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Pós-Graduação em 
PSICOTERAPIA COGNITIVO-
COMPORTAMENTAL NA 
INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA 
11ª Edição Porto 11.02.2018 
INSTITUTO PORTUGUÊS DE PSICOLOGIA e 
outras CIÊNCIAS 
Metodologias e Técnicas específicas de 
intervenção Cognitivo-Comportamental. 
Tratamentos empiricamente validados. 
 
Fátima Lory & Ana C. Pereira 
 I. INTRODUÇÃO 
 1. Modelo Cognitivo-Comportamental 
 2. Características 
 3. Objetivos 
 4. Componentes 
 5. Processo 
TCC É UM TERMO USADO PARA DESCREVER 
INTERVENÇÕES PSICOTERAPEUTICAS QUE TÊM 
COMO OBJETIVO A REDUÇÃO DO MAL ESTAR 
PSICOLÓGICO E DO COMPORTAMENTO 
DESADAPTATIVO ATRAVÉS DA ALTERAÇÃO DE 
PROCESSOS COGNITIVOS 
 
 
(Kaplan et al., 1995; in Stallard, 2002) 
1
. M
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D
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TCC tem demonstrado eficácia no tratamento de 
diversas patologias: 
PAG 
P. DEPRESSIVAS 
PROBLEMAS INTERPESSOAIS E FOBIA SOCIAL 
RECUSA À ESCOLA 
ABUSO SEXUAL 
MANEJO DA DOR 
1
. M
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D
EL
O
 
 
D
EF
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O
 
TCC tem demonstrado efeitos positivos numa 
variedade de outros problemas: 
 
COMPORTAMENTO EM ADOLESCENTES 
P. ALIMENTARES 
PTSD 
POC 
Principais conceitos 
Crenças intermedias 
MODELO COGNITIVO... 
Esquemas 
Crenças centrais 
Pensamentos 
automáticos 
distorções 
cognitivas 
estruturas cognitivas de formação 
de significados (filtram, codificam e 
avaliam os estímulos) 
ajudam a 
interpretar e 
explicar o mundo 
 suposições que reduzem sofrimento 
causado pelas crenças centrais (eu 
devo ...tenho que... se...) 
Estrutura cognitiva esquema ( ex: de abandono) 
Conteudo cognitivo crença central ( ex: não mereço ser amado , vou ser rejeitado, 
 não posso confiar em ninguem) 
Conteudo cognitivo rígido, difíceis de alterar, 
verdades absolutas( ex: não mereço ser amado , vou ser 
rejeitado, não posso confiar em ninguem, sou mau) 
Pensamentos Disfuncionais 
• Generalização 
 
• Abstração seletiva 
 
• Raciocínio dicotómico 
 
• Personalização 
 
• Interferência arbitrária 
Julgamento radical 
“tudo o que faço está errado” 
Foco no negativo 
 “hoje não tive um momento bom” 
Tudo ou nada 
“se não faço perfeito nem vale a pena tentar” 
Auto-responsabilização 
“ não sorriu para mim, não gosta de mim 
Conclusões precipitadas 
“isto nunca irá dar certo” 
•Na TCC a avaliação e modificação do comportamento baseiam-se 
nos princípios teóricos estabelecidos pela Psicologia 
Experimental, em especial pelos princípios da Psicologia da 
Aprendizagem 
 
• A TCC tem princípios teóricos determinados 
 
• Baseia-se num modelo colaborativo 
 enfatiza a colaboração e participação ativa do indivíduo 
 
• É limitada no tempo 
 
• É objetiva e estruturada 
 a avaliação e modificação do comportamento centram-se em 
 comportamentos específicos 
2
. C
A
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C
TE
R
ÍS
TI
C
A
S 
• Foco no aqui-e-agora 
• Baseia-se num processo de auto-descoberta e experimentação 
•Orientada para a promoção de novas aprendizagens e 
competências 
• Requer uma sólida aliança terapêutica 
•Na TCC a avaliação é um processo contínuo e proporciona uma 
descrição precisa e objetiva do problema permitindo adaptar 
procedimentos de intervenção 
• A eficácia da intervenção em TCC avalia-se em função das 
mudanças objetivas e da sua manutenção 
• A TCC é educativa, ensina o indivíduo a ser o seu próprio 
terapeuta e enfatiza a prevenção de recaídas 2
. C
A
R
A
C
TE
R
ÍS
TI
C
A
S 
 
“O HOMEM NÃO É PERTURBADO PELAS 
 SITUAÇÕES, MAS SIM PELA VISÃO QUE 
 DELAS TEM.” 
 (EPICTETUS, 60 A.C.) 
 
