Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PORTUGUÊS
*As classes gramaticais são dez: substantivo, verbo, adjetivo, pronome, artigo, numeral, preposição, conjunção, interjeição e advérbio. Essas categorias são divididas em palavras variáveis (aquelas que variam em gênero, número ou grau) e palavras invariáveis (as que não variam).
Variáveis
Substantivo :É a palavra que nomeia os seres em geral, desde objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros.
Exemplos: Ana, Brasil, beleza.
Flexões: Gênero (masculino e feminino), número (singular e plural) e grau (aumentativo e diminutivo).
Verbo: É a palavra que indica ações, estado ou fenômeno da natureza.
Exemplos: existir, sou, chovendo.
Flexões: Pessoa (primeira, segunda e terceira), número (singular e plural), tempo (presente, passado e futuro), modo (indicativo, subjuntivo e imperativo) e voz (ativa, passiva e reflexiva).
Adjetivo: É a palavra que caracteriza, atribui qualidades aos substantivos.
Exemplos: feliz, superinteressante, amável.
Flexões: Gênero (uniforme e biforme), número (simples e composto) e grau (comparativo e superlativo).
Pronome: É a palavra que substitui ou acompanha o substantivo, indicando a relação das pessoas do discurso.
Exemplos: eu, contigo, aquele.
Flexões: Gênero, número e pessoa.
Artigo: É a palavra que antecede o substantivo.
Exemplos: o, as, uns, uma.
Flexões: Gênero e número.
Numeral: É a palavra que indica a posição ou o número de elementos.
Exemplos: um, primeiro, dezena.
Flexões: Gênero, número e grau.
Invariáveis
Preposição: É a palavra que liga dois elementos da oração.
Exemplos: a, após, para.
Conjunção: É a palavra que liga dois termos ou duas orações de mesmo valor gramatical.
Exemplos: mas, portanto, conforme.
Interjeição: É a palavra que exprime emoções e sentimentos.
Exemplos: Olá!, Viva! Psiu!
Adverbio: É a palavra que modifica o verbo, o adjetivo ou outro advérbio, exprimindo circunstâncias de tempo, modo, intensidade, entre outros.
Exemplos: melhor, demais, ali.
Embora seja considerado invariável porque não sofre flexão de gênero e número, os advérbios apresentam flexões de grau: comparativo e superlativo.
 
A morfologia é o estudo da estrutura e da formação das palavras. A Análise morfológica analisa a classe gramatical dos elementos que formam um enunciado linguístico individualmente, sem que haja ligação entre eles.
 
SUBSTANTIVO: Quanto à formação, o substantivo pode ser:
Primitivo – é o nome que não deriva de outra palavra da língua portuguesa. Exemplos: casa, pedra e jornal.
Derivado – é o nome que deriva de outra palavra da língua portuguesa. Exemplos: casarão, pedreira e jornaleiro (palavras derivadas dos exemplos acima, respetivamente).
Simples – é o nome formado por apenas um radical. Radical é o elemento que é a base do significado das palavras. Exemplos: casa, flor e gira, cujos radicais são respetivamente: cas, flor e gir.
Composto – é o nome formado por mais do que um radical. Exemplos: couve-flor, girassol e passatempo, cujos radicais são respetivamente: couv e flor, gir e sol e pass e temp.
Comum – é a palavra que dá nome aos elementos da mesma espécie, de forma genérica. Exemplos: cidade, pessoa e rio.
Próprio – é a palavra que dá nome aos elementos de forma específica, por isso, são sempre grafados com letra maiúscula. Exemplos: Bahia, Ana e Tietê.
Concreto – é a palavra que dá nome aos elementos concretos, de existência real ou imaginária. Exemplos: casa, fada e pessoa.
Coletivo – é a palavra que dá nome ao grupo de elementos da mesma espécie. Exemplos: acervo (conjunto de obras de arte), cardume (conjunto de peixes) e resma (conjunto de papéis).
Abstrato – é a palavra que dá nome a ações, estados, qualidades e sentimentos. Exemplos: trabalho, alegria, altura e amor.
ARTIGO: (artigo definido) ou o generaliza (artigo indefinido).
São artigos definidos: o, a (no singular) e os, as (no plural)
São artigos indefinidos: um, uma (no singular) e uns, umas (no plural)
ADJETIVO: Quanto à formação, o adjetivo pode ser:
Primitivo – é o adjetivo que dá origem a outros adjetivos. Exemplos: alegre, bom e fiel.
