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ANGLO ENSINO FUNDAMENTAL ANGLO ano6 º- 2 caderno MANUAL DO PROFESSOR MATEMÁTICA capa_final_ANGLO_SOMOS_MP_matematica.indd 3 1/12/17 09:28 6º ano Ensino Fundamental Manual do Professor Matemática Adair Mendes Nacarato Cármen Lúcia B. Passos Fábio Orfali Heimar Aparecida Fontes 2 caderno MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 1 11/30/15 9:27 AM Direção de conteúdo e inovação pedagógica: Mário Ghio Júnior Direção: Tania Fontolan Coordenação pedagógica: Ricardo Leite Conselho editorial: Bárbara M. de Souza Alves, Eliane Vilela, Fábio Aviles Gouveia, Helena Serebrinic, Lidiane Vivaldini Olo, Luís Ricardo Arruda de Andrade, Mário Ghio Júnior, Marisa Sodero Cardoso, Ricardo de Gan Braga, Ricardo Leite, Tania Fontolan Direção editorial: Renata Mascarenhas Gerência editorial: Bárbara M. de Souza Alves Coordenação editorial: Adriana Gabriel Cerello Edição: Fernando Manenti Santos (coord. Biologia, Física, Matemática e Química), Walter Catão Manoel (Matemática) Revisão: Hélia de Jesus Gonsaga (ger.), Kátia Scaff Marques (coord.), Rosângela Muricy (coord.), Danielle Modesto, Marília Lima, Marina Saraiva, Tayra Alfonso, Vanessa Lucena Coordenação de produção: Paula P. O. C. Kusznir (coord.), Daniela Carvalho Supervisão de arte e produção: Ricardo de Gan Braga Edição de arte: Daniel Hisashi Aoki Diagramação: Fernando Afonso do Carmo, Lourenzo Acunzo, Luiza Massucato Iconografia: Silvio Kligin (supervisão), Claudia Bertolazzi, Claudia Cristina Balista, Ellen Colombo Finta, Marcella Doratioto Licenças e autorizações: Patrícia Eiras Cartografia: Eric Fuzii Capa: Daniela Amaral Foto de capa: Eric Isselee/Shutterstock/Glow Images Ilustração de capa: D’Avila Studio Projeto gráfico de miolo: Daniela Amaral Editoração eletrônica: Casa de Tipos Todos os direitos reservados por SOMOS Sistemas de Ensino S.A. Rua Gibraltar, 368 – Santo Amaro CEP: 04755-070 – São Paulo – SP (0xx11) 3273-6000 © SOMOS Sistemas de Ensino S.A. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Ensino fundamental, 6º ano : matemática : caderno 2 : professor / Adair Mendes Nacarato... [et al.]. -- 1. ed. -- São Paulo : SOMOS Sistemas de Ensino, 2016. Outros autores: Cármen Lúcia B. Passos, Fábio Orfali, Heimar Aparecida Fontes 1. Matemática (Ensino fundamental) I. Nacarato, Adair Mendes. II. Passos, Cármen Lúcia B.. III. Orfali, Fábio. IV. Fontes, Heimar Aparecida 15-09888 CDD-372.7 Índices para catálogo sistemático: 1. Matemática : Ensino fundamental 372.7 2017 ISBN 978 85 7595 470 6 (PR) Código da obra 824651217 1a edição 1a impressão Impressão e acabamento Uma publicação MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 2 1/13/17 08:47 SUMÁriO O Caderno 2 ........................................................................................... 4 12. Giros e ângulos .................................................................................................................... 5 13. Localização de pontos .......................................................................................................... 9 14. Retas paralelas e retas perpendiculares .............................................................................13 15. Números racionais em diferentes contextos ........................................................................19 16. Multiplicação e divisão por 10, 100 e 1 000 com números decimais ....................................23 17. Porcentagem .......................................................................................................................26 18. Polígonos ............................................................................................................................30 19. Adição e subtração: propriedades e relações .....................................................................35 20. Adição e subtração de números decimais ...........................................................................39 21. Multiplicação de números decimais ....................................................................................42 22. Resolução de problemas .....................................................................................................48 Módulo Interdisciplinar ............................................................................................................ 