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ABERTA E FECHADA
Promover a inovação é um desafio imposto a todas as empresas que desejam manter a vantagem competitiva e aos governos que têm interesse direto neste processo. 
A inovação fechada, é um modelo em que a empresa tem centros de pesquisa e desenvolvimento, que não se comunicam com outras empresas, com os stakeholders ou com o restante do mercado.
São processos de inovação desenvolvidos dentro de uma organização, sem apoio externo.
Esse tipo de Inovação é necessário investir mais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) internamente  do que as concorrentes e reter os principais talentos do mercado.
Existem 5 fatores comuns que resultam na inovação fechada:
As pessoais mais experientes e preparadas do mercado trabalham para nós
Para lucrar com um produto, devemos descobri-lo, desenvolvê-lo e lança-lo nós mesmos
Se descobrirmos uma oportunidade, temos que ser o primeiro no mercado
Se criarmos as melhores ideias da indústria, vamos vencer
Devemos sempre controlar a propriedade intelectual, para que os nossos concorrentes não se beneficiem das nossas ideias
O conceito de Inovação Aberta surgiu pela primeira vez no livro de Henry Chesbrough, em 2003 ele é pesquisador da Universidade da California. 
O livro, Inovação Aberta: Um Novo Imperativo para Criar e Lucrar com Tecnologia, carrega em si duas premissas básicas do autor: 
1. Se as empresas não inovam, elas morrem; 
2. O coletivo é mais inteligente que o individual.
Trata-se da inovação desenvolvida por meio de parcerias, compras ou licenciamento de processos de inovação, como patentes, entre diferentes organizações como empresas, universidades e indústrias. 
É uma estratégia em que a empresa compartilha conhecimento com o seu ambiente externo visando adquirir invenções que possam ser transformadas em inovações.
5 princípios da inovação aberta:
Nem todas as pessoas inteligentes trabalham para nós, então devemos encontrar e aproveitar o conhecimento e a experiência de pessoas brilhantes fora de nossa empresa
A visão externa cria um valor significativo, 
Não é fundamental que a ideia seja nossa para lucrar com ela
Se fizermos o melhor uso de ideias internas e externas, vamos vencer
Devemos lucrar com o uso da nossa propriedade intelectual por parte de outras empresas
FORMAS DE IMPLANTAR O 
OPEN INNOVATION
A inovação aberta, as grandes empresas compartilham suas ideias e desafios com o mercado e trabalham de forma conjunta com universidades, startups e potenciais clientes através de redes abertas e transparentes. 
Esse movimento se intensificou e foi gradualmente ampliado graças ao acesso à ferramentas de colaboração online e das mídias sociais.
Os hackathons são maratonas que envolvem programadores, desenvolvedores, designers gráficos, gerentes de projetos e outros profissionais multidisciplinares para trabalhar em projetos de tecnologia, com o objetivo de criar um recurso novo ou achar uma solução para uma questão proposta.
As maratonas podem durar um dia ou um fim de semana e ocorrem em um espaço confinado. 
No fim, todos os participantes apresentam suas ideias a um grupo de juízes, que escolhem os melhores trabalhos e premiam esses participantes.
Boa parte das startups é formada por profissionais que trabalhavam em grandes corporações ou por jovens egressos das melhores universidades do país, pessoas altamente capacitadas e criativas.
Os eventos de startups são situações perfeitas para você entender o que está surgindo de novo no mercado e quais são as tendências para o seu setor, conhecer novas pessoas e até pensar em possíveis parcerias.
Existem diversas formas e metodologias para conseguir angariar os insights que eles trazem. 
Uma bem simples é analisar as reclamações e sugestões que aparecem nos canais de atendimento. 
Comunidade online com clientes beta, nas quais eles podem interagir e discutir livremente.
O crowdsourcing é um processo colaborativo no qual as pessoas se reúnem em torno da solução de problemas ou para desenvolver algo específico. 
Podemos dizer que é como montar um time para um projeto, mas os membros dessa equipe não são necessariamente da sua empresa.
Um exemplo é a plataforma Fiat Mio, da montadora italiano, que permite que os clientes opinem no desenvolvimento de um carro-conceito que servirá de base para os próximos modelos da marca.
Em 2009, a agência lançou o site www.fiatmio.cc convidando as pessoas a pensar em um carro conceito para o futuro.
Mais de 17 mil participantes de todo o mundo enviaram 11 mil ideias.
Entre janeiro e fevereiro de 2010, a montadora começou o trabalho de construção do Mio, buscando tirar essas ideias do papel. 
O processo pode ser acompanhado no blog www.fiatmio.cc/makingof, que mostra vídeos com os bastidores da produção do carro, na fábrica de Betim (MG).

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