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OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO1 Colégio Nome: ____________________________________________________ N.º: _____ Endereço: _________________________________________ Data: _________ Telefone: _________________ E-mail: __________________________________ Disciplina: PORTUGUÊS RESOLUÇÃO PARA QUEM CURSA O 7.O ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 2019 Prova: DESAFIO Texto para as questões 1 e 2. (Quino.Toda Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 2002.) QUESTÃO 1 Com a tirinha, o autor pretende a) criticar o excesso de violência exibido pela TV. b) condenar a falta de cultura das crianças que assistem à TV. c) confirmar a fala de Felipe de que “TV é um veículo de cultura”. d) mostrar a reação das crianças diante da violência na TV. e) informar que a cultura transportada em veículos deveria seguir a pé. RESOLUÇÃO Na tira, o autor ironiza o fato de a TV ser apontada como um veículo de cultura, ao mesmo tempo em que exibe conteúdo violento na sua grade de programação. Resposta: A QUESTÃO 2 No terceiro quadrinho, as expressões faciais de Mafalda e Felipe revelam sentimento de a) raiva. b) revolta profunda. c) tristeza. d) espanto. e) medo. VOCÊ LEU ISSO? AQUI DIZ QUE A TV É UM VEÍCULO DE CULTURA UM VEÍCULO DE CULTURA? AHÃ SE EU FOSSE A CULTURA SALTAVA DO VEÍCULO E IA A PÉ RESOLUÇÃO No terceiro quadrinho, Mafalda e Felipe ficam espantados com o conteúdo violento exibido pela TV. Resposta: D Texto para as questões 3 e 4. (Disponível em:<https://pt-br.facebook.com/upgradeschool/photos/que-tipo-de-aluno-voc%C3%AA- %C3%A9identificar-qual-%C3%A9-o-seu-tipo-de-aprendizado-%C3%A9-uma-das-m/184256 8089402358/>. Acesso em: 25 abr. 2019.) ALUNOALUNO QUE TIPO DE VOCÊ É? Aprendemos de modos diferentes. Identificar e entender seu estilo de aprendizagem pode ajudá-lo a maximizar suas experiências educacionais encontrando caminhos para tornar seu estudo mais eficiente. ESTILOS DE APRENDIZAGEM Aprendizes visuais Aprendizes auditivos Leitura/Escrita Aprendizes sinestésicos Alguns acreditam que há um tipo de aprendizagem baseado em Leitura e Escrita. Nele, o aluno prefere aprender e memorizar através dessas duas tarefas em conjunto. Entender o seu estilo de aprendizagem pode trazer benefícios por diversas razões. Você poderá: 1 - Assumir a postura adequada de acordo com o tipo de aula que está tendo. 2 - Perceber quais os melhores e mais eficientes métodos de estudo para você. 3 - Compreender em que tipos de provas ou testes você é bom e em quais tem mais dificuldades. OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO2 QUESTÃO 3 Os verbos assumir, perceber e compreender indicam que a finalidade principal do texto do cartaz é a) exemplificar os tipos de aprendizagem que os alunos mais usam. b) entender os benefícios dos diferentes tipos de aprendizagem. c) apontar os benefícios da escolha do estilo certo de aprendizagem. d) explicar quais estilos de aprendizagem são apropriados aos estudantes. e) acrescentar informações, além da classificação dos tipos de aprendizagem. RESOLUÇÃO Os verbos utilizados, na parte inferior do cartaz, foram empregados com o objetivo de indicar os benefícios da escolha do estilo certo de aprendizagem. Resposta: C QUESTÃO 4 O cartaz nos informa que um dos tipos de aprendizagem é o que se baseia na leitura e escrita. Pode-se afirmar, a respeito desse tipo de aprendizagem, que a) é o mais recomendável ao aprendiz visual. b) é o preferido entre todos os estudantes. c) é utilizado preferencialmente pelo aprendiz sinestésico. d) serve para todos os tipos de alunos memorizarem os conteúdos com mais facilidade. e) aprender e memorizar são tarefas conjuntas preferenciais dos alunos que se identificam com esse tipo de aprendizagem. RESOLUÇÃO O cartaz nos informa que o aluno que se identifica com esse tipo de aprendizagem prefere aprender e memorizar por meio dessas duas tarefas em conjunto. Resposta: E OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO3 Texto para as questões de 5 a 15. O TESTE DA ROSA Digamos que você tem uma rosa. Uma só. Antes que eu continue, ela me