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A TÉCNICA DA AUTO-HIPNOSE 
A hora mais indicada para aprender e exercitar o relaxamento profundo, isto é, a 
auto-hipnose, são os minutos antes de você adormecer(*). Nesse momento, a 
pessoa ainda tem pleno domínio sobre a consciência ao mesmo tempo em que, 
lentamente, suas ondas mentais baixam de nível, situando-se em torno de 8 a 10 
ciclos por segundo. Mesmo sem esse relaxamento, em poucos minutos o consciente 
abre espaço à hegemonia mental do subconsciente e a pessoa dorme. O 
"relaxamento programado, entretanto, abre passagem para o subconsciente antes 
mesmo que a pessoa durma. Isso é importante porque, durante o sono, ninguém 
não pode dar ordens a si mesmo. 
(*) Quando você começa a ficar com sono - aquele período crepuscular entre estar 
totalmente acordado e totalmente dormindo - suas ondas cerebrais mudam, para 
ficar na faixa de 4 a 7 ciclos por segundo, ou seja, nível teta. Antes, entretanto, de 
você atingir este estado, sua mente opera no nível alfa (baixo) por alguns minutos, 
e que segundo o Dr.Terry Wyler Webb, é a faixa apropriada para que sejam 
atingidos os níveis mais profundos da mente, ou seja, a mente subconsciente. É nos 
estados alfa e teta que as grandes proezas da supermemória - juntamente com os 
poderes de concentração e criatividade - são atingidos. 
 
Faça de acordo com este roteiro: 
Recorte uma rodelinha de cartolina branca ou amarela, de dois centímetros de 
diâmetro, e cole na parede onde se encosta a cabeceira da sua cama, a uns oitenta 
centímetros acima do colchão. Esta rodelinha deve ficar nesta posição para que você 
seja obrigado a olhar para trás durante o exercício. Isto vai forçar os músculos 
oculares e cansá-los em pouco tempo. 
 
Você já está na cama, pronto para dormir. Nada mais tem a fazer; as portas já estão 
fechadas e as janelas isolam o excesso do barulho de fora, se bem que o barulho 
ininterrupto e sempre da mesma da mesma intensidade, como o do trânsito que flui 
lá fora, perturba menos que um despertador, a campainha do telefone ou o latido de 
um cão no quintal do vizinho. Mas você está pronto, as luzes estão apagadas e você 
está deitado, de costas; as pernas não se cruzam e os braços estão dispostos ao 
longo do corpo, sem tocá-lo. 
 
Fixe então os olhos na tal rodelinha de cartolina, respire fundo duas ou três vezes e, 
sem jamais tirar os olhos deste ponto, pense nos seus pés. Diga a si mesmo, 
mentalmente, que você usou estas pernas o dia todo e ponha na cabeça que está 
muito cansado de uma longa caminhada que acaba de fazer. Imagine que seus pés 
estão cansados, pesados, parecendo de chumbo. Espere alguns instantes até sentir, 
realmente, seus pés pesados. Depois faça com que esta sensação de peso vá 
subindo pelo corpo: barriga da perna, joelhos, coxas, costas, nuca. Procure sentir 
que estão realmente pesados, muito pesados. 
 
Em geral, suas pálpebras se fecham naturalmente, por si mesmas, enquanto você se 
concentra no sentimento de peso nas canelas, joelhos, e por todo o corpo. 
 
Se isto ocorreu, você já atingiu a fase mais importante do relaxamento profundo. 
Nos primeiros dias, isso poderá levar até uns cinco minutos, porém, normalmente, 
isto ocorre mais depressa. Depois de algum treinamento, isto ocorrerá antes mesmo 
de você contar até três. Pessoas inteligentes, disciplinadas, de grande força de 
vontade, mental e espiritualmente sadias são as que atingem este ponto mais 
rapidamente. Esta prática, contudo, não é recomendável para pessoas com 
arteriosclerose acentuada ou doentes mentais. As pessoas mais jovens aprendem o 
relaxamento profundo em pouco tempo. 
 
Continuando... 
 
Assim que perceber os olhos fechados, diga mentalmente a si mesmo: “Da próxima 
vez entrarei mais depressa e mais intensamente no estado de profundo 
relaxamento; a cada vez que pratico o relaxamento profundo chego mais depressa e 
mais intensamente a este estado”. 
 
