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Alunos: Guilherme Pimenta 
 Flávio Duarte 
 TURMA 60 
 
 Grânulos de Fordyce 
 
 
 
 Glândulas sebáceas ectópicas 
 
 
 
 Assintomático, não requer tratamento 
 
 
 
 
 
 Frênulo Labial 
 
 
 Se a inserção dessas bridas forem 
 em volume demasiado, causa 
 instabilidade de próteses, 
 diastemas... 
 
 
 Indicada a frenulectomia. 
 
 
 Linha alba de oclusão 
 
 
 
 Na região jugal, na porção mediana, 
 há uma saliência linear 
 anteroposterior no mesmo plano 
 da linha de oclusão. 
 
 Leucoedema 
 
 
 Principalmente em pessoas 
 da raça negra, há presença 
 de edema intraepitelial, 
 tornando-se esbranquiçada. 
 
 Tração da mucosa 
 ou diascopia. 
 
 
 
 
 Língua Fissurada 
 
 
 
 Dorso da língua pode apresentar 
 sulcos em número variável 
 que se irradiam formando 
 fissuras. 
 
 Recomenda-se atenção 
 especial a higienização. 
 
 
 
 Língua Crenada 
 
 
 
 Marcas deixadas pelo contorno 
 dos dentes, na borda da língua. 
 
 Glossite rômbica mediana 
 
 Localizada no terço posterior 
 da língua na linha média. 
 
 Podendo se apresentar 
 como nódulo ou vegetação, 
 lisa ou rugosa. 
 
 É uma manifestação da 
 candidíase ,e em alguns 
 casos, lesão semelhante é 
 observada no palato, devido 
 ao contato das duas estruturas. 
 
 Pigmentação Melânica Racial 
 
 Manchas de coloração escura 
 que acomete principalmente 
 na região da gengiva. 
 
 Pigmentação por melanina. 
 Varicosidade Lingual 
 
 
 Nódulos pequenos e multiplos 
 localizados no ventre lingual 
 decorrentes da ectasia vascular. 
 Língua Geográfica 
 
 
 Relacionados a períodos 
 de estresse e localizados 
 no dorso lingual. 
 
 Ardência e dor, evitar 
 alimentos cítricos e 
 quentes. 
 Língua Pilosa 
 
 Aspecto de pelos na região 
 de dorso da língua. 
 
 
 Associada ao tabaco. 
 
 Por que são brancas? 
 
 Camada de epitélio de espessa 
 
 Hiperqueratose 
 
 Proliferação de fibroblastos e fibras colágenas 
 
 Pseudomenbrana pela perda do epitélio 
 
 Defeito genético ou de desenvolvimento 
 
 “Mascaram os vasos sanguíneos” 
 Leucoplasia 
 
 Placa branca não destacável 
 
 Predisposição: homens de meia 
 idade e idosos 
 
 Etiologia desconhecida 
 
 Fatores predisponentes: 
 Álcool, Tabaco, Cândida, HPV 
 
 Tratamento: Eliminação do 
 fator etiológico ou Biópsia 
 Estomatite Nicotínica 
 
 Placas ou manchas brancas 
 acinzentadas na região 
 do palato duro com pontos 
 avermelhados centrais. 
 
 Fumantes de cachimbo, 
 charuto e cigarro invertido. 
 
 Não cancerizável 
 
 Orientação e eliminar fator etiológico 
 Leucoplasia Pilosa 
 
 Geralmente em língua de pacientes 
 imunossuprimidos com a presença 
 do vírus Esptein Barr 
 
 Assintomático , bilateral, raro 
 e não cancerizável. 
 
 Superfície Rugosa 
 
 Acompanhamento 
 Líquen Plano 
 
 Doença inflamatória crônica 
 autoimune. 
 