53 8 MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 3 11/30/15 9:07 AM 8 4 Ensino Fundamental O CAdErNO 2 Este Caderno está organizado em 11 Módulos. No campo Aritmética, o foco será em números racio- nais, dando continuidade ao trabalho iniciado no Caderno anterior, explorando os procedimentos de comparação, ordenação e as operações de adição, subtração e multiplicação (Módulos 15, 16, 17, 19, 20 e 21). Daremos ênfase, também, a cálculos mentais e estimativas com números naturais e racionais. No campo Espaço e Forma, a ênfase será em ângulos (Módulo 12), localização de pontos em siste- mas de coordenadas (Módulo 13), retas (Módulo 14) e polígonos (Módulo 18). Optamos por intercalar o Módulo 18 aos de Aritmética para não deixar o curso tão cansativo para os alunos trabalhando-se apenas Geometria. No entanto, se você preferir trabalhar os quatro Módulos de Espaço e Forma sequen- cialmente, poderá fazê-lo, desde que no início do bimestre. Conceitos relativos aos campos de Grandezas e Medidas e Tratamento da Informação serão integra- dos aos Módulos de Aritmética. Lembramos que o último Módulo (Módulo 22) sempre será reservado para resolução de problemas ou investigações matemáticas. As estratégias de resolução não estão, necessariamente, vinculadas aos conteúdos do Caderno. Recomenda-se certificar-se dos materiais de que irá precisar em alguns Módulos para o desenvol- vimento das aulas, providenciando-os com antecedência para cada um dos alunos. Neste sentido, destacamos que, no Módulo 12, é introduzido aos alunos o uso dos esquadros de 45° e 60°, que será explorado também no Módulo 14. Os autores MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 4 11/30/15 9:07 AM AULAS 31 e 32 Objetivos • Associar giros (rotações), vistos em situações do cotidiano, à ideia de ângulo. • Identificar o grau como unidade de medida de rotações. • Reconhecer a representação e os principais elementos de um ângulo. • Identificar o grau como unidade de medida de ângulos. • Identificar ângulos retos e sua representação. • Manipular esquadros para construir ângulos simples. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 31 Abertura do módulo Giros de uma roda-gigante Ângulos Exercício (item 1) Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 a 3 (Em casa) 32 Retorno das tarefas 1 a 3 Orientação para a utilização dos esquadros Exercício (itens 2 e 3) Teste (item 2) Orientações para as tarefas 4 a 7 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 1 e 2 Materiais • Esquadros de 45° e 60° (cada aluno deverá ter os seus). • Régua de 30 cm (cada aluno deverá ter a sua). Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos relacionem as ideias de giro e de ângulo e que identifiquem o grau como unidade de medida das duas grandezas. 12. GirOS E âNGULOS 85 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 5 11/30/15 9:07 AM Estratégias e orientações O texto de abertura do Módulo tem por objetivo des- pertar a curiosidade dos alunos para o grau como unida- de de medida de giros. Sugerimos que você faça a sua leitura seguida de uma breve discussão nos primeiros minutos da aula. Porém, se tiver mais tempo disponível, você pode enriquecer o texto com a apresentação de um vídeo com imagens da manobra citada no texto. No Caderno Digital, fazemos a sugestão de um vídeo com trechos que podem ser usados com essa finalidade. É provável que, durante a leitura, muitos alunos as- sociem a expressão “giro de 360 graus” a umavolta completa, já que é uma expressão bastante utilizada no dia a dia. Se isso acontecer, você já pode introduzir as principais ideias do Módulo, fazendo perguntas como: “E o que seria um giro de 180°?” Atividades de construção de conceitos Giros de uma roda-gigante (página 301) O texto desta seção é bem curto e não deve trazer grandes dificuldades para os alunos durante a leitura. Por isso, sugerimos que você os organize em duplas ou em trios, para que realizem a leitura e a atividade que se segue a ela. Oriente os alunos no começo da atividade, na qual deverão relacionar o tempo de rotação da roda-gigante com a fração do giro que ela realizará. Uma hipótese que deve ser presumida é que a velocidade de rotação