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Apresentador: Ernesto Hilario MARROVICE
Produção de Alevinos Comerciais de Tilápias na Empresa Xibaha Limitada Vilankulo
A produção de alevinos de tilápias na empresa Xibaha limitada compreende os seguintes passos: 
Selecção e formação dos reprodutores;
Desova;
Transporte;
 Desinfecção dos ovos;
Incubação dos ovos;
Tratamento hormonal;
Determinação de amostra;
Jejum/depuração;
Embalagem para transporte.
a) Selecção e formação dos reprodutores 
Em geral, os reprodutores são selecionados a partir de tilápias provenientes dos viveiros de engorda ou capturados em rios e lagoas marginais. 
Na empresa Xibaha limitada estes são selecionados nos tanques próprios onde as tilápias são matidas para garantirem a substituição.
Cont. 
Para o sucesso da produção de alevinos o primeiro passo a observar é a sexagem, esta que deve ser feita olhando os seguintes parâmetros entre as diferenças, é possível citar o número de orifícios na região ventral, cuja fêmea apresenta três orifícios (ânus, oviduto e uretra) e o macho apenas dois (ânus e orifício urogenital, sendo esta última abertura por onde passam urina e sémen). 
Cont.
Além disso, as fêmeas reprodutoras apresentam menor porte que os machos da mesma idade. Já os machos, quando preparados para a reprodução, podem apresentar coloração rosada na cabeça e na extremidade da nadadeira caudal e coloração azul/cinza na região abdominal (OLIVEIRA at al., 2007). A escolha dos reprodutores nos viveiros é imprescindível para o sucesso na produção de alevinos. 
Cont.
Deve-se dar preferência para peixes que apresentem uma boa conformação corporal, aspecto saudável, livre de enfermidades, com escamas e nadadeiras íntegras (OLIVEIRA at al, 2007) em média eram usadas fémeas com 60g de peso. Depois da sexagem segui se a formação do plantel que é levada ao rio Gombene
Cont.
Deve se observar os seguintes caracteristica na formação dos reprodutores definição da espécie ou linhagem que será produzida, variabilidade genética (características desejáveis), número efetivo de reprodução, meta de produção de alevinos, relação fêmeas:macho no plantel, necessidade de matrizes para reposição e estratégia de reprodução adotada. A empresa usa uma proporção de 2macho/3fémeas. 
b) Desova 
 A desova ou colecta dos ovos na boca das fêmeas uma vez por semana, sempre pela manhã, a fim de minimizar o risco de mortalidade dos ovos com o aumento da temperatura da água nos meses de Novembro a Dezembro visto que essses meses são propícios para a reprodução, mas nem com isso durante todo o ano, o piscicultor deve estar atento e ter cuidados especiais com seus peixes reprodutores. 
Cont.
É fectuada usando os seguintes instrumentos, luvas para facilitar a captura das fémeas, bacias contendo água para facilitar a deposição dos ovos, uma pau para o confinamento das hapas e um estante que é fixado para suportar as tigelas contendo ovos de forma a facilitar a desova. 
Luvas bacia
Estante.
c) Transporte
O transporte do lugar de desova para a empresa, onde iram ser incubados dura em média uma hora, são usados sacos plásticos de 6 litros que são enchidos de água a porproção de 1/3 que são colocados nas caixas plásticas para facilitar o transporte. O transporte não deve ser demorado porque pode criar morte dos ovos e das larvas. 
Sacos plasticos e tipo de caixa usados para transporte de ovos.
d) Desinfecção dos ovos
Na chegada, os ovos são desinfectados por solução de permanganato de potássio, durante 1 minuto com vista a eliminar microorganismos que possam contaminar outros ovos e larvas e criar dano a produção. 
Outro desinfectante: sal de cozinha nao iodado. 
Recepiente contendo permanganato de potassio.
e) Incubação dos ovos
Antes de serem colocados na incubadora os ovos depois da desinfecção passam de uma pesagem utilizando se balança electrónica com precisão de 0.5. com finalidade de acampanhar o crescimento das larvas, os resultados das pesagens são registadas em panfletos que seram fixados na incubadora e no caderno de registos obtendo as seguintes informações, número de hapa desovada, dia da desova e a quantidade em gramas. 
A incubação dura volta de uma a três semanas, dependendo do estágio de desenvolvimento, os ovos são incubados artificialmente em incubadoras com fluxo e temperatura da água controlada de 30ºC. 
Fases da incubação
1a fase
2a fase 
Cont.