 Região de mucosa jugal, 
 borda de língua, gengiva, 
 rebordo alveolar, sendo 
 bilateral. 
 Tratamento: controle e eliminação de fatores 
estressantes locais, administração de corticóide para 
diminuir a dor e evolução - acompanhamento do caso. 
 Líquen Plano – Reticular 
 
 Estrias finas e brancas 
 espalhadas na mucosa 
 
 Assintomática 
 
 Estrias de Wickham 
 
 Líquen Plano – Erosivo 
 
 Áreas avermelhadas, difusas 
 com úlceras espalhadas 
 pelas estrias de Wickham 
 com presença de dor. 
 
 Acompanhar o caso, 
 chance de malignização 
 
 
 
 Lúpus Eritematoso 
 
 Mulheres 8 a 10 vezes mais do 
 que os homens. 
 Os achados comuns incluem 
 febre, perda de peso, artrite, fadiga 
 e mal-estar generalizado 
 Devem evitar a exposição excessiva à luz 
 solar, pois as radiações ultravioletas 
 podem precipitar a atividade da doença. 
 A doença ativa leve pode ser efetivamente 
 tratada com o uso de drogas 
 anti-inflamatórias não esteroidais. 
 
 Nevo Branco Esponjoso 
 
 Placas brancas. Bilaterais, 
 difusas e rugosas 
 Presentes desde a infância. 
 
 Produção de queratina exacerbada. 
 
 Não requer tratamento. 
 
 Diagnóstico diferencial: líquen plano, lúpus eritematoso. 
 Candidíase Pseudomembranosa 
 
 Placas brancas que podem ser 
 removidas facilmente e após 
 sua remoção deixam leito 
 avermelhado. 
 
 Tratamento: antifúngico 
 
 Verificação de alguma doença de base. 
 Melanose do Tabagista 
 
 Componentes e o calor do cigarro 
 promovem o aumento acentuado da produção 
 de melanina. 
 
 Tratamento: cessar o hábito do fumo. 
 
 
 
 Mácula melanótica oral 
 
 Lesão de desenvolvimento 
 ou congênita. 
 
 Diagnóstico diferencial: 
 nevo azul, tatuagem por amálgama, 
 doença de Addison, melanoma em 
 fase inicial. 
 
 Melanoma 
 
 Não está relacionada ao sol, 
 sem etiologia. Porém, pode 
 haver fator genético. 
 
 Gengiva superior e palato. 
 
 Diagnóstico diferencial: 
 Nevos e mácula melanótica. 
 
 Cirurgia com esvaziamento cervical. 
 
 
 Tatuagem por amálgama 
 
 Implantação de material na mucosa 
 acidentalmente. 
 
 Diagnóstico diferencial: 
 Nevos e melanoma em fase inicial. 
 
 Diagnóstico obtido através da ragiografia, 
 história e aspecto clínico 
 uniforme sem alteração. 
 
 
 
 Nevo Melanocítico 
 
 Proliferação de células da crista 
 neural que migraram 
 pra epiderme. 
 
 
 Icterícia 
 
 Excesso de bilirrubina 
 na corrente sanguínea. 
 
 Locais: esclera do olho, 
 palato mole, freio lingual. 
 
 Anemia e diminuição 
 da função hepática. 
 
 Síndrome de Peutz Jeghers 
 
 É caracterizada por pigmentação mucocutânea, 
 pólipos intestinais e maior propensão 
 ao desenvolvimento de malignidades; 
 
 As pigmentações cutâneas geralmente 
 se encontram na região peribucal e se 
 assemelham às sardas porém 
 não respondem à exposição solar, 
 como o fazem as sardas verdadeiras. 
 
 Máculas de, geralmente, 1-4mm 
 e afetam principalmente o vermelhão do lábio, 
 mucosa jugal e língua. 
 Doença de Addison 
 
 Baixa produção dos hormônios 
 corticosteroides 
 da glândula suprarrenal. 
 
 O principal sinal 
 desta afecção é a 
 hiperpigmentação mucosa 
 e cutânea generalizada. 
 
