Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

9
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS
ESCOLA NORMAL SUPERIOR
CURSO LICENCIATURA EM LETRAS MEDIADO POR TECNOLOGIA
JOGOS GRAMATICAIS COMO FERRAMENTA DE ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTAL II 
JURUÁ - AM
2018
ODAIR BARBOSA DE AMARAL 
JOGOS GRAMATICAIS COMO FERRAMENTA DE ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTAL II 
Projeto de pesquisa apresentado como requisito parcial para obtenção de qualificação de pesquisa e aprovação na disciplina: Pesquisa e Produção Acadêmica em Letras II, ministrada pelas professoras Hydelvídia Cavalcante de Oliveira Corrêa e Adriana Eugênia Antony Afonso, sob a orientação da Professora Assistente Joicylene Sabóia.
JURUÁ - AM
2018
SUMÁRIO
1. TEMA E DELIMITAÇÃO................................................................................................03
1.1 TEMA.................................................................................................................................03
1.2 DELIMITAÇÃO DO TEMA..............................................................................................03
2. PROBLEMA........................................................................................................................03
3. OBJETIVOS........................................................................................................................03
3.1 OBJETIVO GERAL...........................................................................................................03
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS..............................................................................................03
4. HIPÓTESES (OU QUESTÕES NORTEADORAS)........................................................03
5. JUSTIFICATIVA................................................................................................................04
6. LÚDICO: JOGOS...............................................................................................................04
6.1 Conceituando o Lúdico.......................................................................................................06
6.2 Os jogos em sala de aula.....................................................................................................07
7. LUDICIDADE: UM NOVO OLHAR PARA A FORMAÇÃO DO EDUCADOR.....08
8. METODOLOGIA...............................................................................................................09
9. CRONOGRAMA ...............................................................................................................10
10. REFERÊNCIAS................................................................................................................11
 
