Prévia do material em texto
PREFEITURA MUNICIPAL DE SUZANO ESTADO DE SÃO PAULO CONCURSO PÚBLICO 012. Prova objetiva PROfeSSOR de edUCaçãO BáSICa I – 30 hORaS � Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 60 questões objetivas. � Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas. � Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum problema, informe ao fiscal da sala. � Leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta. � Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu. � A duração da prova é de 3 horas e 30 minutos, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas. � Só será permitida a saída definitiva da sala e do prédio após transcorridos 75% do tempo de duração da prova. � Deverão permanecer em cada uma das salas de prova os 3 últimos candidatos, até que o último deles entregue sua prova, assinando termo respectivo. � Ao sair, você entregará ao fiscal a folha de respostas e este caderno, podendo levar apenas o rascunho de gabarito, localizado em sua carteira, para futura conferência. � Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas. aguarde a ordem do fiscal Para abrir este caderno de questões. 21.10.2018 | manhã Nome do candidato Prédio Sala CarteiraInscriçãoRG 3 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã conhecimentos gerais Língua Portuguesa Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02. (Folha de S.Paulo, 16.08.2018) 01. No contexto da história apresentada, em uma aula na escola, identifica-se entre as falas dos alunos e a da professora (A) o diálogo pouco amistoso entre eles. (B) o desinteresse pelo filme apresentado. (C) a confusão com as imagens do filme. (D) o choque cultural entre gerações. (E) a impaciência da docente e das crianças. 02. Na fala da professora, o emprego dos verbos no gerúndio indica ações que (A) eram planejadas no momento da filmagem. (B) eram contínuas no passado, antes da filmagem. (C) foram concluídas durante a filmagem. (D) seriam realizadas depois da filmagem. (E) foram simultâneas ao momento da filmagem. Leia o texto para responder às questões de números 03 a 10. E há aquela estória, contada pelo Theodore Roszak, de uma sociedade de rãs que vivia no fundo de um poço. Como nunca haviam saído de lá, para todos os efeitos práticos, “os limites do seu poço denotavam os limites do seu mundo”. E sempre foi assim. É difícil pensar para além da experiência... Acontece que um pintassilgo descobriu o poço, descobriu as rãs, morreu de dó, e resolveu contar o que havia lá fora. E fa- lou de campos verdes, vacas plácidas, águas limpas, flores, frutos, florestas, e tudo o mais que se pode ver neste mundo que enche os olhos... A princípio gostaram das fantasias do pintassilgo. Um bom contador de casos. Depois um grupo de filósofos parou para analisar o seu discurso, e concluiu que se tratava de ideologia, das perigosas, cheia de engodos alie- nantes. Da próxima vez que a avezinha lhes fez uma visita, antes que abrisse o bico lhe torceram o pescoço. “Boca que conta mentira não merece falar”. Morto o bicho, empalharam- -no e o colocaram no museu das conquistas da crítica da ideologia. A estória original não é bem assim, pois eu a adaptei ligeiramente para servir de começo para uma conversa sobre a “ideologia da educação”. O fato é que é fácil ver a ideolo- gia nos outros, do jeitinho das rãs... Até hoje não vi ninguém que confessasse, sem pedir desculpas, ser um habitante das ideologias. Ao contrário, todo cientista que se preza faz a crí- tica das ideologias, vê com clareza, percebe o equívoco dos outros, do jeitinho das rãs... Assim, ao invés de falar sobre os equívocos sem fim que os outros, ainda não iluminados pela crítica sociológica e filo- sófica, espalham e aceitam, queria começar com a confissão: somos rãs, no fundo do poço. Ao invés de fazer a crítica da ideologia do pintassilgo, é hora de parar para apalpar a nossa própria ideologia. Perguntar ao nosso corpo, essa vítima silenciosa, como é que ele se sente. Olhar para as coisas e as caras das pessoas. Ouvir o que elas dizem. (Rubem Alves. Conversas com quem gosta de ensinar. Adaptado) 03. A história contada por Theodore Roszak mostra que o pintassilgo foi morto porque (A) desafiou os filósofos com uma ideologia que os alienaria. (B) inspirou ilusões nas rãs, ao evitar mostrar-lhes a realidade. (C) abalou as convicções das rãs, o que foi visto como uma ameaça. (D) foi incapaz de evocar novas fantasias que divertissem mais as rãs. (E) convenceu as rãs a saírem do fundo do poço, confron- tando os filósofos. 4PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 07. Considere as passagens: • Como nunca haviam saído de lá, para todos os efeitos práticos, “os limites do seu poço denotavam os limites do seu mundo”. (1o parágrafo); • Da próxima vez que a avezinha lhes fez uma visita, antes que abrisse o bico lhe torceram o pescoço. (1o parágrafo); • A estória original não é bem assim, pois eu a adaptei ligeiramente para servir de começo para uma conversa sobre a “ideologia da educação”. (2o parágrafo). Na organização das informações textuais, as conjunções destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de (A) causa, oposição e conclusão. (B) comparação, condição e causa. (C) conformidade, tempo e consequência. (D) causa, tempo e explicação. (E) comparação, comparação e explicação. 08. Na passagem – Da próxima vez que a avezinha lhes fez uma visita, antes que abrisse o bico lhe torceram o pes- coço. –, é correto afirmar que o pronome “lhes” refere-se (A) aos filósofos e o pronome “lhe”, à avezinha, tendo este valor de demonstrativo. (B) às rãs e o pronome “lhe”, ao bico, tendo este valor de reflexivo. (C) aos filósofos e o pronome “lhe”, à avezinha, tendo este valor de possessivo. (D) às rãs e o pronome “lhe”, ao bico, tendo este valor de indefinido. (E) aos filósofos e o pronome “lhe”, à avezinha, tendo este valor de reciprocidade. 09. Nas passagens do primeiro parágrafo – “os limites do seu poço denotavam os limites do seu mundo”. – e “Boca que conta mentira não merece falar”. –, as aspas são empre- gadas para indicar (A) citação. (B) correção. (C) pensamentos. (D) falas do narrador. (E) discurso indireto. 10. No texto, as palavras que pertencem ao mesmo gênero dos substantivos destacados em – ... um pintassilgo des- cobriu o poço, descobriu as rãs, morreu de dó... – são, correta e respectivamente: (A) começo e fato. (B) vítimas e corpo. (C) ideologias e crítica. (D) equívocos e pintassilgo. (E) avezinha e vacas. 04. No texto, o autor reporta-se à história das rãs e do pin- tassilgo para (A) criticar aqueles educadores que facilmente se dei- xam influenciar pelas novas ideologias, achando-as melhores que as do passado. (B) propor que os educadores saiam da sua zona de conforto e, antes de criticar, aprendam a fazer uma análise de suas próprias ideologias. (C) enaltecer os educadores que se colocam de forma crítica em relação às ideologias alheias, normalmente prejudiciais a uma boa educação. (D) sugerir que os educadores deixem de se fazer de vítimas das ideologias e preocupem-se mais com a superação de suas limitações pessoais. (E) promover um debate que tem como eixo central a falta de preparo dos educadores para discutir de forma produtiva as próprias ideologias e as alheias. 