“ O AFECTO E O COMPORTAMENTO DO INDIVÍDUO SÃO 
AMPLAMENTE DETERMINADOS PELA MANEIRA DE 
COMO ELE ESTRUTURA O MUNDO “ 
 ( BECK et al.,1973) 
Entender como interpretam 
cognitivamente os 
acontecimentos e 
experiências 
Identificar quais os padrões 
comportamentais que se 
tornam repetitivos ao 
longo da sua história 
Identificar e modificar 
pensamentos disfuncionais 
para alterar emoções e 
comportamentos que estes 
provocam 
Identificar padrões de 
comportamentos que na relação 
criança/adolescente/cuidadores 
possam ser alterados 
 
3
. O
B
JE
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V
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S 
Cognições apropriadas 
Novas aptidões comportamentais 
3
. O
B
JE
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V
O
S 
Dysfunctional Cycle 
Functional Cycle 
More positive 
Acknowledge sucess 
Balanced and recognize 
strengths 
Pleasant 
Relaxed 
Happy 
Calm 
Confront 
Try 
Appropriate 
4
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Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Monitorização 
Manejo da afetividade 
Reforço e recompensas 
Auto-reforço, tabelas, contratos de contingência 
COMPORTAMENTO 
Monitorização 
Estabelecer objetivos 
Planificação atividades 
Experiências comportamentais 
Exposição gradual/Exposição com prevenção 
de resposta 
Aprendizagem de novas competências 
1) Avaliação 
 
2) Conceptualização de caso 
 
3) Intervenção 
 
4) Prevenção da recaída 
 
5
. P
R
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C
ES
SO
 
1) Avaliação 
• Essencial para a conceptualização e intervenção eficazes 
• Implica ter competências de Diagnóstico e D. Diferencial 
• Implica ter um bom domínio do modelo CC 
• Av. multimodal (categorial e dimensional que recorra a 
entrevistas, grelhas, questionários, observação, testes de 
avaliação comportamental…) derivada de diferentes 
informadores 
• Análise funcional do problema (E-O-R-C) 
• Avaliação do impacto do problema (severidade e interferência) 
• Diferentes momentos avaliativos – avaliação/intervenção 
5
. P
R
O
C
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SO
 
2) Conceptualização de caso 
 
• Estabelece uma relação entre teoria, investigação e prática 
• Uma das competências mais importantes do clínico 
• Hipótese de compreensão do I e das suas dificuldades 
 segundo o modelo CC 
• Inclui a socialização do I com o modelo CC 
• O Clínico deve propor o tratamento com mais evidência de 
eficácia: “terapias baseadas na evidência” ou “tratamentos 
empiricamente validados” 
5
. P
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C
ES
SO
 
2) Conceptualização de caso (cont.) 
 
• Quais as dificuldades atuais do I? 
• Diagnóstico e Diagnóstico Diferencial? 
• Início e manutenção do problema? 
• Que pensamentos estão associados ao problema? 
• Que sentimentos e comportamentos estão associados ao padrão de pensamento? 
• Que aprendizagens e experiências contribuiram para o problema atual? 
• Que crenças/esquemas? 
• Como o I lida com essas crenças? 
• Identificação dos fatores: 
– de risco (individuais e familiares) 
– de manutenção 
– de proteção (bom relacionamento, envolvimento parental, consistência parental, práticas parentais 
educativas, por exemplo) 
– desencadeadores (stress agudo como mudança de escola, separação parental) e 
– facilitadores da intervenção (adequado reconhecimento do problema, percepção do controlo e 
motivação para a mudança) 
 
5
. P
R
O
C
ES
SO
 
3) Intervenção 
 
• Fornecer experiências e aptidões cognitivas e 
comportamentais que levarão à mudança de estruturas, 
processos e produtos cognitivos 
 
• => Utilizar técnicas cognitivas e comportamentais com o 
objetivo de atingir uma mudança cognitiva (pensamentos 
automáticos e esquemas), e comportamental guiados pela 
conceptualização de caso 
5
. P
R
O
C
ES
SO
 
 Identificação de comportamentos a fortalecer ou aumentar
 (Ex: concentração da atenção, aptidões sociais) 
 
 Identificação de comportamentos a enfraquecer ou diminuir 
 (Ex.: agressividade, birras, roubo) 
 
 OU MUDANÇA DE UMA RESPOSTA POR OUTRA 
 (Ex.: auto-afirmação emvez de agressividade, auto-controlo em vez 
de impulsividade) 
 Identificação de estímulos discriminativos e 
consequências reguladoras de cada um dos 
comportamentos 
Definição operacional 
de comportamentos 
 
Análise funcional 
5
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4) Prevenção da recaída 
 
5
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5
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SO
 
Avaliação 
Interpretação de dados e formulação de hipóteses 
Conceptualização de caso 
Feedback da avaliação, racional e proposta terapeutica 
Tratamento e prevenção de resposta 
II. TÉCNICAS PARA INCREMENTAR 
 COMPORTAMENTOS 
1. Reforço positivo 
2. Reforço negativo 
3. Reforço diferencial (treino de discriminação e 
aproximações sucessivas) 
4. Proporcionar um modelo apropriado 
5. Eliminar condições interferentes 
6. Controlo e mudança de estímulos 
 