1. TEMA E DELIMITAÇÃO
0. TEMA
Jogos gramaticais como ferramenta de ensino da Língua Portuguesa.
0. DELIMITAÇÃO DO TEMA 
Jogos gramaticais como ferramenta de ensino da Língua Portuguesa no 6º ano do Ensino Fundamental II, na Escola Estadual Professor Romerito da Silva Brito, em Juruá – Am.
1. PROBLEMA
· Como os jogos gramaticais ajudam no ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa no que se refere aos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II? 
1. OBJETIVOS
2. OBJETIVO GERAL
· Constatar de que forma os jogos gramaticais podem ser utilizados como ferramenta de ensino da Língua Portuguesa no 6º ano do Ensino Fundamental II, na Escola Estadual Professor Romerito da Silva Brito, em Juruá – Am.
2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Mostrar a importância da ludicidade no processo de ensino-aprendizagem de língua portuguesa;
· Descrever como ocorre o interesse em aprender português por meio de jogos gramaticais;
· Utilizar os jogos gramaticais para ensinar português como ferramenta de ensino-aprendizagem no 6º ano do Ensino Fundamental II, na Escola Estadual Professor Romerito da Silva Brito.
1. HIPÓTESES 
· Possivelmente os jogos gramaticais sejam uma ferramenta eficaz para ensinar Língua Portuguesa;
· Provavelmente os jogos gramaticais são técnicas que auxiliam no ensino da Língua Portuguesa;
· Os educandos possivelmente ao utilizarem os jogos gramaticais aprendam com mais eficácia a Língua Portuguesa de forma prazerosa.
1. JUSTIFICATIVA
As atividades lúdicas associadas às demais metodologias docentes precisam ser operacionalizadas como garantia para despertar o prazer, o significado e o interesse dos alunos em idade escolar, bem como ferramenta essencial no aprendizado da Língua Portuguesa e demais disciplinas. 
Ressalta-se que a ludicidade em sala de aula é uma forma de ensinar qualquer disciplina de maneira prazerosa. Os jogos gramaticais quando utilizados corretamente para ensinar português, faz com que os alunos passem a ver a língua portuguesa com um olhar diferenciado, visto que muitos alunos a veem como um bicho-de-sete-cabeças, como uma disciplina deveras difícil de entender, no entanto, aprender português tornasse gratificante a partir do momento em que o discente dar a devida importância a mesma, quando se entrega a leitura e a escrita, quando aprender que ler e escrever é essencial para seu desenvolvimento educacional e que isso repercutirá em toda sua vida. 
Por isso a necessidade de pesquisar essa temática surgiu mediante algumas observações e questionamentos quanto aos métodos utilizados para ensinar a língua portuguesa.
Como professor posso dizer que trabalhar o lúdico em sala de aula, ajuda a despertar o interesse dos alunos que maneira que a aula torna-se, sem dúvida, mais dinâmica e enriquecedora, pois dessa maneira o aluno começa a entender que pode aprende brincando. 
1. LUDICO: JOGOS
A principal função da escola, que é de formar sujeitos sociais, implica garantir uma ação educacional voltada para o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno, da sua capacidade de interpretar e produzir, para que ele se torne capaz de ler e pronunciar o mundo (ANTUNES, 2003).
Os jogos em sala de aula são algo importantíssimo para o ensino-aprendizagem de toda e qualquer criança, visto que uma maneira delas aprenderem de forma prazerosa. Pois a brincadeira em sala de aula desperta na criança o espírito de partilha e socialização tornando-as mais efetivas e igualitárias em sala de aula, sem que haja descriminação alguma por parte delas.
Os jogos e brincadeiras proporcionam as crianças um aprendizado contínuo, a interação com o lúdico proporciona um aprendizado prazeroso dando mais estímulo as crianças, com essas práticas o professor enriquece seu trabalho didático. Tais práticas vão qualificar suas aulas, possibilitando um rendimento escolar (RAMOS, 2003, p. 96)
Assim, no contexto educacional o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa é de total importância, uma vez que é o idioma oficial de nós brasileiros sendo a base para a comunicação oral e escrita. Podemos dizer que as mais variadas formas de linguagem ajudam na descoberta de novos horizontes e a falar e escrever de maneira coesa utilizando a forma padrão, culta ou popular. 
Nesse contexto, é de suma importância ressaltar que o trabalho com atividades lúdicas nas aulas de Língua Portuguesa possibilita aos professores um modo dinâmico de mediar conteúdos e consequentemente valores que são e sempre serão indispensáveis à vida de cada indivíduo. 
Tais atividades também ampliam a leitura de texto e de mundo possibilitando a desenvolvimento da criatividade e autonomia diante dos fatos sociais a serem enfrentados. Esta maneira de ensinar abre um leque de possibilidades para o professor discutir e analisar como o discente assimila um determinado assunto, ou até mesmo identificar suas mais remotas dificuldades impossibilitando aos mesmos a aprenderem de maneira eficaz.
O professor, assim, precisa de ferramentas para formar cidadãos críticos e pensantes, capazes de lutar por seus direitos e cumprir seus deveres de forma transparente e cooperativa. Entretanto, é importante que o sistema educacional ofereça condições e oportunidades para que o educador aplique práticas inovadoras que possibilite a inclusão de atividades lúdicas tendoem vista auxiliar os alunos no procedimento de leitura, escrita, compreensão de regras e outros conhecimentos que venham somar com seu desenvolvimento educacional tornando – os aptos futuramente a atuarem de maneira eficaz no mercado de trabalho.
“O lúdico é indispensável ao contexto da criança, pois envolve sentimentos que viabilizam a concretização da verdadeira aprendizagem, as sensações de bem-estar que favorecem o entusiasmo e a vontade de aprender o que facilita a assimilação de conteúdos e conhecimentos. ” (ANTUNES, 2003, p. 97).
Portanto, segundo o autor é com intuito de alcançar os objetivos propostos que muitas escolas e consequentemente os professores estão trabalhando com atividades lúdicas que permitem a interação e participação do aluno na construção do próprio conhecimento, principalmente no que se refere ao ensino da Língua portuguesa.
6.1 Conceituando o Lúdico
Estudiosos afirmam que a palavra Lúdico vem do latim Ludus, que significa jogo, divertimento, gracejo, escola. Nesse sentido brincar também se relaciona à conduta daquele que joga que brinca e se diverte de maneira prazerosa. Por sua vez, a função educativa do jogo oportuniza a aprendizagem do indivíduo nos seguintes aspectos: seu saber, seu conhecimento e sua compreensão de mundo. Na história de nosso desenvolvimento, sabemos que o ser humano tem recebido inúmeras designações: Homo Sapiens, porque possui como função o raciocínio para aprender e conhecer o mundo; Homo Faber, porque fabrica objetos e utensílios; e, Homo Ludens porque é capaz de dedicar-se às atividades lúdicas, ou seja, ao jogo. Pode-se dizer que o ato de jogar é tão antigo quanto à própria humanidade. “Jogar é uma atividade natural do ser humano. Através do jogo e do brinquedo, o mesmo reproduz e recria o mundo a sua volta” (AZEVEDO2004, p. 21).
Dessa maneira podemos frisar que o conceito da palavra lúdico está relacionado a jogos, brinquedo, diversão. Sendo assim, este está diretamente ligado às atividades praticadas pelo ser humano diariamente, ou seja, o simples ato de brincar. Por esse motivo, é interessante frisar que as atividades lúdicas sejam empregadas no contexto educacional com o intuito de contribuir ainda mais para o desenvolvimento da criança de maneira prazerosa. Visto que é uma forma de ensinar e aprender se divertindo. 
Para MALUF (2009, p. 38), “Brincar é importante, pois enquanto estimula o desenvolvimento intelectual, também ensina, sem que ele perceba, os hábitos necessários ao seu crescimento”. O autor em suas palavras afirma que as atividades lúdicas são de grande importância para a aprendizagem das crianças, já que propiciam um aprendizado significativo e com caráter dinâmico de modo que a criança aprende por meio das brincadeiras.
