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Prévia do material em texto

Equipe Professor Rômulo Passos | 2015 
 
CURSO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM P/ 
PREFEITURA DE JABOATÃO DOS GUARARAPES 
CARGO 413 - ENFERMEIRO 
13 AULAS - TEORIA E QUESTÕES COMENTADAS 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Aula nº 3 – Imunização e Saúde da Criança e do Adolescente. 
 
 
Amigo(a)! 
 
Seja bem-vindo (a) mais uma aula do nosso Curso Específico de Enfermagem para 
Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes. 
Seguindo a mesma linhagem das aulas anteriores, faremos a abordagem teórica e 
questões. 
Mantenha a fé e determinação. A sua aprovação depende de seu envolvimento e 
disciplina. 
 
Profº. Rômulo Passos 
Profª. Cássia Móesia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
1 - Sala de Vacina 
 Vejamos abaixo algumas orientações importantes para fins de concurso sobre a Sala de 
Vacina: 
- Colocar o equipamento distante de fonte de calor, como estufa e autoclave, e fora do 
alcance de raios solares; 
- Nivelar os equipamentos adequadamente; 
- Afastar o refrigerador da parede, pelo menos 20 cm, de modo a permitir a livre 
circulação do ar; 
- Usar tomada exclusiva para cada equipamento, é proibido o uso de "T"; 
- Os equipamentos devem permanecer com a temperatura interna preferencialmente 
de +5ºC, ponto ideal, mínima de +2º C e máxima de +8º C. 
- Verificar a temperatura 3 vezes ao dia, registrando-a no formulário de Controle de 
Temperatura, afixado na porta do equipamento. Algumas fontes pode recomendar a leitura 
apenas duas vezes ao dia. Cuidado! 
- Usar os equipamentos, única e exclusivamente para conservar imunobiológicos; 
- Certificar-se de que a porta está vedando adequadamente. Usando uma tira de papel 
com 3 cm de largura aproximadamente coloca-se entre a borracha da porta e o equipamento, 
se ao puxar o papel a borracha apresentar resistência, a vedação está adequada. Este teste deve 
ser feito em vários pontos da porta, especialmente nos quatro ângulos; 
Não é recomendada a utilização de refrigerador ‘duplex’ em sala de vacina, pois este 
tipo de equipamento não mantém a temperatura preconizada, uma vez que os dois 
compartimentos estão separados e a câmara de estoque de imunobiológicos não possui 
evaporador. Logo, a questão está incorreta; 
A limpeza do refrigerador é um procedimento importante para manter as condições 
ideais de conservação dos imunobiológicos. Deve ser feita a cada 15 dias ou quando a 
camada de gelo do congelador atingir 0,5 cm. 
Após a limpeza do refrigerador, as portas devem ser mantidas fechadas por um período 
de uma a três horas (dependendo do tipo de refrigerador). 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
 Mas, cuidado! Antes de recolocar os imunobiológicos na geladeira, deve-
se verificar se a temperatura interna está entre +2 ºC e +8 ºC, sendo ideal +5 ºC. 
 
Em caso de falta de energia elétrica no prazo superior a quatro ou seis horas, os 
imunobiológicos devem ser retirados do refrigerador e colocados em uma caixa térmica até o 
retorno da energia elétrica. Por conseguinte, a questão está incorreta. 
As bandejas com imunobiológicos devem ser colocadas nas prateleiras, da seguinte 
maneira: 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Amigo(a), é importante destacar que, na porta e na gaveta da parte de baixo do 
refrigerador, não se deve colocar imunobiológicos, pois quando a porta é aberta estas áreas 
são as primeiras a sofrerem o impacto da temperatura ambiente. 
O controle da temperatura dos equipamentos que armazenam imunobiológicos em todas 
as instâncias da rede de frio é feito mediante a verificação sistemática dos termômetros. 
Na sala de vacinação, nos postos de vacinação fixos e volantes, por ocasião das 
atividades extramuros em campanhas, intensificações e bloqueios, bem como no transporte, 
os imunobiológicos devem ficar entre +2 ºC e +8 ºC (ideal + 5 ºC), que é a temperatura a ser 
mantida no interior do refrigerador e de caixas térmicas. 
Para verificar e controlar a temperatura, são utilizados os seguintes termômetros: 
 Termômetro analógico de momento e de máxima e mínima (capela); 
 Termômetro digital de momento e de máxima e mínima, com cabo extensor; 
 Termômetro digital de momento e de máxima e mínima, com cabo extensor e dois visores; 
 Termômetro analógico de cabo extensor; 
 Termômetros a laser. 
! 
O termômetro linear fornece apenas a temperatura do momento. Por isso, seu uso não é 
aconselhável para o monitoramento da temperatura no interior dos refrigeradores ou de caixas 
térmicas. 
O termômetro mais recomendado para ser usado nos equipamentos da rede de frio é o 
de momento e de máxima e mínima, pois pode-se verificar a temperatura máxima, a 
temperatura mínima ocorrida em um espaço de tempo e a temperatura no momento da 
verificação. 
 A título de exemplo, vamos verificar como funciona o termômetro analógico de 
momento e de máxima e mínima (capela). 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
O termômetro analógico de momento e de máxima e mínima (ver figura abaixo) contém 
duas colunas verticais de mercúrio com escalas inversas. É utilizado para verificar as 
variações de temperatura, num período de tempo preestabelecido, oferecendo três tipos de 
informação: 
 a temperatura mínima (mais fria); 
 a temperatura máxima (mais quente); e 
 a temperatura do momento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O termômetro de aferição da temperatura máxima e mínima deve permanecer sempre na 
posição vertical. Isso é obvio! Por isso, a questão está incorreta. 
 
 
 
 
Figura - Termômetro analógico de momento e de máxima e mínima – capela (Brasil, 2001). 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Vejamos uma questão sobre o tema: 
1. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) Na primeira prateleira da geladeira de 
vacinas devem ser armazenados os imunobiológicos que _______ ser submetidos à 
temperatura negativa. As vacinas contra ________ e __________ são exemplos de 
imunobiológicos que devem ser armazenados na primeira prateleira. Assinale a alternativa 
que completa correta e respectivamente as lacunas. 
a) Não podem / Pneumococo / Vacina oral da poliomielite. 
b) Não podem / BCG / Febre Amarela. 
c) Podem / Dupla Adulto / Hepatite B. 
d) Podem / Febre Amarela / SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola). 
COMENTÁRIOS: 
São exemplos de imunobiológicos que podem ser armazenados na primeira prateleira 
da geladeira de estocagem de vacinas: vacina poliomielite; vacina sarampo, caxumba, 
rubéola (tríplice viral); vacina sarampo e rubéola (dupla viral) e vacina febre amarela. 
Nessa tela, o gabarito é a letra D. 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
2 - Vacina BCG 
A vacina BCG (bacilo de Calmette e Guerin) é indicada para prevenir as formas graves 
da tuberculose (miliar e meníngea) nos menores de cinco anos, mais frequentemente nos 
menores de um ano. 
A vacina é administrada nas primeiras 12 horas de vida, preferencialmente na 
maternidade ou na primeira visita do bebê à unidade de saúde, considerando que quanto 
menor a idade maior a eficácia da vacina. 
Atenção! 
Na rotina dos serviços, a vacina é disponibilizada para crianças até 4 anos 11 meses e 
29 dias ainda não vacinadas. 
Crianças vacinadas na faixa etária preconizada que não apresentam cicatriz vacinal após 
6 meses da administração da vacina, revacinar apenas uma vez. 
A vacina BCG é administrada por via intradérmica. O volume de cada dose 
correspondea 0,1 ml, rigorosamente, para evitar complicações. 
Em síntese, temos que: 
 
 
Como deve ser a vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV? 
 
 crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais 
precocemente possível até os 18 meses de idade, se assintomáticas e sem sinais 
de imunodeficiência; 
 crianças com idade entre 18 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias, não vacinadas, 
somente podem receber a vacina BCG após sorologia negativa para HIV; para 
estes indivíduos, a revacinação é contraindicada; 
 a partir dos 5 anos de idade, indivíduos portadores de HIV não devem ser 
vacinados, mesmo que assintomáticos e sem sinais de imunodeficiência. 
Entretanto, os portadores de HIV que são contatos intradomiciliares de 
paciente com hanseníase devem ser avaliados do ponto de vista imunológico 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
para a tomada de decisão. Pacientes sintomáticos ou assintomáticos com 
contagem de LT CD4+ abaixo de 200/mm
3
 não devem ser vacinados. 
Atenção! A administração da vacina BCG deve ser adiada quando a 
criança apresentar peso inferior a 2 kg, devido à escassez do tecido cutâneo 
(panículo adiposo) e quando apresentar lesões lesões graves de pele. 
 
A vacina BCG é utilizada, também, para a pessoa que é comunicante de paciente de 
hanseníase (contato intradomiciliar), com o objetivo de propiciar proteção cruzada contra a 
doença, adotando esquema diferenciado. 
O esquema de vacinação com a BCG corresponde a uma dose, a partir do nascimento. 
Fique Ligado! 
 Na ausência da cicatriz, é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose 
(intervalo mínimo); 
 A revacinação, no entanto, só pode ser feita até uma vez, já que a ausência de cicatriz 
não significa necessariamente que a pessoa não está imunizada; 
 Os recém-nascidos contatos de indivíduos bacilíferos deverão ser vacinados somente após 
o tratamento da infecção latente da tuberculose ou a quimioprofilaxia. 
 Ao administrar dose adicional em contato de paciente de hanseníase, respeite o intervalo 
de seis meses da dose anterior. Administre um pouco acima (± 1 cm) da cicatriz existente. 
 Em gestante contato de indivíduo portador de hanseníase, a vacinação com BCG deve ser 
adiada para depois do parto. 
 A realização do teste tuberculínico é dispensável, antes ou depois da administração da 
vacina BCG, inclusive para os contatos de pacientes de hanseníase. 
No caso de contato intradomiciliar de paciente com diagnóstico de hanseníase, que 
não apresenta sinais e sintomas, independente de ser paucibacilar (PB) ou multibacilar (MB), 
o esquema de vacinação deve considerar a história vacinal do contato, da seguinte forma: 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
 
Notas sobre a administração da vacina BCG: 
 A administração da vacina é feita na região do músculo deltóide, no nível da inserção 
inferior, na face externa superior do braço direito. 
 O uso do braço direito tem por finalidade facilitar a identificação da cicatriz em 
avaliações da atividade de vacinação. 
 O bisel da agulha deve estar voltado para cima; 
 A seringa deve formar com o braço um ângulo de 15º; 
 A dose da vacina deve ser de 0,1ml, exatamente; 
 O procedimento correto na introdução da agulha no local indicado (formando um 
ângulo de 15º) e a administração da dose exata (0,1ml) previnem complicações. 
 
 Figura - Visualização da pápula após a vacinação com a BCG (SESAB, 2011). 
 
Menores de 1 ano de idade 
•Não vacinados: administrar 
uma dose de BCG. 
•Comprovadamente 
vacinados: não administrar 
outra dose de BCG. 
•Comprovadamente vacinados 
que não apresentem cicatriz 
vacinal: administrar uma dose 
de BCG seis meses após a 
última dose. 
A partir de 1 ano de idade 
•Sem cicatriz: administrar uma 
dose 
•Vacinados com uma dose: 
administrar outra dose de 
BCG, com intervalo mínimo 
de seis meses após a dose 
anterior. 
•Vacinados com duas doses: 
não administrar outra dose de 
BCG. 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
 
Notas sobre a administração intradérmica: 
 
 Quando necessário, a limpeza da pele deve ser feita com água e sabão; 
 O álcool comum não deve ser utilizado pela sua baixa volatilidade (demora a secar) e 
pelo baixo poder antisséptico; 
 Na injeção intradérmica, especialmente, o uso do álcool não é indicado para evitar uma 
possível interação com o líquido injetável, em face da presença dos poros e pelo fato de o 
líquido ser depositado muito próximo da epiderme. 
 Em situações excepcionais, quando não houver água e sabão (vacinação na zona rural e 
em ambiente hospitalar), utilizar o álcool a 70%; 
 Quando for utilizado o álcool a 70% manter a fricção da pele por 30 segundos e, em 
seguida, esperar mais 30 segundos para a secagem e, só então, administrar o 
imunobiológico. 
 
Eventos adversos 
 
A vacina BCG-ID pode causar eventos adversos locais, regionais ou sistêmicos, que na 
maioria das vezes são decorrentes do tipo de cepa utilizada, da quantidade de bacilos 
atenuados administrada, da técnica de aplicação e da presença de imunodepressão congênita 
ou adquirida. 
Dependendo de localização, extensão e gravidade, as complicações podem ser 
classificadas da seguinte forma: 
 
- Lesões locais e regionais mais frequentes 
 
a) úlcera com diâmetro maior que 1cm; 
b) abscesso subcutâneo frio; 
c) abscesso subcutâneo quente; 
d) linfadenopatia regional supurada; 
e) cicatriz quelóide; 
f) reação lupóide. 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Obs.: Os eventos adversos locais e regionais (úlcera com diâmetro maior que 1cm, abscesso e 
linfadenopatia regional supurada) são decorrentes, na maioria dos casos, de técnica incorreta 
na aplicação da vacina. 
 
- Lesões resultantes de disseminação 
 
Podem ser localizadas ou generalizadas e sua incidência é bastante rara. 
a) lesões localizadas 
• em pele; 
• osteoarticulares; 
• em linfonodos; 
• em um único órgão. 
 
b) lesões generalizadas, acometendo mais de um órgão. 
 
Agora, vejamos algumas questões sobre o tema: 
2. (HU-UFPI/EBESERH/IADES/2012) A vacina BCG (Bacilo Calmette – Guérim) é usada 
na prevenção contra tuberculose, e está recomendada no calendário básico da criança da rede 
do Sistema Único de Saúde - SUS. Sobre o tema, assinale a alternativa correta. 
a) Uma dose de vacina BCG deve ser repetida na ausência de cicatriz em crianças menores de 
5 (cinco) anos. 
b) Os contatos de portadores intradomiciliares de hanseníase maiores de 1 (um) ano 
necessitam de uma segunda dose de BCG. 
c) Pode-se administrar a terceira dose de BCG em pessoas em contato intradomiciliar com 
portadores de hanseníase, porém, somente quando não apresentar cicatriz. 
d) A vacina é contraindicada para crianças portadoras de HIV no nascimento. 
e) Podem ser vacinados com BCG os menores de 36 semanas. 
COMENTÁRIOS: 
Após apresentação dos principais aspectos da vacina BCG, vamos analisar cada 
assertiva da questão: 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Item A. Correto. Uma dose de vacina BCG deve ser repetida na ausência de cicatriz 
em crianças menores de cinco anos (4 anos, 11meses e 29 dias). 
Item B. Incorreto. Vejamos as regras sobre a vacinação de contatos de portadores de 
hanseníase: 
 
Portanto, os contatos de portadores intradomiciliares de hanseníase maiores de um ano 
não necessitam obrigatoriamente de uma segunda dose de BCG. Por exemplo, caso o 
contato domiciliar tenha duas cicatrizes, não é necessário outra dose da BCG. 
Ressaltamos ainda que: 
 É necessário manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina; 
 Os contatos com duas doses não administrar nenhuma doseadicional; 
 Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos íntimos de 
portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. 
Item C. Incorreto. A revacinação da BCG só pode ser feita até uma vez, já que a 
ausência de cicatriz não significa necessariamente que a pessoa não está imunizada. Nesse 
sentido, não se pode administrar a terceira dose de BCG em pessoas em contato 
intradomiciliar com portadores de hanseníase, mesmo quando não apresentar cicatriz. 
 
 
 
Menores de 1 ano de idade 
•Não vacinados: administrar 
uma dose de BCG. 
•Comprovadamente 
vacinados: não administrar 
outra dose de BCG. 
•Comprovadamente vacinados 
que não apresentem cicatriz 
vacinal: administrar uma dose 
de BCG seis meses após a 
última dose. 
A partir de 1 ano de idade 
•Sem cicatriz: administrar uma 
dose 
•Vacinados com uma dose: 
administrar outra dose de 
BCG, com intervalo mínimo 
de seis meses após a dose 
anterior. 
•Vacinados com duas doses: 
não administrar outra dose de 
BCG. 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
Item D. Incorreto. A vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV é feita da seguinte 
forma: 
 
 crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais 
precocemente possível até os 18 meses de idade, se assintomáticas e sem 
sinais de imunodeficiência; 
 crianças com idade entre 18 meses e 4 (quatro) anos 11 meses e 29 dias, não 
vacinadas, somente podem receber a vacina BCG após sorologia negativa para 
HIV; para estes indivíduos, a revacinação é contraindicada; 
 a partir dos 5 anos, indivíduos portadores de HIV não devem ser vacinados, 
mesmo que assintomáticos e sem sinais de imunodeficiência. 
Atenção! Crianças filhas de mãe com HIV positivo, menores de 18 meses de idade, mas que 
não apresentam alterações imunológicas e não registram sinais ou sintomas clínicos indicativos de 
imunodeficiência, podem receber todas as vacinas dos calendários de vacinação e as disponíveis no 
Crie o mais precocemente possível. 
Portanto, em certos casos, a vacina não é contraindicada para crianças portadoras de 
HIV no nascimento. 
Item E. Incorreto. A vacina BCG deve ser administrada o mais precoce possível, 
preferencialmente após o nascimento. Contudo, nos prematuros com menos de 36 
semanas, é recomendável administrar a vacina após completar um mês de vida 
e atingir 2 Kg. 
Verificamos claramente que a alternativa correta é a letra A. Todavia, essa questão 
poderia ter sido anulada, pois a letra B foi redigida de forma incompleta e induziu o candidato 
ao erro. 
 
3. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Sobre a vacina BCG, assinale a alternativa 
correta. 
a) A vacina BCG é administrada com a finalidade principal de prevenir as formas graves da 
meningite. 
b) A idade de vacinação recomendada é a partir de 02 meses de vida, ou peso superior a 3,0 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
kg. 
c) A vacina BCG é preparada com vírus vivos, a partir de cepas atenuadas do Mycobacterium 
bovis. 
d) Na ausência da cicatriz vacinal é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose. 
e) A realização do teste tuberculínico é indispensável, antes da administração da vacina BCG. 
COMENTÁRIOS: 
Vamos corrigir cada uma das assertivas: 
Item A. A vacina BCG é administrada com a finalidade principal de prevenir as formas 
graves da tuberculose, e não meningite. 
Item B. A idade de vacinação recomendada é a partir do nascimento. Em crinças com 
peso inferir a 2,0 kg, deve ser adiada. 
Item C. A vacina BCG é preparada com bactéria atenuada do Mycobacterium bovis. 
Item D. Na ausência da cicatriz vacinal é indicada a revacinação seis meses após a 
primeira dose. 
Item E. A realização do teste tuberculínico é recomendada em casos específicos, não 
sendo indispensável antes da administração da vacina BCG. 
Diante do exposto, a resposta só pode ser a letra D. 
 
4. (Prefeitura de Várzea Alegre – CE/2014/URCA) De acordo com BRASIL (2012), as 
orientações importantes para administração da BCGID na criança, são, EXCETO: 
a) Para os prematuros com menos de 36 semanas, administre a vacina depois que eles 
completarem 1 mês de vida e atingirem 2 Kg. 
b) Contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase menores de 1 ano de idade 
comprovadamente vacinados não necessitam de outra dose da BCG. 
c) Para as crianças HIV positiva, ainda não vacinadas que chegam a unidade de saúde a 
vacina está indicada. 
d) Para contatos com duas doses, não se deve administrar nenhuma dose adcional. 
COMENTÁRIOS: 
A vacinação BCG de indivíduos expostos ao HIV é feita da seguinte forma: 
 crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
precocemente possível até os 18 meses de idade, se assintomáticas e 
sem sinais de imunodeficiência; 
 crianças com idade entre 18 meses e 4 (quatro) anos 11 meses e 29 dias, não 
vacinadas, somente podem receber a vacina BCG após sorologia negativa 
para HIV; para estes indivíduos, a revacinação é contraindicada; 
 a partir dos 5 anos, indivíduos portadores de HIV não devem ser vacinados, 
mesmo que assintomáticos e sem sinais de imunodeficiência. 
A alternativa C é a incorreta. Veja que para as crianças, ainda não vacinadas, que 
chegam a unidade de saúde a vacina está indicada apenas na seguinte situação: quando 
crianças filhas de mãe HIV positiva podem receber a vacina o mais precocemente possível 
até os 18 meses de idade, se assintomáticas e sem sinais de imunodeficiência. 
 
