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Professora: 
Marilia Gomes 
Godinho
Letícia Pires de 
Andrade
Universidade 
Estácio de Sá
10/10/2020
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Introdução: História da Educação
         Para a preservação da memória histórica, a reconstituição do
passado, o relato dos acontecimentos não é sempre  idêntico em
todos os tempos e em todos os lugares. Porque através de fatos
sociais anteriores, experiências coletivas, e as vivências ao longo
dos tempos, nos informam situações diferentes de como a história
de cada geração é recontada.
      Reconstituir a história é importante porque cada povo tem uma
cultura diferenciada com interesses sociais e política que modifica o
meio de vida da sociedade e essa reconstituição nos faz repensar
os pontos positivos e negativos de cada época resgatando através
dos   tempos   o   aperfeiçoamento   dessa   cultura   histórica   e   das
experiências que nos faz compreender o presente e futuro. O tempo
nos   favorece,   somos   a   história   que   o   tempo   se   incumbiu   de
escrever as  inúmeras coleções da nossa história sociopolíticas e
culturais.   Relata   as   dificuldades   que   no   passado   havia   para
transmitir essas histórias que hoje contém arquivos exemplares.
      O tempo constrói os fatos e o fundamenta, transmite memórias
e experiências, nunca se esgota. Modifica conceitos e significados
estabelecendo  conflitos  e mudanças  indispensáveis  a história  da
Educação sociopolítico e cultural.
      A Renascença ou Renascimento,  século XV e XVI significa a
retomada   dos   valores   grego-romanos.  Foi   à   época   das   viagens
ultramarinas   –   movimentos   que   ampliaram   os   negócios   da
burguesia europeia emergente. Movimento humanista – procura dos
valores da uma imagem do ser humano e da cultura. O esforço para
superar o teocentrismo, embora não fosse irreligiosa.
   Em 1500,  os  portugueses   tomaram posse das  “terras  do pau-
brasil”   dando   início   à   colonização   e   à   catequese   dos   índios.   A
primeira missa no Brasil. A influência no campo da Educação e da
reflexão pedagógica. A ligação entre as atividades e os interesses
políticos, econômicos e religiosos da metrópole.
   O humanismo  recusava os  valores  medievais   renascentistas  e
aspirava aos novos tempos que visava às fontes da cultura grego-
latina, o saber para formar o indivíduo espiritualmente culto, o gentil
homem. Buscava a alegria e o prazer do mundo, o luxo na corte, o
gosto e cuidado pela arte do vestuário e os agradáveis deleites da
vida familiar. Valorizava mais o corpo do que a espiritualidade. Nos
estudos da medicina os acontecimentos de anatomia, com a prática
de   dissecação   de   cadáveres   humanos   até   então   proibida   pela
igreja. O sistema Copérnico construiu uma nova imagem do mundo.
A Itália se destacou na produção cultural e nas artes em geral.
    No   século   XVIII,   a   Revolução   Industrial   começou   a   alterar   a
fisionomia do mundo do trabalho, mas só foi percebido no século
seguinte.   As   máquinas   mudaram   o   modo   de   produção   com
desenvolvimento  do sistema  fabril.  A agricultura,  a  introdução de
nova técnica e a aplicação de conhecimentos científicos ampliou a
produtividade.   A   revolução   nos   transportes,   navios   a   vapor,   a
construção de rodovias e ferrovias, a nova fonte de energia como o
petróleo   e   a   eletricidade   substituiu   o   carvão   facilitando   o
deslocamento da população do campo para trabalhar na cidade.
  A partir de 1870 com o aumento da produção o capitalismo liberal
foi substituído pelo capitalismo moderno do monopólio empresarial.
