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CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 1 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS novaescolaBrasil Técnicas Comerciais e de Vendas Elaboração: Quelvia Sakai – Técnica em Transações Imobiliárias Prefácio Os mercados são hoje fortemente competitivos. Assistimos, neste início do século, a uma pressão fortíssima da oferta de bens e serviços, mantendo-se a procura dessas saídas a um nível baixo. Os consumido- res, prescritores e agentes são cada vez mais exigentes. Essa exigência transmite-se facilmente para os produtores que, através de estratégias de inclusão nos seus produtos de novos benefícios, vantagens adicionais na aquisição desses produtos, serviços de manutenção, tentam tornar a sua oferta mais atrativa ou mais adequada aos interesses e necessidades da- queles clientes. Com efeito, os consumidores estão mais informados sobre os produ- tos, sobre a oferta competitiva, ao mesmo tempo em que a capacidade e a celeridade de entrega de bens e serviços aumentaram, também, drastica- mente. Nestas circunstâncias, a estratégia de diferenciar a oferta das Empre- sas através do preço revelou-se altamente desvantajosa, para todas as Em- presas. Com efeito, não é possível desligar, numa economia moderna, dinâmi- ca e globalizante, os efeitos de práticas de preços no limiar do rentável. O efeito essencial, um efeito de avalanche, acaba por atingir todos os setores do mercado, promovendo uma economia débil e assustadoramente próxima da recessão. Não é possível, então, desenvolver ou sustentar vantagens competiti- vas baseadas em produtos ou nos seus preços. As estratégias mais conseguidas traduzem-se na inclusão de compo- nentes de valor agregado na oferta das Empresas, e que valorizam o pró- prio produto. Incluem-se neste agregado serviços de suporte ao produto ou sua uti- lização, informação, ou mesmo outros produtos de utilização marginal. Vamos ver nesta apostilas técnicas comerciais para manter organiza- da uma empresa e os meios para se chegar ao objetivo (vendas). CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 3 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Indice Prefácio, 2 Técnica comercial, 4 Conceito, 4 Organização comercial, 4 Estrutura do comércio, 5 Estrutura do comércio x características do mercado imobiliário, 6 Empresas imobiliárias, 7 Composição da força de vendas, 7 Estruturação, 8 Tamanho, 8 Propaganda e publicidade, 9 Auxiliares do comércio, 11 Seguros, 11 Estabelecimentos financeiros, 13 As bolsas, 16 Tipos de ações das S/AS, 19 Operações sobre mercadorias e títulos, 19 Técnicas de Vendas, 20 Função do Vendedor, 20 Como planejar suas visitas, 22 Roteiro para utilizar as técnicas de vendas, 23 A Venda Profissional, 24 Etapas da Venda Profissional, 24 Fechamento da Venda , 29 REFERÊNCIAS, 31 EXERCICÍOS, 32 CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 4 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Técnica comercial Conceito Num sentido amplo, a palavra técnica significa todos os processos de que se serve o homem para alcançar certas metas ou realizar determinados fins. Ou, então, em outras pala- vras: todo processo (meio) para atingir um propósito (fim) constitui uma técnica. Tomando por base a conceituação da palavra técnica, no sentido amplo, e as consi- derações feitas em torno do assunto, podemos conceituar a Técnica Comercial da seguinte maneira: “A técnica comercial estuda todos os processos utilizados pelo homem para a realização do comércio”. Organização comercial Na constituição de uma empresa comercial, assim como em qualquer outra, deve exis- tir organização e não existe uma organização, sem uma boa administração. Para se praticar uma boa administração, no sentido de se ter uma boa organização comercial, segundo o modelo clássico, deve-se seguir os seguintes princípios: • OBEDIÊNCIA AO PLANEJAMENTO – Quando se tem um planejamento uniforme, o trabalho de todos é sistematizado e o resultado proposto será naturalmente atingido; • SELEÇÃO DE RECURSOS – A empresa deve selecionar seus colaboradores, de acordo com as características exigidas, isto também se aplica a materiais e equipamentos utilizados; • DIVISÃO DE TRABALHO – Uma organização eficiente deve contar com uma boa divisão de trabalho, onde a racionalidade impere em cada tomada de decisão; • DEPARTAMENTALIZAÇÃO – Além de divisão, o trabalho deve ser agrupado em setores que o concentre, de acordo com a sua natureza, facilitando assim a sua supervisão e acompanhamento por parte dos responsáveis; • COMPETÊNCIA – Toda empresa deve contar com dirigentes e assessores que domi- nem conhecimentos nas suas respectivas áreas; • HIERARQUIA – Toda ordem a ser dada a um colaborador, deve ser transmitida pelo seu chefe imediato; • ORDEM – Para que uma organização funcione bem, é preciso que as ordens dadas CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 5 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas sejam integralmente cumpridas; • CONFORTO – O administrador moderno reconhece que um bom ambiente de tra- balho, é importante para o desempenho da sua equipe, considerando que passamos 1/3 da nossa vida no ambiente laboral. Ao aplicar tais princípios deve-se considerar os seguintes aspectos: • Aspectos organizacionais como simplicidade, agilidade, flexibilidade, trabalho em equipe, unidades autônomas; • Aspectos culturais como ampla participação, comprometimento, focalização no cliente interno e externo, orientação para metas e resultados, busca da melhoria constante e da ex- celência. Estrutura do comércio Para a prática e o desenvolvimento do mercado comercial temos que utilizar algumas estruturas de apoio, às quais devem ser adaptadas, segundo as características específicas do mercado: • TRANSPORTE - Descobrir os meios de transporte que vai utilizar para escoar a sua produção, as suas vendas ou os seus serviços, as vias necessárias para garantir a movimen- tação dos meios de transporte e conseqüentemente do seu negócio. • COMUNICAÇÃO - Este é um item indispensável para a existência de qualquer or- ganização. Na área comercial é de fundamental importância um contato constante com os fornecedores, clientes, e até com os concorrentes. A comunicação pode ser dividida dentro de uma organização em: • Interna – praticada dentro da empresa. • Externa - praticada dentro do mercado. Sendo utilizados para o seu desenvolvimento, os mais diversos meios, como telefone, televisão, rádio, jornais e principalmente a Internet, que pode agrupar no seu bojo praticamen- te todos os meios aqui citados. Um dos grandes problemas da comunicação são os ruídos, as falhas e as interrupções que surgem no caminho entre o transmissor e o receptor. Esse fator leva muitas vezes o pro- fissional ao infortúnio e à perda de grandes negócios. • MERCADO FORNECEDOR - Saber qual a potencialidade do mercado local para fornecer a matéria prima e os serviços necessários para garantir a execução e a sobrevivên- cia do seu projeto. Caso seja deficiente, qual o centro fornecedor mais próximo e o tempo de deslocamento; CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 6 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas • TEMPO E ESPAÇO - O tempo que a empresa utiliza para se movimentardentro do espaço, que a mesma ocupa e que pretende ocupar dentro do mercado, é de fundamental importância para o seu desenvolvimento e até à sua sobrevivência. O tempo é o melhor indicador isolado de competitividade, não é à toa que as pessoas do “Tio Sam” sempre dizem “Time is Money” (Tempo é Dinheiro). É bom lembrarmos que a questão do tempo e de uma boa logística de entrega, por exemplo, pode ser um dos grandes diferenciais entre empresas. Há muita empresa que deixa seus clientes sem um cronograma de entrega bem claro. Dizem que vão entregar o produto no dia tal, mas só dizem que é em horário comercial. • SISTEMA DE CÂMBIO - Ter conhecimento sobre o sistema cambial vigente no local onde se pretende instalar uma empresa seja comercial ou não é de fundamental importância. Em primeiro lugar é necessário esclarecer que nem todas as moedas são conversíveis. Isso porque as moedas necessitam de um elemento muito importante, a fidúcia. É a confiança na moeda que permite que esta seja útil nas transações comerciais. Em segundo precisa-se ficar atento à oscilação da taxa cambial, pois, normalmente quando a taxa de câmbio segue em um movimento declinante a tendência é que as importa- ções aumentem seu volume, em detrimento das exportações. O efeito inverso ocorre quando a taxa de câmbio experimenta um movimento de ascensão. • CONHECIMENTO DE MARKETING - Faz-se necessário para o gestor utilizar a fer- ramenta certa do marketing, que ele descubra o verdadeiro perfil do cliente ao qual vai ser destinado o seu projeto, descobrir a sua verdadeira necessidade. De posse de tais informações ter o conhecimento da forma como as forças do marke- ting devem se movimentar dentro do mercado para apresentar seu produto ou serviço como diferencial para satisfazê-las é um passo importante para atingir as suas metas e os seus objetivos. Estrutura do comércio x características do mercado imo- biliário Após abordarmos o tema estrutura do comércio, se faz necessário apresentar algo referente à estrutura organizacional a ser utilizada dentro do mercado imobiliário pelo corretor de imóveis. Para a prática e o desenvolvimento do mercado comercial, temos que utilizar algumas estruturas de apoio, às quais devem ser adaptadas, segundo as características especificas do mercado imobiliário: • CAPTAÇÃO – A palavra captação é usada de várias formas. Na área comercial sig- nifica o ato de obter, de granjear para si, de atrair, de conquistar, de captar algo por meio de recursos técnicos. