Prévia do material em texto
SISTEMA DE CONTROLE DE QUALIDADE Universidade Potiguar – Comissão de Biossegurança Título: Data: 08/02/2019 Procedimento Operacional Padrão de ANESTESIA LOCAL Versão: 2019 Página: 1 Objetivo Fazer a dessensibilização dos nervos relacionados as polpas dentárias e/ou demais tecidos das áreas adjacentes, que necessitam de procedimentos operatórios para serem reparados e ou removidos. Campo de Aplicação Clínicas Odontológicas da Universidade Potiguar Documentos complementares Bibliografia recomendada no plano de ensino da disciplina Glossário Anestesia Local: corresponde ao bloqueio reversível da condução nervosa, determinando perda das sensações sem alteração do nível de consciência. P.A-Pressão Arterial Equipe Responsável Equipe de professores das disciplinas de clínica integrada. Descrição 6.1. Sinonímia Anestesia Local Avaliação clínica Pacientes que necessitam ter a dessenssibilização da polpa dentária e/ou nervos de tecidos adjacentes. 6.2 Amostra Pacientes atendidos na clínica integrada do curso de odontologia da UnP. 6.3 Fundamentos e Métodos Aplicação clinica das técnicas de anestesia para correta dessenssibilização dos dentes e regiões adjacentes relacionadas. 6.4 Limitação do Método Trismo: o paciente poderá apresentar problemas na abertura da boca dificultando ou impedindo o exame clinico intra-oral; Pacientes com necessidades especiais. Quadro infeccioso de evolução importante na área da punção. Princípios Utilizar a sequência técnica correta para obter a anestesia. Seguir as regras básicas de biossegurança. Definir e executar a técnica anestésica de acordo com as necessidades apresentadas no plano de tratamento. Materiais Utilizados Clorexidina 0,12% e 2% Soro fisiológico 0,9% Álcool 70% Gaze estéril Seringa descartável de 20ml Anestésico em tubetes e tópicos Agulha 30G Equipamentos e utensílios Exame clínico: espelho, pinça clínica e explorador Exame físico: Esfigmomanometro e estetoscópio. Anestesia: Seringa carpule, tubetes anestésicos e agulha de anestesia. Controle de qualidade Observância dos acidentes anatômicos durante o procedimento através da inspeção clínica. Valores de referência e de criticidade • Não se aplica Detalhamento do Procedimento Antissepsia intra oral com clorexidina 0,12% e extra oral com clorexidina 2% Montagem de campo Montagem da bancada Assepsia dos tubetes odontológicos com dupla fricção com álcool 70% Anestesia: realizada através das técnicas de bloqueio regional ou infiltrativa terminal, dependendo do dente a ser extraído. Técnica do bloqueio do nervo alveolar inferior: Com a polpa do dedo indicador palpa-se o ponto de maior depressão na região da incisura coronóide. Palpa-se a crista temporal e ao mesmo tempo tenta-se afastar o tendão profundo do músculo temporal. O local de punção é lateral à rafe pterigomandibular na altura do centro da incisura coronóide, medial à crista temporal. A seringa deve ser direcionada da região de pré-molares do lado oposto para a rafe pterigomandibular. Introduzir a agulha até sentir resistência óssea (sulco do colo do côndilo). Recua-se cerca de 1mm para evitar injeção intravascular. Injetar lentamente. Retirar a seringa lentamente até a metade do comprimento da agulha e injetar para anestesiar o Nervo Lingual. Aguardar 5 minutos. Técnica do bloqueio do nervo mentoniano: Localizar o forame Mentoniano. O ponto de punção é no fundo de vestíbulo, anteriormente ao forame. A agulha deve ser inserida de cima para baixo, de fora para dentro, de trás para frente. A penetração da agulha é em torno de 6mm. Aspirar e injetar. Técnica do bloqueio do nervo alveolar superior posterior: A agulha é inserida na distal do 2º molar com a agulha inclinada 45º com o plano oclusal (de baixo para cima, de frente para trás e de fora para dentro). Introduzir,aspirar e injetar lentamente. Técnica do bloqueio do nervo alveolar superior médio e anterior (nervo infra-orbitário): Localizar o forame Infra-orbitário. Inserir a agulha no fundo de sulco vestibular diretamente sobre o 1º pré-molar, distante cerca de 1 cm do osso. Orientar a seringa em direção ao forame. Avançar a agulha até tocar suavemente a projeção anterior do forame (borda sup.). Aspirar e infiltrar lentamente. Técnica do bloqueio do nervo nasopalatino: Anestesiar por vestibular. A agulha passa de vestibular para palatina, visando anestesiar a papila incisiva (periodonto de proteção). Introduzir a agulha lateralmente à papila incisiva. A profundidade de penetração será de 6 a 10 mm. Aspirar e infiltrar (1/4 de tubete é suficiente). Técnica do bloqueio do nervo palatino maior: Ponto de punção: na altura do último dente cronologicamente irrompido, entre a rafe palatina mediana e a gengiva marginal livre. Avançar a agulha até tocar o osso. Aspirar e infiltrar lentamente ( 1/4 de tubete). Técnica anestésica infiltrativa terminal: Localizar o dente a ser anestesiado. O ponto de punção é no fundo de vestíbulo. A agulha deve ser inserida de cima para baixo, de fora para dentro, de frente para traz. A penetração da agulha é em torno de 6mm. Aspirar e injetar. Cálculo se for o caso Não se aplica Anexos Não se aplica