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Alunos: Guilherme Pimenta Flávio Duarte TURMA 60 Grânulos de Fordyce Glândulas sebáceas ectópicas Assintomático, não requer tratamento Frênulo Labial Se a inserção dessas bridas forem em volume demasiado, causa instabilidade de próteses, diastemas... Indicada a frenulectomia. Linha alba de oclusão Na região jugal, na porção mediana, há uma saliência linear anteroposterior no mesmo plano da linha de oclusão. Leucoedema Principalmente em pessoas da raça negra, há presença de edema intraepitelial, tornando-se esbranquiçada. Tração da mucosa ou diascopia. Língua Fissurada Dorso da língua pode apresentar sulcos em número variável que se irradiam formando fissuras. Recomenda-se atenção especial a higienização. Língua Crenada Marcas deixadas pelo contorno dos dentes, na borda da língua. Glossite rômbica mediana Localizada no terço posterior da língua na linha média. Podendo se apresentar como nódulo ou vegetação, lisa ou rugosa. É uma manifestação da candidíase ,e em alguns casos, lesão semelhante é observada no palato, devido ao contato das duas estruturas. Pigmentação Melânica Racial Manchas de coloração escura que acomete principalmente na região da gengiva. Pigmentação por melanina. Varicosidade Lingual Nódulos pequenos e multiplos localizados no ventre lingual decorrentes da ectasia vascular. Língua Geográfica Relacionados a períodos de estresse e localizados no dorso lingual. Ardência e dor, evitar alimentos cítricos e quentes. Língua Pilosa Aspecto de pelos na região de dorso da língua. Associada ao tabaco. Por que são brancas? Camada de epitélio de espessa Hiperqueratose Proliferação de fibroblastos e fibras colágenas Pseudomenbrana pela perda do epitélio Defeito genético ou de desenvolvimento “Mascaram os vasos sanguíneos” Leucoplasia Placa branca não destacável Predisposição: homens de meia idade e idosos Etiologia desconhecida Fatores predisponentes: Álcool, Tabaco, Cândida, HPV Tratamento: Eliminação do fator etiológico ou Biópsia Estomatite Nicotínica Placas ou manchas brancas acinzentadas na região do palato duro com pontos avermelhados centrais. Fumantes de cachimbo, charuto e cigarro invertido. Não cancerizável Orientação e eliminar fator etiológico Leucoplasia Pilosa Geralmente em língua de pacientes imunossuprimidos com a presença do vírus Esptein Barr Assintomático , bilateral, raro e não cancerizável. Superfície Rugosa Acompanhamento Líquen Plano Doença inflamatória crônica autoimune. Região de mucosa jugal, borda de língua, gengiva, rebordo alveolar, sendo bilateral. Tratamento: controle e eliminação de fatores estressantes locais, administração de corticóide para diminuir a dor e evolução - acompanhamento do caso. Líquen Plano – Reticular Estrias finas e brancas espalhadas na mucosa Assintomática Estrias de Wickham Líquen Plano – Erosivo Áreas avermelhadas, difusas com úlceras espalhadas pelas estrias de Wickham com presença de dor. Acompanhar o caso, chance de malignização Lúpus Eritematoso Mulheres 8 a 10 vezes mais do que os homens. Os achados comuns incluem febre, perda de peso, artrite, fadiga e mal-estar generalizado Devem evitar a exposição excessiva à luz solar, pois as radiações ultravioletas podem precipitar a atividade da doença. A doença ativa leve pode ser efetivamente tratada com o uso de drogas anti-inflamatórias não esteroidais. Nevo Branco Esponjoso Placas brancas. Bilaterais, difusas e rugosas Presentes desde a infância. Produção de queratina exacerbada. Não requer tratamento. Diagnóstico diferencial: líquen plano, lúpus eritematoso. Candidíase Pseudomembranosa Placas brancas que podem ser removidas facilmente e após sua remoção deixam leito avermelhado. Tratamento: antifúngico Verificação de alguma doença de base. Melanose