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Design de Loja e Visual Merchandising 
 História do visual merchandising: Vitrines, Exposições universais, lojas de 
departamentos, consumo online 
 SEMIÓTICA: A nossa mente tem acesso ao mundo externo por meio de 
representações. Esta criação – a representação de determinada coisa – é 
chamada de signo. A palavra semiótica vem do grego, em que semeion 
significa signo, e ótica, ciência. Semiótica, portanto, é o estudo dos signos 
e de como os percebemos em nossa vida. A semiótica é a ciência do 
funcionamento do pensamento, destinada a explicar como o ser humano 
interpreta o entorno/ambiente envolvente, cria conhecimento e o 
partilha. 
 Símbolos, índice, ícones 
 Os símbolos são imagens de marca e de identidade, só são percebidos por 
quem os conhece 
 Os índices são indicativos que comunicam mensagens que não estão 
completas, apenas sugeridas 
 Os ícones são signos visuais diretos 
 VAREJO: “Varejo consiste nas atividades de negócios envolvidas na venda 
de qualquer produto ou prestação de qualquer serviço a consumidores 
finais, para utilização ou consumo pessoal, familiar ou residencial” 
 PDV: ou ponto de venda, é qualquer estabelecimento comercial que 
exponha serviços ou produtos para a venda aos consumidores” 
 MARCA: Elemento material (nome, desenho, cor) e imaterial (valores) 
que representam uma empresa, bem, serviço ou ideia, para que o cliente 
crie identificação (com a marca) e, ao mesmo tempo, diferenciação dos 
concorrentes. A marca no ponto de venda deve contar a cultura da 
empresa, do produto, articular o imaginário comunicar os valores, o 
propósito, a estética e o desejos do consumidor 
 MERCHANDISING: São ações desenvolvidas no ponto de venda com o 
objetivo de fornecer informações e visibilidade aos produtos, marcas e 
serviços, tendo como propósito influenciar as decisões de compra dos 
consumidores 
 VISUAL MERCHANDISING: Estratégia de vendas para ambientar o ponto 
de venda, adequando a disposição dos mobiliários, equipamentos e 
produtos, visando funcionalidade, agilidade, harmonia e sedução do 
cliente. 
 MARKETING: um processo de planejamento, execução, preço, 
comunicação e distribuição de ideias, bens e serviços, de modo a criar 
trocas (comércio) que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais 
 O design de loja e o visual merchandising preparam o ambiente para a 
compra, com o objetivo de chamar a atenção para o espaço em 
exposição, motivando e induzindo o consumidor a comprar 
 Os objetivos do visual merchandising são: 
1. Favorecer o ato da compra; 
2. Facilitar o percurso do cliente por todo o PDV, por meio da setorização, 
trilhas e placas orientativas; 
3. Aumentar a legibilidade da oferta, sugerindo oportunidades e propondo 
comparação de preços; 
4. Oferecer um serviço coerente com a imagem da marca, por meio da 
utilização de uniformes pela equipe de vendas, sinalização, provadores 
adequados, espaços de descanso e caixas rápidos. 