é constante ao longo do percurso, fato bastante aceitá- vel nessa situação. Também devem ser desprezados os efeitos de eventuais paradas. Com isso, a ideia de pro- porcionalidade acaba aparecendo no cálculo, embora de modo bastante intuitivo. Ao longo da atividade, reforce com os alunos as rela- ções: 1 giro ↔ 360°; 1 2 giro ↔ 180°; 1 4 de giro ↔ 90°. Ao final da discussão das perguntas propostas na ativi- dade, apresente o conteúdo do boxe “Convenção matemá- tica”, fornecendo as ideias básicas do processo de definição de uma unidade de medida. Para tornar o assunto mais concreto, você pode exemplificar como se estabeleceu o metro como unidade de medida de comprimento (trata-se de um comprimento escolhido arbitrariamente). ângulos (página 303) Esta seção é uma continuação natural da anterior. Por isso, sugerimos que ambas sejam abordadas na mesma aula. O objetivo aqui é relacionar as frações do giro da roda-gigante com diferentes ângulos. Desse modo, torna- -se bastante natural perceber que rotações e ângulos podem ser medidos na mesma unidade (graus). Como fechamento da primeira aula, reforce a repre- sentação e os elementos de um ângulo e as demais infor- mações que aparecem no boxe De olho nos ângulos. Os exercícios que exigem a utilização dos esquadros foram planejados para a segunda aula do Módulo. As- sim, sugerimos que você inicie a segunda aula com uma retomada do grau e do conceito de ângulo para, em se- guida, orientar os alunos quanto ao uso dos esquadros. É importante destacar: • as medidas dos ângulos dos dois esquadros; • a posição em que o esquadro deve ser colocado quan- do pretendemos utilizá-lo para construir um ângulo; • o fato de que não é possível construir ângulos de qualquer medida usando apenas os esquadros. Observação recado ao professor Não pretendemos, com este Módulo, esgotar o assunto ângulos, mas apenas fornecer subsídios para capacitar os alunos a compreender conceitos como o de retas perpendiculares, por exemplo. O estudo completo de ângulos será feito no 7º- ano. Por isso, o uso do transferidor não será introduzido no 6º- ano, mas sim no ano seguinte. respostas e comentários Giros de uma roda-gigante (página 301) 1. Um possível encaminhamento para o preenchimen- to dos quatro esquemas das rodas-gigantes é dado a seguir. 32 minutos → 1 giro completo. 16 minutos (metade de 32) → 1 2 de giro. 8 minutos (metade de 16) → 1 4 de giro (metade de meio giro). 4 minutos (metade de 8) → 1 8 de giro (metade de 1 4 de giro). Caso não queira utilizar a terminologia de frações, você pode identificar cada posição sempre se refe- rindo à metade do percurso percorrido no esquema anterior. Temos então: 86 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 6 11/30/15 9:07 AM a) 32 minutos b) 16 minutos c) 8 minutos d) 4 minutos 2. Nas situações c e d, as frações do giro correspondem, respectivamente, a 90° e a 45° em relação à posição mais baixa. ângulos (página 303) A figura mostra o ângulo pedido. Exercício (página 304) 1. Os giros assinalados correspondem, respectiva- mente, a: a) 90° b) 180° c) 270° d) 30° (basta fazer 360° : 12) 2. Antes de propor este exercício, dedique um bom tempo a orientar os alunos sobre o uso dos esqua- dros. Identifique os dois esquadros, apresentando as medidas de seus ângulos internos. Lembramos que os esquadros serão utilizados novamente em outros momentos do curso. Sugerimos que o exercício seja feito individualmen- te, para que cada aluno possa treinar o manuseio dos esquadros. Solicitamos as seguintes construções (indicadas em linha tracejada): a) A b) B c) C d) D Note que, na construção d, os alunos deverão utili- zar os dois esquadros, somando um ângulo de 45° a outro de 30°. O ângulo assinalado na figura mede 45°. 87 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 7 11/30/15 9:07 AM 3. Proponha a realização do exercício preferencialmente em duplas. Os alunos deverão identificar no ângulo raso (de medida 180°) a ideia de giro de meia-volta. Além disso, utilizarão ideias bastante intuitivas de adição de medidas de ângulos consecutivos, como ilustrado a seguir. 0 A α B β Na figura acima, os ângulos α e β são consecutivos. A medida do ângulo AOB é igual a α 1 β. a) ? 5 180° 2 45° 5 135° b) ? 5 180° 2 90° 5 90° c) ? 5 20° 1 40° 5 60° d) ? 