 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
3 - Vacinas Pentavalente, Tríplice Bacteriana (DTP), Difteria e 
Tétano (DT) 
 
Desde o 2º semestre de 2012, a nova vacina pentavalente agregou duas vacinas que 
eram administradas separadamente: a tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche, e 
outras infecções pelo Haemophilus influenza tipo b) e a vacina contra a hepatite B. 
 
 
Além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina tríplice 
bacteriana - DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro reforço deverá ser administrado 
aos 15 meses e o segundo reforço aos 4 anos de idade. Os recém-nascidos continuam a 
receber a primeira dose da vacina hepatite B nas primeiras 24 horas de vida, 
preferencialmente nas primeiras 12 horas, para prevenir a transmissão vertical. Ou seja, há 
uma dose da vacina hepatite B (monovalente) cujo público alvo são as crianças com até 30 
dias de vida, bem como outras crianças que já tinham esquema completo para tetravalente, 
mas não tinham para a Hepatite B. 
Como era antes? 
1 - Tetravalente (contra difteria, coqueluche, tétano e outras infecções por 
Haemophilus influenza b) - vacina injetável em três doses (2, 4 e 6 meses). Reforço da tríplice 
bacteriana (incluída na tetravalente) aos 15 meses e aos 4 anos. 
Segue o antigo calendário da vacina tetravalente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço da 
tríplice bacteriana (DTP) aos 15 meses -> reforço da tríplice bacteriana (DTP) aos 4 anos. 
2 - Hepatite B - vacina injetável aplicada ao nascer (ou na primeira visita à unidade de 
saúde), com 1 mês de vida e novamente aos 6 meses. 
Segue o antigo calendário da vacina contra hepatite B: ao nascer -> 1 mês -> 6 meses. 
 
Meus amigos, como é a regra atual do calendário de vacinação da 
pentavente e hepatite B? 
Vacina 
Pentavalente 
tetravalente (contra difteria, 
tétano, coqueluche e outras 
infecções pelo Haemophilus 
influenza tipo b); 
vacina contra a hepatite B. 
Curso Específico de Enfermagem - Enfermeiro (AOCP)|Jaboatão dos Guararapes – PE (2015) 
 
 
 
 
1 - Pentavalente (contra hepatite B, difteria, coqueluche, tétano e outras infecções por 
Haemophilus influenza b)- vacina injetável aos 2, 4 e 6 meses. Reforço da tríplice bacteriana 
aos 15 meses e aos 4 anos. 
Segue o calendário da vacina pentavalente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> reforço da tríplice 
bacteriana (DTP) aos 15 meses -> reforço da tríplice bacteriana (DTP) aos 4 anos. 
2 - Hepatite B - com a inclusão na pentavalente, passa a ser aplicada sozinha apenas na 
criança ao nascer, de forma injetável, para evitar a transmissão vertical. 
Segue o calendário da hepatite B: ao nascer, podendo ser feita até o primeiro mês de vida da 
criança. Outras três doses dessa vacina foram incluídas na pentavalente (2, 4 e 6 meses). 
Atenção! Adolescente e adultos que não apresentam o esquema vacinal 
completo contra hepatite B (três doses) deverão seguir as regras anteriores, ou 
seja, devem receber até três doses. 
 Em síntese, a pentavalente é composta pela vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis
1
, 
hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae tipo b (conjugada) - DTP/HB/Hib
2
. É 
indicada para imunização ativa de crianças a partir de dois meses de idade. 
 
O Ministério da Saúde adquiriu a vacina pentavalente (DTP/HB/Hib) de dois 
laboratórios produtores, Novartis/Berna e Serum Institute of India Ltd. 
A vacina combinada é inteiramente líquida na forma de suspensão injetável apresentada 
em frasco ou ampola contendo 1 dose de 0,5mL. 
 
1
 Pertússis, coqueluche ou tosse convulsa é uma doença altamente contagiosa e perigosa para crianças causada 
pelas bactérias Gram-negativas Bordetella pertussis e Bordetella parapertussis (geralmente com sintomas mais ligeiros), 
que causa tosse violenta contínua e dolorosa. A patologia é prevenível por vacinação. 
2
 Vacina pentavalente (DTP - difteria, tétano e coqueluche + HB - hepatite B + Hib - Haemophilus influenzae tipo b). 
Vacina 
Pentavalente 
Triplice Bacteriana (DTP) 
difteria 
tétano 
coqueluche (pertussis) 
hepatite B 
Haemophilus influenzae 
tipo b (conjugada) 
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A vacinação básica consiste na aplicação de 3 doses, com intervalo de 60 dias (mínimo 
de 30 dias), a partir de 2 meses de idade. E indicada para a vacinação de crianças menores de 
5 anos de idade como dose do esquema básico. 
Os dois reforços necessários serão realizados com a vacina DTP (difteria, tétano e 
pertussis). O primeiro reforço aos de 15 meses de e o segundo reforço aos 4 anos. A idade 
máxima para aplicação da DTP é de 6 anos 11meses e 29 dias. 
Ressalta-se também que fará parte deste esquema, para os recém-nascidos, a primeira 
dose nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas, com a vacina hepatite 
B (recombinante). 
A vacina pentavalente (DTP/HB/Hib) deve ser administrada na dose de 0,5 mL por via 
intramuscular, no vasto lateral da coxa, em crianças menores de 2 anos de idade e na região 
deltóide nas crianças acima de dois anos de idade. 
Pode, ainda, ser administrada na região ventro glútea, por estar livre de estruturas 
anatômicas importantes (não apresenta vasos sanguíneos ou nervos significativos), sendo 
indicada para qualquer faixa etária. 
A vacina não deve ser administrada região dorso glútea, devido ao risco de lesão do 
nervo ciático e a possibilidade de injetar a vacina em gordura, em vez de músculo. 
Atenção! A vacina pentavalente é contraindicada para pessoas com 7 anos de idade ou 
mais. 
Em suma, temos o seguinte: 
 
A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis, conhecida como tríplice bacteriana 
(DTP), é indicada para a administração das duas doses de reforço, quando foi usada a vacina 
pentavalente no esquema básico. 
O objetivo da vacinação é prevenir contra a difteria, o tétano e a coqueluche (ou 
pertussis). 
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A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é uma associação dos toxóides diftérico e 
tetânico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidróxido de alumínio como adjuvante e 
o timerosal como preservativo. 
A vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis é indicada para o reforço 
do esquema básico, que, de modo geral, corresponde a uma dose com intervalo mínimo de 
seis meses depois da vacinação básica (pentavalente). Um segundo reforço é dado entre quatro 
anos e seis anos, 11 meses e 29 dias, preferencialmente aos 4 anos. 
Atenção! A vacina pentavalente é administrada aos 2, 4 e 6 meses. Em regra, 
o reforço da tríplice bacteriana (DTP) é feito aos 15 meses e aos 4 anos. 
Ao indicar a vacinação com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), 
considerar as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema. 
Vejamos algumas observações sobre a DTP: 
 O reforço pode ser administrado em qualquer idade (até os seis anos, onze meses e 29 
dias), observando-se um intervalo mínimo de seis meses após a última dose da 
vacinação básica (pentavalente); 
 Se o esquema básico não for iniciado ou completado até a idade de seis anos, onze 
meses e 29 dias, as doses necessárias serão aplicadas com a vacina adsorvida difteria e 
tétano adulto (DT) em lugar da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP); 
 Caso a criança esteja com quatro anos ou mais e não tenha recebido o primeiro reforço, 
não é necessário administrar dois reforços, mas apenas um na ocasião do atendimento, 
seguindo-se o esquema de uma dose da vacina difteria e tétano adulto, a cada 10 anos. 
A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) é administrada por via 
intramuscular profunda. 
Em regra, a vacina tríplice bacteriana (DTP) deve ser administrada na dose de 0,5 mL 
por via intramuscular profunda, no vasto lateral da coxa, em crianças menores de dois anos de 
idade e na região deltóide nas crianças acima de dois anos de idade. 
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Em resumo: 
 
 
 A vacina adsorvida difteria e tétano (dT) adulto é constituída pelos toxóides diftérico e 
tetânico. 
É indicada a partir dos sete anos de idade, inclusive para adolescentes e adultos 
conforme calendários específicos, com o objetivo de prevenir o tétano e a difteria. A 
vacinação de mulheres em idade fértil (12 a 49 anos) e gestantes visa, principalmente, a 
prevenção do tétano neonatal. 
A vacina adsorvida difteria e tétano adulto é administrada nos maiores de sete anos para 
os reforços do esquema básico e para aqueles que não tenham recebido as vacinas 
pentavalente e tríplice bacteriana (DTP), ou que tenham esquema incompleto dessas vacinas. 
O esquema básico da adsorvida difteria e tétano adulto (dT) corresponde a três doses 
com intervalo de 60 dias entre as doses. Esse esquema é feito para as pessoas que não 
estiverem com o esquema completo da pentavalente e tríplice bacteriana (DTP). 
O reforço da vacina adsorvida difteria e tétano n (dT) adulto é administrado de 10 em 
10 anos. 
Vejamos agora algumas questões sobre o tema: 
 
 
Vacinas Pentavalente 
e Tríplice Bacteriana 
No vasto lateral da coxa, em 
crianças menores de 2 anos; 
Na região deltóide, em 
crianças acima de 2 anos. 
Local de 
administração 
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5. (HULW-UFPB/EBSERH/Instituto AOCP/2014) De acordo com a Portaria MS 
1498/2013, faz parte do calendário nacional de vacinação do idoso reforço, a cada 10 anos, 
de 
a) vacina hepatite B (recombinante). 
b) vacina adsorvida difteria e tétano adulto. 
c) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus 
influenzae B (conjugada). 
d) vacina febre amarela (atenuada). 
e) vacina pneumocócica 10-valente (conjugada). 
COMENTÁRIOS: 
O reforço da vacina adsorvida difteria e tétano (dT) adulto é administrado de 10 em 
10 anos. Porisso, o gabarito é a letra B. 
 
6. (HUPAA-UFAL/EBSERH/IDECAN/2014) De acordo com o Programa Nacional de 
Imunização, o 2º reforço da vacina tríplice bacteriana (DTP) em uma criança em dia com o 
esquema de vacinação deve ser feita em qual idade? 
a) 4 anos. 
b) 5 anos. 
c) 6 meses. 
d) 9 meses. 
e) 12 meses. 
COMENTÁRIOS: 
Vejamos a tabela abaixo: 
 
A partir do exposto, verificamos que o gabarito é a letra A. 
 
 
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7. (Prefeitura de Macau-RN/CONPASS/2014) Ainda de acordo com o Calendário 
Nacional de Imunizações, disponível no Sistema Único de Saúde, em relação à vacina 
pentavalente é correto afirmar: 
a) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), na região glútea, em 
crianças menores de 4 anos de idade e na região deltóide nas crianças a partir vecide seis 
anos de idade. 
b) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), no vasto lateral da 
coxa esquerda, em crianças menores de 2 anos de idade e na região deltóide nas crianças a 
partir de dois anos de idade. 
c) Deve ser administrada 0,1 ml da vacina por via intradérmica, em crianças menores de 1 
ano de idade e na região glútea nas crianças a partir de dois anos de idade. 
d) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via subcutânea, em crianças menores de 1 
ano de idade e na região deltóide nas crianças a partir de dois anos de idade. 
e) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), no vasto lateral da 
coxa esquerda, em crianças menores de 1 ano de idade e na região glútea nas crianças a 
partir de dois anos de idade. 
COMENTÁRIOS: 
Conforme explicação desta aula, verificamos que a vacina pentavalente deve ser 
administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), no vasto lateral da coxa esquerda, 
em crianças menores de 2 anos de idade e na região deltóide nas crianças a partir de dois 
anos de idade. Dessa forma, o gabarito é a letra B. 
 
8. (Instituto Benjamin Constant/AOCP/2013) A vacina Pentavalente, introduzida 
recentemente no calendário de vacinação infantil, é indicada para imunização ativa de 
crianças a partir de qual idade, e protege contra quais doenças? 
a) 1 ano; protege contra difteria, sarampo; rubéola, rotavírus e doenças causadas por 
Meningocócico do tipo c. 
b) 3 meses protege contra tétano, meningite, sarampo, hepatite B e formas graves de 
tuberculose em menores de 5 anos. 
c) 6 meses; protege contra tétano, coqueluche, sarampo, poliomielite e doenças causadas por 
Meningocócico tipo c. 
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d) 2 meses; protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por 
Haemophilus influenzae tipo b. 
e) 4 meses; protege contra sarampo, rubéola, caxumba, poliomielite e doenças causadas por 
Haemophilus influenzae tipo b. 
COMENTÁRIOS
3
: 
Pentavalente (contra hepatite B, difteria, coqueluche, tétano e outras infecções por 
Haemophilus influenza b) - vacina injetável aos 2, 4 e 6 meses. Reforço da tríplice 
bacteriana aos 15 meses e aos 4 anos. 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra D. 
 
9. (Residência Multiprofissional/SES-DF/CESPE/2011) A vacina DPT é composta por 
toxoides diftérico e tetânico, além de célula inteira de Bordetella pertussis, enquanto a DTaP 
é composta por seus antígenos na vacina acelular. Essa última tem eficácia superior à 
primeira e não causa reações adversas. 
COMENTÁRIOS: 
As vacinas tríplice bacteriana (DTP) e pentavalente (DTP/HB/Hib) são 
contraindicadas a crianças com doença neurológica em atividade ou que tenham 
apresentado, após a aplicação de dose anterior, algum dos seguintes eventos: 
1. convulsão nas primeiras 72 horas; 
2. encefalopatia nos primeiros sete dias; 
3. episódio hipotônico-hiporresponsivo, nas primeiras 48 horas; 
4. reação anafilática, que ocorre nos primeiros 30 minutos e até duas horas pós-vacinação. 
Nos três primeiros pontos descritos acima, em face da contraindicação para uso da 
vacina tríplice (DTP), deve-se utilizar a vacina dupla tipo infantil (DT) ou DTP acelular 
(DTPa). 
O Programa Nacional de Imunização (PNI) ainda não inclui a tríplice bacteriana 
acelular (DTPa) no calendário de rotina devido os seguintes fatores: 
a) na maioria dos estudos, as vacinas acelulares não são mais eficazes do que 
as celulares na prevenção da coqueluche em todas as suas formas clínicas; 
b) em geral, as vacinas acelulares, quando combinadas com a vacina Hib, são menos 
imunogênicas contra este último antígeno do que as vacinas celulares; 
 
3
 Informe Técnico da Vacina Pentavalente 
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/informe_tecnico_vacina_pentavalente.pdf
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c) a tríplice bacteriana celular (DTP) é produzida no Brasil; 
d) o custo das vacinas acelulares é muito maior. 
Diante desse cenário, a vacina DTPa está disponível nos Centros de Referência de 
Imunobiológicos Especiais (CRIE), para circunstâncias específicas. 
Verificamos que a vacina a DTPa tem eficácia inferior à DPT, sendo utilizada 
apenas em certos casos que haja contraindicação da pentavalente e tríplice bacteriana 
(DTP). Logo, a questão apresenta-se incorreta. 
 
 
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4 - Vacina Hepatite B 
 
A vacina hepatite B (recombinante) sofreu mudanças significativas no Programa 
Nacional de Imunização (PNI). 
Anteriormente ao 2º semestre de 2012, a vacina hepatite B (recombinante) era aplicada 
ao nascer (ou na primeira visita à unidade de saúde), com 1 mês de vida e novamente aos 6 
meses. 
Segue o antigo calendário da vacina contra hepatite B: ao nascer -> 1 mês -> 6 meses. 
Com a inclusão da vacina pentavalente no PNI, desde o 2º semestre de 2012, a vacina 
hepatite B (recombinante) passa a ser aplicada sozinha na criança ao nascer, de forma 
injetável, para evitar a transmissão vertical. 
Segue o atual calendário da hepatite B: ao nascer, podendo ser feita até o primeiro mês de 
vida da criança. Outras três doses dessa vacina foram incorporadas na pentavalente (2, 4 e 6 meses). 
Agora, vamos detalhar o calendário básico da vacina contra hepatite B: 
• Para recém-nascidos, deve-se administrar uma dose ao nascer, o mais precocemente 
possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o 
nascimento, ainda na maternidade. Esta dose pode ser administrada até 30 dias após o 
nascimento. O esquema de vacinação deve ser completado com a administração da 
vacina pentavalente, aos 2, 4 e 6 meses. 
• Para crianças que iniciam esquema vacinal a partir de 1 mês de idade até 4 anos 11 
meses e 29 dias, deve-se administrar três doses da vacina pentavalente, com intervalo 
de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias. 
• Para indivíduos de 5 a 49 anos: 
 Sem comprovação vacinal: administrar três doses da vacina hepatite B com 
intervalo de 30 dias entre a primeira e a segunda doses e de 6 meses entre a 
primeira e a terceira doses (0, 1 e 6 mês); 
 Em caso de esquema vacinal incompleto, não reiniciar o esquema, apenas 
completá-lo conforme situação encontrada. 
 Para gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional, deve-se 
administrar três doses da vacina hepatite B, considerando o histórico de 
vacinação anterior. 
 
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 Para indivíduos integrantes dos grupos vulneráveis, independe da faixa 
etária ou comprovação da condição de vulnerabilidade (trabalhadores da 
saúde, bombeiros, policiais, caminhoneiros, carcereiros, coletores de lixo, 
agentes funerários, comunicantes sexuais de pessoas portadoras de VHB;doadores de sangue; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com 
pessoas do mesmo sexo (HSH e MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e 
transexuais (LGBT); pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, 
instituições de adolescentes privados de liberdade, forças armadas, entre 
outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e 
acampamentos; potenciais receptores de transfusões de sangue ou 
politransfundido; profissionais do sexo/prostitutas; usuários de drogas 
injetáveis, inaláveis e pipadas; portadores de DST; e população indígena): 
A dose será de 0,5 mL até os 19 anos de idade e 1 mL a partir de 20 anos, via 
intramuscular. 
Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos, a vacina contra hepatite B 
deve ser preferencialmente administrada nas primeiras 12 horas de nascimento. 
Em recém-nascidos de mães portadoras da hepatite B, a vacina e a imunoglobulina 
humana anti-hepatite B deve ser administrada, preferencialmente nas primeiras 12 horas, 
podendo a imunoglobulina ser administrada no máximo até 7 dias de vida. 
 
Eventos adversos 
 
- Manifestações locais 
 
Pode ocorrer dor e enduração/ rubor no local da injeção. Eventualmente podem ocorrer 
abscessos locais, decorrentes da contaminação bacteriana secundária por falha técnica de 
aplicação vacinal. 
 
 
 
 
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Vejamos questões sobre o tema: 
10. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) Leia as frases abaixo e marque (F) se a 
afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a 
sequência correta de cima para baixo. 
( ) Em recém-nascidos de mães portadoras da hepatite B, administrar a vacina e a 
imunoglobulina humana anti-hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas, podendo 
a imunoglobulina ser administrada no máximo até sete dias de vida. 
( ) A dose recomendada da vacina da Hepatite B é 0,5 mL até os 14 anos e 1 mL a partir de 
15 anos, via subcutânea. 
( ) Para recém-nascidos deve-se administrar uma dose da vacina ao nascer, o mais 
precocemente possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas 
após o nascimento, ainda na maternidade. 
( ) As gestantes somente devem receber a vacina contra Hepatite B durante o terceiro 
trimestre de gestação. 
a) V,F,V,F. 
b) V,V,V,V. 
c) F,V,F,V. 
d) F,F,V,F. 
COMENTÁRIOS: 
Vejamos as assertivas erradas: 
Item II. O volume da vacina hepatite B (recombinante) monovalente a ser 
administrado é de 0,5 mL até os 19 anos de idade e 1 mL a partir dos 20 anos. Situações 
individuais específicas podem exigir a adoção de esquema e dosagem diferenciados. 
Ademais, a via de administração é a intramuscular profunda. 
Item IV. Para gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional: administrar 3 
(três) doses da vacina hepatite B, considerando o histórico de vacinação anterior. 
Nesses termos, o gabarito é a letra A (VFVF). 
 
