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SIMULADO ENADE LETRAS-INGLÊS ESTÁCIO

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Aluno(a): MARCELO 
	Matrícula: 
	Acertos: 
	Data: 26/11/2020 18:51:47
	“AS CORRETAS ESTÃO DESTACADAS EM VERMELHO”
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 1a Questão
	Acerto: 
	Como combater fake news? A União Europeia articulou uma equipe de pesquisadores com a finalidade de combater a disseminação crescente de notícias fraudulentas nos pleitos eleitorais. O chamado Grupo de Peritos de Alto Nível sobre Notícias Falsas e Desinformação apresentou em 2018 um relatório com recomendações para o combate aos conteúdos falsos baseado em seis pilares: (1) mais transparência por parte dos portais e provedores; (2) alfabetização midiática e informacional; (3) desenvolvimento de ferramentas para capacitar usurários e jornalistas a combater a desinformação; (4) promoção do uso positivo de tecnologias de informação de rápida evolução; (5) proteção da diversidade e da sustentabilidade do ecossistema dos meios de comunicação; (6) promoção de pesquisas acadêmicas sobre a desinformação. Chama a atenção o ponto número dois sobre a alfabetização midiática e informacional, já que em regimes democráticos o cidadão é a fonte e o destinatário do poder. Ou seja, a estratégia decisiva no combate à desinformação é educativa. LAGO, Davi. Alfabetização midiática e informacional. Disponível em https://veja.abril.com.br/blog/matheus-leitao/alfabetizacao-midiatica-e-informacional/ Acesso em 14/10/2020
Considerando o texto acima, podemos afirmar:
		
	 
	Um dos pontos fundamentais de combate às fake news, calcadas na desinformação, é a educação.
	
	Uma alternativa para acabar com as fake news é a proibição do uso de tecnologias da informação
 
	
	Não há formas de combater as fake news.
	
	Fake news são um mal necessário e não são um problema para a comunicação contemporânea.
	
	A União Europeia não está buscando formas de combater as fake news.
		
	
	
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 2a Questão
	Acerto: 
	A segunda paralisação dos entregadores de aplicativos, realizada no dia 25-07-2020, conhecida como Breque dos Apps, teve menos adesão dos trabalhadores do que a primeira, realizada pela categoria em 1º de julho deste ano. Enquanto alguns analistas veem a manifestação com entusiasmo, porque demonstra a capacidade de organização dos trabalhadores, outros falam em fracasso e apontam para divisões internas no movimento, que é autônomo e se organiza pelas redes sociais. Ao comentar a última greve, a socióloga Ludmila Abílio diz que a imagem das centenas de motos e bicicletas unidas pelas ruas da cidade é importante, mas não é só ela que dá a medida da adesão ou organização. Aderir ao breque pode ser simplesmente ficar em casa, sem ligar o aplicativo ou bloqueando a saída em locais dispersos de onde se originam entregas. Segundo ela, não é simples medir o tamanho da adesão dos trabalhadores à paralisação, e também é preciso considerar as dificuldades envolvidas no processo, porque enquanto participam dos atos, eles não trabalham e não recebem. Na avaliação dela, é preciso ter muito cuidado nas análises sobre as paralisações e nos discursos emergentes porque há um mesmo discurso que desliza com conteúdos e propósitos diferentes. Na segunda manifestação, menciona, houve uma tentativa de desmobilização e desqualificação do movimento, que se utilizou da linguagem e da luta dos trabalhadores para se voltar contra eles. Um dos recursos é criar as imagens que dizem - veja como o movimento é fragmentado - , - veja como deputado tal está lá na manifestação - , - isso virou coisa de partido político - , - isso vai virar coisa de sindicato - , - os trabalhadores não querem direitos ou proteção. Essa construção se faz com uma direção muito clara, se apropriando de uma histórica desqualificação da esquerda que é agravada por uma crise de representatividade que atravessa as ações coletivas e os processos políticos que estamos enfrentando nesta década. Seu horizonte é o da deslegitimação, explica.
Disponível em http://www.ihu.unisinos.br/159-noticias/entrevistas/601524-breque-dos-apps-e-um-freio-coletivo-na-uberizacao-e-na-degradacao-e-exploracao-do-trabalho-entrevista-especial-com-ludmila-abilio. Acesso em 13.10.2020
Conisderando o texto acima, é correto afirmar que:
		
	
	Os trabalhadore de aplicativo têm conseguindo ampliar o movimento que conta cada vez mais adesão da sociedade.
	 