do Tabagista Componentes e o calor do cigarro promovem o aumento acentuado da produção de melanina. Tratamento: cessar o hábito do fumo. Mácula melanótica oral Lesão de desenvolvimento ou congênita. Diagnóstico diferencial: nevo azul, tatuagem por amálgama, doença de Addison, melanoma em fase inicial. Melanoma Não está relacionada ao sol, sem etiologia. Porém, pode haver fator genético. Gengiva superior e palato. Diagnóstico diferencial: Nevos e mácula melanótica. Cirurgia com esvaziamento cervical. Tatuagem por amálgama Implantação de material na mucosa acidentalmente. Diagnóstico diferencial: Nevos e melanoma em fase inicial. Diagnóstico obtido através da ragiografia, história e aspecto clínico uniforme sem alteração. Nevo Melanocítico Proliferação de células da crista neural que migraram pra epiderme. Icterícia Excesso de bilirrubina na corrente sanguínea. Locais: esclera do olho, palato mole, freio lingual. Anemia e diminuição da função hepática. Síndrome de Peutz Jeghers É caracterizada por pigmentação mucocutânea, pólipos intestinais e maior propensão ao desenvolvimento de malignidades; As pigmentações cutâneas geralmente se encontram na região peribucal e se assemelham às sardas porém não respondem à exposição solar, como o fazem as sardas verdadeiras. Máculas de, geralmente, 1-4mm e afetam principalmente o vermelhão do lábio, mucosa jugal e língua. Doença de Addison Baixa produção dos hormônios corticosteroides da glândula suprarrenal. O principal sinal desta afecção é a hiperpigmentação mucosa e cutânea generalizada. Tratamento: reposição de corticosteroide. Herpesvírus Simples Na boca é causado pelo HSV1 Diagnóstico diferencial: úlcera aftosa. Autoresolução Aciclovir creme 5% Herpes Zoster Dor intensa Indisposição,febre, cefaleia Exantema, eritema, vesículas e úlceras superificias com crosta. Pênfigo Vulgar Reação autoimune contra glicoproteínas (desmogleina 3 e 1) que são componentes dos desmossomos para adesão celular,causando uma bolha intraepitelial. Diagnóstico: biopsia Tratamento: corticoesteroides sistêmicos, drogas imunossupressoras e suporte nutricional. Penfigoide das membranas mucosas ou benigno da mucosa Cicatricial e bolhoso Reação autoimune contra os componentes da camada basal, formando bolhas subepiteliais. Diagnostico: Biopsia Tratamento: manejo multidisciplinar e corticoterapia. Eritema Multiforme Reação imune exacerbada por uso de medicamentos sistêmicos ou microorganismos Tipos: Menor, Maior e Síndrome Stevens Johnson Lesões semelhantes a queimaduras. Tratamento: suspensão do medicamento, corticoterapia ponderada. Úlcera Traumática Causa: trauma mecânico, acomete língua, lábio, mucosa jugal. Dolorida Halo eritematoso com leito amarelado. Tratamento: remoção da causa. Queilite Angular Causa: fungo da candidíase caracterizado por eritema, fissuras ardência na comissura labial bilateral. Perda da dimensão vertical. Tratamento: corrigir fator predisponente, prescrição de miconazol em gel. Ulceração aftosa recorrente Causadas em pacientes com susceptibilidade ao desenvolvimento da úlcera e estresse. Doloridas, redondas com halo eritematoso e leito amarelado. Acometendo em mucosa não queratinizada. São classificadas em: Menor, maior e herpetiforme. Tratamento: evitar alimentos ácidos, condimentados e alcoólicos, corticoides tópicos, remover fator desencadeante e laserterapia. Úlcera aftosa recorrente – menor Lesão de 2 a 8mm – única ou multiplas. Arredondas, contorno nítido, doloridas. Lábio, mucosa jugal e assoalho. Autoresolução Úlcera aftosa recorrente – maior Lesões maiores que 10mm Dor intensa Tempo de evolução e resolução maiores. Deixam cicatrizes após reparo. Úlcera aftosa recorrente – herpetiforme Múltiplas úlceras pequenas de 1 a 2mm, semelhantes a lesão de herpes. Tempo