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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO 
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE RIBEIRÃO PRETO 
DEPARTAMENTO DE MATERIAIS DENTÁRIOS E PRÓTESE 
ÁREA DE PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL 
 
 
 
SISTEMA DE CONEXÃO 
 
 
 
Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2019 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 2 
 
SISTEMA DE CONEXÃO 
 
Como já foi relatado, a Prótese Parcial Removível é dividida em sistemas 
(suporte, retenção, conexão, sela e dentes artificiais e estabilização) de modo a 
facilitar o entendimento do assunto, ou seja, é uma maneira didática de apresentar a 
PPR, sem, no entanto, haver possibilidade de algum sistema existir ou agir sem a 
presença dos elementos dos outros sistemas. Como também já foi dito, a PPR é um 
aparelho biomecânico bilateral, que envolve os dois lados do arco a qual faz parte. 
Desta forma, sempre é necessário conectar os elementos da PPR dos dois lados da 
arcada. Os elementos responsáveis por esta conexão e transmissão de forças aos 
elementos suportes são chamados de conectores e fazem parte do sistema de 
conexão. 
 Os conectores são classificados em conectores maiores ou barras de união e 
conectores menores. Os conectores maiores têm a função de unir os elementos da 
prótese, os conectores menores têm a função de unir os elementos ao conector 
maior. É importante enfatizar que ambos conectores são rígidos para realmente 
distribuírem uniformemente as forças mastigatórias. 
No entanto, podem existir diferenças entre os conectores maiores quanto à 
finalidade principal, tais como: enquanto o conector maior maxilar se destina 
principalmente a propiciar suporte, o conector maior mandibular tem a função de 
promover retenção indireta. A obtenção de retenção indireta é uma tentativa de 
minimizar ou neutralizar a linha de fulcro. A linha de fulcro é uma linha imaginária 
que passa pelos pilares mais posteriores da prótese e que determina um eixo pelo 
qual a prótese tende a girar. Em outras palavras, o conector maior terá a função de 
minimizar a movimentação da prótese provocada principalmente pela resiliência da 
fibromucosa, que é mais evidente em casos de extremidades livres. 
Também é necessário enfatizar que existem diversos tipos de conectores 
maiores que deverão se selecionados para os determinados casos clínicos de 
acordo com alguns critérios que serão abordados oportunamente. 
 
1. CONECTORES MAIORES 
 É importante salientar novamente que o conector maior deverá ser 
obrigatoriamente rígido para não se deformar e promover ampla distribuição de 
forças de modo a evitar torque aos dentes suportes. Além da rigidez, existem outros 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 3 
requisitos necessários aos conectores maiores: impedir traumatismos ao tecido 
gengival, desta forma deverão situar-se distantes da gengiva marginal livre cerca de 
6 mm (conectores maxilares) a 4 mm (conectores mandibulares), cruzar a linha 
média em ângulo de 900, possuir bordas arredondadas manter contorno natural das 
estruturas subjacentes e evitar impacção alimentar. 
 
1.1. CONECTORES MAIORES MAXILARES 
1.1.1. BARRA PALATINA 
 É o conector maxilar mais utilizado, indicado principalmente em casos de 
espaços protéticos pequenos bilaterais. A barra deve ter uma largura mínima de 8 
mm e espessura suficiente para não se deformar frente às forças mastigatórias 
(Fig.1 e 2). Seu uso é contra-indicado em casos de palato profundo e casos de tórus 
palatino proeminente e inoperável. 
 
 
Fig.1. Barra palatina. Fig.2. Barra palatina. 
 
1.1.2. BARRA PALATINA ÂNTERO-POSTERIOR 
 É um conector que é composto por duas barras como o próprio nome indica, 
uma anterior que acessa a região dos dentes anteriores e a posterior que acessa os 
espaços edêntulos correspondentes aos dentes posteriores. É importante que a 
barra anterior tenha largura entre 6 a 8 mm e que haja distância mínima de 15 mm 
entre as duas barras (Fig.3 e 4) para evitar o acúmulo de alimentos e incômodo ao 
paciente. É importante também que a barra posterior se localize próxima ao limite 
palato duro-palato mole para evitar desconforto. Este conector pode ser indicado em 
casos de dentes anteriores ausentes ou em alguns casos de dentes anteriores com 
prognóstico duvidoso e também em casos de presença de tórus palatino volumoso e 
Mínimo de 8 mm 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 4 
inoperável. Seu uso é contraindicado em casos de presença de palato profundo 
porque impede adequada adaptação da barra posterior nesta região. 
 