interrompe: de que cor? Pensei na rosa, mas não pensei na cor. Cor-de-rosa, digo. Ela faz uma carinha de quem não aprova. Rosa cor-de-rosa, que falta de imaginação! Branca, me corrijo. Branca, não, ela corta. Vermelha. Tá bem. Uma rosa vermelha. Vermelhinha? Sim, vermelhíssima. Da cor de sangue vivo. Digamos que você tem uma rosa, recomeço. É a única rosa que existe no mundo. A última? Não interessa. No caso é a única. E é sua. Digamos que você quer dar essa rosa a alguém. E se eu não quiser dar? Aí a história acaba. Continuo? Continua. Você tem que dar essa rosa a alguém. Uma pessoa só? Sim, uma só. Fui dar corda, a menina não para de falar. Verdadeira matraca. Já quer saber por que tem de dar rosa. Se é dela e única, não vai dar a ninguém. Vai vender. Mas a história é assim: é a única, a última rosa do mundo. E você tem que passar pra frente. Se não der, ela explode e queima a sua mão. Carinha de nojo, ela resmunga: rosa que explode e pega fogo, essa não. Finjo que não ouço e vou adiante. Você vai entregar essa rosa a quem mais a merece. A faladeira quer saber se a rosa é bonita. Lindíssima, já disse. Fresquinha. A última e mais bela rosa do mundo. Não, não pode guardar. Nem pode vender. Novas tentativas de sair do script, mas eu fecho todas as portas. Não pode mudar. Não interessa quem inventou. É o teste da rosa. Existe desde o princípio do mundo, digo, convicto. E cale a boca, por favor. Mais um minuto e a rosa estoura na sua mão. Não é bomba, mas estoura. História inventada é assim. Rosa estoura e pronto. Você tem que dar a rosa pra alguém que a merece. A pessoa que você mais ama. Dona do seu coração. Vale, vale tudo. Gente grande, ou criança. Quem você quiser. Não, não podem ser duas pessoas. Mesmo casadas, morando na mesma casa, não pode. Também não vale. Pétala por pétala, não. É a rosa inteira, perfumada. Uma beleza. Já disse que é a mais bonita do mundo. Nunca mais vai existir outra igual. E depressa, se não explode. Na sua mão, não no vaso. Fresquinha, com gotas de orvalho que brilham como pequenos sóis. Vamos logo, quem? A quem você dá essa rosa? Ela sorri, zombeteira, e me faz a pergunta fatal: você está crente que eu dou pra você, não está? (Otto Lara Resende. Bom dia para nascer. São Paulo: Cia. das Letras, 1993.) Vocabulário: 1. Matraca: instrumento de percussão formado por tabuinhas movediças que, agitadas, produzem ruído; (fig.) pessoa que fala sem cessar, tagarela. 2. Script: (Inglês) texto do enredo de filme, teatro ou programa de televisão; roteiro. OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO4 QUESTÃO 5 O texto lido é um exemplo de a) notícia, pois comunica uma informação de modo objetivo e preciso. b) instrução, pois indica detalhadamente como escolher a quem se deve dar uma rosa. c) fábula, pois conta a história de uma rosa que não poderia ser cor-de-rosa. d) crônica, pois se trata de uma breve narrativa com tema cotidiano e atual. e) mito, pois procura explicar a realidade por meio de elementos mágicos. RESOLUÇÃO O texto lido trata-se de uma crônica – uma breve narrativa com temas atuais e cotidianos. Nesse caso, retrata uma conversa entre um adulto e uma criança. Resposta: D QUESTÃO 6 No trecho “Antes que eu continue, ela me interrompe: de que cor?”, os dois-pontos têm a função de introduzir a) um questionamento. b) uma explicação. c) uma enumeração. d) uma conclusão. e) uma indefinição. RESOLUÇÃO No trecho apresentado, os dois-pontos têm a função de introduzir um questionamento feito, por parte da menina, ao narrador. Resposta: A QUESTÃO 7 No trecho “Rosa cor-de-rosa, que falta de imaginação!”, a menina considera que uma rosa “cor-de-rosa” é falta de imaginação porque a) as pessoas não sabem admirar uma rosa colorida. b) rosa “cor-de-rosa” é uma redundância. c) há rosas de todas as cores. d) há confusão nas cores das rosas.e) grande parte das rosas é “cor-de-rosa”. OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO5 RESOLUÇÃO Na história contada, a menina considera que rosa “cor-de-rosa” é falta de imaginação por se tratar de uma redundância, ou seja, por se referir a uma informação que já havia sido dada, tornando-a