 Tratamento: reposição de corticosteroide. 
 
 Herpesvírus Simples 
 
 Na boca é causado pelo HSV1 
 
 
 Diagnóstico diferencial: 
 úlcera aftosa. 
 
 Autoresolução 
 
 Aciclovir creme 5% 
 
 Herpes Zoster 
 
 Dor intensa 
 
 Indisposição,febre, cefaleia 
 
 Exantema, eritema, 
 vesículas e úlceras 
 superificias com crosta. 
 
 
 Pênfigo Vulgar 
 
 Reação autoimune contra 
 glicoproteínas (desmogleina 3 e 1) 
 que são componentes dos 
 desmossomos para adesão celular,causando uma bolha intraepitelial. 
 
 Diagnóstico: biopsia 
 
 Tratamento: corticoesteroides 
 sistêmicos, drogas 
 imunossupressoras e 
 suporte nutricional. 
 
 
 Penfigoide das membranas mucosas ou 
benigno da mucosa 
 
 Cicatricial e bolhoso 
 
 Reação autoimune contra os 
 componentes da camada basal, 
 formando bolhas subepiteliais. 
 
 Diagnostico: Biopsia 
 
 Tratamento: manejo multidisciplinar 
 e corticoterapia. 
 
 Eritema Multiforme 
 
 Reação imune exacerbada por 
 uso de medicamentos 
 sistêmicos ou microorganismos 
 
 Tipos: Menor, Maior e 
 Síndrome Stevens Johnson 
 
 Lesões semelhantes a queimaduras. 
 
 Tratamento: 
 suspensão do medicamento, 
 corticoterapia ponderada. 
 
 
 Úlcera Traumática 
 
 Causa: trauma mecânico, acomete 
 língua, lábio, mucosa jugal. 
 
 Dolorida 
 
 Halo eritematoso com leito 
 amarelado. 
 
 Tratamento: remoção da causa. 
 
 
 Queilite Angular 
 
 Causa: fungo da candidíase 
 caracterizado por eritema, fissuras 
 ardência na comissura labial bilateral. 
 
 Perda da dimensão vertical. 
 
 Tratamento: corrigir fator 
 predisponente, prescrição de 
 miconazol em gel. 
 
 
 
 Ulceração aftosa recorrente 
 
 Causadas em pacientes com susceptibilidade 
 ao desenvolvimento da úlcera e estresse. 
 
 Doloridas, redondas com halo eritematoso 
 e leito amarelado. 
 
 Acometendo em mucosa não queratinizada. 
 
 São classificadas em: Menor, maior e herpetiforme. 
 
 Tratamento: evitar alimentos ácidos, condimentados e alcoólicos, 
corticoides tópicos, remover fator desencadeante e laserterapia. 
 Úlcera aftosa recorrente – menor 
 
 Lesão de 2 a 8mm – única ou multiplas. 
 
 Arredondas, contorno nítido, doloridas. 
 
 Lábio, mucosa jugal e assoalho. 
 
 Autoresolução 
 Úlcera aftosa recorrente – maior 
 
 Lesões maiores que 10mm 
 
 Dor intensa 
 
 Tempo de evolução e resolução 
 maiores. 
 
 Deixam cicatrizes após reparo. 
 Úlcera aftosa recorrente – herpetiforme 
 
 Múltiplas úlceras pequenas 
 de 1 a 2mm, semelhantes 
 a lesão de herpes. 
 
 Tempo de evolução: 1 a 2 semanas 
 
 Doloridas 
 
 Não deixam cicatrizes. 
 
 
 Sífilis 
 
 Causada pelo Tremponema Pallidum 
 
 
 contato sexual, contato vertical 
 
 
 Há três tipos: Primária, secundária e terciária 
 
 
 Sífilis primária 
 
 
 Área de inoculação de 3 a 90 dias, 
 presença do cancro, úlcera exofítica, 
 bordas endurecidas, sem dor 
 e diminuem sozinhas. 
 
