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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIENCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO 
– CAMPUS CODÓ 
Aluno: Matheus Costa da Silva 
Disciplina: Pós-colheita da produção agrícola 
Atividade Avaliativa 
INTRODUÇÃO 
Dentre os anos de 1940 a 1960 foram implantados no Brasil armazéns conhecidos por 
“convencionais de fundo plano”, com inexistência de transportadores desde á carga até 
descarga. Tais armazéns destinavam-se á finalidade de utilização de sacarias, principalmente 
para armazenagem de café e arroz. Com a granelização, sucedida nos anos 60, esses armazéns 
se tornaram obsoletos com serventia somente para café e algodão, porém sem utilidade para a 
armazenagem dos produtos de amplas lavouras de grãos a granel. No ano 2000 ocorreu á 
aprovação da lei identificada pelo número 9.973, que se dedica unicamente a armazenagem de 
grãos no Brasil. 
As unidades armazenadoras de grãos são caracterizadas para receber e conservar a produção de 
grãos em excelentes condições, sucessivamente fazendo sua distribuição, sendo denominadas 
por silos e armazéns. As propriedades nutricionais dos grãos não podem ser modificadas, 
podendo somente ser preservada no decorrer do armazenamento. Enfim, as unidades 
armazenadoras devem apresentar de fato um local adequado para a recepção, limpeza, secagem, 
armazenagem e expedição dos grãos preservando sempre a qualidade do grão. 
Sendo assim as etapas começa na colheita dos grãos, pode ser manual ou mecanizada, nos quais 
chega à maturação fisiológica, em seguida o grão é transportado até o armazém, onde acontece 
o pré-processamento do grão, identificando grãos úmidos e secos, os úmidos serão destinados 
á pré-limpeza e uma pré-secagem no silo pulmão, logo o grão seco é destinado à secagem, 
limpeza e armazenagem e a expedição, local onde se realiza o carregamento em caminhões que 
vão transportar o grão até seu destino. 
A capacidade de armazenamento de grãos no Brasil progrediu bastante no decorrer dos últimos 
anos, no entanto necessita de melhorias. Segundo informações obtidas no site da CONAB, a 
capacidade estática de armazenagem de grãos no Brasil é entorno de 166 milhões de toneladas. 
 
UNIDADES ARMAZENADORAS 
As unidades armazenadoras de grãos são aquelas destinadas a receber a produção de grãos, 
conservá-los em perfeitas condições e redistribuí-los posteriormente. São os chamados silos e 
armazéns. A qualidade dos grãos não pode ser melhorada, apenas preservada durante um bom 
armazenamento. 
Possui a finalidade de manter a qualidade do produto para ser consumido futuramente além de 
diminuir os efeitos das variações de preços e continuidade de consumo. 
 
Rede Armazenadora de Grãos 
É o aparelhamento destinado a receber a produção de grãos (na maioria das vezes ainda 
úmidos), conserva-las em perfeitas condições técnicas e posteriormente redistribuí-los. 
 
Unidade Armazenadora 1: Unidade de Fazenda 
Localizada na fazenda e prestando serviço a um só usuário. 
 
 
Unidade Armazenadora 2: Unidade Coletora 
Localizadas próximas as fazendas, servindo a vários usuários 
 
Unidade Armazenadora 3: Unidades Intermediárias 
São caracterizadas como centros de convergências de produtos procedentes de unidades 
coletoras e das fazendas, localizados em pontos chaves do sistema viário 
 
Unidade Armazenadora 4: Unidades terminais ou sub-terminais 
Localizadas nas agroindústrias ou nos portos 
 
 
A importância da temperatura e umidade no funcionamento do silo 
Para o correto funcionamento do silo, tanto a temperatura quanto a umidade são fundamentais, 
exercendo grande influência na qualidade dos grãos. Neste sentido, a umidade e a temperatura 
elevada são variáveis que afetam a qualidade do grão, promovendo o aquecimento da massa e 
até a sua deterioração. 
A decomposição dos grãos também irá provocar a liberação de gases inflamáveis (metano), 
podendo inclusive gerar explosões. Além disso, se a umidade dos grãos ficar muito baixa, 
haverá maior facilidade de ocorrência de danos mecânicos, como grãos quebrados ou trincados, 
o que diminui o valor do produto. 
Assim, tanto a umidade quanto a temperatura devem ser controladas, variando em função da 
espécie e composição química dos grãos. Em média, a umidade de armazenamento dos produtos 
fica em torno de 13%, valores maiores serão prejudicais aos grãos. 
 
ARMAZENAMENTO CONVENCIONAL 
A maior parte dos grãos no Brasil é armazenada em sacos tecnicamente dispostos em armazém, 
o saco de grãos, é uma unidade que se adapta ao manuseio e ao comércio em pequena escala. 
Vantagens: oferece condições para manipular quantidades e tipos de produtos variáveis, 
simultaneamente; permite individualizar produtos dentro de um mesmo lote; em caso de 
deterioração localizada, existe a possibilidade de removê-la sem o remanejamento de todo o 
lote; e menor gasto inicial com instalação 
Desvantagens: elevado custo da sacaria; elevado custo de movimentação. 
 