Derivado – é o adjetivo que deriva de substantivos ou verbos. Exemplos: alegria e bondade (palavras derivadas dos exemplos acima, respetivamente) e escritor (palavra derivada do verbo escrever).
Simples – é o adjetivo formado por apenas um radical. Exemplos: alta, estudioso e honesto, cujos radicais são respetivamente: alt, estud e honest.
Composto – é o adjetivo formado por mais do que um radical. Exemplos: superinteressante, surdo-mudo e verde-claro, cujos radicais são respetivamente: super e interessant, surd e mud e verd e clar.
 Adjetivos Pátrios, que caracterizam os substantivos de acordo com o seu local de origem e as Locuções Adjetivas, conjunto de palavras que tem valor de adjetivo.
Exemplos de Adjetivos Pátrios: brasileiro, carioca e sergipano. Exemplos de Locuções Adjetivas: de anjo (=angelical).
NUMERAL: Os numerais classificam-se em:
Cardinais – é a forma básica dos números, utilizada na sua contagem. Exemplos: um, dois e vinte.
Ordinais – é a forma dos números que indica a posição de um elemento numa série. Exemplos: segundo, e trigésimo.
Fracionários – é a forma dos números que indica a divisão das proporções. Exemplos: meio, metade e um terço.
Coletivos – é a forma dos números que indica um conjunto de elementos. Exemplos: uma dúzia (conjunto de doze), semestre (conjunto de seis) e centena (conjunto de cem).
Multiplicativos – é a forma dos números que indica multiplicação. Exemplos: dobro, duplo e sêxtuplo.
PRONOME: Os pronomes classificam-se em:
Pessoais – Caso reto (quando são o sujeito da oração): eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas e Caso oblíquo (quando são complemento da oração): me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, a, lhe, se, si, consigo, nos, conosco, vos, convosco, os, as lhes, se, si, consigo.
Tratamento – Alguns exemplos: Você, Senhor e Vossa Excelência.
Possessivos – meu, teu, seu, nosso, vosso, seu e respetivas flexões.
Demonstrativos – este, esse, aquele e respetivas flexões, isto, isso, aquilo.
Relativos – o qual, a qual, cujo, cuja, quanto e respetivas flexões, quem, que, onde.
Indefinidos – algum, alguma, nenhum, nenhuma, muito, muita, pouco, pouca, todo, toda, outro, outra, certo, certa, vário, vária, tanto, tanta, quanto, quanta, qualquer, qual, um, uma e respetivas flexões e quem, alguém, ninguém, tudo, nada, outrem, algo, cada.
Interrogativos – qual, quais, quanto, quanta, quantas, quem, que.
VERBOS: Exemplos:
O time adversário marcou gol. (ação)
Estou tão feliz hoje! (estado)
De repente ficou triste (mudança de estado)
Trovejava sem parar. (fenômeno da natureza)
ADVERBIOS: Os advérbios classificam-se em:
Modo – Exemplos: devagar grande parte das palavras terminadas em “-mente”.
Intensidade – Exemplos: demais, menos e tão.
Lugar – Exemplos: adiante, lá e fora.
Tempo – Exemplos: ainda, já e sempre.
Negação – Exemplos: não, jamais e tampouco.
Afirmação – Exemplos: certamente, certo e sim.
Dúvida – acaso, quiçá e talvez.
PREPOSIÇÃO: As preposições classificam-se em:
Essenciais – têm somente função de preposição. Exemplos: a, desde e para.
Acidentais – não têm propriamente a função de preposição, mas podem funcionar como tal. Exemplos: como, durante e exceto.
Há também as Locuções Prepositivas, que são o conjunto de palavras que tem valor de preposição. Exemplos: apesar de, em vez de e junto de.
CONJUNÇÃO: As conjunções classificam-se em:
Coordenativas: Aditivas (e, nem), Adversativas (contudo, mas), Alternativas (ou…ou, seja…seja), Conclusivas (logo, portanto) e Explicativas (assim, porquanto).
Subordinativas: Integrantes (que, se), Causais (porque, como), Comparativas (que, como), Concessivas (embora, posto que), Condicionais (caso, salvo se), Conformativas (como, segundo), Consecutivas (que, de maneira que), Temporais (antes que, logo que), Finais (a fim de que, para que) e Proporcionais (ao passo que, quanto mais).
Há também as Locuções Conjuntivas, que são o conjunto de palavras que tem valor de conjunção. Exemplo: contanto que.