 Sífilis secundária 
 
 4 a 10 semanas – presença de placa mucosa. 
 
 Úlceras de bordas endurecidas, 
 brancas e aleatórias na boca. 
 
 Caracterizada por lesão cutânea 
 que aparece de 1 a 6 meses 
 após lesão primária ter desaparecido. 
 
 Lesões atingem também as palmas das mãos 
 e solas dos pés. 
 
 Paciente muito contagioso 
 nesta fase. 
 Sífilis terciária 
 
 1 a 30 anos – acometem 30% dos pacientes. 
 
 Manifestação tardia 
 e sem lesões específicas. 
 
 Diagnóstico: VDRL, ELISA 
 
 Tratamento: Penicilina 
 
 
 Sífilis terciária 
 
 focos dispersos de inflamação 
 granulomatosa, que podem afetar a 
 pele, mucosa, tecidos moles, 
 ossos e órgãos internos. 
 
 Lesões intraorais geralmente 
 acometem o palato e a língua. 
 
 Quando o palato é envolvido, 
 a ulceração com frequência 
o perfura em direção 
 à cavidade nasal. 
 Tuberculose 
 
 Causado pelo 
 Mycobacterium Tuberculosis 
 
 Infecção primária: resposta 
 inflamatória inespecífica 
 que resulta em uma formação 
 de um nódulo fibro calcificado. 
 
 Transmissão: via respiratória 
 
 Lesões bucais raras, úlcera crônica 
 avermelhada indolor. 
 
 Diagnóstico diferencial: CEC 
 
 
 Paracoccidioidomicose 
 
 Causada pelo fungo. 
 
 Predileção por homens 
 
 Relacionado a trabalhadores 
 rurais. 
 
 Fungo vive no solo. 
 
 Relacionada ao clima tropical. 
 
 
 
 
 Paracoccidioidomicose 
 
 Úlceras exofíticas, vários pontos 
 avermelhados, superfície 
 levemente esbranquiçado. 
 
 Eritema moriforme – aspecto 
 semelhante a uma amora. 
 
 Tratamento: anfitúngico. 
 
 
 Displasia fibrosa 
 
 Doença que afeta o osso 
 tornando-o esponjoso 
 com trábeculas finas e pequenas. 
 
 Paciente apresenta aumento 
 volumétrico indolor ou por 
 achado radiográfico de rotina. 
 
 Aspecto de vidro despolido 
 fase tardia e na fase inicial, 
 imagem cística. 
 
 Pode afetar um osso (monóstica) ou vários (polióstotica). 
 
 
 
 Displasia Fibrosa Monostótica 
 
 Acomete apenas um osso 
 
 Apresenta-se na adolescência 
 
 Limites mal definidos 
 
 Causa: alteração do gene GNAS1 
 
 Tratamento: Remodelação cirúrgica 
 Displasia Fibrosa Poliostótica 
 
 Acomete mais de um osso 
 
 Apresenta-se antes dos 
 10 anos de idade. 
 
 Pode estar combinada 
 com pigmentação café com leite 
 e múltiplas endócrinopatias. 
 
 Tratamento: Deformidade 
 estética mínima 
 não necessita de 
 tratamento cirúrgico. Com deformidade estética: redução da lesão sem 
 removê-la totalmente. 
 Síndrome de Mccune Albright 
 
 Acomete mais de um osso 
 
 Associada a pigmentação cutânea 
 
 Manchas de coloração café com leite. 
 
 Há comprometimento endócrino 
 podendo apresentar puberdade 
 precoce, hipertireoidismo. 
 Displasia Cemento – Óssea 
 
 Lesão fibro-óssea mais comum 
 
 Etiologia idiopática 
 
 Substituição de tecido ósseo por tecido fibroso 
 por tecido metaplásico. 
 
 Divida em três subtipos: Focal, periapical e florida. 
 