 
 
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11. (HU-UFMG/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Portadora da hepatite B, com idade 
gestacional de 34 semanas, acaba de dar a luz a recém-nascido do sexo masculino. De 
acordo com a Portaria n°. 3.318/2010, é correto afirmar que: 
a) a vacina hepatite B (recombinante) deve ser administrada no recém-nascido 
preferencialmente após 12 horas do nascimento. 
b) o recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de três doses: 
0, 1 e 6 meses de vida. 
c) o recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de quatro 
doses: 0, 1, 2 e 6 meses de vida. 
d) o recém-nascido deve receber imunoglobulina humana anti-hepatite B nas primeiras 12 
horas ou no máximo até 1 mês de vida. 
e) a mãe deve receber vacina hepatite B (recombinante) e imunoglobulina humana anti-
hepatite B nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. 
COMENTÁRIOS¹: 
De acordo com a Portaria n° 3.318/2010, na prevenção da transmissão vertical em 
recém-nascidos, a vacina contra hepatite B deve ser administrada o mais precocemente 
possível, preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ainda na maternidade. 
Esta dose pode ser administrada até 30 dias após o nascimento. 
A vacina da hepatite B nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em 
recém-nascidos a termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses: 
0, 1, 2 e 6 meses de vida. 
Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras 
da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), 
disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - (CRIE) nas 
primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG 
devem ser administradas em locais anatômicos diferentes. 
A Portaria GM/MS nº 1.498/2013 alterou a vacina contra hepatite B, incluindo três 
doses na pentavalente. 
Veja como era: Hepatite B - vacina injetável aplicada ao nascer (ou na primeira visita 
à unidade de saúde), com 1 mês de vida e novamente aos 6 meses. Segue o antigo calendário 
da vacina contra hepatite B: ao nascer -> 1 mês -> 6 meses. 
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Veja como ficou: Hepatite B - com a inclusão na pentavalente, passa a ser aplicada sozinha 
apenas na criança ao nascer, de forma injetável, para evitar a transmissão vertical. 
Segue o calendário da hepatite B: ao nascer, podendo ser feita até o primeiro mês de vida da 
criança. Outras três doses dessa vacina foram incluídas na pentavalente (2, 4 e 6 meses). 
Isto posto, vamos analisar as alternativas da questão: 
Item A. A vacina hepatite B (recombinante) deve ser administrada no recém-nascido 
preferencialmente nas 12 horas (e não após) do nascimento, mesmo que a mãe do 
mesmo seja portadora do vírus. Como a mãe do recém-nascido é portadora da hepatite B, 
conforme enunciado da questão, a criança deve receber não só a vacina contra Heptatite 
B, mas também a imunoglobulina humana anti-hepatite B. 
 
Item B. O recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de 
(três doses: 0, 1 e 6 meses de vida) quatro doses: 0, 2, 4 e 6 meses de vida. 
Item C. O recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de 
quatro doses: 0, 1, 2 e 6 meses de vida. Esse item foi considerado correto inicialmente, mas 
verifique que atualmente o recomendado é o seguinte: quatro doses - 0, 2, 4 e 6 meses de 
vida. As três doses (2, 4, 6) são feitas dentro da pentavalente. 
Item D. O recém-nascido deve receber imunoglobulina humana anti-hepatite B nas 
primeiras 12 horas ou no máximo até (1 mês de vida) sete dias após o nascimento. 
Item E. (A mãe) O recém-nascido deve receber vacina hepatite B (recombinante) e 
imunoglobulina humana anti-hepatite B nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias 
após o nascimento. 
O gabarito da questão apontado pela banca foi a letra C. Todavia, essa questão foi 
anulada, pois descreveu o esquema antigo. 
Veja a justificativa da AOCP para anular a questão: 
“Prezados Candidatos, em resposta aos recursos interpostos para esta questão, temos a 
esclarecer que a mesma será anulada, tendo em vista que a legislação especificada foi revogada 
(Portaria MS 1.498/2013). Portanto, recurso deferido”. 
 
 
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5 - Vacina Rotavírus 
 
A vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) - VORH deve ser administrada 
preferencialmente aos 2 e 4 meses de idade. A primeira dose pode ser administrada a partir de 
1 mês e 15 dias até 3 meses e 15 dias. A segunda dose pode ser administrada a partir de 3 
meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.A vacina rotavírus é administrada 
exclusivamente por via oral, com a dose de 1,5mL, 
por meio de uma seringa apropriada. 
 
 
 
 
 
Figura 10 - Administração da Vacina Rotavírus (SESAB, 2011). 
Notas sobre a administração da vacina rotavírus: 
 
• Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação, não repetir a dose; 
• Esta vacina é contraindicada para crianças com imunodepressão severa ou que 
tenham histórico de invaginação intestinal ou com malformação congênita não 
corrigida do trato gastrointestinal. 
 
Calendário da Vacina 
Rotavírus 
1ª dose 
(preferencialmente 
aos 2 meses) 
a partir de 1 mês e 15 dias 
até 3 meses e 15 dias 
2ª dose 
(preferencialmente 
aos 4 meses) 
a partir de 3 meses e 15 dias 
até 7 meses e 29 dias 
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Vejamos uma questão sobre o tema: 
12. (HULW-UFPB/EBSERH/Instituto AOCP/2014) O calendário nacional de vacinação 
dos povos indígenas inclui a vacina de rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada), com a 
administração da 1ª e 2ª doses, respectivamente, com qual idade? 
a) Ao nascer e 3 meses. 
b) 2 meses e 4 meses. 
c) 2 meses e 6 meses. 
d) 6 meses e 1 ano. 
e) 9 meses e 15 meses. 
COMENTÁRIOS: 
Essa questão foi de graça . A vacina rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada) - 
VORH deve ser administrada preferencialmente aos 2 e 4 meses de idade. Nesses termos, o 
gabarito é a letra B. 
 
 
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6 - Vacina Meningocócica C 
De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a vacina meningocócica C 
(conjugada) deve ser administrada preferencialmente aos 3 e 5 meses, com intervalo de 60 
dias entre as doses, mínimo de 30 dias. Uma dose de reforço deve ser administrada entre 12 e 
15 meses, preferencialmente aos 15 meses. 
Segue o calendário da vacina meningocócica C: 1ª dose aos 3 meses -> 2ª dose aos 5 
meses -> reforço aos 15 meses. 
A vacina meningocócica C é administrada na dose de 0,5 mL, pela via intramuscular. 
Notas sobre a administração da vacina meningocócica C (conjugada): 
• Para crianças que iniciam o esquema básico após 5 meses de idade, deve-se considerar 
o intervalo mínimo entre as doses e administrar a dose de reforço com intervalo de 60 dias 
após a última dose; 
• Para crianças entre 12 e 23 meses de idade sem comprovação vacinal, deve-se 
administrar dose única. 
Vamos à questão sobre a temática: 
13. (Prefeitura de Vila Rica-MT/Consulplan/2012) De acordo com o Calendário Básico de 
Vacinação da Criança do Ministério da Saúde, a 1ª e 2ª doses da vacina Meningocócica C 
(conjugada) deve ser administrada aos 
a) 2 e 4 meses de idade. 
b) 3 e 5 meses de idade. 
c) 4 e 6 meses de idade. 
d) 9 e 12 meses de idade. 
e) 12 e 15 meses de idade. 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o Programa Nacional de Imunização, a vacina meningocócica C 
(conjugada) deve ser administrada preferencialmente aos 3 e 5 meses, com intervalo de 60 dias 
entre as doses, mínimo de 30 dias. Uma dose de reforço deve ser administrada entre 12 e 15 
meses, preferencialmente aos 15 meses. 
Segue o calendário da vacina meningocócica C: 1ª dose aos 3 meses -> 2ª dose aos 5 
meses -> reforço aos 15 meses. Nessa tela, o gabarito da questão é a letra B. 
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7 - Vacina Pneumocócica: 
 
A vacina pneumocócica 10-valente é constituída por 10 (dez) sorotipos de pneumococos 
(1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) e conjugada com a proteína D de Haemophilus 
influenzae para oito de seus sorotipos e carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide 
tetânico (TT ou T) usados por dois sorotipos. 
A embalagem possui 10 frascos-ampola de vidro, apresentados em unidose, com 0,5 
ml. 

Figura - Embalagem da Vacina Peneumocócica (Ministério da Saúde, 2010). 
A vacina deve ser administrada por injeção intramuscular (IM) de preferência 
na área do vasto lateral da coxa da criança. 
Nenhum dado está disponível sobre a administração subcutânea da vacina 
pneumocócica conjugada 10-valente. 
Atenção! A vacina não deve, sob nenhuma circunstância, ser administrada 
por via endovenosa ou intradérmica. 
Em regra, a primeira dose iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de 
vacinação primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês entre 
as doses, contudo o Programa Nacional de Imunização (PNI) adotou o intervalo de 2 meses 
entre as doses. Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses. 
Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do 
esquema primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade. 
Segue o calendário da vacina pneumocócica 10-valente: 2 meses -> 4 meses -> 6 meses -> 
reforço aos 12 meses. 
 
 
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Vejamos uma questão sobre o tema: 
14. (HU-UNB/EBSERH/IBFC/2013) Segundo calendário nacional, uma criança deve 
receber a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) com a idade de: 
a) 2, 4 e 6 meses e mais uma dose de reforço aos 12 meses. 
b) 3 e 5 meses e mais uma dose de reforço aos 15 meses. 
c) 2, 4 e 15 meses. 
d) 3 e 7 meses apenas. 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), a primeira dose da vacina 
pneumocócica 10-valente (conjugada) iniciará a partir de 2 meses de idade. O esquema de 
vacinação primária consiste em três doses de 0,5 ml, com intervalo de pelo menos 1 mês 
entre as doses, contudo o Programa Nacional de Imunização adotará o intervalo de 2 meses 
entre as doses. Desta forma o esquema será de 2, 4 e 6 meses. 
Uma dose de reforço é recomendada pelo menos 6 meses após a última dose do 
esquema primário, sendo este preferencialmente entre os 12 e 15 meses de idade. 
Dessa forma, o gabarito é a letra A. 
 
 
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8 - Vacina Influenza 
 
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, de interesse para a 
saúde pública no Brasil. Apresenta potencial para levar a complicações graves e ao óbito, 
especialmente nos grupos de alto risco (crianças menores de dois anos de idade, gestantes, adultos 
com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas 
especiais). 
A principal intervenção preventiva em saúde pública para este agravo é a vacinação. A 
campanha anual, realizada entre os meses de abril e maio, contribuiu ao longo dos anos para a 
prevenção da gripe nos grupos vacinados, além de apresentar impacto de redução das 
internações hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias 
e mortes evitáveis. 
Vamos conhecer os grupos prioritários a serem vacinados e recomendações: 
 Crianças de 6 meses a menores de 5 anos: deverão receber a vacina influenza. Todas 
as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina da influenza sazonal, devem 
receber apenas 1 dose em 2014. Também deve ser considerado o esquema de duas doses 
para as crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira vez, devendo-se 
agendar a segunda dose para 30 dias após a 1ª dose (no ano passado esse grupo era 
formado por crianças de seis meses a dois anos incompletos). 
 Gestantes: deverão receber a vacina influenza todas as gestantes em qualquer idade 
gestacional. Para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação 
gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado 
de gravidez. 
 
Nota: a vacinação de gestantes contra a influenza é segura em qualquer idade gestacional. 
A experiência pós-comercialização com a vacina influenza sazonal inativada e com a 
vacina influenza pandêmica (H1N1) 2009 inativada, no Brasil e em outros países,não 
identificou qualquer risco associado ao uso da vacina em gestantes. 
 
 Puérperas: mulheres no período de até 45 dias após o parto foram incluídas no grupo 
alvo de vacinação. Para isso, deverão apresentar qualquer documento, durante o período 
de vacinação (certidão de nascimento da criança, cartão da gestante, documento do 
hospital onde ocorreu o parto, entre outros). 
 
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 Trabalhador de Saúde: eleito para vacinação é aquele que exerce atividades de 
assistência à saúde, atuando na recepção, no atendimento, bem como na investigação de 
casos de infecções respiratórias, nos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis 
de complexidade, cuja ausência compromete o funcionamento desses. Assim, 
trabalhadores de saúde que exercem suas atividades em unidades que fazem atendimento 
de pessoas com influenza, bem como recepcionistas, pessoal de limpeza, segurança, 
motoristas de ambulâncias dessas unidades, equipes de laboratório responsáveis pelo 
diagnóstico, profissionais que atuam na vigilância epidemiológica, e os que atuam no 
controle sanitário de viajantes nos postos de entrada dos portos, aeroportos e fronteiras 
deverão ser vacinados. 
 
 Povos indígenas: a vacinação será indiscriminada (indicada) para a toda população 
indígena, a partir dos seis meses de idade. A programação de rotina é articulada entre o 
Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a Secretaria de Atenção a Saúde Indígena 
(SESAI). 
 
 Indivíduos com 60 anos ou mais de idade deverão receber a vacina contra influenza. 
 
 População privada de liberdade: o planejamento e operacionalização da vacinação nos 
estabelecimentos penais deverão ser articulados com as Secretarias Estaduais e 
Municipais de Saúde e Secretarias Estaduais de Justiça (Secretarias Estaduais de 
Segurança Pública ou correlatos), conforme Plano Nacional de Saúde no Sistema 
Penitenciário, 2.ª edição/ Brasília–DF 2005 e a NOTA TÉCNICA 121 
SISPE/DAPES/SAS – PNI/SVS/MS – DEPEN/MJ, de 1º de agosto de 2011. 
 
 Pessoas portadoras de doenças crônicas (conforme listagem definida pelo Ministério 
da Saúde em conjunto com sociedades científicas): a vacinação contra influenza de 
indivíduos portadores de doenças crônicas e outras condições especiais foi incluída na 
campanha de vacinação de 2013. 
Notas: 
A vacinação deste grupo passa a ser realizada em todos os postos de vacinação e não apenas 
nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). No entanto, mantém-se a 
necessidade de prescrição médica, que deverá ser apresentada no ato da vacinação. 
Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS, devem se 
dirigir aos postos em que estão cadastrados para receber a vacina. Caso no local onde são 
atendidos regularmente não haja um posto de vacinação, devem buscar a prescrição médica na 
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próxima consulta que estiver agendada, visando garantir esse documento com antecedência, 
para evitar filas no período da vacinação. 
Pacientes que são atendidos na rede privada, vinculada ou não ao SUS, também devem buscar 
a prescrição médica com antecedência, junto ao seu médico assistente, devendo apresentá-la 
nos postos de vacinação durante a realização da campanha de 2013. 
 
Agora, veremos o esquema de vacinação e dose da influenza: 
A vacinação é anual, devido às mudanças das características dos vírus influenza 
decorrentes da adversidade antigênica e genômica a cada ano e da efemeridade da proteção. 
Em 2014, foi adotado o seguinte esquema e volume de dose, conforme a situação 
vacinal da criança. 
Crianças vacinadas pela primeira vez: 
Esquema vacinal para influenza por idade, número de doses, volume por dose e intervalo entre as 
doses, Brasil, 2013 
Idade Número de 
doses 
Volume 
por dose 
Intervalo 
Crianças de 6 meses a 2 
anos de idade 
 
2 doses 0,25 ml Intervalo mínimo de 3 semanas. 
Operacionalmente: 2ª dose 30 dias após 
receber a 1ª dose 
 
Crianças de 3 a 8 anos de 
idade 
2 doses 
 
0,5 ml 
 
Intervalo mínimo de 3 semanas. 
Operacionalmente: 2ª dose 30 dias após 
receber a 1ª dose 
Adultos e crianças a partir 
de 9 anos 
Dose única 
 
0,5 ml 
 
_ 
 
Fonte: CGPNI/DEVEP/SVS/MS 
 
Deve-se adotar a via de administração intramuscular. 
Recomenda-se a administração da vacina por via subcutânea em pessoas que 
apresentam discrasias sanguíneas ou estejam utilizando anticoagulantes orais. Para estas 
situações, recomenda-se utilizar a vacina do laboratório Sanofi Pasteur produzida na França. 
via de administração subcutânea. 
Vejamos uma questão recorrente sobre o tema: 
 
 
 
 
 
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15. A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, e é um problema de 
saúde pública no Brasil, sendo a principal intervenção preventiva para este agravo a 
vacinação. Para uma criança de de 11 meses de idade, que será vacinada pela primeira vez 
contra Influenza, o número de doses e o volume por dose desta vacina é de 
a) 01 dose - 0,5 ml 
b) 01 dose - 01 ml 
c) 03 doses - 0,2 ml 
d) 02 doses – 0,25 ml 
COMENTÁRIOS: 
Crianças de 6 meses a 2 anos de idade devem receber 2 doses da vacina contra 
influenza, na dosagem de 0,25 ml. O intervalo mínimo entre as doesse é de 3 semanas. 
Operacionalmente: 2ª dose 30 dias após receber a 1ª dose. Assim, o gabarito é a letra D. 
 
 
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9 - Vacina Tríplice Viral 
 
A vacina sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) é uma vacina combinada que 
contém os vírus vivos do sarampo, da caxumba e da rubéola, atenuados em cultivo celular. 
Para indivíduos de 12 meses a 19 anos, deve ser administrada duas doses, conforme 
situação vacinal encontrada. 
A 1ª dose deve ser administrada aos 12 meses com a vacina tríplice viral e a 2ª dose, 
preferencialmente, aos 15 meses de idade com a vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola 
e varicela), para as crianças que já tenham recebido a 1ª dose da vacina tríplice viral. A vacina 
tetra viral será administrada entre os 15 a 23 meses e 29 dias, caso a criança tenha recebido a 
1ª dose da tríplice viral. 
Para não esquecerem: a 1ª dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) 
continuará a ser administrada preferencialmente aos 12 meses de idade. As crianças que 
tiverem tomado a 1ª dose da tríplice viral deverão receber a tetra viral entre os 15 a 23 meses e 
29 dias (preferencialmente aos 15 meses). 
Para as crianças acima de 24 meses de idade administrar a vacina tríplice viral 
observando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Considerar vacinada a pessoa que 
comprovar duas doses de vacina com componente sarampo, caxumba e rubéola. 
Para indivíduos de 20 a 49 anos de idade, deve-se administrar uma dose, conforme 
situação vacinal encontrada. Considerar vacinada a pessoa que comprovar uma dose de vacina 
com componente sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) ou sarampo e rubéola (dupla 
viral). 
 