INTERJEIÇÃO: As interjeiçõespodem ser classificadas em:
Advertência – Calma!, Devagar!, Sentido!
Saudação – Alô!, Oi!, Tchau!
Ajuda – Ei!, Ô!, Socorro!
Afugentamento – Fora!, Sai! Xô!
Alegria – Eba!, Uhu! Viva!
Tristeza – Oh!, Que pena!, Ui!
Medo – Credo!, Cruzes!, Jesus!
Alívio – Arre!, Uf!, Ufa!
Animação – Coragem!, Força!, Vamos!
Aprovação – Bis!, Bravo!, Isso!
Desaprovação – Chega!, Francamente! Livra!,
Concordância –Certo!, Claro!, Ótimo!
Desejo – Oxalá!, Quisera!, Tomara!
Desculpa – Desculpa!, Opa!, Perdão!
Dúvida – Hã?, Hum?, Ué!
Espanto – Caramba!, Oh!, Xi!,
Contrariedade – Credo!, Droga!, Porcaria!
Há também as Locuções Interjetivas, que são o conjunto de palavras que tem valor de conjunção. Exemplos: Cai fora!, Muito obrigada!, Volta aqui!
 Ortografia estuda a forma correta de escrita das palavras de uma língua. Do grego "ortho", que quer dizer correto, e "grafo", por sua vez, que significa escrita.
Ela se insere na Fonologia (estudo dos fonemas) e junto com a Morfologia e a Sintaxe são as partes que compõem a gramática.
As Orações Subordinadas são aquelas que exercem função sintática sobre outras. Dependendo da função que desempenham, os tipos de oração subordinada são substantivas, adjetivas ou adverbiais.
Orações Subordinadas Substantivas: são aquelas que exercem função de substantivo. São classificadas em: Subjetiva, Predicativa, Completiva Nominal, Objetiva Direta, Objetiva Indireta e Apositiva.
Oração Subordinada Substantiva Subjetiva - Exerce a função de sujeito. Exemplo: É provável que ela venha jantar.
Oração Subordinada Substantiva Predicativa - Exerce a função de predicativo do sujeito. Exemplo: Meu desejo era que me dessem um presente.
Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal - Exerce a função de complemento nominal. Exemplo: Temos necessidade de que nos apoiem.
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta - Exerce a função de objeto direto. Exemplo: Nós desejamos que sua vida seja boa.
Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta - Exerce a função de objeto indireto. Exemplo: Recordo-me de que tu me amavas.
Oração Subordinada Substantiva Apositiva - Exerce a função de aposto. Exemplo: Desejo-te uma coisa: que tenhas muita sorte.
Orações Subordinadas Adjetivas: aquelas que exercem função de adjetivo. São classificadas em: Explicativa e Restritiva.
Oração Subordinada Adjetiva Explicativa - Destaca um detalhe do termo antecedente. Exemplo: A África, que é um continente no hemisfério sul, tem um alto índice de pobreza.
Oração Subordinada Adjetiva Restritiva - Restringe a significação de seu antecedente. Exemplo: As pessoas que são alegres vivem melhor.
Orações Subordinadas Adverbiais: são aquelas que exercem função de advérbio. São classificadas em Causais, Comparativas, Concessivas, Condicionais, Conformativas, Consecutivas, Finais, Temporais, Proporcionais.
Oração Subordinada Adverbial Causal - Exprime a causa. Exemplo: Já que está nevando ficaremos em casa
Oração Subordinada Adverbial Comparativa - Estabelece comparação entre a oração principal e a oração subordinada. Exemplo: Maria era mais estudiosa que sua irmã.
Oração Subordinada Adverbial Concessiva - Indica permissão (concessão) entre as orações. Exemplo: Alguns se retiraram da reunião apesar de não terem terminado a exposição.
Oração Subordinada Adverbial Condicional - Exprime condição. Exemplo: Você fará uma boa prova desde que se esforce.
Oração Subordinada Adverbial Conformativa - Exprime concordância. Exemplo: Realizamos nosso projeto conforme as especificações da biblioteca.
Oração Subordinada Adverbial Consecutiva - exprime a consequência referente a oração principal. Exemplo: Gritei tanto, que fiquei sem voz.
Oração Subordinada Adverbial Final - Exprime finalidade. Exemplo: Todos trabalham para que possam vencer.
Oração Subordinada Adverbial Temporal - Indica circunstância de tempo. Exemplo: Fico feliz sempre que vou visitar minha mãe.