5. Dar a noção de qualidade total, com cuidados que valorizam os produtos; 
6. Eliminar estoques no PDV e provocar estoque do produto no lar; 
7. Gerar tráfego nas lojas e dar incentivo aos canais de distribuição. 
 Tendências 
2 
 
 
II 
 Conceito de espaço: O espaço deve retratar e valorizar conceitos 
intrínsecos aos produtos e/ou serviços prestados. Caso a imagem da 
empresa não seja identificada, seus produtos e serviços podem ter o valor 
de mercado comprometido 
 Briefing: Um briefing adequado é o primeiro passo para o sucesso de um 
projeto. A qualidade das informações iniciais e as diretrizes do projeto de 
arquitetura são essenciais para que o arquiteto entenda as necessidades 
de seu cliente e desenvolva um trabalho em sintonia com esses anseios 
 Projeto: Uma loja é composta pelo somatório de pequenos detalhes 
(identidade visual) 
1. Arquitetura de interiores 
Envolve apenas pequenas mudanças estruturais na construção existente. Alguns 
exemplos disso seriam os interiores de residências, hotéis e restaurantes 
2. Design de interiores 
Relacionado com padrões de superfícies, ornamentos, mobiliários, acessórios, 
iluminação e materiais 
 Sensorial: Percepção, o processo mediante o qual pessoas, objetos, 
situações e acontecimentos reais são captados, selecionados, organizados 
e interpretados e se tornam conscientes para os indivíduos. É através da 
percepção que o ser humano conhece o mundo à sua volta. A captação 
do conjunto de informações nesse processo ocorre através da utilização 
dos cinco sentidos do ser humano: visão, audição, olfato, paladar e tato 
(Mattar, 2011, p. 112) 
 Cases: Business case, ou seja, um “caso de negócio” é uma experiência de 
trabalho marcante que merece ser estudada. Um case de sucesso é um 
job bem-sucedido oferecido pela sua agência a um cliente, ou seja, uma 
história que pode ser usada como modelo a se seguir. 
Quanto mais e melhor forem explorados dentro do PDV (ponto de venda), os 
aspectos sensoriais — visão, audição, olfato, tato e paladar —, mais forte e 
emocionais serão as memórias despertadas no cliente. Isso fará com que exista 
uma profunda identificação dele com a marca e com os produtos e serviços 
expostos 
III 
 Fachada: O objetivo principal do design externo é atrair a atenção do 
consumidor e então transmitir uma imagem que o estimule a entrar na 
loja. A imagem transmitida pelo ponto de venda, além de identificar a sua 
existência, possibilita definir o segmento e o público alvo. A fachada tem 
como foco: identificar, destacar e encantar. 
 Observando externamente a loja 
1. Visibilidade 
2. Interferências 
3. Acesso 
4. Vizinhança 
5. Aparência da fachada 
6. Iluminação 
7. Letreiros 
 Vitrines: O vitrinismo está profundamente relacionado com as áreas do 
Design, da Arquitetura e, como não poderia deixar de ser, com o 
Marketing. E o principal elo entre essas áreas é a comunicação visual. 
Uma vitrine atraente é aquela que apresenta os produtos de forma 
organizada e com informações claras. Na vitrine, tal qual no teatro, são 
criadas produções através de vários elementos 
 Entrada da loja: Uma loja deve exercer um poder de sedução capaz de 
atrair a pessoa que está passando por ela, prendendo e despertando sua 
atenção a ponto de fazê-la entrar. 
1. Fachada chamativa 
2. Vitrines atraentes e comunicativas 
3. Visual atual 
4. Layout (acesso livre) 
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5. Iluminação agradável 
6. Som envolvente 
7. Mix de produtos 
8. Experimentação 
 Permanecendo na loja: Da mesma forma, se a pessoa entrou na loja, ela 
deve exercer um poder de sedução, fazendo com que a pessoa 
permaneça atraída, a ponto de ter sua atenção e desejo mantidos, 
fazendo com que seu interesse permaneça e aumente conforme explore 
o seu interior 
1. Ambiente acolhedor 
2. Circulação livre 
3. Organização visual 
4. Experimentação 
5. Limpeza 
6. Segurança 
7. Cheiro agradável 
8. Mix de produtos 