1) REFORÇO POSITIVO 
 
 
2) REFORÇO NEGATIVO 
 
 
1 + 2 USO DE CONTINGÊNCIAS 
 
 
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S 
APRESENTAÇÃO DE UM ESTÍMULO POSITIVO 
ACONTECIMENTO GRATIFICANTE 
APÓS COMPORTAMENTO DESEJADO 
RETIRAR UM ESTÍMULO NEGATIVO 
ACONTECIMENTO AVERSIVO 
 APÓS COMPORTAMENTO DESEJADO 
PROGRAMAS QUE ENVOLVEM A 
MANIPULAÇÃO DO REFORÇO 
 POSITIVO E NEGATIVO 
PROCEDIMENTO 
 
 
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S 1. REFORÇO POSITIVO 
• Identificar o comportamento que se quer incrementar 
• Identificar e seleccionar reforços eficazes 
• Administrá-los de forma contingente 
• Usar variedade de reforços para evitar a saciação 
• Estimar a quantidade e intensidade ótima do reforço 
• Ajustar um programa fixo 
• Retirar gradualmente os reforços => Generalização 
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S 2. REFORÇO NEGATIVO 
Situação aversiva que deverá ser retirada após 
realização do comportamento apropriado 
 
 
 
 
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S Para o reforço ser eficaz deve: 
• Assumir a forma de “valorização” e se for atribuido às capacidades 
individuais 
• Assumir a forma de “incentivo” 
• Ter em conta que Is diferentes necessitam de tipos/quantidades diferentes 
• Ter em conta as características individuais 
• Ajudar a desenvolver a auto-confiança 
• Ser contingente ao desempenho 
• Especificar detalhes particulares da realização 
• Estar, habitualmente, ligado à satisfação dos objectivos traçados, mas 
também pode ser atribuído ao esforço manifestado 
• Fornecer informações sobre o valor de realização e competência 
• Fazer com que a criança/adolescente reflicta na forma como abordou a 
tarefa (antes, durante e depois) 
• Destinar-se a premiar a capacidade e o seu sucesso em tarefas mais 
complexas 
• Mostrar como um êxito pode ser alcançado 
• Criar motivação intrínseca – o desejo de fazer tarefas para seu próprio bem 
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S 3. REFORÇO DIFERENCIAL 
REFORÇAR COMPORTAMENTOS APROPRIADOS NA 
PRESENÇA DE ESTÍMULOS DISCRIMINATIVOS 
 
 
 3a) TREINO DE DISCRIMINAÇÃO 
 Desenvolver novos comportamentos 
 Reforçar respostas apropriadas na presença E.D. 
 
 3b) APROXIMAÇÕES SUCESSIVAS (Shaping) 
 Reforçar vários passos de um comportamento até à 
 apresentação do comportamento global 
reforçar 
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S 4. PROPORCIONAR UM MODELO ADEQUADO 
ALGUÉM ADEQUADO PARA MODELAR O 
COMPORTAMENTO DESEJADO 
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TO
S Guia para aquisição, por modelagem, de 
comportamentos alternativos (Bandura, 1973) 
• AVALIAR AS CONDIÇÕES QUE MANTÊM O COMPORTAMENTO PROBLEMÁTICO 
 
• ENSINAR AOS AGENTES DE MUDANÇA (EX.: pais), QUAL A NATUREZA DAS 
MUDANÇAS REQUERIDAS PARA QUE OS RESULTADOS SE PROCESSEM COM 
SUCESSO 
 
• MODELAR COMPORTAMENTOS ALTERNATIVOS SOCIALMENTE ADEQUADOS 
 
• SUPERVISIONAR A PRÁTICA DESTES COMPORTAMENTOS NA CRIANÇA 
 
• ALARGAR A GAMA DE APTIDÕES RELEVANTES PARA CRIAR UM COMP. ADEQUADO 
 
• FAZER COM QUE ESTAS ACÇÕES ALTERNATIVAS TENHAM SUCESSO 
 
• DAR FEEDBACK CONSTANTE COM VISTA À SUA EXECUÇÃO 
 
• APRESENTAR AS AÇÕES ALTERNATIVAS POR ORDEM DE DIFICULDADE 
 
• GENERALIZAR O NOVO COMPORTAMENTO ADQUIRIDO ELOGIANDO E 
INCENTIVANDO DE FORMA CONSISTENTE 
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S 5. ELIMINAR CONDIÇÕES INTERFERENTES 
ELIMINAR ESTÍMULOS INCOMPATÍVEIS COM O 
COMPORTAMENTO DESEJADO 
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S 6. CONTROLO E MUDANÇA DE ESTÍMULOS 
DETERMINAR OU DESENVOLVER ESTÍMULOS 
DISCRIMINATIVOS APROPRIADOS PARA O 
COMPORTAMENTO DESEJADO 
 
 
 
