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Esclerose Múltipla Frederico Westphalen, 03 de Maio de 2019 ACADÊMICA: Caroline Zampirollo URI - CÂMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA O que é a EM? ● A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta o cérebro, nervos ópticos e a medula espinhal (SNC). Isso acontece porque o sistema imunológico do corpo confunde células saudáveis com "intrusas", e as ataca provocando lesões. ● O sistema imune do paciente corrói a bainha protetora que cobre os nervos, conhecida como mielina. Os pacientes acometidos são mais frequentes do sexo feminino, jovens com diagnóstico feito entre 20 até 40 anos de idade. • Os danos à mielina causam interferência na comunicação entre o cérebro, medula espinhal e outras áreas do sistema nervoso central. Esta condição pode resultar na deterioração dos próprios nervos, em um processo potencialmente irreversível. • Ao longo do tempo, a degeneração da mielina provocada pela doença vai causando lesões no cérebro, que podem levar à atrofia ou perda de massa cerebral. Em geral, pacientes com esclerose múltipla apresentam perda de volume cerebral até cinco vezes mais rápida do que o normal. Causas da EM • As causas exatas da esclerose múltipla não são conhecidas, mas há dados que sugerem que a genética, o ambiente em que a pessoa vive, hormônios do corpo e até mesmo um vírus podem desempenhar um papel no desenvolvimento da doença. • Embora a causa ainda seja desconhecida, a esclerose múltipla tem sido foco de muitos estudos no mundo todo, o que tem possibilitado uma constante e significativa evolução na qualidade de vida dos pacientes. ● Os sintomas variam amplamente, dependendo da quantidade de danos e os nervos que são afetados. A EM se caracteriza por ser uma doença potencialmente debilitante. Pessoas com casos graves de esclerose múltipla podem perder a capacidade de andar ou falar claramente. Diagnóstico da EM ● O diagnóstico de esclerose múltipla pode ser difícil, uma vez que é grande a variedade e remissão dos sintomas. Em geral, os primeiros médicos a serem procurados variam de acordo com o sintoma apresentado. ● Após diferentes sintomas o paciente é encaminhado ao neurologista, que com a ajuda de exames complementares consegue chegar ao diagnóstico. Os critérios para diagnosticar EM são: ● Sintomas e sinais indicando doença cerebral ou da medula espinal ● Evidência de duas ou mais lesões - ou áreas anormais no cérebro - a partir de um exame de ressonância magnética ● Evidência objetiva de doença do cérebro ou da medula espinhal em exame médico ● Dois ou mais episódios com sintomas que dura pelo menos 24 horas, e ocorrem em pelo menos um mês de intervalo. Os exames solicitados pelo Médico Neurologista para auxiliar no diagnóstico: • Ressonância Magnética de crânio, torácica e lombar (em alguns casos); • Líquor onde o fluido que banha o SNC é retirado para exame (punção lombar); • Potencial evocado, que mede a condução nervosa no seu trajeto visual, auditivo, motor e sensorial; Tratamento EM ● A esclerose múltipla não tem cura, mas pode ser controlada. O tratamento geralmente se concentra em manejar as crises, controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença. ● A fisioterapia é um aliado incondicional no tratamento do paciente com esclerose múltipla. Ela é normalmente indicada pelo médico a pacientes que apresentam sintomas como dificuldade de movimento e equilíbrio, por exemplo. Por meio de exercícios apropriados, há melhora do quadro e das funções, além de um preparo mais adequado para surtos inesperados. • Na prática, o tratamento fisioterápico envolve a utilização de diversas técnicas e exercícios que melhorem o equilíbrio e o fortalecimento muscular. • Também podem ser utilizados equipamentos de eletroterapia para estimular, por exemplo, a contração de certo músculo que o paciente não esteja conseguindo movimentar, e para aliviar a dor. Referências DOMINGUES, Renan. Esclerose múltipla: sintomas, tratamentos e causas. Minha Vida. Disponível em: <https://www.minhavida.com.br/saude/temas/esclerose-multipla>. Acesso em: 11 de Abr. de 2019. CORONETTI, Fernando. Esclerose Múltipla. Portal Novartis. Disponível em: < https://portal.novartis.com.br/Saude-Esclerose-multipla-Tratamento/D2913>. Aceso em: 11 de Abr. de 2019. https://www.minhavida.com.br/saude/temas/esclerose-multipla https://portal.novartis.com.br/Saude-Esclerose-multipla-Tratamento/D2913 Isostretching Origem da técnica Isostretching Objetivo Objetivo Método Objetivo _clipboard0 Indicações da técnica Indicações da técnica Benefícios do Método Execução da Técnica Execução da Técnica Slide 12