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APS - Infecção do trato urinario

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UNIVERSIDADE PAULISTA
ANA LAURA DE TOGNI LAMARCA
CARLOS EDUARDO TEODORO DE OLIVEIRA
GABRIELE LATANCE LINARES 
KETHILYN THAIS OLIVEIRA DA SILVA
LAUREN JACQUELINE LOPES DOS SANTOS
MELLANYE AREALA MOSCATELLI FOGAÇA
NATALIA BARBOSA MORAES RODRIGUES
STEFANY MARTINS MORENO MAIETO
THAUANY CONCEIÇÃO SILVA
YASMIN BEATRIZ DOS SANTOS
 INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
SOROCABA-SP
2017
ANA LAURA DE TOGNI LAMARCA
CARLOS EDUARDO TEODORO DE OLIVEIRA
GABRIELE LATANCE LINARES
KETHILYN THAIS OLIVEIRA DA SILVA
LAUREN JACQUELINE LOPES DOS SANTOS
MELLANYE AREALA MOSCATELLI FOGAÇA
NATALIA BARBOSA MORAES RODRIGUES
STEFANY MARTINS MORENO MAIETO
THAUANY CONCEIÇÃO SILVA
YASMIN BEATRIZ DOS SANTOS
INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO
Trabalho apresentado à disciplina Atividades Práticas Supervisionadas 
Orientador: Profa. Ana Lúcia Aranha
SOROCABA-SP
2017
SUMÁRIO
1.	INTRODUÇÃO	4
2.	OBJETIVOS	7
2.1.	Objetivo Geral	7
2.2.	Objetivo Específico	7
3.	REVISÃO DA LITERATURA	8
3.1.	ARTIGO 1	8
3.2.	ARTIGO 2	11
3.3.	ARTIGO 3	13
4.	METODOLOGIA	17
5.	DISCUSSÃO	18
6.	CONCLUSÃO	19
REFERÊNCIAS	20
APÊNDICE	22
Questionário Avaliativo	22
Folheto Informativo	23
 