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 7 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Dentro do mercado imobiliário, podemos destacar, por exemplo, a venda ou locação de um imóvel, que pressupõe a necessidade da imobiliária ter que agir junto ao mercado, no sentido de buscar, de conquistar os imóveis objeto da transação e também os clientes em potencial; • CONDIÇÃO DE CRÉDITO – Na área comercial significa um tipo de transação em que o comprador investido de confiabilidade pela empresa, ou loja credora, adquire um bem ou serviço que irá pagar em uma ou mais parcelas, por um determinado tempo. No mercado imobiliário não é muito diferente, a condição de crédito deve ser tratada em duas perspectivas – do credor (o que concede), do beneficiário (o que recebe): Condição de crédito do CREDOR – é a sua disponibilidade e interesse para financiar o negócio; Condição de crédito do BENEFICIÁRIO – é a sua reserva moral no que se refere à confiabilidade, associada à sua capacidade econômico financeira, para saldar e cumprir o compromisso assumido. Empresas imobiliárias Administração de vendas é a analise, o planejamento e a implementação do controle dos esforços de vendas. Essas etapas são direcionadas para criar e manter a estrutura de recursos materiais, humanos, informacionais e financeiros, necessários para viabilizar, em curto prazo o volume de vendas e o cumprimento das metas de resultados. Todas essas etapas têm como referen- cial básico, o modelo de marketing adotado pela empresa. Composição da força de vendas Nas empresas imobiliárias a força de vendas é essencialmente externa, sendo constitu- ída pelos corretores. Por força de lei, o CORRETOR DE IMÓVEIS é o profissional responsável pela operacionalização das vendas, demonstrando, apresentando e fechando as transações imobiliárias no campo. É importante, no entanto, que se constitua uma força de vendas interna qualificada e bem treinada: • Apoio Técnico – encarregado de responder as duvidas, os questionamentos dos clientes e de fornecer informações técnicas; • Assistentes de Vendas – encarregados de serviços de escritório, tais como a pres- tação das primeiras informações aos interessados e a coleta dos seus perfis para a abertura de espaço para uma visita dos corretores, agendamento de compromissos com os clientes, CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 8 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas preenchimento de formulários, elaboração e lavratura de contratos, tramites burocráticos, etc Estruturação Freqüentemente as empresas imobiliárias estruturam a área de vendas em departa- mentos, conforme os critérios estudados anteriormente. Mas, dependendo do tamanho da empresa e do mercado, podemos criar departamen- tos operacionais específicos, com critérios que envolvem a divisão de responsabilidades entre seus integrantes, estruturando o atendimento por território, por produto ou serviço, por projeto e dependendo da peculiaridade de cada empresa, por clientela. • Estrutura por TERRITÓRIO – cada corretor desenvolve suas ações em uma área geográfica delimitada, onde atende a todos os clientes desse território. • Estrutura por PRODUTO ou SERVIÇO – a estruturação por produto ou serviço, se caracteriza pela existência de setores específicos para: Imóveis residenciais, comerciais e rurais; Administração de imóveis (locação) e de intermediação (compra e venda). • Estrutura por PROJETO – acontece com a criação de uma estrutura transitória e de duração limitada, estabelecida para operações especificas. Durante sua duração é importante a designação de uma equipe integrada, que envolva pes- soal de vendas, marketing, engenharia, finanças, apoio técnico e até elementos da alta admi- nistração. • Estrutura por CLIENTELA – ocorre quando a imobiliária atribui a cada corretor a responsabilidade por um determinado grupo de clientes, sendo a escolha feita, ou pela dispo- nibilidade dos corretores, ou pelas características pessoais de cada um, comum a um deter- minado grupo ou classe de clientes. Tamanho • Forças de vendas – é o número de pessoas disponíveis na empresa para a execução dos seus negócios. • Depois de definida a estrutura da imobiliária é de fundamental importância que se considere o tamanho das forças de vendas. • O processo básico do trabalho de um corretor de imóveis envolve o acompanhamento aos interessados em visitas, o contato pessoal, antes, durante e depois dessas visitas. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 9 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Propaganda e publicidade A propaganda caracteriza-se pela identificação do patrocinador, que paga certa impor- tância pela apresentação de idéias, mercadorias ou serviços. “A propaganda é qualquer forma paga de apresentação não pessoal de produtos, ser- viços ou idéias, abertamente patrocinada pelo anunciante”. Já a publicidade compreende toda divulgação de notícias ou informações comerciais sem qualquer pagamentopor parte dos interessados. Vejamos, então, quais são os processos e os meios utilizados pela propaganda, por- que, indiretamente, a publicidade também usa alguns desses meios. A propaganda pode ser classificada em oito itens: • Propaganda direta – o patrocinador ou anunciante toma conta direto com o consumi- dor, por meio de remessas de catálogos, cartas circulares etc. Trata-se de um serviço perso- nalizado, cuja remessa deve ser repetida várias vezes para dar algum resultado. • Propaganda indireta – propaganda feita por meio de veículos (ou mídias, na lingua- gem dos profissionais do ramo): jornais, revistas, cinemas, de colocação de outdoors, incluin- do-se nessa expressão inglesa os cartazes, placas etc. • Propaganda escrita – trata-se de propaganda feita por meio de caracteres gráficos, com textos elaborados pelos redatores especializados. • Propaganda falada (ou oral) – diferentemente da anterior, nesta se utiliza a emissão da voz, principalmente nas rádios, TVs, alto-falantes etc., muito embora anteriormente haja o preparo de um texto escrito para uso da locução dos hoje chamados comunicadores. • Propaganda pelo objeto – esta modalidade se desenvolve à vista dos produtos anunciados, em vitrines, feiras, salões etc. • Propaganda especial – propaganda criada exclusivamente para um fato ou efeito es- pecial, como por exemplo, o lançamento de um novo produto ou relançamento de conhecido produto em nova embalagem. • Propaganda promocional – esta é uma modalidade típica de venda e tem uma ca- racterística essencial: a repetição do anúncio. • Propaganda institucional – neste tipo de propaganda, em princípio, não se tem em vista vender coisa nenhuma. Objetivo principal: mostrar que existe uma empresa, a instituição, um nome ou uma marca. Enfim, a imagem de algo que existe e deve ser lembrado. • As Exposições E As Feiras - As exposições e as feiras nasceram com o desen- volvimento do comércio e em consequência da necessidade que sentem os compradores e vendedores de se encontrarem. Não podemos negar os serviços que prestam as modernas feiras na sua função precípua de aproximar os polos da economia: produção e consumo. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 10 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Tradicionalmente, mercado é o local em que os vendedores reunidos, com instalações permanentes, oferecem as suas mercadorias aos consumidores. A feira, em sentido geral, é um mercado público que se faz em datas fixas em deter- minado lugar. As feiras podem ser: 1. Feiras livres. 2. Feiras regionais. 