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01 Trabalho sobre COVID-19

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Fernando Mota Sousa
Matrícula: 201804003786
CASO CLÍNICO DE COVID-19
O QUE SERÁ ABORDADO NESTA PESQUISA:
UMA BREVE HISTÓRIA DO COVID-19
TRANSMISSÃO
SINTOMAS
EXAMES LABORATORIAIS
COMO SE PROTEGER
INFORMAÇÕES 
CASO CLINICO
HISTÓRICO DE ENFERMAGEM
EXAME FÍSICO
EXAMES SOLICITADOS/RESULTADOS
NOVA AVALIAÇÃO
PROBLEMAS DE ENFERMAGEM
FONTES
ÍNDICE
UMA BREVE HISTÓRIA
O CORONAVÍRUS em si, tem sua origem de descoberta em 1937, porém só recebeu esse nome em 1965, devido ao perfil na microscopia parecendo uma “coroa”.
A COVID-19, doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, teve seus primeiros casos apresentados na cidade de Wuhan, capital da província de Hubei, na China, no final do ano de 2019. 
COVID-19
A doença pode apresentar-se como uma infecção branda, podendo também desencadear pneumonia, insuficiência respiratória e até a morte. 
No dia 23 de janeiro de 2020, foi decretada quarentena na cidade de Wuhan.
No dia 11 de março do mesmo ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou estado de pandemia da COVID-19.
A transmissão ocorre de uma pessoa para outra através de secreção e pelo ar. Isso se dá principalmente de contato com secreções e aerossóis como:
TRANSMISSÃO
Toque do aperto de mão; 
Espirro; 
Tosse
Catarro;
 
Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, maçanetas, brinquedos sexuais.
 
TOSSE E ESPIRROS
FEBRE
TOSSE E ESPIRROS CONSTANTE, AUMENTANDO AINDA MAIS A LINHA DE TRANSMISSÃO
ESPÉCIE DE RINITE AGUDA, QUE NESSE CASO, DE ORIGEM INFECCIOSA
FEBRE FREQUENTE CARACTERIZADA DE 37,6°C
Os sintomas mais comuns do COVID-19
Segundo a OMS, a estimativa é que o tempo de incubação do novo coronavírus seja de 1 a 14 dia, isto é, o vírus teria esse tempo para se manifestar.
CORISA
FEBRE
CEFALÉIA E FADIGA
DIFICULDADE PARA RESPIRAR
DOR DE GARGANTA
SINTOMAS
ATENÇÃO:
Ainda assim, existem pessoas que se mostram assintomáticas, isto é, não manifestam sintomas. PORÉM, AS PESSOAS ASSINTOMÁTICAS PERMANECEM ESPALHANDO O VÍRUS!
 
