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17/04/2018
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CALÇADAS EXTERNAS 
COM REVESTIMENTO 
CIMENTÍCIO
Carina M. Stolz
Calçadas Externas
◦ Calçada
◦ Parte da via, não destinada à circulação de veículos, reservada ao 
trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de 
mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins
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Calçadas Externas
◦ A importância das calçadas nas cidades
◦ A importância das calçadas nas cidades brasileiras pode ser traduzida em 
números:
• Dados da ANTP, em
2003, mostram que em
cidades com mais de 1
milhão de habitantes,
26,4% das viagens
eram realizadas a pé,
chegando a 49% em
cidades com
população entre 60
mil e 100 mil
habitantes
Calçadas Externas
◦ O que é uma calçada ideal?
◦ É aquela que garante o caminhar livre, seguro e confortável a todos os pedestres
◦ Respeita as pessoas com mobilidade reduzida porque garante a oportunidade de acesso a todos 
os cidadãos
Os itens necessários para garantir a acessibilidade
devem ser considerados durante a fase de projeto 
Inclinações máximas, rolamento 
do piso, utilização de pisos táteis, 
rampas entre outros...
Projetista deve consultar a 
legislação municipal e também a 
Norma Brasileira NBR 9050
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Calçadas Externas
Máximo 8,33%
Faixa de Serviço
Máximo 2%
Mínimo 1,20 m
Faixa Livre
Máximo 8,33%
Faixa de Acesso
RECOMENDAÇÕES: ( ABNT, NBR 9050: 2004)
▪ faixa livre ≥ 1,20m
▪ inclinação transversal da faixa livre deve ser ≤ 2%
Localização do mobiliário:
▪ as árvores, lixeiras e postes devem estar localizadas 
na faixa de serviço, não atrapalhando a faixa livre de 
pedestre
◦ Faixa de Serviço
◦ Destinada à colocação de árvores, rampas de acesso para veículos ou 
portadores de deficiências, poste de iluminação, sinalização de trânsito e 
mobiliário urbano como bancos, floreiras, telefones, caixa de correio e 
lixeiras
Calçadas Externas
Máximo 8,33%
Faixa de Serviço
Máximo 2%
Mínimo 1,20 m
Faixa Livre
Máximo 8,33%
Faixa de Acesso
RECOMENDAÇÕES: ( ABNT, NBR 9050: 2004)
▪ faixa livre ≥ 1,20m
▪ inclinação transversal da faixa livre deve ser ≤ 2%
Localização do mobiliário:
▪ as árvores, lixeiras e postes devem estar localizadas 
na faixa de serviço, não atrapalhando a faixa livre de 
pedestre
◦ Faixa Livre
◦ Destinada exclusivamente à circulação de pedestres; portanto, deve estar 
livre de quaisquer desníveis, obstáculos físicos, temporários ou 
permanente ou vegetação
◦ possuir superfície regular, firme, contínua e antiderrapante
◦ possuir largura mínima de 1,20m
◦ ser contínua, sem qualquer emenda, reparo ou fissura
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Calçadas Externas
Máximo 8,33%
Faixa de Serviço
Máximo 2%
Mínimo 1,20 m
Faixa Livre
Máximo 8,33%
Faixa de Acesso
RECOMENDAÇÕES: ( ABNT, NBR 9050: 2004)
▪ faixa livre ≥ 1,20m
▪ inclinação transversal da faixa livre deve ser ≤ 2%
Localização do mobiliário:
▪ as árvores, lixeiras e postes devem estar localizadas 
na faixa de serviço, não atrapalhando a faixa livre de 
pedestre
◦ Faixa de Acesso
◦ Área em frente ao imóvel ou terreno, onde pode estar a vegetação, 
rampas, toldos, propaganda e mobiliário móvel como mesas de bar e 
floreiras, desde que não impeçam o acesso aos imóveis. É portanto uma 
faixa de apoio às propriedades
Calçadas Externas
◦ Rebaixamento de calçada
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Calçadas Externas
◦ Sinalização tátil
Calçadas Externas
◦ Principais problemas nas calçadas
Toco de árvore 
e veículo
Degrau na 
calçada
Materiais de 
construção
Piso 
escorregadio
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Calçadas Externas
◦ Escolha dos materiais para a calçada
◦ Principais tipos de materiais para a construção dos 
passeios das calçadas
◦ Concreto desempenado ou convencional
◦ Concreto estampado
◦ Cimentado (argamassa sobre lastro de concreto)
◦ Pavimentos intertravados
◦ Placas pré-moldadas de concreto
◦ Ladrilho hidráulico
◦ Rochas naturais: miracema, mosaico português, granitos ou 
mármores não polidos, arenitos
◦ Revestimentos Cerâmicos Antiderrapantes
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Definição
◦ A calçada de concreto pode ser executada com concreto moldado in loco de 
modo convencional ou em central;
◦ Acabamento é simplesmente desempenado e vassourado.