 Tratamento: Paciente assintomático – consultas de controle com 
profilaxia e reforço de higiene para controle de doença periodontal. 
 Paciente sintomático: abertura e remoção do sequestro ósseo. 
 
 
 
 Displasia Cemento-Óssea (Focal) 
 
 Exibe único sítio de desenvolvimento. 
 
 Predileção entre 30 e 60 de idade 
 em raça branca. 
 
 Mandibula posterior dominante. 
 
 Tipicamente assintomático. 
 
 A lesão varia de completamente 
 radiolúcida a densamente radiopaca 
 com fino halo radiolucido na periferia. 
 
 Displasia Cemento-Óssea (Periapical) 
 
 Envolve predominantemente 
 região periapical de 
 mandíbula anterior. 
 
 Predileção: gênero 
 feminino e pacientes 
 da raça negra. 
 
 No periápice de 
 dentes com vitalidade. 
 
 Assintomático 
 
 Início, circunscrito e radiolúcido, com o tempo as lesões se fundem 
 formando um padrão linear radiolúcido. 
 
 Com o amadurecimento, forma uma aparência mista de radiolucidez com radiopacidade. 
 
 
 Displasia Cemento-Óssea (Florida) 
 
 Envolvimento multifocal não 
 limitada a região anterior 
 de mandíbula. 
 
 Predileção: mulheres negras 
 de meia idade e asiáticos. 
 
 Tendência para envolvimento 
 bilateral, frequentemente 
 simétrico. 
 
 Geralmente assintomático. 
 
 Inicialmente radiolucida, com o tempo se tornam mistas, então 
 predominantemente radiopaca. 
 
 FibromaOssificante - Central 
 
 
 Considerado um neoplasma verdadeiro 
 que se origina dos tecidos ósseos. 
 
 Divido em dois subtipos: 
 Convencional e Juvenil. 
 Fibroma Ossificante – Central (Convencional) 
 
 Região de suporte dentário 
 e apresenta ligeira 
 predileção pela 
 região posterior 
 de mandíbula e 
 pacientes do sexo feminino. 
 
 Radiograficamente: lesão 
 mista, bem circunscrita 
 e graus variáveis de calcificação. 
 
 Tratamento cirúrgico com taxa recidiva baixa. 
 
 
 
 
 Fibroma Ossificante Central (Juvenil) 
 
 Comportamento mais agressivo 
 apresentando crescimento mais rápido. 
 
 Localmente infiltrativo com tendências 
 a recorrência. 
 
 Características radiográficas 
 do FO juvenil são 
 semelhantes as do FO convecional. 
 Porém, o envolvimento de estruturas 
 adjacentes é comum. 
 
 Tratamento: intervenção cirúrgica radical afim de evitar recidiva. 
 
 
 Cisto Dentígero 
 
 Patogênese: acúmulo de líquido 
 entre o epitélio reduzido do esmalte 
 e a coroa do dente incluso. 
 
 Lesão radiolúcida associada 
 com a coroa do dente incluso. 
 
 Margens radiopacas bem definidas, 
 características expansivas não 
 destrutivas. 
 
 Diagnóstico diferencial: amelob. , queratocisto, - biopsia incisional em 
caso de dúvidas. 
 
 Tratamento: Geralmente enucleação e remoção do dente associado. 
 
 Cisto de erupção 
 
 Análogo do cisto dentígero 
 nos tecidos moles. 
 
 Associado com um dente decíduo 
 ou permanente em erupção. 
 
 Hemorragia devido a trauma. 
 
 Tratamento: espotâneo ou gengivectomia 
 Cisto gengival recém-nascido 
 
 Pequenos nódulos amarelados 
 e superficiais que se desenvolvem 
 no rebordo alveolar de recém-nascidos. 
 
 Origem: proliferação de remanescentes 
 da lâmina dentária. 
 
 Pequenas pápulas alveolares esbranquiçadas 
 ,múltiplas e assintomático com rompimento espontâneo. 
 