   O capitalismo industrial acelerar a urbanização e cria expectativa
com respeito a Educação, pois exige melhor qualificação de mão de
obra.  Apenas  no  século  XIX  o  projeto  Comênio   “ensinar   tudo  a
todos” começou a se concretizar com a intervenção do Estado para
estabelecer   a   escola   elementar   universal,   laica,   gratuita   e
obrigatória. O desenvolvimento do Capitalismo Industrial estimulou
a criação deescolas técnicas. O Brasil  que passava de colônia a
Império,   enfrentava   sérios   problemas   com   a   escolarização,
sobretudo pelo fato de aqui, persistir o modelo econômico agrário-
comercial. A grande massa da população constituída de escravos e
pessoas do campo não reivindicava a escolarização e, a taxa de
analfabetismo mantinha-se alta.
   Nascimento do colégio – Na idade média a Educação tornou-se
exigência,  multiplicaram-se  os colégios  e manuais  para alunos e
professores.  Os   mais   ricos   eram   educados  por   preceptores  nos
próprios castelos e a pequena nobreza encaminhava os filhos para
escola na esperança de formar líderes, administradores da política
e   dos   negócios.   O   segmento   da   Educação   restringia-se   à
aprendizagem do ofício. Entre o século XVI e XVIII misturavam-se
os adultos e as crianças de diversas  idades na mesma classe e
com o grau de aprendizagem diferente. Foi a partir do renascimento
deu-se  início  a proteção as crianças em separar  por  causa das,
“mas   influências”   era   severa   a   disciplina   inclusive   castigos
corporais.   Os   humanistas   criticavam   a   formação   de   ensino.
Estudava   o   latim,   gramática   e   retórica   persistindo   a   educação
formal.   As   universidades   eram   impermeáveis   a   novidades.
Reestruturou-se   a   universidade   de   Paris,   a   Faculdade   de   Artes
tornou-se   propedêutica   à   filosofia,   medicina   e   leis,   favoreceu   a
separação dos cursos colegial, grau secundário e superior.
 
História da Educação
O processo de educação do homem foi 
fundamental para o desenvolvimento dos 
grupos sociais e de suas respectivas 
sociedades, razão pela qual o conhecimento
de sua história e experiências passadas é 
essencial para a compreensão dos rumos 
tomados pela educação no presente.
Educação na antiguidade
  Tomando a herança cultural deixada pela antiguidade como a 
fonte principal sobre a qual a civilização ocidental se ergueu, o 
legado deixado pelas principais cidades estados da Grécia Antiga – 
Esparta e Atenas – constitui-se como princípio de organização 
social e educativa que serviu de modelo para diversas sociedades 
no decorrer dos séculos. Reconhecida por seu poder militar e 
caráter guerreiro, o modelo de educação espartano baseava-se na 
disciplina rígida, no autoritarismo, no ensino de artes militares e 
códigos de conduta, no estímulo da competitividade entre os alunos
e nas exigências extremas de desempenho. Por outro lado, Atenas 
tinha no logos (conhecimento) seu ideal educativo mais importante. 
  O exercício da palavra, assim como a retórica e a polêmica, era 
valorizado em função da prática da democracia entre iguais. Como 
herança da educação ateniense surgiram os sofistas, considerados 
mestres da retórica e da oratória, eles ensinavam a arte das 
palavras para que seus alunos fossem capazes de construir 
argumentos vitoriosos na arena política. Fruto da mesma matriz 
intelectual, porém em oposição ao pensamento sofista, o filósofo 
Sócrates propunha ensinar a pensar – mais do que ensinar a falar - 
através de perguntas cujas respostas dependiam de uma análise 
lógica e não simplesmente da mera retórica. Apesar de concepções
opostas, tanto o pensamento sofista como o pensamento socrático 
contribuíram para a educação contemporânea através da 
valorização da experiência e do conhecimento prévio do aluno 
https://www.infoescola.com/historia/grecia-antiga/
https://www.infoescola.com/filosofia/socrates/
https://www.infoescola.com/filosofia/sofistas/
https://www.infoescola.com/politica/democracia/
https://www.infoescola.com/grecia-antiga/educacao-espartana/
https://www.infoescola.com/historia/atenas/
https://www.infoescola.com/historia/esparta/
enquanto estratégias que se tornaram muito relevantes para o 
sucesso na aprendizagem do aluno na contemporaneidade.
