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TUBERCULOSE

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ALINE BORGES
ELIS CRISTINA
GABRIELE CRISTINA
GABRIELE PAPI
NANDILON LOURENÇO
SILMARA SALLES
TAYNARA SILVEIRA
TUBERCULOSE
Seminário integrador do adulto
, É uma doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK), que afeta principalmente os pulmões, mas, também podem ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges.
Fonte: Google imagens
O que é tuberculose
Das formas existentes de tuberculose, a pulmonar é considerada a mais relevante para a Saúde Pública, por ser mais frequente e, consequentemente, a maior responsável pela manutenção da cadeia de transmissão da doença na sociedade.
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O QUE É TUBERCULOSE
Denomina-se "Caso de Tuberculose" todo indivíduo com diagnóstico confirmado por baciloscopia ou cultura e aquele em que o médico, com base nos dados clínico-epidemiológicos e no resultado de exames complementares, firma o diagnóstico de Tuberculose. "Caso Novo" é o doente com tuberculose que nunca usou ou usou por menos de um mês drogas antituberculosas.
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CASOS SUSPEITOS DE TUBERCULOSE
Abaixo temos um gráfico que mostra o percentual de casos novos de TB pulmonar em 2017, divididos por região: 
Fonte: ministério da saúde
CASOS SUSPEITOS DE TUBERCULOSE
Agente causador específico: Bactéria (bacilos - Mycobacterium tuberculosis).
Reservatório (habitat - onde cresce, vive e se multiplica): Gado Bovino, aves e outros mamíferos.
Porta de Saída: Tosse, espirros, fala (saliva)
Modo de transmissão: Gotículas que atingem os alvéolos
Porta de entrada: Boca, Nariz.
Suscetibilidade do hospedeiro: Indivíduos imunodeprimidos
Fonte: site minha vida
CADEIA EPIDEMIOLÓGICA
CADEIA EPIDEMIOLÓGICA
A tuberculose pode ser pulmonar ou extra-pulmonar, quando ela acomete outros órgãos e sistemas.
Fonte: site Brasil escola
FORMAS CLÍNICAS 
Na maior parte das vezes, as formas clínicas extrapulmonares são decorrentes da disseminação dos bacilos pelas correntes sanguínea e/ou linfática, a partir do foco de inoculação inicial no pulmão. 
Fonte: site Science News for Students
FORMAS CLÍNICAS 
Os métodos diagnósticos mais comumente utilizados são a radiografia do tórax que geralmente revela lesões no lobo superior dos pulmões, o PPD, também conhecido como teste tuberculínico, é feito em laboratórios de análises clínicas através de uma pequena injeção contendo proteínas derivadas da bactéria debaixo da pele, e a baciloscopia que é a cultura do escarro que detectam a presença do bacilo.
Fonte: google imagens
DIAGNÓSTICO
A tuberculose é uma doença grave, porém curável em praticamente 100% dos casos novos, desde que obedecidos os princípios da moderna quimioterapia.
A procura de casos e a quimioterapia efetiva continuam sendo as principais ações de controle da tuberculose.
Fonte: google imagens
TRATAMENTO
A associação medicamentosa adequada, as doses corretas e o uso por tempo suficiente, com supervisão da tomada dos medicamentos, são os meios para evitar a persistência bacteriana e o desenvolvimento de resistência às drogas, assegurando, assim, a cura do paciente.
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TRATAMENTO
A enfermagem, em especial o enfermeiro, pode realizar a visitas domiciliares periodicamente para verificar o seguimento e o cumprimento do tratamento. Essa visita se realiza principalmente no nível primário de atenção.
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 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE À TUBERCULOSE
Uma das questões básicas no âmbito local, para a enfermagem, é valorizar e promover a participação da comunidade nos programas de controle da qualidade de atenção da saúde, especialmente nos programas de enfermagem.
A vacina BCG é utilizada na prevenção da tuberculose e deve ser administrada em todos os recém-nascidos. Melhoras nas condições de vida da população, além de tratamento e orientação aos enfermos são formas de evitar sua contaminação em maior escala.
Fonte: google imagens
 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE À TUBERCULOSE
CAMPOS, Hisbello. Etiopatogenia da tuberculose e formas clínicas. Tuberculosis: etiopathogenesis and clinical presentations.. 2006, v 1, acesso em: 30 agosto 2018, disponível em: <http://www.saudedireta.com.br/docsupload/13404591932.pdf> 
 
JUNIOR, Jarbas. TUBERCULOSE – Guia de vigilância epidemiológica. Junho/2004, v. 30, acesso em: 30 agosto 2018. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132004000700003>
 
Maciel, Ethel Leonor Noia e Sales, Carolina Maia Martins. A vigilância epidemiológica da tuberculose no Brasil: como é possível avançar mais?. Epidemiologia e Serviços de Saúde [online]. 2016, v. 25, n. 1 [Acessado 29 Agosto 2018] , pp. 175-178. Disponível em: <https://doi.org/10.5123/S1679-49742016000100018>.ISSN2237-9622.https://doi.org/10.5123/S1679-49742016000100018.
 
MEDEIROS, Charlla de Jesuz; PRETTI, Cristiane Badaró de Oliveira; NICOLE, Andressa Garcia. Características demográficas e clínicas dos casos de tuberculose notificados pelo Núcleo de Epidemiologia Hospitalar no Município de Vitória, Estado do Espírito Santo, Brasil, 2009-2010. Epidemiol. Serv. Saúde,  Brasília ,  v. 21, n. 1, p. 159-166,  mar.  2012 . Disponível em<http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742012000100016&lng=pt&nrm=iso>.acessos em  29  ago.  2018.  
 
MENDES, Aderlaine de Melo; FENSTERSEIFER, Lísia Maria. Tuberculose: porque os pacientes abandonam o tratamento?. Bol. Pneumol. Sanit.,  Rio de Janeiro ,  v. 12, n. 1, p. 27-38,  abr.  2004 Disponível em<http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-460X2004000100005&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  29  ago.  2018.
REFERÊNCIAS