Textura superficial por meio de vassouras de piaçava ou 
fios de nylon, aplicadas transversalmente ao eixo da pista, 
logo após o acabamento dado pelas desempenadeiras 
metálicas com o concreto ainda fresco
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Especificação
◦ A especificação das calçadas deve ser cautelosa
◦ Correto dimensionamento: determinar a carga à qual o piso será 
exposto
◦ critério fundamental para definir o traço do concreto, as juntas e o uso de 
tela soldada
◦ Resistência à compressão – fck ≥ 20 MPa 
A utilização ou não de armadura, bem como sua 
espessura, será objeto de um pré-dimensionamento 
de cargas
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Segurança na obra
◦ A segurança tem que estar sempre presente no canteiro de 
obra
◦ Devem ser utilizados equipamentos de segurança coletiva 
◦ O trecho da calçada que será executado deve ser sinalizado 
com redes de proteção, cones, bandeirolas, cavaletes ou 
fitas
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Segurança na obra
◦ É obrigatório o uso dos equipamentos de proteção individual 
(EPIs): botas, capacetes, luvas, protetores de ouvido, óculos, 
máscaras e joelheiras
◦ Além de obrigatórios por lei, estes equipamentos garantem a 
segurança do operário
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Serviços preliminares
◦ Antes de iniciar a obra, o responsável pela execução deve
conferir se a planta está adequada para as condições
do local;
◦ Deve também definir o planejamento da obra, as
ferramentas e os equipamentos necessários;
◦ A análise, o estudo e o conhecimento do projeto devem ser
feitos antes do lançamento do concreto, definindo-se todas
as interferências, como bueiros, postes e entradas de
veículos.
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦Materiais 
◦ Concreto: dosado em central com fck ≥ 20 MPa;
◦ Brita: usada na preparação do lastro para a base;
◦ Selantes: para preenchimento das juntas, podendo ser 
elastômeros pré-moldados ou mástiques vazados a frio;
◦ Lona plástica: camada impermeabilizante e redutora de 
atrito; deverá ser colocada sobre a sub-base granular, 
antes do lançamento do concreto;
◦ Produto de cura química: deve atender às normas 
ASTM C 309–07 e ASTM C 156–03.
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Seção tipo 
◦ Camadas da seção tipo:
◦ Subleito: constituído de solo natural ou proveniente de empréstimo 
(troca de solo)
◦ Deve ser compactado em camadas de 15 cm
◦ Base: constituída de material granular
◦ A camada deve ser compactada após a finalização do subleito; 
espessura mínima de 10 cm
◦ Revestimento: camada constituída por concreto
◦ Espessura mínima do concreto da calçada entre 6 e 10 cm, passando-se 
para 12 cm a 15 cm nos locais de entrada e saída de veículos 
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Seção tipo 
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Preparação do subleito
◦ Camada constituída de solo natural do local ou solo de 
empréstimo;
◦ Compactado em camadas de 15 cm; 
◦ O solo utilizado não pode ser expansível – não pode inchar na 
presença de água;◦ A superfície não deve ter calombos nem buracos.
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução –
Preparação do subleito
◦ O caimento da água deve estar de
acordo com a especificação do
projeto, no mínimo 2% para
facilitar o escoamento;
◦ A superfície deve estar na cota
prevista em projeto.
Nivelamento e compactação do subleito
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Preparação da base
◦ Camada que servirá de base para lançamento do concreto;
◦ Função de regularizar, nivelar e dar declividade; 
◦ É composta por uma camada de material granular (brita 
graduada) de, no mínimo, 10 cm para fluxo de pedestres;
◦ A espessura deve ser definida no projeto.
