Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

EPG 1023 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO II
Profa: MSc Elisandra Maziero. elismaziero@gmail.com
UNIDADE 5 – INDICAÇÃO DO ESTADO DE SUPERFÍCIE EM DESENHO 
TÉCNICO
5.1 – Introdução.
5.2 – Simbolos para indicação do Estado de Superfície – NBR8404
5.3 – Disposição dos Símbolos Indicativos do Estado de Superfície.
A produção de uma peça parte de materiais em estado bruto para chegar ao 
estado acabado.
O processo de fabricação, o material bruto sofre transformações de forma, 
de tamanho e de propriedades...
O desenho técnico, além de mostrar as formas e as dimensões das peças, precisa 
conter outras informações para representá-las fielmente. Uma dessas 
informações é a indicação dos estados das superfícies das peças 
Para garantir a perfeita FUNCIONALIDADE da peça, é necessário especificar 
também o ACABAMENTO das SUPERFÍCIES,
Irregularidades microgeométricas!
Conceitos sobre estado da superfície:
Acabamento:
é o grau de rugosidade observado na superfície da peça. As superfícies 
apresentam-se sob diversos aspectos, a saber: em bruto, desbastadas, alisadas 
e polidas.
� Superfície em bruto é aquela que não é usinada, mas limpa com a 
eliminação de rebarbas e saliências.
� Superfície desbastada é aquela em que os sulcos deixados pela 
ferramenta são bastante visíveis, ou seja, a rugosidade é facilmente 
percebida.
� Superfície alisada é aquela em que os sulcos deixados pela 
ferramenta são pouco visíveis, sendo a rugosidade pouco 
percebida.
� Superfície polida é aquela em que os sulcos deixados pela ferramenta 
são imperceptíveis, sendo a rugosidade detectada somente por meio 
de aparelhos.
Os graus de acabamento das superfícies são representados pelos 
símbolos indicativos de rugosidade da superfície, normalizados pela norma 
NBR 8404 da ABNT (março de 1984), baseada na norma ISO 1302. 
Processos de Fabricação.
São muitos os processos utilizados na fabricação de peças mecânicas, 
podendo ser classificados em quatro grandes grupos:
Processos de Fabricação por MOLDAGEM:
Consistem na produção de um corpo sólido a partir de um metal amorfo, 
ou seja, no estado líquido, de pó granulado ou de pasta.
Processos de Fabricação por CONFORMAÇÃO:
São processos de fabricação em que, aos poucos, modifica-se um corpo 
sólido por meio de DEFORMAÇÃO PLÁSTICA (não reversível).
Processos de Fabricação por CORTE (USINAGEM): Consistem em 
RETIRAR METAL de uma superfície por meio de uma ferramenta.
Processos de Fabricação por JUNÇÃO Consistem na união de uma ou 
mais peças.
Processos de Fabricação.
Quanto melhor o acabamento a ser obtido, maior o custo de execução da peça. 
Portanto, para não onerar o CUSTO DE FABRICAÇÃO, as peças devem 
apresentar o grau de acabamento adequado à sua função.
A escolha do processo de fabricação deve levar em conta a forma, a função, a 
natureza da superfície, o tipo de material e os meios de produção disponíveis.
RUGOSIDADE
São erros microgeométricos existentes nas superfícies das peças, provenientes
do processo de fabricação, tais como ranhuras, sulcos, estrias, escamas e 
crateras. 
Controle da rugosidade
Controle para que as irregularidades na superfície da peça não sejam maiores do 
que a tolerância dimensional especificada 
AVALIAÇÃO DA RUGOSIDADE - Ra
Rugosímetro, Perfilógrafo, Perfiloscópio, etc - que fornecem informações completas 
e precisas sobre o perfil das superfícies analisadas.
Uma agulha percorre AMOSTRAS de COMPRIMENTO da superfície verificada, é
possível obter informações numéricas e gráficas sobre o seu perfil.
Esquema de medição com rugosímetro portátil
Sistema de LINHA MÉDIA - Norma
A linha média acompanha a direção geral do perfil: áreas superiores e 
inferiores de tal forma que a SOMA das áreas superiores seja igual à soma das 
áreas superiores, no comprimento da amostra.
LA pré-definido: 
Gráfico do perfil de rugosidade da superfície avaliada
Comprimento de Amostragem Normalizado em função da Rugosidade Média.
A2 + A4 = A1 + A3
Rugosidade Média (Ra) é a média aritmética dos valores absolutos das 
ordenadas do perfil efetivo da peça em relação à linha média para um 
comprimento de amostragem LA definido, e pode ser calculado pela expressão: 
onde, Ai é a área do pico ou vale i (i = 1 até N), e LA é o comprimento da amostra. 
Para um comprimento de amostragem de 0,010 mm (LA = 10 µm).
A rugosidade média é equivalente a: 
A1 = 12 µm2, 
A2 = 16 µm2, 
A3 = 15 µm2, e 
A4 = 11 µm2
Ex.
Classes de Rugosidade
Pela NBR 8404/84 são 12 classes de rugosidade, que correspondem a 
determinados desvios médios aritméticos (Ra) expressos em mícrons (µm), como 
mostra a Tabela.
REPRESENTAÇÃO DO ESTADO DE SUPERFÍCIE EM DESENHOS TÉCNICOS
SINAIS DE ACABAMENTOS
Superfície em bruto
Superfície desbastada
Superfície alisada
Superfície polida
SINAIS ANTIGOS DE ACABAMENTOS
Representação até 1984
Essa simbologia caiu em desuso, mas deve ser conhecida, pois desenhos e/ou 
livros antigos podem ainda apresentá-la:
SINAIS ANTIGOS DE ACABAMENTOS
Representação até 1984
Representação a partir de 1984
A partir de março de 1984, a indicação dos estados de superfície em desenhos 
técnicos passou a ser regida pela NBR 8404 - Indicação do Estado de 
Superfície em Desenhos Técnicos - Procedimento, em conjunto com a NBR 
6405 - Rugosidade das Superfícies - Procedimento.
OBS. o sinal de usinagem atualizado deve ser 
desenhado com linhas estreitas, a um ângulo 
de 60º e altura de 5 mm. 
V
a
r
i
a
ç
õ
e
s
 