de evolução: 1 a 2 semanas Doloridas Não deixam cicatrizes. Sífilis Causada pelo Tremponema Pallidum contato sexual, contato vertical Há três tipos: Primária, secundária e terciária Sífilis primária Área de inoculação de 3 a 90 dias, presença do cancro, úlcera exofítica, bordas endurecidas, sem dor e diminuem sozinhas. Sífilis secundária 4 a 10 semanas – presença de placa mucosa. Úlceras de bordas endurecidas, brancas e aleatórias na boca. Caracterizada por lesão cutânea que aparece de 1 a 6 meses após lesão primária ter desaparecido. Lesões atingem também as palmas das mãos e solas dos pés. Paciente muito contagioso nesta fase. Sífilis terciária 1 a 30 anos – acometem 30% dos pacientes. Manifestação tardia e sem lesões específicas. Diagnóstico: VDRL, ELISA Tratamento: Penicilina Sífilis terciária focos dispersos de inflamação granulomatosa, que podem afetar a pele, mucosa, tecidos moles, ossos e órgãos internos. Lesões intraorais geralmente acometem o palato e a língua. Quando o palato é envolvido, a ulceração com frequência o perfura em direção à cavidade nasal. Tuberculose Causado pelo Mycobacterium Tuberculosis Infecção primária: resposta inflamatória inespecífica que resulta em uma formação de um nódulo fibro calcificado. Transmissão: via respiratória Lesões bucais raras, úlcera crônica avermelhada indolor. Diagnóstico diferencial: CEC Paracoccidioidomicose Causada pelo fungo. Predileção por homens Relacionado a trabalhadores rurais. Fungo vive no solo. Relacionada ao clima tropical. Paracoccidioidomicose Úlceras exofíticas, vários pontos avermelhados, superfície levemente esbranquiçado. Eritema moriforme – aspecto semelhante a uma amora. Tratamento: anfitúngico. Displasia fibrosa Doença que afeta o osso tornando-o esponjoso com trábeculas finas e pequenas. Paciente apresenta aumento volumétrico indolor ou por achado radiográfico de rotina. Aspecto de vidro despolido fase tardia e na fase inicial, imagem cística. Pode afetar um osso (monóstica) ou vários (polióstotica). Displasia Fibrosa Monostótica Acomete apenas um osso Apresenta-se na adolescência Limites mal definidos Causa: alteração do gene GNAS1 Tratamento: Remodelação cirúrgica Displasia Fibrosa Poliostótica Acomete mais de um osso Apresenta-se antes dos 10 anos de idade. Pode estar combinada com pigmentação café com leite e múltiplas endócrinopatias. Tratamento: Deformidade estética mínima não necessita de tratamento cirúrgico. Com deformidade estética: redução da lesão sem removê-la totalmente. Síndrome de Mccune Albright Acomete mais de um osso Associada a pigmentação cutânea Manchas de coloração café com leite. Há comprometimento endócrino podendo apresentar puberdade precoce, hipertireoidismo. Displasia Cemento – Óssea Lesão fibro-óssea mais comum Etiologia idiopática Substituição de tecido ósseo por tecido fibroso por tecido metaplásico. Divida em três subtipos: Focal, periapical e florida. Tratamento: Paciente assintomático – consultas de controle com profilaxia e reforço de higiene para controle de doença periodontal. Paciente sintomático: abertura e remoção do sequestro ósseo. Displasia Cemento-Óssea (Focal) Exibe único sítio de desenvolvimento. Predileção entre 30 e 60 de idade em raça branca. Mandibula posterior dominante. Tipicamente assintomático. A lesão varia de completamente radiolúcida a densamente radiopaca com fino halo radiolucido na periferia. Displasia Cemento-Óssea (Periapical) Envolve predominantemente região periapical de mandíbula anterior. Predileção: gênero feminino e pacientes da raça negra. No periápice de dentes com vitalidade. Assintomático Início, circunscrito e radiolúcido, com o tempo as lesões se fundem formando um padrão linear radiolúcido. Com o amadurecimento, forma uma aparência mista de radiolucidez com