APX1 Prática de Ensino I 2020.1
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APX1 Prática de Ensino I 2020.1


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Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
 Centro de Educação e Humanidades
Faculdade de Educação / Coordenação das Licenciaturas \u2013 EAD
Avaliação Presencial (APX1) 
Disciplina: Prática de ensino i
Coordenadoras: Maria Letícia Machado e Paula Cid
CURSO:
POLO:
ALUNO:
MATRÍCULA:
DATA: / / 2020
 
Querido(a) aluno(a),
Devido às especificidades do momento de isolamento social que estamos vivendo, nossa AP1 não acontecerá presencialmente e deverá ser enviada pela Plataforma, exclusivamente. Portanto, não serão aceitas avaliações entregues no polo, assim como enviadas pelos Correios ou e-mail.
A avaliação deverá ser digitada em fonte Arial, tamanho 12, cor preta. Deve ter a primeira página preenchida. Pedimos atenção para que concluam o processo de envio do arquivo, pois quando aparece a palavra RASCUNHO é porque o envio não foi finalizado. 
É responsabilidade de cada aluno(a) verificar se a atividade foi enviada com êxito e se o arquivo não está corrompido. Em nenhuma hipótese serão aceitas avaliações enviadas fora do prazo. 
Para não ter problemas com o prazo, não deixe para enviar sua avaliação nos últimos momentos, pois problemas técnicos são passíveis de acontecerem.
A avaliação deve ser enviada em arquivo do word (.doc ou .docx).
Bons estudos!
Questão única
Imagine-se na seguinte situação hipotética:
Na elaboração de um projeto escolar sobre \u201cAs diversidades entre histórias, culturas e memórias\u201d, a equipe de sua disciplina elegeu o tema \u201c30 anos da libertação de Nelson Mandela\u201d para o aprofundamento das questões. Você é o relator das discussões da equipe e deverá preencher os seguintes campos no formulário do projeto.
Atenção! O formulário permite que cada resposta tenha no máximo oito linhas.
Informe a sua disciplina: ______________________________________
1ª etapa \u2013 Discutir sobre a preparação dos professores para o projeto
\u201cA escola é um espaço político por excelência, logo uma arena natural para discussões\u201d (Aula 9)
a) De que forma uma perspectiva mais contemporânea de formação poderia explicar o conceito de educação continuada para professores? (2 pontos)
b) Que desafios são colocados à sua equipe de professores quando pretendem trabalhar os 30 anos da libertação de Nelson Mandela, como parte do projeto \u201cAs diversidades entre histórias, culturas e memórias\u201d? (2 pontos)
2ª etapa \u2013 Discutir sobre os objetivos do projeto \u201c30 anos da libertação de Nelson Mandela\u201d
\u201cNão podemos pensar em educação sem entendê-la no contexto das relações sociais de que se origina\u201d
(Aula 14)
c) Objetivo geral, relativo à aprendizagem do aluno em sua disciplina, que deverá ser alcançado ao longo do desenvolvimento do tema \u201c30 anos da libertação de Nelson Mandela\u201d. (2 pontos)
d) Dois objetivos específicos, relativos ao geral e à aprendizagem do aluno em sua disciplina. (2 pontos)
3ª etapa \u2013 Discutir sobre como a sua equipe e o trabalho desenvolvido em suas turmas poderão contribuir para os estudos sobre \u201cAs diversidades entre histórias, culturas e memórias\u201d.
e) Discorra sobre as possibilidades de articulação entre os conhecimentos relativos à sua disciplina e o projeto \u201cAs diversidades entre histórias, culturas e memórias\u201d. (2 pontos)
Para ampliar o conhecimento:
TEXTO 1:
ÁFRICA DO SUL: UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA
Quando as eleições de 1994 foram realizadas, nascia, naquele momento, uma nova África do Sul. Nelson Mandela, líder negro sul-africano que ficou preso por 27 anos ficou devido ao ideal de acabar com o apartheid, venceu a eleição. Três séculos de soberania dos brancos sobre a maioria negra da população finalmente chegavam ao fim.
Esse novo começo para o país chamado de \u201cRainbow Nation\u201d - ou, como diz o Arcebispo Desmond Tutu, primeiro arcebispo negro sul-africano, \u201cRainbow Children of God\u201d - significava, pela primeira vez, que todas as pessoas da África do Sul, independentemente da cor, credo ou sexo, eram iguais. Em 1997, uma constituição inédita garantiu ao povo esses direitos. 