Neste exato momento, os poros do seu subconsciente estão abertos e isso quer 
dizer que você pode ditar tarefas para si mesmo, tarefas estas que posteriormente 
se realizarão, supondo-se, naturalmente, que estas tarefas ou ordens sejam 
racionais, executáveis e possíveis de serem realizadas por você. Veja um exemplo 
de uma ordem racional e executável que pode ser dada por qualquer pessoa e 
realizada, posteriormente, com êxito: “Daqui em diante, comerei vagarosamente, 
mastigando bem”, ou, “para mim não existem mais os alimentos que engordam, 
como frituras e chocolate.” 
 
Você também pode melhorar sensivelmente a sua aparência, adquirindo até mesmo 
ares atraentes, dando esta ordem ao seu subconsciente : “De hoje em diante, 
aparentarei uma expressão mais jovial, meus olhos estarão sempre brilhantes e 
manterei sempre uma postura atraente”. 
 
A ordem pós-hipnótica e a conversão em energia 
 
Admite-se uma ordem pós-hipnótica como uma sugestão racional e executável que 
não vá de encontro aos princípios éticos, morais, religiosos e de comportamento do 
hipnotizado. 
 
Quando é própria pessoa que se hipnotiza, também pode dar ordens pós-hipnóticas 
e certamente as cumprirá. Não fosse assim, nem a hipnotização de outro, nem a 
auto-hipnose teriam sentido de ser. 
 
A mesma coisa que um médico hipnotizador ordena a seu paciente hipnotizado, nós 
também nos podemos sugerir na auto-hipnose. Chamamos isso, na linguagem 
médica, de “formação da intenção”. 
 
A voz do povo diz que o caminho do inferno está ladrilhado de bons propósitos e, 
geralmente, a voz do povo não erra, principalmente nesta frase. Vejam este relato 
que tem muito a ver com pessoas que conhecemos bem de perto: 
 
Arthur Brington era um empresário de renome internacional e que fumava entre 60 
e 70 cigarros, diariamente. Um dia, decidido, Arthur comentou com seus amigos 
mais íntimos que abandonaria o fumo pois tinha entendido, perfeitamente, que este 
vício era prejudicial a sua saúde. Não foram os médicos que lhe disseram isso; foram 
suas próprias conclusões a partir da constatação do seu baixo desempenho nos 
esportes, da dificuldade que estava enfrentando para subir escadas etc. 
 
Desta forma, Arthur colocou até a sua honra em jogo; afirmara em alto em bom tom 
que, definitivamente, não poria mais um cigarro sequer na boca e que deixaria de se 
chamar Arthur Brington se voltasse a fumar. E até desafiou alguns amigos para uma 
aposta. Só que Arthur esqueceu-se de avisar ao subconsciente, que continuava com 
a velha imagem de “como o cigarro é gostoso!!!” Com isso, a cada momento, a cada 
minuto, uma voz interna (o seu subconsciente) voltava e lhe repetia a mensagem 
gravada: “Como o cigarro é gostoso!!!” 
 
Logo nas primeira horas após a decisão anunciada, Arthur começou a se martirizar 
com a falta do cigarro, como é normal naqueles que querem abandonar o vício. Mas 
percebeu logo que luta seria mais difícil do que imaginara. Começava aí um terrível 
sofrimento: de um lado a sua honra, sua palavra, sua decisão; de outro, seu 
subconsciente relembrando “como é gostoso fumar!!!” Quem venceria? 
 
Não precisou muito tempo. O relógio não tinha ainda marcado o meio-dia quando 
veio então um grande choque pelo fax da empresa: um negócio de muitos milhões 
de dólares que estava praticamente fechado fora desfeito pelo cliente, trazendo um 
grande prejuízo para ele e seus acionistas. Arthur não se conteve: “- Desgraça!!! E 
não tenho nem um cigarrinho aqui como consolo! Que se dane o mundo! Prefiro 
expor minha vida ao perigo!!!” 
 
O que Arthur Brington não sabia - e pouca gente sabe - é que não tem nenhum 
sentido o consciente propor alguma coisa contra a qual o subconsciente se revolta. 
Enquanto a pessoa não convencer seu inconsciente de que o fumo lhe é 
inteiramente indiferente, enquanto tiver na cabeça que fumar é algo muito 
prazeroso, nada adiantará. Nenhuma decisão perdurará, por mais lógica e sensata 
que seja. É preciso, antes, reprogramar a mente com uma sugestão forte e definida, 
do tipo “o cigarro é totalmenteindiferente para mim”. 
 