Educação na Idade Média
  Podemos reconhecer traços da tradição espartana na educação 
medieval. Os estudanteseram formados de acordo com o 
pensamento conservador da época e a educação desenvolvida em 
consonância com os rígidos dogmas da Igreja Católica. Cabe 
ressaltar que até o século XVII os valores morais e até mesmo os 
ofícios responsáveis pela garantia da subsistência eram 
transmitidos em grande parte dentro dos próprios círculos 
familiares, sendo que esses valores e códigos de conduta eram 
profundamente influenciados pelo pensamento religioso. Em 
contrapartida, com as Reformas Religiosas e o Renascimento inicia-
se uma nova era para o Ocidente e é marcada pelo ressurgimento 
dos ideais atenienses nos discursos sobre os objetivos da 
Educação. O conhecimento era tipo como um corpo sagrado, essa 
matriz de pensamento permaneceu dominante e foi grande 
responsável pela concepção do papel da educação desde o 
desaparecimento do Antigo Regime até a constituição dos Estados 
Nacionais: o conhecimento passa a ser organizado para ser 
transmitido pela escola, através da autoridade do professor 
enquanto sujeito detentor do saber e mantenedor da ordem e da 
disciplina. 
Educação moderna
  Foi esse modelo de educação escolar centrado na figura do 
professor como transmissor do conhecimento que se expandiu ao 
longo dos séculos XVIII e XIX, impulsionado pela Revolução 
Industrial e a consequente urbanização e aumento demográfico.     
  Além disso, o fortalecimento e expansão de regimes democráticos 
influenciou a reivindicação pelo acesso a escola enquanto direito do
cidadão e à educação passa a ser atribuída a tarefa de formar 
cidadãos, cientes de direitos e deveres e capazes de exercê-los 
perante a sociedade.
  A partir de meados do século XIX, portanto, o modelo 
hierarquizado e autoritário de educação que caracterizou as 
instituições escolares até então passou a ser questionado por 
https://www.infoescola.com/geografia/urbanizacao/
https://www.infoescola.com/historia/revolucao-industrial/
https://www.infoescola.com/historia/revolucao-industrial/
https://www.infoescola.com/historia/estados-nacionais/
https://www.infoescola.com/historia/estados-nacionais/
https://www.infoescola.com/historia/antigo-regime/
https://www.infoescola.com/movimentos-culturais/renascimento/
educadores como Maria Montessori, na Europa, e John Dewey, nos
Estados Unidos. Impulsionados pelo desenvolvimento dos estudos 
de psicologia sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, e 
com críticas a pedagogia tradicional e a forma como os conteúdos 
curriculares eram impostos aos alunos, esses e outros educadores 
passaram a reivindicar a participação ativa dos alunos no processo 
de aprendizagem. Desta forma e como mencionado anteriormente, 
essas propostas resgataram princípios atenienses de educação ao 
valorizar a experiência anterior do aluno e seus conhecimentos 
prévios à aprendizagem escolar.
  Em função dessa trajetória histórica, cabe salientar que a 
Educação não atendeu sempre aos mesmos tipos de objetivos e 
toda a sua análise requer, antes de tudo, um intenso esforço de 
reflexão e contextualização. Através deste caminho pode-se melhor 
compreender métodos e teorias educacionais, pois observamos 
traços presentes nas práticas educativas atuais que remetem a 
herança deixada pelos modelos educativos analisados até aqui. Se,
de um lado, está o valor da disciplina e do conhecimento a ser 
transmitido pela escola; e, de outro lado, a ideia de que o 
conhecimento é construído e consequentemente ninguém ensina 
nada a ninguém de forma definitiva; é importante a constatação de 
que essas correntes de pensamento não se excluem, uma vez que 
nos dias atuais é necessário conciliar o valor do conhecimento ao 
valor do engajamento dos alunos como estratégia para sanar as 
exigências de um mundo em contínuo desenvolvimento e marcado 
pelo fluxo constante de informação disponível a uma ampla gama 
de pessoas situadas em diferentes regiões do mundo.