repetitiva. Resposta: B QUESTÃO 8 No trecho “Branca, me corrijo. Branca, não, ela corta. Vermelha”, o verbo em destaque foi empregado no sentido de a) dividir. b) ultrapassar. c) eliminar. d) suprimir. e) interromper. RESOLUÇÃO No contexto apresentado, o verbo cortar foi usado para indicar que a garotinha interrompeu a fala do narrador. Resposta: E QUESTÃO 9 Todas as palavras destacadas nos trechos a seguir têm função qualitativa, exceto em a)“Uma rosa vermelha. Vermelhinha?” b)“Da cor de sangue vivo.” c) “É a única rosa que existe no mundo.” d)“A última e mais bela rosa do mundo.” e)“História inventada é assim.” RESOLUÇÃO Em a, a palavra destacada exerce a função de adjetivo, o mesmo ocorrendo em e. Em b e d, exercem a função de locução adjetiva. A característica principal dessa classe de palavras é qualificar um substantivo. Já em c, a palavra destacada exerce a função de substantivo, cuja característica principal é nomear seres, coisas e objetos. Resposta: C OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO6 QUESTÃO 10 Todas as palavras a seguir foram acentuadas por serem proparoxítonas, exceto a) história. b) vermelhíssima. c) única. d) última. e) lindíssima. RESOLUÇÃO História é acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo. Todas as demais palavras apresentadas são acentuadas por serem proparoxítonas. Resposta: A QUESTÃO 11 Na história contada à menina pelo narrador, se a rosa não for dada a alguém, ela a) desaparece. b) perde as pétalas. c) exala uma substância mortal. d) explode e pega fogo. e) perde a cor. RESOLUÇÃO Na história contada à menina pelo narrador, a rosa é única e a última do mundo e, caso não seja dada a alguém, ela explode e pega fogo. Resposta: D QUESTÃO 12 Assinale a opção em que há erro na indicação da ideia transmitida pelo vocábulo destacado. a) “Antes que eu continue, ela me interrompe...” (tempo) b) “Sim, uma só...” (intensidade) c) “E você tem que passar pra frente.” (lugar) d) “Finjo que não ouço e vou adiante.” (negação) e) “E depressa...” (modo) RESOLUÇÃO As palavras destacadas nos períodos são exemplos de advérbios. Só não corresponde à indicação da ideia transmitida pelo termo destacado o item b – sim é um advérbio que indica afirmação, e não intensidade, como aponta a alternativa. Resposta: B OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO7 QUESTÃO 13 Analise as afirmações a seguir: I. O narrador, que não participa da história, afirma que a rosa não é a única. II. O narrador, que participa da história, quer convencer a menina a lhe dizer a quem ela daria a rosa, mas a menina não responde. III. O narrador, que não participa da história, conheceu a menina em um roseiral. IV. O narrador, que participa da história, espera o tempo todo ganhar a rosa da menina. É correto o que se afirma em a) I e II, apenas. b) I e III, apenas. c) II e III, apenas. d) II e IV, apenas. e) III e IV, apenas. RESOLUÇÃO Erros: I: o narrador participa da história – fato evidenciado pelo uso do verbo na primeira pessoa em suas falas – e afirma que a rosa é única; III: além de o narrador participar da história, o texto não menciona que ele conheceu a menina em um roseiral. Resposta: D QUESTÃO 14 Em “Finjo que não ouço e vou adiante”, a informação destacada tem o sentido de a)alternância de fatos. b)conclusão de informação. c) comparação de ideias. d)explicação de um fato. e)acréscimo de informação. RESOLUÇÃO O conectivo e é uma conjunção coordenativa aditiva que expressa ideia de acréscimo ou adição de informações. Resposta: E OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO8 QUESTÃO 15 Nos trechos I. “Novas tentativas de sair do script, mas eu fecho todas as portas.” II. “Nunca mais vai existir outra igual.” as palavras mas e mais indicam, respectivamente, ideia de a) intensidade e proposição. b) intensidade e oposição. c) oposição e intensidade. d) oposição e finalidade. e) adição e adversidade. RESOLUÇÃO O conectivo mas é conjunção coordenativa adversativa e introduz uma oração que mantém com a anterior relação de oposição, adversidade; já a palavra mais é um advérbio que indica intensidade. Resposta: C OBJETIVO PORTUGUÊS – DESAFIO – 7.o ANO9