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802Q - Estética do Projeto - Módulo 7

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Questões resolvidas

A pretensão científica do urbanismo moderno instaura uma cisão com a arquitetura, que passa a assumir o papel de objeto estético autônomo, desligado de compromissos e relações com os demais elementos componentes do espaço urbano. Na expressão de Marcel Duchamp, o arquiteto passa a ser o produtor de “máquinas celibatárias”, objetos estéticos solitários em meio ao espaço urbano. Põe-se em jogo a dicotomia entre urbanismo e a arquitetura, ciência e arte, devidamente incorporada nas atividades do engenheiro e do arquiteto. O urbanismo proposto pelo movimento moderno parte do princípio de segregação espacial resultante da perspectiva funcionalista, privilegiando o zoneamento e a circulação.
I. Desta forma, a arquitetura da cidade moderna passa a ser uma coleção de objetos autônomos e cenográficos ao longo de avenidas e estradas que configuram o espaço de fluxos II. Por isso, pode-se afirmar que a cidade moderna continua sendo o modelo de eficiência e estética a ser adotado para o desenvolvimento urbano III. Torna-se evidente que a adoção do urbanismo científico é necessária para dar continuidade ao projeto moderno e solucionar os problemas urbanos contemporâneos. A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) Apenas a afirmação II está correta
C) Apenas a afirmação III está correta
D) Apenas as afirmacoes I e II estão corretas
E) Apenas as afirmações II e III estão corretas

Para Manuel Castells, a sociedade global contemporânea está centrada no uso e aplicação da informação e do conhecimento. Isso resulta em profundas mudanças nos sistemas de valores, nos sistemas políticos e na vida das cidades. Trata-se de uma redefinição histórica das relações de produção, de poder e de experiência individual e social, a partir da admissão de uma fundamentação na estrutura em redes. A lógica da sua estrutura em redes é mais coerente com a crescente complexidade das interações, formas de produção e desenvolvimento, com a flexibilidade de organização e reorganização de processos, organizações e instituições, e com a convergência de tecnologias e integração de sistemas.
I. As possibilidades de desenvolvimento da estrutura em rede depende da centralização da gestão de processos, inclusive do espaço urbano. II. Ao admitir o espaço de fluxos como fundamento da nova espacialidade urbana, torna-se necessário aceitar a importância da centralidade como fundamento único. III. Uma nova lógica de organização espacial emergente, o espaço dos fluxos, sob o qual mercadorias, informação, pessoas, passam a interagir, deve necessariamente corresponder a uma nova estruturação do espaço urbano contemporâneo A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) Apenas a afirmação II está correta
C) Apenas a afirmação III está correta
D) Apenas as afirmações I e II estão corretas
E) Apenas as afirmações II e III estão corretas

A expressão “máquinas celibatárias”, proposta por Marcel Duchamp, toma por referência
I. a arquitetura da era da primeira era da máquina, cuja estética mecanicista divergia dos princípios da beleza estética moderna II. a convergência entre a cidade industrial e a proposta do movimento moderno de arquitetura III. a proposta de um espaço urbano constituído por objetos singulares e autônomos que não mantêm relações entre si ou com a própria cidade A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) As afirmarmações I e II estão corretas
C) Apenas a afirmação II está correta
D) As afirmarmações II e III estão corretas
E) Apenas a afirmação III está correta

Considerando a proposta de Olivier Mongin em “A condição urbana” (São Paulo: Estação Liberdade, 2009) pode-se considerar como modalidades de externalização dos fluxos
A) edifícios de escritórios e residências
B) espaço urbano e espaço rural
C) transportes e telecomunicações
D) infra-estrutura e espaços públicos
E) espaços públicos e espaços privados

A condição urbana generalizada está na origem de um sistema urbano globalizado que privilegia as redes e os fluxos, contribuindo assim para distinguir os lugares entre si, para hierarquizá-los e, sobretudo, para fragmentá-los (Mongin,O. A condição urbana. São Paulo: Estação Liberdade, 2009 p.139). A afirmação de Mongin indica
I. o inevitável fim dos territórios II. o fim do espaço urbano e dos lugares III. a necessária reconfiguração territorial A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) As afirmações I e II estão corretas
C) Apenas a afirmação II está correta
D) As afirmações II e III estão corretas
E) Apenas a afirmação III está correta