A incubação segue duas fases: a 1ª que consiste em colocar os ovos num termo fixado dentro tigela abre se muito a torneira e diminui se a pressão de imediato para retirar as bolhas de ar e segue se com um fluxo normal da água, os ovos que tiverem eclodido e os podres iram subir a jara e cairam na bandeja e quando tiverem eclodido todos retira se a jara e segue se com a segue se com a fase 2ª em que as pós-larva permanecem na bandeja até que esgotem as reservas do saco vitelínico e apresentem semelhanças morfológicas aos exemplares adultos, depois faz se a transferência das pós-larvas para estruturas de reversão sexual. 
Deve se fazer monitoria, porque????????
20
Para evitar que a água transborde pelo entupimento dos crivos existentes na bandeja, para o efeito usam se escova de dentes e bacias para revover os ovos podres e nao fecundados e larvas mortas.
f) Tratamento hormonal
O tratamento hormonal consiste no uso da metiltestosterona (MT) adicionado na ração para a fornecer as pós-larva de forma a masculinizar de alevinos de tilápia durante as primeiras quatro semanas de vida dos peixes. 
Esta acção é imprescendível visto o objectivo de vários piscicultores nacionais é de engordar as tilápias, assim, tratar as pós-larva facilitará o controlo da super povoação nos tanques de engorda, os desperdícios em alimentos e aproveitar o maior crescimento dos machos. 
Bercário, lugar onde as tilapias recebem o tratamento hormonal.
g) Amostragem
 Os alevinos são pimeirados usando cefas para determinação do tamanho, depois faz se amostra usando clica, baldes plásticos, tigelas, ferro de confinamento da hapa, colher, copo e cefos pequenos, para minimizar a contagem de todos alevinos faz se a amostra seguindo, pesa-se um copo cheio de alevinos e contam-se 500 alevinos como amostra, efectua-se a pesagem da bacia contendo água e zera-se a balança depois acha-se o peso dos mesmos. 
Alguns instrumentos usados para amostra.
Peneira/cefa
clica
Cont.
Balança 
Cont.
A finalidade de amostragem é fazer generalizações sobre todo um grupo sem precisar examinar cada um dos seus elementos, pós pesando cada elemento pode-se criar morte dos alevinos pelo estresse e seria muito trabalhoso.
h) Jejum/depuração
Alevinos revertidos comprados na farma de Xibaha são mantidos de jejum antes da embalagem em tanque de betão. Isto irá assegurar que a água nos sacos plásticos permaneça relativamente limpa e o peixe pode sobreviver durante 18 horas sem qualquer mortalidade significativa. 
A água do tanque para este efeito é adicionada água do mar a uma concentração de 5% de sal, de forma a prevenir e controlar doenças e no alívio do estresse do transporte de curta e longa duração e como amenizador de condições ambientais adversas. 
i) Embalagem
A preparação para embalagem começa logo depois de colocação dos alevinos no local da depuração, a embalagem é feita usando sacos plásticos de 6 litros que são enchidos de água a 5% de concentração de sal a porproção de 1/3 e são colocados dentro de caixa roia branca, mantendo a água de embalagem com pedras de oxigenação até o momento da embalagem dita.
Cont. 
Esta ocorre logo que confirma-se a chegada do comprador, é confinada a hapa e faz se a captura de alevinos e são colocados nos sacos plásticos, segura se o plástico de forma a bombea se oxigénio, enrola se e coloca se o elástico para evitar a saida do conteúdo existente no interior... 
Segue se com o destino. 
Bibliografias consultadas
KUBITZA, Fernando. A Versatilidade do Sal na Piscicultura.Panorama da AQÜICULTURA Março/Abril, 1999. Vol. 17. No 103. Brasil. 2007.
LÓPEZ, Avelina., GARRIDO, Gabriel, MURAMA, José & CHEMANE, Alcino., Projeto da Estratégia de Aquacultura do Distrito de Caia. Apoio na Elaboração de uma Estratégia de Desenvolvimento da Aquacultura nos Distritos de Caia e Gorongosa. Moçambique (SADCG). Projeto Ref. nº SA-3.3-B17-REL. MOÇAMBIQUE. 2003.
OLIVEIRA, Elenise Gonçalves de, SANTOS, Francisco José de Seixas, PEREIRA, Alitiene Moura L. & LIMA, Carolyny Batista. Produção de tilápia: Mercado, espécie, biologia e recria. Circular Técnica. 2007.
Fim!!!