 
Fig.3. Barra palatina ântero-posterior. Fig.4. Barra palatina ântero-posterior. 
 
1.1.3. BARRA PALATINA SUSPENSA 
 Este conector é uma modificação da barra palatina dupla. No entanto, ao 
contrário da barra anterior da barra ântero-posterior que se aloja sobre os tecidos 
subjacentes, a barra suspensa se aloja nas superfícies palatinas dos dentes 
suportes (Figs.5 e 6). Desta forma, é necessário que os pilares tenham coroas 
clínicas longas para permitir este alojamento. Também o paciente deve ser alertado 
em relação à importância do cuidado redobrado da higienização pelo fato de haver 
recobrimento da gengiva marginal livre. As extremidades desta barra deverão 
sempre estar alojadas em nichos devidamente preparados. Este conector também é 
indicado em casos de dentes anteriores com prognóstico duvidoso que necessitam 
de estabilização, ausência de dentes anteriores e em casos de tórus palatino 
volumoso e inoperável. 
Seu uso também é contraindicado em casos de presença de palato profundo 
porque impede adequada adaptação da barra posterior nesta região. 
 
15 mm 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 5 
 
Fig.5. Barra palatina suspensa. Fig.6. Barra palatina suspensa. 
 
1.1.4. BARRA PALATINA EM FORMA DE U OU FERRADURA 
 Como o próprio nome indica é uma barra palatina em forma de U ou em forma 
de ferradura. É fundamental que a largura desta barra também seja de no mínimo 8 
mm para evitar a deflexão durante o ato mastigatório e a higienização da prótese 
pelo paciente (Fig.7 e 8). Também deve ser mais ampla e menos espessa possível 
para não provocar desconforto ao paciente. No entanto, muitos autores 
contraindicam sua utilização devido ao fato de se alojar sobre as rugosidades 
palatinas interferindo com a fonética do paciente e em casos de extremidades livres 
devido à maior flexão existente. É um conector indicado em casos de dentes 
anteriores ausentes, em casos de palato profundo e casos de tórus palatino 
volumoso e inoperável. 
 
Fig.7. Barra palatina em forma de U. Fig.8. Barra palatina em forma de U e 
presença de tórus palatino (seta). 
 
 
mínimo de 
8 mm 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 6 
1.1.5. CONECTOR PALATINO COMPLETO 
 É um conector indicado para casos de necessidade de suporte, ou seja, 
casos de extremidades livres ou grandes espaços edêntulos. Antigamente era 
confeccionado somente em metal (Fig.9), hoje em dia é composto por metal e 
resina, sendo denominado conector palatino completo misto (Fig.10). A vantagem de 
utilizar resina é que a prótese pode ser reembasada periodicamente, é mais leve e 
mais estética. 
 
 
Fig.9. Conector palatino completo 
metálico. 
Fig.10. Conector palatino 
completo misto. 
 
Como foi mencionado, existem alguns critérios para a seleção dos conectores 
maiores. Dentre os necessários para indicação dos conectores maxilares, podem ser 
citados: necessidade de suporte, presença de tórus palatino, necessidade de 
substituição de dentes anteriores, estabilização dos dentes, estética, preferência do 
paciente (fator não determinante, mas que deve ser levado em conta) e necessidade 
de retenção indireta (minimiza o movimento de rotação da prótese). 
 
1.2. CONECTORES MAIORES MANDIBULARES 
 
1.2.1. BARRA LINGUAL 
 É o conector mandibularmais utilizado devido à simplicidade do desenho. 
Possui secção transversal em forma de meia pêra. Para sua indicação, a distância 
mínima necessária entre o assoalho da boca e a barra é de 3 mm e da barra à 
gengiva marginal livre é de 3 mm (Fig.11). É importante que ela tenha uma largura 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 7 
mínima de 4 mm para não sofrer flexão. Desta forma este conector está indicado 
quando a distância entre a margem gengival e o assoalho da boca for no mínimo de 
9 a 10 mm. Além disto, é necessário que seja feito um alívio de cera na região sob a 
estrutura para evitar traumatismos na mucosa subjacente que é muito fina e 
susceptível a traumas (Fig.12). Assim, evita-se também a reabsorção óssea nesta 
região e posterior perda dentária. 
A barra lingual é indicada em casos em que não há necessidade de obter 
retenção indireta com o próprio conector maior e contraindicada em casos classe I 
de Kennedy, em casos de distância pequena entre o assoalho da boca e a gengiva 
marginal livre, em casos de inserção alta de freio lingual e presença de tórus lingual 
volumoso e inoperável. 
 