Quem já foi um dia fumante inveterado e para quem agora o cigarro nada mais 
representa, sabe como se pode mudar definitivamente o ponto de vista a respeito de 
uma coisa. Quando através da hipnose ou auto-hipnose, se inculca no subconsciente 
que isto ou aquilo é completamente indiferente, seja o fumo, a bebida ou até mesmo 
alguma pessoa, o subconsciente reponde naturalmente, no mesmo grau e 
intensidade. Arthur não teria se martirizado nem apelado para o cigarro naquele 
momento crítico se tivesse, previamente, “avisado” ao inconsciente que ele não 
tinha mais o menor interesse em fumar cigarros. 
 
As fórmulas, ou ordens ao subconsciente, devem ser sempre: curtas, sonoras, 
positivas, rítmicas e fáceis de se decorar. Vejam algumas destas ordens, 
comprovadamente eficazes: 
 
- Alguém que se irrita muito no seu ambiente de trabalho, deve sugestionar-se 
assim: “No trabalho, muita calma e paz!” 
- Alguém que se enrubesce por qualquer coisa: “Se eu enrubescer, o sangue vai para 
as pernas e não para a cabeça!” 
- Alguém que em contato com clientes começa a suar nas mãos: “Na presença de 
alguém, mãos sempre calmas, secas e firmes!!!” 
 
Outras dicas para você formular seus propósitos que se converterão em ordens ao 
subconsciente: 
 
1 - Examine bem o que você quer propor. 
2 - Formule este propósito (por escrito) SEMPRE positivamente. Não faça nunca 
formulações negativas, do tipo "não quero mais", "não vou mais" etc. 
3 - Feita a formulação, leia algumas vezes em voz alta, até sabê-la de cór. 
4 - Em estado de profundo relaxamento (auto-hipnose) pense intensamente nessa 
frase. Não precisa pronunciá-la em voz alta. Ela é para ser pensada. 
5 - Saiba que fórmulas curtas, repetidas com freqüência (mesmo durante o dia) 
produzem mais efeito do que frases longas que você possa dizer de vez em quando 
ou mesmo relembrar. Um exemplo de formulação para quem tem o hábito de roer 
unhas: "Se a mão quiser ir para a boca, muda de direção". 
 
Veja a seguir três exemplos de exercícios auto-hipnóticos que você pode começar a 
praticar agora mesmo, se for o seu caso. Leia muitas vezes até que as idéias 
propostas penetrem, definitivamente, no seu subconsciente. E assim, que se 
convertam em verdade! 
 
 
 
 
 
 
BRANCO, EM DIA DE PROVA, NUNCA MAIS! 
Se você aprendeu, se você SABE, nada pode impedir que recupere estas informações na 
memória. Muito menos o medo. 
 
O medo é só uma ilusão, nada mais do que isso. E, como toda ilusão, ela terá sempre o 
tamanho e a importância que você quiser que ela tenha. 
 
No entanto, você não pode admtir que uma ilusão tenha mais valor do que as coisas que 
você aprendeu e que compõem o seu "mundo verdadeiro". Portanto, se você sabe, se 
você aprendeu, VAI LEMBRAR SEMPRE QUE QUISER LEMBRAR. 
 
Leia esta frase em voz alta, tantas vezes quantas forem necessárias para que ela tome 
conta do seu subconsciente. Decore-a e repita sempre, mentalmente, várias vezes por 
dia. À noite, antes de dormir, faça o exercício de relaxamento e pense firmemente nesta 
frase: 
"Eu fico sempre MUITO calmo nos dias de prova. 
Consigo lembrar de tudo o que estudei e, 
mais do que isso, sou tomado nestes dias por 
uma imensa capacidade criativa. 
Nada me perturba, pelo contrário, 
fico animado, feliz e consciente 
de que vou obter um EXCELENTE RESULTADO. 
Afinal de contas, 
EU SOU MUITO INTELIGENTE E CRIATIVO. 
E medo é uma palavra que eu desconheço." 
 
 
 
VENCENDO A TIMIDEZ! 
 