5 90° 2 25° 5 65° Teste 1. Alternativa B. No primeiro giro indicado pelas instru- ções, a figura fornece duas opções, ambas à direita (45° e 90°). Cabe aos alunos diferenciá-las pela medida do giro em graus. Assim, os que assinalarem as alternati- vas c ou d provavelmente estão com dificuldade para diferenciar um giro de 45° de um de 90°. No segundo giro, a figura oferece duas opções, am- bas de 45°, sendo uma à direita e outra à esquerda. Assim, os alunos que assinalarem a alternativa a pro- vavelmente não conseguiram diferenciar esquerda e direita no contexto apresentado. 2. Alternativa C. Se o ângulo de inclinação da escada medir 25°, tere- mos: ? 5 180° 2 25° 5 155°. Já se o ângulo de inclinação da escada medir 30°, teremos: ? 5 180° 2 30° 5 150°. Logo, a medida do ângulo assinalado com ? está entre 150° e 155°. Alguns alunos poderão encontrar dificuldade pelo fato de que é dado um intervalo de possíveis medidas para o ângulo de inclinação. Oriente-os a trabalhar com os extremos desse intervalo. Em casa (página 307) 1. Na manobra “aéreo 360 graus”, o surfista realiza um giro completo com sua prancha. Como visto em aula, convencionamos que a medida de um giro completo é 360 graus. 2. Em 3 minutos, a roda-gigante completará meia-volta, ou seja, 180°. Já em 1 minuto, andará um terço disso, isto é, 60°. 3. A medida de cada ângulo indicado é igual a: a) 90° b) 4 3 30° 5 120° c) 5 3 30° 5 150° 4. Temos as seguintes possíveis construções (assinaladas em linha mais grossa): a) b) c) d) 5. Os ângulos assinalados têm as seguintes medidas: a) ? 5 45° 1 60° 5 105° b) ? 5 90° 1 30° 5 120° 6. Os ângulos assinalados têm as seguintes medidas: a) ? 5 180° 2 150° 5 30° b) ? 5 60° 1 60° 5 120° c) ? 5 90° 2 40° 5 50° d) ? 5 180° 2 25° 2 15° 5 140° 7. Verifique as anotações no glossário. Você também po- derá escolher algumas delas e compartilhá-las com a classe, para que todos possam corrigir ou acrescentar algo que considerarem importante. 88 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 8 11/30/15 9:07 AM AULAS 33 e 34 Objetivos • Introduzir o conceito de sistema de coordenadas em um plano. • Utilizar as coordenadas cartesianas para localizar pontos em um plano. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 33 Retorno das tarefas 4 a 7 do Módulo 12 Abertura do módulo Localizando-se em um mapa Exercício 1 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 34 Retorno das tarefas 1 e 2 O sistema de coordenadas cartesianas Exercício 2 Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 5 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 3 e 4 Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos compreendam a utilizaçãode sistemas de coordenadas cartesianas para a localização de pontos em um plano. Estratégias e orientações A localização de pontos em um plano e, posteriormente, no espaço é uma habilidade que vem sendo cada vez mais valorizada em documentos oficiais, tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. Na Prova Brasil, por exemplo, as matrizes de referência trazem um descritor que se refere diretamente a essa habilidade: D1 2 Identificar a localização /movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações gráficas. Já no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), a matriz de referência inclui a seguinte habilidade: H6 2 Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua represen- tação no espaço bidimensional. 13. LOCALizAçãO dE PONTOS 89 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 9 11/30/15 9:07 AM Assim, este Módulo trabalha, de maneira mais inten- cional, o desenvolvimento dessa habilidade. Como motivação, apresentamos, no texto de abertu- ra, uma explicação bem simplificada do funcionamento do GPS. Trata-se de um recurso cada vez mais comum em nosso dia a dia e que utiliza intensamente as ideias de localização por meio de coordenadas. Procure des- tacar isso para os alunos e, se houver tempo, aprofunde a discussão, pedindo a eles que pesquisem sobre o tema. Há muitos sites que detalham, em maior ou menor profundidade, o funcionamento de um GPS. Na refe- rência a seguir, você encontra um texto relativamente simples, que pode ser usado para dar mais detalhes aos alunos: <http://mundoestranho.abril.com.br/materia/ como-funciona-o-gps>. Atividades