 
Fig.11. Barra lingual. Distâncias entre a 
barra e a gengiva marginal livre e o 
assoalho da boca. 
Fig.12. Barra lingual. Largura mínima da 
barra. Alívio de cera sob a estrutura 
(seta). 
 
1.2.2. BARRA LINGUAL DUPLA 
A barra lingual dupla ou grampo contínuo de Kennedy é um conector 
constituído por uma barra lingual inferior e uma barra superior localizada na face 
lingual dos dentes inferiores, indicada quando há necessidade de se obter retenção 
indireta com o próprio conector maior, como em casos classe I de Kennedy. A 
distância mínima ente as barras deverá ser no mínimo de 3 mm para evitar 
impacção alimentar e desconforto ao paciente. Também é necessário que os dentes 
suportes que alojam suas extremidades tenham nichos devidamente preparados 
para a colocação da barra (Fig.13). A barra lingual dupla também é contraindicada 
3 mm 
3 mm 
4 mm 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 8 
em casos de distância pequena entre o assoalho da boca e a gengiva marginal livre, 
em casos de inserção alta de freio lingual, presença de tórus lingual volumoso e 
inoperável e dentes com coroas curtas, porque o espaço entre as duas barras torna-
se pequeno, permitindo maior impacção alimentar. 
Quando existem diastemas há necessidade de confecção da barra lingual 
dupla descontínua que não compromete a estética do paciente (Fig.14). Em casos 
de dentes apinhados, a adaptação da barra superior torna-se bastante 
comprometida desaconselhando a sua indicação. 
 
 
Fig.13. Barra lingual dupla. Extremidades 
alojadas nos nichos preparados. 
 Fig.14. Barra lingual dupla descontínua. 
 
1.2.3. PLACA LINGUAL 
 A placa lingual nada mais é que uma fusão das barras superior e inferior da 
barra lingual dupla (Fig.15), indicada principalmente quando há impedimento para 
colocação de uma barra lingual ou barra lingual dupla devido à distância pequena 
existente entre o assoalho da boca e a gengiva marginal livre, em casos de 
presença de freio lingual com inserção alta ou presença de tórus lingual volumoso e 
inoperável. Também permite a substituição de dentes anteriores, sendo indicada em 
casos de dentes com prognóstico duvidoso ou ausentes (Fig.16). Apresenta o 
inconveniente de impedir o massageamento normal dos tecidos que recobre. 
 
 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 9 
 
Fig.15. Placa lingual. Fig.16. Placa lingual. Note a 
possibilidade de substituição de dente 
anterior. 
 
1.2.4. PLACA DENTAL 
 É um conector semelhante à placa lingual que se difere por não recobrir a 
gengiva marginal, somente terço médio e cervical dos dentes suportes (Fig.17). 
Possui as mesmas indicações da placa lingual, ou seja, casos de presença de freio 
lingual com inserção alta ou presença de tórus lingual volumoso e inoperável. 
Também permite a substituição de dentes anteriores, sendo indicada em casos de 
dentes com prognóstico duvidoso ou ausentes. Tem a vantagem de permitir o 
massageamento da gengiva marginal livre, diferentemente da placa lingual. 
 
 
Fig.17. Placa dental. 
 
 
1.2.5. BARRA SUBLINGUAL 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 10 
 Conector bastante utilizado na Europa, que é uma modificação da barra 
lingual, localizado próximo ao assoalho bucal, sem interferir na musculatura da 
região. Tem uma secção transversal em meia gota, sendo que a porção mais larga 
se localiza na região mais inferior, permitindo assim maior resistência à flexão lateral 
quando em função. Ë indicada em casos de grandes reabsorções alveolares devido 
a problemas periodontais. 
 
1.2.6. BARRA VESTIBULAR 
 É um tipo de conector utilizado em casos raros, de grande inclinação dos 
dentes inferiores para lingual (Fig.18) ou de presença de tórus lingual que impede a 
colocação de qualquer tipo de barra na região lingual do arco mandibular. A barra 
vestibular deve situar-se no sulco labial, com largura maior que a barra lingual 
porque se localiza num arco de maior curvatura, propiciando maior rigidez (Fig.19). 
 
 
Fig.18. Enceramento da barra 
vestibular. Note a inclinação lingual 
dos dentes. 
Fig.19. Barra vestibular. Note a largura 
da barra. 
 