Oração Subordinada Adverbial Proporcional - Exprime proporção entre as orações: principal e subordinada. Exemplo: À medida que o tempo passa, a chuva aumenta.
As Orações Coordenadas são orações independentes, ou seja, não há relação sintática entre elas.
Elas são classificadas em: Orações Coordenadas Sindéticas e Orações Coordenadas Assindéticas.
Orações Assindéticas: são caracterizadas pelo período composto justaposto, ou seja, não são ligadas através de nenhum conectivo.
Exemplos:
Chegamos na praia, nadamos, jogamos, comemos.
Pegou a chave, abriu a porta, suspirou fundo.
Não tem vontade de comer, estudar, sair.
Orações Sindéticas: são caracterizadas pelo período composto ligadas por meio de uma conjunção coordenativa. Nesse caso, as orações, dependendo dos conectivos, podem ser: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas e Explicativas.
Aditivas
Os conectivos que coordenam as orações aditivas são: e, nem, não só, mas também, mas ainda, como, assim. 
Exemplos:
Chegamos à praia e nadamos.
Não faz nem deixa ninguém fazer.
Gosta de ficar em casa, como também gosta de sair.
Adversativas: Os conectivos que coordenam as orações adversativas são: e, mas, contudo, todavia, entretanto, porém, no entanto, ainda, assim, senão.
Exemplos:
Eles queriam sair, porém estava chovendo.
Seu mau feitio, no entanto, deixou todos desanimados.
Trabalha, mas nunca guarda dinheiro.
Alternativas: Os conectivos que coordenam as orações alternativas são: ou, ou… ou; ora…ora; quer…quer; seja…seja.
Exemplos:
Ora gosta de vestidos, ora gosta de sapatos.
Fale agora ou cale-se para sempre.
Vou falar com ele, quer você queira, quer não.
Conclusivas: Os conectivos que coordenam as orações conclusivas são: logo, portanto, por fim, por conseguinte, pois, então, consequentemente.
Exemplos:
São adolescentes, logo irão namorar.
Cheguei atrasada, portanto terei que aguardar que chamem-me novamente.
Tirou o bolo do forno agora mesmo, então não o pode comer já.
Explicativas: Os conectivos que coordenam as orações explicativas são: isto é, ou seja, a saber, na verdade, porque, que, pois.
Exemplos:
Descemos do carro porque o trânsito estava parado.
Ela não atende o telefone, ou seja, ela não quer saber de nós.
Ela não sabe da novidade, pois não disse nada.
Concordância nominal é a relação que se estabelece entre as classes de palavras (nomes). É o que faz com que substantivos concordem com pronomes, numerais e adjetivos, entre outros.
Acentos Gráficos 
Til ( ~ ): Sua incidência se dá sobre as letras “a” e “o” no intuito de indicar a nasalização destas.
Exemplos: manhã – coração – órfã – irmã...
Trema ( ¨ ): Tal sinal gráfico, desde que a Nova Reforma Ortográfica entrou em vigor, foi totalmente abolido dos grupos silábicos representados por “que”, “qui’, “gue” e “gui”. Entretanto, sua permanência ainda incide sobre os nomes próprios e seus derivados.
Exemplos: Müller – mülleriano – Hübner – hübneriano...
Apóstrofo ( ‘ ): Assinala a supressão de um fonema – geralmente de uma vogal – em palavras compostas, ligadas por preposição, em expressões populares ou em versos.
Exemplos: minh’alma – mãe d’água – caixa d’água...
Acento agudo: Indica o som aberto, proferido pela vogal tônica.
Exemplos: cajá – até – vovó...
Acento circunflexo: Manifesta-se pelo som fechado, retratado pela vogal tônica.
Exemplos: lâmpada – vovô – clichê...
Acento grave: Utilizado para indicar a crase.
Exemplos: Irei à festa.
Cedilha: Usada sobre a letra “c’’, indicando que esta representa o som de /ss/.
Exemplos: açude – aço – associação...
Dica importante:
Este sinal somente é acompanhado pelas vogais: a, o, u.
Hífen: Dentre as mudanças instituídas pela nova ortografia figura-se o uso do hífen. Uma vez um tanto quanto complexas, são passíveis de nota e, sobretudo, de especial atenção. Para tanto, analisemos alguns casos, enfatizando como antes eram grafados e como se revelam atualmente:
Exemplos: hiper-requintado – super-romântico – inter-regional...