 
Manipulação de estímulos antecedentes 
II. TÉCNICAS PARA DIMINUIR 
 COMPORTAMENTOS 
1. Extinção (saciação) 
2. Mudança de estímulos 
3. Punição 
4. Time out (“tempo de pausa”) 
5. Custo-resposta 
6. Overcorrection 
7. Reforço positivo 
8. Treino de aptidões 
9. Exposição gradual ao estímulo aversivo 
10. Modelagem 
11. Role-play 
12. Controlo cognitivo (auto-monitorização, auto- 
 reforço, auto-instrução) 
13. Contratos comportamentais 
 
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S 
1. EXTINÇÃO 
RETIRAR REFORÇO APÓS RESPOSTA INADEQUADA 
 
 
 
 
1a) SACIAÇÃO 
Permitir ou fazer com que a criança continue a executar o ato 
indesejado até que fique cansado (“saciado”) 
 
O “consumo” excessivo de um reforço positivo converte-se 
num estímulo neutro ou até aversivo 
D
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S 
2. MUDANÇA DE ESTÍMULOS 
MUDAR OU ALTERAR ESTÍMULOS DISCRIMINATIVOS 
PRESENTES QUANDO O COMPORTAMENTO ERA 
REFORÇADO NO PASSADO 
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S 
3. PUNIÇÃO 
APRESENTAR ESTÍMULOS AVERSIVOS APÓS RESPOSTA 
INADEQUADA 
 
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S 
4. TIME OUT 
 
 A CRIANÇA DESENCADEIA UMA BIRRA 
 
 
OS PAIS PEDEM QUE PARE 
 
 
 A CRIANÇA OBEDECE A CRIANÇA IGNORA O PEDIDO 
 
 PAIS REFORÇAM PAIS AMEAÇAM PÔ-LA EM T.O 
 
 É POSTA EM T.O 
 
 A CRIANÇA OBEDECE A BIRRA PERSISTE APÓS 5M 
 
 A BIRRA CESSA APÓS 5M A CRIANÇA PERMANECE EM 
 T.O + 5M 
AFASTAMENTO DO REFORÇO POR x MIN. APÓS 
COMPORTAMENTO INADEQUADO 
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S 
5. CUSTO-RESPOSTA 
RETIRAR x REFORÇOS APÓS RESPOSTA INAPROPRIADA 
 
 
(A CRIANÇA PAGA UMA PENALIDADE) 
 
(PROGRAMAS TOKEN) 
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S 
6. OVERCORRECTION 
COMBINAÇÃO DE REFORÇO POSITIVO E CONTROLO 
AVERSIVO 
 
UTILIZADO PARA DESENCORAJAR 
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S 
7. REFORÇO POSITIVO 
 
 Promover comportamento alternativo 
 
 
 
 Reforçar + comp. Reforçar qualquer 
 Incompatível comp. menos o comp.-alvo 
 
 
 REDUZ EXTINGUE 
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S 
8. TREINO DE APTIDÕES 
ESTIMULAR SITUAÇÕES DA VIDA REAL DE MODO A 
INCREMENTAR AS APTIDÕES DA CRIANÇA 
 
(ex.: ensaio de atitudes, treino de aptidões sociais) 
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S 
9. EXPOSIÇÃO GRADUAL AO ESTÍMULO AVERSIVO 
EXPÔR GRADUALMENTE A CRIANÇA (em imaginação e 
ao vivo) A SITUAÇÕES RECEADAS 
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S 
10. MODELAGEM 
APRESENTAR UM MODELO EMITINDO O 
COMPORTAMENTO ADEQUADO 
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S 
11. ROLE PLAY 
REPRESENTAR A SITUAÇÃO-PROBLEMA COM A 
CRIANÇAD
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S 
12. CONTROLO COGNITIVO 
ENSINAR FORMAS ALTERNATIVAS DE PERCEBER, CONTROLAR 
E RESOLVER O PROBLEMA 
(Ex: reestruturação cognitiva, “paragem de pensamento”, etc.) 
 
 
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S 
13. CONTRATOS COMPORTAMENTAIS 
EU,___, ACEITO E COMPROMETO-ME A FAZER O SEGUINTE: 
 Escrever, no fim da aula, no meu caderno, os trabalhos para casa 
 Não interromper o professor sem pedir licença, levantando o dedo sempre 
que quiser participar 
 Não dar cotoveladas ao meu colega do lado. 
 
 SE, AO FIM DE CADA UM DOS DIAS DA SEMANA, CUMPRIR ESTE CONTRATO, O 
PROFESSOR FAR-ME-Á UMA SURPRESA AGRADÁVEL. 
 SE, AO FIM DA SEMANA, TIVER CUMPRIDO ESTE CONTRATO, PODEREI ESCOLHER UM 
JOGO DE COMPUTADOR OU IR COM OS MEUS PAIS VER UM FILME. 
 SE NÃO TIVER CUMPRIDO OS PONTOS ACORDADOS NESTE CONTRATO, NÃO VOU SAIR 
DE CASA DURANTE O PRÓXIMO FIM DE SEMANA E FICO OBRIGADO A FAZER TUDO AQUILO QUE 
NÃO CUMPRI. 
 CONCORDO COM TUDO O QUE ESTÁ NESTE CONTRATO E, POR ISSO, MESMO, ASSINO-O. 
(Assinatura do jovem), (Assinatura do professor), (Assinatura dos pais) 
Data______ 
III. INTERVENÇÃO CLÍNICA 
1. Modificação das cognições 
 Monitorização de pensamentos 
 Identificação de défices e distorções cognitivas 
 Avaliação de pensamentos 
 Desenvolvimento de competências cognitivas 
 