  Como salienta Moacir Gadotti, o conhecimento tem presença 
garantida em qualquer projeção que se faça sobre o futuro; 
contudo, os sistemas educacionais ainda não conseguiram avaliar 
de maneira satisfatória o impacto das tecnologias da informação 
sobre a Educação. Logo, será preciso trabalhar em dois tempos: o 
tempo do passado e o tempo do futuro. Fazendo de tudo para 
superar as condições de atraso e, ao mesmo tempo, criando 
condições para aproveitar as novas possibilidades que surgem 
através desses novos espaços de conhecimento.
https://www.infoescola.com/biografias/maria-montessori/
Idade Média
Idade Contemporânea
Propostas Pedagógicas 
Educação Scalabriniana Integrada São José
Ensino Fundamental ll
   De acordo com os princípios da Educação Scalabriniana 
Integrada, o Ensino Fundamental deve contemplar os quatro pilares
estabelecidos pela UNESCO (aprender a aprender, aprender a 
fazer, aprender a ser e aprender a conviver), pois o educando se 
constitui a partir das interações sociais, nos múltiplos ambientes dos
quais participa.
  A partir do 6º ano inicia-se o Ensino Fundamental II que através do
aprofundamento e sistematização do conhecimento, em suas 
diversas áreas, desenvolve as habilidades fundamentais para a 
construção das competências necessárias na formação de um 
educando que reconhece, aplica e transcende o conhecimento 
adquirido, bem como administra seu desempenho escolar, visando 
ao final do 9º ano um jovem preparado para as exigências do 
Ensino Médio.
Diferenciais do Ensino Fundamental II:
- Sistema Etapa;
- Orientação de estudo diário: os cinco passos para o sucesso 
escolar;
- Avaliações semanais formando hábito de estudo constante;
- Ciências em três frentes de trabalho (Biologia, Física e Química), 
com professores especialistas  a partir do 6º ano;
- Filosofia, Espanhol e Ensino Religioso.
Diferenciais do Colégio:
 
·  Ambiente acolhedor e seguro;
 
·  Disciplina e organização;
 
·  Qualidade de ensino: entre as melhores de Santo André no ENEM
e em eficiência de aprovação nas universidades públicas;
 
·  Sistema de Ensino Etapa (no Ensino Fundamental e Médio) - o 
mais forte e premiado do Brasil;
 
·  Uma das melhores infraestruturas da região;
 
·  Compromisso com a formação moral dos alunos;
 
·  Tradição (há mais de 70 anos em Santo André);
 
·   Corpo docente de alto nível e alinhado aos valores pedagógicos 
e morais da instituição;
 
·   Inglês na escola: parceria com a Cultura Inglesa no período 
complementar desde o 1º Ano do Fundamental.
Link dos vídeos no Youtube:
https://youtu.be/B07VS6ez8CA
https://youtu.be/1OKS2qwWv0Q
https://youtu.be/1OKS2qwWv0Q
https://youtu.be/B07VS6ez8CA
 Propostas Pedagógicas
 Ensino Médio
 No Ensino Médio do Rio Branco, os alunos são 
capacitados de forma ampla em todas as áreas do 
conhecimento e participam constantemente de debates e 
reflexões para que sejam capazes de enfrentar desafios e 
tomar decisões conscientes, como fazer a escolha 
profissional. Nessa etapa acadêmica, há também um 
aprofundamento no contra período, com aulas temáticas e 
plantões para auxiliar nos estudos, além dos simulados e 
da preparação para vestibulares com habilidades 
específicas.