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução –
Preparação da base
◦ O fundamental é que o material 
esteja limpo, livre de lodo, pó e 
sujeira, e que esteja bem 
graduado, ou seja, tenha grãos 
de diversos tamanhos, 
garantindo assim que, ao 
compactá-lo, obtenha-se um 
bom arranjo
Espalhamento da camada 
de brita graduada
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Preparação da base
◦ Sobre a base serão fixadas as fôrmas de madeira ou metálicas 
com ponteiros de aço a cada um metro, de modo a suportarem, 
sem deslocamento, os esforços inerentes ao trabalho;
◦ As fôrmas devem ser calçadas em toda a sua extensão, não 
sendo permitidos apoios isolados.
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução –
Preparação da base
◦ O topo das fôrmas deverá 
coincidir com a superfície de 
rolamento prevista;
◦ Admitem-se desvios altimétricos 
de até 3 mm e diferenças 
planimétricas não superiores a 5 
mm.
Fixação das fôrmas de 
madeira
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Preparação da base
◦ As fôrmas deverão ser untadas de modo a facilitar a 
desmoldagem
A etapa de preparo da superfície pode exigir TELAS DE AÇO. A utilização 
ou não dessa armadura, bem como a bitola, é definida de acordo com o 
tráfego, sendo especificada em projeto
Evitar fissuras de retração 
Locais com tráfego de veículos
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Concreto
◦ Lançamento do concreto
◦ Espalhamento do concreto com ferramentas específicas 
que garantem maior produtividade e facilidade de 
espaçar a armadura do solo em meio ao lançamento
Lançamento e 
espalhamento do concreto
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Concreto
◦ Sarrafeamento realizado com régua metálica em 
movimentos de vaivém, até atingir superfície plana
◦ Rebaixamento do agregado com rolo rebaixador para 
garantir maior adensamento e trazer argamassa para a 
superfície
Sarrafeamento 
do concreto
Rolo 
rebaixador
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Concreto
◦ Desempeno do concreto com desempenadeira metálica 
para eliminar as depressões e ressaltos, garantindo a 
regularidade superficial
Desempeno 
do concreto
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Cura do concreto
◦ Aplicação do produto de cura química
◦ A aplicação pode ser realizada manualmente, por meio 
de pulverizadores costais
◦ A aspersão do produto deve cobrir toda a superfície
◦ A cura final será dada pela colocação de mantas têxteis 
umedecidas sobre a superfície
◦ A superfície deve ser mantida umedecida por, no 
mínimo, 7 dias, ou até a liberação da calçada ao tráfego
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Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Execução das juntas
◦ Há dois tipos de juntas:
◦ Juntas de construção: separam diversos panos de trabalho
◦ Juntas provocadas: criadas para reduzir fissuras
◦ Deve-se ter um controle rígido do tempo e profundidade de 
corte, evitando o aparecimento de trincas estruturais
Corte das 
juntas
Execução de Calçadas com Concreto 
Convencional moldado in loco
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Limpeza e abertura ao tráfego
◦ As fôrmas só poderão ser retiradas 12 horas depois da 
concretagem ou até o concreto atingir resistência mecânica 
suficiente;
◦ A liberação ao tráfego de pedestres será feita em função dos 
resultados de resistência do concreto.
70% do valor especificado em projeto
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◦ Resumo das etapas de execução
Manutenção
◦ Preventiva
◦ Lavagem mensal com jato de água e detergente neutro
◦ Corretiva
◦ Corta-se o piso de acordo com a área a ser refeita, de modo 
que este recorte funcione como uma futura junta de 
construção
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Execução de Calçadas com Concreto 
Estampado moldado in loco
Execução de Calçadas com Concreto 
Estampado moldado in loco
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Definições
◦ Ladrilho hidráulico:
◦ Placa de concreto de alta resistência ao desgaste;
◦ Constituído de cimento Portland branco ou cimento Portland, agregados, 
pigmentos e água;
◦ Superfície com textura lisa ou em relevo, podendo ser colorida;
◦ Alta resistência ao tráfego intenso, aliando características antiderrapantes.
Indicado para calçadas, praças, garagens, 
estacionamentos, rampas para automóveis
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Características
◦ A calçada de ladrilho hidráulico para ambientes externos deve 
levar em consideração os aspectos de uso:
◦ Abrasão;
◦ Tráfego de pedestres;
◦ Cadeirantes;
◦ Intempéries.
Exemplos de ladrilhos
Ladrilho 
podotátil
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Características
◦ As principais características desse tipo de piso são:
◦ Facilidade de execução e manutenção;
◦ Conforto de rolamento;
◦ Superfície antiderrapante;
◦ Conforto térmico;
◦ Rápida liberação ao tráfego;
◦ Resistência e durabilidade;
◦ Diversidade de cores e texturas.