 Tratamento: sem indicações terapêuticas específicas. 
 Cisto gengival do adulto 
 
 Derivado de restos da lâmina dentária 
 ocorre mais na região de canino 
 e pré-molar inferior, assintomático. 
 
 Nódulo de evolução lenta e pequeno. 
 
 Tratamento: esperar regressão, caso não, 
 intervenção cirúrgica. 
 Cisto Periodontal lateral 
 
 Áreas radiolúcidas redondas 
 ou ovóides 
 
 Correspondente intra-ósseo 
 do cisto gengival do adulto. 
 
 Região de canino e pré-molar 
 inferior. 
 
 Assintomático, crescimento intra-ósseo 
 lento. 
 
 Área radiolúcida lateralmente a um dente vital. 
 
 Tratamento: teste de vitalidade positiva, enucleação 
 Cisto glandular odontogênico 
 
 Epitélio cístico com diferenciação 
 glandular ( agrupamento de céls. 
 mucosas). 
 
 Geralmente, tumefação , assintomático 
 (quando pequenos). 
 
 Acomete mais mandíbula 
 anterior. 
 
 Área radiolúcida uni ou multilocular 
 definido, reabsorção radicular dos dentes vizinhos. 
 
 Diagnóstico: Somente observados por radiografia 
 oclusao ou tomografica computadorizada. 
 
 Tratamento: enucleação (unilocular), osteotomia periférica ou ressecção em bloco (multi). 
 
 
 Cisto Nasolabial 
 
 Não odontogênico (extra-ósseo) 
 
 Nódulo normalmente assintomático 
 entre asa do nariz e lábio superior. 
 
 Elevação da asa do nariz com 
 suavização do sulco. 
 
 Evolução lenta e constante. 
 
 Crescimento expansivo 
 não infiltrativo. 
 
 Conduta: tomografica computadorizada, 
 corte axial. 
 
 Tratamento: remoção cirúrgico por acesso intra-bucal. 
 Cisto do Ducto Nasopalatino 
 
 Tumefação, dor e drenagem. 
 
 Região ANTERIOR DE PALATO E PAPILA INCISIVA 
 
 Radiografia radiolúcida,bem delimitada 
 na região periapical dos 
 incivos superiores. 
 
 Presença de lâmina dura com 
 aspecto de pêra invertida ou de 
 coração. 
 
 Diagnóstico: Tomografia computadorizada 
 
 Tratamento: cirúrgico por acesso palatino. 
 
 Cisto Radicular 
 
 Origem: necrose pulpar 
 
 Região apical de dentes 
 desvitalizados, estimulado 
 por inflamação. 
 
 Cisto vai expandindo 
 e destruindo o osso. 
 
 Radiolúcido circunscrito 
 ao ápice do dente, perda da lâmina dura, 
 arredondado, circular, ovalado, halo radiopaco. 
 
 Tratamento: endodôntico ou extração – endodôntico e marsupialização. 
 
 
 Cisto Radicular Lateral 
 
 Radiotransparência discreta 
 na porção lateral da raiz. 
 
 Perda de lâmina dura 
 e inflamação evidente. 
 
 Tratamento: endodôntico. 
 Cisto Residual 
 
 Localizado no processo 
 alveolar em um sítio 
 de uma extração dentária 
 prévia, que não foi curetado 
 corretamente. 
 
 Tratamento: enucleação 
 Cisto Paradentário 
 
 Cisto se desenvolve próximo 
 a margem cervical da face distal 
 da raíz dentária. 
 
 Acomete mais 3° molares, 
 inflamação causada pela 
 pericoronarite desencadeia 
 a formação do cisto. 
 
 Radioluscência bem definida 
 superposta a raíz do dente envolvido. 
 
 Tratamento: enucleação simples. 
 
 
 Cisto Ósseo Traumático 
 
 Não odontogênico, etiologia idiopática. 
 
 Lesão intra-óssea afeta pacientes jovens. 
 