Assista ao vídeo e saiba mais sobre o Ensino Médio:
https://youtu.be/ZZ8TsLUY4pg
https://youtu.be/ZZ8TsLUY4pg
Proposta Pedagógica
  No Rio Branco, o Ensino Médio tem como objetivo propiciar ao 
aluno o contato mais amplo possível com todas as áreas do 
conhecimento e, assim, formar um cidadão responsável e capaz de 
solucionar problemas utilizando as ferramentas adquiridas com a 
aprendizagem na escola. Nessa fase, nosso objetivo primordial é 
oferecer excelência acadêmica nas diferentes disciplinas, promover 
a discussão dos temas atuais, garantir que o aluno seja capaz de 
fazer uma escolha profissional consciente e tenha êxito no processo
de seleção para a universidade.
  A equipe que auxilia os alunos durante esse período escolar é 
100% envolvida na busca do sucesso dos jovens e se mantém 
atualizada com relação às principais tendências de ensino e 
formação cidadã dos alunos. A orientação educacional estápresente efetivamente no dia a dia dos estudantes, promovendo 
palestras e reflexões pertinentes a temas que permeiam essa fase, 
como o coaching de orientação profissional e o Fórum de 
Profissões anual.
  Entre os diferenciais que oferecemos aos alunos do Ensino Médio 
estão as aulas de aprofundamento no contra período, que envolvem
o Cine Debate, palestras temáticas, preparação para vestibulares 
com habilidades específicas, projetos inéditos e formação científica,
aulas de redação com turmas reduzidas, simulados, além de 
avaliações no formato dos grandes vestibulares e outras iniciativas. 
Os Estudos do Meio, realizados durante a 1ª e 2ª séries, 
possibilitam o aprofundamento em diversas áreas de conhecimento 
e são experiências que marcam a vivência acadêmica dos alunos.
Respostas das questões acima:
       O ensino de História e sua contribuição para a 
formação do cidadão, delimitado no âmbito do Ensino 
Fundamental. Seu objetivo principal é discorrer sobre 
o ensino de História no processo de formação cidadã 
do aluno, apresentando dados sobre os currículos 
oficiais da disciplina, no contexto global e multicultural.
         Conclui-se que por intermédio de um ensino 
comprometido, democrático, cidadão, o professor 
pode proporcionar aos alunos a provocação, através 
da proposição e da apresentação de dilemas e 
dramas da história humana, personagens históricos 
envolvidos em acontecimentos, exemplificações da 
experiência histórica da humanidade. A partir dessas 
informações, o confronto entre o conteúdo escolar e a 
realidade vivenciada pelos alunos promovem a 
reflexão necessária para que o aluno contextualize 
sua aprendizagem na vida social, com capacidade 
para agir e modificar a sociedade de forma ativa e 
socialmente comprometida.
     O currículo é entendido como um campo de 
relações e de intenções sociais, políticas, econômicas 
e culturais. É parte constitutiva do contexto, produzido 
e produtor de relações, de saberes e de práticas 
escolares.
  Linha do tempo histórica:
 Período da idade média: A educação era regida, e, desenvolvida
a partir dos rígidos dogmas da Igreja Católica.
 Período da educação moderna: A educação escolar passou a 
ser direcionada junto a figura do professor como transmissor do 
conhecimento que se expandiu ao longo dos séculos XVIII e XIX.
 Durante a metade do século XIX e chegada do século XX: A 
educação essas propostas resgataram princípios atenienses de 
educação após diversas críticas sob o modelo pré estabelecido, 
passou a desenvolver um real valor a experiência do aluno e seus 
conhecimentos prévios para assim fundir a aprendizagem escolar.
  Atualmente: A educação passa por diversas mudanças, 
principalmente após o advento da globalização, e, assim, 
os sistemas educacionais ainda não conseguiram avaliar de 
maneira satisfatória o impacto das tecnologias da informação sobre 
o ensino, por isso, é importante que cada país desenvolva medidas 
úteis para o processo de formação do ser social, adequando as 
mudanças globais. 
    Acompanhando as mudanças na sociedade e o 
aprofundamento do processo de industrialização, 
ficava cada vez mais evidente a carência de mão de 
obra profissional. Assim, outra mudança trazida na 
Constituição de 1937 foi a introdução do ensino 
profissionalizante.