 Os 300 anos de história sul-africana que precederam essa dramática reviravolta em direção à liberdade e à democracia explicam como tudo deu tão errado em um período de tempo tão longo. Colonizadores europeus brancos de três países lutaram entre si pelo direito de controlar um território vasto que, na opinião de cada um, pertencia a eles. Na mesma época, tribos negras fizeram o mesmo. E os colonizadores ainda travaram batalhas com as tribos que atravessam seu caminho. Foi nessa época que minas de ouro e diamante foram descobertas. Os negros foram trabalhar nas minas, enquanto os brancos ficavam mais ricos. 
Para que a história não pareça confusa, é necessário que se fale sobre o papel social e político da África do Sul na História Antiga do mundo.
(Fonte: https://www.africadosul.org.br/historia. Acesso em 16 fev 2020)
TEXTO 2:
Há 30 anos, libertação de Mandela representou \u201ca morte\u201d do apartheid
O líder sul-africano passou 27 anos preso após ter sido condenado em 1964 à prisão perpétua por sabotagem e complô contra o Estado
Nelson Mandela: três anos depois de sair da prisão, ele ganhou o prêmio Nobel da Paz e se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul democrática (Foto/AFP)
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, celebrou nesta terça-feira (11) os 30 anos da libertação de Nelson Mandela, com um discurso no local onde o líder anti-apartheid deu sua primeira declaração, enquanto o atual mandatário segurava o microfone. Em 11 de fevereiro de 1990, um jovem Cyril Ramaphosa impressionado segurava o microfone de Nelson Mandela, que acabara de ser libertado após 27 anos atrás das grades.
Trinta anos depois e no mesmo local, o agora presidente lembrou este momento que representou a \u201cmorte\u201d do apartheid. \u201cNo dia em que Mandela foi libertado, sabíamos que o apartheid tinha morrido\u201d, disse Cyril Ramaphosa diante de umas mil pessoas, entre as quais estudantes, reunidos em frente à prefeitura de El Cabo (sudoeste), a capital legislativa. \u201cHavia magia no ar\u201d, lembrou do balcão da prefeitura, no mesmo local onde Nelson Mandela, herói da luta contra o apartheid, discursou 30 anos antes, diante de uma praça lotada. [...]
Horas antes Mandela tinha recuperado a liberdade. Saiu da prisão de Victor Verster em Paarl (sudoeste), acompanhado da esposa, Winnie Mandela, outra grande personalidade da luta contra o regime racista.
Mandela passou 27 anos preso, especialmente na ilha-prisão de Robben Island, após ter sido condenado em 1964 à prisão perpétua por sabotagem e complô contra o Estado. Sua libertação aconteceu dias depois da suspensão da proibição de seu partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), pelo presidente branco da época, F.W. de Klerk. \u201cGente de todo o mundo tinha os olhos cheios de lágrimas e eram lágrimas de felicidade\u201d depois de décadas de um regime racista, dominado pela minoria branca, disse Ramaphosa.
\u201cLembraremos desse dia como um dos mais memoráveis da História mundial\u201d, acrescentou.
Três anos depois, Nelson Mandela ganhou o prêmio Nobel da Paz com F. W. de Klerk e em 1994 se tornou o primeiro presidente negro da África do Sul democrática. Morreu em 2013, aos 95 anos. 
\u201cNão se entende o que nossos pais tiveram que sofrer por nossa liberdade\u201d, disse nesta terça um estudante, Panashe Sizingwe. \u201cMas estamos longe do objetivo estabelecido pelo pai da nação\u201d, disse outro sul-africano, Lebona Motlatla. \u201cPor liberdade para todos, Mandela entendia que todo mundo tivesse trabalho e comida\u201d, acrescentou.
Com o fim do apartheid, a África do Sul, durante muito tempo pária do mundo, se reintegrou ao concerto das nações e retornou com os benefícios da integração à economia mundial.
[...]
 (Fonte: https://exame.abril.com.br/mundo/ha-30-anos-libertacao-de-mandela-representou-a-morte-do-apartheid/. Acesso em 16 fev 2020.)
 
 
 
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