Logo Passei Direto
Buscar

desativação de catalisadores

Apostila sobre desativação de catalisadores: define perda de atividade, descreve mecanismos (envenenamento, deposição/coque, sinterização), exemplos de venenos, regeneração, efeitos simultâneos, modelos cinéticos e balanço em reator (CSTR).

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Desativação de catalisadores
Any Vitoria
Bernado Faria
Gilson Leles
Vitor Silva
Fundação Educacional Montes Claros - FEMC 
Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros - FACIT
Montes Claros - MG
Abril de 2019
 Desativação ou envelhecimento do catalisador: Perda de sua atividade e seletividade com o decorrer do tempo
 Parâmetro muito importante na escolha de um catalisador na industria - Regeneração/Recarregamento
Desativação de Catalisadores
Desativação por Envenenamento : 
	Bloqueio da superfície (sítios ativos) por formação de ligações fortes com os	chamados “venenos”.
Ex.: Catal. Metálicos - Compostos sulfurados (H2S, SO2), CO, íons 
 metálicos da família VB e VIB
 Catal. Ácidos - Bases Orgânicas, CO, Nitrogenados
 A perda de atividade se estabiliza quando se atinge o equilíbrio entre o “veneno” (presente no próprio reagente) e os sítios ativos, na superfície do catalisador
 Regeneração: Reações do tipo ox-redox
 		 Decomposição térmica
 Se a ligação entre o “veneno” e os sítios ativos for forte, o processo é praticamente irreversível	
PRINCIPAIS CAUSAS
Desativação por Deposição de inertes : 
	Bloqueio da superfície (sítios ativos) por depósito de compostos mais pesados sobre os sítios ativos ou bloquear a entrada dos poros do catalisador
Ex.: - Coque - indústria do petróleo (fuligem, compostos aromáticos de alto peso molecular e “carvão”)
 - Deposição de metais pesados
 Coque pode ser formado sobre sítios ácidos ou metálicos
 Reações envolvidas na formação do coque: Tranferência de Hidrogênio, oligomerização de olefinas, aromatização, polimerização
 Regeneração é parcialmente reversível: Queima do coque com ar e/ou vapor a CO e CO2
PRINCIPAIS CAUSAS
Desativação por Sinterização :
 Perda da superfície específica, geralmente causada por aglomeração térmica
 Sinterização da fase ativa - Resulta da união de partículas vizinhas, de recristalização, volatilização, interação com o suporte ou segregação de ligas 
 Sinterização do suporte: Frequentemente por recristalização, facilita a aglomeração da fase ativa, perda de porosidade e oclusão da fase ativa no seu interior
 Praticamente Irreversível
 Estabilizadores - Ex. óxidos de terras raras (Ce, Nd, Er) afetam a temperatura de sinterização de aluminas
PRINCIPAIS CAUSAS
Catalisador	Reação		Tipo de Veneno
Zeólita		Craqueamento	Envenenamento - Base orgânica
		Isomerização	Coque 
				Metais pesados - seletividade
Ni, Pd, Pt,Cu	Hidrogenação	Envenenamento - S, H2S, P, Zn, 			Desidrogenação 			 Hg, Pb, NH3
Co		Hidrocraq.	Envenenamento - S, P, NH3
V2O5		Oxidação	Envenenamento - As
Fe		Síntese da NH3 	Envenenamento - O2, H2O, CO, 							 S, C2H2
		Hidrogenação	Envenenamento - Bi, Se, Te, P, H2O
		Oxidação	Envenenamento - Bi, VSO4
Alguns venenos cataliticos
Onde:	K = Constante de velocidade da reação
	S = Superfície específica do catalisador
	 = Concentração do reagente adsorvido
	 = Ordem da reação
	 = Fator de efetividade 
	 r(real)/r(superfície externa)		
Veneno 	 K
Sinterização  S
Coque 	 S e  
Efeitos ocorrem
simultaneamente
a(t) = 
-rA(t)
-rA(t=0)
Atividade fracionada 
residual em relação ao 
catalisador fresco
Para a reação : A B
Sobre um catalisador
sólido que se desativa com o tempo
 -rA (t) = a(t).k(T).f(CA) 
Constante específica de reação
Função da temperatura - T
 Função da concentração
 a(t) = Atividade fracionada residual do catalisador 
 kd = Constante específica de desativação 
 n = Ordem de desativação
	função da temperatura
 h(CA) = Relaciona a taxa de desativação com a
	 concentração do reagente A
 Hipótese: Taxa de desativação não depende da 
	 concentração do reagente - h(CA) = 1
Taxa de desativação do catalisador (rd)
Desativação
 por Coque
Desativação por 
 Envenenamento
Desativação por 
 Sinterização
Principais casos de desativação
Reator CSTR 
Balanço molar: FAO - FA = -rA.a(t).W 	(Eq.6.58 - Fogler)
A	 B
 Resolvendo em:
Onde:	vo e CAO: Fluxo e concentração de A na entrada
	v e CA: Fluxo e concentração de A na saída
	W: Massa de sólido-catalisador
	n: ordem da reação com relação ao reagente A
Ordem de desativação- Método Integral
 Supondo desativação de 1o ordem, temos:
Ordem de desativação- Método Integral
A	 B
 Desenvolver para desativação de segunda ordem
 Desenvolver para Reator PFR:
(Eq. 6-56 e 6-127, Fogler)
Ordem de desativação- Método Integral
 Considerar o reator - equação de projeto - Balanço de massa
	
 Assumir uma taxa de desativação
	Por ex.: 
 Encontrar a(t)
 Diferenciar com relação ao tempo
 Linearizar a equação encontrada - obtenção dos parâmetros, como a ordem de desativação (n) e a constante específica de desativação
A	 B
Ordem de desativação- Método Integral
Referências
FOGLER, H,S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 4ª ed. LTC,2017.
NOVAES,L,R. Metodologia de desativação acelerada em catalisadores com modelagem matemática do processo HDT. RIO DE JANEIRO,2017.
15

Mais conteúdos dessa disciplina