i dei a .
N oé /Lu cas: si m, tenho. Esto u pe nsa nd o em contra tar um co ns umi do r
fan tasma para ana li sar co mo a Cha lés Leão e a B em -te - vi , Q uem- te -! A bordam o
me rcad o, q uero a nali sar não só o prod uto e si m todo o processo , q ue ro uma
ra di ografi a de cad a uma da s e mpresas.
Léo /Jon es : Como você vai fa zer i sso?
N oé /Lu cas: V ou co ntra tar o chi mpa nzé para compra r uma casa da B TV e o
Bode E xpi atóri o para comprar uma casa na C halés Leão , a mbo s i rão ano tar a s
experi ênci a s que pa ssarão. D e poi s, vamos analisa - las e che gar a uma conc l usão.
Ap re sentare mos o resu ltado para o CD F e para os a ni mais da C ha lés Le ão.
N arra do r 01: No decorrer da conversa N e xp li ca q ue não seria anti ético
comparar as duas emp resas, po i s ele só di vu lgaria o que fosse co nsi d erado de
dom íni o p úb li co e q ue o seu obje ti vo não é co pi ar, é saber co mo o s c li e ntes se
sentem .
N arra do r 0 2: P edi ndo li ce nça, MaluC at entra na sala e fa la.
Ma luCa t/Ga br iela: Léo , C hê , vi m me de spedi r de vocês ami gos .
Ambos : D espe di r?
Ma luCa t/Ga br iela: E stou sai nd o da orga ni za ção.
Léo /Jon es : O que C amaLeã o ap ro nto u dessa vez? D espe di u Você? É lo uco?
Ma luCa t/Ga br iela: Não, e u ped i de mi ssão .
N arra do r 0 2: MaluC at e xplico u o q ua nto é di f íci l trabal har com o C amaLeão ,
que depo i s de ter se jun ta ndo com o E mperTi grado, de ci di u que os funci oná ri os
seriam espi o nad os e ni ng uém pod erá di zer q ue traba lho u fora do exp edi ente,
me smo q ue eles c heg uem cedo esse ho rário nã o seri a regi strado, o u se ja os
colabo ra dores estão se ndo pre j udi cad os, e sse no vo método da orga ni zaçã o é
absurdo . A pós e xplicar o moti vo da s ua de mi ssão , Mal uC at se de spedi u e d ura nte a
noi te com o C hi mpa nzé o B ode E xpi ató ri o eles co nti nuaria m a re uni ão .
N arra do r 0 1: A no i te, os a ni ma i s já e s ta vam reuni d os e como o Zé e o B ode
Expi ató ri o havi a m co mp ree ndi do o o bjetivo do traba l ho , Noé e xpos a lg umas
especi fica ções.
N oé /Lu cas: Nenhum de nó s três de ve rá após o traba lho , acei tar qua lq uer
ofe rta de emprego em uma das d uas e mpresas. Sei que é uma li mita ção, mas i sso
dá mui to mais va lor e credi bi lida de ao que es tamos fa ze ndo .
C h imp anz é /Ga b riela: Nunca ti nha pe nsado ni sso, mas esse aco rd o é
i mportante.
B od e E xp iatório /Taian e: E u també m esto u de aco rdo . Onde a ssi namos?
N oé /Lu cas: Em l uga r ne nh um . O acordo está feito.
Leo /Jon es : Nós ta mb ém nos co mpromete mos em não fa zer q ualq uer ofe r ta.
N oé /Lu cas: Óti mo, B oa sor te para todo s nó s .
(Todo s se despede m e sai o de ce na)
C ena 4/2 Havi a um p osto no mei o do ca mi nho
N arra do r - Na quela ma nhã, uma rampa ba i xa va da A rca atracada ao porto.
Po r ela, desci a um ji p i nho tod o i ncreme ntado, mo vi do a qua lque r mi stura de gasoli na
com bi oco mbus t ívei s o u a s nat ura l, zero -q ui lôme tro, e eq ui pa do para as
cond i ções mai s adve rsas. Ao vo lante, Noé, q ue d eci di ra vi si tar Rapo sel em se u
própri o carro. S endo sua casa fo ra d a ci da de, seri a uma grande o port uni da de p ara
estrear se u no vo b ri nquedo eco logi camente correto . S eu sonho de um carro mo vi do
a lulas de hi drogêni o ai nd a esta va um po uco lo nge de ser rea li zado , mas,
enq uanto i sso, se u carro era o q ue de me lho r ha vi a em termos d e preser vação d o
me i o ambi ente. Lo go pe rce beu q ue ha via se e squeci d o de uma coi sa si mp les,
porém f unda me nta l, o comb ust ível . Rogo u para q ue ti ve sse a sorte de e nco nt rar um
posto de g asoli na, ficando a li vi ado ao a vi star um P etroBi cho , lo go a di ante . Na fa lta
de g ás na tura l e co mb ust ível, te ve que apelar para a vel ha e polue nte gasoli na.
Encosto u j u nto à primei ra bomba. D epo i s de acenar, buzi nar e bu zi na r mai s forte,
lentame nte , um G ua xi ni m F ren ti sta aba ndono u a a ni ma da rodi nha de ba te -p apo em
que es tava e vei o ao se u e nco ntro.
G ua xi ni m /S oni a: O q ue vai q uere r?
Noé/Saulo: C ompleta de gasoli na com um , por fa vor .
Frentista /Wesle y: Que r q ue o lhe a fre nte?
Noé/Saulo: Não, o brig ado.
Gua xi ni m/So ni a: É me lho r ol ha r, não c us ta nad a. P od e esta r fa lta ndo a lg uma
coi sa. O so corro mecâni co de mora m ui to por aq ui . Imagi ne se estiver co m p ouca
água.
Noé/Saulo: E stá bem , es bem.