05. As passagens – ... “os limites do seu poço denotavam os limites do seu mundo”. (1o parágrafo) – e – Até hoje não vi ninguém que confessasse, sem pedir desculpas, ser um habitante das ideologias. (2o parágrafo) – estão corretamenteinterpretadas em: (A) Para as rãs, o mundo era o poço. / As pessoas con- cebem a ideologia como algo negativo. (B) As rãs sabem que o mundo está além do poço. / Ideo- logia é sinônimo de um saber privilegiado. (C) O poço é tudo o que as rãs têm. / As pessoas gostam de confessar suas ideologias e serem admiradas. (D) Os limites do mundo fora do poço assustam as rãs. / Ter uma ideologia é sinônimo de vergonha. (E) As rãs esperam mais que o poço para viver. / As ideo- logias corrompem o caráter das pessoas. 06. Assinale a alternativa em que a expressão destacada remete à ideia de que as pessoas ficam limitadas às suas próprias ideologias. (A) Acontece que um pintassilgo descobriu o poço, descobriu as rãs... (B) ... e tudo o mais que se pode ver neste mundo que enche os olhos... (C) Depois um grupo de filósofos parou para analisar o seu discurso... (D) ... antes que abrisse o bico lhe torceram o pescoço. (E) ... queria começar com a confissão: somos rãs, no fundo do poço. 5 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 11. De acordo com o texto, o empreendedorismo na escola (A) resulta de uma valorização exacerbada da infância, com atenção especial à ludicidade e à imaginação, de tal forma que se espera que as crianças se tor- nem adultos mais responsáveis e competitivos. (B) visa criar condições para que as crianças vivam bem em um mundo competitivo quando adultas, sendo um encaminhamento pedagógico que acaba por dei- xar de lado uma apreensão mais plena da infância. (C) deve ser analisado como uma forma positiva de com- bater o tecnicismo na educação, o que acabava por fazer com que os pais deixassem de se preocupar com o futuro dos seus filhos e de nele investir. (D) precisa ser combatido hostilmente, uma vez que, por meio dele, se consolidam práticas que não agregam valores aos alunos, como a ideia de trabalhos perfei- tos e bonitos das feiras de artes escolares. (E) limita-se aos filhos de pais empresários, os quais defendem um modelo tecnicista de escola, na qual os alunos devem ser vistos como adultos em minia- tura, ou seja, como pessoas já prontas para a vida. 12. Considere as passagens: • ...numa sociedade que visa a exacerbação da produ- ção e da tecnologia. (1o parágrafo); • ... para mostrar algo supostamente mais bonito. (2o parágrafo); • ... até mesmo a sociologia desconsiderou a infância como categoria social... (3o parágrafo). No contexto em que estão empregados, os termos desta- cados remetem, correta e respectivamente, aos sentidos: (A) reforço; certamente; descaracterizou. (B) transformação; eventualmente; desprezou. (C) manipulação; absolutamente; desacreditou. (D) intensificação; hipoteticamente; desprezou. (E) amenização; pretensamente; desmobilizou. Leia o texto para responder às questões de números 11 a 15. Ser do futuro O empreendedorismo é apenas mais um item incluído nos currículos, entre uma série de atividades com o objetivo de que as crianças sejam, um dia, adultos mais bem prepa- rados para enfrentar um mundo competitivo. “Vivemos muito preocupados com o financeiro, a realização profissional, numa sociedade que visa a exacerbação da produção e da tecnologia. Mesmo a educação infantil acaba inserida numa perspectiva mercadológica”, afirmou José Milton de Lima, do departamento de Educação da Universidade Estadual Pau- lista (Unesp), campus de Presidente Prudente. Nesse modelo social, acredita, as escolas estão muito preocupadas com o futuro e olham pouco para como a criança é hoje. Outra preocupação das escolas, sejam públicas ou par- ticulares, é mostrar um “bom trabalho”. “O pai que é empre- sário – e o que gostaria de ser – fica feliz de ver a escola trabalhando com empreendedorismo.” Segundo o professor da Unesp, acabou-se criando um modelo de escola tecni- cista. “Mesmo nas feiras de artes, quase sempre as obras das crianças têm um ‘dedinho’ das professoras, para mostrar algo supostamente mais bonito. Provar que a escola é efi- ciente, produtiva.” Portanto, com ou sem empreendedorismo, a maior parte das escolas da atualidade compartilha dessa visão. A questão, contudo, não é um problema exclusivo da esco- la ou dos pais. Durante muito tempo, até mesmo a sociologia desconsiderou a infância como categoria social, explica Lima. Ele estuda uma vertente chamada de sociologia da infância, linha que aponta que desde muito pequenas as crianças já são produtoras de culturas, têm sua própria visão de mundo. “Por séculos, prevaleceu a ideia de um adulto em miniatura. Agora, ela ficou como alguém que um dia vai ser alguma coisa, como um sujeito do futuro – como se nós, adultos, já estivéssemos acabados”, afirmou Lima. Para ele, contudo, as escolas deveriam desafiar a ideia de que a criança ainda não é uma pessoa plena, e valorizar a infância por suas características do agora. “Uma boa escola tem de dar espaço para ela se expressar, vê-la como um ser que tem muito a nos dizer – e a aprender também, claro, como todos nós.” Na prática, isso significa dar importância à ludicidade e à imaginação, sem excesso de atividades e sem pressa, porque a criança gosta de repetir várias vezes o que lhe dá prazer. (http://www.cartaeducacao.com.br) 6PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã MateMática 16. Vitória gastou do salário líquido que recebeu em se- tembro e depositou na poupança do que restou. Se Vitória ainda ficou com R$ 750,00, então o salário líquido de Vitória em setembro foi igual a (A) R$ 2.775,00. (B) R$ 2.850,00. (C) R$ 2.975,00. (D) R$ 3.025,00. (E) R$ 3.125,00. 17. A professora Zélia tem um rolo com 2,4 m de fita ver- de, um rolo com 3,2 m de fita amarela e um rolo com 6,4 m de fita azul. Ela deseja dividir as fitas das três cores em pedaços iguais, de mesmo comprimento, de tal for- ma que esse comprimento seja o maior possível. Nessas condições, o número máximo de pedaços que ela poderá obter é (A) 13. (B) 15. (C) 16. (D) 18. (E) 20. 18. Em uma loja, o preço de etiqueta de certo produto é igual a 190% do seu preço de custo para o lojista, que é de R$ 150,00. Um consumidor que comprar uma unidade desse produto com um desconto de 10% sobre o preço de etiqueta irá pagar um valor igual a (A) R$ 306,00. (B) R$ 295,50. (C) R$ 285,00. (D) R$ 256,50. (E) R$ 250,00. 19. Para possibilitar a inserção em um trabalho, uma gravura retangular, de 35 cm de comprimento e 20 cm de largura deverá ter suas medidas reduzidas de forma diretamente proporcional às medidas originais. Se o comprimento da cópia reduzida for de 21 cm, então a largura correspon- dente será de (A) 11 cm. (B) 12 cm. (C) 13 cm. (D) 14 cm. (E) 15 cm. 13. Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância. (A) É comum que, na sociedade atual, que visa à exa- cerbação da produção e da tecnologia, tenha-se criado escolas tecnicistas. (B) A ludicidade e a imaginação deve estar presente no cotidiano da criança, pois ela gosta de repetir várias vezes o que lhe dá prazer. (C) Em outros tempos, as crianças eram vistas como adultos em miniatura, relegando-se a segundo plano as características da infância. (D) É comum nas feiras de artes que se veja trabalhos de crianças que foram alterado para se mostrar algo supostamente mais bonito. (E) A preocupação com o aspecto financeiro e com a realização pessoal fazem os pais focar as crianças no futuro, e não no presente. 14. Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal. (A) Atualmente, é comum que tudo se reporte ao em- preendedorismo, como reflexo de nossa sociedade. (B) As escolas têm dedicado-se muito ao cuidado com o futuro das crianças que nela estudam. (C) Frequentemente veem-se nas escolas trabalhos que denotam a sua visão de empreendedorismo. (D) De acordocom o professor da Unesp, deveria-se dar mais espaço ao lúdico e à imaginação na escola. (E) Nos preocupamos muito atualmente com o aspecto financeiro e com a realização profissional. 15. Não nos esqueçamos as crianças estão ansio- sas brincar e usar a imaginação. Assim, cabe escola propor atividades compatíveis esses interesses. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com (A) de que ... por ... a ... para (B) que ... em ... a ... à (C) de que ... a ... à ... sob (D) que ... de ... a ... sobre (E) de que ... para ... à ... com 7 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã r a s c u n h o20. Uma empresa tem várias máquinas iguais, de mesmo rendimento, que são usadas para a produção de deter- minada peça. Sabe-se que duas dessas máquinas, tra- balhando de forma simultânea e ininterrupta, produzem 1 000 peças em uma hora. Desse modo, para produzir, nas mesmas condições de trabalho simultâneo e ininter- rupto, 1 875 unidades dessa peça em 45 minutos, será necessário utilizar um número de máquinas igual a (A) 3. (B) 4. (C) 5. (D) 6. (E) 7. 21. Conforme acerto entre as partes, uma dívida foi totalmen- te paga em 4 parcelas mensais e de valores crescentes. Sabe-se que cada parcela, a partir da segunda, teve um acréscimo de R$ 150,00 em relação ao valor da parce- la imediatamente anterior, e que a média aritmética dos valores das 4 parcelas foi igual a R$ 1.475,00. Nessas condições, o valor da terceira parcela foi (A) R$ 1.550,00. (B) R$ 1.600,00. (C) R$ 1.625,00. (D) R$ 1.700,00. (E) R$ 1.750,00. 22. Uma caixa cúbica, de arestas internas iguais a 12 cm, fica completamente cheia quando a professora posicio- na em seu interior 64 bloquinhos de madeira, também de formato cúbico, usados para recreação infantil. Desse modo, é correto afirmar que a área da superfície total de cada bloquinho é igual a (A) 96 cm². (B) 80 cm². (C) 64 cm². (D) 54 cm². (E) 45 cm². 23. As professoras Luiza e Renata se reuniram para elabo- rar um cartaz. Cada uma levou quantidades diferentes de canetas hidrográficas, num total de 46 unidades. Sabe-se que na confecção do cartaz foram utilizadas apenas 18 canetas, sendo que Luiza usou a terça parte da quanti- dade de canetas que levou e Renata usou a metade da quantidade de canetas que levou. O número de canetas que Luiza levou para a reunião foi igual a (A) 34. (B) 32. (C) 30. (D) 22. (E) 16. 8PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã r a s c u n h o24. Se a quarta parte do quadrado de certo número inteiro e positivo é igual a 64, então a raiz quadrada positiva desse número é igual a (A) 2. (B) 4. (C) 6. (D) 8. (E) 10. 25. Um piso foi revestido com ladrilhos quadrados de 40 cm de lado, todos inteiros. Sabe-se que foram colocadas 14 fileiras de ladrilhos, e que em cada fileira há 20 ladrilhos. Desprezando-se eventuais espaços entre ladrilhos, é correto afirmar que a região revestida tem área igual a (A) 39,4 m². (B) 42,6 m². (C) 44,8 m². (D) 48,6 m². (E) 50,4 m². 26. Na figura, o triângulo ABC é retângulo em A, e o triângulo DEB é retângulo em D. Desse modo, a medida do ângulo α é (A) 135º. (B) 130º. (C) 120º. (D) 110º. (E) 105º. 27. Para decorar a sala de artes, a professora Márcia pre- parou estrelas coloridas de feltro, usando 6 cores dife- rentes. Elas foram dispostas em sequência nas paredes obedecendo sempre a seguinte ordem de cores: ama- relo, vermelho, azul, verde, laranja e marrom. Se desse modo foram posicionadas 147 estrelas, então a última estrela posicionada era de cor (A) azul. (B) vermelha. (C) verde. (D) laranja. (E) amarela. 9 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã r a s c u n h o28. Uma escola de educação infantil tem um berçário para crianças com idades maior que 1 ano e menor que 2 anos. Em certo momento, a distribuição das idades, ex- pressas em meses, das crianças desse berçário foi re- presentada em um gráfico. De acordo com o gráfico, para cada 5 crianças desse ber- çário havia, nesse momento, n crianças com idade supe- rior a um ano e meio. Nessas condições, o valor de n é (A) 1. (B) 2. (C) 3. (D) 4. (E) 5. 29. Aberta com vazão uniforme e constante, uma torneira despejou 360 litros de água em um reservatório, inicial- mente vazio, em um tempo igual a de uma hora. Man- tida aberta com a mesma vazão inicial, essa torneira de- mora mais um tempo igual a de hora para preencher completamente o reservatório, sem transbordar. A capa- cidade total desse reservatório é de (A) 840 litros. (B) 980 litros. (C) 1 000 litros. (D) 1 200 litros. (E) 1 260 litros. 30. Conforme prescrição médica, um paciente deverá ingerir três doses diárias de certo medicamento durante 8 dias. A dose prescrita é de 150 mg do medicamento para cada 10 kg de massa corporal do paciente. Se esse paciente tem 75 kg de massa corporal, então ao final do tratamen- to ele terá ingerido desse medicamento um total de (A) 15,75 gramas. (B) 18 gramas. (C) 20,25 gramas. (D) 24,75 gramas. (E) 27 gramas. 10PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 33. De acordo com Castro (2009), quando se fala em inte- ração entre família e escola pensa-se em atores distin- tos que têm algum grau de reciprocidade e de abertura para o diálogo. Nessa perspectiva, é importante identi- ficar e negociar, em cada contexto, os papéis que vão ser d esempenhados e as responsabilidades específicas entre escolas e famílias. Por isso, afirmam as autoras, cabe à escola (A) diagnosticar as famílias e os alunos que apresen- tam deficit cultural e encaminhá-los aos programas e ó rgãos de proteção e assistência social. (B) identificar as condições de cada família, para então negociar, de acordo com seus limites e possibilida- des, a melhor forma de ação conjunta. (C) entender que o objetivo da escola é o aluno, e que a aproximação com as famílias não é parte do trabalho escolar. Assim, à equipe cabe aceitar a opção dos pais que não querem participar da vida escolar de seus filhos. (D) determinar os horários e as regras para a participa- ção das famílias na escola e encaminhar bilhetes e comunicados informando esses dados. (E) promover eventos, festas e mutirões visando a arreca- dação de fundos e a manutenção da escola, para que todas as famílias possam participar e contribuir, verda- deiramente, para a melhoria da instituição de ensino. 