Vacina contra 
sarampo, caxumba e 
rubéola 
criança até os 24 meses 
É indicada aos 12 meses (um ano de idade). Uma segunda 
dose da tetraviral deve ser agendada para 15 meses de idade. 
criança maior de 24 
meses até adodescente 
de 19 anos 
Deve-se considerar vacinado aquele que comprovar o 
esquema de duas doses. 
Se apresentar comprovação de apenas uma dose, deve-se 
administrar a segunda dose. 
Duas doses da vacina são indicadas para aquele não vacinado 
com nenhuma dose, com o intervalo mínimo de 30 dias. 
adulto 
(20 a 49 anos) 
É indicada apenas uma dose em individuos de 20 a 49 que 
não apresentarem comprovação vacinal. 
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A vacina sarampo, caxumba e rubéola é administrada por via subcutânea. O volume 
correspondente a uma dose é de 0,5 ml, podendo variar de acordo com o laboratório produtor. 
A vacina em questão está contraindicada nas ocorrências específicas listadas na 
sequência: 
 Registro de anafilaxia após recebimento de dose da vacina; 
 Presença de imunodeficiências congênitas ou adquiridas; 
Atenção! Indivíduos com infecção assintomática pelo HIV podem ser vacinados. 
 Uso de corticosteróides em doses imunossupressoras (nessa situação a pessoa deve ser 
vacinada, pelo menos, um mês depois da suspensão do uso da droga); 
 Vigência de quimioterapia imunossupressora; 
 Transplantados de medula óssea; 
 Pessoas que fazem uso de imunoglobulina, sangue total ou plasma, no momento da 
vacinação ou que farão uso em futuro próximo; 
 Na vigência de gravidez. 
Notas sobre a vacina sarampo, caxumba e rubéola (SCR): 
 Indivíduos até 19 anos que não tiver comprovação do recebimento de duas doses da 
vacina sarampo, caxumba e rubéola devem receber duas doses, com intervalo mínimo 
de 30 dias. 
 Quando houver comprovação das duas doses não é preciso vacinar. 
 A partir dos 20 anos o esquema com a vacina sarampo, caxumba e rubéola é de dose 
única e considera vacinação anterior devidamente comprovada, sendo indicada para 
pessoas de 20 a 49 anos. 
O Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI) está 
ampliando o Calendário Básico de Vacinação da Criança em 2013, com a introdução da 
vacina tetra viral que possibilitará evitar complicações, casos graves e óbitos por varicela no 
grupo alvo da vacinação e a prevenção, controle e eliminação das doenças sarampo, caxumba 
e rubéola. 
A vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) substituirá a vacina tríplice 
viral (sarampo, caxumba e rubéola) para as crianças de 15 meses de idade. Assim, com a 
introdução da vacina tetra viral, o PNI visa reduzir o número de injeções em um mesmo 
momento, bem como buscar uma melhor adesão à vacinação e consequentemente, melhoria 
das coberturas vacinais. 
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Essa vacina, desde setembro de 2013, está sendo disponibilizada para as crianças entre 
15 a 23 meses e 29 dias de idade (preferencialmente aos 15 meses), que tenham recebido a 1ª 
dose da vacina tríplice viral, nas 35 mil salas de vacina da rede pública. 
No Brasil, a vacina varicela está disponível desde 2000 nos Centros de Referências para 
Imunobiológicos Especiais (CRIE) para indivíduos susceptíveis em situação de pré-exposição, 
para pessoas sem história de varicela e com maior risco de desenvolver doença grave e ou 
complicações associadas. Também já é utilizada em situação de pós-exposição, para 
imunocompetentes susceptíveis, comunicantes intra-hospitalares de casos de varicela. Esta 
vacina está também incluída no Calendário de Vacinação dos Povos Indígenas desde 2002. 
Neste contexto, o PNI amplia a oferta de vacinas na rotina de vacinação da criança com 
a introdução da vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela - atenuada), 
exclusivamente, para as crianças de 15 meses de idade, que já tenham recebido a 1ª dose da 
vacina tríplice viral. 
Para não esquecer: A vacina tetra viral é indicada para a imunização ativa de crianças 
contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A introdução da vacina tetra viral no PNI 
ocorre com a administração de uma dose aos preferencialmente 15 meses de idade (podendo 
ser aplicada entre os 15 a 23 meses e 29 dias), para crianças que já receberam uma dose da 
vacina tríplice viral. 
Após a implantação da vacina tetra viral no calendário de vacinação da criança, o 
Ministério da Saúde irá monitorar a situação epidemiológica da varicela, visando à definição 
de qual o melhor período para a inclusão da uma segunda dose com a vacina varicela nesse 
calendário. 
As embalagens tetra viral contêm 10 frascos-ampola mais 10 seringas preenchidas com 
diluente (0,5 mL) e 20 agulhas para a reconstituição e administração da vacina. 
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Figura - Vacina Tetra Viral (Ministério da Saúde, 2013). 
Em síntese, a vacina tetra viral é disponibilizada na rotina dos serviços públicos de 
vacinação em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral aos 15 meses de idade. 
 
Eventos adversos 
 
- Manifestações locais 
 
 
As manifestações locais são pouco freqüentes, principalmente as de maior intensidade 
caracterizadas por edema e/ou vermelhidão extensos, limitação de movimentos acentuada e 
duradoura. 
Podem ocorrer ardência de curta duração, eritema, hiperestesia, enduração e 
linfadenopatia regional. Nódulo ou pápula com rubor (reação imune do tipo tardio) podem 
ocorrer em indivíduos com hipersensibilidade aos componentes da vacina. 
Os casos de abscesso geralmente encontram-se associados com infecção secundária 
e erros na técnica de aplicação. 
 
 
 
 
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Vejamos uma questão sobre as vacinas referidas: 
16. (HUPAA-UFAL/EBSERH/IDECAN/2014) A vacina tríplice viral (SCR) do Programa 
Nacional de Imunização deve ser aplicada em pessoas maiores de 20 anos com o seguinte 
esquema: 
a) Dose única. 
b) 2 doses, com intervalo de 30 dias. 
c) 2 doses, com intervalo de 60 dias. 
d) 3 doses, com intervalos de 30 e 60 dias. 
e) 3 doses, com intervalos de 60 dias cada. 
COMENTÁRIOS: 
 A partir dos 20 anos o esquema com a vacina sarampo, caxumba e rubéola é de 
dose única e considera vacinação anterior devidamente comprovada, sendo indicada para 
pessoas de 20 a 49 anos. Nesses termos, o gabarito é a letra A. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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10 - Vacina Febre Amarela 
 
A vacina de febre atenuada (FA) está indicada a partir dos 9 meses (1ª dose), com 
reforço a cada 10 anos. 
É indicada para residentes ou viajantes para as áreas com recomendação da vacina (pelo 
menos 10 dias anteriores da data da viagem): todos os estados das regiões Norte e Centro Oeste; 
Minas Gerais e Maranhão; alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa 
Catarina e Rio Grande do Sul. Indicada também para pessoas que se deslocam para países em 
situação epidemiológica de risco. Para consultar as áreas com recomendação para vacinação, 
acessar o link 
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31626&janela=
1. 
 
Figura 13 - Áreas com e sem recomendação para a vacinação contra a febre amarela (Ministério da Saúde). 
 
 
 
 
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31626&janela=1
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/visualizar_texto.cfm?idtxt=31626&janela=1
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A vacina contra a febre amarela atenuada está contraindicada nas situações específicas: 
 pessoas com história de reação anafilática após a ingestão de ovo. 
 para crianças com menos de seis meses de idade; 
 gestante4; 
 indivíduos com doenças autoimunes, doença neurológica ou outros problemas 
saúde crônicos; 
 no imunodeprimido grave, independente do risco de exposição, a vacina não 
deve ser administrada. 
Atenção! Em situações excepcionais quando for necessária a 
vacinação de gestantes, pessoas com idade acima de 60 anos ou com 
doenças autoimunes, ou doença neurológica ou outros problemas saúde 
crônicos é importante avaliar o risco benefício individual da administração 
da vacina. 
Não se esqueçam: o esquema de vacinação com a vacina FA corresponde a uma dose a 
partirdos nove meses de idade. Uma dose de reforço é administrada a cada dez anos. O 
volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml. 
 
Por fim, vamos ver as principais particularidades da vacina contra a febre amarela 
atenuada (FA): 
• Esta vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses de idade; 
• Em situação de surto, a dose inicial deve ser antecipada para 6 meses de idade e 
considerada como dose válida para rotina; 
• Em mulheres que estejam amamentando
5
 e receberam inadvertidamente a vacina, o 
aleitamento materno deve ser suspenso, preferencialmente por 28 dias após a vacinação e no 
mino mínimo 15 dias; 
• Não deve ser administrada simultaneamente com a vacina tríplice viral (sarampo, 
caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), estabelecendo o 
 
4
 A vacina febre amarela não esta indicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, devendo a vacinação ser 
adiada ate a criança completar 6 meses de idade. Na impossibilidade de se adiar a vacinação, deve-se avaliar o beneficio 
pelo risco. Em caso de mulheres que estejam amamentando e receberam a vacina, o aleitamento materno deve ser 
suspenso preferencialmente por 28 dias apos a vacinação (com um mínimo de 15 dias). 
5 Atualmente, a exceção, no caso da mulher que está amamentando, refere-se à vacina febre amarela (atenuada), cuja 
administração deve ser adiada até que a criança complete seis meses de idade, pela possibilidade de transmissão do vírus 
vacinal pelo leite materno. 
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intervalo mínimo de 30 dias, salvo em situações especiais, que impossibilitem manter o 
intervalo indicado. 
 
Eventos adversos 
 
- Manifestações locais 
 
A vacina contra a febre amarela é administrada pela via subcutânea e a manifestação 
mais frequentemente referida é a dor no local de aplicação (aproximadamente 4% em adultos, 
e um pouco menos em crianças pequenas), de curta duração (primeiro e segundo dias depois 
da aplicação), autolimitada e de intensidade leve ou moderada. 
 
- Manifestações Gerais 
 
Febre, cefaléia e mialgia têm sido os eventos mais freqüentemente relatados após a 
vacinação contra a febre amarela, mas constituem também sintomas de diversas doenças 
freqüentes na população. A combinação dos três sintomas foi atribuível à vacina contra febre 
amarela em aproximadamente 4% dos primovacinados. Os sintomas tiveram início nos 
primeiros dias após a vacinação durando de um a três dias na maior parte dos casos. Nos re-
vacinados, menos de 2% das pessoas relataram esta combinação de sintomas atribuível à 
vacina. 
 
Vejamos duas questões sobre a vacina em tela: 
17. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) A febre amarela é uma 
doença característica de algumas regiões como América Central, América do Sul e África. 
Típica de locais quentes, que favorecem a proliferação dos mosquitos contaminados pelo 
flavivírus. Com relação à vacinação contra febre amarela, é correto afirmar que 
a) deve ser administrada aos dez meses de idade e a cada dez anos. 
b) deve ser administrada aos nove meses de idade e aos dez anos, sendo periódica. 
c) deve ser administrada aos dez meses de idade e aos dez anos. 
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d) deve ser administrada aos doze meses de idade e a cada dez anos, sendo periódica. 
e) deve ser administrada aos seis meses de idade e a cada dez anos. 
COMENTÁRIOS: 
A vacina contra febre amarela deve ser administrada aos 9 meses de idade. Durante 
surtos, antecipar a idade para 6 (seis) meses. Aos viajantes para as áreas com recomendação, 
administrar a vacina 10 dias antes da data da viagem. A revacinação deve ocorrer a cada 
dez anos após a data da última dose. 
A vacina é contraindicada para gestantes e deve ser adiada em mulheres que estão 
amamentando até o 6º mês de vida da criança. Nos casos de risco de contrair o vírus buscar 
orientação médica. A aplicação da vacina para pessoas a partir de 60 anos depende da 
avaliação do risco da doença e benefício da vacina. 
Por eliminação o único gabarito possível é a letra B. A banca anulou a questão, pois a 
palavra “periódica” não especificou que o reforço deve ser feito a cada 10 anos. 
 
18. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) O Calendário Nacional de Vacinação estabelece 
que os idosos de 60 anos ou mais devem ser imunizados contra a febre amarela. Assinale a 
opção que indica o número de doses e o intervalo de tempo recomendado para essa vacina. 
a) Uma dose a cada ano. 
b) Duas doses a cada 5 anos. 
c) Três doses a cada 10 anos. 
d) Duas doses a cada 6 anos. 
e) Uma dose a cada 10 anos. 
COMENTÁRIOS: 
A vacina de febre atenuada (FA) está indicada a partir dos 9 meses (1ª dose), com 
reforço a cada 10 anos. Logo, o gabarito é a letra E. 
 
 
 
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11 - Vacina Pólio 
 
No Brasil, a vacina que vem sendo utilizada com sucesso desde a década de 60 é a 
vacina oral poliomielite (VOP), vacina de vírus atenuados, trivalente, contendo os três tipos de 
poliovirus (1, 2 e 3). É epidemiológica e operacionalmente a melhor vacina para gerar 
proteção a cada um dos três tipos de vírus da poliomielite e tem sido amplamente utilizada, 
viabilizando a erradicação global da doença. 
As ações de vacinação desenvolvidas contribuíram para a erradicação da poliomielite no 
País, sendo que o último caso ocorreu em 1989. 
Conforme definido no plano global de erradicação, uma região precisa estar sem 
circulação do vírus da poliomielite por três anos, em vigência de um sistema de vigilância 
para paralisias flácidas agudas funcionante, para ser declarada como livre da circulação do 
poliovírus. 
No entanto, a não ocorrência de pólio no continente americano não é o suficiente, uma 
vez que a doença ainda circula em outros países e pode ser reintroduzida na região através de 
viajantes infectados em regiões que apresentam bolsões de pessoas não vacinadas, por 
exemplo. 
A vigilância sensível de paralisias flácidas agudas, através da notificação, investigação e 
coleta oportuna de amostras de fezes de todos os casos de paralisias flácidas agudas é 
fundamental para a garantia de detecção rápida de um vírus importado e as altas e 
homogêneas coberturas vacinais evitam que esses vírus circulem. É por isso que o Brasil e 
outros países da região ainda realizam campanhas de vacinação com a vacina oral poliomielite 
e priorizam a vigilância de paralisias flácidas agudas. 
É inegável o sucesso e a contribuição da utilização da VOP na erradicação da 
poliomielite. A interrupção do seu uso deverá ser cuidadosamente programada e planejada. As 
principais estratégias a serem consideradas após a interrupção da VOP, mundialmente, são 
uma vigilância ativa e a não interrupção da imunização com a vacina poliomielite inativada 
(VIP). 
Como países desenvolvidos e em desenvolvimento declararam a intenção de continuar 
com a imunização de suas populações, mesmo após a erradicação do poliovírus selvagem, a 
VIP deverá ser utilizada nesses países para prevenir a reintrodução do vírus selvagem e o 
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ressurgimento da poliomielite. 
O Brasil, visando cumprir esta determinação, introduziu, desde agosto de 2012, a vacina 
inativada poliomielite (VIP) em esquema sequencial com 2 doses de VIP e 2 doses de VOP. 
As doses da VIP visam minimizar o risco, que é raríssimo, de paralisia associada à vacina, e 
as da VOP, manter a imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de 
introdução de poliovírus selvagem através de viajantes oriundos de localidades que ainda 
apresentam casos autóctones da poliomielite, por exemplo.Estudos realizados em todo o mundo permitiram descrever as características da VIP, 
como a capacidade para evitar surtos de poliomielite, de modo que muitos países já a 
incluíram nos seus calendários de vacinação de forma exclusiva ou com esquema sequencial. 
Veja que a tendência é a substituição da vacina oral da poliomielite (VOP) pela vacina 
inativada poliomielite (VIP). No Brasil, atualmente as crianças recebem duas doses de cada 
(VIP - 1ª dose aos dois meses e 2ª dose aos quatro meses; VOP - 3ª dose aos seis meses e reforço aos 
quinze meses), além da vacinação com a VOP anualmente nas campanhas nacionais para 
crianças menores de 5 anos. 
 
Neste sentido, o esquema vacinal contra a poliomielite será sequencial (VIP/VOP) de 
quatro doses para crianças menores de 1 ano de idade que estiverem iniciando o esquema 
vacinal. A VIP deverá ser administrada aos 2 meses (1ª dose) e 4 meses (2ª dose), e a VOP aos 
6 meses (3ª dose) e 15 meses (reforço). A preferência para a administração da VIP aos 2 e 4 
meses de idade tem a finalidade de evitar o risco, que é raríssimo, de evento adverso pós-
vacinação. 
Vacinação contra 
poliomielite no 
Brasil 
VIP - 1ª dose aos 
dois meses e 2ª 
dose aos quatro 
meses 
VOP - 3ª dose aos 
seis meses e 
reforço aos quinze 
meses 
vacinação com a 
VOP anualmente 
nas campanhas 
nacionais. 
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O intervalo entre as doses é de 60 dias, podendo ser de 30 dias, sendo que nos primeiros 
6 meses de idade o intervalo mínimo de 30 dias só é recomendado se o indivíduo estiver sob 
risco iminente de exposição à circulação viral, como por exemplo, pessoas que se deslocarão a 
regiões endêmicas ou em situações de surto da doença. 
 
 
Notas sobre a vacina inativada poliomielite (VIP): 
 
 A VIP só deve ser administrada em criança de 2 meses a menores de 1 ano de 
idade que estiverem iniciando esquema vacinal; 
 Se a criança receber VIP aos 2 meses e por algum motivo receber VOP aos 4 
meses, o esquema será completado com VOP. 
A via de administração preferencial da VIP é a intramuscular, entretanto, a via 
subcutânea também pode ser usada, mas em situações especiais (casos de discrasias 
sanguíneas). 
O local de aplicação preferencial para injeção intramuscular em bebês é o músculo 
vasto-lateral da coxa ou região ventroglútea e para crianças maiores o músculo deltóide. 
A dose dessa vacina (VIP) é de 0,5 mL. 
As contraindicações da VIP são as seguintes: 
• Qualquer indivíduo portador de alergia grave (anafilaxia) a qualquer componente da 
vacina. Como a VIP contém vestígios de estreptomicina, neomicina, e polimixina B, 
existe um risco teórico de reações alérgicas em pessoas sensíveis a estes antibióticos; 
• Qualquer pessoa que já apresentou quadro de reação alérgica grave a uma vacinação 
anterior com VIP; 
Vacinas contra a 
Poliomielite 
VIP 
1ª dose - 2 meses (idade mínima – 
6 semanas) 
2ª dose - 4 meses (intervalo 
mínimo – 30 dias) 
VOP 
3ª dose - 6 meses 
Reforço - 15 meses 
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• Pessoas com quadro clínico de doenças respiratórias superiores leve a moderada, com 
ou sem febre, reação local a uma dose prévia da vacina, terapia antimicrobiana atual 
e, a fase de convalescença de doença aguda não são contraindicações para a vacinação 
com VIP; 
• A amamentação não interfere com o sucesso da imunização com a VIP. 
A via de administração exclusiva da VOP é a oral, com a dose de duas gotas. 
 
Notas sobre a vacina oral poliomielite (VOP): 
 
• Indivíduos com cinco anos de idade ou mais: 
 Sem comprovação vacinal: administrar 3 doses da VOP, com intervalo de 60 dias entre 
elas, mínimo de 30 dias; 
 Com esquema incompleto: completar esquema com a VOP; 
 Nesta faixa etária não há necessidade de reforço. 
• Repetir a dose se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar. 
• Esta vacina é contraindicada para crianças imunodeprimidas, contato de pessoa HIV 
positivo ou com Aids, bem como que tenham histórico de paralisia flácida associada 
à dose anterior da VOP. 
A vacina inativada poliomielite (VIP) deverá ser conservada sob refrigeração, à 
temperatura de +2°C a +8°C. Não deve ser congelada. Pode ser utilizada até 6 horas após 
aberta, desde que armazenada entre 2º a 8ºC. 
Passemos para resolução de uma questão sobre o tema: 
19. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) No que se refere à vacina inativada 
poliomielite (VIP) e a vacina oral contra poliomielite (VOP), informe se é verdadeiro (V) ou 
falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. 
( ) A Vacina oral contra poliomielite (VOP) foi retirada do calendário infantil de 
imunizações, pois foi substituída pela vacina inativada poliomielite (VIP). 
( ) Está indicada para a imunização passiva contra a poliomielite causada pelos três 
sorotipos (1,2 e 3) a partir dos 4 meses de idade. 
( ) O Programa Nacional de Imunizações recomenda que a vacina poliomielite 1, 2 e 3 
(inativada) não seja administrada simultaneamente com a vacina de Rotavírus. 
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( ) A vacina inativada poliomielite não deve ser usada em controle de surtos da doença se a 
vacina oral poliomielite estiver disponível. 
a) F – F – V – V. 
b) V – V – F – F. 
c) F – V – F – V. 
d) V – V – V – F. 
e) F – F – F – V. 
COMENTÁRIOS: 
Amigo(a), apesar das inúmeras vantagens, alguns eventos indesejáveis podem ocorrer 
associados ao uso da VOP, por conter vírus vivos atenuados, eventos estes raros, como 
casos de paralisia associada à vacina (VAPP) e o poliovírus derivado da vacina (VPDV). 
É por esse motivo que o Ministério da Saúde introduziu, a partir de agosto de 2012, a 
vacina inativa poliomielite (VIP) ou (Salk) em esquema sequencial com 2 doses de VIP e 2 
doses de VOP. 
(VIP - 1ª dose aos dois meses e 2ª dose aos quatro meses; VOP - 3ª dose aos seis meses e 
reforço aos quinze meses) 
Vejamos agora cada um dos itens da questão: 
Item I. A Vacina oral contra poliomielite (VOP) foi retirada do calendário infantil de 
imunizações, pois foi substituída pela vacina inativada poliomielite (VIP). Incorreto. 
Houve uma alteração no calendário, mas a VOP foi mantida, conforme explicações acima. 
Item II. Está indicada para a imunização passiva contra a poliomielite causada pelos 
três sorotipos (1,2 e 3) a partir dos 2 meses de idade. 
Item III. O Programa Nacional de Imunizações recomenda que a vacina poliomielite 
1, 2 e 3 (inativada) não seja administrada simultaneamente com a vacina de Rotavírus. 
Falso. A vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) pode ser administrada simultaneamente 
com qualquer outra vacina recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações. Em caso 
de administração concomitante, devem ser utilizadas diferentes agulhas e sítios de 
administração. 
 
 
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Item IV. A vacina inativada poliomielite (VIP) não deve ser usada em controle de 
surtos da doença se a vacina oral poliomielite (VOP) estiver disponível. Verdadeiro. O 
vírus vacinal (VOP) compete com o vírus selvagem pela ocupação dos sítios de 
acoplamento na luz intestinal e assim é eficaz no bloqueio de surtos 
Nesses termos, o gabarito da questão é a letra E. 
 
