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RESUMÃO DA APROVAÇÃO - GRAVIDEZ

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o Realizada na 16ª semana de gravidez. 
o Complicações: punções hemorrágicas, vazamento de líquido amniótico e 
corioamnionite. 
o Útil nos casos de polidramnia (excesso de líquido) 
• Microanálise de sangue fetal 
o Retirada de pequena gota de sangue do couro cabeludo do feto para 
determinação de pH, PCO2 e PO2 para o diagnóstico de asfixia durante o 
parto. 
 
Figura 1 hCG 
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• Fetoscopia 
o Punção no cordão umbilical (Cordocentese) guiado por USG. 
• Biopsia de Vilo Corial 
o Coleta de material do cório frondoso, guiado por USG, por via transabdominal. 
o Útil para diagnóstico genético no 1º trimestre. 
o Complicação: redução de membros quando realizada antes das 10 semanas de 
gestação. 
• Cordocentese 
o Coleta de sangue fetal guiada por USG (após 18-20 semanas) 
o Últil para diagnóstico genético. (Ex: eritroblastose fetal) 
o Complicações: bradicardia fetal, sangramento no local da punção, perda fetal, 
transmissão vertical de hepatites B e C, HIV. 
PROCEDIMENTOS ELETRÔNICOS 
• USG 
o Sonar doppler, doppler colorido, ecocardiografia fetal. 
o Não tem riscos pra mãe e pro feto. 
o Tipos: Convencional, 2D, 3D e 4D 
• Cardiotocografia 
o É o registro contínuo da frequência cardíaca fetal instantânea e da 
contratilidade uterina. 
• Ressonância Magnética e Tomografia computadorizada 
o Visualização da anatomia materna e fetal quando a USG é insuficiente para o 
diagnóstico. 
o TC é reservado para avaliar quadros de abdome agudo (risco de radiação) 
o RM não apresenta risco biológico para o feto. 
DIAGNÓSTICO DA GRAVIDEZ 
• CLÍNICO 
• LABORATORIAL 
• ULTRASSONOGRÁFICO 
 
1. DIAGNÓSTICO CLÍNICO 
a. Sinais de presunção 
i. Amenorréia – 4 semanas. 
ii. Náuseas – 5 semanas. 
iii. Congestão e dor mamária: 5 semanas 
iv. Escurecimento da aréola primária, tubérculos de Montgomery: 8 
semanas. 
v. Rede de Haller: 16 semanas. 
vi. Aréola secundária: 20 semanas. 
vii. Polaciúria: 6 semanas. 
b. Sinais de probabilidade 
i. Amenorréia após 10-14 dias de atraso menstrual. 
ii. Aumento do volume uterino: 6 semanas. 
iii. Alteração da consistência uterina (sinal de Hegar): 8 semanas 
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iv. Alteração do formato uterino: 8 semanas 
1. Sinal de Piscacek: abaulamento e amolecimento no local da 
implantação. 
2. Sinal de Nobile-Budin: Abaulamento dos fundos de saco 
laterais. 
3. Sinal de Osiander: percepção dos batimentos do pulso vaginal 
nos fundos de saco, devido a hipertrofia do sistema vascular. 
v. Escurecimento da vulva (Sinal de Jacquemier ou Chadwik): 8 semanas. 
vi. Coloração violácea da mucosa vaginal (sinal de Kluge): 8 semanas. 
vii. Aumento do volume abdominal: 16 semanas. 
c. Sinais de certeza 
i. Batimentos cardiofetais e movimentação ativa. 
ii. A USG é capaz de rastrear os sinais de certeza com 8 semanas. 
iii. Rechaço fetal intrauterino ao impulsionar o feto com os dedos no 
fundo de saco anterior (sinal de Puzos): 14 semanas. 
iv. Percepção e palpação dos movimentos ativos do feto: 18 semanas. 
v. Palpação dos segmentos fetais: 18 semanas. 
vi. Ausculta dos BCF: 20-21 semanas com Pinard / 10-12 semanas com 
Sonar-Doppler. 
2. DIAGNÓSTICO LABORATORIAL 
a. Melhor parâmetro para diagnóstico de gravidez incipiente 
b. Identificação do b-hCG produzido pelo óvulo 1 semana após a fertilização. 
3. DIAGNÓSTICO ULTRASSONOGRÁFICO 
a. Obrigatório USG transvaginal no 1º trimestre de gravidez. 
b. Saco gestacional: surge entre 4º e 5º semana na parte superior do útero. 
c. Vesícula vitelina: serve para nutrir o bebê até ele ter placenta; > 5 semanas 
d. Eco embrionário com pulsação (bcf): 6º semana. 
e. Placenta só começa a aparecer depois de 10-12 semanas. 
 
 
 
 
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USG mostrando o saco gestacional sem o embrião 
dentro. 
Pode-se afirmar: 4-5 semanas. 
USG mostrando o saco gestacional tópico, com a 
vesícula vitelínica 
USG mostrando o saco gestacional tópico, com a 
vesícula vitelínica e presença de embrião. 
USG doppler mostrando o saco gestacional tópico, 
com a vesícula vitelínica e presença de embrião com 
batimento cardíaco. 
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IDADE GESTACIONAL E DPP 
Formas de calcular a IG E DPP: 
• Última menstruação 
• Aumento do volume uterino 
• Ausculta fetal 
• Movimentos fetais 
• USG: padrão ouro 
ÚLTIMA MENSTRUAÇÃO 
• ATENÇÃO! A gravidez é datada do 1º dia do último período menstrual. 
• Duração média da gestação: 280 dias – 40 semanas 
• DPP: Data provável do parto 
• Regra de Nagele: adicionar 7 dias na DUM e mais 9 meses (ou menos 3 meses quando 
se faz o cálculo retrógrado) 
o Exemplo: DUM: 18/01/2021 
 Dia: 18 + 7 = 25 
 Mês: 01 + 09m = 10 ou 01 – 3 = 10 
 DPP: 25/10/2021 
AUMENTO DO FUNDO UTERINO: 
• Útero pode ser palpado no abdome a partir de 12 semanas. 
• 16 semanas: fundo uterino pode ser palpado entre a sínfise púbica e a cicatriz 
umbilical. 
• 20 semanas: fundo uterino pode ser palpado a nível da cicatriz umbilical. 
• No termo: fundo uterino pode ser palpado nos rebordos costais. 
AUSCULTA FETAL: 
• 10 – 12 Semanas: sonar-doppler 
• 20 semanas: estetoscópio de Pinnard 
MOVIMENTOS FETAIS: 
• São percebidos a partir da 18ª semana de gestação. 
USG mostrando feto com placenta na parte superior 
do útero (espessamento) 
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USG: 
• 1º TRIMESTRE: a idade gestacional é calculada pela medida do comprimento cabeça-
nádega (CCN), com precisão de aprox.. 5 dias 
• 12 a 20 SEMANAS: a idade gestacional é estimada pela medida do diâmetro biparietal 
(DBP), com precisão de +/- 10 dias. 
• Após 20 SEMANAS: as medidas sonográficas são imprecisas. 
 
“TERMO DE GRAVIDEZ” 
Definição: gravidez com 37 semanas + 0 dia a 41 semanas + 6 dias. 
*> de 42 semanas = pós-termo. 
*termo-precoce = 37 semanas + 0 dias a 38 semanas + 6 dias. 
*termo-completo = 39 semanas + 0 dias a 40 semanas + 6 dias. 
*termo-tardio = 41 semanas + 0 dia a 41 semanas + 6 dias. 
 
 
 
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