 Aspecto radiográfico: radiolúcido 
 bem delimitada, em algumas áreas 
 as margens do defeito são definidas 
 e outras mal definidas. 
 
 Tratamento: acompanhamento ou 
 cirúrgico, curetar para preencher 
 cavidade com sangue. 
 Cisto Ósseo Aneurismático 
 
 Comportamento mais 
 agressivo que o traumático. 
 
 Acúmulo intra-ósseo de 
 espaço cheio de sangue. 
 
 Circundados por tecido 
 conjuntivo fibroso. 
 
 Geralmente há tumefação 
 na área do cisto sem sinais flogísticos, 
 
 Fazer diagnóstico diferencial de abcesso. 
 
 Aspecto radiolúcido bem definido. 
 
 Tratamento: cirúrgico a nível hospitalar 
 após uma biopsia incisional. 
 
 Cisto epidermoide 
 
 Lesão de tecido mole. 
 
 Semelhança com o cisto dermoide, 
 porém, não apresenta anexos cutâneos. 
 
 Comumente na linha média 
 do assoalho de boca 
 
 Inferiormente ao músculo genio hioideo: 
 aspecto de queixo duplo. 
 
 Superiormente ao músculo genio hioideo: 
 deslocamento da língua para cima. 
 
 Diagnóstico: ressonância magnética 
 e tomografia computadorizado. 
 
 Tratamento: remoção cirúrgica da lesão. 
 
 
 
 Ameloblastoma 
 
 
 Localmente invasivo, destrutivo e apresenta alta recidiva 
 
 
 Classificados: Sólido – Multicístico , Unicístico 
 Periférico e Desmoplásico. 
 
 Ameloblastoma Sólido – Multicístico 
 
 Evolução lenta, com padrão de 
 crescimento infiltrativo e 
 localmente invasivo. 
 
 Tumefação, dor, ausência 
 de erupção do dente, 
 mobilidade ou deslocamento 
 dentário. 
 
 Região posterior de mandíbula 
 
 Radiograficamente: lesão multilocular, 
 assemelhando-se a “bolhas de sabão”, 
 “favos de mel”, reabsorção radicular comum. 
 
 Tratamento: Radical – ressecção em bloco * Conservador – Enucleação, curetagem, 
descompressão, marsupialização. 
 Prognóstico: ruim 
 
 
 
 
 Ameloblastoma – Unicístico 
 
 Comportamento menos agressivo 
 maior partedos casos, envolve 
 a mandíbula posterior. 
 
 Tumefação 
 
 Cavidade unicística bem delimitada 
 preenchida por líquido. 
 Tratamento: mais conversador, através de enucleação, curetagem e 
criocirugia, apresentando melhor prognóstico. 
 
 
 Tumor Odontogênico Queratocístico 
 
 Crescimento antero-posterior 
 acentuado, expansão lateral tardia, 
 no local de um dente ausente, fraturas 
 patológicas. 
 Agressivo 
 
 Predileção: gênero masculino 
 Maior incidência em mandíbula 
 posterior. 
 Teste de vitalidade positivo, 
 não há reabsorção radicular. 
 
 Aspecto radiográfico: radiolúcido, multilocular 
 ou unilocular (+ comum) com presença de 
 bordas crenadas envolvendo as raízes dos dentes. 
 
 Diagnóstico diferencial: difícil pois pode assumir 
 aspecto de qualquer cisto ou tumor. 
 
 Curetagem associado a crioterapia, descompressão – ressecção (raramente). 
 
 
 Odontoma 
 
 Aspecto clínicos e radiográficos: 
 assintomático, pouca expansão 
 óssea. Imagem radiopaca com 
 halo radiolúcido. 
 
 Dentículos – Composto 
 
 Massa amorfa – complexo 
 
 Em ambos tipos existe halo radiolúcido 
 evidenciado por tecido mole. 
 
 Tratamento: excisão cirúrgica.