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Técnica Cirúrgica - Caudectomia

Estudo dirigido sobre caudectomia: definição, indicações (estéticas — incluindo bovinos; proibido em cães — remoção de tumores, traumas), dimensões, anestesia (cães jovens e adultos), técnica cirúrgica (incisão elíptica, ligaduras, desarticulação, sutura) e cuidados pós‑operatórios.

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Nome: Vitória Cristina da Silva Sousa 
RA: 210514 
Estudo dirigido de Técnica Cirúrgica – Diogo 
Caudectomia 
Definição: Extirpação cirúrgica parcial ou total da cauda. 
Indicação: 
- motivos estéticos (incluindo questões de bem-estar em bovinos, por exemplo) – nos 
cães o procedimento é proibido. 
- remoção de massas tumorais; 
- casos de traumatismos com presença de necrose tecidual intensa; 
- casos de traumatismos com fraturas expostas das vértebras coccígeas. 
Dimensões da amputação: para cortes estéticos são ditadas conforme o padrão de cada 
raça. 
Anestesia: 
- cães jovens: tranquilização associado a analgesia local; 
- cães adultos: anestesia geral. 
Técnica cirúrgica: A incisão deve ser elíptica (meia lua), iniciando no nível da 
desarticulação vertebral, lateralmente, a fim de proporcionar uma sobra de pele para a 
sutura final. Disseca-se a pele de maneira romba e promove-se a retração da pele no 
sentido proximal. A ligadura dos vasos pode ser isolada nas artérias (lateral caudal, 
medial caudal e ventral), e nas veias coccígeas caudais laterais esquerda e direita, com 
categute (3.0 a 4.0) ou em massa sobre o corpo da última vértebra coccígea que irá 
permanecer, com categute (2.0). Após a ligadura é feita a desarticulação entre as 
vértebras indicadas. A sutura de pele é feita com um fio não absorvível, através de 
pontos isolados simples ou Wolff (nylon 0,30). 
Pós-operatório: 
- limpeza diária e curativo local; 
- retirada dos pontos de pele aos 8 dias de pós-operatório; 
- se houver deiscência da sutura a ferida deve ser tratada como ferida aberta 
contaminada.