 
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12 - Vacina HPV 
 
Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de 
colo do útero. Essas vacinas, na verdade, previnem contra a infecção por HPV. Mas o real 
impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. 
Uma delas é a quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos deHPV: o 16 e 18, 
presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos 
casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18. 
O Brasil está disponibilizando a vacina contra o HPV, usada na prevenção de câncer de 
colo do útero. A vacina irá proteger meninas de 9 a 13 anos contra quatro variáveis do vírus. 
Já em 2014, meninas dos 11 aos 13 anos receberam as duas primeiras doses necessárias à 
imunização, a dose inicial e a segunda seis meses depois. A terceira dose deverá ser aplicada 
cinco anos após a primeira. Em 2015, será estendida para as adolescentes de 9 a 11 anos. A 
vacina será produzida por meio de parceria entre Butantan e Merck 
 População-alvo será: meninas de 9 a 13 anos, com esquema vacinal de 3 doses. 
 As doses só serão aplicadas com autorização dos pais ou responsáveis. 
Atenção! O esquema completo de vacinação é composto de três doses. O 
esquema normal da vacina (0, 2 e 6 meses) é 1ª dose, 2ª dose após dois meses e 3ª dose 
após seis meses. 
No entanto, o Ministério da Saúde está adotando o esquema estendido (0, 6 e 60 
meses): 1ª dose, 2ª dose seis meses depois, e 3ª dose após cinco anos da 1ª dose. 
Vejam o esquema vacinal proposto pelo Ministério da Saúde: 
Esquema vacinal: 3 doses: 
1ª dose 
2ª dose: 6 meses após a 1ª dose 
3ª dose: 60 meses após a 1ª dose 
O tipo da vacina é: quadrivalente (subtipos 6, 11, 16 e 18). 
 
 
 
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Indicações: 
 Prevenção contra HPV 16 e 18 (responsável por 70% dos casos de câncer de 
colo do útero) 
 6 e 11 (verrugas genitais - condiloma acuminado) 
 Confere ainda proteção cruzada contra HPV 31, 33,52 e 58 
 Evidências recentes – 56% de redução na prevalência do HPV entre adolescentes 
apesar de apenas 35% de cobertura vacinal nos Estados Unidos. 
Atenção! Vacina é eficaz em quem ainda não iniciou a vida sexual e, portanto, não teve 
contato com o vírus HPV. 
A adoção da vacina não substituirá a realização regular do exame de citologia, 
Papanicolaou (preventivo). Trata-se de mais uma estratégia possível para o enfrentamento do 
problema. Ainda há muitas perguntas sem respostas relativas a essas vacinas. 
 
Vejamos agora duas questões sobre o tema: 
20. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Em 2014, o Ministério da 
Saúde incluiu a vacina contra o HPV no Calendário Nacional de Vacinação e ela será 
fornecida gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde. Com relação à vacina do HPV, é 
correto afirmar que 
a) é de dose única e deve ser administrada em meninos e meninas. 
b) são duas doses e deve ser administrada apenas em meninas. 
c) é de dose única e deve ser administrada apenas em meninas. 
d) são três doses e de devem ser administradas apenas em meninas. 
e) são três doses e devem se administradas em meninas e meninos. 
COMENTÁRIOS: 
O Ministério da Saúde está adotando o esquema estendido (0, 6 e 60 meses): 1ª dose, 
2ª dose seis meses depois, e 3ª dose após cinco anos da 1ª dose em meninas. A partir do 
exposto, verificamos que o gabarito é a letra D. 
 
 
 
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21. (HU-UFMS/BSERH/Instituto AOCP/2014) A prevenção do HPV representa potencial 
para reduzir a carga de doença cervical e lesões precursoras do câncer de colo de útero. Para 
isto, o Ministério da Saúde adotou a vacina 
a) pentavalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 16 e 21) 
e de alto risco (HPV 56, 28 e 33). 
b) quadrivalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 6 e 11) 
e de alto risco (HPV 16 e 18). 
c) bivalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 26) e de alto 
risco (HPV 33). 
d) pentavalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 16 e 18) 
e de alto risco (HPV 12, 15 e 23). 
e) monovalente que confere proteção contra HPV de alto risco (HPV 16). 
COMENTÁRIOS: 
O Ministério da Saúde adotou a vacina quadrivalente contra HPV que confere 
proteção contra HPV de baixo risco (HPV 6 e 11) e de alto risco (HPV 16 e 18). Dessa 
forma, o gabarito é a letra B. 
 
 
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13 - Profilaxia contra a Raiva 
 
A prevenção da Raiva transmitida em áreas urbanas ou rurais, por animais domésticos, 
é feita mediante a manutenção de altas coberturas vacinais nesses animais, por meio de 
estratégias de rotina e campanhas; controle de foco e bloqueio vacinal; captura e eliminação 
de cães de rua; envio de amostras para exame laboratorial, para monitoramento da circulação 
viral. A profilaxia da Raiva humana é feita com o uso de vacinas e soro, quando os 
indivíduos são expostos ao vírus rábico pela mordedura, lambedura de mucosas ou 
arranhadura provocada por animais transmissores da Raiva. 
A vacinação antirrábica não tem contraindicação, devendo ser iniciada o mais breve 
possível e garantir o completo esquema de vacinação preconizado. 
 
R
a
iv
a
 
Prevenção da Raiva 
transmitida em áreas 
urbanas ou rurais, 
por animais 
domésticos. 
 Manutenção de altas coberturas vacinais nesses animais, por 
meio de estratégias de rotina e campanhas; 
 Controle de foco e bloqueio vacinal; captura e eliminação de cães 
de rua; 
 Envio de amostras para exame laboratorial, para monitoramento 
da circulação viral. 
Profilaxia da Raiva 
 É feita com o uso de vacinas e soro, quando os indivíduos são 
expostos ao vírus rábico pela mordedura, lambedura de mucosas 
ou arranhadura provocada por animais transmissores da Raiva. 
 A vacina sempre faz parte do esquema de profilaxia; 
 A indicação do soro ocorre quando se trata de um acidente de 
alto risco para desenvolvimento da doença. 
 
Nobres concurseiros, vejam que os instrumentos disponíveis para prevenção e controle 
da raiva humana são a vacina e o soro. 
As vacinas humanas (cultivo celular) são mais potentes, seguras e isentas de risco. 
São produzidas em cultura de células (diploides humanas, células Vero, células de embrião de 
galinha, etc.), com cepas de vírus Pasteur (PV) ou Pittman-Moore (PM) inativados pela 
betapropiolactona. 
As vias de aplicação são a intramuscular (mais utilizada) e intradérmica (utilizada 
em casos específicos). 
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 Via intramuscular - são apresentadas na dose 0,5ml e 1ml, dependendo do 
fabricante (verificar embalagem e/ou lote). A dose indicada pelo fabricante 
NAO DEPENDE da idade ou do peso do paciente. A aplicação intramuscular 
deve ser profunda, na região do deltoide ou vasto lateral da coxa. Em crianças 
até 2 anos de idade, está indicado o vasto lateral da coxa. 
 Via intradérmica - a dose da via intradérmica e de 0,1ml. Deve ser aplicada em 
locais de drenagem linfática, geralmente nos braços, na inserção do músculo 
deltoide. 
Importante! A vacina antirrábica não deve ser aplicada na região glútea. 
A vacina contra raiva não tem contraindicação (gravidez, mulheres lactantes, doença 
intercorrente ou outros tratamentos), devido à gravidade da doença que apresenta letalidade de 
aproximadamente 100%. 
As vacinas contra a raiva produzidas em meios de cultura são seguras. De acordo 
com os trabalhos publicados na literatura, causam poucos eventos adversos e, na quase 
totalidade dos casos, de pouca gravidade. O soro para uso humano (soro heterólogo) é 
uma solução concentrada e purificada de anticorpos, preparada em equídeos imunizados 
contra o vírus da raiva. 
A dose indicada e de 40UI/kg de peso do paciente. Deve-se infiltrar nas lesões a maior 
quantidade possível da dose do soro (vejam que o soro é aplicado diretamente ao redor das lesões 
do animal agressor). Quando a lesão for extensa e múltipla, a dose dosoro a ser infiltrada, pode 
ser diluída, em soro fisiológico, para que todas as lesões sejam infiltradas. Caso a região 
anatômica não permita a infiltração de toda a dose, a quantidade restante, a menor possível, 
deve ser aplicada por via intramuscular, na região glútea. 
 
 
 
 
 
 
 
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No quadro a seguir, encontra-se o esquema para tratamento profilático antirrábico 
humano. 
Tipo de exposição 
Condições do animal agressor 
Cão ou gato sem 
suspeita de Raiva no 
momento da agressão 
Cão ou gato clinicamente 
suspeito de Raiva no momento 
da agressão 
Cão ou gato raivoso 
desaparecido ou morto 
Animais silvestres
5
 
(inclusive os 
domiciliados) 
Animais domésticos de 
interesse econômico ou 
de produção 
Contato indireto 
• Lavar com água e sabão; 
• Não tratar. 
• Lavar com água e sabão; 
• Não tratar; 
• Lavar com água e sabão; 
• Não tratar; 
Acidentes leves 
• Ferimentos 
superficiais, pouco 
extensos, geralmente 
únicos, em tronco e 
membros (exceto mãos, 
polpas digitais e planta 
dos pés); podem acontecer 
em decorrência de 
mordeduras ou 
arranhaduras causadas por 
unha ou dente; 
• Lambedura de pele com 
lesões superficiais; 
• Lavar com água e sabão 
• Observar o animal durante 
10 dias após exposição
1
; 
• Se o animal permanecer 
sadio no período de 
observação, encerrar o caso; 
• Se o animal morrer, 
desaparecer ou se tornar 
raivoso, administrar 5 doses 
de vacina (dias 0, 3, 7, 14 e 
28). 
• Lavar com água e sabão 
• Iniciar tratamento profilático com 
2 doses, uma no dia 0 e outra no dia 
3. 
• Observar o animal durante 10 dias 
após exposição
1
; 
• Se a suspeita de Raiva for 
descartada após o 10° dia de 
observação, suspender o tratamento 
profilático e encerrar o caso; 
• Se o animal morrer, desaparecer 
ou se tornar raivoso, completar o 
esquema até 5 doses, aplicar uma 
dose entre o 7° e o 10° dias e uma 
dose nos dias 14 e 28. 
• Lavar com água e sabão; 
• Iniciar imediatamente o 
esquema profilático com 5 
doses de vacina 
administradas nos dias 0, 3, 7, 
14 e 28. 
Acidentes graves 
• Ferimentos na cabeça, 
face, pescoço, mão, polpas 
digitais e/ou planta do pé; 
• Ferimentos profundos, 
múltiplos ou extensos, em 
qualquer região do corpo; 
• Lambedura de mucosas; 
• Lambedura de pele onde 
já existe lesão grave; 
• Ferimento profundo 
causado por unha de 
animal. 
• Lavar com água e sabão 
• Observar o animal durante 
10 dias após exposição
1,2
; 
• Iniciar esquema profilático 
com 2 doses, uma no dia 0 e 
outra no dia 3. 
• Se o animal permanecer 
sadio no período de 
observação, encerrar o caso; 
• Se o animal morrer, 
desaparecer ou se tornar 
raivoso, dar continuidade ao 
esquema profilático, 
administrando o soro 3,4 e 
completando o esquema até 5 
doses. 
Aplicar uma dose entre o 7° e 
o 10° dia e uma dose nos dias 
14 e 28. 
• Lavar com água e sabão 
• Iniciar o tratamento com soro3 e 5 
doses de vacina nos dias 0, 3, 7, 14 e 
28; 
• Observar o animal durante 10 dias 
após exposição; 
• Se a suspeita de Raiva for 
descartada após o 10° dia de 
observação, suspender o esquema 
profilático e encerrar o caso; 
• Lavar com água e sabão 
• Iniciar imediatamente o 
esquema profilático com soro 
3 e 5 doses de vacina 
administrada nos dias 0, 3, 7, 
14 e 28. 
1 - É necessário orientar o paciente para que ele notifique imediatamente a Unidade de Saúde se o animal morrer, desaparecer 
ou se tornar raivoso, uma vez que podem ser necessárias novas intervenções de forma rápida, como a aplicação do soro ou o 
prosseguimento do esquema de vacinação. 
2 - É preciso avaliar, sempre, os hábitos do cão e gato e os cuidados recebidos. Podem ser dispensados do esquema 
profilático as pessoas agredidas pelo cão ou gato que, com certeza, não tem risco de contrair a infecção rábica. Por exemplo, 
animais que vivem dentro do domicílio (exclusivamente); não tenham contato com outros animais desconhecidos; que 
somente saem à rua acompanhados dos seus donos e que não circulem em área com a presença de morcegos. Em caso de 
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dúvida, iniciar o esquema de profilaxia indicado. Se o animal for procedente de área de raiva controlada não é necessário 
iniciar o esquema profilático. Manter o animal sob observação e só iniciar o esquema profilático indicado (soro+vacina) se o 
animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso. 
3 - O soro deve ser infiltrado na(s) porta(s) de entrada. Quando não for possível infiltrar toda dose, aplicar o máximo possível 
e a quantidade restante, a menor possível, aplicar pela via intramuscular, podendo ser utilizada a região glútea. Sempre 
aplicar em local anatômico diferente do que aplicou a vacina. Quando as lesões, forem muito extensas ou múltiplas a dose do 
soro a ser infiltrada pode ser diluída, o menos possível, em soro fisiológico para que todas as lesões sejam infiltradas. 
4 - Nos casos em que se conhece só tardiamente a necessidade do uso do soro antirrábico ou quando o mesmo não se 
encontra disponível no momento, aplicar a dose de soro recomendada antes da aplicação da 3ª dose da vacina de cultivo 
celular. Após esse prazo o soro não é mais necessário. 
5 - Nas agressões por morcegos deve-se indicar a soro-vacinação independentemente da gravidade da lesão, ou indicar 
conduta de reexposição. 
 
 
Vejamos uma questão sobre o tema: 
22. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) A profilaxia pré-exposição deve ser 
indicada para pessoas com risco de exposição permanente ao vírus da Raiva, durante 
atividades ocupacionais exercidas por profissionais como biólogos e médicos veterinários. 
Assim, o esquema pré-exposição e os dias de aplicação nestes casos são: 
a) Esquema: 3 doses; Dias de aplicação: 0,7,28. 
b) Esquema: 2 doses; Dias de aplicação: 0,3. 
c) Esquema: Dose única; Dias de aplicação: 0. 
d) Esquema: 5 doses; Dias de aplicação: 0,3,7,14,28. 
e) Esquema: 4 doses; Dias de aplicação: 0, 3, 7,14. 
COMENTÁRIOS 
A questão aborda sobre profilaxia pré-exposição, vamos entendê-la para poder 
resolver a questão. Essa profilaxia deve ser indicada para pessoas com risco de exposição 
PERMANENTE ao vírus da raiva, durante atividades ocupacionais exercidas por 
profissionais como: 
 médico veterinário; 
 biólogo; 
 auxiliares e demais funcionários de laboratório de virologia e anatomopatologia para raiva; 
 estudantes de veterinária, biologia e agrotécnica; 
 pessoas que atuam no campo na captura, vacinação, identificação e classificação de mamíferos 
passíveis de portarem o vírus, bem como funcionários de zoológicos; 
 pessoas que desenvolvam trabalho no campo (pesquisas, investigações ecoepidemiológicas) com 
animais silvestres; e 
 espeleólogos, guias ecoturismo, pescadores e outros profissionais que trabalham em áreas de risco. 
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 Vejamos como é o esquema pré-exposição para raiva. 
Esquema 3 doses 
Dias de aplicação 0, 7, 28 
Vias de 
administração, 
dose e local de 
aplicação. 
Intramuscular profunda: dose completa. Local: deltoide ou 
vasto lateral. NÃO APLICAR NO GLÚTEO. 
Intradérmica: 0,1 ml, na inserção do músculo deltoide. 
Controle 
sorológico 
A partir do 14º dia após a última dose do esquema. 
Atenção! São considerados satisfatórios os títulos de 
anticorpos ≥ 0,5 UI/ml. 
 
O item correto é o A, pois descreve que o esquema pré-exposição é composto por 3 
doses, nos dias 0, 7 e 28. 
 
 
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14 - Introdução da vacina dTpa para gestantes no Calendário 
Nacional de Vacinação 
Considerando a situação epidemiológica da coqueluche e a necessidade deproteger 
contra a doença o binômio mãe-filho, a vacina adsorvida de difteria, tétano e coqueluche 
(pertussis acelular) - dTpa, foi introduzida desde de novembro de 2014 no Calendário 
Nacional de Vacinação para gestantes e profissionais de saúde que atendam recém-nascidos 
nas maternidades e UTIs neonatais, como reforço ou complementação do esquema da vacina 
dupla adulto (difteria e tétano). 
Esta vacina oferece proteção vacinal indireta nos primeiros meses de vida (passagem de 
anticorpos maternos por via transplacentária para o feto) quando a criança ainda não teve a 
oportunidade de completar o esquema vacinal. 
 
Indicação da vacina: 
A vacina é indicada para gestantes a partir da vigésima sétima semana (27ª) até a 
trigésima sexta semana (36ª) de gestação, preferencialmente, podendo ser administrada até 20 
dias antes da data provável do parto. A dTpa adulto deve ser administrada a cada gestação 
considerando que os anticorpos tem curta duração, portanto, a vacinação na gravidez não 
levará a alto nível de anti-corpos protetores em gestações subsequentes. Esta vacina deverá 
ser registrada no cartão do pré-natal ou de vacinação do adulto. 
Para a proteção do RN, além da indicação da vacina para as gestantes, é de fundamental 
importância a vacinação dos profissionais de saúde que atuam em maternidades e em 
unidades de internação neonatal (UTI/UCI convencional e UCI Canguru), atendendo recém-
nascidos e crianças menores de um ano. 
 
Especificação técnica: 
Caixa com 10 seringas prenchidas monodose de 0,5 mL e 10 agulhas para aplicação 
intramuscular. 
Esquema recomendado: O esquema recomendado da dTpa adulto é uma dose a cada 
gestação; 
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A depender da situação vacinal encontrada administrar uma dose da vacina dTpa para 
iniciar o esquema, completar ou como dose de reforço. Este esquema deverá ser completada 
até 20 dias antes da data provável do parto com a dT. 
 
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15 – Vacina Hepatite A 
E indicada para a prevenção da infecção causada pelo vírus da hepatite A. O PNI 
recomenda a vacinação de crianças de 12 meses ate menores de 2 anos de idade. 
O PNI recomenda uma dose aos 12 meses de idade na rotina de vacinação. Situações 
individuais especificas podem exigir a adoção de esquema e dosagem diferenciados nos 
CRIE. 
O volume da vacina a ser administrado e de 0,5 mL. A vacina pode ser administrada 
simultaneamente com as demais vacinas dos calendários de vacinação do Ministério da 
Saúde. 
A vacina e administrada por via intramuscular. 
 
Atenção! A vacina contra Hepatite A foi incluída desde o dia 
15/07/2014 no Calendário Nacional de Imunização. É indicada para 
crianças entre 1 a 2 anos. Dose única, 0,5 ml, IM. 
 
 
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16 - Disposições Gerais 
 
23. (Instituto Benjamin Constant/AOCP/2013) Assinale a alternativa que apresenta uma 
vacina composta por vírus vivos atenuados. 
a) BCG. 
b) Febre Amarela. 
c) DTP. 
d) Hepatite B. 
e) Haemophilus influenzae do tipo b 
COMENTÁRIOS: 
As principais vacinas compostas por vírus vivos atenuados
6
 são as seguintes: tríplice 
viral, tetra viral, febre amarela, poliomielite e rotavírus. 
Vamos descrever abaixo a composição das principais vacinas do calendário básico do 
Programa Nacional de Imunização (PNI). 
A vacina contra o sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral) é uma vacina combinada 
que contém os vírus vivos do sarampo, da caxumba e da rubéola, atenuados em cultivo 
celular. 
A vacina contra o sarampo, caxumba, rubéola e varicela (tetra viral) é uma vacina 
combinada que contém os vírus vivos do sarampo, da caxumba, da rubéola e varicela, 
atenuados em cultivo celular. 
A vacina contra a febre amarela é composta de vírus vivos atenuados da febre 
amarela, derivados da linhagem 17 D, cultivados em ovos embrionados de galinha. 
A vacina oral poliomielite (VOP) contém uma suspensão dos vírus da poliomielite 
atenuados dos tipos I, II e III (cepas Sabin). 
A vacina rotavírus G1P1[8] (atenuada) é monovalente, ou seja, a cepa utilizada em sua 
composição possui apenas um sorotipo do Rotavirus. 
 