radiopacidade. Displasia Cemento-Óssea (Florida) Envolvimento multifocal não limitada a região anterior de mandíbula. Predileção: mulheres negras de meia idade e asiáticos. Tendência para envolvimento bilateral, frequentemente simétrico. Geralmente assintomático. Inicialmente radiolucida, com o tempo se tornam mistas, então predominantemente radiopaca. FibromaOssificante - Central Considerado um neoplasma verdadeiro que se origina dos tecidos ósseos. Divido em dois subtipos: Convencional e Juvenil. Fibroma Ossificante – Central (Convencional) Região de suporte dentário e apresenta ligeira predileção pela região posterior de mandíbula e pacientes do sexo feminino. Radiograficamente: lesão mista, bem circunscrita e graus variáveis de calcificação. Tratamento cirúrgico com taxa recidiva baixa. Fibroma Ossificante Central (Juvenil) Comportamento mais agressivo apresentando crescimento mais rápido. Localmente infiltrativo com tendências a recorrência. Características radiográficas do FO juvenil são semelhantes as do FO convecional. Porém, o envolvimento de estruturas adjacentes é comum. Tratamento: intervenção cirúrgica radical afim de evitar recidiva. Cisto Dentígero Patogênese: acúmulo de líquido entre o epitélio reduzido do esmalte e a coroa do dente incluso. Lesão radiolúcida associada com a coroa do dente incluso. Margens radiopacas bem definidas, características expansivas não destrutivas. Diagnóstico diferencial: amelob. , queratocisto, - biopsia incisional em caso de dúvidas. Tratamento: Geralmente enucleação e remoção do dente associado. Cisto de erupção Análogo do cisto dentígero nos tecidos moles. Associado com um dente decíduo ou permanente em erupção. Hemorragia devido a trauma. Tratamento: espotâneo ou gengivectomia Cisto gengival recém-nascido Pequenos nódulos amarelados e superficiais que se desenvolvem no rebordo alveolar de recém-nascidos. Origem: proliferação de remanescentes da lâmina dentária. Pequenas pápulas alveolares esbranquiçadas ,múltiplas e assintomático com rompimento espontâneo. Tratamento: sem indicações terapêuticas específicas. Cisto gengival do adulto Derivado de restos da lâmina dentária ocorre mais na região de canino e pré-molar inferior, assintomático. Nódulo de evolução lenta e pequeno. Tratamento: esperar regressão, caso não, intervenção cirúrgica. Cisto Periodontal lateral Áreas radiolúcidas redondas ou ovóides Correspondente intra-ósseo do cisto gengival do adulto. Região de canino e pré-molar inferior. Assintomático, crescimento intra-ósseo lento. Área radiolúcida lateralmente a um dente vital. Tratamento: teste de vitalidade positiva, enucleação Cisto glandular odontogênico Epitélio cístico com diferenciação glandular ( agrupamento de céls. mucosas). Geralmente, tumefação , assintomático (quando pequenos). Acomete mais mandíbula anterior. Área radiolúcida uni ou multilocular definido, reabsorção radicular dos dentes vizinhos. Diagnóstico: Somente observados por radiografia oclusao ou tomografica computadorizada. Tratamento: enucleação (unilocular), osteotomia periférica ou ressecção em bloco (multi). Cisto Nasolabial Não odontogênico (extra-ósseo) Nódulo normalmente assintomático entre asa do nariz e lábio superior. Elevação da asa do nariz com suavização do sulco. Evolução lenta e constante. Crescimento expansivo não infiltrativo. Conduta: tomografica computadorizada, corte axial. Tratamento: remoção cirúrgico por acesso intra-bucal. Cisto do Ducto Nasopalatino Tumefação, dor e drenagem. Região ANTERIOR DE PALATO E PAPILA INCISIVA Radiografia radiolúcida,bem delimitada na região periapical dos incivos superiores. Presença de lâmina dura com aspecto de pêra invertida ou de coração. Diagnóstico: Tomografia computadorizada Tratamento: cirúrgico por acesso palatino. Cisto