A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
45 pág.
PRODUÇÃO-TEXTUAL-ASPECTOS-METODOLÓGICOS

Pré-visualização | Página 1 de 11

1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 
 
SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 3 
1 A PRODUÇÃO DE TEXTOS NO CONTEXTO ESCOLAR .................................. 4 
1.1 A concepção de linguagem e a produção de textos ..................................... 4 
1.2 O que é produção de texto na escola? ......................................................... 6 
2 LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL: O DESAFIO DE ENSINAR A LER E 
ESCREVER TEXTOS NA ESCOLA .................................................................................... 8 
3 PRODUÇÃO DE TEXTO: COMO INCENTIVAR OS ALUNOS A ESCREVER 
MELHOR? ......................................................................................................................... 15 
4 POR QUE APRENDER TÉCNICAS PARA A PRODUÇÃO DE TEXTO? ......... 17 
4.1 Escrever um texto é verdadeiramente uma ciência! ................................... 17 
5 A PRODUÇÃO TEXTUAL - UMA ANÁLISE DISCURSIVA ............................... 18 
6 O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL ...................................................... 19 
7 O QUE É UM TEXTO? ...................................................................................... 23 
8 GÊNEROS TEXTUAIS ...................................................................................... 27 
8.1 Textos literários e textos não literários ........................................................ 27 
9 COMO ENSINAR OS ALUNOS A ESCREVER DE FORMA CLARA? .............. 29 
10 ELABORAR BONS TEXTOS EXIGE, ENTRE OUTRAS COISAS, TÉCNICA, 
COERÊNCIA E CRIATIVIDADE ........................................................................................ 32 
10.1 Leitura e produção de textos ................................................................... 32 
10.2 Dicas para facilitar a produção de textos ................................................. 34 
11 A PRODUÇÃO DE TEXTO COMO PRÁTICA SOCIAL ..................................... 35 
11.1 O processo de escrever ........................................................................... 35 
11.2 Estratégias para produzir textos .............................................................. 38 
11.3 Produção textual na escola ..................................................................... 39 
12 PROGRESSÃO TEXTUAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL PARA UM BOM 
TEXTO 42 
13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................. 44 
14 BIBLIOGRAFIA ................................................................................................. 44 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
INTRODUÇÃO 
Prezado aluno! 
 
O Grupo Educacional FAVENI, esclarece que o material virtual é semelhante ao da 
sala de aula presencial. Em uma sala de aula, é raro – quase improvável - um aluno se 
levantar, interromper a exposição, dirigir-se ao professor e fazer uma pergunta, para 
que seja esclarecida uma dúvida sobre o tema tratado. O comum é que esse aluno faça a 
pergunta em voz alta para todos ouvirem e todos ouvirão a resposta. No espaço virtual, é 
a mesma coisa. Não hesite em perguntar, as perguntas poderão ser direcionadas ao 
protocolo de atendimento que serão respondidas em tempo hábil. 
Os cursos à distância exigem do aluno tempo e organização. No caso da nossa 
disciplina é preciso ter um horário destinado à leitura do texto base e à execução das 
avaliações propostas. A vantagem é que poderá reservar o dia da semana e a hora que lhe 
convier para isso. 
A organização é o quesito indispensável, porque há uma sequência a ser seguida e 
prazos definidos para as atividades. 
 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1 A PRODUÇÃO DE TEXTOS NO CONTEXTO ESCOLAR 
A produção de textos, na escola, é uma questão de grande preocupação social. 
Apesar da elaboração de variados textos durante o período de ensino básico obrigatório, 
muitas pessoas se sentem despreparadas ao se deparar com propostas de construção de 
texto no dia a dia. Diante dessas dificuldades com relação às produções textuais, cabe 
analisar algumas questões: Quais são as origens dessa dificuldade dos alunos ao construir 
textos? De que forma a produção de textos deve ser abordada na escola e como o professor 
deve intervir nas dificuldades dos alunos em suas produções? 
1.1 A concepção de linguagem e a produção de textos 
No Brasil, muitos estudantes possuem dificuldades na utilização da língua seja de 
forma oral ou escrita. No entanto, essa dificuldade não deve ser classificada como uma 
incapacidade de expressão desses estudantes, mas sim como uma incapacidade de 
sintetizar informações e juízos para transformá-los em sentenças linguísticas. 
A linguagem é a forma ou instrumento que os falantes de uma determinada língua 
utilizam para expressar ou comunicar algo a alguém. Segundo Koch (2012), a linguagem é 
a capacidade que o ser humano tem de interagir com o meio social através de uma língua, 
das mais variadas formas e variados propósitos e resultados. Em outras palavras, a 
linguagem, seja na modalidade oral ou escrita, pode se manifestar de diferentes formas, 
levando em conta os propósitos e resultados daquilo que é dito ou escrito. 
A linguagem pode ser concebida de formas diferentes que norteiam como ela é 
apresentada, seja oralmente ou em forma de escrita. As concepções de linguagem podem 
ser divididas em três modalidades. A primeira é a linguagem como expressão de 
pensamento. O autor João Wanderley Geraldi (2006) aponta-a como tradicionalista. Para 
ele, se essa concepção de linguagem é adotada, é como se afirmasse que as pessoas não 
conseguem se expressar por não pensarem. Em síntese, essa concepção admite a 
expressão puramente como produto do pensamento, sem levar em conta o contexto e o 
receptor da mensagem que envolve essa expressão linguística. 
Em comparação a Geraldi, Koch (2012) apresenta essa concepção que, por sinal, é 
a mais antiga das concepções linguísticas, como uma forma de representação do 
 
 
 
 
5 
 
pensamento e conhecimento de mundo do homem por meio da língua, isto é, a língua tem 
a finalidade somente de representar o pensamento humano. Essa concepção valoriza a 
gramática pura no processo comunicativo. Quando se leva em conta essa concepção na 
escrita de um texto, aquele que o escreve expõe no papel as suas ideias, valendo-se da 
gramática normativa, sem pensar se aquele texto atingirá seus objetivos e poderá ser 
compreendido por outras pessoas no ato da leitura. 
A segunda concepção apresenta a linguagem como instrumento de 
comunicação. Nela, leva-se em consideração a interação entre o emissor e o receptor da 
mensagem. Os autores Geraldi e Koch apontam essa concepção da língua como um código 
que somente transmite a mensagem ao receptor, que, por sinal, recebe-a de forma passiva. 
Geraldi ainda diz que geralmente essa concepção é a mais vista em livros didáticos, 
instruções ou propostas de produção de textos. Ao se valer dessa concepção nas propostas 
de produção de textos, o professor somente delimita aquele para quem será escrito o texto, 
porém, o emissor da mensagem não recebe o papel comunicativo que deve representar no 
ato da escrita, nem mesmo o contexto que se deve levar em conta no processo da escrita. 
A terceira e última concepção, é a linguagem como forma de interação. Nesse 
sentido, ela assume um papel diferenciado das concepções anteriores. Em oposição à 
linguagem como expressão do pensamento e como forma de comunicação, essa terceira 
envolve a interação entre o emissor e receptor da mensagem, ambos participam de forma 
ativa no processo comunicativo. 
A linguagem se torna a ponte entre o locutor e o interlocutor no processo da fala e 
da escrita. Geraldi (2006) afirma que nessa concepção interacionista. 
(...) mais do que possibilitar uma transmissão

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.