Leia o texto abaixo, calmamente. Nada de ansiedade. 
 
Em primeiro lugar, é preciso deixar bem claro o seguinte: "timidez" não é doença, 
não é defeito e não faz de ninguém um ser inferior aos demais. Timidez é apenas 
uma maneira de reagir a determinadas situações. É, podemos dizer, uma atitude. 
 
Muitas personalidades da História foram tremendamente tímidas e nem por isso 
deixaram de ser geniais e importantes para a humanidade. Einstein era tímido. 
Gandhi era tímido. Pasteur era tímido. 
 
Assim, o tímido é um ser humano igual a todos os demais. ABSOLUTAMENTE IGUAL. 
Não há, neste mundo, nenhum ser humano superior a outro ser humano. As 
diferenças são meramente conceituais. Algumas pessoas podem até aparentar 
superioridade sobre as demais, mas tudo não passa de "aparência", ou seja, da 
forma como nós interpretamos as suas imagens. 
 
Elas só parecem superiores porque nós deixamos isto acontecer. Se quisermos, 
podemos olhá-las de frente, fixamente nos seus olhos, e veremos que nada 
acontece. E nada acontece porque não há nada nem ninguém que possa dominar 
alguém sem que este alguém admita que isso aconteça. 
 
Qualquer pessoa vence a timidez no exato momento em que, diante de uma pessoa 
ou de várias pessoas, põe os ombros ligeiramente para trás, ergue a cabeça e olha 
fixamente nos olhos do(s) interlocutor(es). Parece difícil? Que nada! Veja: basta 
você olhar a primeira vez, deste jeito. Você vai perceber que NADA ACONTECERÁ 
com você. Pelo contrário; você vai renascer nesta hora. Acredite: NADA VAI 
ACONTECER COM VOCÊ! 
 
Vou lhe dar uma pequena dica: se ainda tiver algum receio de olhar nos olhos do seu 
interlocutor, olhe para um ponto situado entre os olhos dele, logo acima do nariz. 
Esta providência vai lhe acalmar enquanto, por outro lado, vai deixar o interlocutor 
meio perdido, desorientado, submisso. Ele olhará nos seus olhos e não captará o 
foco, mesmo "achando" que você está olhando nos seus olhos. Experimente! É até 
divertido. 
 
Leia a frase abaixo em voz alta, tantas vezes quantas forem necessárias para que 
ela tome conta do seu subconsciente. Decore-a e repita sempre, mentalmente, 
várias vezes por dia. À noite, antes de dormir, faça o exercício de relaxamento e 
pense firmemente nesta frase: 
"Diante de qualquer pessoa e em qualquer lugar, 
eu me sinto SEMPRE seguro, forte e consciente 
de que sou MUITO importante. Sou capaz de olhar fixamente 
nos olhos das pessoas, da forma mais natural do mundo" 
 
 
 
Sir Bernard Shaw 
Um tímido genial 
 
 
A vida de Bernard Shaw é um exemplo para todos aqueles que sofrem de timidez e 
para tantos outros que costumam desistir no meio do caminho. Para começar, sua 
instrução escolar não foi além de 5 anos; a despeito disso, tornou-se um dos maiores 
escritores deste século e recebeu a maior honra que um escritor pode alcançar: o 
Prêmio Nobel de Literatura. 
 
Forçado pelas necessidades, Bernard Shaw,aos 15 anos, viu-se obrigado a trabalhar 
como escriturário. Mas o escritório o entediava: "Só tenho uma vida e não vou 
gastá-la entre as paredes de um escritório". Abandonou tudo e foi para Londres. 
 
Aí, Bemard Shaw principiou uma carreira literária destinada a render milhões de 
dólares e fazer seu nome famoso em todo o mundo. Mas não foi assim tão fácil... 
 
Escreveu durante 9 anos sem ganhar o necessário para viver. 
 
Gastava todo o seu tempo escrevendo e se obrigava à tarefa de encher cinco 
páginas por dia, ainda que não sentisse a menor disposição para escrever. Escrevia 
porque sabia que não poderia parar de "treinar". Eram cinco páginas, diariamente, 
nada mais. 
 
Escreveu um romance e mandou os manuscritos para todos os editores da 
Inglaterra e dos Estados Unidos. Os trabalhos foram devolvidos. Por mais que 
insistisse, ninguém aceitava os seus trabalhos. 
 