 
1. 
INTRODUÇÃO
Um dos problemas mais comuns são as infecções do trato urinário (ITU´s), estimasse que pelo menos 60% das mulheres tem um episódio do quadro em toda a vida (Paula et al, 2015). Porém acomete ambos os sexos durante toda a vida, independente da faixa etária. A partir da infância até a vida a adulta, a incidência de infecção urinária mantém predominou no sexo feminino, principalmente ao início da vida sexual ativa (Hachul et al, 2015)
Alguns métodos contraceptivos estão ligados as ITU´s em mulheres sexualmente ativa. Além de estar relacionado a relação sexual, devido a introdução de bactérias no trato urinário, decorrente a bacteriúria pós-coito, apresentando um importante papel de patogenia da infecção em mulheres (Paula et al, 2015).
 Sendo a condição anatômica da mulher um importante papel no quadro infeccioso, devido a uretra ser mais curta, e a relação da proximidade da vagina com o ânus (Hachul et al, 2015). A infecção nas mulheres tem a prevalência de 20% durante a gestação, ocorrendo três tipos; a bacteriúria assintomática, a cistite e a pielonefrite (Hackenhaar; Albernaz, 2013).
Já nos homens fatores como uretra mais longa e fator antibacteriano prostático, além do fluxo maior de urina, confere maior proteção contra as infecções (Mattede et al, 2015).
A infecção do trato urinário é classificada de acordo com a localização da alteração predominante em cistite e pielonefrite (Simões e Silva; Oliveira, 2015). A cistite (baixa) apresenta sintomas como polaciúria e disúria, e, a pielonefrite (alta) inicia-se através de uma cistite, associada com calafrios e febre alta, sendo que a febre não é um sintoma usual da infecção do trato urinário baixa (Hachul et al, 2015).
As infecções podem ser classificadas como não complicadas ou complicadas. As não complicadas ocorrem em função a estrutura e ao trato urinário, sendo contraídas fora do ambiente hospitalar e contem alta taxa de repetição (Paula et al, 2015). A infecção complicada, está relacionada a alterações anatômicas e funcionais, e é adquirida em ambiente hospitalar (Hachul et al, 2015).
As infecções do trato urinário com a presença de microrganismos patogênicos, podem ser causadas por qualquer patógeno capaz de se alojar no trato urinário (Carraro-Eduardo; Gava, 2012). Sendo a de origem bacteriana a mais prevalente (Mattede et al, 2015) e a Escherichia coli é a responsável por 80 % dos casos (Carraro-Eduardo; Gava, 2012). 
Porém ocorre as infecções fúngicas, sendo as leveduras do gênero Trichosporon, as mais comuns e responsáveis por condições graves, e na grande parte dos profissionais da saúde, podem não notar este tipo de afecção, devido o microrganismo ser considerado estético e relacionados com micoses, e não tão frequentes em região intima, causando infecções (Mattede et al, 2015).
A infecção do trato urinário necessita de uma atenção básica mais redobrada, sendo a mais prevalente das infecções hospitalares, considerada importante pelas suas possíveis complicações (Meneguetiet al, 2012). É considerada um importante problema de saúde pública, principalmente quando envolve idosos, já que sua hospitalização exige maior demanda de cuidados devido a sua condição clínica (Sousa et al, 2017).
A incontinência urinaria infecção. Caracterizando o cuidado de higiene e uso de absorventes um dos papeis mais importantes da transmissão de microrganismos patogênicos (Melo et al, 2017).
Porém a internação hospitalar associada ao uso de sonda vesical, é definida um fator da infecção urinaria por patogênicos oportunistas, sendo resistentes a antibióticos (Mattede et al, 2015). O uso de cateter urinário está relacionado a baixa taxa de mortalidade, no entanto a alta prevalência de seu uso pode acarretar complicações infecciosas, sendo 80% das infecções relacionadas a sondagem (Menegueti at al, 2012).
Além de idosos, a infecção do trato urinário é uma doença frequente na pratica clínica pediátrica, sendo a febre o único sintoma em lactantes (Swei-Ho et al, 2013). É a infecção bacteriana mais comumente durante a infância, e cerca de 30% sofrem de recidivas durante os primeiros doze meses após a primeira aparição da infecção do trato urinário (Simões e Silva; Oliveira, 2015).
O aumento de resistência a medicamentos e falta de compreensão aos estudos de novos antibióticos, pode comprometer o tratamento de infecções, tornando primordial o desenvolvimento de novas medidas que reduzam a resistência bacteriana e que não afete o tratamento. Um composto natural, cranberry, está mostrando grandes resultados na prevenção de infecções urinarias decorrentes. Sendo uma excelente alternativa o uso de vacinas o melhor meio de prevenção das infecções urinarias (Carraro-Eduardo; Gava, 2012).
Tem como fundamento a apresentação das causas e os grupos que a infecção do trato urinário pode atingir, além das condições clínicas mais susceptíveis. E a melhor maneira de combater ou prevenir a ocorrência do caso. 
2. OBJETIVOS
2.1. Objetivo Geral
Informar sobre as principais causas, fatores de risco, principais afetados e tratamentos das infecções urinárias.
2.2. Objetivo Específico
· Identificar o que causa as infecções urinárias;
· Como trata-las ou preveni-las;
· Ter o conhecimento de quais bactérias causam essas infecções.
3. REVISÃO DA LITERATURA
3.1. ARTIGO 1: Infecção do trato urinário em mulheres com vida sexual ativa.
ITUs –sigla utilizada para infecções do trato urinário–, são uma das queixais mais comuns, em consultas de atendimento primário. 
Sabe-se que idades em que as mulheres estão sexualmente ativas, como por exemplo, 15 a 24 anos, são idades que, estatisticamente, há um aumento, um "pico", no número dessas infecções. 
As infecções do trato urinário, podem ser divididas em complicadas e não complicadas. As 'não' complicadas, incluem cistite aguda e a pielonefrite, que ocorrem em pacientes com estrutura e função do trato urinário normais e são adquiriras fora do ambiente hospitalar, elas são comuns em mulheres saudáveis. 
Os critérios para serem classificados como 'não' complicadas incluem: mulheres não grávidas, ausência de doenças de base e existência de sintomas por período inferior a sete dias. No caso dos quadros complicados, eles acontecem em pacientes diabéticas, imunodeprimidas, com alterações anatômicas das vias urinárias, entre outras. 
Há também, a divisão de ITUs em assintomáticas e sintomáticas. Insta salientar, que em casos de assintomática, pode-se evoluir para sintomática. 
Entre as mulheres, pode haver diferença entre os agentes etiológicos, nos diversos quadros de ITUs, inclusive naquelas sexualmente ativas. Em mulheres com menos de 50 anos de idade, as bactérias Escherichia coli e Staphylococcus saprophyticus estão envolvidos em 80% das infecções urinárias. 
Mesmo podendo apresentar-se de forma assintomática, a sintomatologia mais característica das ITUs, incluem disúria, polaciúria

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