2. Modificação das emoções/sistema fisiológico 
 Educação afetiva 
 Monitorização 
 Manejo da afetividade 
III. INTERVENÇÃO CLÍNICA 
3. Modificação dos comportamentos 
 Monitorização 
 Estabelecimento de objetivos 
 Planificar atividades 
 Experiências comportamentais 
 Exposição gradual/Exposição com prevenção de 
 resposta 
 Aprendizagem de novas competências 
 
Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
COMPORTAMENTO 
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Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
COMPORTAMENTO 
Stallard (2002) 
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Mudar auto-verbalizações negativas - exemplo ansiedade 
 
1. Explicar o conceito de PENSAMENTO (balões de pensamento) 
2. Identificar os pensamentos dos outros (revistas, TV, etc.) 
3. Pensamentos em situações não ansiógenas 
4. Pensamentos em situações ansiógenas 
5. Relação pensamento/sentimento e ação 
6. Pensamentos que nos ajudam vs que não nos ajudam 
7. Desafiar os pensamentos (“o que posso pensar que me ajude 
a ultrapassar esta situação?”) 
Restruturação cognitiva 
Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
COMPORTAMENTO 
Stallard (2002) 
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TREINO DE AUTO-INSTRUÇÃO 
(Meichenbaum 1977, 1985) 
 
1. O terapeuta funciona como modelo: realiza a tarefa 
enquanto fala em voz alta para si sobre a sua tarefa 
(modelagem cognitiva); 
2. A criança faz a mesma tarefa sob orientações do 
terapeuta (guia externa em voz alta); 
3. A criança passa a realizar a tarefa enquanto se instrui 
em voz alta (auto-instruções em voz alta); 
4. Volta a realizar a tarefa e murmura as instruções para 
si (auto-instruções disfarçadas); 
5. A criança guia seu comportamento através de auto-
instruções internas, enquanto desenvolve a tarefa 
(auto-instruções encobertas) 
Identificação do 
problema 
Identificar objectivamente o problema 
Gerar soluções 
alternativas 
Analisar as possíveis alternativas para 
solucionar o problema “Tempestade de 
ideias” 
Avaliar as soluções Considerar as vantagens, desvantagens e 
consequências inerentes a cada uma das 
alternativas. Escolher 1 
Implementação da 
decisão 
Aplicar a alternativa escolhida. Resolver o 
problema 
TREINO EM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 
Avaliação 
(auto-reforço ou frase de coping) 
Reforçar o comportamento adequado ou 
corrigir a escolha 
Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Distinguir emoções e resp. fisiológica associada 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
COMPORTAMENTO 
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Respostas fisiológicas 
ANSIEDADE 
 
Palpitações 
Tremuras 
Boca seca 
Sensação de falta de ar 
Náuseas 
Nó no estômago 
Nó na garganta 
Tonturas 
Falta de força nas pernas 
Pressão ou peso no peito 
Suores 
Sensação de desorientação/confusão 
Visão turva ou desfocada 
Tensão muscular 
DEPRESSÃO 
 
Dores de cabeça 
Cansaço 
Falta de energia 
Diminuição do apetite 
Sentir-se mal ou doente 
Pertu. Sono 
Falta de força 
Exemplo do caderno do Gato Habilidoso 
 Sessão 3: como reage o meu corpo? 
Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Distinguir emoções e resp. fisiológica associada 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
Monitorização 
Relação sentimentos-pensamentos-
comportamentos, escalas para av. intensidade 
COMPORTAMENTO 
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Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Distinguir emoções e resp. fisiológica associada 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
Monitorização 
Relação sentimentos-pensamentos-
comportamentos, escalas para av. intensidade 
Manejo da afetividade 
Novas aptidões (ex.: relaxação, resp. profunda, 
manejo da raiva) 
COMPORTAMENTO 
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TÉCNICAS DE RELAXAMENTO 
Aumentam a acessibilidade da informação 
positiva à memória 
 
Facilitação de alternativas aos pensamentos 
associados ao perigo 
 
 
Objectivo generalização 
 
VAMOS RELAXAR... 
Mãos e braços 
Braços e ombros 
Ombros e pescoço 
Nariz/face 
Queixo 
Estômago 
Pés e pernas 
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S Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Distinguir emoções e resp. fisiológica associada 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
Monitorização 
Relação sentimentos-pensamentos-
comportamentos, escalas para av. intensidade 
Manejo da afetividade 
Novas aptidões (ex.: relaxação, resp.profunda, 
manejo da raiva) 
COMPORTAMENTO 
Monitorização : Identificação de reforços 
Estabelecer objetivos 
Planificação atividades 
Experiências comportamentais 
Exposição gradual/Exposição com prevenção 
de resposta 
Aprendizagem de novas competências 
Role play, modelagem 
EXPOSIÇÃO 
Aspecto fundamental confronto 
 com situação desencadeadora de 
 ansiedade 
 
