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EMBOLIA PULMONAR Camilla Moreira Danillo Teodoro Enida Lane Ester queiroz Flaviane COSTA Izabel mendes Maria aparecida lira Melina kimberly Thaís Coelho Vanessa Cristina Nogueira Walquiria teixeira Zaqueu bertoldo Docentes: DRA. Lorena Marques Freitas DR. RoBerto M. ARUUDA VERzOLA Acadêmicos: EMBOLIA PULMONAR Impactam material insolúvel Sólido Líquido Gasoso Obstrução de vasos da circulação arterial pulmonar 2 PRINCIPALMENTE: Tromboembolismo Venoso (TEV) base a Trombose Venosa Profunda (TVP) Tratamento adequado ↓ a taxa de mortalidade 30% para 2-8% Quando suspeitar de TVP? Todo paciente com FATOR DE RISCO associada a qualquer ALTERAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA AGUDA EPIDEMIOLOGIA TVP/TEP 3° dç cardiovascular + comum 100-200/100.000 hab/ano > 80 anos 1/100 hab 6 ESTUDO REVELOU Causa mortis por TEP (necropsia) 2/3 não receberam o diagnóstico in vivo 2/3 suspeita diagnóstica de TEP in vivo NÃO apresentavam TEP na necropsia Revelou ↓ sensibilidade e especificidade do diagnóstico clínico ETIOLOGIA 90% dos êmbolos- Veias profundas dos MMII Trobofilias Hereditárias Resistência à proteína C ativada Adquirida SAAF TVP íleo-femoral 50% cursa com TEP MMSS não é completamente conhecido TVP outros territórios Baixo riso- êmbolo pequeno TVP de panturrilha TVP de subclávia Tromboses associadas à canulação de veias profundas ↑ ↑ FISIOPATOLOGIA A embolia ocorre quando um trombo se desloca do seu local de origem para a circulação pulmonar. trombos “em sela” ou “a cavaleiro”. lobos inferiores costumam ser os mais afetados. CONSEQUÊNCIAS PULMONARES Aumento do espaço morto fisiológico Áreas do parênquima distantes do território hipoperfundido começam a sofrer atelectasia. CONSEQUÊNCIAS PULMONARES As áreas de pulmão bem perfundidas não estão livres dos efeitos do TEP ---> desenvolvem atelectasia e broncoespasmo, e se tornam HIPOVENTILADAS. Shunt direita-esquerda intrapulmonar. Taquidispneia, resultante da estimulação dos receptores J alveolares CONSEQUÊNCIAS CARDIOCIRCULATÓRIAS Hipertensão pulmonar aguda COMO A RESISTÊNCIA ARTERIAL PULMONAR AUMENTA? Obstrução mecânica promovida pelos êmbolos impactados Vasoespasmo Hipoxemia importante. FISIOPATOLOGIA- CONSEQUÊNCIAS DA TVP Síndrome pós flebítica: caracterizado por edema crônico unilateral, alterações de coloração da pele e varizes. Comum o surgimento de úlceras de estase, especialmente no maléolo medial. De maneira simplificada podemos dizer que o principal sintoma em portadores de TVP é uma dor na perna que vai aumentando ao longo dos dias TEP o principal sintoma é a dispneia súbita inexplicada MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS OS CASOS DE TEP PODEM SE AGRUPADOS EM SÍNDROMES MANIFESTAÇÃO CLINICA •Sinal de Homans •Phlegmasia Alba Dolens, • Phlegmasia Cerulea Dolens DIAGNÓSTICO - Preciso realizar exames complementares. - Quadro clínico seja compatível com TVP/TEP: probabilidade pré-teste desses diagnósticos; - O melhor método não invasivo para TVP : duplex-scan de membros inferiores. DIAGNÓSTICO O melhor método não invasivo no diagnóstico de TEP: angiotomografia pulmonar com tomógrafo helicoidal, acompanhadaou não de uma venotomografia dos membros inferiores (para detectar TVP concomitante) SCORES SCORES EXAMES COMPLEMENTARES Não servem para confirmar o diagnóstico apontarem outras etiologias; Fazem parte da rotina da avaliação geral de pacientes com queixas cardiorrespiratórias Exames Inespecíficos RADIOGRAFIA DE TÓRAX Fatores em que o Raio X reforça a hipótese de TEP Paciente com fatores de risco e início súbito de dispneia, cujo exame é normal Presença de sinais clássicos de TEP RADIOGRAFIA DE TÓRAX Sinais sugestivos de TEP no Raio X de Tórax Westermak Oligoemia focal Corcova de Hampton Infiltrado em fora de cunha, base apoiada sobre o diafragma (infarto pulonar) Palla Dilatação da artéria pulmonar