3. Feiras de amostra (Comercial, Exposição, Salão). As conhecidas feiras livres, com as variantes denominadas sacolões, varejões, são realizadas nos bairros da capital, em determinados dias, geralmente no período matutino. Principais características das feiras livres: • Exposição ao ar livre; • Instalações desmontáveis; • Comércio a varejo de produtos de pequena durabilidade; • Servem aos moradores do bairro; • Impostos reduzidos. As feiras regionais, realizadas durante determinada temporada, reúnem compradores e ven- dedores de certas regiões. As feiras regionais apresentam as seguintes características: • Exposição ao ar livre; • Instalações improvisadas e permanentes, conforme os produtos negociados; • Comércio por atacado de produtos de grande durabilidade; • Servem aos compradores e vendedores de determinadas regiões. Por último temos as feiras de amostras, classificadas em feiras comerciais, exposição e salão, cuja realização se prolonga por algum tempo em locais construídos para expor e vender aquilo que se produz. Cada uma dessas modalidades de eventos é assim definida: • FEIRAS DE AMOSTRAS: Evento de realização temporária, levado a efeito junto aos centros produtores ou consumidores, no qual é permitida a apresentação de amostras de pro- dutos e anotação dos pedidos de compra. • FEIRA: Evento de realização temporária, de natureza diversificada ou especifica, com finalidade comercial definida, na qual se verifica a venda com a entrega do produto exposto. • EXPOSIÇÃO: Evento de realização permanente ou temporária com objetivo de exibir produtos, técnicas e serviços relacionados com várias áreas de atividades, sem finalidades comerciais imediatas. • SALÃO: Evento de realização permanente ou temporária destinado a transmitir ima- gens de produtos, técnicas e serviços relacionados com determinados setores de atividades, sem finalidades comerciais imediatas. • Podemos, agora, salientar as seguintes características das feiras de amostras: • Exposição em recintos fechados; • Pavilhões e mostruários ricamente ornamentados; • Mercadorias representadas por amostra; • Exibição daquilo que se produz (no país e/ou no exterior); CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 11 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas • Distribuição de prêmios aos expositores; • Apresentação de divertimentos populares; • Venda (ou não) das mercadorias exibidas. Nesses eventos estão envolvidos promotores, patrocinadores e expositores, assim conceituados: • Promotor – Toda pessoa jurídica de direito privado ou público, que tenha capacidade técnica e idoneidade financeira para promover os meios necessários à realização eventos. • Patrocinador – Toda entidade representativa das áreas econômicas ou profissionais, ou pessoa jurídica de direito público, com interesse direto ou indireto na realização do evento. • Expositor – Toda pessoa física ou jurídica que exponha produtos, técnicas e serviços próprios ou de terceiros. Auxiliares do comércio Seguros • Os seguros - Os seguros constituem um dos mais importantes serviços auxiliares de comércio, uma vez que objetivam reparar o desequilíbrio provocado pelos imprevistos. Os seguros têm por finalidade garantir os danos, as perdas os prejuízos a que todos estamos sujeitos. O nosso Código Civil assim define o seguro: “Considera-se um contrato de seguro aquele pelo qual uma das partes se obriga para com outra, mediante a paga de um prêmio, a indenizá-lo do prejuízo resultante de riscos futu- ros, previstos no contrato”. As operações de seguros dividem-se em dois grupos: • Seguros de Ramos Elementares – Esses seguros têm pro finalidade garantir perdas e danos, ou responsabilidades provenientes de riscos de fogo, transporte, acidentes pessoais, e outros eventos que possam ocorrer afetando pessoas ou coisas. • Seguro de Vida – Com base na duração de vida humana, os seguros de vida têm por fim garantir aos segurados ou terceiros o pagamento, dentro de determinado prazo e condi- ções, de quantia certa, renda ou outro benefício. Em face do exposto concluímos que, segundo a natureza, os seguros podem ser: 1. Seguros de Coisas; 2. Seguros de Pessoas. Os seguros ainda podem ser divididos em: 1. Seguros Sociais; 2. Seguros Privados (civis e comerciais). Os seguros sociais são obrigatórios e visam proteger os trabalhadores que vivem ape- CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 12 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas nas de salários. Os seguros sociais cobrem os riscos da velhice, doença, invalidez etc., e o prêmio é pago pelo empregador. Os seguros privados são quase sempre facultativos, ou não, e operados por empresas privadas. Nos seguros privados, o prêmio é pago pelo assegurado (pessoa que usufrui as vantagens do seguro). Denomina-se apólice o contrato de seguro. A apólice permanece em poder do segu- rado até a data do seu vencimento, sendo depois substituídapor outra, quando renovado o contrato, geralmente depois de um ano. São condições essenciais de apólice: • O nome do assegurador (quem assume o risco); • O nome do assegurado (quem paga o prêmio e recebe as vantagens do seguro); • O valor da coisa assegurada; • Natureza da coisa (vida, imóvel, automóveis, etc.); • Prazo do seguro (por um ano, por meses etc.); • Prêmio (importância a ser paga pelo assegurado). Por fim, vamos tratar do seguro simples, do co-seguro, do resseguro, da aceitação, da retenção e da cessão. • Seguro Simples: trata-se do contrato feito por única seguradora que se responsabi- liza pela importância total segurada. • Co-Seguro: o seguro é feito com várias companhias mediante acordo entre elas no sentido da divisão do risco total. • Resseguro: a companhia seguradora, não estando em condições de assumir (aceita- ção) a responsabilidade total de um grande risco, transfere – sem alterar as condições primi- tivas entre o segurador e o seguro – o excesso de risco para outro segurador. Vejamos o significado de três palavras anteriormente grifadas: aceitação, retenção e cessão. • Aceitação: para a sociedade seguradora é o seguro aceito, no valor total, emitindo a respectiva apólice. • Retenção: é a parte do seguro que permanece sob a responsabilidade da companhia seguradora. Essa parte resulta da diferença entre o valor da aceitação e o valor da cessão. • Cessão: é a parte da responsabilidade no seguro que a sociedade seguradora trans- fere ao IRB (Instituto de Resseguros do Brasil). Resumidamente, o Sistema Nacional de Seguros Privados é constituído: • Do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP); • Da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP); • Do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB); • Das Companhias de Seguros; • Dos Corretores de Seguros. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 13 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Estabelecimentos financeiros • Banco central - Um banco central é uma entidade independente ou ligada ao Estado cuja função é gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo. Além disso tem como objetivo definir as políticas monetárias (taxa de juros e câmbio, entre outras) e aquelas que regulamentam o sistema financeiro local. O banco faz isso interferindo mais ou menos no mercado financeiro, vendendo papéis do tesouro, regulando juros e avaliando os riscos econômicos para o país. Os papéis tradicionais de um banco central são : • Banqueiro do governo: é ele quem guarda as reservas internacionais em ouro ou mo- eda estrangeira do governo. • Autoridade emissora de moeda, ou monopólio de emissão: é o banco central quem, com exclusividade, emite ou autoriza a emissão de papel moeda daquele país. • Executor da política monetária e cambial: é o banco central quem insere ou retira moeda do mercado, regula as taxas de juros e regula a quantidade de moeda estrangeira em circulação no país. Essas operações são conhecidas como open market ou operações de mercado aberto, e consistem principalmente na compra e venda de títulos públicos ou de moeda estrangeira para instituições financeiras previamente escolhidas. • Banco dos Bancos, ou prestamista de última instância: o banco central provê emprés- timos exclusivos aos membros do sistema financeiro a fim de regular a liquidez ou mesmo evi- tar falências que poderiam causar uma reação em cadeia de falências bancárias. Ele também mantém os depósitos compulsórios dos bancos comerciais, regulando assim a multiplicação da moeda escritural no mercado. • Além desses papéis, alguns bancos centrais (como por exemplo o Banco Central do Brasil) acumulam também o papel de supervisor do sistema financeiro. • Banco do Brasil -Banco do Brasil S.A. (BB) é uma instituição financeira brasileira, constituída na forma de sociedade de economia mista, com participação da União em 68,7% das ações. Juntamente com a Caixa Econômica Federal, o BNDES, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste, o Banco do Brasil é um dos cinco bancos estatais do governo brasileiro. Sua missão, segundo sua filosofia corporativa, é “ser a solução em serviços e interme- diação financeira, atender às expectativas de clientes e acionistas, fortalecer o compromisso entre os funcionários e a empresa e contribuir para o desenvolvimento do pais”, O Banco do Brasil possui 5.000 agências, estando presente na maioria dos municípios do país, com uma estrutura de mais 100 mil funcionários, além de dez mil estagiários, cinco mil contratados temporários e 4,8 mil adolescentes trabalhadores. Foi criado o primeiro Banco do Brasil em 12 de outubro de 1808 pelo Rei D. João VI, CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 14 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas por sugestão do Conde de Linhares, Rodrigo de Sousa Coutinho, num conjunto de ações que visavam a criação de indústrias manufatureiras no Brasil, incluindo isenções de impostos para importação de matérias-primas e de exportação de produtos industrializados. • BNDES - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, ex-autarquia brasileira, criada pela Lei nº 1.628, de 20 de junho de 1952, foi enquadrado como uma empresa pública federal, com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio pró- prio, pela Lei nº 5.662, de 21 de junho de 1971. O BNDES é um órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comér- cio Exterior e tem como objetivo apoiar empreendimentos que contribuam para o desenvolvi- mento do Brasil. Desta ação resultam a melhoria da competitividade da economia brasileira e a elevação da qualidade de vida da sua população. Desde a sua fundação, em 20 de junho de 1952, o BNDES vem financiando os grandes empreendimentos industriais