As variações linguísticas reúnem as variantes da língua que foram criadas pelos homens e são reinventadas a cada dia.
Dessas reinvenções surgem as variações que envolvem diversos aspectos históricos,sociais, culturais, geográficos, entre outros.
1. Variação geográfica ou diatópica
Está relacionada com o local em que é desenvolvida, tal como as variações entre o português do Brasil e de Portugal, chamadas de regionalismo.
2. Variação histórica ou diacrônica
Ela ocorre com o desenvolvimento da história, tal como o português medieval e o atual.
3. Variação social ou diastrática
É percebida segundo os grupos (ou classes) sociais envolvidos, tal como uma conversa entre um orador jurídico e um morador de rua. Exemplo desse tipo de variação são os socioletos.
4. Variação situacional ou diafásica
Ocorre de acordo com o contexto, por exemplo, situações formais e informais. As gírias são expressões populares utilizadas por determinado grupo social.
Linguagem Formal e Informal
Quanto aos níveis da fala, podemos considerar dois padrões de linguagem: a linguagem formal e informal. Certamente, quando falamos com pessoas próximas utilizamos a linguagem dita coloquial, ou seja, aquela espontânea, dinâmica e despretensiosa. No entanto, de acordo com o contexto no qual estamos inseridos, devemos seguir as regras e normas impostas pela gramática, seja quando elaboramos um texto (linguagem escrita) ou organizamos nossa fala numa palestra (linguagem oral). Em ambos os casos, utilizaremos a linguagem formal, que está de acordo com a normas gramaticais. Observe que as variações linguísticas são expressas geralmente nos discursos orais. Quando produzimos um texto escrito, seja em qual for o lugar do Brasil, seguimos as regras do mesmo idioma: a língua portuguesa.
Os sinônimos e os antônimos designam palavras (substantivos, adjetivos, verbos, complementos, etc.), que segundo seu significado, ora se assemelham (sinônimos) e ora são opostas (antônimos).
Sinônimos
Do grego, o termo sinônimo (synonymós) é formado pelas palavras “syn” (com); e “onymia” (nome), ou seja, no modo literal significa aquele que está com o nome ou mesmo semelhante a ele. Não obstante, a sinonímia é o ramo da semântica que estuda as palavras sinônimas, ou aquelas que possuem significado ou sentido semelhante, sendo muito utilizadas nas produções dos textos, uma vez que a repetição das palavras empobrece o conteúdo.
Tipos de Sinônimos
Embora, muito estudiosos da área advogam sobre a inexistência de palavras sinônimas (com valor semântico idêntico), posto que para eles, cada palavra possui um significado distinto; de acordo com a aproximação semântica entre as palavras sinônimas, elas são classificadas de duas maneiras:
Sinônimos Perfeitos: são as palavras que compartilham significados idênticos, por exemplo: léxico e vocabulário; morrer e falecer; após e depois.
Sinônimos Imperfeitos: são as palavras que compartilham significados semelhantes e não idênticos, por exemplo: feliz e alegre; cidade e município; córrego e riacho.
Exemplos de Sinônimos
Segue abaixo alguns exemplos de palavras sinônimas:
Adversário e antagonista Bruxa e feiticeira
Contraveneno e antídoto Diálogo e colóquio
Extinguir e abolir Gostar e estimar
Importante e relevante Longe e distante
Moral e ética Oposição e antítese
Percurso e trajeto Saboroso e delicioso
Transformação e metamorfose
Antônimos
Do grego, o termo antônimo corresponde a união das palavras “anti” (algo contrário ou oposto) e “onymia” (nome). A antonímia é o ramo da semântica que se debruça nos estudos sobre as palavras antônimas. Do mesmo modo que os sinônimos, os antônimos são utilizados como recursos estilísticos na produção dos textos.
Exemplos de Antônimos
Segue abaixo alguns exemplos de palavras antônimas:
Aberto e fechado Bendizer e maldizer
Certo e errado Doce e salgado
Escuro e claro Forte e fraco
Gordo e magro Inadequada e adequada
Ordem e anarquia Pesado e leve
Quente e frio Rápido e lento
Soberba e humildade
A linguagem verbal é aquela expressa por meio de palavras escritas ou falada, ou seja, a linguagem verbalizada, enquanto a linguagem não- verbal, utiliza dos signos visuais para ser efetivada, por exemplo, as imagens nas placas e as cores na sinalização de trânsito.

Mais conteúdos dessa disciplina