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QUALIDADE DE VIDA, SEGURANCA E SAUDE NO TRABALHO_av1

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Referências Bibliográficas 
SCALDELAI, Aparecida Valdinéia. Manual prático de saúde e segurança do trabalho. 2ª ed. São Paulo: Vendis, 2013.
GONÇALVES, Danielle Carvalho; GONÇALVES, Isabelle Carvalho. Manual de segurança e saúde no trabalho. 6ª ed. São Paulo: LTr, 2015. 
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem holística - segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade, preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. 2. ed. Rio de Janeiro: Atlas, 2016. Livro digital. 
SCALDELAI, Aparecida Valdinéia... et al. Manual prático de saúde e segurança no trabalho. 2ª ed. São Paulo: Yendis, 2018. 
FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Qualidade de vida no trabalho – QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. 2ª São Paulo: Atlas, 2012. Livro digital. 
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Ementa:
1. AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS QUE ENVOLVEM A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO - Evolução das teorias administrativas. 
2. O TRABALHO - As primeiras manifestações: homem x produção. - O trabalhador na visão de Taylor
3.O SIGNIFICADO DO TRABALHO - O contexto social do trabalho. - Trabalho E vida pessoa
4.QUALIDADE DE VIDA (QV) - Origem e evolução dos estudos. - As diversas abordagens da QV.
5.QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO (QVT) - Concepções evolutivas da qualidade de vida no trabalho. - Fatores relacionados com a Qualidade de Vida no Trabalho.
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6. A COMPETÊNCIA DO BEM-ESTAR ORGANIZACIONAL ((BEO) - Fatores críticos. - Mudança de cultura . 
7.MODELOS PARA AVALIAR A QVT - Principais características. - Instrumento de avaliação. 
8.AS ORGANIZAÇÕES DE TRABALHADORES - Satisfação do individuo no trabalho. - Comportamento humano. 
9.PROGRAMAS DE QVT - Etapas de implantação. - Mudança de Comportamentos. 
10.SEGURANÇA NO TRABALHO - Norma Regulamentadora (NR) - Programas de eliminação, controle e preservação da saúde no ambiente de trabalho
11. - A VISÃO HOLÍSTICA DA SEGURANÇA - Diagnóstico da segurança. - Doenças e disfunções. 
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12.GESTÃO DE RISCOS - Função controle de riscos - Diretrizes para gestão de Risco.
13. MONITORAMENTO DE SEGURANÇA - Instrumentos de monitoramento: Indicadores, auditoria e diagnostico. 
14. GESTÃO DE EMERGÊNCIAS - Política de Gestão de Emergência. - Organização para controle de emergência. 
15. GESTÃO DE RISCO NAS INTERVENÇÕES - Objeto da intervenção.
16. ANALISE E CONTROLE DE RISCOS - Mecanismo de produção de danos. - Técnicas de análise de riscos
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Visão sistêmica
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Visão Sistêmica significa em resumo, conseguir enxergar e compreender o todo por meio da análise das partes que o formam.
Pode-se definir como uma capacidade que o profissional tem que o permite ver a empresa como um todo, e diante disso consegue identificar os processos, como funcionam, como os setores se integram, como é a produção e a entrega dos produtos ou serviços ao consumidor e ao mercado.
Envolve ainda entender a relação do ambiente interno com o ambiente externo, como são feitos os acordos e passadas as informações. Assim, o profissional que tem todas essas características é visto como alguém que tem visão sistêmica.
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Visão Cartesiana 
O cartesianismo foi um movimento intelectual suscitado pelo pensamento filosófico de René Descartes (Cartesius) durante os séculos XVII e XVIII. 
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 Líder
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Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos.
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AS TEORIAS ADMINISTRATIVAS QUE ENVOLVEM A QVT
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A administração científica é um modelo de administração criado pelo americano Frederick Winslow Taylor no fim do século XIX e início do século XX e que se baseia na aplicação do método científico na administração com o intuito de garantir o melhor custo/benefício aos sistemas produtivos.