e de infra-estrutura tendo marcante posição no apoio aos inves- timentos na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenas e médias empresas, e aos investimentos sociais, direcionados para a educação e saúde, agricultura familiar, sanea- mento básico e ambiental e transporte coletivo de massa. Suas linhas de apoio contemplam financiamentos de longo prazo e custos competiti- vos, para o desenvolvimento de projetos de investimentos e para a comercialização de máqui- nas e equipamentos novos, fabricados no país, bem como para o incremento das exportações brasileiras. Contribui, também, para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais. • Subsidiárias do BNDES - FINAME (Agência Especial de Financiamento Industrial): criada com o objetivo de financiar a comercialização de máquinas e equipamentos BNDES- PAR (BNDES Participações): criada com o objetivo de possibilitar a subscrição de valores mobiliários no mercado de capitais brasileiro. O BNDES e suas subsidiárias compreendem o chamado “Sistema BNDES”. • As caixas econômicas - Caixas Econômicas – Como os bancos comerciais, podem também receber depósitos à vista do público além dos depósitos em cadernetas de poupança. Atuam basicamente no financiamento habitacional e empréstimos em geral a particulares. No Brasil a Caixa Econômica Federal (CEF), também conhecida como Caixa Econômi- ca ou apenas Caixa é uma instituição financeira, sob a forma de empresa pública do governo federal brasileiro, com patrimônio próprio e autonomia administrativa com sede em Brasília (DF) e com filiais em todo o território nacional. É um órgão vinculado ao Ministério da Fazenda. Foi criada em 12 de janeiro de 1861 por Dom Pedro II com o nome Caixa Econômica e Monte de Socorro. Seu propósitoera incentivar a poupança e conceder empréstimos sob penhor, com a garantia do governo imperial. Esta característica diferenciava a instituição de outras da época, que agiam no merca- do sem dar segurança aos depositantes ou que cobravam juros excessivos dos devedores. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 15 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Deste modo, a Caixa rapidamente passou a ser procurada pelas camadas sociais mais populares, incluindo os escravos, que podiam economizar para suas cartas de alforria. Assim, desde o início, a empresa estabeleceu seu foco no social. • Bancos comerciais - Um banco é a instituição financeira que aceita depósitos e con- cede empréstimos. O banco tem por funções depositar capital em formas de poupança, emprestar dinhei- ro, financiar automóveis e casas, trocar moedas internacionais, realizar pagamentos, etc. Banco Comercial – Instituições de crédito caracterizadas pela captação de fundos, através de operações passivas como os depósitos à ordem, a prazo e com pré-aviso, os depósitos de poupança, os certificados de depósitos e os fundos de investimentos, e pela cedência de fundos (crédito bancário), através de operações activas de curto, médio e longo prazos, podendo estas ser de carácter comercial (letras) ou financeiro (relação cliente/banco); finalmente, pela prestação de serviços (proveitos), como as garantias bancárias, a venda de moeda, pagamentos periódicos, guarda de valores e custódia de títulos. Deve ser constituído sob a forma de sociedade anônima e na sua denominação social deve constar a expressão “Banco” (Resolução CMN 2.099, de 1994). • Bancos de investimentos - São instituições que auxiliam pessoas físicas ou jurídicas a alocar seu capital, nos mais diversos tipos de investimento, como por exemplo, no mercado financeiro ou na BMF. Os Bancos de Investimento captam recursos através de emissão de CDB e RDB, de captação e repasse de recursos e de venda de cotas de fundos de investimentos. Esses re- cursos são direcionados a empréstimos e financiamentos específicos à aquisição de bens de capital pelas empresas ou subscrição de ações e debêntures. Os BI não podem destinar recursos a empreendimentos mobiliários e têm limites para investimentos no setor estatal. Além do apoio financeiro às empresas, os bancos de investi- mentos estão capacitados, pela sua estrutura técnica, a oferecer uma série de serviços, como assessoria na realização de negócios em geral, projetos e outros.Fundos mútuos de investi- mentos Um fundo de investimento é uma forma de aplicação financeira, formada pela união de vários investidores que se juntam para a realização de um investimento financeiro, or- ganizada sob a forma de pessoa jurídica, tal qual um condomínio, visando um determinado objetivo ou retorno esperado, dividindo as receitas geradas e as despesas necessárias para o empreendimento. A administração e a gestão do fundo são realizadas por especialistas contratados. Os administradores tratam dos aspectos jurídicos e legais do fundo, os gestores da estratégia de montagem da carteira de ativos do fundo, visando o maior lucro possível com o menor nível de risco. Dependendo do tipo de fundo, as carteiras geralmente podem ser mais diversificadas ou menos diversificadas, podendo conter ativos de diversos tipos tais como ações, títulos de CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 16 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas renda fixa (CDBs), títulos cambiais, derivativos ou commodities negociadas em bolsas de mer- cadorias e futuros, títulos públicos, dentre outros. Todo o dinheiro aplicado nos fundos é convertido em cotas, que são distribuídas entre os aplicadores ou cotistas, que passam a ser proprietários de partes da carteira, proporcionais ao capital investido. O valor da cota é atualizado diariamente e o cálculo do saldo do cotista é feito multiplicando o número de cotas adquiridas pelo valor da cota no dia. No Brasil, o primeiro fundo de investimento foi o Valéria Primeira, um fundo fechado criado em 1952 e administrado pelo banco Deltec. • Companhias de crédito, financiamento e investimento - Companhias de Crédito, Financiamento e Investimento são instituições privadas, constituídas na forma de sociedade anônima, que têm por objetivo o financiamento ao consumo. Este tipo de instituição pode captar recursos através de letras de câmbio e sua função é financiar bens de consumo duráveis aos consumidores através de crediário. Como é uma atividade de alto risco, o passivo das financeiras é limitado a 12 vezes seu capital mais reser- vas. • Sociedades distribuidoras de valores -Sociedades Distribuidoras – São firmas constituídas como sociedades anônimas ou sociedades por quotas de responsabilidade limi- tada, cuja autorização para funcionamento é dada pelo Banco Central do Brasil. Suas atividades básicas são: a) subscrever, isoladamente ou em consórcios, emissões de títulos ou valores mobiliá- rios para revenda. b) encarregar-se da venda à vista, a prazo ou à prestação, de títulos e valores mobiliá- rios por conta de terceiros. c) operar no open market, desde que satisfaça as condições exigidas pelo Banco Cen- tral do Brasil. d) instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento. As bolsas Comércio pode ser definido como a distribuição organizada das mercadorias e serviços de consumos destinados à satisfação das necessidades humanas. Citemos, por exemplo, a moeda, o crédito, os bancos, as bolsas etc. Não importa que consideremos a produção um dos mais importantes fenômenos eco- nômicos, como entendiam os economistas clássicos, ou em seu lugar coloquemos o fenôme- no do consumo, a exemplo dos economistas modernos; a verdade é que as bolsas devem ser consideradas instituições importantíssimas na aproximação dos dois polos da economia: produção e consumo. Elas promovem a circulação da riqueza e, da maior ou menor realização dos seus negócios, podemos aferir o grau de desenvolvimento de um país. A bolsa não deixa CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 17 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas de ser um mercado organizado com as seguintes características: • Oferta (quantidade oferecida) • Procura (quantidade procurada) • Preço (o valor expresso em moeda ou dinheiro) • Liquidação (registro e conclusão das operações). Existem várias espécies de bolsas, como, por exemplo: bolsas de mercadorias, bolsas de cereais, bolsas de café, bolsas de valores, bolsa de mercadorias e de futuros etc. Vejamos, as características gerais das bolsas, iniciando as nossas considerações pe- las bolsas de mercadorias. • Bolsas de mercadorias - As bolsas de mercadorias, também chamadas de bolsas de commodities (do inglês commodity = mercadoria, artigo, produto etc.), proporcionam reais benefícios aos produtores de soja, milho, café, algodão, feijão, boi gordo, suíno e outros bens econômicos. A primeira finalidade das bolsas de mercadorias é concorrer para o desenvolvi- mento e escoamento da produção e, ao mesmo tempo, cuidar dos interesses de seus mem- bros associados. Baseando-nos na classificação de empresas podemos apresentar o seguinte conceito de bolsa de mercadorias: Bolsa de Mercadorias é a reunião coletiva e periódica de corretores e demais pessoas interessadas no mercado de produtos industriais extrativos, de transformação, agrícolas e pecuárias, passíveis de negociação, em lugar e hora previamente determinadas para a reali- zação de operações de comprae venda. Podemos dizer que as bolsas são criadas para alcançar mais