9. Produto em destaque 
 
 Arquitetura interna: ESCADAS, CORES, PISO PAREDES, ILUMINAÇÃO 
O design de uma loja aparece como resposta a muitas questões de marketing 
Duas tendências são as principais: 
1. A novidade 
2. A diversão 
Muitos gostam de fazer compras, mas há os consumidores que preferem 
simplesmente receber os produtos, “pulando” a etapa da compra 
A novidade na loja atua como ímã para os contumazes 
Gente que está sempre “procurando por algo diferente” 
Diversão atrai quem não gosta de sair de casa ou de fazer compras 
 
IV 
 
 Layout: O layout de uma loja deve proporcionar um fluxo suave de 
consumidores, uma atmosfera prazerosa e um eficiente uso do espaço, 
conseguido através da distribuição dos departamentos e categorias de 
acordo com as decisões estratégicas da empresa, de forma a estimular o 
contato visual e a praticidade no acesso aos setores. No varejo, quando o 
mesmo produto é oferecido em vários pontos de venda, o que o faz se 
destacar em uma loja mais do que em outra é a forma como ele é exposto 
ao cliente 
 Açõespara facilitar a compra: 
 Planejar o percurso dentro da loja 
 Aumentar a visibilidade das ofertas 
 Prolongar o ato de compra 
 Valorizar o produto 
 Atendimento personalizado 
 Provador com conforto e segurança 
 Áreas estratégicas: As ações de merchandising estão ligadas às 
estratégias de marketing e comunicação e visam destacar os produtos e 
as marcas por meio de técnicas que deixem os espaços mais visíveis e 
atraentes 
 Ponto focal; O ponto focal deve estar localizado nas linhas de 
Visão As linhas de visão são linhas imaginárias que orientam 
consumidor para determinadas áreas ou produtos específicos. Os 
pontos focais podem ser um expositor no interior da loja, uma 
série de mercadorias cuidadosamente dispostas ou um display 
que exibe uma marca líder que atrai imediatamente a atenção 
 Comunicação visual.: A comunicação visual e a sinalização proporcionam: 
atmosfera, orientação, setorização, define as categorias e o 
direcionamento (caminhos da loja). 
1. Comunicação de parede 
2. Comunicação de solo 
3. Comunicação fixa 
4. Precificação 
85% da decisão de compra ocorre no ponto de venda (PDV), lugar em que todos 
os elementos de compra se encontram: produto, consumidor e dinheiro. 
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V 
1. Exposição de produtos; é o modo de como são apresentados os produtos 
no interior da loja. Existem técnicas de organização que deixam a 
exposição dos produtos, desde uma forma simples até uma mais 
elaborada, dependendo do tipo de produto e estratégia de venda. A 
mercadoria deve estar visível, tangível e de fácil acesso. A visão é o 
sentido dominante no ambiente de venda, principalmente para obter 
informações. 
 Como atrair o cliente por meio da exposição de produtos 
 Criar uma decoração temática 
 Ocupar os espaços estratégicos 
 Manter o ambiente iluminado 
 Manter o ambiente organizado 
Primeiro, seguindo na linha horizontal; depois na linha vertical 
Nível 1: altura do olho (entre 1,20 e 1,80m). NOBRE 
Nível 2: altura do toque (entre 0,90 e 1,20m). NOBRE 
Nível 3: altura do braço esticado (acima de 1,80m). VISIBILIDADE 
Nível 4: altura do agachamento (inferior a 0,90m). PRODUTOS GRANDES E 
PESADOS 
2. Tipos de disposição e exposição; 
Exposição por diferentes seleções de Produtos 
Os produtos são expostos de uma forma clara e de fácil leitura 
Diferentes tipos de produtos podem ser coordenados 
Os produtos são valorizados por sua disposição 
Exposição feita em paredes, superfícies e anatômica 
Exemplo: bolsas, vestidos e blazers 
 Exposição por diferentes seleções de produtos 
 Exposição por quantidade de produtos similares 
 Exposição por repetição do mesmo produto 
 Exposição por quantidade reduzida de produtos 
 
3. Tipos de composição e alinhamento; 
Composição: a harmonia de um conjunto de produtos tem como referência dois 
princípios que norteiam a organização espacial: assimetria e a assimetria. 