34. Weisz (2009) afirma que diante de ideias tão novas como a concepção construtivista, alguns professores têm adotado a tese de que como é a criança que constrói o conhecimento, não é necessário ensinar-lhe. Nesse con- texto, o docente se s atisfaz com o que o aluno faz “do seu jeito”. A esse respeito, a autora afirma que (A) o erro deve ser extinto. Sendo assim, cabe ao d ocente apresentar às crianças o modo correto de escrever as palavras, desde o início do processo de alfabetização para evitar a memorização do erro. (B) cabe ao professor aceitar e acolher o modo de e screver da criança naquele determinado momento, sem questionar ou problematizar as suas produções, para que não cause bloqueios no processo de aqui- sição da escrita. (C) ao “fazer do seu jeito” a criança está brincando, des- se modo, no momento de ensiná-la verdadeiramente a escrever, o professor deve apresentar os modelos de escritas formais que foram construídos historica- mente. Sem estimular a tentativa de escrita autôno- ma pela criança. (D) ao professor cabe organizar a situação de aprendiza- gem oferecendo informação adequada. Ele precisa o bservar a ação das crianças, acolher ou problemati- zar suas produções, intervindo quando achar que pode fazer a reflexão dos alunos sobre a escrita avançar. (E) o professor precisa compreender que o processode construção da escrita passa de modo linear por fases: escrita pré-silábica, escrita silábica, silábica- -fonética e alfabética. O erro é necessário e a inter- venção do docente não acelera esse processo de construção pela criança. conhecimentos Pedagógicos e legislação 31. Conforme Arêas, a função social da escola deve ser o compromisso com a (A) pessoa humana, buscando a formação holística que nega toda forma de direcionamento e orientação que possa privilegiar conhecimentos acadêmicos, em d etrimento de saberes empíricos e humanísticos. (B) transmissão de competências e habilidades neces- sárias para que as pessoas atuem competitivamente e obtenham sucesso num mercado de trabalho alta- mente seletivo e cada vez mais restrito. (C) formação do cidadão e da cidadã, com o fortaleci- mento dos valores de solidariedade e com o compro- misso com a transformação dessa sociedade. (D) memorização de fatos e conceitos historicamente construídos, para que o estudante possa tornar-se um cidadão eficiente que se adapta rapidamente às novas tecnologias do mundo moderno. (E) classificação e hierarquização dos estudantes inte- ressados em empregos no futuro. Promovendo a c apacitação e a seleção meritocrática, em um espa- ço altamente competitivo. 32. Auad (2016) afirma que a escola, assim como outras instituições sociais, ressalta e utiliza as diferenças e as transforma em desigualdades. Ao separar adultos de crianças, ricos de pobres, a escola conhecida por nós fabrica identidades de meninos e meninas, homens e mulheres. Visando garantir a convivência de meninos e meninas na escola mista que não acentue e fomente as desigualdades de relação de gênero, a autora sugere a coeducação, que refere-se à (A) convivência harmoniosa e pacífica entre meninos e meninas nos diferentes espaços da escola, sem que o tema de gênero seja abordado para evitar que as desigualdades se acentuem. (B) existência de escolas mistas com turmas ou maté- rias exclusivas para meninos ou meninas, assim, nesses contextos as meninas poderiam se sentir à vontade para se expressarem e exercerem ações de liderança. (C) inclusão de aulas ou matérias específicas mistas, mediante anuência das famílias, nas quais devem ser discutidos temas que se relacionam ao precon- ceito de gênero e outras formas de discriminação. (D) opção pela instituição de ensino de negar a diferen- ciação de gênero em todos os contextos educativos e espaços da unidade. Adotando, inclusive, banhei- ros de uso comum para meninos e meninas. (E) adoção de medidas e ações a serem implementadas nas escolas que visam um novo modo de gerenciar as relações de gênero nesses espaços, questionan- do e reconstruindo as ideias sobre o feminino e o masculino. 11 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 36. Joana é professora de uma turma de crianças que está aprendendo sobre relações espaciais. Nas atividades que tem proposto sobre o tema, tem oferecido às crian- ças somente atividades em folhas impressas, que soli- citam: pinte a bola que está debaixo da mesa e faça um círculo no cachorro que está à direta da árvore. De acordo com Saiz (in: Panizza, 2006), a respeito das atividades tradicionais de localização espacial que têm objetivo declarado de que a criança aprenda a se situar e a situar os objetos no espaço, é correto afirmar que essas atividades (A) possibilitam responder com uma ação a ordens dadas pelo professor e reduzem a aprendizagem de localização no espaço à aprendizagem de um v ocabulário de uso habitual na vida das crianças e do qual só seria possível conseguir precisão, nas for- mulações das relações espaciais concretas. (B) propõem, necessariamente, situações nas quais os alunos sejam responsáveis por buscar uma solução e decidir explicitamente quais conhecimentos usar para resolvê-las. Ao preencher a folha da atividade, as crianças certamente constroem coletivamente e em uma situação prática, realista e significativa, os conceitos espaciais. (C) permitem às crianças, imediatamente, no contexto da aula, de forma real e concreta, a elaboração de ordens semelhantes como a das atividades, contri- buindo que elaborem vocabulários adequados e o façam funcionar em s ituações que assim o requei- ram. Ajudam também a comprovar a solução encon- trada. (D) estão sempre inseridas em um contexto que dão sentido às questões propostas, e por isso contribuem para a construção pelo educando de um vocabulário amplo e pertinente. Essas atividades permitem ainda que o aluno utilize o vocabulário como uma lingua- gem informativa. (E) levam em conta que nas situações anteriores à e scola ou extraescolares as ações possuem uma finali dade e as crianças estabelecem relações efe- tivas com o meio. Obrigam o educando a sentir a necessidade desse conhecimento. 35. Penteado (2011) afirma a presença das Ciências huma- nas no Ensino Fundamental como um dos elementos res- ponsáveis pela preparação de um cidadão crítico, dotado de uma consciência social provida de objetividade sufi- ciente que lhe possibilite (A) memorizar e fixar informações factuais e históricas, compreendendo a ordem cronológica e a linearida- de dos eventos da história; demonstrando conheci- mento das informações corretas quando for questio- nado. Assim, o desempenho dos alunos brasileiros em provas internacionais e avaliações externas de história e geografia será melhorado. (B) perceber a sociedade em que vive como uma cons- trução humana, que se reconstrói constantemente ao longo das gerações, sendo que essa recons- trução pode ser reprodutora ou transformadora. E perceber a si próprio como um agente social que f atalmente intervém na sociedade, seja com- pactuando com ela, seja transformando-a. (C) adquirir conteúdos relevantes relacionados a geo- grafia, memorizando, informando e descrevendo corretamente dados independentes, constantes e imutáveis como os nome de estados e capitais, tipos de vegetação, graus de temperaturas de diferentes regiões, assim como, nomes e extensões de rios. (D) perceber a sociedade em que vive como uma cons- trução histórica e social que reproduz eventos e situações, e apesar de não poder modificá-los ou transformá-los, todos precisam conhecê-los para que possam transferir os conhecimentos históricos às novas gerações. (E) entender a realidade social brasileira, aceitando-a como um fato “natural” e “dado”, posto que somos herdeiros de um passado colonialista. É necessário trabalhar com os aprendizes os conhecimentos par- tindo sempre da parte para o todo, do concreto para o abstrato, sabendo que o concreto é aquilo que, necessariamente, acontece ao lado das crianças e que é perceptível aos seus órgãos dos sentidos. 12PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 39. Hoffman afirma que refletir a respeito da produção de conhecimento do aluno para encaminhá-lo à superação, ao enriquecimento do saber significa desenvolver uma ação avaliativa mediadora. Sendo que para que haja o acompanhamento, pelo professor, do processo de cons- trução de conhecimento do aluno, é necessário que o docente (A) acompanhe todas as ações e tarefas do estudante, corrigindo as tarefas e provas para verificar se o alu- no aprendeu, e se necessário, oferecer novamente as mesmas tarefas para que o aluno possa recupe- rar as n otas. Assim será possível dizer se o aluno está ou não apto em determinada matéria. (B) se desvincule de notas e de avaliações, assim como de objetivos predeterminados ou da produção do sa- ber, respeitando os interesses, desejos e necessida- des dos alunos. Estabelecendo, assim, uma relação afetiva e de amizade com os estudantes. (C) organize os estímulos com os quais o aluno entra- rá em contato para aprender. A prática pedagógica deve consistir na transmissão clara e explícita dos conteúdos, apresentandoexemplos preferente mente concretos e modelos para serem seguidos. (D) favoreça o desenvolvimento do educando, orientan- do-o nas tarefas, oferecendo-lhe novas leituras ou explicações, sugerindo-lhe investigações, proporcio- nando-lhe vivências enriquecedoras e favorecedoras à sua ampliação do saber. (E) realize controle permanente exercido sobre o aluno, no intuito de ele apreender os conteúdos e chegar a demonstrar comportamentos e conhecimentos definidos como adequados pela equipe escolar e pela sociedade, contribuindo para o seu sucesso no f uturo. 37. Hoje a Ciência e os resultados de suas aplicações tecno lógicas estão permeando a nossa vida. Conforme Delizoicov (1994), considerando os objetivos mais a mplos da educação, principalmente dar condições para o exercício pleno da cidadania, um mínimo de formação básica em Ciências deve (A) colaborar para que o estudante aceite a realidade onde se insere e perceba que os cien tistas são pes- soas que, embora excêntricas, são fundamentais, pois só os cientistas possibilitam o desenvolvimento científico e tecnológico de nossa sociedade. (B) fornecer instrumentos que possibilitem ao estudan- te compreender melhor a sociedade em que vive. Apresentando o conhecimento numa abordagem crítica, caracterizando o empreendimento científico como atividade humana e não neutra. (C) oportunizar que o aluno possa apropriar-se do apren- dizado da Ciência tornando-se apto a manipular e consumir os diferentes instrumentos tecnológicos presentes em nosso cotidiano. E que compreenda as Ciências como processo histórico que apresenta evolução linear. (D) permitir que a criança possa aproximar-se do c onhe- cimento científico por meio de ações de classifica- ção, registro e tomada de dados, análise, obser- vação e realização de experiências. O ensino de Ciências deve privilegiar, prioritariamente, a investi- gação e xperimental. (E) contribuir para que os estudantes possam memorizar e se apropriar de informações factuais, verdadeiras, de- finitivas e científicas. Sendo que a atividade educativa no ensino de Ciências deve ocorrer em quatro momen- tos: problematização inicial, realização da e xperiência, apropriação da teoria e, por fim, avaliação. 38. De acordo com Dowbor (2007), a ideia da educação para o desenvolvimento local está diretamente vinculada à compreensão e à necessidade de (A) se formarem pessoas que amanhã possam participar de forma ativa das iniciativas capazes de transformar o seu entorno, de gerar dinâmicas construtivas. (B) entender que a educação deve servir como trampo- lim para uma pessoa escapar da sua região quan- do a sua realidade local mostrar-se precária e sem e xpectativas de melhoria. (C) incluir no currículo, durante a Educação Básica, edu- cação financeira, direitos trabalhistas, habilidades práticas e empreendedoras. Assim, a escola pode contribuir para o desenvolvimento local sustentável. (D) superar a visão de pessimismo passivo da comuni- dade e incentivá-la a ser protagonista da sua própria transformação. A escola deve ofertar cursos técnicos noturnos e cursos de atividades manuais ao finais de semana para a sua comunidade local. (E) tirar dos estudantes a atitude de espectadores de um governo sempre insuficiente e incentivá-los a realizar passeatas, abaixo-assinados e a reclamar por meio das mídias sociais, visando cobrar ações efetivas dos governantes locais. 13 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 41. De acordo com Oliveira (2002), nas instituições de edu- cação infantil, todo ambiente educativo, sem exceção, é um espaço organizado segundo certas concepções edu- cacionais, que espera determinados resultados. Confor- me afirma a autora, o ambiente funciona como recurso de desenvolvimento, e para isso (A) os armários de brinquedos e materiais pedagógicos devem ser mantidos fechados e longe da altura das crianças, para impedir que os meninos e as meninas mexam nesses locais, evitando acidentes. (B) o espaço deve ser organizado tendo como principal preocupação apenas as suas características psicofí- sicas e/ ou higiênicas como o arejamento, a ilumina- ção, a facilidade para limpeza e a estética. Deve-se prever poucos brinquedos no ambiente educativo, para que o educador consiga atrair para si a atenção de todos da sala ao mesmo tempo. (C) o espaço deve ser planejado e organizado pelo edu- cador, de modo que estimule a exploração de inte- resses pela criança, rompendo com o imobilismo e a mesmice. (D) o mobiliário deve estar estrategicamente disposto pelo professor ocupando amplos espaços da sala, evitando assim, que as crianças corram ou se movi- mentem intensamente dentro desse espaço. (E) a organização da sala em áreas de atividades com brinquedos, os chamados “cantinhos”, da casinha, do mercado, do médico, não deve ser adotada em virtude do pó e por desviar a atenção das crianças. 42. Conforme Fonseca (2008), a evolução da criança é e squematizada por Frostig e Maslow em quatro grandes fases. Na fase dos quatro aos sete anos, o que inclui a passagem da criança pela educação pré-escolar e p elos primeiros anos de aprendizagem escolar, emerge adapta- ção ao mundo baseada nos receptores distais, ver e o uvir. A percepção dos atributos e propriedades dos o bjetos: t amanhos, formas, cores, espessuras, ângulos, direções e orientação começa a estruturar-se mentalmente. A capaci- dade do desenho vai traduzindo referências v isuespacial. Essa fase que segundo Frostig e Maslow vai dos quatro aos sete anos é denominada como fase (A) perceptiva. (B) sensório-motora. (C) linguística. (D) cognitiva. (E) tátio-cinestésica. 40. A imagem a seguir refere-se à produção escrita de uma criança. De acordo com Ferreiro e Teberosky (in: Ferreir o, 2010), as crianças elaboram ideias próprias a respeito dos sinais escritos, ideias essas que não podem ser atri- buídas a influência do ambiente. Considere o exposto na obra e a imagem da escrita elaborada pela criança e res- ponda: 1 – peixe. 2 – o gato bebe leite. 3 – galinha 4 – franguinho. 5 – pato. 6 – patos. (FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 2010) A respeito das hipóteses elaboradas na escrita exposta, é correto afirmar que a criança demonstra (A) preocupação com a fonetização da escrita, pois e scre- ve na hipótese silábica, tanto nas palavras, quanto na frase. (B) não se preocupar com o critério de quantidade m ínima de caracteres ou com o critério de variedade interna de letras no interior de uma palavra. (C) não distinguir o modo de representação icônico e o modo não icônico, ou seja, não realiza distinção e ntre desenhar e escrever. (D) reconhecer o valor sonoro convencional das cinco vogais, mas ainda não reconhece o valor sonoro convencional das consoantes. (E) escrever com letras convencionais, mas sem dife- renciações interfigurais. 14PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 45. De acordo com Lerner (2002), a escrita na escola é antes de mais nada um objeto de ensino. Para que também se transforme em um objeto de aprendizagem, é necessário que (A) inicialmente o aluno entre em contato com textos breves e simples, para que possa decodificar o códi- go e que posteriormente possa avançar para textos mais complexos e elaborados. (B) tenha sentido do ponto de vista do aluno, o que signi- fica que deve cumprir uma função, para a realização de um propósito que ele valoriza. Deve apresentar propósito didático e propósito comunicativo. (C) o aluno realize leitura em voz alta e escreva textos narrativos diariamente na sala de aula, para que o professor possa avaliar o seu processo de desen- volvimento. (D) os textos utilizados em sala de aula apresentem d iversas palavras com sílabas complexas, para con- tribuir também com o estudo da escritadas palavras mais elaboradas, facilitando o aprendizado com um único texto. (E) o livro didático adotado apresente diferentes tipos de textos e exercícios. O que permitirá ao professor tra- balhar com um único livro durante as aulas e ajudará aos alunos a realizarem os exercícios e estudarem para as provas de forma sistemática e organizada. 46. De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2003) a edu- cação deve ser compreendida como um direito univer- sal básico e como um bem social público, condição para emancipação social. Deve ser concebida em um projeto amplo de inclusão social, em que são contemplados os interesses da maioria da população, implicando a con- quista da democracia e da qualidade social. De acordo com os autores, os educadores interessados em um pro- jeto educacional voltado para os anseios da maioria da sociedade buscam como propósito para a educação (A) promover a democracia da representação, ajudando o educando a compreender a sociedade na qual está inserido. (B) proporcionar uma força de trabalho capacitada e fle- xível para o crescimento econômico, para que cada aluno possa adaptar-se e buscar novas formas de aprender. (C) garantir a unidade nacional e legitimar o sistema, orientando as novas gerações sobre seus direitos e deveres na sociedade. (D) desenvolver uma educação integral, que favoreça o pleno desenvolvimento das potencialidades humanas. (E) contribuir para a mobilidade e a ascensão social. I ncentivando a autonomia, o esforço pessoal e a conquista individual através do mérito. 43. Conforme Pimentel (in: Formosinho, 2007), no ideal vygotskiano, a educação tem um papel transformador do homem e da humanidade. Na primeira infância, isso significa dimensionar quais bases efetivamente propi- ciam o desenvolvimento integrado na sua multiplicidade cognitiva, afetiva, social, psicomotora e moral. Em sua visão educativa, Vygotsky apresenta o conceito de zona de desenvolvimento proximal. O conceito de zona de d esenvolvimento proximal (ZDP) se refere (A) ao processo biológico de desenvolvimento, apresen- ta caráter inato e involuntário. (B) ao mecanismo que é capaz de hierarquizar simbo- licamente os conceitos, relacionando-os uns aos o utros, em uma rede de generalização. (C) ao domínio consciente dos próprios processos psico- lógicos e uso de signos como mediadores. (D) a aprendizagem que ocorre sempre em função de ações de parcerias entre a criança e outra pessoa mais experiente. (E) a capacidade de resolução de problemas, pela crian- ça, de modo independente, quando ela está sozinha. 44. Piaget mostra em seus estudos aquilo que faz a diferen- ça entre uma moral autônoma e uma moral heterônoma. De acordo com Vinha (1999), para chegar à autonomia moral e intelectual, dois elementos são necessários: (A) que a criança controle a raiva e tenha consciência do erro cometido. (B) combinar as regras ao início do ano e vivenciar as sanções por reciprocidade. (C) que a criança receba as recompensas por ações acertadas e vivencie as punições quando fizer algo errado. (D) negar os sentimentos ruins como a inveja e o ódio e obedecer as regras que reforcem relações de res- peito lateral, como por exemplo, “tem que obedecer a professora e os pais”. (E) a ação do objeto sobre o conhecimento e a interação social. 15 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 49. De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, volume 2, a respeito da brincadeira na educação infantil, é correto afirmar que (A) deve ser considerada o principal meio de envolver as crianças nas atividades cotidianas. Por isso, o dia, o horário, os brinquedos utilizados e o tipo de brincadeira devem ser decididos e planejados pelo professor no início da semana, sem que ocorram a lterações no planejamento. (B) para as crianças de quatro e cinco anos não devem ser oferecidos jogos de regras, pois devido à dificul- dade de colocar-se no lugar do outro, típica dessa faixa etária, o jogo de regra torna-se frustrante e can- sativo para elas. (C) a brincadeira para as crianças de cinco anos deve acontecer de forma esporádica e não sistematizada, pois há um trabalho pedagógico formal que deve ser realizado com esses alunos e conhecimentos que precisam adquirir antes de ingressarem no Ensino Fundamental. (D) quando utilizam a linguagem do faz de conta, as crianças enriquecem sua identidade, porque podem experimentar outras formas de ser e pensar, amplian- do suas concepções sobre as coisas e pessoas ao desempenhar vários papéis sociais ou personagens. (E) como possuem dificuldade em dividir brinquedos, é fundamental que nas salas de educação infantil haja brinquedos de qualidade e em quantidade suficiente para que todas as crianças, caso queiram, possam ter e brincar com o mesmo brinquedo, ao mesmo tempo. 50. De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, volume 1, os procedimentos de cuidado com as crianças precisam seguir os princípios de promoção à saúde; e para se atingir os objetivos dos cuidados com a preservação da vida e com o desenvolvimento das capaci- dades humanas, contemplar o cuidado com as crianças na esfera da instituição da educação infantil significa (A) entender que o cuidar relaciona-se às necessidades fisiológicas, basicamente. Para garantir os cuidados às crianças, o coordenador da escola deve solicitar orientação e apoio da equipe do posto de saúde. (B) observar os cuidados com os aspectos biológicos do corpo, como a qualidade da alimentação e os cuida- dos com a higiene. Procedimentos de cuidados com a saúde e cuidados relacionais são de responsabili- dade exclusiva da família. (C) compreendê-lo como parte integrante da educação, embora possa exigir conhecimentos, habilidades e instrumentos que extrapolam a dimensão pedagógica. (D) entender que as atitudes e procedimentos de cuidado devem estar, necessariamente, orientados pela con- cepção e técnica higie nista. Sendo que, práticas de educar e cuidar são ações dissociáveis da função do professor. (E) perceber que a autonomia da criança deve ser res- peitada, sendo assim, meninos e meninas poderão fazer escolhas na alimentação e higiene que mesmo julgando inadequadas, cabe ao educador aceitá-las sem realizar intervenções contrárias ao desejo infantil. 