a
 
p
a
r
t
i
r
 
d
o
 
S
í
m
b
o
l
o
 
B
á
s
i
c
o
 
-
s
e
g
u
n
d
o
 
N
B
R
 
8
4
0
4
/
8
5
V
a
r
i
a
ç
õ
e
s
 
a
 
p
a
r
t
i
r
 
d
o
 
S
í
m
b
o
l
o
 
B
á
s
i
c
o
 
-
s
e
g
u
n
d
o
 
N
B
R
 
8
4
0
4
/
8
5
Comprimento de Amostragem (le) - NBR 6405
I
n
d
i
c
a
ç
ã
o
 
d
a
 
O
r
i
e
n
t
a
ç
ã
o
 
d
a
s
 
E
s
t
r
i
a
s
 
d
e
i
x
a
d
a
s
p
e
l
a
s
 
O
p
e
r
a
ç
õ
e
s
 
d
e
 
U
s
i
n
a
g
e
m
-
N
B
R
 
8
4
0
4
/
8
4
Proporções dos Símbolos para Indicação do Estado de Superfície -
NBR 8404/84
Os símbolos para indicação do estado de superfície são proporcionados em função
da altura (h) dos números e das letras maiúsculas usados no desenho.
Disposição dos Símbolos que indicam o Estado das Superfícies em 
Desenhos Técnicos
Os símbolos e inscrições devem estar orientados de maneira que possam ser 
lidos tanto com o desenho na posição normal, como pelo lado direito.
Se necessário, o símbolo pode ser interligado com a superfície por meio de uma 
linha de indicação. A linha de indicação deve ser provida de uma seta na 
extremidade junto à superfície.
o símbolo deve ser indicado uma vez para cada superfície e, se possível, sobre 
a vista que leva a cota ou que melhor representa a superfície:
Quando as indicações requeridas para todas as superfícies de uma peça f o r 
e m a s m e s m a s , a indicação deve constar:
a) junto à vista da peça, próximo à legenda do desenho ou no lugar previsto dentro 
da mesma.
b) atrás do número da posição da peça.
Quando as indicações requeridas para a maioria das superfícies de uma peça 
forem as mesmas elas deverão ser indicadas como anteriormente, com os 
seguintes acréscimos:
a) o estado das outras superfícies entre parêntesesb) usar um símbolo básico entre parênteses
A fim de evitar repetições de uma indicação complexa, ou onde o espaço for 
limitado, pode ser usada uma representação simplificada
O significado da representação deve ser colocado próximo à peça ou dentro da 
legenda.
Se um mesmo estado de superfície for exigido para superfícies da peça, um dos 
símbolos abaixo pode ser indicado nestas superfícies e seu significado explicado em 
outro local do desenho, como nos exemplos anteriores.
1 é o número da peça.
ao lado do número da peça, 
representa o acabamento geral, 
com retirada de material, válido 
para todas as superfícies.
N8 indica que a rugosidade máxima permitida no acabamento é de 
3,2μm (0,0032mm).
a) Que classe de rugosidade a maioria das superfícies da peça deverá receber?
b) Que outras classes de rugosidade a peça deverá receber?
c) Que tratamento a peça deverá receber?
Exercício

Mais conteúdos dessa disciplina