ELETROCARDIOGRAMA A alteração mais comum e inespecífica é a taquicardia sinusal Sinais ominosos mais importantes são aqueles que revelam a presença de sobrecarga do VD Sinais de sobrecarga do VD no Eletro S em D1 e aVL>1,5mm QS em D3 e aVL, mas não em DII Inversão da onda T em D3 e aVF ou em V1 a V4 Bloqueio de ramo direito incompleto ou completo Eixo do QRS>90° Zona de transição até V5 Baixa voltagem em derivação dos membros A Síndrome S1Q3T3 foi considerada o sinal mais sugestivo de TEP no ECG GASOMETRIA ARTERIAL A maioria dos pacientes apresenta: Hipoxemia (não é um marcador diagnóstico importante) e Hipocapnia; Indivíduos jovens não é incomum terem níveis normais de oxigênio TEP maciço com choque cardiogênico acidose mista (respiratória + lática, por causa do choque) ECOCARDIOGRAMA A maioria dos episódios de TEP cursam com eco normal. A disfunção de VD no ecocardiograma é um marcador de mau prognóstico. ≠ ≠ ≠ Sinais típicos de sobrecarga AGUDA do VD (observados em cerca de 30 a 40% dos casos) Dilatação de sua cavidade (com paredes finas) Regurgitação tricúspide Hipocinesia (onde apenas a parede basolateral está disfuncionante, enquanto o ápice se contrai normalmente sinal de McConnell) Principal sinal de sobrecarga CRÔNICA do VD Hipertrofia miocárdica Sinal de cor pulmonale crônico Hipocinesia do VD difusa MARCADORES BIOQUÍMICOS As troponinas cardioespecíficas (TnI e TnT) e o BNP são muito úteis na estratificação de risco de óbitos intra-hospitalar dos paciente com TEP definido. Níveis elevados das troponinas microlesões miocárdicas na parede do VD (secundárias à sobrecarga aguda dessa câmara). Dilatação ventricular aumento do BNP. O D-dímero é um produto de degradação da Fibrina que se eleva em todas as vezes que houver um trombo no interior do organismo. Pacientes com D-dímero normal certamente não têm trombose. DUPLEX-SCAN DE MEMBROS INFERIORES Chamado de Eco-doppler - derivado da USG em que avalia os vasos sanguíneos Critérios Ultrassonográficos de obstrução venosa Perda de compressibilidade vascular Visualiza o trombo diretamente (hipoecoico e homogêneo) Indicação Identificação de TVP íleo-femoral – pode impedir a ocorrência de EP Compressão da panturrilha durante o exame DUPLEX-SCAN DE MEMBROS INFERIORES Não invasivo, indolor, alto grau de confiabilidade Sensibilidade (80%) Especificidade > 90% para TVP Não exclui possibilidade de TEP Trombo se deslocou por inteiro Trombo tem outra sede (Ex: pélvica) CINTILOGRAFIA PULMONAR (CINTILOGRAFIA VENTILAÇÃO-PERFUSÃO (V/Q) Indicação: Avaliação de TEP Em 2 etapas: Cintilografia de ventilação (Inalação de Xe 133) Cintilografia de Perfusão (Injeção IV de albumina marcado com de Tc99) Rx de tórax pode substituir com a mesma acurácia Embolia pulmonar = presença de ventilação em regiões sem perfusão distal a êmbolos obstrutivos Se houver presença de áreas mal ventiladas podem indicar doença parenquimatosa Não é geralmente diagnóstico Cintilografia de alta probabilidade TEP Cintilografia de baixo probabilidade TEP em 40% Cintilografia normal: exclui TEP Exclui TEP ANGIO-TC (TC- HELICOIDAL) Aparelho multi-slices: cortes tomógrafos simultâneos enquanto o paciente movimento no tomógrafo Teste de escolha na investigação inicial do TEP Pode estabelecer diagnósticos concomitantes (visualiza outras estruturas) Venotomografia - “Corta” a parte inferior do corpo em um intervalo de tempo que coincida com a fase venosa do contraste - Detecta TVP sem necessidade de injetar mais contraste Suspeita clínica de TEP + TVP = Diagnostico presuntivo de TEP ANGIO-TC Alta resolução e não-invasivo Desvantagens Nefropatia induzida por contraste Alergia ao contraste Sensibilidade 83% Especificidade > 90% ANGIORRESSONÂNCIA Alta acurácia para detecção de TVP Não necessita contraste e sem exposição à radiação Dificuldade em realizar o exame em pacientes instáveis – Alto custo e pode gerar artefatosARTERIOGRAFIA