estes fins: • Desenvolvimento operacional – organizar e promover o funcionamento e desenvolvi- mento dos mercados: a) disponível (ou físico); b) a termo (ou futuro). A operação no disponí- vel é aquela cuja liquidação se processa a vista, com a entrega da mercadoria negociada. A operação a termo ocorre quando a liquidação se processa por diferença de preço em meses futuros, isto é, a prazo. • Centralização das operações – manter organizado um local para realização das ope- rações de compra e venda. Aí são feitos os pregões. Entende-se por pregão o ato de anunciar publicamente ofertas e procuras daquilo que está sendo objeto de negociação. • Estabelecimento de normas operacionais – fixação de regras ou normas de nego- ciação tento por finalidade dar continuidade de preços e manter a liquidez do mercado (ou existência de dinheiro disponível no setor). • Divulgação das cotações – tornar conhecidas as operações realizadas em seus pre- gões, com todos os detalhes e imediatamente após o fechamento dos negócios. • Bolsa de cereais - Essa é outra bolsa de mercadorias ou commodities. Ela negocia com arroz, amendoim, cebola, feijão, batata, girassol, algodão, milho, produtos derivados de CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 18 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas suínos, soja etc. Seu funcionamento não difere muito de outras bolsas, mas algumas particu- laridades devem ser conhecidas. A nossa bolsa de cereais (SP) surgiu em 1917. Os objetivos do BCSP são estes: a) pesquisar o mercado de gêneros alimentícios; b) acompanhar o desenvolvimento da produção nacional; c) fornecer e indicar dados ao governo; d) comercializar as safras agrícolas em lugar próprio, ou seja, sua sede, com salão de pregões e o registro de negócios. • Bolsa de valores - As bolsas de valores fazem parte do subsistema operativo finan- ceiro nacional, sendo consideradas como instituições auxiliares não-bancárias. É o tipo de bolsa que desempenha papel importantíssimo no mercado de capitais. As sociedades corretoras, formadas como S.A. ou Ltda. Tem por fim promover a apro- ximação de revendedores e compradores de títulos ou valores mobiliários, por meio de leilões realizados no salão de pregões. As sociedades distribuidoras, formadas como firmas individuais, S.A. ou Ltda., como indica a classificação, encarrega-se da distribuição dos papéis negociados nos pregões. Os agentes autônomos de investimentos prestam serviços aos bancos de investimen- tos; sociedades de crédito, financiamentos e investimentos; sociedades de crédito imobiliário; sociedades corretoras; e sociedades distribuidoras. • Bolsa de mercadorias & futuros - Como o próprio nome diz essa bolsa, ao praticar negócios mercantis os faz com vistas ao futuro. Esse tipo de bolsa se fundamenta num velho princípio comercial: Compre agora e pague depois. Como todas as bolsas brasileiras, a BM&F também é uma associação civil, sem fins lucrativos. Tem por função principal, como todas as bolsas, manter um lugar adequado, abri- gando um mercado livre e aberto, para negociação diária de mercadorias (ou commodities) e ativos financeiros, nos mercados disponíveis e de liquidação futura. De acordo com os estudos sociais da BM&F, o quadro de seus sócios é constituído, em resumo de duas categorias: 1. Sócios possuidores de títulos patrimoniais e do patrimônio social. São eles: a) Sócio efetivo; b) Corretoras de mercadorias; c) Membro de compensação; d) Operador especial. 2. Sócios possuidores de títulos patrimoniais. São eles: a) Sócio honorário; b) Sócio efetivo; c) Corretora de mercadorias agrícolas; d) Corretor de algodão; e) Operador especial de mercadorias agrícolas. Nos dias de hoje, acabamos tendo o pregão eletrônico com a unificação operacional de muitas bolsas nos País, com a criação do Sistema Eletrônico de Negociação Nacional – SENN, ou seja, Uma verdadeira Bolsa Brasileira para o mercado de ações. Fazem parte do SENN, via computador, as seguintes instituições: Bolsa da Bahia, Ser- gipe, Alagoas, Extremo-Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Brasília, Paraná, Pernambuco, Pa- raíba, Regional, Rio de Janeiro e Santos. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 19 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Tipos de ações das S/AS. Quanto mais desenvolvida é uma economia, mais ativo é o seu mercado de capitais, o que se traduz em mais oportunidades para as pessoas, empresas e instituições aplicarem suas poupanças. Ao abrir seu capital, uma empresa encontra uma fonte de captação de recursos fi- nanceiros permanentes. A plena abertura de capital acontece quando a empresa lança suas ações ao público, ou seja, emite ações e as negocia nas bolsas de valores. E você, ao adquirir ações, passa a ser também sócio da empresa – um acionista. • Ações: títulos nominativos negociáveis, que representam para quem as possuem, uma fração do capital social de uma empresa. Após uma abordagem básica sobre o que vem a ser ações, vamos apresentar agora os tipos de ações das S/As: Quanto à natureza dos direitos atribuídos ao seu titular: • Ações ordinárias; • Ações preferenciais; ações de gozo ou fruição. Quanto à forma de circulação: • Ação nominativa: é uma ação cujo certificado é nominal ao seu proprietário. O cer- tificado, entretanto, não caracteriza a posse, que só é definida depois do lançamento no livro de Registro das Ações Nominativas da empresa emitente. • Ação escritural: É uma ação que circula nos mercados de capitais sem a emissão de certificados ou cautelas. São escrituradas por um banco que atua como depositário das ações da empresa e que processa os pagamentos e transferências por meio da emissão de extratos bancários. Não existe, portanto, movimentação física de ações. Operações sobre mercadorias e títulos • Noções gerais - O segredo de uma boa venda é uma boa compra, para realizar uma boa compra de produtos, seja para ser vendido ou beneficiado, deve ser observado o seguin- te: • A necessidade da empresa, evitando assim o desperdício ou a baixa produção; • Quantidade necessária deve-se levar em conta a rotatividade do estoque; • Preço x qualidade – o preço baixo é sempre o melhor para a empresa, mas a qualida- CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 20 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas de também deve ser levada em conta; • Capacidade financeira da empresa – verificar as condições de caixa da empresa para quitar as suas dividas, evitando assim perder o crédito junto aos fornecedores. • Modalidade de operações com mercadoria - Como modalidade, temos as seguin- tes operações: • Por atacado – compra ou venda em grandes quantidades; • A varejo – vendas em pequenas quantidades (ao consumidor); • À vista – quando o pagamento em feito em moeda corrente; • A crédito – venda feita para pagamento futuro, com apresentação de título de crédito; • Por amostragem – quando o objetivo da venda é apresentado através de catálogos; • A termo – relacionado com vendas na bolsa, com prazo determinado; • Pronta entrega – como o nome já diz, o pagamento é feito no ato da entrega; • Com reserva de domínio – o bem só passa a ser do comprador, quando o mesmo quitar o pagamento. • Operações sobre títulos - O título de crédito é o registro da dívida entre o devedor e o credor, os mais comuns são: • Nota promissória – que é emitida pelo devedor se comprometendo com o valor e a data no pagamento da dívida; • Duplicata – umacópia da nota fiscal que gerou a dívida; • Ações – títulos emitidos pelas empresas de capital aberto; • Letras de câmbio – é uma ordem de pagamento em que se registra o sacador (emi- tente), o sacado (o aceitante) e o tomador (o recebedor); • Cheque – que na verdade é uma ordem de pagamento Técnicas de Vendas Função do Vendedor A função de um Vendedor é a divulgação e a venda dos produtos (ou serviços) de uma empresa junto a um universo específico de Clientes (consumidores ou Revendedores) desses produtos. O desenvolvimento do trabalho inclui a pesquisa, localização e o contrato com esses “Clientes potenciais” para a compra e uso (ou revenda) dos produtos oferecidos. A realização da venda propriamente dita (obtenção de pedidos) é a faceta mais impor- tante e característica da função do Vendedor. No entanto, existem muitos aspectos relevantes que devem ser considerados e colocados em ação, para que ela se torne mais efetiva. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 21 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Em cada visita o vendedor deve seguir alguns objetivos: 1. Efetuar a venda - É a principal preocupação do Vendedor Profissional. 2. Levar informações, novos fabricantes, com produtos e promoções. - Se ocor- rer de, em determinada visita, não obter nenhum pedido, o Vendedor deverá pelo menos se certificar de que, como conseqüência de cada novo contato, o Cliente conhece e compreende melhor sua empresa e todos os seus produtos e serviços. 3. Obter informações - Para poder planejar novas visitas que propiciem obter pedidos, o Vendedor deverá também se certificar de que deve conhecer melhor o Cliente e todas as suas necessidades, assim como a atuação da concorrência junto a ele. Também conhecer todas as vantagens e a política dos fabricantes ligados ao ramo de atividade dos Clientes. Se quiser fazer criticas e sugestões diretamente junto a algum fabricante deste Portal em relação à concorrência. 