Prévia do material em texto
Farmacêutico –Sócio diretor AG3 Solutions Marco Duboc Farmacêutico –Sócio diretor AG3 Solutions Marco Duboc Graduação em Farmácia e Bioquímica, com ênfase em indústria. Mais de 20 anos de experiência no mercado farmacêutico. Foi responsável pela área de qualificação de equipamentos e validação de sistemas computadorizados na Bayer. Atuou como consultor pela Pharmaplan do Brasil por mais de 5 anos, até assumir a diretoria de Garantia de Qualidade da Divisão Bioindustrial do Instituto Butantan, onde também foi dos principais responsáveis pelo start up da fábrica de vacina contra a gripe tipo A H1N1. Diretor Presidente da sociedade brasileira de controle de contaminação - SBCC biênio 2010/2011 e possui extenso conhecimento em processos estéreis, equipamentos, sistemas de qualidade, auditoria internacionais e certificações. Atualmente é sócio proprietário da AG3 Solutions, empresa de consultoria e fornecedora de equipamentos / sistemas para indústria farmacêutica. Em nome da AG3 Solutions, agradeço esta oportunidade de compartilhar nossas experiência e principalmente nos colocar à disposição, afinal a nobre missão de cada um de vocês, colabora para que cada um de nós tenhamos uma saúde melhor. Parabéns pelo trabalho que vocês realizam. Marco Duboc, Alexandre Fígaro e Diego Camargo AG3Solutions Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) RDC 301/2019 QUALIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VALIDAÇÃ0, UMA ABORDAGEM PRÁTICA DA INSTRUÇÃO NORMATIVA - IN Nº 47, DE 21 DE AGOSTO DE 2019 (Publicada no DOU nº 162, de 22 de agosto de 2019) Que dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação complementares às atividades de qualificação e validação. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) 1963 EUA GMP 1973 FDA GMP 1975 OMS GMP 1992 WHA 28.65 Validação 1997 FDA Eletronic record 1995 SVS/MS BPF Marco reg. Brasil 2001 GAMP 4 RDC 134 marco reg BPF 2003 FDA CRF 21 part 11 RDC 210 BPF 2008 GAMP 5 2010 Guia VSC ANVISA 2010 RDC 17 BPF Outubro de 2012 Ind 4.0 Contexto histórico 2019 RDC 301 – Novo marco regulatório de BPF 2019 RDC 304 – Novo marco regulatório de Distribuição, Armazenagem e de Transporte de Medicamentos. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) iPhone ??? Não, Siemens A50 2002 iPhone 11 2019 RDC 346 2002 RDC 301 2019 RDC 304 2019 Marcos regulatórios e a tecnologia dos celulares Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Check List x PIC/s Com todo o respeito à importância que os Check List tiveram no passado e continua tendo em algumas situações, a metodologia utilizada pelo PIC/s que utiliza amplamente a análise dos riscos e conhecimento profundo dos processos, se bem aplicado, pode trazer muito mais segurança em uma inspeção. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Objetivo Revisar os conceitos básicos de qualificação e validação Instrução Normativa N° 47/2019 – Avaliação comentada Exemplos práticos os principais pontos de devem ser observados na Instrução. Espaço para debates e esclarecimento de dúvidas Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Conceitos básicos Qualificação de equipamentos Validação de processos URS / ERU Atributo Crítico de Qualidade Parâmetro Crítico de Processo ET - Especificações técnicas EF – Especificações funcionais NQA – Nível qualidade aceitável Mapa Mental Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Conceitos básicos Qualificação de equipamentos Validação de processos URS / ERU Parâmetro Crítico de Processo ET - Especificações técnicas EF – Especificações funcionais NQA – Nível qualidade aceitável Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) URS / ERU Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) URS / ERU Especificações dos requerimentos do usuário é o conjunto de especificações técnicas e operacionais que determinam como o equipamento, sistema, área deve ser desenvolvido / construído. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Qualificação de equipamentos Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Qualificação de equipamentos Qualificação: ação de provar que quaisquer instalações, equipamentos, utilidades e sistemas funcionam corretamente e realmente levam aos resultados esperados; Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Validação de Processos Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Validação de Processos Ação de provar, de acordo com os princípios das Boas Práticas de Fabricação, que qualquer procedimento, processo, equipamento, material, atividade ou sistema realmente leva aos resultados esperados; Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonteMarco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Parâmetro Crítico de Processo Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Parâmetro Crítico de Processo Parâmetro crítico do processo (PCP): parâmetro de processo cuja variabilidade tem um impacto em um atributo crítico da qualidade e, portanto, deve ser monitorado ou controlado para garantir que o processo produza um produto com a qualidade desejada; Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) ET - Especificações técnicas Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) ET - Especificações técnicas Conjunto de informações técnicas que definem como o equipamento, sistema área, entre outros, deve ser desenvolvido / construído. No caso de equipamentos e áreas, existe o memorial descritivo com especificação de todos os materiais. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) ET - Especificações funcionais Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Conjunto de informações técnicas que definem como o equipamento, sistema área, deve operar, para obter o produto / resultado desejado. ET - Especificações funcionais Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) NQA – Nível de Qualidade Aceitável Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Máxima porcentagem defeituosa (ou o máximo número de “defeitos” por cem unidades) que, para fins de inspeção por amostragem, pode ser considerada satisfatória como média de um processo NQA – Nível de Qualidade Aceitável Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Avaliação da IN 47 RDC 301/2019 O objetivo deste etapa é compartilhar experiências práticas e informar quais são principais tópicos de devem merecer atenção especial. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Quanto melhor a Análise risco, melhor o processo de qualificação e validação. Este deve ser a razão para impedir o uso de equipamentos, componentes utilidades, por não atenderem às diretrizes de BPF, apesar de serem construídas e instaladas conforme projeto, atenderem às URS, ET e EF (desde que elaboradas de modo incompleto e/ou incorreto). Art. 5º Como parte de um sistema de gerenciamento de risco à qualidade, as decisões sobre o escopo e a extensão da qualificação e validação devem se basear em uma avaliação de risco justificada e documentada das instalações, equipamentos, utilidades e processos. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Como determinar o ciclo de vida? Os registros de manutenção, log book, desvios podem indicar uma tendência de término de ciclo Art. 7º Todas as atividades de qualificação e validação devem ser planejadas e devem levar em consideração o ciclo de vida útil das instalações, equipamentos, sistemas, utilidades, processos e produtos. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Historicamente as alterações de um sistema já qualificado, são um fator de risco para os processos. Mudanças emergenciais, não documentadas, realizada por colaboradores que desconhecem as consequências de mudanças simples ou, até mesmo mudanças realizadas por terceiros desqualificados, pode colocar facilmente em risco a qualidade dos produtos. No outro extremo, não promover melhorias para não ter todo o trabalho e os custos da requalificação, pode impedir um grande incremento na segurança dos processos, qualidade dos produtos , como a verificação contínua do processo Por exemplo - manutenção de equipamentos antigos, obsoletos em função da necessidade de atendimento da RDC 73/2016 Mudanças pós registro. Art. 11. O PMV ou documento equivalente deve definir o sistema de qualificação/validação e incluir ou referenciar informações sobre, no mínimo, os seguintes itens: I - política de qualificação e validação; II - estrutura organizacional, incluindo funções e responsabilidades para atividades de qualificação e validação; III - resumo das instalações, equipamentos, sistemas e processos da planta e o status de qualificação e validação dos mesmos; IV - controle de alterações e gestão de desvios para qualificação e validação; V - orientação sobre o desenvolvimento de critérios de aceitação; VI - referências a documentos existentes; VII - estratégia de qualificação e validação, incluindo a requalificação, quando aplicável. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Neste ponto há uma grande necessidade de se conhecer os processos e saber quais são os riscos inerentes à operação. Um exemplo: Numa simples emblistadora, se o colaborador não conhecer o processo de produção, será difícil dele saber os riscos da contaminação por partículas, em função do desbobinamento do filme, que por estática, pode atrair sujeira do chão. Art. 13. Uma abordagem de gerenciamento de riscos à qualidade deve ser usada para atividades de qualificação e validação. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Neste ponto há uma grande necessidade de se conhecer os processos e saber quais são os riscos inerentes à operação. Art. 13. Uma abordagem de gerenciamento de riscos à qualidade deve ser usada para atividades de qualificação e validação. Exemplo : Emblistadeira - puxada do filme x energia estática x partículas Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Estematerial possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Esta é uma abordagem muito importante, tanto para o o detentor do registro como para o Agente Regulador, pois aprenderão cada vez mais sobre os processos e os riscos. Não tenho dúvida que isso pode trazer ganhos à segurança e qualidade, por se tratar de um processo contínuo, deixa-se de lado a antiga e obsoleta filosofia dos "check list".. Art. 13. Uma abordagem de gerenciamento de riscos à qualidade deve ser usada para atividades de qualificação e validação. §1º As avaliações de risco devem ser repetidas, conforme necessário, conforme o ganho de conhecimento e compreensão devido a quaisquer alterações durante a fase do projeto ou durante produção comercial. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) A manutenção da integridade dos dados, por si só já é um desafio, entretanto a escolha de quais dados devem ser guardados e quais podem ser desconsiderados é um trabalho que deve ser muito bem realizado. Não adianta guardar muito bem a informação irrelevante e negligenciar as informações importantes. Ainda em relação à integridade de dados, cada vez mais precisaremos considerar os arquivos eletrônicos. Papel é muito fácil de ser alterado, adulterado, perdido. Art. 14. Verificações apropriadas podem ser incorporadas ao trabalho de qualificação e validação para assegurar a integridade de todos os dados obtidos. Exemplo : Dados Kaye validator x relatório em papel Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) A investigação, principalmente na qualificação de um equipamento novo pode demandar a participação de um time multidisciplinar e até mesmo o fornecedor do equipamento. Art. 22. Os resultados que não atenderem aos critérios de aceitação pré-definidos devem ser registrados como um desvio e serem totalmente investigados de acordo com os procedimentos locais. Exemplo: Interferência na rede elétrica em Aquiraz Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Mais uma vez, é imprescindível que a empresa, conheça extremamente bem seus processos e seus produtos, pois só assim pode concluir que pode aceitar a permanência de desvios abertos e seguir em frente. Art. 24. Uma liberação formal para a próxima etapa do processo de qualificação e validação deve ser autorizada pela pessoa apropriada, como parte da aprovação do relatório de validação, ou como um documento de resumo à parte. Parágrafo único. A aprovação condicional para prosseguir para a próxima etapa de qualificação pode ser realizada quando certos critérios de aceitação ou desvios não tiverem sido totalmente abordados e houver uma avaliação documentada de que não há impacto significativo na próxima atividade. Exemplo : Estufas de despirogenização (tempo x temperatura) Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Isso tem atualmente um enorme impacto. Todos os equipamentos que rodam com sistemas antigos, como o Windows XP, largamente utilizados em sistemas industriais, deixou de ter suporte há anos pela Microsoft e, muitas vezes, não há como ser substituído. O fabricante precisa estar atento a fragilidade desses arquivos e possuir medidas de contingência e/ou recuperação efetivos. Art. 25. As atividades de qualificação devem considerar todos os estágios, desde o desenvolvimento inicial das especificações de requisitos do usuário, até o fim do uso do equipamento, instalação, utilidade ou sistema. Exemplo : banco de dados em Access (antigo) Ressonância com disquete 5 ¼. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Normalmente não é possível para a indústria determinar para o fabricante do equipamento as especificações funcionais. A indústria precisa definir muito claramente o objetivo do novo equipamento e, analisar se a proposta do fabricante está de acordo com as diretrizes de PBF para atender aos objetivo proposto. Da Especificação de requisitos do usuário (ERU) Art. 27. A especificação para equipamentos, instalações, utilidades ou sistemas deve ser definida em uma ERU e/ou especificação funcional. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Muitos fornecedores de equipamentos não conhecem a indústria farmacêutica, portanto não tem a menor ideia que são as BPF. Uma etapa muito importante é a qualificação do fornecedor. Da Especificação de requisitos do usuário (ERU) §1º Os elementos essenciais da qualidade precisam ser incorporados nesta fase e qualquer risco de BPF deve ser mitigado a um nível aceitável. Exemplo : aquisição telefone, Pass through de madeira Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Infelizmente muitas empresas negligenciam esta etapa, que por sua vez, esta etapa deve prever até o crescimento da empresa, entre outros fatores muito importantes, como acesso para manutenção, troca de filtros em áreas biosseguras, entre muitos outros pontos importantes que precisam ser observados Da qualificação de projeto (QP) Art. 28. O próximo elemento na qualificação de equipamentos, instalações, utilidades ou sistemas é a QP, na qual a conformidade do projeto com as BPF deve ser demonstrada e documentada. Parágrafo único. Os requisitos da ERU devem ser verificados durante a Qualificação de Projeto. Exemplo : Máquinas que não cabem; ´Concessionárias que não conseguem entregar energia elétrica, água potável. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Lembrando que não é uma atividade mandatória, porém altamente recomendada, entretanto não se trata de uma qualificação completa. O protocolo de SAT deve ser baseado em uma análise de risco muito bem estruturada levando em consideração aquelas peças, partes materiais e outros detalhes que ficarão ocultos quando a maquina for finalizada ou instalada. Por exemplo tubulação de uma serpentina que será isolada, soldas, entre outros. Do teste de aceitação na fábrica (TAF/FAT)/teste de aceitação na planta (TAP/SAT) Art. 29. Equipamentos, especialmente aqueles que incorporem uma tecnologia nova ou complexa, podem ser avaliados, se for o caso, no fabricante, antes da entrega. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgaçãodesde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Na QI o equipamento e/ou sistema se verifica se tudo foi devidamente construído e instalado, conforme os requerimentos do usuário, especificações técnicas e SEGUNDO AS DIRETRIZES DAS BOAS PRATICAS DE FABRICAÇÃO. Neste ponto há uma grande necessidade do comprador conhecer o que está comprando, que muitas vezes não é o que acontece. Por outro lado, o agente fiscalizador também precisará estar atualizado em relação às novas tecnologias e as diretrizes de BPF, muitas vezes o problema é a atualização em termos de engenharia de materiais. Da qualificação de instalação (QI) Art. 33. A QI deve ser executada em equipamentos, instalações, utilidades e sistemas. Art. 34. A QI deve incluir, mas não se limitar, aos seguintes itens: I - verificação da correta instalação de componentes, instrumentação, equipamentos, tubulações e serviços em relação aos desenhos técnicos e especificações de engenharia; II - verificação da instalação correta em relação a critérios pré-definidos; III - coleta e compilação de instruções de funcionamento e de trabalho do fornecedor e requisitos de manutenção; IV - calibração de instrumentação; V - verificação dos materiais de construção. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Na QO se avalia o equipamento/sistema também em relação aos URS, porém o protocolo deve ser baseado nas especificações funcionais EF, sempre levando em consideração as diretrizes de BPF. Da qualificação de operação (QO) Art. 35. A QO normalmente segue a QI, mas dependendo da complexidade do equipamento, pode ser executada como uma combinação de Qualificação de Instalação/Operação (QIO). Art. 36. A QO deve incluir, não estando limitada, aos seguintes itens: I - testes que foram desenvolvidos a partir do conhecimento dos processos, sistemas e equipamentos para garantir que o sistema esteja operando conforme projetado; II - testes para confirmar limites operacionais superiores e inferiores e/ou condições de “pior caso”. Art. 37. A conclusão de uma QO bem-sucedida deve permitir a finalização dos procedimentos padrão de operação e limpeza, treinamento dos operadores e requisitos de manutenção preventiva. Exemplo : Empresas que fazem FAT, o OQ fica muito mais fácil, bem como para aquelas empresas que já conhecem o novo equipamento. Equipamentos desconhecidos, podem ser um desafio, portanto erros durante a execução do protocolo são corriqueiros. Também pode ser necessário equipe multidisciplinar. Tanque solução drageamento Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Na QD se avalia o desempenho do equipamento e/ou sistema. Nesta etapa, velocidade e qualidade são colocadas à prova entretanto, o que eu considero extremamente importante e se definir no protocolo, através de uma análise de risco prévia: Que será produzido Quanto será produzido Quais parâmetros serão mensurados Qual o nível de qualidade aceitável Da qualificação de desempenho (QD) Art. 38. A QD normalmente deve seguir a conclusão bem- sucedida da QI e QO, contudo, em alguns casos, pode ser apropriado realizá-la em conjunto com a QO ou com a Validação de Processos. Art. 39. A QD deve incluir, mas não está limitada, aos seguintes itens: I. testes, utilizando materiais de produção, substitutos qualificados ou produtos simulados com comportamento comprovadamente equivalente sob condições normais de operação e com tamanhos de lote de pior caso. A frequência da