 
1) Identificação/Preparação das situações (terapeuta pode ser 
modelo) 
2) Hierarquização das situações (por exemplo, ansiogénicas) – o 
jovem classifica cada situação numa escala de 0-8 ou 0-10 
3) Exposição gradual em imaginação e ao vivo, com preparação 
prévia 
4) Encorajamento da aproximação e contato 
5) Permanência na situação até a ansiedade diminuir 
6) Final da sessão: quando o grau de ansiedade diminui 
substancialmente (pelo menos 50 %) 
7) Repetição da exposição 
8) Prevenir o recurso a distração, comportamentos de 
segurança ou outro tipo de evitação 
9) Avaliação da situação de exposição e reforço: avaliar o grau 
de ansiedade antes, durante e depois do confronto, avaliar 
pensamentos e sentimentos associados. Reforço e auto-
reforço 
EXPOSIÇÃO regras 
TESTE DE APROXIMAÇÃO 
COMPORTAMENTAL: 
 
Descrição da situação 
Avaliação do medo (0-8) 
Avaliação de crenças 
Avaliação da probabilidade de ocorrência 
 
 
Imediatamente ANTES 
EXPOSIÇÃO regras 
DURANTE 
AVALIAÇÃO CONTÍNUA: 
situação 
medo 
pensamentos 
sensações 
comportamentos 
 
EXPOSIÇÃO regras 
DEPOIS 
AVALIAÇÃO: 
 
 Da ocorrência das crenças 
 Da probabilidade de ocorrência futura 
 Da razão para terminar o confronto 
 
EXPOSIÇÃO regras 
Mecanismos explicativos do efeito da EXPOSIÇÃO: 
• Extinção 
• Habituação 
• Mudança cognitiva 
• Desenvolvimento de aptidões de confronto 
 
Eficácia da EXPOSIÇÃO AO VIVO: 
• Tratamentos bem sucedidos 
• Resultados mantidos ao longo de vários anos 
• Exposição gradual, prolongada e repetida é mais eficaz 
• Mudanças observáveis comportamentais e cognitivas 
 
EXPOSIÇÃO 
 
 Técnicas de controlo da ansiedade 
 + 
 Técnicas cognitivas 
 
 
 
 potencializam os efeitos da Exposição 
 
 
 
EXPOSIÇÃO 
 Registos Exposição Gradual/hierarquia de situações 
Formulação e psico-educação 
Compreender a relação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos 
COGNIÇÃO 
Monitorização de 
pensamentos 
EMOÇÃO 
Educação Afetiva 
Distinguir emoções e resp. fisiológica associada 
Identif. défices e distorções cognitivas 
Avaliação de pensamentos 
Testes, Restruturação Cognitiva 
Identificação de: 
PAN, crenças/esquemas 
Desenvolvimento de Competências Cognitivas 
Distração, Treino auto-instruções, resolução de problemas 
Monitorização 
Relação sentimentos-pensamentos-
comportamentos, escalas para av. intensidade 
Manejo da afetividade 
Novas aptidões (ex.: relaxação, resp. profunda, 
manejo da raiva) 
Reforço e recompensas 
Auto-reforço, tabelas, contratos de contingência 
COMPORTAMENTO 
Monitorização : Identificação de reforços 
Estabelecer objetivos 
Planificação atividades 
Experiências comportamentais 
Exposição gradual/Exposição com prevenção 
de resposta 
Aprendizagem de novas competências 
Role play, modelagem 
 
 
IV. TRATAMENTOS EMPIRICAMENTE 
VALIDADOS 
CRITÉRIOS 
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I – Pelo menos 2 estudos Experimentais (aleatorização dos I) que 
demonstrem eficácia de uma ou mais formas; 
IA – Ser superior (estística/ significativo) a uma terapêutica 
farmacológica, a outro tratamento psicológico ou ao 
placebo; 
IB – Ser equivalente a um tratamento já empirica/ 
 validado com estudos c/ amostras de dimensões 
adequadas 
OU 
II- Uma série de estudos de design de análise de caso (n 9 ) que 
demonstre eficácia. 
 Estes estudos devem : 
 - Usar bons desenhos experimentais 
 - Comparar a intervenção com outro tratamento 
 
CRITÉRIOS PARA AMBOS OS CASOS (I e II) 
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III - Os tratamentos devem ser conduzidos através de 
tratamentos manualizados 
IV - As características das amostras dos pacientes 
devem ser clara/ especificadas 
V - Os efeitos devem ser bem demonstrados, pelo 
menos por dois investigadores diferentes, ou 
equipas de investigação 
 
 
 