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Questões resolvidas

A pretensão científica do urbanismo moderno instaura uma cisão com a arquitetura, que passa a assumir o papel de objeto estético autônomo, desligado de compromissos e relações com os demais elementos componentes do espaço urbano. Na expressão de Marcel Duchamp, o arquiteto passa a ser o produtor de “máquinas celibatárias”, objetos estéticos solitários em meio ao espaço urbano. Põe-se em jogo a dicotomia entre urbanismo e a arquitetura, ciência e arte, devidamente incorporada nas atividades do engenheiro e do arquiteto. O urbanismo proposto pelo movimento moderno parte do princípio de segregação espacial resultante da perspectiva funcionalista, privilegiando o zoneamento e a circulação.
I. Desta forma, a arquitetura da cidade moderna passa a ser uma coleção de objetos autônomos e cenográficos ao longo de avenidas e estradas que configuram o espaço de fluxos II. Por isso, pode-se afirmar que a cidade moderna continua sendo o modelo de eficiência e estética a ser adotado para o desenvolvimento urbano III. Torna-se evidente que a adoção do urbanismo científico é necessária para dar continuidade ao projeto moderno e solucionar os problemas urbanos contemporâneos. A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) Apenas a afirmação II está correta
C) Apenas a afirmação III está correta
D) Apenas as afirmacoes I e II estão corretas
E) Apenas as afirmações II e III estão corretas

Para Manuel Castells, a sociedade global contemporânea está centrada no uso e aplicação da informação e do conhecimento. Isso resulta em profundas mudanças nos sistemas de valores, nos sistemas políticos e na vida das cidades. Trata-se de uma redefinição histórica das relações de produção, de poder e de experiência individual e social, a partir da admissão de uma fundamentação na estrutura em redes. A lógica da sua estrutura em redes é mais coerente com a crescente complexidade das interações, formas de produção e desenvolvimento, com a flexibilidade de organização e reorganização de processos, organizações e instituições, e com a convergência de tecnologias e integração de sistemas.
I. As possibilidades de desenvolvimento da estrutura em rede depende da centralização da gestão de processos, inclusive do espaço urbano. II. Ao admitir o espaço de fluxos como fundamento da nova espacialidade urbana, torna-se necessário aceitar a importância da centralidade como fundamento único. III. Uma nova lógica de organização espacial emergente, o espaço dos fluxos, sob o qual mercadorias, informação, pessoas, passam a interagir, deve necessariamente corresponder a uma nova estruturação do espaço urbano contemporâneo A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) Apenas a afirmação II está correta
C) Apenas a afirmação III está correta
D) Apenas as afirmações I e II estão corretas
E) Apenas as afirmações II e III estão corretas

A expressão “máquinas celibatárias”, proposta por Marcel Duchamp, toma por referência
I. a arquitetura da era da primeira era da máquina, cuja estética mecanicista divergia dos princípios da beleza estética moderna II. a convergência entre a cidade industrial e a proposta do movimento moderno de arquitetura III. a proposta de um espaço urbano constituído por objetos singulares e autônomos que não mantêm relações entre si ou com a própria cidade A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) As afirmarmações I e II estão corretas
C) Apenas a afirmação II está correta
D) As afirmarmações II e III estão corretas
E) Apenas a afirmação III está correta

Considerando a proposta de Olivier Mongin em “A condição urbana” (São Paulo: Estação Liberdade, 2009) pode-se considerar como modalidades de externalização dos fluxos
A) edifícios de escritórios e residências
B) espaço urbano e espaço rural
C) transportes e telecomunicações
D) infra-estrutura e espaços públicos
E) espaços públicos e espaços privados

A condição urbana generalizada está na origem de um sistema urbano globalizado que privilegia as redes e os fluxos, contribuindo assim para distinguir os lugares entre si, para hierarquizá-los e, sobretudo, para fragmentá-los (Mongin,O. A condição urbana. São Paulo: Estação Liberdade, 2009 p.139). A afirmação de Mongin indica
I. o inevitável fim dos territórios II. o fim do espaço urbano e dos lugares III. a necessária reconfiguração territorial A)
A) Apenas a afirmação I está correta
B) As afirmações I e II estão corretas
C) Apenas a afirmação II está correta
D) As afirmações II e III estão corretas
E) Apenas a afirmação III está correta