Produzir mais em menos tempo sem elevar os custos de produção.
Princípios da Administração Científica
Princípio de planejamento
Princípio de preparo dos trabalhadores
Princípio de controle
Princípio da execução
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Críticas a administração científica (AC) de Taylor são
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AC transformou o homem em uma máquina. O operário é tratado como apenas uma engrenagem do sistema produtivo, passivo e desencorajado de tomar iniciativas
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A padronização do trabalho seria mais uma intensificação deste do que uma forma de racionalizar o trabalho.
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A superespecialização do operário facilita o treinamento e a supervisão do trabalho, porém, isso reduz sua satisfação e ele adquire apenas uma visão limitada do processo
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A AC não leva em conta o lado social e humano do trabalhador. A análise de seu desempenho leva em conta apenas as tarefas executadas na linha de produção.
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A AC propõe uma abordagem científica para a administração, no entanto, ela mesma carece de comprovação científica e teve sua formulação baseada no conhecimento empírico.
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A AC se restringe apenas aos aspectos formais da organização não abrangendo por exemplo o conflito que pode haver entre objetivos individuais e organizacionais.
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A AC trata da organização como um sistema fechado sem considerar as influências externas.
Organização Racional do Trabalho (ORT)
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A Organização Racional do Trabalho (ORT) surgiu a partir da verificação de Taylor de que os operários aprendiam como executar as tarefas do trabalho através da observação de seus colegas vizinhos, levando a diferentes métodos para fazer a mesma tarefa e uma grande variedade de instrumentos e ferramentas diferentes em cada operação. (CHIAVENATO, 2003).
Administração Científica impõe uma repartição de responsabilidades: a gerência fica com o planejamento (análise do trabalho do operário e definição do método de trabalho) e a supervisão (assistência contínua ao trabalhador durante a produção), enquanto o trabalhador fica somente com a execução do trabalho. A gerência pensa e o trabalhador executa. Essa tentativa de substituir métodos empíricos e rudimentares por métodos científicos recebeu o nome de organização racional do trabalho (ORT).
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(ORT) se baseia em:
1. Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.
2. Estudo da fadiga humana.
3. Divisão do trabalho e especialização do operário.
4. Desenho de cargos e de tarefas.
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5. Incentivos salariais e prêmios de produção (dentro do conceito de "homo economicus").
6. Condições ambientais de trabalho, como iluminação, temperatura, conforto, etc.
7. Padronização de métodos e de máquinas.
8. Supervisão funcional.
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Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos.
Garante que o trabalho seja executado da melhor e mais econômica maneira possível, por meio da divisão e subdivisão de todos os movimentos necessários à execução de cada operação de uma tarefa. 
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Estudo da fadiga humana
Também é visto como o estudo dos movimentos humanos, pois é baseado na anatomia e fisiologia. Na prática, é uma consequência do estudo dos tempos e movimentos.
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Divisão do trabalho e especialização do operário
Ao analisar o trabalho dos operários e descrever o estudo dos tempos e movimentos, provocou a reestruturação das operações industriais nos Estados Unidos, eliminando movimentos desnecessários e economizando energia e tempo.
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Desenho de cargos e de tarefas
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As vantagens de se desenhar os cargos e tarefas são:
 1) Admissão de empregado com qualificações mínimas e salários menores, reduzindo os custos de produção; 2) Minimização dos custos de treinamento; 
3) Redução de erros na execução, diminuindo os refugos e rejeições; 
4) Facilidade de supervisão, permitindo que cada supervisor controle um número maior de subordinados.
3) Redução de erros na execução, diminuindo os refugos e rejeições; 
4) Facilidade de supervisão, permitindo que cada supervisor controle um número maior de subordinados.
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Incentivos salariais e prêmios de produção
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Ao estabelecer os princípios anteriores, Taylor ainda precisava que o operário colaborasse com a empresa e trabalhasse dentro dos padrões de tempo previstos, surgindo os planos de incentivos

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