Desse modo, contextualizar o ensino com o lúdico importantíssimo, visto que é uma maneira de motivar o aluno a fazer as atividades escolares. E a aplicabilidade de atividades lúdicas em sala de aula é uma forma de criar possibilidades de aprendizagem dinâmica e de qualidade, pois a criança terá a oportunidade de aprender brincando e as aulas dessa maneira passam a ser mais atrativas e interessantes, de modo que o ensino-aprendizagem se torna prazeroso e de acordo com a realidade da criança.
Portanto, é necessário que as escolas devam está sempre buscando inovações e estratégias que promova a aprendizagem significativa. De acordo com Cunha (2004, p. 56):
 “O ato de brincar possibilita infinitas maneiras de trabalhar com os alunos, a interação, o lúdico a brincadeira em geral leva o aluno a construção do conhecimento, brincar é muito mais que um simples momento de divertir-se, é um dos caminhos que podem levar ao conhecimento”.
Podemos dizer, então, que a brincadeira é uma ferramenta que estimula e leva a criança a interagir com outras construindo uma imagem positiva do que está ao seu redor, além de ajudá-las no desenvolvimento do ensino-aprendizagem das mesmas no que se refere a Língua a Portuguesa mais precisamente no que tange a leitura e escrita.
6.2 Os jogos em sala de aula
A criança vive num mundo de experiências e transformações constantes, entre o aquilo que ainda é e o que poderá vir a ser. Ressalta-se que a escola, a aula e o professor possuem caráter valioso na formação deste novo mundo e, ainda, na recuperação de mundos perdidos que dividem espaço entre drogas e violências. 
O jogo em sala de aula é coerente e indispensável para socialização, observação de comportamentos e valores de nossas crianças. Pois, pode trazer à aula um momento de felicidade, seja qual for à etapa de nossas vidas, acrescentando leveza à rotina escolar e fazendo com que o aluno registre melhor os ensinamentos que lhe chegam, de forma mais significativa. 
Ressaltamos que o professor em sala de aula deve auxiliar e orientar as aulas para que todos (alunos) se manifestem e produzam independente de suas capacidades. Visto que é visível que nos primeiros anos escolares é muito importante deixar claro que cada indivíduo é único, com diferentes construções lógicas e significações. É este momento, em que o aluno entra no estágio das operações concretas, o lúdico como aliado do conhecimento e aprendizagem é de deveras importe.
[...] no processo de educação também cabe ao mestre um papel ativo: o de cortar, talhar e esculpir os elementos do meio, combiná-los pelos mais variados modos para que eles realizem a tarefa de que ele, mestre, necessita. Deste modo, o processo educativo já se torna trilateralmente ativo: é ativo o aluno, é ativo o mestre, é ativo o meio criado entre eles. (BAQUERO, 2000, p. 27)
Dessa maneira podemos dizer que o professor como mediador do conhecimento deve está atento no momento em que promover as atividades lúdicas em sala de aula, deve observar atentamente as particularidades de cada aluno, a fim de criar vínculos educacionais com os mesmos, tornando dessa maneira o aprendizado mais eficaz driblando os problemas do cotidiano em sala de aula. Assim, o docente pode compreender que o aluno somente construirá algum conhecimento novo a partir da problematização de suas ações. O aluno por sua vez, precisa agir cognitivamente, deve, portanto, assimilar o que lhe for interessante, significativo para que o mesmo mais tarde possa realizar a reflexão acerca do que foi lhe transmitido, a partir de perguntas levantadas pelo professor.
Assim, para que a aula se torne significativa e prazerosa, o lúdico em sala de aula como metodologia educacional é de total importância, pois o professor além de ensinar, aprende o que o seu aluno construiu até o momento, ou seja, cria a condição necessária para que os discentes venham a construir as próximas aprendizagens.
A formação de professores se coloca, portanto, como necessária para que a efetiva transformação do ensino se realize. Isso implica revisão e atualização dos currículos oferecidos na formação inicial do professor e a implementação de programas de formação continuada que cumpram não apenas a função de suprir as deficiências da formação inicial, mas que se constituam em espaços privilegiados de investigação didática, orientada para a produção de novos materiais, para a análise e reflexão sobre a prática docente, para a transposição didática dos resultados de pesquisas realizadas na lingüística e na educação em geral. (BRASIL. 1988, p. 66)
Afirmar-se que o professor deve em sala de aula provocar o aluno a pensar, criar situações para interação, pedir que ele acompanhe a construção do conhecimento com uma aula lúdica, que seja o mais próximo possível da realidade de seus alunos, somente dessa maneira ficará mais fácil para que os discentes possam identificar, investigar e resolver o problema, visto que é através do lúdico (brincar) e da realidade (razão) que o professor pode construir situações de problematização que serão desencadeadoras de conhecimentos. 
Portanto, cabe ao professor colaborar para que isto aconteça dentro do sujeito aprendiz, criando um ambiente interativo, de respeito mútuo e confiança, onde toda dúvida é imprescindível e nenhuma pergunta é idiota,fazendo com que cada aluno se torne prestigiado e indispensável em sala de aula, é por meio do brincar que a criança movimenta-se em busca de parceria e na exploração de objetos comunica-se com seus pares; se expressa através de múltiplas linguagens; descobre regras e toma referidas decisões em prol de seu desenvolvimento intelectual.
1. LUDICDADE: UM NOVO OLHAR PARA A FORMAÇÃO DO EDUCADOR 
Entre as questões que mobilizam os educadores, encontra-se a organização de propostas para a formação de profissional fundada na estreita articulação entre teoria e prática. Pesquisas têm apontado que, atualmente, há uma constante necessidade de a escola trabalhar conteúdos programáticos com aplicabilidade, prática, correspondendo aos anseios de um aluno que hoje é mais questionador. Assim, os professores não têm poupado esforços para buscar metodologias que sejam significativas e atendam aos interesses e as necessidades não apenas de seus alunos, mas também de todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.
Quando se trata da formação do professor da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental uma questão que tem ocupado os meios educacionais, quer seja na academia, quer seja nas escolas daqueles níveis de ensino, é justamente o lúdico como ferramenta de ensino.
A formação lúdica se assenta em pressupostos que valorizam a criatividade, o cultivo da sensibilidade, a busca da afetividade, a nutrição da alma, proporcionando aos futuros educadores vivências lúdicas, experiências corporais, que se utilizam da ação, do pensamento e da linguagem, tendo no jogo sua fonte dinamizadora (SANTOS, 1997, p. 35)
Vale lembrar que o entendimento do jogo como recurso pedagógico passa pela concepção de que, se a escola tem objetivos a atingir e se o aluno buscar a construção do seu conhecimento, qualquer atividade dirigida e orientada visa a um resultado e possui finalidades pedagógicas. Utilizado em sala de aula, o jogo torna-se então meio para a realização dos objetivos educacionais, e o aluno, ao praticá-lo nesse contexto, perderia sua ação livre, iniciada e mantida unicamente pelo prazer de jogar 
É necessário entender que a utilização do lúdico como ferramenta de ensino-aprendizagem na sala de aula pode aparecer como um caminho possível para ir ao encontro da 
formação integral das crianças e do atendimento de suas necessidades. 
“a escola é um elemento de transformação da sociedade, sua função é contribuir, junto como outras instâncias da vida social, para que essas transformações se efetivem. Nesse sentido, o trabalho de cada escola deve considerar as crianças como seres sociais e trabalhar com elas no sentido de que sua integração seja construtiva” (FRIEDMANN, 1996, p. 23).
Entende-se então que a educação escolar é um processo historicamente construído, e o educador possui um papel nesse processo, devendo estimular o educador a buscar sua identidade e atuar de forma crítica a reflexiva na sociedade. 
 