Composição simétrica 
 É uma exposição clássica 
 Possibilita um impacto visual 
 Valorização do produto 
 Utilização de superfície 
 Ideal para pouca quantidade de produtos 
 Exemplo: expositores de relógios 
Composição assimétrica 
 É uma exposição contemporânea 
 Possibilita um efeito visual dinâmico 
 Exposição para produtos em maior quantidade 
 O impacto é produzido pelo ritmo visual do conjunto 
 Exemplo: exposição de calçados 
Alinhamento 
A exposição de produtos seguindo um alinhamento, seja pelo equipamento em 
que está exposto ou em relação entre os próprios produtos, pode gerar duas 
linhas visuais: horizontal e vertical 
 
4. Tipos de agrupamento; 
Esse tipo de exposição procura formar conjuntos de produtos com diferentes 
critérios de seleção que determinam com grupo de produtos será exposto. 
 Agrupamento por família 
 Agrupamento por características 
 Agrupamento por cross merchandising 
 Agrupamento de produtos por preço 
 Agrupamento de produtos por coleção 
 Agrupamento de produtos por sequência 
 Agrupamento de produtos por tipo de uso 
 Agrupamento de produtos por lifestyle 
 Agrupamento de produtos por buticalização 
 Agrupar produtos por massificação 
 Agrupar produtos por conceito 
 Agrupar produtos por marca 
5. Tipos de disposição por cor e tamanho 
 Bloco: uma única cor de produtos na mesma exposição 
 Grupo: a disposição de uma ou mais cores é chamada de grupo de cores 
 Degradê: uma única cor é utilizada com variedade de tons 
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 Escala: variação de cores dentro de um espectro cromático 
 Cores alternadas: alternar as cores 
 Disposição por tamanho: na exposição de produtos levando em 
consideração o tamanho, no sentido horizontal, será crescente da 
esquerda para a direita. No sentido vertical, os produtos maiores deverão 
estar situados na parte inferior dos expositores e no alto os produtos 
menores. 
6. Hierarquia cromática: Neste caso, a disposição leva em consideração a 
exposição dos produtos isolados ou em grupos, focando no efeito visual 
que o conjunto proporciona ao ser visualizado de longe. Esse tipo de 
exposição explora a hierarquia de claro e escuro, mantendo o mais escuro 
no centro ou em baixo ou hierarquia de cores quentes e frias, mantendo 
as mais quentes no centro e na parte superior 
7. Hierarquia volumétrica: Nesse caso, a disposição leva em consideração o 
peso visual, com relação ao tamanho dos produtos. A exposição 
volumétrica pode ser feita de forma crescente ou decrescente. Esse tipo 
de exposição explora a hierarquia do menor para o maior, mantendo o 
maior no centro ou na área inferior 
VI 
 
1. Cor: As cores são os primeiros itens na percepção de uma marca; são a 
base da comunicação. Uma loja pode fazer da cor o principal elemento de 
sua identidade. Utilizando uma cor exclusiva ou uma variedade de cores 
como parte da identidade visual, ela se torna parte da rubrica da 
empresa. 
Teoria das cores: Quando se trabalha com cores, a representação gráfica 
que melhor as representa, e por isso é a mais utilizada, é o disco de cores. 
Com dele, as cores estão dispostas de uma forma simples e de fácil 
entendimento. O círculo cromático é baseado nas três cores primárias: 
amarelo, vermelho e azul. 
A cor primária, com alta intensidade de cor, também é chamada de cor 
pura ou cromática. O oposto às cores puras é chamado de cores neutras 
ou acromáticas: cinza, branco e preto. Quando misturadas entre si, as três 
cores primárias são capazes de reproduzir todas as outras cores. A 
mistura de duas cores primárias produz uma cor secundária. 
Cores frias, que derivam do azul, violeta e verde, associam-se a água, frio, 
gelo, mar, céu e árvores, e são muito utilizadas em espaços físicos para 
trazer uma sensação de calma e relaxamento, como farmácias e 
academias. 