  Nos primeiros anos do Estado Novo, em um contexto
de ascensão de forças conservadoras, os ideais dos 
intelectuais da Escola Nova caíram em certo 
descrédito. A instituição do ensino profissional, voltado
sobretudo para as classes menos favorecidas, marcou
claramente essa mentalidade.
 A Conferência das Nações Unidas para a criação de 
uma organização educacional e cultural foi convocada
em Londres de 1 a 16 de novembro de 1945. ... No dia
16 de novembro, trinta e sete países assinam a carta 
que estabelece a Organização das Nações Unidas 
para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).
 Depois dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a 
grande novidade para a Educação foi a homologação, 
no ano de 2018, da Base Nacional Curricular 
Comum (BNCC). Trata-se de um documento 
normativo para a Educação Básica (Educação Infantil,
Ensinos Fundamental e Médio). A BNCC, ao ser 
elaborada, teve os PCN e as DCNEB (Diretrizes 
Curriculares acionais para a Educação Básica) como 
pano de fundo.
   “Educação: um tesouro a descobrir” 
  Tomemos como ponto de partida o documento Educação: 
um tesouro a descobrir, relatório para a UNESCO da 
Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI.
Esse relatório, publicado em 1996, foi solicitado à equipe 
de educadores de várias parte do mundo, liderada por 
http://estacio.webaula.com.br/cursos/temas/educacao_do_brasil_do%20governo_civil_militar_ate_a_redemocratizacao/
Jacques Delors, para que pudesse refletir os caminhos da 
Educação nos países ligados à ONU.
  Esse documento influenciou de forma intensa e definitiva 
os rumos da Educação, reforçando ou questionando ações 
já realizadas e propondo novas ações a fim de alcançar 
seus objetivos. Este, aliás, é um ponto de convergência: o 
mundo precisa dialogar aos moldes dos congressos que 
levaram à formação do documento. A Educação deve 
considerar o indivíduo, mas ainda é pensada como um 
fenômeno social.
Jacques Delors: Economista e político francês. Entre 1992 e 1996, presidiu a
Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI da Unesco.
No documento, Delors traz o conceito de que a Educação é 
baseada em quatro Pilares:
 Em 1920, pelo Decreto nº 14.343, foi criada a primeira
universidade do Brasil, a Universidade do Rio de 
Janeiro. ... Com a união da Escola Politécnica, a 
Escola de Medicina e a Faculdade de Direito, houve a
estruturação da universidade, embora as instituições 
funcionassem de forma isolada, sem integração entre 
suas áreas.
 O diálogo entre História e Pedagogia é importante 
na medida que ajuda o pedagogo a compreender as 
estruturais sócio-históricas de sua ciência e o 
historiador a compreender a transmissão de 
conhecimentos.
 Embora a proposta da “Educação centrada no 
aluno” não tenha sido aceita de forma unânime 
no exterior (como o caso da pedagoga 
sueca Inger Enkvist  ), no Brasil, esse pensamento
tem crescido e confunde-se com a utilização das 
tecnologias digitais na Educação por meio das 
chamadas metodologias ativas.
 No âmbito das novas propostas 
pedagógicas adotadas pela legislação brasileira, a 
ideia é que a Educação forneça instrumentos para que
o aluno construa seu próprio conhecimento e tenha 
curiosidade sobre tudo aquilo que o rodeia. 
A formação de um indivíduo para a vida 
cidadã parte, em primeiro lugar, da sua atuação 
como sujeito ativo.
 As matérias que nós costumamos estudar, a 
implementação de linhas educacionais adotadas nas 
escolas, as formas de construir a Pedagogia e 
a Didática e suas principais teorias: tudo isso foi 
produzido por europeus ou intelectuais influenciados 
pelo pensamento eurocêntrico.
http://estacio.webaula.com.br/cursos/temas/educacao_contemporanea/
http://estacio.webaula.com.br/cursos/temas/educacao_contemporanea/
 É claro que o mundo já mudou muito, que não 
seguimos mais cegamente o modelo europeu, pois 
cada país tem buscado desenvolver novas formas de 
pensar, de educar, de aproximar as pessoas de sua 
forma de ver o mundo. Sempre houve sociedades que
resistiram mais a essa influência, como o mundo 
muçulmano, mas também é inegável que os anos de 
dominação econômica europeia, depois expandida 
pela continuidade da dominação estadunidense, 
marcaram o mundo.
