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Alterações Morfológicas- Morfologia Alterada 
 
∙ GEMINAÇÃO 
Ocorre quando o germe dental se divide durante o período de evolução, dando origem a 
uma coroa dupla. 
 
 
∙ FUSÃO 
Ocorre pela união de 2 germes dentários, dando origem a “um dente” com 2 coroas e 2 
raízes. A fusão pode ser parcial, quando apenas as coroas se unem, ou total. 
 
 
OBS: ​A diferença entre a geminação e a fusão pode ser determinada pela contagem 
dos dentes: na fusão, dois dentes são unidos pela dentina e esmalte, na geminação, 
existe apenas uma polpa e uma raiz, então, se os dois dentes unidos forem contados 
como um, na fusão há uma redução no número de dentes na arcada, mas na 
geminação a contagem é normal. 
∙ GEMINAÇÃO BILATERAL 
 
∙ CONCRESCÊNCIA 
 É a união de 2 dentes adjacentes, já com as coroas formadas, somente pelo cemento, 
sem confluência de dentina subjacente. 
 
 
∙ INCISIVOS DE HUTCHINSON 
Coroa em forma de barril, terço incisal mais estreita que o terço médio. Com ou sem a 
presença de fenda centro-incisal. Portadores de Sífilis Congênita 
 
 
∙ MOLAR DE AMORA 
Formação de nodulares na face oclusal, terço médio da cora com diâmetro maior que o 
terço oclusal. 65% dos pacientes sifiliticos 
 
∙ DENS IN DENS 
Invaginação das estruturas calcificadas da coroa para dentro da cavidade pulpa 
Leve- coroa Moderado-raíz Severo-porção apical 
 
 
 
 
 
∙ TAURODONTIA 
Aumento da dimensão ocluso apical da câmara pulpar de um dente multiradicular, 
deslocamento apical do assoalho pulpar e da bifurcação da raíze. Falha da invaginação 
da Bainha de Herwting. 
 
 
 
 
 
 
∙ RAÍZES FUSIONADAS 
Redução de número de raízes dos molares com ou sem redução do número de canais, 
res prismaticas ou cuneiformes. 
 
 
∙ RAÍZES SUPRANUMERÁRIAS 
Número de raízes superios ao que estabelecem os seus padrões anatômicos normais, 
pode ser prismatixas ou cuneiformes. 
 
 
∙ DILACERAÇÃO 
Alteraçãp brusca de orientação do eixo logitudinal do dente. Fator etiologico mais 
comum é o traumatismo. 
 
 
∙ PEROLA DE ESMALTE 
Apêncices calcificados com formato regular e arredondado, à altura da junção 
amelodentinária e/ou bi ou trifurcação. 
 
 
 
 
∙ NODULOS PULPARES 
Apêndices calcificados ou estruturas mineralizadas. Arredondado, ovoide, fusiformes ou 
mesmo irregular que se localizam nas câmara pulpares e/ou canais radiculares dos 
dentes. 
 
 
 
Alterações Quantitativas- Número 
 
∙ ANODONTIA 
Redução do número normal de dentes esperados para cada uma das dentições. 
Parcial- hipodontia ou oligodontia Total- anodontia 
 
 
 
 
∙ SUPRANUMERAIO 
Dentes que excedem ao número normal de dentes esperados para cada uma das 
dentições. 
Mesiodente- voltado para região de linha media (incisivos) 
Distomorlar- na distal dos molares 
Paramolar- na vestibular ou lingual dos molares 
Dente pré-decídua- 
 
∙ EUMORFOS 
Mesma forma 
∙ DISMORFOS 
Forma anômola 
 
∙ PRÉ-NATAIS 
Incisivos inferiores 
 
 
 
 
 Alterações Estruturais 
 
∙ AMELOGÊNESE IMPERFEITA 
Caracteriza-se pela hipoplasia ou hipocalcificação do esmale, envolvendo todos os 
dentes. 
 
 
∙ HIPOPASIA DO ESMALTE 
Formação insuficiente da matriz orgânica, esmalte com dureza normal e densidade 
menor, área sem cobertura de esmalte. 
∙ HIPCALCIFICAÇÃO 
Mineralização insuficiente da matriz orgânica, radiopacidade do esmlate semelhante a 
da dentina. 
∙ DENTINOGENESE 
 Caracteriza-se por dentes com raízes curtas e cônicas, constrição cervical, coroas 
bulbosas, espaços pulpares obleterados e atrição pronunciadas. 
 
 
∙ ODONTODISPLASIA REGIONAL 
Esmalte e dentina são hipoplasicos e hipocalciicados, dentes fantasmas ou 
odontogênese imperfeita. Denets com aspectos de desorganização estruturak de 
esmalte e dentina. Espaços pulapres anormalmente amplos. 
 