47. Moyles (2002), citando Levy, afirma que a pesquisadora examinou rica literatura entre o brincar e o uso da lingua- gem em crianças de até cinco anos de idade, encontran- do nesse cenário uma “associação inegável”, levando à conclusão de que (A) a capacidade de uma criança verbalizar o discurso interno e egocêntrico diretamente para um adulto deve ser considerada e usada como um indicador de sua aprendizagem. (B) o brincar é o meio efetivo para estimular o desenvol- vimento da linguagem e a inovação no uso da lingua- gem, especialmente em relação ao esclarecimento de novas palavras e conceitos. (C) as brincadeiras livres não estimulam o processo de aquisição da linguagem, para que isso ocorra são necessárias atividades como narrar histórias e rela- tar pequenos fatos. (D) o erro das crianças pequenas ao elaborar frases pre- cisa sempre ser corrigido, pois elas desenvolvem a linguagem por meio de tentativa e erro e aguardam uma resposta a respeito da construção das frases que construíram. (E) as crianças muitas vezes criam suas próprias pala- vras e devem ser desencorajadas, pois essa inven- tividade no discurso infantil interfere negativamente na competência linguística. 48. Conforme Oliveira (2002), a avaliação do desenvolvi- mento infantil deve atuar como recurso para auxiliar no progresso das crianças. A respeito da avaliação na edu- cação infantil, é correto afirmar que (A) requer um olhar sensível e permanente do professor. A avaliaçãona educação infantil perpassa o desem- penho dos alunos nas atividades, sendo que deve ser considerado no processo de aprovação e repro- vação ao final do ano letivo. (B) sua finalidade é aferir e descrever os conhecimen- tos das crianças. Desse modo, o professor poderá propor intervenções, promover atividades de reforço escolar e orientar as famílias dos educandos para possíveis encaminhamentos médicos e terapêuticos. (C) deve ser realizada conforme os critérios de cada e scola, sendo necessário explicitar no Regimento escolar se a instituição adota registros descritivos ou somente provas escritas e práticas que são realiza- das pelas crianças e mensuradas com notas, para a avalição na pré-escola. (D) os relatórios de avaliação dos educandos devem apresentar qualidades morais, comportamentais e psicológicas da crianças, sendo dispensável o tra- balho realizado ou encaminhamentos do professor, para evitar relatórios muito extensos ou que não abordem exclusivamente a criança. (E) será realizada mediante o acompanhamento com a realização de registros do desenvolvimento da crian- ça. A avaliação deve apresentar o trabalho pedagógi- co desenvolvido, permitir observar o desenvolvi mento do educando e possibilitar o redimensionamento da prática docente. 16PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 52. Conforme o artigo 20 da Resolução CNE/CEB no 07/2010, as escolas deverão formular o projeto político pedagógi- co (PPP) e elaborar o Regimento escolar de acordo com a proposta do Ensino Fundamental de nove anos, por meio de processos participativos relacionados à gestão d emocrática. A esse respeito, de acordo com a Resolução 07/2010, é correto afirmar que o projeto político peda gógico (A) da escola traduz a proposta educativa construída pela comunidade escolar no exercício de sua auto- nomia, com base exclusivamente nas características dos profissionais da escola e nos recursos finan- ceiros disponíveis, tendo como principal referência a Base Curricular Comum Nacional (BNCC) e os P arâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). (B) e o Regimento Escolar devem prever tempo e espa- ço, incluído na jornada de trabalho do docente, para que os professores possam participar de reuniões de trabalho individual, cursos extras, reuniões sindicais, planejar as ações educativas e avaliar os resultados. Sendo vedado o atendimento e estabelecimento de contatos com a comunidade nesses espaços. (C) considerará os profissionais da educação os prota- gonistas principais e o centro do planejamento curri- cular, principais sujeitos na discussão e na definição das normas que regem as formas de relacionamento na escola, também definirão o currículo e sobre cri- térios e as formas de avaliação. (D) precisará ter garantida a ampla participação da c omunidade escolar na sua elaboração. Sendo que o Regimento Escolar deve assegurar as condições institucionais adequadas para a execução do proje- to político-pedagógico e a oferta de uma educação i nclusiva e com qualidade social. (E) e o Regimento Escolar devem considerar o cuidar e o educar, assim como, o ensino e a aprendiza- gem como elementos dissociáveis. Realizando par- ceria com os serviços de apoio e com as políticas de o utras áreas, para assegurar a aprendizagem, o bem-estar e o desenvolvimento do aluno. 51. Smole, Diniz e Cândido (2003) afirmam que um dos maiores objetivos da escola é desenvolver a habilidade de resolver problemas. Essa habilidade é importante não apenas para o desenvolvimento da aprendizagem mate- mática da criança, mas também para o desenvolvimen- to de suas potencialidades em termos de inteligência e cognição. De acordo com as autoras, a respeito da reso- lução e das situações problemas na educação infantil, é correto afirmar que (A) as autoras consideram problema toda situação que permita algum questionamento ou investigação e que, necessariamente, envolva dados numéricos, sendo que todos os números presentes no problema precisam ser usados. (B) a resolução de problemas deve ser considerada um conteúdo e para resolver problemas as crianças pre- cisam ser leitoras. Assim, deve ser uma proposta constante e planejada somente a partir do segundo ano do Ensino Fundamental. (C) resolver problemas na educação infantil é um espaço para comunicar ideias, fazer colocações e investigar relações. Essa proposta deve possibilitar às crianças a desenvolverem noções, procedimentos e atitudes frente ao conhecimento matemático. (D) para resolver problemas as crianças precisam antes ter algum conhecimento numérico, sobre operações e sinais matemáticos. Deste modo, a resolução de problemas na educação infantil não deve ser inseri- da como estratégia didática. (E) a resolução de problemas não deve estar presente na educação infantil de forma sistemática, pois se restringe à instrução de como se resolve o proble- ma, e devido à pouca idade, a maioria das crianças ainda não compreende o processo para a resolução de problemas. 17 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 55. Conforme o artigo 53, da Lei no 8.069/90, Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qua- lificação para o trabalho, sendo que lhe será assegurado o direito de (A) participação em entidades estudantis, mediante anuên- cia dos seus responsáveis e do diretor da escola. (B) ter garantido o acesso ao ensino integral regular, adequado às condições do adolescente. (C) ter acesso à escola pública na escola em que a sua família optar por realizar a sua inscrição e matrícula. (D) contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores. (E) em caso de reiteradas faltas injustificadas, ser noti- ficado pela escola e conceder anuência, para que o caso seja encaminhado ao Conselho Tutelar. 56. Conforme o artigo 208 da Constituição Federal de 1988, o dever do Estado com a educação será efetivado me- diante a garantia de (A) universalização do ensino médio gratuito, preferen- cialmente, integrado ao ensino técnico ou profissio- nalizante. (B) educação básica obrigatória e gratuita dos zero aos dezesseis anos de idade. (C) atendimento educacional especializado aos portado- res de deficiência, exclusivamente na rede regular de ensino. (D) atendimento ao educando, do Ensino Fundamental, Médio e Técnico por meio de programas suplemen- tares de material didático escolar, transporte e ali- mentação. Excluem-se desse atendimento alunos da educação infantil e do ensino superior. (E) educação infantil, em creche e pré-escola, às crian- ças até cinco anos de idade. 