Já as cores quentes, que derivam do amarelo, laranja e vermelho, são 
associadas ao sol, ao fogo e ao vulcão. 
 Análogas 
Combina uma cor com as suas vizinhas 
 Complementares 
Combina cores que são opostas 
 Tríade 
Combina 3 cores que possuem a mesma distância entre si 
2. Iluminação; O uso da iluminação adequada, além de destacar melhor os 
produtos expostos, apresentando suas características e qualidades, cria 
um clima estimulante para quem está no ambiente. Dependendo do tipo 
de loja, se há falta de luminosidade, isso transmite uma imagem de 
economia e acaba influenciando no humor do cliente. As lojas, portanto, 
devem estar bem iluminadas tanto durante o dia quanto à noite 
 Iluminação direta 
 Iluminação indireta 
 Iluminação geral ou destaque 
Temperatura da cor: 
A temperatura da cor, grandeza que expressa a aparência da cor da luz, é 
representada pela unidade de medida kelvin 
Quanto mais alta a temperatura de cor, mais branca será a cor da luz emitida 
Existem três principais temperaturas 
 Luz amarela, sensação de quente próximo a 3000k 
 Luz branca neutra, próximo a 4000k 
 Luz branca azulada, acima de 5000k 
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3. Equipamentos; criar oportunidade para que o cliente veja e toque os 
produtos deveser uma constante preocupação 
Dessa forma, uma conexão emocional entre o cliente e o produto será criada 
A maior vantagem que as lojas físicas têm em relação às lojas on-line é permitir 
ao cliente sentir os produtos 
 Racks 
 Ilhas 
 Gôndolas 
 Ponta de gôndolas 
 Mesas 
 Manequins 
4. Vitrines; uma vitrine atraente é aquela que, além de apresentar os 
produtos de forma organizada e com informações claras, faz com que o 
cliente pare na frente dela. Para que um produto esteja bem exposto, é 
necessário o uso de algumas técnicas de composição rápidas e simples, 
que trarão ótimos resultados em termos de visualização, atraindo a 
atenção do cliente. 
Objetivos da vitrine 
 Mostrar o mix de produtos e serviços que são oferecidos no interior 
da loja 
 Mostrar lifestyles e estilos de produtos que são oferecidos no interior 
da loja 
 Mostrar as faixas de preços dos produtos que são oferecidos no 
interior da loja 
 Vitrine fechada 
 Vitrine aberta 
 Vitrine aberta no fundo, 
 Sem vitrine 
 Vitrine em projeção 
Elementos que formam a vitrine 
 Piso 
 Lateral 
 Fundo 
 Teto 
 Vidro 
Técnicas de composição da vitrine 
Quando expomos um produto na vitrine é preciso que ele esteja de forma 
atraente e equilibrada com materiais, equipamentos e demais produtos que farão 
parte da exposição. 
Ponto focal 
Ponto focal é a altura em que os produtos são expostos, e onde deve estar 
posicionado o produto principal. É o espaço de maior visibilidade e atração do 
cliente. 
Composição 
Os elementos para composição de uma vitrine são linhas, simetria, assimetria, 
repetição, ritmo, irradiação, unidade e variedade 
Função das vitrines: 
 Prestígio 
 Institucional 
 Publicitária 
 Impulso 
 Cotidiana 
 Data especial 
 Temática 
 Promocional 
5. Calendário e diagnóstico 
 Datas comemorativas: determinada data (ex.: aniversário da empresa, da 
cidade etc.). 
 Datas especiais: datas festivas (ex.: Natal, Dia das Mães). 
 Temáticas: temas e estilos especiais; lançamentos de coleções ou 
exposição de conceitos e atitudes (ex.: rebelde, dinâmica, urbana, clean). 
 Oportunidades: vendas em épocas de pouco movimento ou a cada 
término de estação (ex.: liquidações, descontos). 
Diagnósticos *ver tabela modelo

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