 
 
 
Alterações Tomograficas 
 
∙ DENTE NÃO IRROMPIDO 
É aquele que não consegue erupcionar. 
Dentes Impactados- osso Dentes Incluso- impedimento por outro dente 
 
 
 
∙ TRANSPOSIÇÃO 
Dentes em posição invertida no arco dentário. 
 
 
 
 
∙ GIROVERSÃO 
Dente com implantação verticak correta no seu lugar de irrupção, apresenta-se girado 
em torno so seu longo eixo. Incisivos Superiores e Pré- Molares Inferiores. 
 
 
 
∙ ECTOPIA 
O dente irrompe fora do seu local normal ou em locais incomuns 
 
 
 
 
Alterações Adquiridas 
 
∙ CÁRIE 
Imagem radiolucida não circunscrita, classificada por região e profundidade. Doença que causa 
destruição de tecidos calcificadas dos dentes pela ação de microrganismos. Imagem Raiolucida 
Difusa 
*Cárie Oclusal 
Forma de cunha 
 
 
*Cárie Proximal 
Direção das primas de esmalte convergindo para JCE (Junção Cemento Esmalte), 
imagem na altura dos pontos de contato 
 
 
*Cárie Radicular 
Inicia-se na JCE, pode ser confundida com abrasão cervical 
 
 
*Cárie Recorrente ou Secundária 
Desenvolvem-se às margens junto à restaurações defeituosas. Tecidos cariosos 
demostra uma área radiolúcida abaixo da restauração. 
 
 
∙ EFEITOS DE BURNOUT 
Aumento da radiolucência da região cervical, imagem igual de cáries cervicais e abrasões. 
Diagnostico diferencial: radiografias de diferentes angulações. Tdod o grupo dental de mesia 
para distal 
 
∙ DENTINA SECUNDÁRIA 
Formada frente a um estimulo agressivo de baixa intensidade. É visivel a redução da câmara 
pulpar e dos canis radiculares. 
 
 
∙ ATRIÇÃO 
Perda de estrutra dental incisal ou oclusal por processos fisicos (contatos oclusias) ou 
parologicos ( contatos oclusais prematuros, bruxismo, apertamento dental). Perda considerável 
do esmalte, alterando o formato de dente afligido. 
 
 
 
∙ ABRASÃO 
Perda patologica do tecido dentário cervical, por meio da ação mecânica e 
parafuncional. Área radiolúcida na junção amelo-cementária(mais comum ). 
 
∙ EROSÃO 
Dissolução quimica progressiva dos tecidos dentais mineralizados sem envelhecimento 
bacteriano. Imagem radiolúcida na cora em qualquer porção do órgão dental. 
*Extrínsecas 
 
*Intrínsecas 
 
 
 
Aspectos Radiograficos Lesões do Periodonto e Periopatias 
 
∙ ESTRUTURAS DENTAIS 
 
*ESMALTE - radiopaca 
*DENTINA- menos radiopaca que o esmalte 
*POLPA- câmara pulpar 
 
∙ ESTRUTURAS PERIODONTAIS 
 
 
*LIGAMENTO PERIODONTAL- linha radiolúcida 
 
 
*OSSO ALVEOLAR- 
 
*LÂMINA DURA - ligamento periodontal se fixa, radiopaca 
 
 
*CRISTA OSSEO ALVEOLAR- aspecto afilado( anteriores), aspectos aplainados 
( posteriores) 
31¨ 
*TRABECULADO OSSEO- espaços medulares do tecido osseo 
 
 
*CAMARA PULPAR- maior (jovens), menor (adultos) 
 
*BORDAS INCISAIS- mamelões,afilados (jovens), maiores ( adultos) 
 
LESÕES DO PERIODONTO 
 
∙ LÂMINA DURA 
Perda de nitize e continuidade, ausência total ou parcial, aumento de espessura. 
 
∙ CRISTA OSSEA 
Reabsorção. 
*Horizontias-direção mesio/distal 
 
 *Vertical - 
 
 *Restrita- alguns dentes Generalizada- todos. 
 
 
∙ LIGAMENTO PERIODONTAL 
Diminuição ou aumento de espessura, irregularidade na sua continuidade. 
 
 
 
∙ REGIÃO DE FURCA 
A região de furca pode atingir por processor periodontais. Área radiolúcida entre as 
raízes. Exame clínico + radiografia + sondagem. 
 
 
∙ RAÍZES DENTÍNARIAS 
Tamanho e forma, inflamação, forças mecanicas. 
 
 
∙ FRATURAS 
Os traços de fraturas são observados pela interrupção da imgaem calcificada.*Horizontal 
 
 
 
*​Obliquoa 
 
*Vertical 
 
 
∙ HIPERCEMENTOSE 
Maior produção de cemento 
 
 
∙ ANQUILOSE 
Junção do cemento e osso alveolar 
 
 
∙ REABSORÇÃO EXTERNA 
Raíz romboide (força mecanica) 
 
 
 
 
∙ REABSORÇÃO INTERNA 
Atinge a região pulpar (cor roseada)

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