4. Melhorar o ambiente de relacionamento entre Empresa e Cliente - Precisa tam- bém se certificar de que, a cada nova visita, o Cliente aceito melhor e aprecia mais a sua empresa, seus produtos e serviços e o próprio Vendedor. Esses quatro objetivos devem ser atingidos em conjunto. Um não exclui o outro. Mesmo quando o Vendedor obtém o Pedido ou no caso dos Corretores de Imóveis uma reserva (objetivo primeiro de sua função) ele deve passar (novas) informações ao Clien- te, obter (novas) informações e melhorar de uma forma abrangente o relacionamento de sua empresa e o seu próprio relacionamento com o Cliente. Se o vendedor, ao fechar um Pedido, acreditar que atingiu todos os seus objetivos dian- te do Cliente e se descuidar da cobertura dos demais objetivos, ele estará correndo um serio risco de um concorrente, que não obteve um Pedido nessa oportunidade e tenha perseguido com carinho o atendimento dos demais objetivos, venha a vencê-lo em uma próxima oportu- nidade sem que ele fique sequer sabendo como e por quê. Se o Vendedor não obtém um Pedido com a conseqüência de uma visita, ele deve, pelo menos, levar (novas) informações, obter (novas) informações e melhorar o relacionamento com o Cliente. Se o Vendedor não consegue nem obter o Pedido, nem melhorar o relacionamento com o Cliente, nem fixar (novas) informações junto ao Cliente ele deve, na pior das hipóteses, obterem (novas) informações que lhe permitam um melhor planejamento para o futuro. Quando nenhum desses objetivos é atingido e se a única coisa que o Vendedor pode anotar em seu Relatório é: sem novidade ou visitar novamente, então estaremos diante de: Uma visita inútil, de alto custo e perda de tempo. Importante: Uma ação improvisada, sem os critérios e cuidados de uma investigação e um planejamento, pode dar certo em alguns casos, mas não constitui uma regra segura, CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 22 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas representando simples aventura, o que não é admissível em uma operação de vendas. Como planejar suas visitas Para bem cumprir as tarefas, é essencial que o Vendedor utilize as técnicas de vendas, faça seu trabalho completo e com a conseqüente administração dos formulários correspon- dentes. A simples ação de vender está implícita, pois na regra universal: Vende Melhor Quem Sabe Investir e Planejar Melhor. Colocaremos aqui um roteiro para melhorar planejar suas visitas: 1. Investigar, previamente dentro do Portal, as circunstâncias que afetam seu trabalho (relativa ao mix de produtos, ao mercado do cliente e à concorrência, a cada cliente em parti- cular). 2. Estabelecer o objetivo da visita. 3. Planejar seu trabalho (de cobertura de mercado – visitas e vendas). 4. Programar suas visitas. 5. Preparar seus argumentos (o que vai fazer, dizer e oferecer a cada visita). 6. Visitar o maior número possível de cliente, antes selecionando o mix de produtos a oferecer a cada um de acordo com seu ramo de atividade. 7. Entrevistar as pessoas certas. (compradores e encarregados de setor). 8. Realizar seu trabalho da forma mais completa possível quando na presença do Cliente, dando assistência a sua loja, limpeza de gôndola organização do visual dos produtos e exposição dos produtos, promovendo as vendas criar situações de promoções. 9. Descobrir e analisar problemas encontrando possíveis soluções. 10. Relatar adequadamente suas visitas (propostas apresentadas e discutidas e argu- mentos empregados, problemas e objeções encontrados, resultados obtidos). 11. Revisitar criteriosamente em períodos curtos e constantes e se possível semanal- mente ou quinzenalmente. 12. Acompanhar a evolução dos negócios junto a cada Cliente, nunca forçando valor de faturamento, deixando isso acontecer com naturalidade. 13. Preencher os pedidos com clareza e correção. 14. Acompanhar o processo de atendimento ao Cliente até uma conclusão satisfatória. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 23 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Manter o Cliente informado e assistido, resolvendo os problemas que possam surgir e remar- cações de preço. Roteiro para utilizar as técnicas de vendas. Este roteiro servirá tanto para uso pessoal como para auxiliá-lo no dia a dia mediante seus clientes. Ele servirá para ajudá-lo a efetuar uma analise do uso das técnicas de vendas na sua apresentação profissional. • Estabelecer objetivos específicos e planos para cada visita. • Conhecimento do produto. • Conhecimento do negócio. • Conhecimento do Mercado. • Informações sobre concorrência. • Como executa a abordagem? (postura). • Organização do material de vendas. • Atenção ao escutar o Cliente. • Perguntar, sondar e estimular o Cliente. • Vender benefícios. • Ajudar o Cliente a antecipar o valor do Produto/Serviço. • Detectar circunstâncias incomuns na entrevista. • Considerar a concorrência real e em Potencial. • Descobrir e atender às necessidades motivacionais do Cliente. • Determinar os futuros planos do Cliente. • Responder às objeções do Cliente. • Usar técnicas de eco/espelho para obter mais informações. • Vender a empresa – utilizar pontos importantes da empresa. • Usar assuntos de interesse do Cliente. • Mostrar a necessidade do produto. • Fechamento da Venda – variar os tipos de fechamento. A Venda Profissional Uma visita de vendas não é uma reunião social ou uma conversa amigável. Trata-se de um encontro de negócios com o propósito de tomar decisões e efetivar acordos que irão desenrolar certas ações.Sem um programa claro, uma visita de vendas torna-se uma perda de tempo. Um Comprador profissional evitará que isto venha a ocorrer encerrando o encontro rapidamente. O Comprador espera uma atuação adequada por parte do Vendedor ou da Ven- dedora. O comprador espera algo específico para discutir e negociar. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 24 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Uma visita de venda profissional, adequada e agradável, irá exigir do Vendedor compe- tência para desenvolver as atividades básicas definidas a seguir: • Um objetivo para realizar a visita; • Uma ação especifica; • Um plano para atingir o objetivo; • Um procedimento especifico; • E o conhecimento de técnicas de vendas. Plano de visita • Ligar para a Loja. • Verificar qual dia definido para atendimento aos fabricantes. • Marcar a visita. • Separar os produtos que pretendia oferecer: amostras, brindes, kits... • Definir quais os benefício para o cliente que iria enfatizar durante a demonstração. • Preparar e checar o material de vendas: folhetos, catálogos, tabela de preços, condi- ções comerciais... • Efetuar a visita. Genericamente falando, uma venda só acontece quando o Vendedor consegue de- monstrar ao Cliente que as suas necessidades serão atendidas pelo produto que está com- prando. Para que isso realmente possa ocorrer, é necessário sistematizar todo trabalho a ser desenvolvido. Etapas da Venda Profissional Como já vimos anteriormente, para que uma venda profissional possa ocorrer com o sucesso almejado, torna-se necessário sistematizar todo o trabalho a ser efetuado. Você sabe que uma visita de vendas profissional é um evento dinâmico, onde tudo acontece de forma sucessiva e integrada. Todavia, em termos didáticos, vamos organizá-la em três grandes momentos: ANTES, DURANTE E DEPOIS DA VENDA. Inicialmente, o foco será colocado no “antes” da venda, os principais eventos que ante- cedem a venda propriamente dita. Antes de sair para visitar o Cliente, um Profissional de Vendas deverá desenvolver dois eventos de preparação: um relacionado ao aspecto técnico, da visita em si, e outro relaciona- do a sua própria arrumação pessoal. FASE 1 – PREPARAÇÃO DA VENDA Analise os aspectos técnicos envolvidos na atuação do Vendedor em termos de prepa- ração prévia. ETAPA 1 – PREPARAÇÃO TÉCNICA CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 25 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas • Pesquisar o Cliente a visitar IMPORTANTE - Numa venda profissional, para que o vendedor não desperdice seu tem- po, é de fundamental importância elaborar um roteiro de visitas ao cliente, que defina sua localização precisa. Este roteiro envolve o planejamento do itinerário correto, verificando mapas geográficos e localização de bairro e ruas. De igual importância, é necessário também conhecer as dimensões deste cliente, que podem ser avaliadas através da quantidade de empregados ou tamanho físico da empresa. Além disso, é preciso conseguir os nomes completos, se possível de todas as pessoas que tem o poder de decisão ou que são “influenciadores de compra”, os quais devem ser con- tatados durante a visita. • Pesquisar os Concorrentes Uma vantagem adicional tem o Vendedor que consegue identificar, antes da visita, de quem o cliente compra que produto compra quanto compra e como é utilizado. • Planejar sua Atuação A preparação técnica para a visita envolve uma reflexão prévia do Vendedor, visando antecipar uma série de fatos, ocorrências ou situações que poderão acontecer durante o seu encontro com o Cliente. Neste sentido, é preciso avaliar quais são as necessidades específicas do Cliente e que produtos devem ser apresentados a ele. Além disso, convém decidir que vantagens e benefício para o cliente devem receber maior ênfase na apresentação. É de fundamental importância também prever as possíveis objeções que podem ser feitas pelo Cliente. Cabe ainda analisar todas as situações que possam dar origem à utilização de argu- mentos convincentes durante a apresentação, como por exemplo: venda/revenda dos produ- tos, regiões que o cliente vende. Como último item do planejamento da sua atuação, é de fundamental importância or- ganizar todo o material que será utilizado durante a apresentação. Isto inclui a arrumação correta da pasta de trabalho, na seqüência adequada, incluindo a ficha do Cliente, relatórios de venda, mostruários, folhetos, catálogos e tabelas de preços. ETAPA 2 – PREPARAÇÃO PESSOAL A avaliação que o cliente faz do vendedor certamente será uma decorrência do co- nhecimento técnico que este ultimo demonstra, em relação ao produto que quer vender ou a produtos similares dos concorrentes. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 26 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Porém, esta avaliação também será muito influenciada por outros aspectos subjetivos, ligados tanto à aparência como à postura adotada pelo vendedor. IMPORTANTE – No que se refere à aparência, são muito importantes o asseio pessoal e o vestuário utilizado. Causa boa impressão um Vendedor de terno e gravata; e no caso de uma Vendedora, uma roupa discreta e elegante. De fundamental importância também é a postura, pois as condições emocionais do profissional de vendas, pensamentos positivos e entusiasmo são as chaves para facilitar um relacionamento aberto na condução de uma venda. A comunicação entre Vendedor e Cliente fica mais fácil e agradável, evitando o surgimento de qualquer barreira que possa interferir negativamente. Uma disposição positiva facilita o processo de vender; inversamente, uma disposição negativa põe em risco o sucesso de toda a atividade. IMPORTANTE – A fase de preparação prévia envolve o desenvolvimento de todas as condições necessárias que antecedem a venda propriamente dita. Se este momento for bem planejado e executado, a possibilidade de êxito na venda será maximizada. Esta fase conclui-se com o vendedor saindo para abordar o Cliente. FASE 2 – REALIZAÇÃO DA VENDA A execução da venda propriamente dita inclui cinco etapas importantes. ETAPA 3 – APRESENTAÇÃO INDIVIDUAL Na etapa de apresentação individual, o vendedor identifica a si mesmo e a sua empre- sa. Caso a visita seja decorrente de uma indicação de outro cliente, mencionar claramente esta fonte. Além disso, o profissional pode também explicar as razões de sua presença sem- pre que possível, nesse momento, apresentar uma historia de êxito, de uma terceira (firma ou pessoa), tomando cuidado para não mencionar um concorrente direto. ETAPA 4 – INTERAÇÃO SOCIAL Na etapa de interação social, é importante iniciar com uma conversa mais amena, de caráter informal, a fim de estabelecer bases mais pessoais e humanas, sobre as quais seja possível construir um relacionamento profissional e positivo com o cliente. ETAPA 5 – DIVULGAÇÃO DA EMPRESA Nesta etapa de divulgação da empresa, o vendedor deverá salientar uma série de as- pecto que realcem a imagem da empresa, como por exemplo: • anos de experiência de trabalho; • tecnologia de ponta; • produtos que acompanham as tendências nacionais e internacionais; • qualidade dos produtos e serviços; • preocupação em atender às solicitações dos clientes • assistência técnica e garantia de troca; e atendimento personalizado. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 27 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais ede Vendas ETAPA 6 – DEMONSTRAÇÃO DO PRODUTO Na etapa de demonstração, o vendedor apresentará uma série de informações relevan- tes ao cliente, tais como: • as características essenciais do produto; • os benefícios para o cliente com a compra do produto; e • outros produtos similares, estabelecendo a comparação com o seu. O importante neste passo é ressaltar as vantagens do produto, só poderá fazer isto, de forma convincente, se as vantagens apresentadas forem corretas e verdadeiras. É relevante também estabelecer uma ligação clara entre as vantagens do produto e as necessidades do cliente. O vendedor de qualidade usa uma argumentação que permita ao próprio cliente descobrir que é exatamente aquele produto que ele precisa. Muitas vezes, é aconselhável recapitular todas as razões pelas quais o cliente deve comprar o produto. Um vendedor hábil somente coloca o produto, nas mãos do cliente, após ter realizado uma demonstração profissional. Nesta etapa, a atenção, a sensibilidade e a agilidade de raciocínio do profissional de vendas são fatores fundamentais na condução do próprio processo e determinantes no alcan- ce do mate final que é o fechamento do pedido. ETAPA 7 – FECHAMENTO DO PEDIDO No fechamento devem ser acertadas claramente as bases da negociação: os compro- missos de quem compram e os compromissos de quem vende. São definidas, então a condi- ção a serem observadas por ambos os parceiros (empresa cliente e empresa fabricante). Tal definição é da maior importância, pois irá influenciar decisivamente tanto na satisfa- ção do cliente, em decorrência do cumprimento do acordo estabelecido, quando na possibili- dade de manutenção do relacionamento entre ambos. Entre essas condições destacam-se as seguintes: • preço do produto; • embalagem; • prazo de entrega; • forma de pagamento; • assistência técnica; • garantia do produto; e • programação de compra. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 28 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas IMPORTANTE – O fechamento do pedido engloba também uma despedida, mais afetiva ou informal, e o agradecimento ao cliente, expressando a alegria pelo estabelecimento ou manutenção dos laços comerciais que ligam os dois parceiros. Esta Fase 2 - Realização da Venda-se efetiva num encontro entre vendedor e cliente. O sucesso dela depende do desenvolvimento harmônico, sucessivo e integrado das várias etapas que compõem. FASE 3 - VIABILIDADE DA PÓS-VENDA Concluindo, será feito o exame do “depois” da venda, isto é, o que ocorre após o en- contro entre Vendedor e Cliente envolvendo tanto o processamento burocrático como a efeti- vação de novos encontros entre os parceiros. ETAPA 8 – PROCESSAMENTO INTERNO DO PEDIDO É a hora em que o pedido em levado para empresa. ETAPA 9 – PÓS-VENDA A pós-venda pode começar, na realidade, na própria realização da venda, durante o en- contro com o Cliente. Mesmo depois de ter acertado os detalhes da venda, fechado o pedido, ele oferece vantagens/benefícios adicionais ao cliente, sob a forma de serviço de assistência técnica e atendimento. É relevante que o vendedor, através das atividades das atividades de pós-venda, seja no momento da visita, ou imediatamente após a venda, por contato telefônico ou em encon- tros posteriores, deixe o cliente confiante que não se trata de uma operação esporádica e sim um relacionamento que se pretende durável. Com este comportamento, o Vendedor eliminará qualquer dúvida que o cliente possa ter, estimulando a certeza de haver feito uma boa compra. IMPORTANTE: Além disso, é relevante que o Vendedor, sempre que possível, natural- mente, manifeste a sua satisfação em ter feito negócios com o cliente. Além disso, poderá enfatizar que, a partir daquele momento, passará periodicamente a visitá-lo, uma vez que considera extremamente importante mantê-lo como cliente. Uma atividade importante de pós-venda diz respeito ao contato telefônico, do vendedor com o cliente, visando obter informações que permitam verificar e acompanhar a performance de seu produto na empresa do cliente. O mesmo deve ser feito com relação ao controle do atendimento oferecido pela assistência técnica, quando for o caso. Na verdade, é na efetivação de uma nova venda que está o sucesso da venda anterior. Vender uma vez é muito bom. Mas, a segunda, a terceira, a quarta venda... Demonstram que o processo de vendas da empresa foi efetivado com êxito. A pós-venda é a única forma de garantir a permanência e a fidelidade do cliente. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 29 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas A pós-venda é a única forma de garantir que os laços de parceria sejam estabelecidos e mantidos. Fechamento da Venda Uma das coisas mais difíceis que os vendedores dizem ser é o fechamento de uma venda. Para poder fechar uma venda o profissional deve ter certeza de que os principais pon- tos (vantagens) do produto estão na mente do cliente. Além disso, dependendo do momento da conversa, podem ser utilizados diferentes métodos de fechamento de venda. Vamos analisar seis métodos de fechar uma venda que devem ser utilizados nos mo- mentos em que a oportunidade permite a inclusão de um deles. • Perguntar diretamente - Esta maneira tradicional e direta de se obter um pedido. Normalmente utilizada quando o próprio cliente já encaminhou a venda para este ponto. • Aceitar o argumento que parece secundário - Este fechamento é utilizado quando o cliente demonstra a sua necessidade e o vendedor aproveita a oportunidade de utilizando a necessidade do cliente, perguntar e, se obtiver uma resposta positiva, fechar o pedido antes mesmo de concluir o diálogo. • Converter uma objeção em um motivo de compra - Usando este fechamento, o vendedor precisa começar com a palavra Se. O cliente percebe que o vendedor está respon- dendo a uma necessidade sua e, normalmente, diz sim e o pedido está fechado. • Escolha uma alternativa - Neste fechamento o vendedor aproveita o fato do cliente ter necessidades múltiplas. Ao ter indagada a sua preferência, o cliente estará respondendo afirmativamente ao fechamento do pedido, pois demonstra como quer ter preenchida a sua necessidade. • Fechamento condicional previsto - Existe uma movimentação física do vendedor. É um dos meios mais fortes que se pode usar. O vendedor move-se na pressuposição que terá o pedido se corresponder às condições do cliente. • Sutileza invertida - Fazer uma pergunta invertida, de forma que a resposta será ne- gativa, porém com significado “Sim”. A coisa mais interessante neste fechamento é quando o cliente diz “Não”, ele não percebe que o vendedor está conseguindo o pedido. A vantagem deste método de fechamento é que podemos fazer a pergunta mais de uma vez, sem que o cliente tenha a impressão de estar sendo pressionado. Além disso, caso o cliente responda afirmativamente, o vendedor poderá saber o que o cliente está pensando e poderá reapresen- tar os benefícios e reverter a posição negativa. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 30 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas REFERÊNCIAS MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. MACEDO, Jamil Pereira. Manual do Técnico em Transações Imobiliárias. 2. ed. Goiânia: AB Editora, 1986. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização e métodos: uma abordagemgerencial. 18. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SILVA, Adelphino Teixeira. Organização e Técnica Comercial, 20. ed. São Paulo: Atlas, 1996. KOTLER, Philip. Marketing (edição compactada). São Paulo: Atlas, 1980. SEIXAS, Everaldo Rocha. Organização e Técnica Comercial, TTIFESVIP, 2012. NEVES, Marcos Fava; CASTRO, Luciano Thome e. Administração de Vendas: planeja- mento, estratégia e gestão. São Paulo : Atlas, 2005 SZULCSEWSKI, Charles John; MEGIDO, J L Tejon. Administração Estratégica de Ven- das e Canais de Distribuição. São Paulo: Atlas, 2002 CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 31 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas EXERCICÍOS 1. Qual o conceito de técnica comercial? 2. Para se praticar uma boa administração deve se seguir alguns princípios. Enumere a ordem segundo o modelo clássico: a) ( ) DIVISÃO DE TRABALHO b) ( ) OBEDIÊNCIA AO PLANEJAMENTO c) ( ) DEPARTAMENTALIZAÇÃO d) ( ) HIERARQUIA e) ( ) CONFORTO f) ( ) ORDEM g) ( ) COMPETÊNCIA h) ( ) SELEÇÃO DE RECURSOS 3. Para a prática e o desenvolvimento do mercado comercial temos que utilizar algumas estru- turas de apoio. Sendo elas o transporte, comunicação, mercado fornecedor, tempo e espaço , sistema de câmbio e conhecimento de marketing. Mas no mercado imobiliário é necessário usar uma estrutura complementar necessária. Quais? __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ 4. Nas empresas imobiliárias a força de vendas é essencialmente externa, sendo constituída pelos corretores. No entanto é necessária uma força de venda qualificada e bem treinada. Por isso necessitam da ajuda da .................................. ....... e ............................................ . 5. As empresas também utilizam da propaganda e publicidade para divulgar seus produtos ou marcas. Relacione os tipos de propaganda. a) Propaganda direta b) Propaganda indireta c) Propaganda escrita d) Propaganda falada (ou oral) e) Propaganda pelo objeto f) Propaganda especial g) Propaganda promocional h) Propaganda institucional i) As Exposições E As Feiras 1. ( ) Propaganda feita por meio de caracteres gráficos, com textos elaborados pelos redato- res especializados. 2. ( ) O patrocinador ou anunciante toma conta direto com o consumidor, por meio de remes- sas de catálogos, cartas circulares etc. 3. ( ) Utiliza a emissão da voz, principalmente nas rádios, TVs, alto-falantes etc. CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 32 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas 4. ( ) Esta é uma modalidade típica de venda e tem uma característica essencial: a repetição do anúncio. 5. ( ) Propaganda feita por meio de veículos (ou mídias, na linguagem dos profissionais do ramo): jornais, revistas, cinemas, de colocação de outdoors, incluindo-se nessa expressão inglesa os cartazes, placas etc. 6. ( ) Trata-se de propaganda feita por meio de caracteres gráficos, com textos elaborados pelos redatores especializados. 7. ( ) Mostrar que existe uma empresa, a instituição, um nome ou uma marca. 8. ( ) É um mercado público que se faz em datas fixas em determinado lugar. 9. ( ) Propaganda criada exclusivamente para um fato ou efeito especial 6. Referente aos auxiliares do comércio. Correlacione as colunas: a) Bolsa de valores b) Bolsa de mercados c) Seguro social d) Seguro privado e) Balança Comercial f) Sperávit g) Déficit 1. ( ) Ocorre quando as exportações são menores do que as importações. 2. ( ) Associações civis sem fins lucrativos. 3. ( ) Ocorre quando as exportações são maiores do que as importações. 4. ( ) Instituições onde os produtores e comerciantes realizam a venda de mercadorias atra- vés de corretores. 5. ( ) É o seguro voltado para a integridade física e aquele que se refere a bens, direitos e obrigações do assegurado. 6. ( ) Relação entre as importações e as exportações. 7. ( ) É aquele que proporciona proteção a todas as camadas da população. 7. O segredo de uma boa venda é uma boa compra, para realizar uma boa compra de produ- tos, seja para ser vendido ou beneficiado, deve ser observado alguns detalhes. Marque a V para verdadeiro e F para falso. a) ( ) Preço x qualidade – o preço baixo é sempre o melhor para a empresa, mas a qualidade pode ser inferior. b) ( ) A necessidade da empresa, evitando assim o desperdício ou a baixa produção; c) ( ) Capacidade financeira da empresa – verificar as condições de caixa da empresa para quitar as suas dividas, evitando assim perder o crédito junto aos fornecedores. d) ( ) Sempre deixar produtos e estoque , sem levar em consideração a produção existente. 8. O segredo de uma boa venda é uma boa compra, para realizar uma boa compra de produ- tos, seja para ser vendido ou beneficiado, deve ser observado alguns detalhes. Marque a V para verdadeiro e F para falso. e) ( ) Preço x qualidade – o preço baixo é sempre o melhor para a empresa, mas a qualidade pode ser inferior. f) ( ) A necessidade da empresa, evitando assim o desperdício ou a baixa produção; CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 33 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas g) ( ) Capacidade financeira da empresa – verificar as condições de caixa da empresa para quitar as suas dividas, evitando assim perder o crédito junto aos fornecedores. h) ( ) Sempre deixar produtos e estoque , sem levar em consideração a produção existente. 9. A função de um Vendedor é a divulgação e a venda dos produtos (ou serviços) de uma empresa. E para se iniciar uma venda o vendedor precisa definir objetivos. Assinale um dos objetivos mais importantes: a) Acompanhar a evolução dos negócios junto a cada Cliente. b) Estabelecer o objetivo da visita. c) Efetuar a venda. d) Todas as opções anteriores. 10. Para se ter uma boa venda, é necessária antes fazer um planejamento adequado para sua visita. Coloque na ordem que devem seguir: a) ( ) Planejar seu trabalho (de cobertura de mercado – visitas e vendas). b) ( ) Programar suas visitas. c) ( ) Investigar, previamente dentro do Portal, as circunstâncias que afetam seu trabalho (relativa ao mix de produtos, ao mercado do cliente e à concorrência, a cada cliente em par- ticular). d) ( ) Estabelecer o objetivo da visita. 11. Como já vimos, para que uma venda profissional possa ocorrer com o sucesso almejado, torna-se necessário sistematizar todo o trabalho a ser efetuado. Correlacione às colunas: 1. Preparação da Venda 2. Realização da Venda 3. Viabilidade do Pós-Venda a) ( ) A execução da venda b) ( ) Analise os aspectos técnicos envolvidos na atuação do Vendedor em termos de prepa- ração prévia. c) ( ) Concluindo, será feito o exame do “depois” da venda. 12. Além das fases necessárias precisamos seguir algumas etapas na venda profissional. Correlacione às colunas: 1. Etapa 1 2. Etapa 2 3. Etapa 3 4. Etapa 4 5. Etapa 5 6. Etapa 6 7. Etapa 7 8. Etapa 8 9. Etapa 9 a) Interação Social CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 34 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas b) Demonstração do Produto c) Preparação Técnica d) Fechamento do Pedido e) Preparação Pessoal f) Divulgação da Empresa g) Processamento interno do Pedido h) Pós-Venda i) ApresentaçãoIndividual 13. Os vendedores afirmam que o momento mais difícil da venda é o fechamento, qual é o método mais tradicional de se fechar uma venda? __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS - 35 Telefones: (62) 3637-0640 / 3637-0643 cordenacao@novaescolabrasil.com.br www.novaescolabrasil.com.br Técnicas Comerciais e de Vendas Elaboração: Quelvia Sakai – Técnica em Transações Imobiliárias novaescolaBrasil CURSO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS Técnicas Comerciais e de Vendas