REANIMAÇÃO
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REAN IM AÇÃO
SINAI S DE PA RADA CARDIORESP IRA TÓRIA
Inconsci enci a, se m re sposta a e s ti mul o
Au se ncia de mov imentos respi ratórios
Au se ncia de pul so
V IAS AÉREA S
São causas de parada re spi ratóri a por orde m de
i ncidênci a:
o Doe as do pulmão;
o Trauma;
o Obstrução de Vi as Aé reas por
i nconsciê ncia ( que da da l ín gua em
contato com as partes mole s da boca);
o Obstrução de Vi as Aé reas por Corpo
Estranho ( OVACE);
o Aci de nte Cardi ovascul ar (AVC);
o Ove rdose po r drogas;
o Af ogame nto;
o Inal ação de f umaça;
o Epigl oti te e l ari ngi te ;
o Choque el é tri co;
A cânul a de gue de l é re come ndada para
paci entes i ncons cie nte s e m comatos e, poi s caso
o paci ente ai nda te nh a re flexos gl ossof ari nge al a
cânul a pode prov ocar v omi to ou e sp asmos n a
l ari nge .
AVAN ÇA DO: o RCP o pode parar po r mais de
30 s
o Intu bação end otraque al ou orotraque al
o Combi tubo: traumas que não pe rmi tem
a orotraque al , nel e não i mporta se e stá
no es ôfago ou na traquei a q ue é
garanti d o a troca gasosa
o máscara l arínge a: é i ntrodu zi da n a
l ari nge ve dan do a e ntrada p ara a
traquéia
o Cricoti re oi dos tomi a e traqueostomi a: Se
uma vi a aé re a não- ci rúrgi ca não for
poss íve l, a cricoti re oi dostomi a de
e me rgên ci a está i ndi cada
o Pre ssão Cricói de : A pre ss ão cri i de ou
manobra de Selli ck é re al i zad a com o
obje tiv o de ev i tar que o ar e nvi ado por
uma ventil ão v á para o es tômago,
pre ve ni ndo a d i ste nsão gástri ca,
di mi nui ndo o ris co de regurgitação e
aspi ração e e vi tando que o e stômago
pre ssi one a ve i a cava e v en ha a di mi nui r
o re to rno ve noso.
V ENTILAÇÃ O: Ve r- Ouvi r- Se nti r
se constatar que não re spi ração, ou a
res pi ração é inade qu ada (re spi raçõe s agôni cas),
ou ai nda, você não te m ce rteza s e a re spi ração é
ade quada; i ni ci e as ve ntil ações arti fi ci ai s
se m pul so + v e nti l ão boca- a-bo ca: Ve ntil e 2
( duas) ve ze s ( ce rca de 1 se gundo para cada
ve n tilação) a cada 30 ( tri nta) compre se s
toráci cas;
com pul so + se m respi ratção: e fetue de 10 a 1 2
ve n tilações por minuto se m co mpre se s
toráci cas;
V entil ão Bol sa-V ál vul aMascara ( A MBU) : 8
( oito) a 10 (de z) ve nti l õe s por mi nuto sem
pausa nas comp re ssões toráci cas.
AVAN ÇA DO: (?)
Pneumotorax hi pe rtensi v o: de scompres são
CIRCULAÇÃO
Compri ma 30 (tri nta) ve ze s o pe ito para cada 02
( duas) ve nti l õe s na v íti ma ad ul ta,
i nde pe nde nte de es tar e m 1 ou 2 so corri stas;
Ap ós 2 ( doi s) minutos ou 5 ( cin co) ci cl os de RCP
reaval ie a v íti ma, não demore mai s do que de z
se gundo s ne sta avali ão.
Crianças:
o Se es ti ve r so zi nho, compri ma 30 (tri nta)
ve ze s o pe ito p ara cada 02 ( d uas)
ve n tilações;
o Em 2 socorri stas, comprima 15 ( qui nze)
ve ze s para cada 02 ( duas) ve ntil ações ;
O IN I CI AR RCP
e qui pe de socorrista não i ni cia a RCP se as
se gui nte s si tu õe s e s ti ve rem pre se nte s:
o Ri gid ez cada ri ca;
o Decapi tação;
o Decomposi ção
o Esmagamento do tórax ;
o A ex e cução do RCP pode colocar o
socorri sta sob ri sco.