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Princípio do Direito penal

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MUDE SUA VIDA! 
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SUMÁRIO 
PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL ........................................................................................................... 2 
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA OU PRINCÍPIO DA BAGATELA ....................................................... 2 
CONCEITO ..................................................................................................................................... 2 
REQUISITOS OBJETIVOS ................................................................................................................ 2 
REQUISITOS SUBJETIVOS .............................................................................................................. 2 
 
 
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MUDE SUA VIDA! 
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PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL 
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA OU PRINCÍPIO DA BAGATELA 
MUITO IMPORTANTE 
CONCEITO 
É o princípio que visa descriminalizar condutas formalmente típicas, ou seja, que se 
adequam formalmente ao tipo penal, mas não materialmente (atipicidade material). 
REQUISITOS OBJETIVOS 
De início, é importante esclarecer que o princípio da insignificância não possui previsão 
legal, ou seja, foi construído por meio da doutrina e da jurisprudência. 
Nesse sentido, coube ao STF definir os requisitos de aplicação do princípio da 
insignificância: 
 
 
OBS: É possível perceber que todos os requisitos são associados a adjetivos diminutivos. 
REQUISITOS SUBJETIVOS 
Além dos requisitos objetivos, a incidência do princípio da insignificância exige a análise 
das circunstâncias subjetivas do autor e da vítima. 
Em relação ao autor, não é possível a aplicação do princípio da insignificância para o 
criminoso habitual, ou seja, para aquele que faz da prática de crimes seu meio de vida. 
DÚVIDA: É possível a aplicação do princípio da insignificância para o 
reincidente? 
A resposta é SIM. 
Segundo a jurisprudência do STF, é possível a aplicação do princípio da insignificância 
para o reincidente. 
Contudo, a regra é a não incidência do princípio da insignificância ao reincidente ou caso 
o agente já responda por outros inquéritos ou ações penais. 
 
MÍNIMA ofensividade da conduta
NENHUMA periculosidade social
REDUZIDO grau de reprovabilidade do comportamento
INEXPRESSIVIDADE da lesão jurídica provocada
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Por outro lado, as circunstâncias subjetivas (pessoais) da vítima também devem ser 
levadas em consideração no que tange ao princípio da insignificância. 
Dessa forma, ainda que o bem seja de valor econômico irrelevante, não é possível aplicar 
o princípio da bagatela caso a lesão jurídica, do ponto de vista da vítima seja considerável. 
Por exemplo, um cão vira-latas, apesar de não apresentar valor econômico aferível, 
jamais será considerado insignificante para seu dono, razão pela qual não é possível aplicar o 
princípio da insignificância para o agente que furta o animal. 
 
 
CRIMINOSO 
HABITUAL 
Não se aplica o 
princípio da 
insignificância
REINCIDENTE
Pode-se aplicar 
o princípio da 
insignificância
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