Logo Passei Direto
Buscar
Material

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Acidente vascular cerebral
(AVC)
Suporte básico de vida
Acadêmicos: Maria Eduarda Sales, Iêda rodrigues, Maria Katielly Vieira, Brenda teles, Sandy Queiroz, Leticia de morais, Atos Felipe.
 
O que é AVC?
 É uma doença cerebrovascular, caracterizada por um déficit, normalmente focal, de instalação rápida, que ocorre devido a danos localizados em algumas regiões do cérebro.
 Está entre uma das mais ocorrentes causas de morte no mundo. Estima-se que 17 milhões de pessoas sofrem desse problema anualmente, 6,5 milhões morrem e 26 milhões ficam com incapacidade permanente.
 Trata-se de uma emergência médica pré-hospitalar que quando não tratada devidamente , pode causar graves danos ao paciente.
 
O AVC é dividido em dois subtipos:
Fatores de risco
Acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI)
 O AVCI pode ser conhecido por derrame ou isquemia cerebral, que quando não leva a óbito, deixa sequelas que podem ser leves ou graves. 
 A cada 6 segundos uma pessoa morre decorrente de AVC, logo é fundamental a prevenção através do controle da pressão arterial a níveis inferiores a 120X80 mmHg, do diabetes e dos níveis de colesterol no sangue. 
 Os pacientes que apresentarem problemas cardíacos devem fazer acompanhamento médico regular, é importante a realização de exercícios físicos regulares e manter uma alimentação equilibrada.
Sintomas
Fraqueza ou dormência em um lado do corpo;
Dificuldade para falar e entender palavras simples;
Tontura;
Dificuldade para andar, enxergar e engolir;
Perda da força da musculatura;
Dor de cabeça intensa;
Perda da coordenação motora;
Fisiopatologia do AVC: Área de penumbra à zona de necrose:
 O evento-base para a ocorrência do AVC isquêmico é a redução do fluxo sanguíneo cerebral. Essa redução levará a isquemia e consequente morte neural por necrose. 
 Existem áreas onde a isquemia mais ou menos grave. A zona de necrose é a área mais afetada, onde ocorre morte neuronal em minutos devido a um fluxo sanguíneo cerebral extremamente pequeno.
 Na penumbra isquêmica o dano celular é menos intenso, por existir aporte arterial residual, mantendo um pouco de fluxo sanguíneo. Mas, ainda assim, ocorrerá morte neuronal em algumas horas se nada for feito.
Como ocorre o atendimento?
 O tempo sugerido para diagnóstico do paciente com AVCI, da entrada no serviço de emergência até a confirmação dos exames, deve ser no máximo 45 minutos. 
 Deve ser realizados exames de imagem tomografia ou ressonância magnética, além disso, é primordial a realização de exames complementares como eletrocardiograma, ecocardiograma, ultrassom doppler de carótida, doppler transcraniano e exames laboratoriais, para identificar a causa da isquemia. 
Tratamento ( AVCI)
 O tratamento compreende-se a administração de um tipo de medicamento trombolítico que dissolve o coágulo e normaliza o fluxo sanguíneo no cérebro, mas esse medicamento deve ser aplicado em até 4 horas e 30 minutos do início dos sintomas aumentando as chances de recuperação e reduzindo as sequelas e índice de mortalidade.
 Pode ser realizado também o cateterismo cerebral, que consiste na aplicação da medicação diretamente no interior do coágulo para a destruição do trombo.
 
Acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH)
 Caracteriza-se pelo sangramento em uma parte do cérebro, pode ocorrer para dentro do cérebro ou tronco cerebral (acidente vascular cerebral hemorrágico intraparenquimatoso) ou para dentro das meninges (hemorragia subaracnóidea). 
 A hemorragia intraparenquimatosa é a mais comum de hemorragia cerebral ocorrendo cerca de 15% em todos os casos de AVC. Acontece sobretudo em decorrência da hipertensão arterial ou de uma doença chamada de angiopatia amilóide, nesta doença as paredes das artérias cerebrais ficam mais delicadas e se rompem, causando o sangramento. 
 O AVCH representa 10 a 15% de todos os acidentes vasculares cerebrais. Logo, é necessário a prevenção sendo realizada controle da pressão arterial que deve manter-se a níveis inferiores a 120X80 mmHg e evitar o consumo exagerado de álcool que é um fator de risco para essa doença.
Tratamento e Observações (AVCH) 
 Através de exames de neuroimagem (tomografia de crânio ou ressonância magnética) pode dá-se o diagnóstico. Assim, diante da suspeita clínica imediatamente na chegada ao hospital, esses exames demonstram a localização e o tamanho da hemorragia. 
 O tratamento pode ser cirúrgico ou clínico, vai depender do volume da lesão, da localização e do estado do paciente.
 Todo paciente que manifeste déficit neurológico agudo deve ser avaliado quanto à possibilidade de AVE (Acidente Vascular Encefálico), seja o déficit focal, como uma perda de força ou sensação em determinada região do corpo, seja difuso, como alteração do estado mental.
 Um aspecto importante consiste em diferenciar o momento em que o paciente foi visto normal pela última vez do momento em que os sintomas foram descobertos, visto que esta diferenciação contribui para o tratamento do paciente. 
 ESCALA DE CINCINNATI
 A escala identifica 3 pontos simples que podem indicar se o paciente está tendo um AVC. Os três pontos da escala são:
 1. Assimetria facial: Solicitar ao paciente para sorrir.
Normal: Ambos os lados do rosto se movem igualmente.
Anormal: Um dos lados do rosto não irá se mover tão bem quanto o outro.
 2. Movimentos do corpo: solicitar ao paciente para mover membros pares, como braços e pernas.
Normal: os dois membros se movem igual
Anormal: Um dos membros não se move, ou cai mais rápido que o outro.
 3. Fala: Pede-se para o paciente falar frases que contenham trava línguas como " O rato roeu a roupa do rei de Roma"
Normal: Fala corretamente, sem embolar, com pronúncia clara.
Anormal: Troca palavras, fala embolado.
 Pacientes que apresentam pelo menos 1 anormalidade dentre esses 3 pontos tem mais de 70% de chance de ter um AVC isquêmico, e se houver anormalidade nos 3 pontos a chance sobe para mais de 80%
Grau de Dependência em Doentes que sofreram AVC
 A doença cerebro-vascular é uma ameaça à qualidade de vida na velhice não só pela sua elevada incidência e mortalidade, mas também pela alta morbilidade que causa, implantando-se frequentemente em pessoas já com problemas físicos e/ou mentais. 
 Cerca de 10% dos indivíduos que sofreram um AVC ficam totalmente incapazes.
 Somente em 30% é recuperada a função neurológica anterior, embora este grupo apresente um risco de recidiva de 20% por ano.
 É também responsável por um elevado número de internamentos e por alterações de papéis na família, bem como por um desgaste económico e psicológico em todo agregado familiar.

Mais conteúdos dessa disciplina