1. METODOLOGIA
O presente estudo no que se refere aos jogos gramaticais como ferramenta de ensino da Língua Portuguesa no Ensino Fundamental II, está ligado e/ou enquadrado na linha de pesquisa Linguística Aplicada, a pesquisa será realizada em uma turma do 6° Ano do turno matutino da Escola Estadual professor Romerito da Silva Brito. 
Vale frisar que o estudo em questão se baseia na pesquisa-ação, visto que é uma pesquisa de cunho social e por está relacionado à resolução de um problema coletivo, o mesmo tem como suporte o teórico Cunha (2004), por meio do método de abordagem a pesquisa quali-quantitativa com base filosófica e epistemológica no empirismo defendido por Cunha, visto que qualquer investigação em ciências sociais deve está interligada a observação de fatos ou fenômenos, que se deseja conhecer e ir a fundo nesses conhecimentos, para possíveis soluções futuras. 
Durante a pesquisa, como embasamento, optaremos pelo o método de procedimentos comparativo, pois esse procedimento nos permite investigar de maneira verídica a explicação dos fenômenos sociais, em meio a situações concretas e reais em estudos realizados, averiguando suas diferenças e semelhanças no que tange o tema norteador. A referida pesquisa está delimitada a questão dos “Jogos gramaticais como ferramenta de ensino da Língua Portuguesa no 6º ano do Ensino Fundamental II, na Escola Estadual Professor Romerito da Silva Brito, em Juruá – Am.”
O campo de pesquisa desse presente estudo foi a Escola Estadual Professor Romerito da Silva Brito
1. CRONOGRAMA
	MÊS/ETAPAS
	AGO
	SET\OUT
	NOV\DEZ
	JAN\FEV
	MAR\ABR
	MAIO
	JUN
	Levantamento Bibliográfico
	X
	X
	X
	