 A noção de mundo ocidental contemporâneo é um 
processo de expansão de valores europeus.
 Não restam dúvidas de que o eurocentrismo, que 
marcava isoladamente a nossa cultura nas últimas 
décadas, de 1980 em diante, sofreu a influência de 
novos fenômenos: a globalização, com maior 
integração tecnológica, política e econômica, e o 
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encurtamento de distâncias favoreceuesse 
movimento. Mas qual é a origem desse modelo?
Podemos dizer que, atualmente, o mundo inteiro tem 
adotado uma Educação mais técnica. Esse modelo é 
bastante antigo, veio do grande movimento das 
industrializações, quando precisavam preparar funcionários
para assumir cargos e funções técnicas. Os primeiros 
eram empiristas, olhavam, tentavam, erravam e acertavam,
e, se acertavam mais do que erravam, viravam grandes 
técnicos, e passavam a treinar e formar aqueles que os 
substituiriam.
Atente para o fato de que o capitalismo transformou a 
Educação em um bem para o trabalhador. Acreditava-se 
que as nações só iriam se desenvolver plenamente nesse 
novo urbano com a formação de mão de obra mais 
qualificada.
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Reflexão:
  Este trabalho sintetiza reflexões acerca do ensino de História 
da Educação, articulando-as com o tema mais amplo da 
Pedagogia, que envolve a docência e o pensar-fazer-
pedagógico. É o resultado de uma produção, que articula 
questões afins, na forma de elaborações, formulações e 
experiências, nos campos da Pedagogia e da História da 
Educação. 
  A preocupação é apontar questões, ainda  abertas, sobre um 
tema estritamente relacionado com a pedagogia e a educação, 
considerando que a escola, desde a emergência da sociedade 
moderna no mundo ocidental, ou, mais precisamente, a partir 
do século XIX, é a forma que se pode considerar predominante
de educação, de transmissão e aquisição de conhecimentos. 
No caso do Brasil, país o qual ainda se encontra na condição 
de país periférico, somente a partir da segunda metade do 
século XX, adotou ações em direção aos rumos do avanço no 
campo educacional, da democratização em termos genéricos e,
mais especificamente, à ampliação do acesso de setores 
populares à escola. 
   Essa predominância, porém, parece ter ocorrido um pouco 
tardiamente, fenômeno esse que pode ser identificado também 
em outros setores da vida social. De fato, desde o advento da 
modernidade, a escola assume o papel de instituição central 
responsável pela formação dos indivíduos, como tipo de 
educação e de socialização predominante na formação 
humana –fenômeno de universalização da cultura escolar, em 
sua amplitude, que tem início no século XIX e continua até os 
dias atuais, em um mundo de pluralismo, esse da 
contemporaneidade, que sofre mudanças numa velocidade 
cada vez mais crescente.
Bibliografia:
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proposta-pedagogica
https://www.riobranco.org.br/cursos-do-colegio/ensino-medio/
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http://esicolegiosaojose.com.br/ensinos/ensino-fundamental-ii/proposta-pedagogica
http://esicolegiosaojose.com.br/ensinos/ensino-fundamental-ii/proposta-pedagogica
	Introdução: História da Educação
	História da Educação
	O processo de educação do homem foi fundamental para o desenvolvimento dos grupos sociais e de suas respectivas sociedades, razão pela qual o conhecimento de sua história e experiências passadas é essencial para a compreensão dos rumos tomados pela educação no presente.
	Educação na antiguidade
	Educação na Idade Média
	
	Educação moderna
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	Proposta Pedagógica
	“Educação: um tesouro a descobrir”

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