Cont. 
TRATAMENTOS PROVAVELMENTE EFICAZES 
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I- Dois estudos que demonstrem ( tb estatistica/ 
 significativos que o tratamento é superior a uma 
lista de espera de grupo de controlo 
 ou 
II- Um ou mais estudos que cumpram os critérios 
 anterior/ descritos ( IA ou IB ,III e IV ) 
 ou 
III – Um número pequeno de estudos de caso que 
 cumpram os outros critérios 
 
 
 
 Well-established Probably efficacious 
ADHD Behavioural parent training Cognitive-behaviour therapy 
 Behaviour modification in classroom 
Anxiety None Cognitive-behaviour therapy 
 Cognitive-behaviour therapy + 
 family anxiety management 
Autism None Contingency management 
 
Depression None Behavioural self-control therapy 
 Cognitive-behavioural coping skills 
Enuresis Behaviour modification 
 
Encopresis Behaviour modification 
 
OCD None Exposure/response prevention 
 
ODD/CD Behavioural parent training Anger control training with stress 
 Functional family therapy inoculation 
 Multisystemic therapy Anger coping therapy 
 Videotape modelling Assertiveness training 
 Cognitive-behaviour therapy 
 Delinquency prevention program 
 Parent–child interaction therapy 
 Problem-solving skills training 
 Rational-emotive therapy 
 Time out plus signal seat treatment 
 
Phobias Graduated exposure Imaginal desensitizationParticipant modelling In vivo Desensitization 
 Reinforced practice Live modelling 
 Cognitive-behaviour therapy 
 
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INTERNALIDADE 
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PERTURBAÇÕES DE ANSIEDADE 
 
 
 DEPRESSÃO 
 
Exposição gradual 
Modelagem 
Prática Reforçada 
 TCC 
 
INTERNALIDADE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PAG PAS POC PTSD 
Diagnóstico 
Psicoeducação 
Hierarquia de 
situações/estimulos 
F.S 
Educação sobre a ansiedade (dicionário de sentimentos) 
PP/AG 
Identificação de pensamentos, 
emoções e comportamentos 
Identificação de pensamentos 
negativos absurdos 
Reestruturação cognitiva 
DEPRESSÃO 
(leve/moderada 
F.ESP. 
Educação sobre depressão: 
detetive das Emoções 
Exposição 
Tratamento 
Prevenção de recaídas 
Promoção de actividades 
não associadas com 
emoções disfuncionais 
Treino de pensamentos 
racionais alternativos 
Confrontação de emoções 
Exposição ao vivo 
Modelagem 
EXTERNALIDADE 
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PERT.OPOSIÇÃO (PO) 
 
PERT.COMPORTAMENTO (PC) 
 
 
HIPERACTIVIDADE COM DÉFICE DE ATENÇÃO 
(PHDA) 
 
AGRESSIVIDADE MODELO COGNITIVO-
COMPORTAMENTAL 
 
SIT. PROBLEMÁTICAS 
Sent. Frustração 
 Aborrecimento 
Injustiça 
 Agressão verbal/física 
 COGNITIVO 
Distorções cognitivas: 
Dif. manter atenção 
 Antecipação da hostilidade 
 Falta de responsabilidade 
Deficiências cognitivas: 
Fraca aptidão de resolução de 
problemas 
Elevada impulsividade 
Pensamento consequente deficitário 
REACTIVIDADE FISIOLÓGICA 
Aumento do ritmo cardíaco 
Respiração acelerada 
Tensão muscular, etc. 
RESPOSTA 
COMPORTAMENTAL 
Agressão verbal/física 
Agressão passiva 
Isolamento 
Submissão/resignação 
Outras reacções 
desadequadas 
AGRESSIVIDADE 
REGISTO COGNITIVO DA REACTIVIDADE 
FISIOLÓGICA 
EXTERNALIDADE 
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Treino Parental 
 
 
 (Anastopoulos et al.,1993; Forehand & Atkenson, 1977; Marshall & Mirenda, 2002; Miller, Kushel & Hahleweg, 2002; Patterson, Chamberlain & Reid, 1982; Peed, Roberts & Forehand, 1977) 
Treino de resolução de problemas 
 (Kazdin et al., 1987) 
 
 
 
 Treino Parental + Treino de resolução de problemas 
 + 
 
Alterar interação pais 
/filhosque promovem ou 
exacerbam a 
agressividade e/ou 
oposição 
Aprendizagem social 
condicionamento 
operante 
Eficaz 
(Webster –Stratton & Hammond, 1997; Webster –Stratton, Hollinsworth & Kolpacoff, 1989) 
 
EXTERNALIDADE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Não Não 
 Sim Sim 
 