	
	
	
	Coleta de Dados
	
	
	X
	
	
	
	
	Análise dos Dados
	
	
	X
	
	
	
	
	Redação do Trabalho
	
	X
	X
	X
	
	
	
	Revisão e Redação Final
	
	
	
	X
	X
	
	
	Entrega do TCC
	
	
	
	
	
	X
	
	Defesa do TCC
	
	
	
	
	
	
	X
1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANTUNES, Celso. O jogo e a educação infantil – falar e dizer / olhar e ver / escutar e ouvir. 2. Ed. Fascículo 15 – Na sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2003.
AZEVEDO, Antonia C. P. de. Brinquedoteca no Diagnóstico e Intervenção em Dificuldades Escolares. Campinas: Alínea, 2004.
BAQUERO, Ricardo. Vygotsky e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.	
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1988. p.66.
CUNHA, Nylse Helena Silva. Brinquedo, Linguagem e Alfabetização. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2004.
FRIEDMANN, Adriana. Brincar: crescer e aprender. O resgate da cultura infantil. São Paulo: Moderna, 1994. 
MALUF, A. C. M. Atividades lúdicas para educação infantil: Conceitos, orientações e práticas. Petrópolis: Vozes, 2009.
MALUF, Antonio Carlos Magalhães. Atividades lúdicas para a educação infantil: conceitos, orientações e práticas.Petrópolis: Vozes, 2009.	
MALUF, Antonio Carlos Magalhães. Brincar Prazer e Aprendizado. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
RAMOS, José Ricardo da Silva. Dinâmicas, Brincadeiras e Jogos Educacionais. Rio de Janeiro. Editora DP&A,2003. 
SANTOS, S. M. P. dos (Org). Lúdico na formação do educador. Petrópolis: Vozes, 1997.

Mais conteúdos dessa disciplina