6
 As vacinas produzidas contra os vírus podem ser de dois tipos a saber: atenuada ou inativada. A vacina atenuada é aquela 
em que o vírus encontra-se vivo, porém sem capacidade de produzir a doença (caxumba, febre amarela, poliomielite, 
rubéola, sarampo, tríplice viral, varicela e varíola). Algumas vezes estes vírus podem reverter para a forma selvagem 
causando a doença. Estas vacinas são contraindicadas para imunodeprimidos e gestantes. A vacina inativada contém o vírus 
inativado por agentes químicos ou físicos, ou subunidades e fragmentos obtidos por engenharia genética. Neste caso nunca 
ocorre a reversão para a forma selvagem (gripe, hepatites A e B, poliomielite injetável e raiva). Estas vacinas podem ser 
indicadas para os imunodeprimidos. 
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A vacina inativada poliomielite (VIP) é constituída por cepas inativadas (mortas) dos 
três tipos (1, 2 e 3) de poliovírus e produz anticorpos contra todos eles. 
A vacina BCG é preparada com bacilos vivos (bactérias), a partir de cepas do 
Mycobacterium bovis, atenuadas com glutamato de sódio. 
A vacina hepatite B (recombinante) contem o antígeno recombinante de superfície 
(rHBsAg) que é purificado por vários métodos físico-químicos, adsorvido por hidróxido de 
alumínio, tendo o timerosal como conservante. A composição varia conforme o laboratório 
produtor. 
A vacina pentavalente é uma associação dos toxóides diftérico e tetânico com a 
Bordetella pertussis (bactérias) inativada, oligossacarídeos Hib e antígeno de superfície da 
hepatite B. 
A vacina adsorvida difteria e tétano adulto (dT) é constituída pelos toxóides diftérico 
e tetânico, sendo que o componente diftérico apresenta-se em menor concentração que na 
vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis e na vacina adsorvida difteria e tétano infantil. 
A vacina conjugada meningococo do grupo C é apresentada sob a forma isolada ou 
combinada com o meningococo do grupo A (bactéria). Neste caso, contêm 50mcg do 
polissacarídeo capsular purificado correspondente a cada sorogrupo. 
Por eliminação, o gabarito da questão é a letra B. 
 
24. (HU-UFMA/EBSERH/IBFC/2013) Mariana tem um filho de 1 ano, 2 meses e 2 dias e 
apresenta esquema de vacinação completa até os 9 meses de idade. Hoje ela comparece à 
unidade básica de saúde para completar esquema de vacinação. Segundo o calendário 
nacional de vacinação, assinale a alternativa que contemple os imunobiológicos indicados 
para este caso. 
a) Apenas 1ª dose de Sarampo, Caxumba e Rubéola (SRC). 
b) Apenas reforço Pneumo 10 e 1ª dose de Sarampo, Caxumba e Rubéola (SRC). 
c) Apenas 1º reforço da pentavalente (Difteria, Tétano, Coqueluche, Haemophilus influenzae, 
Hepatite B) e reforço da Vacina inativada poliomielite (VIP). 
d) Apenas 1º reforço da DTP (Difteria, Tétano, Coqueluche) e reforço da Vacina Inativada 
poliomielite (VIP). 
e) Apenas reforço Pneumo 10. 
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COMENTÁRIOS: 
Para melhor entendimento da questão vejamos, na tabela abaixo, o cronograma do 
Calendário Nacional de Imunização. 
 
 
 
 
Vejamos abaixo um resumo esquemático sobre Imunização: 
Tabela Resumo - Imunização 
VACI
NA 
CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES 
BCG 
Dose ao nascer até 
completar 5 anos 
0,1 ml ID 
> 2 kg; > 1 mês p/ prematuros; ausência da cicatriz 
é indicada a revacinação 6 meses após a 1ª dose, 
podendo ser realizada apenas uma vez; 
Hepatite B 
Dose ao nascer 
 
0,5 ml até os 19 
anos e 1ml a 
partir de 20 
anos. 
IM 
· Para indivíduos de 5 a 49 anos: 
Sem comprovação vacinal: administrar 3 doses da 
vacina hepatite B com intervalo de 30 dias entre a 
primeira e a segunda doses e de 6 meses entre a 
primeira e a terceira doses (0, 1 e 6). 
Em caso de esquema vacinal incompleto, não 
reiniciar o esquema, apenas completá-lo. 
· Para gestantes em qualquer faixa etária e idade 
gestacional: administrar 3 doses da vacina hepatite 
B, considerando o histórico de vacinação anterior. 
· Para indivíduos integrantes dos grupos 
vulneráveis, independe da faixa etária ou 
comprovação da condição de vulnerabilidade: 
administrar 3 doses. Considerar a história vacinal 
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Tabela Resumo - Imunização 
VACI
NA 
CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES 
anterior. 
 
 
Penta 
 
 
Aos 2, 4 e 6 meses de 
Idade administrar aos 2, 
4 e 6 meses de idade. 
 
 
1 dose de 0,5 
ml. 
 
 
IM, no vasto 
lateral da 
coxa, em 
crianças < de 
2 anos e na 
região 
deltóide nas 
crianças 
acima de 2 
anos
7. 
 
 
 
A vacina combinada é apresentada em frasco ou 
ampola contendo 1 dose de 0,5 ml. 
Os dois reforços necessários serão realizados com a 
vacina DTP (difteria, tétano e pertussis). O 
primeiro reforço aos de 15 meses de e o segundo 
reforço aos 4 anos. 
A idade máxima para aplicação da DTP é de 6 anos 
11 meses e 29 dias. 
DTP 
(difteri
a, 
tétano 
e 
pertuss
is) 
Reforço da pentavalente 
aos 15 meses e aos 4 
anos. 
 
0,5mL. 
Idem da 
pentavalente 
O reforço pode ser administrado em qualquer idade 
(até os seis anos, onze meses e 29 dias), 
observando-se um intervalo mínimo de seis meses 
após a última dose da vacinação básica; 
Se o esquema básico não for iniciado ou completado 
até a completar 7 anos, as doses necessárias serão 
aplicadas com a vacina adsorvida difteria e tétano 
adulto (DT) em lugar da DTP; 
 
VIP/V
OP 
VIP-VOP: administrar 1ª 
e 2ª doses com VIP aos 2 
e 4 meses, 3ª dose aos 6 
meses com a VOP e os 
reforços aos 15 meses e 
04 anos com VOP 
VIP 
(0,5 ml); VOP 
(2 gts) 
VIP (IM); 
VOP (VO) 
VOP 
≥ 5 anos 
- Sem comprovação vacinal: administrar 3 (três) 
doses da VOP; 
- Com esquema incompleto: completar esquema 
com a VOP; 
- Nesta faixa etária não há necessidade de reforço. 
· Repetir a dose se a criança regurgitar, cuspir 
ou vomitar. 
· Esta vacina é contraindicada para crianças 
imunodeprimidas, contato de pessoa HIV positivo 
ou com Aids, bem como que tenham histórico de 
paralisia flácida associada à dose anterior da VOP. 
Rotaví
rus 
Huma
no 
2 doses (2 e 4 meses) 
1,5mL. 
 
exclusivame
nte por via 
oral 
Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a 
vacinação não repetir a dose. 
Pneum
ocócica 
10 
valente 
3 doses aos 2, 4 e 6 
meses de idade. Fazer 
um reforço 
preferencialmente aos 12 
meses. 
0,5 ml IM 
Crianças entre 12 e 23 meses de idade sem 
comprovação vacinal, administrar dose única. 
 
Menin 2 doses aos 3 e 5 meses 0,5 ml IM Para crianças entre 12 e 23 meses de idade sem 
 
7
 A pentavalente pode, ainda, ser administrada na região ventro-glútea, por estar livre de estruturas anatômicas 
importantes (não apresenta vasos sanguíneos ou nervos significativos), sendo indicada para qualquer faixa etária. 
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Tabela Resumo - Imunização 
VACI
NA 
CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES 
gocócic
a C 
de idade,. Fazer um 
reforço 
preferencialmente aos 15 
meses. 
comprovação vacinal, deve-se administrar dose 
única. 
 
 
Febre 
Amare
la 
 
Aos 9 meses de idade. 
Durante surtos, antecipar 
a idade para 6 meses. 
Reforço a cada 10 anos. 
 
0,5 ml 
 
SC 
 
Aos viajantes para as áreas com recomendação, 
administrar a vacina 10 dias antes da data da 
viagem. 
Contraindicada para gestantes e deve ser adiada em 
mulheres que estão amamentando até o 6º mês de 
vida da criança. 
Para pessoas a partir de 60 anos depende da 
avaliação do risco da doença e benefício da vacina. 
 
Hepati
te A
8
 
Crianças entre 1 a 2 
anos. 
0,5 ml IM 
Dose única 
Tríplic
e Viral 
(SCR) 
Aos 12 meses e a 
segunda dose aos 15 
meses de idade com a 
vacina tetra viral. 
0,5 ml SC 
De 1 a 19 anos todo indivíduo deve ter o esquema 
de 2 doses. Indivíduos de 20 a 49 anos de idade que 
não apresentarem comprovação vacinal administrar 
1 dose. 
É contra indicada para gestantes. 
 
Dupla 
tipo 
adulto 
- dT: 
Indivíduo sem vacinação 
anteriormente ou sem 
comprovação de três 
doses da vacina, seguir o 
esquema de três doses (0, 
2 e 4 meses). 
0,5 ml IM 
Os vacinados anteriormente com 3 doses das 
vacinas DTP, DT, dTpa, penta ou dT, administrar 
reforço, a cada 10 anos. 
Em caso de gravidez e ferimentos graves antecipar 
a dose de reforço se a última dose foi administrada 
há mais de 5 anos. Nesse caso, deve ser 
administrada preferencialmente 20 dias antes da 
data provável do parto. 
 
Influen
za 
Revacinação anual. 
 
8
 O Ministério da Saúde anunciou em 29 de julho, a introdução da vacina contra hepatite A no Calendário Nacional de 
Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). As doses são direcionadas às crianças de 12 a 23 meses e já foram distribuídas 
para postos de saúde de todo o País. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 95% do público-alvo, cerca de três milhões 
de crianças. Com isso, o Brasil passa a oferecer, gratuitamente, 14 vacinas de rotina, garantindo todas as vacinas 
recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). 
 
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Tabela Resumo - Imunização 
VACI
NA 
CALENDÁRIO DOSE VIA OBSERVAÇÕES 
Pneum
ocócica 
23 
valente 
1 dose nos indivíduos 
com 60 anos e mais que 
vivem em instituições 
fechadas, tais como 
asilos, hospitais, casas de 
repouso. 
 
0,5 ml IM ou SC 
Administrar apenas 1 dose adicional após 5 anos. 
Esta vacina é oferecida por ocasião da Campanha 
Nacional de Vacinação contra a Influenza. 
 
 
De acordo com o caso hipotético apresentado na questão, o filho da Mariana (com 
esquema vacinal completo até os 9 meses) recebeu as seguintes vacinas: BCG (dose única); 
Hepetite b (dose ao nascer); pentavalente - Difteria, Tétano, Coqueluche, Haemophilus 
influenzae, Hepatite B (3 doses); VIP e VOP (2 dose da VIP e 1 dose da VOP); pneumo 10 
(3 doses); Rotavírus (2 doses); Meningo C (2 doses), Febre amarela (dose inicial). 
Como o filho de Marina tem 14 meses e 2 dias, necessita dos seguintes 
imunobiológicos: pneumo10 (reforço); e tríplice viral - Sarampo, Caxumba e Rubéola (1ª 
dose). 
A partir do exposto, constatamos que o gabarito é a letra B. 
 
25. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Uma criança de quatro meses 
de idade deve ser vacinada com 
a) vacina pentavalente, pneumocócica10, poliomielite e rotavírus. 
b) vacina meningocócica, pneumocócica10 e rotavírus. 
c) vacina pentavalente, pneumocócica10, poliomielite e meningocócica. 
d) vacina pentavalente, meningocócica, poliomielite e rotavírus. 
e) vacina meningocócica, pneumocócica10, poliomielite e rotavírus. 
COMENTÁRIOS: 
Essa questão é clássica em concurso. Vamos visualizar na tabela abaixo o calendário 
nacional de imunização atualizado. 
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A partir da análise do quadro acima, a alternativa que descreve corretamente os 
imunobiológicos os quais devem ser administrados aos 4 meses é a letra A. As demais 
assertivas estão incorretas por elencarem a Meningocócica C, que é administrada no 3, 5e 15 
mês. 
 
26. (HU-UFPE/EBSERH/IDECAN2014) Fazem parte do calendário básico de vacinação de 
pessoas com 60 anos ou mais, de acordo com o Programa Nacional de Imunização, as 
seguintes vacinas, EXCETO: 
A) Hepatite B. D) Meningocócica. 
B) Febre amarela. E) Influenza sazonal. 
C) Pneumocócica. 
COMENTÁRIOS: 
A condição vacinal do idoso deve ser verificada e algumas vacinas devem ser realizadas, 
a exemplo das vacinas influenza, pneumocócica 23-valente e a difteria e tétano (dT). 
A vacina influenza é administrada anualmente durante a Campanha Nacional de 
Vacinação contra a Influenza. 
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A vacina contra difteria e tétano (dT) deve ser administrada a cada 10 anos como 
reforço da tetravalente/pentavalente e DTP, quando o esquema dessas vacinas estiver em dia. 
Deve ser administrada uma dose da vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica), 
durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, nos indivíduos de 60 anos e 
mais não vacinados que vivem acamados e ou em instituições fechadas como, casas 
geriátricas, hospitais, unidades de acolhimento/asilos, casas de repouso. Ademais, deve ser 
administrada uma dose adicional da vacina pneumocócica 23-valente 5 anos após a dose 
inicial, uma única vez. 
Acerca da questão, notamos que a vacina meningocócica só é administrada em crianças. 
Em regra, a vacina contra a Hepatite B é administrada em pessoas até 49 anos. Podendo ser 
feita em qualquer idade em grupos vulneráveis. 
A questão foi acertadamente anulada, pois apenas as vacinas contra a influenza, difteria 
e tétano (dT) e a pneumocócica 23-valente fazem parte do calendário nacional da pessoa 
idosa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Atenção a Saúde da Criança e Adolescente 
 
27. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014/CM) Assinale a alternativa que pode ser indicativo 
de sofrimento fetal agudo, ao se avaliar os batimentos cardiofetais (BCF) no anteparto: 
a) 112 bpm. 
b) 137 bpm. 
c) 149 bpm. 
d) 153 bpm. 
e) 168 bpm 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o Ministério da Saúde, a ausculta dos batimentos cardiofetais tem como 
objetivo constatar a cada consulta a presença, o ritmo, a frequência e a normalidade dos 
batimentos cardíacos fetais (BCF) que deve ser realizada com sonar, após 12 semanas de 
gestação, ou com Pinard, após 20 semanas. É considerada normal a frequência cardíaca 
fetal entre 120 a 160 batimentos por minuto. 
É importante considerar como sinal de alerta, quando na avaliação dos batimentos 
cardíacos fetais (BFC), apresentar uma bradicardia (<110bpm) ou taquicardia (>160bpm), 
pois se deve suspeitar de sofrimento fetal. 
Com isso, analisando as alternativas da questão, a única que apresenta indicativo de 
sofrimento fetal é a letra E, pois esta acima do padrão normal dos batimentos cardiofetais, 
apresentando, portanto uma taquicardia. 
 
28. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014/CM) Para evitar a morte súbita, a Pastoral da 
Criança, com o apoio do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria, UNICEF e 
Criança Esperança, lançou em 2009 a campanha que preconiza colocar os bebês para 
dormirem em posição: 
a) prona. 
b) lateral esquerdo. 
c) lateral direito. 
d) ventral. 
e) supina. 
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COMENTÁRIOS: 
A Pastoral da Criança lidera uma campanha no sentido de informar a população sobre a 
importância de colocar os bebês para dormirem de barriga para cima (posição supina) – o 
que contraria uma antiga crença popular, mas pode evitar a morte súbita, considerada a maior 
causa de mortes entre bebês de 1 a 12 meses nos países desenvolvidos. 
Com o apoio do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria, Unicef, Criança 
Esperança e outros organismos internacionais, a campanha é baseada em estudos brasileiros e 
na publicação Sudden infant death syndrome, de Rachel Y Moon, Rosemary S C Horne, Fern 
R Hauck (Lancet 2007; 370: 1578–87). 
Campanhas semelhantes a “Dormir de barriga para cima é mais seguro” já foram 
divulgadas nos Estados Unidos e na Inglaterra e segundo Cesar Victora, doutor em 
Epidemiologia pela London School of Hygiene and 
Tropical Medicine, pesquisador da UFPel e coordenador do 
Comitê de Mortalidade Infantil da cidade de Pelotas-RS, há 
formas de reduzir o risco de morte súbita em bebês e 
uma delas é deixá-los dormindo de barriga para cima. 
No entanto, isso ainda é pouco usado pelas mães 
brasileiras. 
Segundo o pesquisador, a informação de que ao 
dormir de barriga para cima o bebê vai aspirar ao 
vômito e se afogar não passa de uma crença popular 
incorreta. Ao deitar de lado ou com a barriga para baixo o 
bebê respira um ar viciado, ou seja, o ar que ele próprio 
expira e os riscos de dormir de barriga para baixo são semelhantes a dormir de lado, já que 
essa posição é instável e muitos bebês rolam e ficam de barriga para baixo. Se uma criança 
está deitada de barriga para cima e se afoga, sua tendência, por instinto, é tossir e com isso 
chamar a atenção dos pais. No caso da morte súbita, essa reação não acontece e a morte se dá 
de forma “silenciosa”. 
Logo, o gabarito da questão é a letra E. 
 
Figura - Posição Supina (Pastoral da Criança). 
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29. (HU-UFS/EBSERH/AOCP/2014/CM) No cuidado à saúde da Criança, o Ministério da 
Saúde recomenda quantas consultas de rotina no Primeiro ano de vida? 
a) Três. 
b) Quatro. 
c) Cinco. 
d) Seis. 
e) Sete. 
COMENTÁRIOS: 
Meus bravos concurseiros, o Ministério da Saúde recomenda sete consultas de rotina 
no primeiro ano de vida (na 1ª semana, no 1º mês, 2º mês, 4º mês, 6º mês, 9º mês e 12º 
mês), além de duas consultas no 2º ano de vida (no 18º e no 24º mês) e, a partir do 2º ano 
de vida, consultas anuais, próximas ao mês do aniversário. Essas faixas etárias são 
selecionadas porque representam momentos de oferta de imunizações e de orientações de 
promoção de saúde e prevenção de doenças. As crianças que necessitem de maior atenção 
devem ser vistas com maior frequência. 
Nesses termos, o gabarito é a letra E. 
 
30. (HU- UFRN/EBSERH/IADES/2014/CM) A vitamina K, aplicada 1 mg via IM no RN, 
tem a finalidade de prevenir a (o): 
a) xeroftalmia. 
b) escorbuto. 
c) anemia falciforme. 
d) doença hemorrágica do RN. 
e) hepatite B 
COMENTÁRIOS: 
 As manifestações clínicas predominantes da carência da vitamina K são as 
hemorragias, decorrentes da não ativação das proteínas dependentes da vitamina. Apesar de 
ocorrer em qualquer faixa etária, o recém-nascido é mais susceptível à doença, por apresentar 
níveis mais baixos de fatores da coagulação, menores reservas de vitamina K. 
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 Assim, o Ministério da Saúde recomenda, que seja administrado uma dose de 1 mg de 
vitamina K, por via intramuscular logo após o nascimento, como uma forma efetiva de 
prevenir a doença hemorrágica do recém-nascido, causada pela deficiência de vitamina K. 
Nessa tela, o gabarito é a letra D. 
 
