D DO CONSUMIDOR
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01/06/2020 Estácio: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 1/4
 
 
Disc.: DIREITO DO CONSUMIDOR 
Aluno(a): MAYTHE DE OLIVEIRA TRINDADE 201902755286
Acertos: 8,0 de 10,0 31/03/2020
 
 
Acerto: 1,0 / 1,0
Várias relações jurídicas não são consideradas relações de consumo. Das citadas abaixo, é considerada de
relação de consumo:
 contratos com instituições financeiras
parceria rural
locação
arrendamento rural
condomínio
Respondido em 31/03/2020 15:15:41
 
Acerto: 1,0 / 1,0
Em relação aos contratos de transporte coletivo, modalidade de serviço público, não há dúvida da presença de
uma relação de consumo. Porém, deve ser observado que o art. 3°, §2° do CDC, ao conceituar o fornecedor,
fala em atividade remunerada, logo, não havendo remuneração não será aplicado o CDC. Sobre o tema, na
hipótese de um shopping center ofertar um ônibus para transportar "gratuitamente" pessoas para o shopping,
assinale a alternativa correta acerca da aplicabilidade ou não do CDC:
O transporte coletivo é aparentemente gratuito e, nesse caso, não poderá ser aplicado o CDC, pois
para gerar uma relação de consumo é necessário pagar diretamente pelo serviço prestado, sendo
a responsabilidade do transportador objetiva.
O transporte coletivo é aparentemente gratuito e, nesse caso, não poderá ser aplicado o CDC, pois
para gerar uma relação de consumo é necessário pagar pelo serviço prestado, sendo a
responsabilidade do transportador subjetiva.
 O transporte ofertado é aparentemente gratuito e, nesse caso, poderá ser aplicado o CDC, pois apesar
de não se pagar pelo transporte, o objetivo do shopping é levar pessoas para consumirem no local,
gerando remuneração indireta. 
O transporte ofertado é aparentemente gratuito e, nesse caso, não poderá ser aplicado o CDC, porque
as pessoas não pagaram pelo serviço.
O transporte ofertado é aparentemente gratuito e particular, nesse caso, poderá ser aplicado o CDC, se
as pessoas transportadas comprovarem que consumiram no shopping center. 
Respondido em 31/03/2020 15:16:27
 
Acerto: 1,0 / 1,0
Sobre a inversão do ônus da prova em favor do consumidor pessoa física todas as assertivas estão corretas,
exceto:
 b) A vulnerabilidade é fenômeno de direito material com presunção relativa, enquanto que a
hipossuficiência é fenômeno de direito processual com presunção absoluta.
 Questão1
a
 Questão2
a
 Questão3
a
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01/06/2020 Estácio: Alunos
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d) Segundo àqueles que entendem que a inversão ope judicis é regra de procedimento, o momento de
sua apreciação é até o saneamento, fase mais compatível para assegurar o exercício dos direitos
constitucionais do contraditório e da ampla defesa.
c) Segundo àqueles que entendem que a inversão ope judicis é regra de julgamento, o momento de
sua apreciação é na sentença
a) A denominada inversão ope judicis está prevista no art. 6., VIII, do CDC e depende de apreciação
judicial.
Respondido em 31/03/2020 15:17:24
 
Acerto: 0,0 / 1,0
O princípio da vulnerabilidade vem mencionado de forma expressa do Código de Defesa de Consumidor e o
seu principal objetivo é:
Criar uma ficção jurídica para conceder privilégios ao consumidor.
Permitir o acesso à justiça do consumidor porque sem a existência de tal princípio seria inviável.
Fazer com que o consumidor tenha uma vantagem perante o fornecedor e, dessa forma, gerar o
equilíbrio na relação de consumo.
 Deixar o consumidor em posição de supremacia perante o fornecedor, porém, acabou gerando o
desequilíbrio na relação de consumo.
 Equilibrar a relação de consumo porque com o advento do CDC a lei afasta a posição de supremacia do
fornecedor (de produto e/ou serviço).
Respondido em 31/03/2020 15:38:26
 