PULMONAR Padrão ouro para TEP (sendo substituída pela angio-TC) Realizado por cateterismo da Art. Pulmonar com injeção de contraste no lúmen Identifica Falha de enchimento no leito arterial pulmonar Interrupção abruta de um vaso Indicação Método confirmatório p/ tratamento Embolectomia por cateter (Localiza e aspira o trombo) Em pacientes inconclusivos no exames menos invasivos ARTERIOGRAFIA PULMONAR Desvantagens: Método invasivo com 5% de risco de complicações cardíacas e pulmonares Mortalidade em torno de 1% TRATAMENTO Anticoagulantes Trombolíticos Filtro de veia cava Procedimento invasivo ANTICOAGULANTES Base do tratamento Reduz taxa de mortalidade 80 – 90% Inibem a continuidade do processo trombótico Meta: Alcançar estado de anticoagulação plena plena nas primeiras 24h VIIa + Fator tecidual Xa Trombina (IIa) Fibrinogênio Fibrina HBPM HNF Fondaparinux Rivoroxabana Apixabana Edoxabana HBPM HNF Fondaparinux Dabigatrana HEPARINA CURMARÍNICOS NOVOS ANTICOAGULANTES ORAIS HEPARINA DE BAIXO PESO MOLECULAR Vantagens da HBPM em relação à HNF Mais previsível Uso subcutâneo Baixo risco de HIT Maior disponibilidade → Dispensa PTTa Posologia: Dosagem do Antifator Xa (0,6 a 1U/mL) Clearance de creatinina Tratamento inicial de pacientes com TEP hemodinamicamente ESTÁVEL Indicações para dosagem do Antifator Xa Obesidade mórbida (>150Kg) Baixo peso (<40kg) Gestante Disfunção renal (aguda ou crônica) * HBPM Posologia Nadroparina 225U/Kg, 12/12h Enoxaparina 1mg/Kg, 12/12h Dalteparina 100U/Kg, 12/12h ou 200U/Kg 1x ao dia HEPARINA NÃO FRACIONADA Vantagens da HNF em relação à HBPM Meia vida menor (6h vs 12h) Sulfato de Protamina neutraliza com mais eficácia Posologia: PTTa (manter entre 1,5 – 2,5 vezes o valor basal do pct) verificado de 6/6h Dose inicial: 80U/Kg em bolus Seguido de: 18U/Kg/h em bolus Pacientes com TEP hemodinamicamente INSTÁVEL Complicações: HIT (Trombocitopinia induzida por heparina) Produção de autoanticorpo → Ag – Ac → intensa ativação plaquetária → trombose Sinal de alerta: queda proguessiva na contagem de plaqueta Suspender: contagem de plaqueta < 100.000 cél/mL ou < 50% do valor basal Osteoporose (gestante) Deficiência de antitrombina FONDAPARINUX Eficácia semelhante à HNF Vantagens da Fondaparinux em relação à HNF Uso subcutâneo Menor risco de HIT Maior disponibilidade → Dispensa PTTa Dose única diária (meia vida de 17h) Desvantagem da Fondaparinux em relação à HNF Não possui antídoto Deve-se evitar na disfunção renal <20mL/min → Contraindicado Entre 20-50mL/min → Reduzir a dose 1,5mg/dia SC Peso do pct Posologia < 50Kg 5mg, subcutâneo, 1x ao dia 50 – 100Kg 7,5mg, subcutâneo, 1x ao dia > 100Kg 10mg, subcutâneo 1x ao dia VARFARINA Uso oral Alimentos ricos em Vit. K: ↓ efeito Ação lenta Pico de ação: 72-96h Meia vida: 40h Controle laboratorial TAP – tempo e atividade da protrombina RNI – reação internacional normalizada Dose 5 – 10mg/dia → manter RNI entre 2 e 3 (meta: 2,5) Se risco grave de sangramento: Complexoprotrombínico (50U/Kg) Terapêutica Varfarina + HBPM ou fondaparinux PRIMEIRA DOSE: Concomitante Manter em conjunto por no mínimo 3 a 5 dias (pico da Varfarina) Suspender heparina: RNI entre 2 e 3 por 2 dias consecutivos Varfarina + HNF Iniciar Varfarina somente após a faixa alvo do PTTa Manter em conjunto por no mínimo 3 a 5 dias (pico da Varfarina) Suspender heparina: RNI entre 2 e 3 por 2 dias consecutivos Tempo de anticoagulação TEP de etiologia identificável e reversível: 3 meses TEP idiopático: 3 meses → reavaliação quanto necessidade de anticoagulção permanente NOVOS ANTICOAGULANTES ORAIS Eficácia semelhante a Varfarina Vantagem dos NOACS em relação à Varfarina: Rápido inicio de ação Não necessita de controle laboratorial Menor risco de sangramento grave Menor interação dietética e medicamentosa Farmacocinética e farmacodinâmica mais previsível Efeito terapêutico previsto com dose fixa ou baseado no