31. (HU-UFPI/EBSERH/IADES/2012/CM) No Brasil nascem cerca de três milhões de 
crianças ao ano, das quais 98% são em hospitais. O adequado acompanhamento pré-natal 
possibilita a identificação de problemas e riscos em tempo oportuno para intervenção. 
Neste contexto, julgue os itens a seguir. 
I - A Organização Mundial de Saúde - OMS recomenda que o aleitamento materno inicie na 
primeira hora após o parto. 
II - O boletim de Apgar não deve ser utilizado para determinar o início da reanimação, nem as 
manobras a serem instituídas no decorrer do procedimento. 
III - Os sinais de Escore de Apgar ampliado são: freqüênciacardíaca, esforço respiratório, 
tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. 
IV - Os parâmetros utilizados para determinar a necessidade de reanimar um RN recém-
nascido são: coloração de pele e mucosas, frequência cardíaca e frequência respiratória. 
A quantidade de itens certos é igual a 
a) 0. b) 1. c) 2. d) 3. e) 4. 
COMENTÁRIOS: 
Vamos analisar cada uma das assertivas: 
Item I. Correta. A Organização Mundial de Saúde - OMS recomenda que o 
aleitamento materno inicie na primeira hora após o parto. De acordo com as 
recomendações da OMS em relação ao aleitamento materno, são as seguintes: 
 Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, a qual deve ser 
rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados de saúde. 
 Treinar toda a equipe de cuidados de saúde, capacitando-a para implementar 
esta norma. 
 Informar todas as grávidas atendidas sobre as vantagens e a pratica da 
amamentação. 
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 Ajudar as mães a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o 
parto. 
 Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo que 
tenham de ser separadas de seus filhos. 
 Não dar ao recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite 
materno, a não ser que seja por indicação médica. 
 Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e os bebés permaneçam 
juntos 24 horas por dia. 
 Encorajar a amamentação sob livre demanda (sempre que o bebé quiser). 
 Não dar bicos artificiais (tetinas) ou chupetas a crianças amamentadas. 
 Encorajar a criação de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães 
devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar. 
Item II. Correto. Conforme o Ministério da Saúde, o boletim de Apgar não deve ser 
utilizado para determinar o início da reanimação nem as manobras a serem instituídas no 
decorrer do procedimento. No entanto, sua aferição longitudinal permite avaliar a resposta do 
RN às manobras realizadas e a eficácia dessas manobras. Assim, se o escore é inferior a 7 no 
5º minuto, recomenda-se realizá-lo a cada cinco minutos, até 20 minutos de vida. É necessário 
documentar o escore de Apgar de maneira concomitante à dos procedimentos de reanimação 
executados 
Item III. Correto. Os sinais de Escore de Apgar ampliado são: freqüência cardíaca, 
esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. A Escala de Apgar é o 
método criado em 1952 por Virginia Apgar, na qual é utilizado para avaliar o ajuste imediato 
do recém-nascido à vida extrauterina. Fundamentando-se na observação frequência cardíaca, 
esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. A cada item atribui-se 
um escore de 0, 1, 2 e as avaliações de todas as cincos categorias são feitas em 1 e 5 minutos 
após o nascimento e repetidas até a condição do recém nascido estabilizar. 
 
 
 
 
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Avaliação do Recém-nascido ao Nascimento - Índice de Apgar 
Sinal 
Notas 
0 1 2 
Frequência cardíaca Ausente 
Lenta, < 100 
batimentos/min 
> batimentos/min 
Esforço respiratório Ausente 
Irregular, lento, choro 
fraco 
Bom, choro forte 
Tônus muscular Fraco 
Alguma flexão dos 
membros 
Bem flexionado 
Irritabilidade reflexa Nenhuma resposta Careta Choro, espirro 
Cor Cianótico, pálido 
Corpo rosado, membros 
cianóticos 
Completamente rosa 
Fonte: Wong (8ª Ed.) 
Item IV. Incorreto. Os parâmetros utilizados para determinar a necessidade de reanimar 
um RN recém-nascido são: coloração de pele e mucosas, frequência cardíaca e frequência 
respiratória. Imediatamente após o nascimento, a necessidade de reanimação depende da 
avaliação rápida de quatro situações referentes à vitalidade do concepto, sendo feitas as 
seguintes perguntas: - Gestação a termo? - Ausência de mecônio? - Respirando ou chorando? 
- Tônus muscular bom? Se a resposta é sim a todas as perguntas, considera-se que o RN está 
com boa vitalidade e não necessita de manobras de reanimação. 
A reanimação depende da avaliação simultânea da respiração e da frequência 
cardíaca (FC). A FC é o principal determinante da decisão de indicar as diversas 
manobras de reanimação. Logo após o nascimento, o RN deve respirar de maneira regular, 
suficiente para manter a FC acima de 100 bpm. A FC deve ser avaliada por meio da ausculta 
do precórdio com estetoscópio, podendo eventualmente ser verificada pela palpação do pulso 
na base do cordão umbilical. Tanto a ausculta precordial quanto a palpação do cordão podem 
subestimar a FC. A avaliação da coloração da pele e mucosas do RN não é mais utilizada 
para decidir procedimentos na sala de parto. Estudos recentes têm mostrado que a 
avaliação da cor das extremidades, tronco e mucosas, rósea ou cianótica, é subjetiva e 
não tem relação com a saturação de oxigênio ao nascimento. Além disso, recém-nascidos 
com respiração regular e FC >100 bpm podem demorar minutos para ficar rosados. Naqueles 
que não precisam de procedimentos de reanimação ao nascer, a saturação de oxigênio com 1 
minuto de vida se situa ao redor de 60-65%, só atingindo valores entre 87-92% no quinto 
minuto. Assim, o processo de transição normal para alcançar uma saturação de oxigênio 
acima de 90% requer 5 minutos ou mais em recém-nascidos saudáveis que respiram ar 
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ambiente. Com base nesses dados, conclui-se que a avaliação da vitalidade do neonato 
logo após o nascimento não deve incluir a cor. 
 Amigo(a), o gabarito da banca foi a letra B, mas essa questão foi anulada, pois ao 
analisarmos cada assertivas, verificamos que a I, II e III estão corretas e a letra B afirma que 
existe apenas uma assertiva correta. 
 
32. (HU-UFPI/EBSERH/IADES/2012/CM) O teste do pezinho é um exame laboratorial 
simples que pode ser realizado pelo enfermeiro, e que tem como objetivo detectar 
precocemente doenças metabólicas, genéticas ou infecciosas. Sobre o tema, assinale a 
alternativa correta. 
a) A punção deve ser realizada no centro do calcanhar. 
b) A punção deve ser realizada na face lateral ou média do calcanhar. 
c) Em caso de hipotermia o sangue pode ser exprimido. 
d) Este procedimento não tem risco de complicações. 
e) Este procedimento está em desuso. 
COMENTÁRIOS: 
De acordo com o Programa Nacional de Triagem Neonatal ( PNTN), o exame de 
triagem neonatal permite detectar precocemente quatro doenças congênitas, o hipotireoidismo 
congênito, fenilcetonúria, hemoglobinopatias e fibrose cística que, se adequadamente tratadas, 
evitam sequelas graves permanentes como a deficiência mental. Trata-se de um exame 
laboratorial que consiste na punção da face lateral ou média do calcanhar do bebê para 
obtenção de amostras de sangue colhidas em papel filtro. Deverá ser realizado entre o 3º e 7º 
dia após o nascimento, e nunca antes de 48h e superior a 30 dias, sendo fundamental que o 
recém-nascido já tenha recebido o leite materno. 
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Figura – Local da coleta do teste do pezinho (Brasil, 2004). 
 Em relação ao teste do pezinho, é correto afirmar: 
Item A. Incorreto. A punção deve ser realizada na face lateral ou média, e não no 
centro do calcanhar. 
Item B. Correto. A punção deve ser realizada na face lateral ou média do calcanhar. 
Item C. Incorreto. Em caso de hipotermia o sangue pode ser exprimido. É 
recomendado fazer a coleta do teste do pezinho após a cessação da hipotermia, porque para 
favorecer a uma boa coleta é importante o aquecimento prévio do pé do bebê, pois leva à 
vasodilatação e, consequentemente, a um aumento do fluxo sanguíneo. 
Item D. Incorreto. Este procedimento tem baixo risco de complicações. 
Item E. Incorreto. Este procedimento não está em desuso. 
Nessestermos, o gabarito é a letra B. 
 
33. (HU-UFMG/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Ao considerar os cuidados com a 
fototerapia para tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal, é correto afirmar que 
a) o uso de fraldas é recomendado durante a fototerapia. 
b) o uso de fraldas deve ser evitado durante a fototerapia. 
c) deve-se aplicar ácido graxo essencial na pele do bebê antes da fototerapia. 
d) ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado em uma distância 
mínima de 50 cm do recém-nascido. 
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e) ao utilizar lâmpada de halogênio-tungstênio, o foco deve ser posicionado em uma distância 
máxima de 30 cm do recém-nascido. 
COMENTÁRIOS: 
A hiperbilirrubinemia é a patologia mais frequente no período neonatal. Estima-se que 
cerca de 60% dos recém-nascidos desenvolvem níveis séricos de bilirrubina superior a 5mg. 
Sua etiologia é, na maioria das vezes, multifatorial, e o tratamento dependerá do tipo e da 
intensidade da icterícia. 
A fototerapia é a modalidade terapêutica mais utilizada mundialmente para o tratamento 
da hiperbilirrubinemia neonatal. O sucesso da fototerapia depende da transformação 
fotoquímica da bilirrubina nas áreas expostas à luz. Essas reações alteram a estrutura da 
molécula de bilirrubina e permitem que os fotoprodutos sejam eliminados pelos rins ou pelo 
fígado, sem sofrerem modificações metabólicas. Portanto, o mecanismo de ação básico da 
fototerapia é a utilização de energia luminosa na transformação da bilirrubina em produtos 
mais hidrossolúveis. 
A eficácia da fototerapia depende de uma série de fatores como a concentração inicial 
da bilirrubina antes do tratamento, a superfície corporal exposta à luz, a dose e a irradiância 
emitida e o tipo de luz utilizado. 
Como a fototerapia age no nível da pele do paciente, pode-se deduzir que a superfície 
corporal exposta à luz é uma determinante importantíssima na sua eficácia. Quanto maior a 
área irradiada, maior a eficácia da fototerapia. O uso de fraldas em recém-nascidos ictéricos 
submetidos à fototerapia, por diminuir a superfície corporal exposta à luz, diminui 
consideravelmente sua eficácia e, por isso, deve ser evitado. 
A energia luminosa que atinge o recém-nascido varia inversamente com a distância 
entre a fonte luminosa e o paciente. É recomendado que os aparelhos convencionais de 
fototerapia (lâmpadas fluorescentes) sejam posicionados 30 cm acima do paciente. As 
fototerapias equipadas com lâmpadas halógenas, devem ser sempre mantidas a cerca de 50 cm 
do paciente, pelo significante risco de queimaduras. 
O uso de cremes, pomadas, emolientes ou óleos na pele não é recomendado devido ao 
risco de queimaduras. 
Após exposição inicial do tema, vejamos os itens da questão: 
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Item A. Incorreto. O uso de fraldas não é recomendado durante a fototerapia; quanto 
maior a área irradiada, maior a eficácia da fototerapia 
Item B. Correto. O uso de fraldas deve ser evitado durante a fototerapia, pois diminui a 
superfície corporal exposta à luz. 
Item C. Incorreto. Não se deve aplicar ácido graxo essencial na pele do bebê antes da 
fototerapia, devido ao risco de queimaduras. 
Item D. Incorreto. Ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado 
em uma distância mínima de 30 cm do recém-nascido. 
Item E. Incorreto. Ao utilizar lâmpada de halogênio-tungstênio, o foco deve ser 
posicionado em uma distância mínima de 50 cm do recém-nascido, pelo significante risco de 
queimaduras. 
Desse modo, o gabarito é a letra B. 
 
34. (HU-UFMT/EBSERH/AOCP/2014/CM) A fototerapia é a modalidade terapêutica mais 
utilizada mundialmente para o tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal. Considerando os 
cuidados com esse tipo de tratamento, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se 
afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. 
( ) Ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado em uma distância 
mínima de 50 cm do recém-nascido. 
( ) Ao utilizar lâmpada de halogêniotungstênio, o foco deve ser posicionado em uma distância 
máxima de 30 cm do recém-nascido. 
( ) O uso de fraldas durante a fototerapia deve ser evitado. 
( ) É importante proteger da irradiação a região ocular. 
a) V – F – V – V. 
b) F – V – V – V. 
c) F – F – V – V. 
d) F – F – V – F. 
e) V – F – F – V 
COMENTÁRIOS: 
Para respondermos essa questão, vamos relembrar sobre a icterícia neonatal. 
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A icterícia constitui-se em um dos problemas mais frequentes no período neonatal e 
corresponde à expressão clínica da hiperbilirrubinemia. 
Hiperbilirrubinemia é definida como a concentração sérica de bilirrubina indireta(BI) maior 
que 1,5mg/dL ou de bilirrubina direta (BD) maior que 1,5mg/dL, desde que esta represente 
mais que 10% do valor de bilirrubina total (BT)1. 
Na maioria das vezes, a icterícia reflete uma adaptação neonatal ao metabolismo da 
bilirrubina e é denominada de “fisiológica”. Por outras vezes decorre de um processo 
patológico, podendo alcançar concentrações elevadas e ser lesiva ao cérebro, instalando-se o 
quadro de encefalopatia bilirrubínica aguda com letargia, hipotonia e sucção débil nos 
primeiros dias de vida. Esta condição pode ocasionalmente ser reversível, desde que haja uma 
intervenção terapêutica imediata e agressiva, mas na maioria das vezes evolui para a forma 
crônica da doença com sequelas neurológica permanente denominada kernicterus ou para 
óbito. 
A hiperbilirrubinemia significante presente na primeira semana de vida é um problema 
preocupante em RN a termo e prematuros tardios e com frequência está associada à oferta 
láctea inadequada, perda elevada de peso e desidratação, muitas vezes decorrente da alta 
hospitalar antes de 48 horas de vida e da falta do retorno ambulatorial em 1 a 2 dias após a 
alta hospitalar. 
A hiperbilirrubinemia indireta denominada “fisiológica” caracteriza-se na população de 
termo por início tardio (após 24 horas) com pico entre o 3º e 4º dias de vida e bilirrubinemia 
total (BT) máxima de 12 mg/dL. 
A presença de icterícia antes de 24-36 horas de vida ou de valores de BT > 12 mg/dL, 
independentemente da idade pós-natal, alerta para a investigação de processos patológicos. 
Atualmente, a maioria dos casos de hiperbilirrubinemia indireta é controlada pela 
fototerapia quando aplicada de maneira adequada, sendo a doença hemolítica grave por 
incompatibilidade Rh a principal indicação de exsanguíneotransfusão (EST). Como a EST 
acompanha-se de elevada morbidade e mortalidade, deve ser indicada com precisão e 
praticada exclusivamente por equipe habilitada em cuidados intensivos neonatais. 
A fototerapia é utilizada para o tratamento da hiperbilirrubina neonatal. Assim, os 
seguintes cuidados devem ser seguidos durante o uso de fototerapia: como posicionar o 
aparelho 30 cm a 50 cm do RN; utilizar aparelho com sete ou oito lâmpadas fluorescentes; 
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manter nutrição enteral sempre que possível; deixar uma distância de cinco a oito cm entre a 
incubadora e o protetor das lâmpadas; e principalmente controlar a irradiância. No caso das 
fototerapias equipadas com lâmpadas halogêniotungstênio devem ser sempre mantidas a 
uma distância a cerca de 50 cm do recém-nascido, pelo significante risco de queimaduras. 
Outros cuidados com os RN’s com uso de fototerapia são: usar protetores oculares 
(evitando lesões na retina); controlar a temperatura corporal a cada três horas para detectar 
hipotermia ou hipertermia; pesar uma vez ao dia ou sempre que possível; manter o recém-
nascido totalmente despido; realizar mudança de decúbitofrequentemente; permanecer em 
tempo integral na fototerapia. 
Quanto maior a superfície corpórea exposta à luz, maior é a eficácia da fototerapia. 
Portanto, RN que recebem a luz na parte anterior e posterior do tronco, membros e 
permanecem sem fraldas recebem maior irradiância espectral. Dessa forma, a fototerapia é 
mais eficaz quando a irradiância é adequada. 
Dito isso, vamos analisar agora as assertivas da questão. 
Item 1. Incorreto. Ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado 
em uma distância mínima de 50 cm do recém-nascido. Na verdade, o aparelho deve ser 
posicionado com uma distância de 30 cm a 50 cm do recém-nascido. 
Item 2. Incorreto. Ao utilizar lâmpada de halogêniotungstênio, o foco deve ser 
posicionado em uma distância máxima de 30 cm do recém-nascido. Ora, quando na 
fototerapia é utilizada esses tipos de lâmpadas é recomendado que seja mantido uma 
distância a cerca de 50 cm do recém-nascido, devido ao risco de queimaduras. 
Item 3. Correto. O uso de fraldas durante a fototerapia deve ser evitado. Estudamos, 
que quanto maior a superfície corpórea exposta à luz, maior é a eficácia da fototerapia. Desse 
modo, devemos manter o recém-nascido totalmente despido, sem fraldas no momento da 
fototerapia. 
Item 4. Correto. É importante proteger da irradiação a região ocular. Outros cuidados 
com os recém-nascidos na fototerapia é o uso de protetores oculares para evitar lesões na 
retina. 
Assim, o gabarito preliminar da questão foi a letra C. Todavia a questão foi anulada pela 
banca. Vejam a justificativa da AOCP abaixo: 
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“Prezados Candidatos, em resposta aos recursos interpostos para esta questão, temos a 
esclarecer que a mesma será anulada, tendo em vista que apesar da fototerapia não ser 
realizada apenas em Terapia Intensiva (Portaria Nº 930, de 10 de maio de 2012) e esse 
conteúdo ser pertinente ao item 6. Concepções teórico-práticas da Assistência de Enfermagem 
do conteúdo programático do presente concurso, existe controvérsia quanto à distância de 
cada tipo de luz utilizada nesse procedimento (CARVALHO, M. Tratamento da icterícia 
neonatal. J Ped. 2001; 77(Supl. 1):S71-S80; DUARTE, I, et al. Photohterapy. An Bras 
Dermatol. 2006;81(1):74:82). Portanto, recurso deferido”. 
 
 
 
 
================= 
Meus amigos, terminamos mais uma aula. Espero que tenham gostado. 
Até o próximo encontro! 
Profº. Rômulo Passos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt1498_19_07_2013.html 
http://www.sopape.com.br/data/conteudo/arquivos/informe_tecnico_introducao_vacina_
tetraviral.pdf 
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-
nacional-de-vacinacao.pdf 
http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/imunizacao/vacina/multi_2013/Informe_tecnico_da
_campanha_de_multivacinacao_2013.pdf 
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-06/informe-tecnico-vacina-
pentavalente.pdf 
Manual de Procedimentos para Vacinação da SESAB (2011). 
http://www.suvisa.ba.gov.br/sites/default/files/galeria/texto/2012/03/07/Manual%20de...pdf 
Instrução Normativa Referente Ao Calendário Nacional De Vacinação 
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-
nacional-de-vacinacao.pdf 
http://www.saude.rs.gov.br/upload/20140730114341instrucao_normativa_imunizacoes.pdf 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt1498_19_07_2013.html
http://www.sopape.com.br/data/conteudo/arquivos/informe_tecnico_introducao_vacina_tetraviral.pdf
http://www.sopape.com.br/data/conteudo/arquivos/informe_tecnico_introducao_vacina_tetraviral.pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-nacional-de-vacinacao.pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-nacional-de-vacinacao.pdf
http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/imunizacao/vacina/multi_2013/Informe_tecnico_da_campanha_de_multivacinacao_2013.pdf
http://www.dive.sc.gov.br/conteudos/imunizacao/vacina/multi_2013/Informe_tecnico_da_campanha_de_multivacinacao_2013.pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-06/informe-tecnico-vacina-pentavalente.pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2012-06/informe-tecnico-vacina-pentavalente.pdf
http://www.suvisa.ba.gov.br/sites/default/files/galeria/texto/2012/03/07/Manual%20de...pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-nacional-de-vacinacao.pdf
http://www.sgc.goias.gov.br/upload/arquivos/2014-05/instrucao-normativa---calendario-nacional-de-vacinacao.pdf
http://www.saude.rs.gov.br/upload/20140730114341instrucao_normativa_imunizacoes.pdf
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Lista de Questões 
1. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) Na primeira prateleira da geladeira de 
vacinas devem ser armazenados os imunobiológicos que _______ ser submetidos à 
temperatura negativa. As vacinas contra ________ e __________ são exemplos de 
imunobiológicos que devem ser armazenados na primeira prateleira. Assinale a alternativa 
que completa correta e respectivamente as lacunas. 
a) Não podem / Pneumococo / Vacina oral da poliomielite. 
b) Não podem / BCG / Febre Amarela. 
c) Podem / Dupla Adulto / Hepatite B. 
d) Podem / Febre Amarela / SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola). 
 