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28/05/2020 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos.
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Conforme vimos, a estética pós-moderna, mais flexível, permissiva e adaptável,
conforma-se facilmente à dinâmica da cidade contemporânea, na qual os fluxos
predominam sobre os lugares. Mas é importante lembrar que essa adequação
entre a proposta urbanística e a arquitetura nem sempre se caracterizou pela
convergência. Já nas origens do urbanismo moderno, como conseqüência da
industrialização acelerada, as cidades passam a ser concebidas como um conjunto
de redes interconectadas (circulação, abastecimento,etc) passíveis controle por
meio de regras e princípios. Trata-se de uma proposta de urbanismo enquanto
disciplina científica, sujeita a parâmetros, modelos e fórmulas universalmente
aplicáveis. Assim, as duas principais propostas da modernidade, a tradição
funcional e progressista dos CIAM e a tradição culturalista da Cidade-Jardim de E.
Howard buscam sua fundamentação em modelos pragmáticos, científicos e
universais. De outro lado, o exercício projetual da arquitetura mantém a tradição
criativa, o fazer artístico. Assim, a pretensão científica do urbanismo moderno
instaura uma cisão com a arquitetura, no papel de objeto estético autônomo,
desligado de compromissos e relações com os demais elementos componentes do
espaço urbano. Na expressão de Marcel Duchamp, o arquiteto passa a ser o
produtor de “máquinas celibatárias”, objetos estéticos solitários em meio ao
espaço urbano. Põe-se em jogo a dicotomia entre urbanismo e a arquitetura,
ciência e arte, devidamente incorporada nas atividades do engenheiro e do
arquiteto.
O urbanismo proposto pelo movimento moderno parte do princípio de segregação
espacial a partir da perspectiva funcionalista, privilegiando o zoneamento e a
circulação. Desta forma, a arquitetura da cidade moderna passa a ser uma
coleção de objetos autônomos, microcosmos singulares sujeitos a suas próprias
condições e limites, mera cenografia do espaço de fluxos em que
progressivamente vai se convertendo a cidade. 
De certa forma, os ecos do urbanismo científico moderno ainda se mostram
presentes na cidade contemporânea. A noção de espaço urbano como conjunto de
redes , por exemplo, é revitalizada pela proposta da “sociedade em rede” de
Manuel Castells. Para ele, a sociedade global contemporânea está centrada no uso
e aplicação da informação e do conhecimento, resultando em profundas mudanças
nos sistemas de valores, nos sistemas políticos e na vida das cidades. Trata-se de
uma redefinição histórica das relações de produção, de poder e de experiência
individual e social, a partir da admissão de uma fundamentação na estrutura em
redes, numa convergência com a crescente complexidade das interações, formas
de produção e desenvolvimento, com a flexibilidade de organização e
reorganização de processos, organizações e instituições, e com o acelerado
desenvolvimento tecnológico.
De forma simplificada, o conceito de rede pode ser entendido como um conjunto
de nós interconectados que, pela sua flexibilidade e adaptabilidade, podem ser
aplicados ao entendimento da complexidade das sociedades contemporâneas.
Uma estrutura social organizada em redes, é um sistema dinâmico e aberto, onde
a expansão é possível por meio da simples integração de novos nós que
partilhem os mesmos códigos de comunicação que os demais.
É a partir disso que se pode admitir uma nova lógica de organização espacial: o
espaço de fluxos. Mercadorias, capitais, informação, pessoas, decisões, enfim, a
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atividade humana passa a estar submetida a esta forma de organização. Ao
admitir o espaço de fluxos, torna-se necessário aceitar sua correlação com a
noção de uma temporalidade fundamentada no instantâneo e no simultâneo. No
funcionamento das redes, o tempo é binário, não expressa sequência, conhece só
dois estados - presença e ausência - tudo o que existe é “agora” (está na rede e é
imediatamente acessível), tudo o que não existe tem de ser introduzido do
exterior (está fora da rede e é inacessível). O espaço dos fluxos, dissolve o tempo,
desordenando a sequência de eventos, tornando-os simultâneos, instalando assim
a sociedade numa espécie de eterna efemeridade. Tudo pode acontecer a qualquer
momento.
Considerando que a experiência da cidade é indissociável de uma experiência
efetiva do tempo, e que o espaço de fluxos progressivamente se sobrepõe aos
lugares, a produção da arquitetura em tal contexto torna-se mais problemática e
complexa. Estaríamos condenados a reproduzir máquinas celibatárias como
modelo cenográfico de paisagem urbana da cidade pós-industrial?
Mongin (p.158-9) sugere que a revalorização da experiência urbana passa pela
reconquista dos lugares a partir da reabilitação do tempo material e de uma
arquitetura como vetor de imagens e idéias, devidamente alinhada com toda a
produção cultural, artística e literária, também referências históricas exemplares,
enquanto experiência multidimensional capaz de admitir o espaço de fluxos como
componente estrutural.
Exercício 1:
A pretensão científica do urbanismo moderno instaura uma cisão com a arquitetura, que passa a assumir o papel de objeto estético
autônomo, desligado de compromissos e relações com os demais elementos componentes do espaço urbano. Na expressão de Marcel
Duchamp, o arquiteto passa a ser o produtor de “máquinas celibatárias”, objetos estéticos solitários em meio ao espaço urbano. Põe-se
em jogo a dicotomia entre urbanismo e a arquitetura, ciência e arte, devidamente incorporada nas atividades do engenheiro e do
arquiteto. O urbanismo proposto pelo movimento moderno parte do princípio de segregação espacial resultante da perspectiva
funcionalista, privilegiando o zoneamento e a circulação. 
I. Desta forma, a arquitetura da cidade moderna passa a ser uma coleção de objetos autônomos e cenográficos ao longo de avenidas
e estradas que configuram o espaço de fluxos
II. Por isso, pode-se afirmar que a cidade moderna continua sendo o modelo de eficiência e estética a ser adotado para o
desenvolvimento urbano
III. Torna-se evidente que a adoção do urbanismo científico é necessária para dar continuidade ao projeto moderno e solucionar os
problemas urbanos contemporâneos
A)
Apenas a afirmação I está correta
B)
Apenas a afirmação II está correta
C)
Apenas a afirmação III está correta
D)
Apenas as afirmações I e II estão corretas
E)
Apenas as afirmações II e III estão corretas
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A)
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Comentários:
D) 
A) 
Exercício 2:
Para Manuel Castells, a sociedade global contemporânea está centrada no uso e aplicação da informação e do conhecimento. Isso
resulta em profundas mudanças nos sistemas de valores, nos sistemas políticos e na vida das cidades. Trata-se de uma redefinição
histórica das relações de produção, de poder e de experiência individual e social, a partir da admissão de uma fundamentação na
estrutura em redes . A lógica da sua estrutura em redes é mais coerente com a crescente complexidade das interações, formas de
produção e desenvolvimento, com a flexibilidade de organização e reorganização de processos, organizações e instituições, e com a
convergência de tecnologias e integração de sistemas.
I. As possibilidades de desenvolvimento da estrutura em rede depende da centralização da gestão de processos, inclusive do espaço
urbano.
II. Ao admitir o espaço de fluxos como fundamento da nova espacialidade urbana, torna-se necessário aceitar a importância da
centralidade como fundamento único.
III. Uma nova lógica de organização espacial emergente, o espaço dos fluxos, sob o qual mercadorias, informação, pessoas, passam a
interagir ,deve necessariamente corresponder a uma nova estruturação do espaço urbano contemporâneo
A)
Apenas a afirmação I está correta
B)
Apenas a afirmação II está correta
C)
Apenas a afirmação III está correta
D)
Apenas as afirmações I e II estão corretas
E)
Apenas as afirmações II e III estão corretas
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)
Comentários:
C) 
Exercício 3:
A expressão “máquinas celibatárias”, proposta por Marcel Duchamp, toma por
referência
I. a arquitetura da era da primeira era da máquina, cuja estética mecanicista
divergia dos princípios da beleza estética moderna
II. a convergência entre a cidade industrial e a proposta do movimento moderno
de arquitetura
III. a proposta de um espaço urbano constituído por objetos singulares e
autônomos que não mantêm relações entre si ou com a própria cidade
A)
Apenas a afirmação I está correta
B)
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As afirmarmações I e II estão corretas
C)
Apenas a afirmação II está correta
D)
As afirmarmações II e III estão corretas
E)
Apenas a afirmação III está correta
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)
Comentários:
C) 
D) 
A) 
E) 
Exercício 4:
Considerando a proposta de Olivier Mongin em “A condição urbana” (São Paulo:
Estação Liberdade, 2009) pode-se considerar como modalidades de externalização
dos fluxos
 
A)
edifícios de escritórios e residências
B)
espaço urbano e espaço rural
C)
transportes e telecomunicações
D)
infra-estrutura e espaços públicos
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E)
espaços públicos e espaços privados
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)
Comentários:
E) 
A) 
B) 
C) 
Exercício 5:
”A condição urbana generalizada está na origem de um sistema urbano
globalizado que privilegia as redes e os fluxos, contribuindo assim para distinguir
os lugares entre si, para hierarquizá-los e, sobretudo, para fragmentá-los”
(Mongin,O. A condição urbana. São Paulo: Estação Liberdade, 2009 p.139). A
afirmação de Mongin indica
I. o inevitável fim dos territórios
II. o fim do espaço urbano e dos lugares
III. a necessária reconfiguração territorial 
A)
Apenas a afirmação I está correta
B)
As afirmações I e II estão corretas
C)
Apenas a afirmação II está correta
D)
As afirmações II e III estão corretas
E)
Apenas a afirmação III está correta
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)
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Comentários:
E)

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