peso corporal Rivaroxabana, apixabana, edoxabana e dabigatrana Meia vida curta: perda de uma única dose pode deixar paciente susceptível a um novo evento Eliminação renal: CCR < 30mL/min → Uso com cautela CCR < 15mL/min → contraindicado Duração do tratamento: 3 a 12 meses e prolongado por mais 6 a 12 meses conforme risco de recorrência TROMBOLÍTICO Reduz a “carga” de trombos formados Aumenta o risco de sangramento Indicação absoluta: TEP maciço Instabilidade hemodinâmica Indicações relativas: TEP moderado a grave TVP Envolvimento extenso Hipoxemia grave Disfunção no VD Uroquinase, estreptoquinase e t-PA Tratamento: PRIMEIRO: Trombólítico APÓS TROMBÓLISE: Anticoagulação (HNF + warfarina) PTTa: manter < 1,5 a 2,5 o valor de referência Trombolítico Dose de ataque Manutenção Estreptoquinase 250.000 IU em 30min 100.00 0 IU/h em 24h Uroquinase 4.400 IU em 10min 4.400 IU/Kg/h por 12 a 24h t-PA 100mg em infusão contínua por 24h FILTRO DE VEIA CAVA Dificulta a migração de tromboêmbolos Posicionado na veia cava inferior, abaixo das veias renais via punção femoral ou jugular Indicações: Anticoagulação contraindicada Falha na anticoagulação Profilaxia em paciente de alto risco Doença tromboembolítica pulmonar crônica Trombloflebite séptica de veias pélvicas PROCEDIMENTO INVASIVO Aspirativa Fragmentação Embolectomia percutânea Embolectomia cirúgica Cirurgia realizada com CEC (Circulação extracorpórea); Indicações: Pacientes com embolia pulmonar maciça, hemodinamicamente instáveis, com contraindicação trombolítica Mortalidade: Em torno de 40-50% 100% caso não realize a cirurgia. EMBOLIA PULMONAR MACIÇA Suspeita: Insuficiência respiratória Choque Dissociação eletromecânica ou assistolia. Conduta: Noradrenalina e dopamina Intubação orotraqueal Ventilação mecânica Trombolíticos Embolia maciça 50% ou mais de oclusão, instabilidade hemodinâmica e falência aguda de VD Embolia submaciça Ausência de alterações hemodinâmica Embolia não maciça Ausência de alterações hemodinâmicas ou de VD PROFILAXIA BAIXO RISCO: Conduta individualizada RISCO INTERMEDIÁRIO: Heparina (internação) com duração acompanhando a duração dos fatores de risco ALTO RISCO: Heparina (internação)+ anticoagulante oral (em casa) por 1 mês após alta hospitalar Paciente cirúrgico Paciente clinico Fondaparinux: Superior na prevenção de TEV pós-operatório na cirurgia ortopédica Score de Pádua CA, História de TEV, Imobilidade, Trombofilia laboratorialmente confirmada 3 pontos cada Trauma ou cirurgia recente (< 1 mês) 2 pontos cada ≥ 70 anos, IAM ou AVC, Infecção aguda, Doença reumatológica, IMC > 30, Terapia de resposta hormonal 1 ponto cada Pontuação ≥ 4 → Iniciar profilaxia farmacológica CONTRAINDICAÇÕES À HEPARINA PROFILÁTICA ABSOLUTAS RELATIVAS Hemorragia aguda a partir de feridas, drenos ou lesões Coagulopatia com INR > 1,5 Hemorragia intracraniana nas últimas 24h. Lesão ou neoplasia intracraniana sem sangramento Trombocitopenia induzida por heparina Trombocitopenia < 50.000 Trauma grave em crânio, coluna ou extremidades Hemorragia intracraniana nos últimos 6 meses Anestesia epidural nas últimas 12h. Hemorragia gastrointestinal ou geniturinária nos últimos 6 meses REFERÊNCIAS GOMES, Sara Cristina Ferreira. Tromboembolismo pulmonar: fisiopatologia, diagnóstico e tratamento. 2018. MENDONÇA, Raquel; JORGE, Thais; ALBUQUERQUE, Felipe. Tromboembolismo pulmonar: como eu trato. Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto, v. 8, n. 2, 2009. BARUZZI, Antônio; GENEROSO, Giuliano; PRAZERES; Carlos; CARDOSE, Fernanda; FURLAN Valter. Atualização do diagnóstico e tratamento tromboembolismo pulmonar. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo 2016;26(1):46-55 MEDGRUPO - Ciclo 1: Medcurso Pneumologia; 2017; vol.2, cap.1; pg. 4-22MENDONÇA, Raquel; JORGE, Thais; ALBUQUERQUE, Felipe. Tromboembolismo pulmonar: como eu trato. 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