ARMAZENAMENTO A GRANEL 
Uma unidade armazenadora de cereais deve satisfazer a finalidade de armazenar o produto por 
determinado período e manter suas qualidades desejáveis para utilização futura. Nesse tipo, o 
produto é colocado totalmente no silo sem as embalagens. 
Vantagens: dispensa uso de embalagens, reduzindo custos; fácil controle dos efeitos de 
temperatura; menor espaço por unidade de peso armazenado; maior cadência operacional. 
1. Silos Verticais 
Nesse tipo de silo a altura (h) é maior que o diâmetro (D). 
 
2. Silos horizontais 
Silos horizontais ou graneleiros possuem uma maior dimensão na horizontal, podem ter 
divisórias (septos), ser circulares, porém a maioria são retangulares. 
 
✓ Limitações operacionais: 
✓ Baixa cadência operacional; 
✓ Emprego frequente da aeração; 
✓ Necessita manter a massa de grãos com teor de água mais baixo que no silo vertical; 
✓ Apresenta dificuldade na prática do expurgo, inviabilizando a estocagem a longo prazo; 
✓ Maiores riscos de deterioração em razão de ser grande massa do produto estocado; 
✓ Há dificuldade para a instalação de um sistema eficiente de termometria. 
OUTROS TIPOS DE SILOS: 
Silo armazenador: recebe o produto limpo após secagem em secador e recebe aeração quando 
necessário para uniformizar a umidade e resfriar a massa de grãos; 
Silo secador: recebe ar natural ou aquecido para secagem dos grãos. “Este processo é lento e a 
umidade não deve ser elevada, já que pode ocorrer o aquecimento da massa e fermentação, o 
que afeta sua qualidade”, explica Fabiana; 
Silo de espera (também chamado de silo pulmão): são silos de apoio durante o recebimento 
dos grãos, pois armazenam os grãos limpos, porém úmidos, por poucas horas até o momento 
dos grãos irem para o secador e atingir a umidade desejada para o armazenamento. “Esse tipo 
de silo deve possuir sistema de ventilação de ar natural para evitar o aquecimento da massa de 
grãos devido a umidade elevada”, lembra a docente; 
Silo de expedição: são silos suspensos que recebem os grãos dos silos armazenadores, através 
de transportadores e os grãos são liberados, por gravidade, sobre o veículo transportador 
(caminhão ou vagão ferroviário). 
SILOS ELEVADOS DE CONCRETO 
Depósitos de concreto de média e grande capacidades, constituídos por duas partes 
fundamentais: torre (elevadores, secadores, exaustores, máquinas de limpeza, distribuidores e 
demais componentes) e conjunto de células e entrecélulas (grãos pós-secagem e limpeza). 
 
Vantagens 
Ocupam menos espaço por serem verticais; têm paredes espessas que evitam transmissão de 
calor para massa de grãos; têm melhor conservação dos grãos, que conferem mais tempo de 
armazenagem. 
Desvantagens 
Alto custo e longo tempo de instalação; alto custo de manutenção. alta incidência de quebra do 
grão devido à altura do silo. 
SILOS METÁLICOS 
Silos de média e pequena capacidades, em geral metálicos, de chapas lisas ou corrugadas, de 
ferro galvanizado ou alumínio, fabricados em série e montados sobre umpiso de concreto. 
 
Vantagens 
Fundações mais simples e menor custo; custo por tonelada inferior ao silo de concreto; célula 
de capacidade média que possibilita mais flexibilidade operacional. 
Desvantagens 
Possível infiltração de umidade; possibilidade de vazamento de gases durante o processo de 
expurgo; transmissão de calor para dentro da célula, podendo ocorrer condensação; maior custo 
de instalação que os graneleiros. 
SILOS BOLSAS 
Túneis de polietileno de alta densidade constituídos por camadas internas e uma camada 
exterior branca de dióxido de titânio, responsável por conferir mais resistência e reflexão dos 
raios solares, que poderiam causar ressecamento da lona plástica. 
 
Vantagens 
Baixo custo operacional; possibilitam separar a safra por lotes e qualidades diferentes; otimizam 
a logística durante a colheita; protegem os grãos armazenados de agentes externos e de pragas; 
conservam a qualidade dos grãos. 
Desvantagens 
Necessidade de adquirir as máquinas embutidoras, extratoras e trator (manutenção e 
treinamento); vulnerabilidade de predadores que podem furar a superfície plástica; tempo de 
armazenagem menor que os outros sistemas de armazenamento; certa dificuldade para 
descarregar os grãos armazenados.

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