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Especificação
◦ Resistência à tração na flexão – fctm ≥ 5,0 MPa;
◦ Espessura da placa para tráfego de pedestres: maior que 20 mm;
◦ Atender às exigências técnicas recomendadas pelas seguintes 
normas:
◦ NBR 9457: 1986 – Ladrilho Hidráulico – Especificação 
◦ NBR 9458: 1986 – Assentamento de Ladrilho Hidráulico 
◦ NBR 9459: 1986 – Ladrilho Hidráulico – Formatos e Dimensões
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Manuseio e transporte
◦ Os ladrilhos hidráulicos devem ser acondicionados em 
embalagens que protejam sua integridade física
◦ Cada palete deve ter as seguintes informações:
◦ Dimensões nominais
◦ Nome do fabricante
◦ Identificação do lote
◦ Número de peças e/ou a área correspondente
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Seção tipo
◦ Camadas da seção tipo
◦ Subleito: Constituído de solo natural ou de empréstimo
◦ Compactado em camadas de 15 cm, i≥2%;
◦ Sub-base: Constituída de material granular
◦ Compactada após finalização do subleito; espessura mínima de 5 cm
◦ Base – contrapiso: Constituída de concreto não estrutural para pedestres e de 
concreto estrutural com armadura nas entradas de veículos
◦ Espessura mínima de 10 cm
◦ Argamassa de assentamento: Argamassa colanteou convencional
◦ Revestimento: Ladrilho hidráulico
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Seção tipo
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Preparação da sub-base
◦ Camada de material granular (bica corrida ou brita graduada)
◦ Delimitar os limites da calçada com barras de contenção de madeira com 
espessura de 3 cm ou 5 cm
Barras de contenção 
de madeira
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Execução da base – contrapiso 
◦ Serve de base para assentamento das placas
◦ Função de regularizar, nivelar e dar declividade ao piso, além do suporte 
estrutural
Para pedestres: Concreto com resistência de 15 MPa
Para veículos leves (entrada de carro): concreto com 
resistência de 20 MPa, armado com tela de aço
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Execução da base – contrapiso 
◦ Umedecer a camada granular (sub-base)
◦ Aplicar o concreto na superfície (contrapiso)
◦ Compactar o concreto
◦ Deixar curar o concreto por 3 dias
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Assentamento do ladrilho hidráulico
◦ Argamassa tradicional
◦ Argamassa industrializada
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Assentamento do ladrilho hidráulico
◦ Argamassa tradicional
◦ 1:6 (cimento:areia) – consistência seca – “FAROFA” 
Estender a 
argamassa sobre a 
base e compactá-la
Espessura argamassa – 2 a 3 cm
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Assentamento do ladrilho hidráulico
◦ Argamassa tradicional
Salgamento com 
cimento 
Salgamento com 
água
Assentamento do 
ladrilho previamente 
molhado
Fixação dos 
ladrilhos com 
martelo de borracha
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Assentamento do ladrilho hidráulico
◦ Argamassa industrializada
◦ Aplicar uma camada de 6 mm de argamassa colante sobre a base 
numa área de 1 m²
◦ Raspar esta camada com desempenadeira metálica dentada
Raspagem com 
desempenadeira 
metálica dentada
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Assentamento do ladrilho hidráulico
◦ Argamassa industrializada
◦ Assentar os ladrilhos secos batendo-os com martelo de 
borracha
A argamassa colante contém retentores de 
água que evitam que a base ou o ladrilho 
roubem a água de amassamento
Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Rejuntamento das juntas
◦ Juntas com espessuras de 1 a 2 mm entre as peças
◦ Preenchimento das juntas entre as peças com rejunte de 
cimento puro ou nata especial
Rejuntamento das 
juntas entre as 
peças
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Execução de Calçadas com Ladrilho 
Hidráulico
◦ Etapas de execução – Camada de revestimento
➢ Limpeza e abertura ao tráfego
◦ Limpeza deverá ser efetuada duas semanas após o 
rejuntamento
◦ O piso da calçada deve ser escovado com água e detergente 
neutro e enxaguado
Limpeza do ladrilho 
hidráulico
◦ Resumo das etapas de execução
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Manutenção
◦ Preventiva
◦ Lavagem mensal com água e detergente neutro
◦ Corretiva
◦ Corta-se o piso de acordo com a área a ser refeita, observando a 
paginação e dimensões existentes
Manutenção 
corretiva

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