1.2.7. SWINGLOCK 
 É um conector constituído por uma placa lingual e uma barra vestibular 
articulada (Fig.20), ou seja, esta barra é unida ao conector maior por uma dobradiça 
de um lado e fecho do outro (Fig.21). O suporte é obtido pelos apoios nos elementos 
suportes, a estabilidade e reciprocidade pela placa lingual e a retenção pelos 
grampos tipo barra nas superfícies vestibulares (Fig.20). 
Este conector é indicado em casos de dentes suportes, tratados 
periodontalmente, mas com prognóstico duvidoso, dentes e tecidos moles com 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 11 
contornos desfavoráveis. Seu uso é contraindicado em casos de inserção alta de 
freio labial ou presença de vestíbulo raso porque impedem a colocação da barra 
vestibular. 
 
 
Fig.20. Swinglock. Presença de grampos 
tipos barra. 
Fig.21. Swinglock com barra vestibular 
com dobradiça (a), fecho (b) e placa 
lingual (c). 
 
Dentre os critérios necessários para indicação dos conectores mandibulares, 
podem ser citados: principalmente necessidade de retenção indireta, presença de 
tórus lingual, necessidade de substituição de dentes anteriores, estabilização dos 
dentes, estética, preferência do paciente (fator não determinante, mas que deve ser 
levado em conta). 
 
2. CONECTORES MENORES 
 São também componentes rígidos que unem os elementos da PPR (apoios) 
ao conector maior que têm a função de transmitir as forças aos dentes suportes e ao 
restante da estrutura da PPR. Podem ser dos seguintes tipos: interdentais, proximais 
ou rede de retenção (Fig.22) porque fazem a união dos dentes artificiais e base da 
prótese ao conector maior. 
É importante que a confecção dos conectores menores siga os seguintes 
princípios: 
a) não devem ser posicionados em regiões convexas dos dentes para evitar 
desconforto ao paciente. Desta forma, é necessário que estejam localizados nas 
a 
b 
c 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 12 
regiões das ameias e que nestas regiões sejam feitos alívios para evitar efeito de 
cunha; 
b) devem cruzar os tecidos gengivais em ângulo reto; 
c) deve existir espaço mínimo de 5 mm entre dois conectores menores adjacentes 
para evitar a impacção alimentar; 
d) devem apresentar a região próxima ao conector maior mais larga do que a região 
que faz contato com os dentes 
e) devem contactar as superfícies axiais proximais e linguais ou palatinas chamadas 
planos-guia, naturais ou preparadas para propiciar paredes paralelas entre si e com 
a trajetóriade inserção, de forma a individualizar a trajetória de inserção e remoção 
da PPR, aumentando assim a estabilidade da prótese. 
 
 
 
Fig.22. Conectores menores: interdental (a), 
proximal (b), rede de retenção (c). 
 
 
OBS. Apesar de não serem conectores, é importante comentar a respeito de dois 
componentes da estrutura metálica: top tissular e linha de término. Nas PPRs de 
extremidades livres, na região posterior às redes de retenção, são confeccionados 
elementos chamados top tissulares que impedem que a estrutura de PPR se 
desloque, saindo de posição, durante os procedimentos de prensagem da prótese 
(Figs.23 e 24). 
Nas regiões em que a base de resina acrílica da PPR se une ao conector 
maior são confeccionadas as linhas de término (Fig.24) que permitem melhor 
acabamento da resina e metal, evitando excesso de volume de resina nesta região. 
 
5mm 
a 
c 
b 
Sistema de conexão – Profa. Dra. Valéria Oliveira Pagnano de Souza 
 13 
 
Fig.23. Top tissular (seta). Fig.24. Linha de término (a) e top tissular 
(b). 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA: 
1. CARR, A.B., MC MC GIVNEY, G.P. BROWN, D.T. Mc Cracken Prótese Parcial 
Removível. 12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 
2. ZANETTI, A.L.; LAGANÁ, D.C. Planejamento:Prótese Parcial Removível. São 
Paulo: Sarvier,1996. 
3. TODESCAN, R. et al. Atlas de Prótese Parcial Removível. São Paulo: Santos, 
1996. 
4. DAVENPORT, J.C. et al. A clinical guide to Removable Partial Denture design. 
2nd. ed., London: British Dental Association, 2000. 
5. PHOENIX, R.D.; CAGNA, D.R.; DEFREEST, C.F. Prótese Parcial Removível 
Clínica de Stewart. 3 ed. São Paulo: Quintessence, 2007. 
6. BEZZON, O.L.; RIBEIRO, R.F.; MATTOS, M.G.C. Apostila de Prótese Parcial 
Removível. FORP-USP, 1995. 
 
a 
b

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