amostragem utilizada nos testes para confirmar o controle do processo deve ser justificada; II. os testes devem cobrir a faixa operacional pretendida para o processo, a menos que evidências documentadas das fases de desenvolvimento estejam disponíveis e confirmem as faixas operacionais. Exemplo : Selecionadora de drágeas: velocidade nominal x velocidade adequada Exemplo justificativa: ABNT 5425 e 5426 Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Qual é essa frequência? depende muito do equipamento, da taxa de utilização, manutenção, da agressividade das MPs utilizadas e até mesmo do tipo de equipamento. Lembrando, na requalificação, nem sempre é necessário refazer todos os testes, principalmente QI. Por exemplo. Não é necessário testar novamente os materiais para os certificar, tal como uma câmara interna de uma autoclave para saber se o aço é o mesmo. Da requalificação Art. 40. Equipamentos, instalações, utilidades e sistemas devem ser avaliados em uma frequência apropriada para confirmar que permanecem em um estado de controle. Art. 41. Quando a requalificação é necessária e realizada de acordo com um intervalo de tempo, este período deve ser justificado e os critérios de avaliação definidos. Parágrafo único. A possibilidade de pequenas mudanças ao longo do tempo deve ser avaliada. Exemplo :Equipamentos que aquecem demasiadamente, como túneis de despirogenização, autoclaves, que são submetidas a pressão e temperatura, tentem a ter um desgaste maior que outros equipamentos, portanto precisam ser requalificados com maior frequência.. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Muitas empresas não conseguem fazer o processo de desenvolvimento de forma robusta. Um dos fatores é a dificuldade de fazer o scale up, da bancada para os equipamentos de produção. Da Validação de processos Um processo robusto de desenvolvimento de produtos é necessário para permitir uma validação de processo bem- sucedida. Exemplo: Granulador leito fuidizado de bancada x produção x custo lote experimental x tempo livre de equipamento Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Quando falamos em validação de processos, buscamos a comprovação que os processos são robustos o bastante para obterem sempre o mesmo resultado, atendendo aos critérios de aceitação previamente definidos. Indo um pouco além, para se obter processos repetíveis, os equipamentos, as matérias primas, as utilidades, os colaboradores, os procedimentos entre outros fatores devem corroborar para atingir este objetivo. O simples desrespeito a um único procedimento pode por em risco todo o processo. Da Validação de processos Um processo robusto de desenvolvimento de produtos é necessário para permitir uma validação de processo bem- sucedida. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Como se dá este estado de controle? Quando a validação é bem planejada e executada, apresenta resultados estatisticamente adequados, o monitoramento de estado de controle, deve ser realizado, mas não limitado à, avaliação e comparação dos controles em processo com os dados obtidos na validação. Quanto maior a automação, geralmente melhor o controle de processo. Art. 45. A abordagemde validação de processos deve: I - interligar o desenvolvimento de produtos e de processos. II - garantir a validação de processo de fabricação comercial. III - manter o processo em um estado de controle durante a produção comercial de rotina. Exemplo: Granulador leito fuidizado x clima Operador x “ajuste do transmissor da autoclave Registros liofilizador Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Qual é quantidade de lotes necessária para garantir que o processo esteja corretamente validado? O fabricante precisa conhecer profundamente seus processos, porém há um certo paradoxo aqui, como se trata de um produto novo, não há experiência prévia, que é adquirida com a produção de diversos lotes. Neste caso, é necessário extrair o máximo de informação dos lotes de desenvolvimento e até mesmo da qualificação de desempenho dos equipamentos. Art. 50. A validação de processo deve estabelecer se todos os atributos de qualidade e parâmetros de processo, que são considerados importantes para garantir o estado validado e a qualidade aceitável do produto, são consistentemente atendidos pelo processo. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) A participação do time multidisciplinar, normalmente é fundamental neste caso e, respondendo a pergunta inicial, quantos lotes são necessários, a reposta é simples, a quantidade necessária para se garantir a reprodutibilidade e robustez do processo. Processos mais automatizados, tendem reprodutíveis mais facilmente. Art. 50. continuação Exemplo: Validação de compressora com retroalimentação por check master Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) A Análise de risco deve ser muito bem feita e detalhada, deve contar com a participação de um time multidisciplinar, onde a Garantia de Qualidade, Produção, Engenharia, Instrumentação, TI são altamente demandados. Art. 50. Parágrafo único. A base na qual os parâmetros de processo e os atributos de qualidade foram identificados como críticos e não críticos deve ser claramente documentada, levando em consideração os resultados de quaisquer avaliações de risco. Exemplo Troca da cola depois de validado o processo Exemplo: Troca de MP antiretroviral devido à licitação Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Um exemplo de condição excepcional é a validação de produtos que tenham uma frequência de produção extremamente baixa e que o, dificuldade de produção, consumo, entre outros, não justifique aumentar a frequência de produção apenas para atender à validação. Um caso bem típico é a produção de medicamentos biotecnológicos e/ou de alto custo. Da validação concorrente Art. 61. Em circunstâncias excepcionais, onde há uma forte relação de risco-benefício em prol do paciente, pode ser aceitável a não conclusão do programa de validação de processo antes do início da produção de rotina, podendo a validação concorrente vir a ser utilizada. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Depende muito da relevância estatística do processo. Da validação de processo tradicional Art. 64. O número de lotes fabricados e o número de amostras coletadas devem se basear em princípios de gerenciamento de risco na qualidade, permitindo que a distribuição normal da variação e tendências seja estabelecida e fornecendo dados suficientes para avaliação. Art. 65. Cada fabricante deve determinar e justificar o número de lotes necessários para demonstrar um alto nível de garantia de que o processo tem condições de oferecer produtos de qualidade de forma consistente. Art. 66. Sem prejuízo dos artigos 64 e 65, geralmente é considerado aceitável que um mínimo de três lotes consecutivos, fabricados sob condições de rotina, constituam uma validação do processo. Exemplo: Inspetora Brevetti x inspeção (manual)visual durante Knap test. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) O protocolo de validação é um documento complexo e, se bem elaborado e executado, pode ser um excelente histórico do “comportamento” do processo. Art. 68. Os protocolos de validação de processos devem incluir, mas não se limitam, aos seguintes itens: I - uma breve descrição do processo e uma referência a respectiva fórmula padrão; II - funções e responsabilidades; III - resumo dos ACQs a serem investigados; IV - resumo dos PCPs e seus limites associados; V - resumo de outros atributos e parâmetros (não críticos) que serão investigados ou monitorados durante a atividade de validação e as razões para sua inclusão; VI - lista dos equipamentos/instalações a serem utilizadas (incluindo equipamentos de medição/monitoramento/registro) juntamente com o status de calibração; VII - lista de metodologias analíticas e sua validação, conforme apropriado; VIII - proposição de controles de processo, com critérios de aceitação e os motivos pelos quais cada controle de processo foi selecionado; IX - testes adicionais a serem realizados, com critérios de aceitação; X - plano de amostragem e o seu racional; XI - métodos para registro e avaliação de resultados; XII - procedimento para liberação e certificação de lotes (se aplicável). Por mais simples que seja um processo, fica difícil sintetizar todas as informações em protocolo de 4 ou 5 páginas... Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Quality by Design, na minha opinião é a evolução do sistema de garantia de qualidade. Pelo Quality by Design, a qualidade é desenvolvida desde a concepção do produto para depois se pensar em uma planta de fabricação. Da verificação contínua do processo Art. 69. Para produtos desenvolvidos por uma abordagem de Quality by Design, nos quais foi tecnicamente estabelecido durante o desenvolvimento que a estratégia de controle estabelecida fornece um alto grau de garantia da qualidade do produto, a verificação contínua do processo pode ser usada como alternava à validação tradicional do processo. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Os avanços tecnológicos facilitam esta abordagem, entretanto são mais desafiadores na qualificação, mais caros e muitas vezes esbarram na dificuldade em pós registro Art. 72. A Tecnologia Analítica de Processos e o Controle Estatístico Multivariado de Processos poderão ser usados como ferramentas. Exemplo: Equipamentos super automatizados quepodem facilmente possibilitar a verificação contínua, estão esbarrando em pós registro. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Pessoalmente esta é a abordagem que eu prefiro. Ganhar conhecimento, estabelecer limites de alerta e de ação para que qualquer tendência seja analisada e medidas sejam tomadas antes de qualquer desvio. Da abordagem híbrida Art. 75. Uma abordagem híbrida entre a tradicional e a verificação contínua do processo pode ser utilizada, quando houver uma quantidade substancial de conhecimento e compreensão do produto e processo obtidos com a experiência de fabricação e com os dados históricos do lote. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Atrelada à análise estatística, que por sua vez, precisa ser muito bem embasada, controles de alteração, estabelecimentos de limites de alerta e de ação devem ser muito bem analisados e controlados. Da veirficação continuada do processo durante o ciclo de vida Art. 81. Ferramentas estatísticas devem ser usadas, quando apropriado, para apoiar quaisquer conclusões com respeito à variabilidade e capabilidade de um processo e assegurar o estado de controle. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Ainda há um enorme caminho a se percorrer neste quesito. Condições Inesperadas ocorrem frequentemente e, muitas vezes o fabricante não tem muitas possibilidades de ação. Da verificação do transporte Art. 88. Devido às condições variáveis esperadas durante o transporte, o monitoramento contínuo e o registro de quaisquer condições ambientais críticas às quais o produto possa ser submetido devem ser realizados, a menos que se justifique o contrário. Exemplo: Radiofármaco – aeroporto Arremesso de caixas de plasma Climatização desligada em caminhões na Alemanha Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Além das máquinas de embalagem, a embalagem propriamente dita precisa ser muito bem avaliada Da validação de embalagem Art. 89. Os equipamentos de embalagem primária e secundária para produtos acabados e a granel devem ser qualificados considerando que a variação nos parâmetros de processo do equipamento, especialmente durante a embalagem primária, pode ter um impacto significativo na integridade e no funcionamento correto da embalagem como, por exemplo, blister, envelopes e componentes estéreis. Exemplo: Luminária quebrada - tampa de borracha Distância intra-alveolar Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Atenção muito especial com o sistema de tratamento de água principalmente . Qualquer falha de engenharia, montagem, projeto, material, manutenção entre outros, pode levar à contaminação do looping e formação de biofilmes Da qualificação de utilidades Art. 92. O período e a extensão da qualificação devem refletir quaisquer variações sazonais, se aplicável, e o uso pretendido da utilidade. Exemplo: Erros diversos de amostragem de água Desafios da qualificação – válvula VAV Automática Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Em geral, processos automatizados são mais seguros, por serem facilmente reprodutivos. Já a validação de limpeza, muitas vezes é um grande desafio, pela dificuldade de se determinar a superfície do equipamento, o tipo de amostragem e até mesmo a formulação do detergente e seu método analítico. Da validação de limpeza Art. 103. A validação deve considerar o nível de automação do processo de limpeza. Parágrafo único. Quando um processo automático for usado, a faixa operacional especificada das utilidades e equipamentos deve ser validada. Art. 104. Para todos os processos de limpeza, deve ser realizada uma avaliação para determinação das variáveis que influenciam a eficácia e o desempenho da limpeza como, por exemplo, os operadores, o nível de detalhamento dos procedimentos, incluindo os tempos de enxague, entre outros. Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Pessoalmente o controle de mudanças é de EXTREMA importância, pelo fato de algumas mudanças são realizadas por colaboradores e/ou terceiros que não tem ideia do impacto de suas ações no produto. Do controle de mudanças Art. 120. O controle de mudanças é uma parte importante da gestão do conhecimento e deve ser tratado dentro do sistema de qualidade. Art. 121. Devem existir procedimentos escritos para descrever as ações a serem tomadas se uma mudança planejada for proposta para uma matéria-prima, componente do produto, processo, equipamento, instalações, processo de produção ou método analítico, tamanho de lote, espaço de desenho (design space) ou quaisquer outras alterações durante o ciclo de vida que podem afetar a qualidade ou a reprodutibilidade do produto. Exemplo: troca de fita adesiva no filme da blistadeira Troca Pt 100 com haste menor Troca de elemento frio Este material foi elaborado pela AG3 Solutions, para o Curso de Formação de Inspetores em Estabelecimentos Fabricantes de Medicamentos. Este material possui livre divulgação desde que citada a fonte Marco Duboc (Set 2019 SP/RJ/DF) Dúvidas? marco@ag3solutions.com.br www.ag3solutions.com.br 11 2371 2707 11 991753069 Muito Obrigado!