A situação financeira de Bernard Shaw era tal que muitas vezes ele não tinha o 
dinheiro necessário para comprar selos para enviar um manuscrito pelo correio a um 
editor. Quando suas roupas se gastavam, Shaw vagava pelas ruas de Londres 
escondendo cuidadosamente buracos nos sapatos e mesmo no fundilho das calças. 
 
Suas primeiras peças foram um completo fracasso. Na verdade, Shaw escreveu por 
vinte e um anos antes de ganhar o suficiente para sobreviver. Vinte e um anos! 
 
Agora um pequeno detalhe: Bernard Shaw, que teve a coragem e a audácia de 
enfrentar grandes audiências e denunciar as leis de casamento, as instituições 
religiosase quase todas as demais tradições sagradas da humanidade - era tímido, 
acanhado e sofria de um terrível complexo de inferioridade. Ele sofreu muito por 
causa disso. 
 
Para você ter uma idéia, quando jovem, Bernard Shaw ia, algumas vezes, visitar 
seus amigos. Aqui está, nas palavras do próprio Shaw, como ele se sentia e agia 
nessas ocasiões; "Sofria tais agonias de acanhamento, que algumas vezes tinha que 
subir e descer por uma rua vinte minutos antes de criar coragem para bater a uma 
porta. De fato, muitas vezes eu desisti e voltei para casa." 
 
Poucos homens conheceram na mocidade mais sofrimento que ele. Porém, um dia, 
decidiu-se pelo melhor, mais rápido e seguro método existente para vencer a 
timidez e o medo: aprendeu a falar em público. 
 
Entrou para uma sociedade de debates. A primeira vez que se levantou para falar, 
produziu tal impressão de segurança, que foi convidado a presidir a reunião 
seguinte. Estava tão nervoso que suas mãos tremiam. Mas era tão forte a sua 
determinação de conseguir superar o acanhamento, que freqüentava todas as 
reuniões onde devia haver discussões públicas e sempre se levantava para tomar 
parte nos debates. Durante quase doze anos Shaw erguia-se nas esquinas, nos 
salões e até mesmo nas igrejas em toda Inglaterra pregando o socialismo, atacando 
os provocadores, defendendo-se dos insultos até tornar-se um dos mais brilhantes 
oradores da época. E, um dia, alcançou a grande glória. 
 
Shaw sempre se julgou muito ocupado para pensar na morte. "Adoro viver a vida!..." 
dizia ele, "A vida, para mim, não é uma simples vela. É uma tocha esplêndida, da 
qual me apoderei temporariamente; quero fazê-la brilhar o mais possível antes de 
cedê-la às gerações futuras". 
 
 
A CADA DIA MAIS CRIATIVO! 
Todas as pessoas têm um potencial criativo imenso. Isto já foi comprovado pela Ciência. 
O que as pessoas precisam, tão-somente, é admitir esta verdade científica e deixar que 
sua criatividade se expresse, a todo instante, nas suas vidas. 
 
Você também tem este imenso potencial criativo, é logico! E você pode expressar sua 
criatividade simplesmente dizendo para você mesmo "sou muito criativo, sempre". 
Simples, não é mesmo? Saiba que ser criativo é apenas uma questão de decisão 
pessoal. E você decidiu que é criativo! E está decidido! 
 
Tenha certeza disto: se você quer se tornar cada dia mais criativo, você pode. Você só 
precisa querer ser. É decisão sua. E você já decidiu! 
 
Se você repetir com insistência "eu sou muito criativo!", realmente será. A sua 
inteligência reproduz fielmente as coisas que você aprendeu. E esta afirmação é uma 
aprendizagem. 
 
Leia esta frase em voz alta, tantas vezes quantas forem necessárias para que ela tome 
conta do seu subconsciente. Decore-a e repita sempre, mentalmente, várias vezes por 
dia. À noite, antes de dormir, faça o exercício de relaxamento e pense firmemente nesta 
frase: 
"Sou muito criativo. Tenho sempre ótimas idéias 
sobre todos os assuntos. Raciocino rapidamente 
porque raciocino sem preconceitos. 
Assim, sou capaz de aprender tudo, rapidamente, 
e de ter idéias maravilhosas sempre que 
forem necessárias. Eu, REALMENTE, 
sou muito inteligente e muito criativo".

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