Dirigido à 
criança/adolescente 
Dirigido aos pais 
Resolução de problemas Treino 
parental 
Diagnóstico 
Psicoeducação 
Educação 
Operacionalização 
dos comp. agressivos 
Operacionalização da 
agressividade/comp.não 
desejado do filho 
Treino da identificação de 
emoções /sentimentos 
Identificação de 
comportamentos opostos 
do comp. Não desejado Treino de aptidões sociais 
Treino de resolução de problemas 
(penso,decido,atuo e comprovo 
CBCL abaixo do ponto de corte CBL abaixo do ponto de corte 
Utilização de reforços 
Prevenção de recaídas Prevenção de recaídas 
Tratamento 
 
PROGRAMAS PARENTAIS ESTRUTURADOS PHDA 
(Adaptado de Teeter, 1998) 
 
Programa 
 
Objectivos gerais 
 
Componentes específicos 
 
Barkley 
(1987) 
 
8-10 sessões 
 
•Melhorar manejo parental 
 
•Aumentar informação 
 
•Incrementar comportamentos 
 de adesão 
 
 
•Avaliar comportamentos de não adesão e 
 suas causas 
•Aprender a interagir adequadamente 
•Reforçar a adesão 
•Reforçar brincadeiras independentes 
•Uso de sistemas de reforços formais 
•Procedimentos de time-out 
•Manejo de comportamentos fora de casa 
•Intervenção em problemas futuros 
•Sessões de manutenção 
 
Patterson 
 
(1976) 
 
5+ 
 
•Redução de padrões de 
 coerção 
 
•Avaliação do comportamento da criança 
•Explicação de teorias de coerção 
•Avaliar natureza da não adesão 
•Ident. comp. de adesão/não adesão 
•Monitorização e gravação de comport. 
•Fornecer regras de modo efectivo 
•Uso de Sistema de Pontos Positivos 
•Eliminar regras complexas 
•Procedimentos de time-out 
•Procedimentos de time-out fora de casa 
•Sessões de manutenção 
 
Forehand & 
McMahon 
 
(1981) 
 
10+ 
 
•Aumentar adesão 
 
•Ensinar teoria de aprendizagem 
 social 
 
•Modelar expectativas parentais 
 
•Avaliação do comportamento da criança 
•Explicar atenção diferencial 
•Uso de reforço social 
•Treino em comportamentos de adesão 
•Fornecer “regras alpha” 
•Procedimentos de time-out 
 
 
- New Forest Parenting Program (NFPP) 
 (Thompson, M. Sonuga-Barke, 2001) 
 
- Triple P – Positive Parenting Program 
 (Sanders, 1999) 
 
- Incredible Years 
 (Webster-Stratton, 1992) 
 
 
OUTROS PROGRAMAS PARENTAIS ESTRUTURADOS 
 
INTERVENÇÃO 
 
1) PLANEAR O PROGRAMA DE 
 INTERVENÇÃO 
 
 ESCOLHA DE MÉTODOS ESPECÍFICOS 
 
 IMPLICA NOVA APRENDIZAGEM ATRAVÉS DA MANIPULAÇÃO DOS FACTORES QUE INICIAM E MANTÊM O 
PROBLEMA 
 
 
 Quais os princípios da modificação do comportamento
 
DECIDIR Quais os procedimentos? 
 
 
 Relação 
TER EM CONTA Expectativas 
 Motivação (da criança e pais/professores) 
 
 
 
INTERVENÇÃO 
 
2) AVALIAÇÃO DO PROGRAMA 
 
 
 MONITORIZAÇÃO DO QUE ACONTECE DEPOIS DO INÍCIO DA 
INTERVENÇÃO 
 
 
 
 Determinar se há modificação 
 
 OBJECTIVOS 
 
 De que maneira se procede a mudança 
 
 
INTERVENÇÃO 
 
3) FASE FINAL DA INTERVENÇÃO 
 
 
 
 
 CRITÉRIOS DE 
AVALIAÇÃO DA 
INTERVENÇÃO 
Inspecção de registos gráficos 
 
Mudanças significativas 
 
Avaliação dos pais 
 
informação das mudanças 
Intensidade do problema /Interferência do problema no 
quotidiano 
 0 1 2 3 4 5 6 7 8 
 Nenhuma Ligeira Moderada Elevada Extrema 
Eficácia do tratamento 
Nada Pouco Moderadamente Muito Totalmente 
 eficaz eficaz eficaz eficaz eficaz 
0 1 2 3 4 5 6 7 8 
Considerações Gerais 
 • A terapia deve adaptar-se às características da criança 
e sua família, podendo ser flexibilizada. 
• Crianças mais novas beneficiam mais de técnicas 
comportamentais ou técnicas cognitivas simples como 
auto-instrução 
• adolescentes podem beneficiar de técnicas cognitivas 
mais sofisticadas exigindo análises racionais. 
• Variáveis como idade, linguagem e capacidade de 
raciocínio, entre outras, devem ser consideradaspara 
o planeamento dos materiais 
Considerações éticas 
1. Consentimento do menor Colaboração voluntária 
do menor 
 
2. Confidencialidade da informação obtida 
Geralmente informa-se os pais sobre o diagnóstico e 
tratamento. No entanto,nalguns casos ,em benefício e 
interesse do menor deve-se manter confidencialidade

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