o hemograma, PCR;
 Rx de tórax PA e perfil
 
Tomografía de tórax 
EXAMES LABORATORIAIS
com alterações principalmente na PCR;
com imagem indicando alterações na base pulmonar;
com aparência de “vidro fosco”
 Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
 Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com o braço, e não com as mãos.
 Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
 Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
 Evite abraços, beijos e apertos de mãos ( e outras coisinhas mais…)
 Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
 Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido quando sair de casa
COMO SE PROTEGER?
PROCURE SEMPRE FONTES CONFIÁVEIS
https://saude.gov.br/
INFORMAÇÕES
App Coronavírus - SUS
Aplicativo para celulares que contém informações verídicas com fontes confiáveis e atualizadas.
https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.datasus.guardioes&hl=pt_BR
INFORMAÇÃO NA PALMA DA MÃO
CASO CLÍNICO DE COVID-19
PROFISSIONAL DE SAÚDE, 43 anos de idade, sexo masculino, técnico de enfermagem, solteiro, cor branca, natural de Cantagalo porém vive na cidade de Nova Friburgo no bairro de Olaria. Mora em casa de alvenaria com sua mãe de 67 anos. Possui luz elétrica, água tratada e saneamento básico. Nega tabagismos e etilismo. Nega possuir alergias de qualquer espécie. Nega DM. Hipertenso, faz uso de losartan 1x dia pela manhã. Relata nunca ter sido internado. Trabalha em dois hospitais diferentes da região. Começou a sentir uma leve dor de garganta com dificuldade para engolir e cefaléia, porém achou que era o tempo mudando e tomou um xarope e aguardou alívio dos sintomas. Relata que a um dia atrás, na sua folga, acordou no meio da noite com muita tosse, febre de 38,1 °C e falta de ar, tomou dipirona e não conseguiu dormir mais desde então. No dia seguinte foi trabalhar normalmente no hospital. Foi observado pela enfermeira supervisora que encaminhou para o pronto atendimento imediatamente já em uso de máscara.
CASO CLÍNICO
Apresentou sinais vitais: P.A.: 160x100 mmHg, Tax.: 38.4°C, R.: 26 irpm, F.c.: 130 bpm. Paciente acordado, lúcido, orientado, apresentando tosse seca, leve dispnéia, cefaléia, alegando piora ao deitar. Pupilas isocóricas, cianose labial, cavidade oral limpa com dentição bem cuidada, região do pescoço sem alterações. Ausculta cardíaca com presença de bulhas cardíacas normofonéticas em 2T, na ausculta pulmonar MVUA com estertores em base do pulmão E. Abdome plano sem resposta de dor a palpação, com presença de ruídos hidroaéreos. MSE com acesso venoso recém puncionado para medicação, não apresentava nenhuma alteração de MMSS, cintura pélvica simétrico, MMII com mobilidade normal e sem alterações. Foi avaliado pelo médico do pronto atendimento e, com os sintomas relatados. Puncionado acesso venoso periférico e realizado medicação para alívio dos sintomas e encaminhado para sala de trauma para monitoração dos sinais vitais em monitor cardíaco de multiparâmetros. Foi informado sobre a suspeita de COVID-19 e orientado a ligar sua mãe (67 anos) para ficar em casa em observação por pelo menos 14 dias em isolamento físico. O paciente se mantém em isolamento (precaução aerossóis) até segunda ordem aguardando nova avaliação.
EXAME FÍSICO
Hemograma completo; 
PCR; Rx de tórax (PA e perfil); 
Tomografía de tórax; 
Teste rápido para influenza e 
Teste rápido para Coronavírus. 
EXAME SOLICITADOS
SOLICITADOS PCR: negativo para INFLUENZA; 
Rx de tórax (PA e perfil) com imagem indicando alterações na base pulmonar; 
Tomografia de tórax com aparência de “vidro fosco”; 
Teste rápido para coronavírus: POSITIVO. 
RESULTADO DOS EXAMES
EXAME LABORATORIAIS
Após o resultado positivo, foi realizado uma nova avaliação para dar seguimento ao tratamento do cliente. Observado que no momento o cliente apresenta sinais/sintomas leves porém reside com uma idosa, sendo assim, foi solicitado a internação em um quarto sob PRECAUÇÃO DE CONTATO + AEROSSÓIS. 
Os profissionais de saúde responsáveis pelo cuidado foi orientado a manter o uso dos EPI’s adequados ( ex.: máscara n-95, touca, luvas, capote, óculos de proteção, faceshield). 
O cliente encontra-se no leito, com o quarto devidamente identificado, em estado de conforto, sob os cuidados de enfermagem e aguardando a contraprova do teste para COVID-19.
NOVA AVALIAÇÃO
hipertensão 
dor de garganta/ dificuldade de engolir 
febre 
falta de ar 
falta de sono 
acesso venoso
PROBLEMAS DE ENFERMAGEM 
	PROBLEMA DE ENFERMAGEM	NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS	DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
	HIPERTENSÃO	HAS	Risco de perfusão tissular cardíaca diminuída evidenciado por hipertensão e hipoxemia (Código do diagnóstico 00200).
	DIFICULDADE PARA ENGOLIR	desconforto físico	Dor aguda relacionada A INFECÇÃO RESPIRATÓRIA EVIDENCIADA POR QUEIXA DE DOR DO PACIENTE (Código do diagnóstico 00132).
	FEBRE 38,1°C	CONFORTO FÍSICO	Conforto prejudicado relacionado a sintomas relativos a doença evidenciado HIPERTERMIA ( Código do diagnóstico 00214)
	INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
	Monitoração dos sinais vitais; monitoração e controle hídrico; testes laboratoriais a beira leito; administração de medicamentos; controle da dor.
	Controle da dor; administração de medicamentos EV; 
redução da ansiedade; 
restauração da saúde oral; 
melhora do sono.
	controle de temperatura; administração de medicação analgésica; 
controle de ambiente; 
hidratação venosa.
	PROBLEMA DE ENFERMAGEM	NECESSIDADES HUMANAS BÁSICAS	DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
	FALTA DE AR	FUNÇÃO RESPIRATÓRIA	TROCA DE GASES PREJUDICADOS RELACIONADO A INFECÇÃO RESPIRATÓRIA evidenciado por dispnéia ( Código do diagnóstico 00030 ).
	NÃO CONSEGUIU DORMIR MAIS	Sono/repouso	Padrão de sono prejudicado relacionado a relato do paciente evidenciado por despertar