	O movimento dos trabalhadores de aplicativo tem sido bem sucedido nas paralizações, conforme as imagens de sua ação que têm sido replicadas nas redes sociais.
	 
	A segunda onda de paralizações sofreu um processo de desqualificação por conta das tentativas de imputar ao movimento dos trabalhadores de aplicativo interesses ideológicos e partidários.
	
	A perpceção é a de que o movimento dos trabalhadores de aplicativo está sólido e firme na luta pelas suas reivindicações.
	
	A precarização do trabalho é um fenômeno recente que tem sido combatido pelas instâncias representativas dos trabalhodres de aplicativos, cuja legitimidade não tem sido questionada.
		
	
	
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 3a Questão
	Acerto: 
	Terra Indígena (TI) é uma porção do território nacional, a qual após regular processo administrativo de demarcação, conforme os preceitos legais instituídos, passa, após a homologação por Decreto Presidencial para a propriedade da União, habitada por um ou mais comunidades indígenas, utilizada por estes em suas atividades produtivas, culturais, bem-estar e reprodução física. Assim sendo, se trata de um bem da União, e como tal é inalienável e indisponível, e os direitos sobre ela são imprescritíveis. Nos termos da legislação vigente - CF/88, Lei 6001/73 ¿ Estatuto do Índio, Decreto n.º 1775/96, as terras indígenas podem ser classificadas nas seguintes modalidades: Terras Indígenas Tradicionalmente Ocupadas: São as terras indígenas de que trata o art. 231 da Constituição Federal de 1988, cujo processo de demarcação é disciplinado pelo Decreto n.º 1775/96. Reservas Indígenas: São terras doadas por terceiros, adquiridas ou desapropriadas pela União, que se destinam à posse permanente dos povos indígenas. São terras que também pertencem ao patrimônio da União, mas que não se confundem com as terras de ocupação tradicional. Além disso, vale destacar que existem reservas indígenas, que foram reservadas pelos Estados-membros, principalmente durante a primeira metade do século XX , mas que hoje são reconhecidas como de ocupação tradicional. Terras Dominiais: São as terras de propriedade das comunidades indígenas, havidas, por qualquer das formas de aquisição do domínio, nos termos da legislação civil. Dessa forma, são estas as três modalidades de terras indígenas, nos termos da legislação vigente (CF/88, Lei 6001/73 ¿ Estatuto do Índio, Decreto n.º 1775/96). Apesar disso, vale destacar também o instrumento administrativo de interdição de áreas (terras interditadas), instrumento este, o qual não deve ser entendido como modalidade de terra indígena, mas tão somente como instrumento administrativo utilizado para assegurar a proteção de comunidades ou grupos indígenas que vivem em situação de isolamento com o estabelecimento de restrição de ingresso e trânsito de terceiros na área, mas que não se trata de área, quando isoladamente considerada e ceteris paribus, sob domínio da União, antes, se trata de instrumento para assegurar a proteção das comunidades ou grupos indígenas isolados. Quantas são as terras indígenas e onde se localizam? Atualmente existem 488 terras indígenas regularizada que representam cerca de 12,2% do território nacional, localizadas em todos os biomas, com concentração na Amazônia Legal. Tal concentração é resultado do processo de reconhecimento dessas terras indígenas, iniciadas pela Funai, principalmente, durante a década de 1980, no âmbito da política de integração nacional e consolidação da fronteira econômica do Norte e Noroeste do país. 
Considerando o texto acima é correto afirmar que:
		
	
	As terras indígenas são de propriedade dos povos indígenas, podendo, estes, alienar as mesmas de acordo com a sua vontade.
	
	A maior parte das terras indígenas está na

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