2. (HU-UFPI/EBESERH/IADES/2012) A vacina BCG (Bacilo Calmette – Guérim) é usada 
na prevenção contra tuberculose, e está recomendada no calendário básico da criança da rede 
do Sistema Único de Saúde - SUS. Sobre o tema, assinale a alternativa correta. 
a) Uma dose de vacina BCG deve ser repetida na ausência de cicatriz em crianças menores de 
5 (cinco) anos. 
b) Os contatos de portadores intradomiciliares de hanseníase maiores de 1 (um) ano 
necessitam de uma segunda dose de BCG. 
c) Pode-se administrar a terceira dose de BCG em pessoas em contato intradomiciliar com 
portadores de hanseníase, porém, somente quando não apresentar cicatriz. 
d) A vacina é contraindicada para crianças portadoras de HIV no nascimento. 
e) Podem ser vacinados com BCG os menores de 36 semanas. 
 
 
 
 
 
 
 
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3. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Sobre a vacina BCG, assinale a alternativa 
correta. 
a) A vacina BCG é administrada com a finalidade principal de prevenir as formas graves da 
meningite. 
b) A idade de vacinação recomendada é a partir de 02 meses de vida, ou peso superior a 3,0 
kg. 
c) A vacina BCG é preparada com vírus vivos, a partir de cepas atenuadas do Mycobacterium 
bovis. 
d) Na ausência da cicatriz vacinal é indicada a revacinação seis meses após a primeira dose. 
e) A realização do teste tuberculínico é indispensável, antes da administração da vacina BCG. 
 
4. (Prefeitura de Várzea Alegre – CE/2014/URCA) De acordo com BRASIL (2012), as 
orientações importantes para administração da BCGID na criança, são, EXCETO: 
a) Para os prematuros com menos de 36 semanas, administre a vacina depois que eles 
completarem 1 mês de vida e atingirem 2 Kg. 
b) Contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase menores de 1 ano de idade 
comprovadamente vacinados não necessitam de outra dose da BCG. 
c) Para as crianças HIV positiva, ainda não vacinadas que chegam a unidade de saúde a 
vacina está indicada. 
d) Para contatos com duas doses, não se deve administrar nenhuma dose adcional. 
 
5. (HULW-UFPB/EBSERH/Instituto AOCP/2014) De acordo com a Portaria MS 
1498/2013, faz parte do calendário nacional de vacinação do idoso reforço, a cada 10 anos, de 
a) vacina hepatiteB (recombinante). 
b) vacina adsorvida difteria e tétano adulto. 
c) vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus 
influenzae B (conjugada). 
d) vacina febre amarela (atenuada). 
e) vacina pneumocócica 10-valente (conjugada). 
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6. (HUPAA-UFAL/EBSERH/IDECAN/2014) De acordo com o Programa Nacional de 
Imunização, o 2º reforço da vacina tríplice bacteriana (DTP) em uma criança em dia com o 
esquema de vacinação deve ser feita em qual idade? 
a) 4 anos. 
b) 5 anos. 
c) 6 meses. 
d) 9 meses. 
e) 12 meses. 
 
7. (Prefeitura de Macau-RN/CONPASS/2014) Ainda de acordo com o Calendário Nacional 
de Imunizações, disponível no Sistema Único de Saúde, em relação à vacina pentavalente é 
correto afirmar: 
a) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), na região glútea, em 
crianças menores de 4 anos de idade e na região deltóide nas crianças a partir vecide seis anos 
de idade. 
b) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), no vasto lateral da coxa 
esquerda, em crianças menores de 2 anos de idade e na região deltóide nas crianças a partir de 
dois anos de idade. 
c) Deve ser administrada 0,1 ml da vacina por via intradérmica, em crianças menores de 1 ano 
de idade e na região glútea nas crianças a partir de dois anos de idade. 
d) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via subcutânea, em crianças menores de 1 ano 
de idade e na região deltóide nas crianças a partir de dois anos de idade. 
e) Deve ser administrada 0,5 ml da vacina por via intramuscular (IM), no vasto lateral da coxa 
esquerda, em crianças menores de 1 ano de idade e na região glútea nas crianças a partir de 
dois anos de idade. 
 
 
 
 
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8. (Instituto Benjamin Constant/AOCP/2013) A vacina Pentavalente, introduzida 
recentemente no calendário de vacinação infantil, é indicada para imunização ativa de 
crianças a partir de qual idade, e protege contra quais doenças? 
a) 1 ano; protege contra difteria, sarampo; rubéola, rotavírus e doenças causadas por 
Meningocócico do tipo c. 
b) 3 meses protege contra tétano, meningite, sarampo, hepatite B e formas graves de 
tuberculose em menores de 5 anos. 
c) 6 meses; protege contra tétano, coqueluche, sarampo, poliomielite e doenças causadas por 
Meningocócico tipo c. 
d) 2 meses; protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por 
Haemophilus influenzae tipo b. 
e) 4 meses; protege contra sarampo, rubéola, caxumba, poliomielite e doenças causadas por 
Haemophilus influenzae tipo b. 
 
9. (Residência Multiprofissional/SES-DF/CESPE/2011) A vacina DPT é composta por 
toxoides diftérico e tetânico, além de célula inteira de Bordetella pertussis, enquanto a DTaP é 
composta por seus antígenos na vacina acelular. Essa última tem eficácia superior à primeira e 
não causa reações adversas. 
 
10. (Prefeitura de Alagoa Grande-PB/IBFC/2014) Leia as frases abaixo e marque (F) se a 
afirmativa for falsa e (V) se for verdadeira. Em seguida, assinale a alternativa que contém a 
sequência correta de cima para baixo. 
( ) Em recém-nascidos de mães portadoras da hepatite B, administrar a vacina e a 
imunoglobulina humana anti-hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas, podendo a 
imunoglobulina ser administrada no máximo até sete dias de vida. 
( ) A dose recomendada da vacina da Hepatite B é 0,5 mL até os 14 anos e 1 mL a partir de 
15 anos, via subcutânea. 
( ) Para recém-nascidos deve-se administrar uma dose da vacina ao nascer, o mais 
precocemente possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas após 
o nascimento, ainda na maternidade. 
( ) As gestantes somente devem receber a vacina contra Hepatite B durante o terceiro 
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trimestre de gestação. 
a) V,F,V,F. 
b) V,V,V,V. 
c) F,V,F,V. 
d) F,F,V,F. 
 
11. (HU-UFMG/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Portadora da hepatite B, com idade 
gestacional de 34 semanas, acaba de dar a luz a recém-nascido do sexo masculino. De acordo 
com a Portaria n°. 3.318/2010, é correto afirmar que: 
a) a vacina hepatite B (recombinante) deve ser administrada no recém-nascido 
preferencialmente após 12 horas do nascimento. 
b) o recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de três doses: 0, 
1 e 6 meses de vida. 
c) o recém-nascido deve seguir esquema de vacina hepatite B (recombinante) de quatro doses: 
0, 1, 2 e 6 meses de vida. 
d) o recém-nascido deve receber imunoglobulina humana anti-hepatite B nas primeiras 12 
horas ou no máximo até 1 mês de vida. 
e) a mãe deve receber vacina hepatite B (recombinante) e imunoglobulina humana anti-
hepatite B nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. 
 
12. (HULW-UFPB/EBSERH/Instituto AOCP/2014) O calendário nacional de vacinação 
dos povos indígenas inclui a vacina de rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada), com a 
administração da 1ª e 2ª doses, respectivamente, com qual idade? 
a) Ao nascer e 3 meses. 
b) 2 meses e 4 meses. 
c) 2 meses e 6 meses. 
d) 6 meses e 1 ano. 
e) 9 meses e 15 meses. 
 
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13. (Prefeitura de Vila Rica-MT/Consulplan/2012) De acordo com o Calendário Básico de 
Vacinação da Criança do Ministério da Saúde, a 1ª e 2ª doses da vacina Meningocócica C 
(conjugada) deve ser administrada aos 
a) 2 e 4 meses de idade. 
b) 3 e 5 meses de idade. 
c) 4 e 6 meses de idade. 
d) 9 e 12 meses de idade. 
e) 12 e 15 meses de idade. 
 
14. (HU-UNB/EBSERH/IBFC/2013) Segundo calendário nacional, uma criança deve 
receber a vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) com a idade de: 
a) 2, 4 e 6 meses e mais uma dose de reforço aos 12 meses. 
b) 3 e 5 meses e mais uma dose de reforço aos 15 meses. 
c) 2, 4 e 15 meses. 
d) 3 e 7 meses apenas. 
 
15. A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, e é um problema de 
saúde pública no Brasil, sendo a principal intervenção preventiva para este agravo a 
vacinação. Para uma criança de de 11 meses de idade, que será vacinada pela primeira vez 
contra Influenza, o número de doses e o volume por dose desta vacina é de 
a) 01 dose - 0,5 ml 
b) 01 dose - 01 ml 
c) 03 doses - 0,2 ml 
d) 02 doses – 0,25 ml 
 
16. (HUPAA-UFAL/EBSERH/IDECAN/2014) A vacina tríplice viral (SCR) do Programa 
Nacional de Imunização deve ser aplicada em pessoas maiores de 20 anos com o seguinte 
esquema: 
a) Dose única. 
b) 2 doses, com intervalo de 30 dias. 
c) 2 doses, com intervalo de 60 dias. 
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d) 3 doses, com intervalos de 30 e 60 dias. 
e) 3 doses, com intervalos de 60 dias cada. 
 
17. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) A febre amarela é uma doença 
característica de algumas regiões como América Central, América do Sul e África. Típica de 
locais quentes, que favorecem a proliferação dos mosquitos contaminados pelo flavivírus. 
Com relação à vacinação contra febre amarela, é correto afirmar que 
a) deve ser administrada aos dez meses de idade e a cada dez anos. 
b) deve ser administrada aos nove meses de idade e aos dez anos, sendo periódica. 
c) deve ser administrada aos dez meses de idade e aos dez anos. 
d) deve ser administrada aos doze meses de idade e a cada dez anos, sendo periódica. 
e) deve ser administrada aos seis meses de idade e a cada dez anos. 
 
18. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) O Calendário Nacional de Vacinação estabelece 
que os idosos de 60 anos ou mais devem ser imunizados contra a febre amarela. Assinale a 
opção que indica o númerode doses e o intervalo de tempo recomendado para essa vacina. 
a) Uma dose a cada ano. 
b) Duas doses a cada 5 anos. 
c) Três doses a cada 10 anos. 
d) Duas doses a cada 6 anos. 
e) Uma dose a cada 10 anos. 
 
19. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) No que se refere à vacina inativada 
poliomielite (VIP) e a vacina oral contra poliomielite (VOP), informe se é verdadeiro (V) ou 
falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. 
( ) A Vacina oral contra poliomielite (VOP) foi retirada do calendário infantil de 
imunizações, pois foi substituída pela vacina inativada poliomielite (VIP). 
( ) Está indicada para a imunização passiva contra a poliomielite causada pelos três sorotipos 
(1,2 e 3) a partir dos 4 meses de idade. 
( ) O Programa Nacional de Imunizações recomenda que a vacina poliomielite 1, 2 e 3 
(inativada) não seja administrada simultaneamente com a vacina de Rotavírus. 
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( ) A vacina inativada poliomielite não deve ser usada em controle de surtos da doença se a 
vacina oral poliomielite estiver disponível. 
a) F – F – V – V. 
b) V – V – F – F. 
c) F – V – F – V. 
d) V – V – V – F. 
e) F – F – F – V. 
 
20. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Em 2014, o Ministério da 
Saúde incluiu a vacina contra o HPV no Calendário Nacional de Vacinação e ela será 
fornecida gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde. Com relação à vacina do HPV, é 
correto afirmar que 
a) é de dose única e deve ser administrada em meninos e meninas. 
b) são duas doses e deve ser administrada apenas em meninas. 
c) é de dose única e deve ser administrada apenas em meninas. 
d) são três doses e de devem ser administradas apenas em meninas. 
e) são três doses e devem se administradas em meninas e meninos. 
 
21. (HU-UFMS/BSERH/Instituto AOCP/2014) A prevenção do HPV representa potencial 
para reduzir a carga de doença cervical e lesões precursoras do câncer de colo de útero. Para 
isto, o Ministério da Saúde adotou a vacina 
a) pentavalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 16 e 21) e 
de alto risco (HPV 56, 28 e 33). 
b) quadrivalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 6 e 11) e 
de alto risco (HPV 16 e 18). 
c) bivalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 26) e de alto 
risco (HPV 33). 
d) pentavalente contra HPV que confere proteção contra HPV de baixo risco (HPV 16 e 18) e 
de alto risco (HPV 12, 15 e 23). 
e) monovalente que confere proteção contra HPV de alto risco (HPV 16). 
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22. (HU-UFS/EBSERH/Instituto AOCP/2014) A profilaxia pré-exposição deve ser indicada 
para pessoas com risco de exposição permanente ao vírus da Raiva, durante atividades 
ocupacionais exercidas por profissionais como biólogos e médicos veterinários. Assim, o 
esquema pré-exposição e os dias de aplicação nestes casos são: 
a) Esquema: 3 doses; Dias de aplicação: 0,7,28. 
b) Esquema: 2 doses; Dias de aplicação: 0,3. 
c) Esquema: Dose única; Dias de aplicação: 0. 
d) Esquema: 5 doses; Dias de aplicação: 0,3,7,14,28. 
e) Esquema: 4 doses; Dias de aplicação: 0, 3, 7,14. 
 
23. (Instituto Benjamin Constant/AOCP/2013) Assinale a alternativa que apresenta uma 
vacina composta por vírus vivos atenuados. 
a) BCG. 
b) Febre Amarela. 
c) DTP. 
d) Hepatite B. 
e) Haemophilus influenzae do tipo b 
 
24. (HU-UFMA/EBSERH/IBFC/2013) Mariana tem um filho de 1 ano, 2 meses e 2 dias e 
apresenta esquema de vacinação completa até os 9 meses de idade. Hoje ela comparece à 
unidade básica de saúde para completar esquema de vacinação. Segundo o calendário 
nacional de vacinação, assinale a alternativa que contemple os imunobiológicos indicados 
para este caso. 
a) Apenas 1ª dose de Sarampo, Caxumba e Rubéola (SRC). 
b) Apenas reforço Pneumo 10 e 1ª dose de Sarampo, Caxumba e Rubéola (SRC). 
c) Apenas 1º reforço da pentavalente (Difteria, Tétano, Coqueluche, Haemophilus influenzae, 
Hepatite B) e reforço da Vacina inativada poliomielite (VIP). 
d) Apenas 1º reforço da DTP (Difteria, Tétano, Coqueluche) e reforço da Vacina Inativada 
poliomielite (VIP). 
e) Apenas reforço Pneumo 10. 
 
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25. (MEAC e HUWC UFC/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Uma criança de quatro meses 
de idade deve ser vacinada com 
a) vacina pentavalente, pneumocócica10, poliomielite e rotavírus. 
b) vacina meningocócica, pneumocócica10 e rotavírus. 
c) vacina pentavalente, pneumocócica10, poliomielite e meningocócica. 
d) vacina pentavalente, meningocócica, poliomielite e rotavírus. 
e) vacina meningocócica, pneumocócica10, poliomielite e rotavírus. 
 
26. (HU-UFPE/EBSERH/IDECAN2014) Fazem parte do calendário básico de vacinação de 
pessoas com 60 anos ou mais, de acordo com o Programa Nacional de Imunização, as 
seguintes vacinas, EXCETO: 
A) Hepatite B. D) Meningocócica. 
B) Febre amarela. E) Influenza sazonal. 
C) Pneumocócica. 
 
27. (HU-UFGD/EBSERH/AOCP/2014/CM) Assinale a alternativa que pode ser indicativo 
de sofrimento fetal agudo, ao se avaliar os batimentos cardiofetais (BCF) no anteparto: 
a) 112 bpm. 
b) 137 bpm. 
c) 149 bpm. 
d) 153 bpm. 
e) 168 bpm 
 
28. (HU-UFES/EBSERH/AOCP/2014/CM) Para evitar a morte súbita, a Pastoral da 
Criança, com o apoio do Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria, UNICEF e 
Criança Esperança, lançou em 2009 a campanha que preconiza colocar os bebês para 
dormirem em posição: 
a) prona. 
b) lateral esquerdo. 
c) lateral direito. 
d) ventral. 
e) supina. 
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29. (HU-UFS/EBSERH/AOCP/2014/CM) No cuidado à saúde da Criança, o Ministério da 
Saúde recomenda quantas consultas de rotina no Primeiro ano de vida? 
a) Três. 
b) Quatro. 
c) Cinco. 
d) Seis. 
e) Sete. 
 
30. (HU- UFRN/EBSERH/IADES/2014/CM) A vitamina K, aplicada 1 mg via IM no RN, 
tem a finalidade de prevenir a (o): 
a) xeroftalmia. 
b) escorbuto. 
c) anemia falciforme. 
d) doença hemorrágica do RN. 
e) hepatite B 
 
31. (HU-UFPI/EBSERH/IADES/2012/CM) No Brasil nascem cerca de três milhões de 
crianças ao ano, das quais 98% são em hospitais. O adequado acompanhamento pré-natal 
possibilita a identificação de problemas e riscos em tempo oportuno para intervenção. 
Neste contexto, julgue os itens a seguir. 
I - A Organização Mundial de Saúde - OMS recomenda que o aleitamento materno inicie na 
primeira hora após o parto. 
II - O boletim de Apgar não deve ser utilizado para determinar o início da reanimação, nem as 
manobras a serem instituídas no decorrer do procedimento. 
III - Os sinais de Escore de Apgar ampliado são: freqüência cardíaca, esforço respiratório, 
tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor. 
IV - Os parâmetros utilizados para determinar a necessidade de reanimar um RN recém-
nascido são: coloração de pele e mucosas, frequência cardíaca e frequência respiratória. 
A quantidade de itens certos é igual a 
a) 0. b) 1. c) 2. d) 3. e) 4. 
 
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32. (HU-UFPI/EBSERH/IADES/2012/CM) O teste do pezinho é um exame laboratorial 
simples que pode ser realizado pelo enfermeiro, e que tem como objetivo detectar 
precocemente doenças metabólicas, genéticas ou infecciosas. Sobre o tema, assinale a 
alternativa correta. 
a) A punção deve ser realizada no centro do calcanhar. 
b) A punção deve ser realizada na face lateral ou média do calcanhar. 
c) Em caso de hipotermia o sangue pode ser exprimido. 
d) Este procedimento não tem risco de complicações. 
e) Este procedimento está em desuso.33. (HU-UFMG/EBSERH/Instituto AOCP/2014) Ao considerar os cuidados com a 
fototerapia para tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal, é correto afirmar que 
a) o uso de fraldas é recomendado durante a fototerapia. 
b) o uso de fraldas deve ser evitado durante a fototerapia. 
c) deve-se aplicar ácido graxo essencial na pele do bebê antes da fototerapia. 
d) ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado em uma distância 
mínima de 50 cm do recém-nascido. 
e) ao utilizar lâmpada de halogênio-tungstênio, o foco deve ser posicionado em uma distância 
máxima de 30 cm do recém-nascido. 
 
34. (HU-UFMT/EBSERH/AOCP/2014/CM) A fototerapia é a modalidade terapêutica mais 
utilizada mundialmente para o tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal. Considerando os 
cuidados com esse tipo de tratamento, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se 
afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. 
( ) Ao utilizar lâmpada fluorescente branca, o foco deve ser posicionado em uma distância 
mínima de 50 cm do recém-nascido. 
( ) Ao utilizar lâmpada de halogêniotungstênio, o foco deve ser posicionado em uma distância 
máxima de 30 cm do recém-nascido. 
( ) O uso de fraldas durante a fototerapia deve ser evitado. 
( ) É importante proteger da irradiação a região ocular. 
a) V – F – V – V. 
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b) F – V – V – V. 
c) F – F – V – V. 
d) F – F – V – F. 
e) V – F – F – V 
 
 
 Gabarito 
1. D 
2. A 
3. D 
4. C 
5. B 
6. A 
7. B 
8. D 
9. Incorreto 
10. A 
11. Nula 
12. B 
13. B 
14. A 
15. D 
16. A 
17. Nula 
18. E 
19. D 
20. D 
21. B 
22. A 
23. B 
24. B 
25. A 
26. Nula 
27. E 
28. E 
29. E 
30. D 
31. Nula 
32. B 
33. B 
34. Nula

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