Acerto: 0,0 / 1,0
A despeito da identificação do elemento subjetivo da relação de consumo, indique a opção incorreta:
Também é considerado como consumidor terceiros que, embora não estejam diretamente envolvidos
na relação de consumo, são atingidos pelo aparecimento de um defeito no produto ou no serviço;
 Considera-se consumidor todo destinatário final de produtos e serviços;
Pela teoria finalista mitigada permite a aplicação do Código de Defesa do Consumidor para pequenas
empresas e profissionais liberais, mesmo que não comprovada uma vulnerabilidade;
 A teoria maximalista entende que basta o produto ou serviço seja retirado do mercado de consumo
para a pessoa física ou pessoa jurídica ser considerada consumidor;
Respondido em 31/03/2020 15:29:22
 
Acerto: 1,0 / 1,0
O Banco XYZ, com objetivo de aumentar sua clientela, enviou proposta de abertura de conta corrente com
cartão de crédito para diversos estudantes universitários. Ocorre que, por desatenção de um dos encarregados
pela instituição financeira da entrega das propostas, o conteúdo da proposta encaminhada para a estudante
Bruna, de dezoito anos, foi furtado. O cartão de crédito foi utilizado indevidamente por terceiro, sendo Bruna
surpreendida com boletos e ligações de cobrança por compras que não realizou. O episódio culminou com
posterior inclusão do seu nome em um cadastro negativo de restrições ao crédito. Bruna nunca solicitou o
envio do cartão ou da proposta de abertura de conta, e sequer celebrou contrato com o Banco XYZ, mas tem
dúvidas acerca de eventual direito à indenização. Na qualidade de Advogado, diante do caso concreto, assinale
a afirmativa correta.
A prática bancária em questão é abusiva segundo o Código do Consumidor, mas o furto sofrido pelo
preposto do Banco XYZ configura culpa exclusiva de terceiro, excludente da obrigação da instituição
financeira de indenizar Bruna.
O envio de produto sem solicitação do consumidor não é expressamente vedado pela lei consumerista,
que apenas considera o produto como mera amostra grátis, afastando eventual obrigação do Banco
XYZ de indenizar Bruna.
A conduta adotada pelo Banco XYZ é prática abusiva à luz do Código do Consumidor, mas como Bruna
não é consumidora, haja vista a ausência de vínculo contratual, deverá se utilizar das regras do Código
Civil para fins de eventual indenização.
NENHUMA DAS RESPOSTAS ACIMA
 A pessoa exposta a uma prática abusiva, como na hipótese do envio de produto não solicitado, é
equiparada a consumidor, logo Bruna pode postular indenização com base no Código do Consumidor.
Respondido em 31/03/2020 15:20:27
 Questão4
a
 Questão5
a
 Questão6
a
01/06/2020 Estácio: Alunos
simulado.estacio.br/alunos/ 3/4
 
Acerto: 1,0 / 1,0
(TCE/AL 2008 - FCC - PROCURADOR) O comerciante será responsável por
fato do produto,
 apenas se o fabricante ou produtor não puder ser identificado.
 somente se não conservar adequadamente os produtos perecíveis.
 A quando o produto for fornecido sem identificação clara do seu
fabricante, produtor, construtor ou importador.
 sempre que o consumidor preferir demandá-lo em lugar do
fabricante, dada a responsabilidade solidária de ambos, podendo,
porém, exercer direito de regresso contra o fabricante.
se, embora identificado o fabricante, este vier a falir ou cair em
insolvência, impossibilitando a indenização do consumidor.
Respondido em 31/03/2020 15:22:13
 
Acerto: 1,0 / 1,0
(TJES - 2011 - CESPE/JUIZ DE DIREITO - adaptada) Na Lei n.º 8.078/1990, Código de Proteção e Defesa do
Consumidor, consta expressamente o conceito de consumidor e o conceito de fornecedor, denominados
elementos subjetivos da relação jurídica de consumo. Entretanto, nem sempre é possível certificar-se da
existência de relação de consumo somente pela análise literal dos artigos do CDC, de modo que o julgador
deve conhecer o entendimento dominante dos tribunais superiores. Nesse sentido, segundo a jurisprudência
dominante do STJ, o CDC se aplica a:
 Serviço de fornecimento de água, contrato bancário e contrato de previdência privada com entidades
abertas.
Contrato de cooperação técnica entre empresas de informática, contrato de franquia e envio de
produto gratuito como brinde.
Pagamento de