53. Conforme a Lei Federal no 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a respeito da educação especial, é correto afirmar que (A) os sistemas de ensino assegurarão, para atendiment o especializado, professores com especialização além de profissionais da área da saúde; assim como profes- sores do ensino regular capacitados para a inclusão do educando com deficiência nas classes comuns. (B) entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida exclusivamente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento, síndromes, altas habilidades ou superdotação. (C) o poder público deverá instituir cadastro nacional de alunos surdos e alunos cegos matriculados na Edu- cação Básica, a fim de fomentar a execução de polí- ticas públicas destinadas para esses públicos. (D) as instituições de ensino assegurarão aos educan- dos com altas habilidades recursos educativos e o rganização; currículos, métodos, horários, técnicas, salas, turmas, professores e agrupamentos exclu- sivos para atender às suas necessidades, além da redução de dias letivos.(E) o atendimento educacional será feito em classes, es- colas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. 54. Nery (in: Brasil, 2007), considera o planejamento como um princípio e uma prática deflagradora de todo o tra- balho na escola e na sala de aula, num movimento con- tínuo e interdependente em que se planeja, se registra e se avalia. A autora apresenta quatro modalidades que podem contribuir bastante para a organização do tempo pedagógico: atividade permanente, sequências didáti- cas, projetos e atividades de sistematização. A respeito dessas modalidades, é correto afirmar que (A) o projeto prevê um produto final cujo planejamento tem objetivos claros, dimensionamento do tempo, divisão de tarefas e, por fim, a avaliação final em fun- ção do que se pretendia. (B) as atividades de sistematização são sempre feitas de forma individualizada e cada estudante deve apresen- tar a utonomia e responsabilidade para o bom desen- volvimento da atividade. Devem explorar essencial- mente duas atividades linguísticas básicas: escrever e ler. (C) as sequências didáticas ocorrem durante um deter- minado período estruturado pelo(a) professor(a), ao final da sequência didática é necessário que haja a produção de um produto. (D) a atividade permanente se caracteriza por ser um trabalho irregular e esporádico. Visa à sistematiza- ção de conhecimentos das crianças ao fixarem con- teúdos que estão sendo trabalhados. (E) as atividades de sistematização pressupõem neces- sariamente atividades escritas, exercícios para fixa- ção do conteúdo e atividades avaliativas do tipo prova, para verificar a aprendizagem do educando. Após o resultado deve ocorrer o processo de corre- ção coletiva e a autoavaiação. 18PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã 59. De acordo com a Lei Municipal no 190/ 2010, Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Suzano, é proi- bido ao servidor (A) ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato. (B) guardar sigilo sobre assuntos da repartição. (C) tratar com urbanidade as pessoas, sejam elas servi- dores ou público em geral. (D) cumprir as ordens superiores, quando manifesta- mente legais. (E) representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. 60. Conforme Lei Municipal no 4.392, de 08 de julho de 2010, que dispõe sobre a estruturação do plano de cargos, car- reiras e vencimentos da Prefeitura Municipal de Suzano, acerca do período probatório é correto afirmar (A) ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo público de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 38 (trinta e oito) meses, sendo que durante o estágio probatório não serão considerados como de efetivo exercício os afastamentos devido as férias. (B) os servidores em estágio probatório serão submeti- dos a 3 (três) avaliações de desempenho, sendo a primeira aos 6 (seis) meses, contados da entrada em efetivo exercício; a segunda aos 18 (dezoito) meses e a terceira e última aos 30 (trinta) meses. (C) o servidor em período de estágio probatório poderá ser promovido ou nomeado. Na hipótese de nomea- ção para cargo de provimento em comissão, a conta- gem do período do estágio probatório não será sus- pensa enquanto perdurar a referida situação. (D) o servidor estável que, em virtude de concurso p úblico de provas ou de provas e títulos, for nome- ado para outro cargo público, ficará desobrigado a cumprir novo período de estágio probatório. (E) as avaliações de desempenho serão realizadas pela chefia da Secretaria em que o servidor estiver lotado. Na avaliação de desempenho serão obser- vados exclusivamente os seguintes fatores: conduta irrepreensível, assiduidade, disciplina, pontualidade, urbanidade, motivos das licenças médicas e respeito às normas. 57. De acordo com o Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte, volume 6, o conjunto de conteúdos da área de Arte está articulado dentro do contexto de ensino e aprendiza- gem em três eixos norteadores: a produção, a fruição e a reflexão. A respeito desses eixos, é correto afirmar que (A) a produção refere-se à construção de conheciment o sobre o trabalho artístico pessoal, dos colegas e s obre a arte como produto da história e da multiplici- dade das culturas humanas. (B) a fruição refere-se à apreciação significativa de arte e do universo a ela relacionado. Tal ação contem- pla a fruição da produção dos alunos e da produção histórico-social em sua diversidade. (C) a reflexão refere-se ao fazer artístico e ao conjunto de questões a ela relacionadas, no âmbito do fazer do aluno e dos produtores sociais de arte. (D) para facilitar a apropriação do conhecimento pelo alu- no, os conteúdos da área de Artes deverão ser tra- balhados na ordem: produção, fruição e reflexão. Na prática, os três eixos precisam estar desarticulados. (E) no eixo produção deve-se excluir da escola informa- ções, técnicas e imagens sobre a produção histórica e social da arte, para evitar a cópia de obras, ima- gens e estilos de artistas renomados. 58. No Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física, volume 7, os conteúdos para o trabalho com a educação física estão organizados em três blocos, que deverão ser desenvolvidos ao longo de todo o ensino fundamental. Essa organização tem a função de evidenciar quais são os objetos de ensino e aprendizagem que estão sendo priorizados, servindo como subsídio ao trabalho do pro- fessor, que deverá distribuir os conteúdos a serem tra- balhados de maneira equilibrada e adequada. Os três blocos apresentados são: (A) jogos e brincadeiras; esportes cooperativos; explora- ção de materiais. (B) fundamentos e técnicas de esporte; esportes com bola; exercícios corporais e brincadeiras. (C) esportes, jogos, lutas e ginásticas; atividades rítmi- cas e expressivas; conhecimentos sobre o corpo. (D) esportes e competições; jogos e brincadeiras; exer- cícios corporais anaeróbicos. (E) atividades de expressão corporal e danças; brinca- deiras e materiais; esportes escolares. 19 PMSZ1802/012-PEB-30horas-Manhã