Radicular Origem: necrose pulpar Região apical de dentes desvitalizados, estimulado por inflamação. Cisto vai expandindo e destruindo o osso. Radiolúcido circunscrito ao ápice do dente, perda da lâmina dura, arredondado, circular, ovalado, halo radiopaco. Tratamento: endodôntico ou extração – endodôntico e marsupialização. Cisto Radicular Lateral Radiotransparência discreta na porção lateral da raiz. Perda de lâmina dura e inflamação evidente. Tratamento: endodôntico. Cisto Residual Localizado no processo alveolar em um sítio de uma extração dentária prévia, que não foi curetado corretamente. Tratamento: enucleação Cisto Paradentário Cisto se desenvolve próximo a margem cervical da face distal da raíz dentária. Acomete mais 3° molares, inflamação causada pela pericoronarite desencadeia a formação do cisto. Radioluscência bem definida superposta a raíz do dente envolvido. Tratamento: enucleação simples. Cisto Ósseo Traumático Não odontogênico, etiologia idiopática. Lesão intra-óssea afeta pacientes jovens. Aspecto radiográfico: radiolúcido bem delimitada, em algumas áreas as margens do defeito são definidas e outras mal definidas. Tratamento: acompanhamento ou cirúrgico, curetar para preencher cavidade com sangue. Cisto Ósseo Aneurismático Comportamento mais agressivo que o traumático. Acúmulo intra-ósseo de espaço cheio de sangue. Circundados por tecido conjuntivo fibroso. Geralmente há tumefação na área do cisto sem sinais flogísticos, Fazer diagnóstico diferencial de abcesso. Aspecto radiolúcido bem definido. Tratamento: cirúrgico a nível hospitalar após uma biopsia incisional. Cisto epidermoide Lesão de tecido mole. Semelhança com o cisto dermoide, porém, não apresenta anexos cutâneos. Comumente na linha média do assoalho de boca Inferiormente ao músculo genio hioideo: aspecto de queixo duplo. Superiormente ao músculo genio hioideo: deslocamento da língua para cima. Diagnóstico: ressonância magnética e tomografia computadorizado. Tratamento: remoção cirúrgica da lesão. Ameloblastoma Localmente invasivo, destrutivo e apresenta alta recidiva Classificados: Sólido – Multicístico , Unicístico Periférico e Desmoplásico. Ameloblastoma Sólido – Multicístico Evolução lenta, com padrão de crescimento infiltrativo e localmente invasivo. Tumefação, dor, ausência de erupção do dente, mobilidade ou deslocamento dentário. Região posterior de mandíbula Radiograficamente: lesão multilocular, assemelhando-se a “bolhas de sabão”, “favos de mel”, reabsorção radicular comum. Tratamento: Radical – ressecção em bloco * Conservador – Enucleação, curetagem, descompressão, marsupialização. Prognóstico: ruim Ameloblastoma – Unicístico Comportamento menos agressivo maior partedos casos, envolve a mandíbula posterior. Tumefação Cavidade unicística bem delimitada preenchida por líquido. Tratamento: mais conversador, através de enucleação, curetagem e criocirugia, apresentando melhor prognóstico. Tumor Odontogênico Queratocístico Crescimento antero-posterior acentuado, expansão lateral tardia, no local de um dente ausente, fraturas patológicas. Agressivo Predileção: gênero masculino Maior incidência em mandíbula posterior. Teste de vitalidade positivo, não há reabsorção radicular. Aspecto radiográfico: radiolúcido, multilocular ou unilocular (+ comum) com presença de bordas crenadas envolvendo as raízes dos dentes. Diagnóstico diferencial: difícil pois pode assumir aspecto de qualquer cisto ou tumor. Curetagem associado a crioterapia, descompressão – ressecção (raramente). Odontoma Aspecto clínicos e radiográficos: assintomático, pouca expansão óssea. Imagem radiopaca com halo radiolúcido. Dentículos – Composto Massa amorfa – complexo Em ambos tipos existe halo radiolúcido evidenciado por tecido mole. Tratamento: excisão cirúrgica.