de construção de conceitos Localizando-se em um mapa (página 310) Sugerimos que você organize os alunos em duplas para a realização desta atividade. Nela, eles deverão localizar di- ferentes pontos em um mapa da cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de uma atividade que pode ser estendida com a utilização de ferramentas de localização como o Google Maps. Você pode baixar mapas da sua região ou de outra região de interesse dos alunos e pedir a eles que localizem determinados pontos. Com o uso do computa- dor ou tablet, é possível até trabalhar a ideia de escala, visualizando os mapas em diferentes aproximações. Ao final da atividade, faça a socialização das conclu- sões, verificando se todos compreenderam o princípio de localização de pontos no sistema de coordenadas apresentado. Discuta com eles se a ordem em que as coordenadas são apresentadas (D4 ou 4D) faria dife- rença para a localização de um ponto. Trata-se de uma preparação para a próxima seção, em que será discutido o sistema de coordenadas cartesianas. O sistema de coordenadas cartesianas (página 312) O objetivo desta seção é apresentar uma breve intro- dução do sistema de coordenadas cartesianas, voltada à mera localização de pontos em um plano. Sabemos que as coordenadas cartesianas apresentam inúmeras outras aplicações na Matemática, que serão vistas em outros momentos. Ainda no Ensino Fundamental, no 8º- ano (representação gráfica de sistemas de equações linea- res) e no 9º- ano (introdução às funções). E, no Ensino Médio, aprofunda-se bastante o assunto, especialmente no estudo da Geometria Analítica. Por esse motivo, não se preocupe em esgotar o as- sunto. Estamos apenas apresentando as primeiras ideias. Optamos por não apresentar a nomenclatura (abscissas e ordenadas; eixos x e y; pares ordenados), trabalhando apenas com os termos “eixo horizontal” e “eixo vertical”. Além disso, trabalhamos apenas com o 1º- quadrante do plano cartesiano, já que os alunos ainda não conhe- cem os números negativos, e não colocamos situações que envolvessem pontos sobre os eixos (abscissa ou ordenada zero). Portanto, trabalhamos com o sistema de coordenadas cartesianas como uma extensão natural do sistema visto na seção anterior, com letras e números. Você pode fazer uma leitura coletiva do texto da seção, reforçando, na lousa, as ideias aplicadas para a localização de pontos com os eixos cartesianos. Faça alguns exemplos e peça aos alunos que trabalhem nos exercícios propostos. respostas e comentários Localizando-se em um mapa (página 310) 1. Na figura, está destacada a Rua Senador Pompeu. 295 m0 N S LO Parque Campo de Santana Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial 2. a) Presidente Vargas d) Praça Onze b) Carioca e) Cidade Nova c) Cinelândia 3. Nesta pergunta, as respostas podem ser um pouco diferentes, já que há vários pontos que podem servir como referência para os locais indicados, com coor- denadas diferentes. a) G8 c) K14 b) B14 d) H17 810 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 10 11/30/15 9:07 AM Exercício 1 (página 312) a) e b) Na figura, estão marcados o ponto onde a joani- nha pousou (P), seu trajeto e o ponto onde ela levantou voo (V). c) Ela levantou voo do ponto de coordenadas D7. O sistema de coordenadas cartesianas (página 312) Exercício 2 (página 315) 1. 1 6 5 4 3 2 B A E F D C 1 0 2 3 4 5 6 7 8 1 A B C D E F P V G H 2 3 4 5 6 7 8 2. Neste problema, os alunos terão de trabalhar com pontos cujas coordenadas não se encontram exata- mente sobre as marcas dos eixos. Para isso, eles terão de utilizar as subdivisões dos eixos e fazer aproxima- ções. Na tarefa 4 (em casa), eles terão de fazer um raciocínio semelhante, utilizando, inclusive, valores não inteiros para as coordenadas. a) No ponto (800; 400) está localizada uma árvore. b) As coordenadas do ponto onde o tesouro está enterrado são (900; 700). c) Uma estimativa para as coordenadas do ponto B é: (1 130; 380). Em relação ao eixo horizontal, vemos que o ponto B encontra-se entre 1 100 e 1 200 metros, mais próximo de 1 100. Assim, estimamos o valor de sua primeira coordenada em 1 130. Já no eixo vertical, ele está um pouco abaixo da linha correspondente a 400 metros. d) No trajeto, o pirata caminhou aproximadamente 1 200 metros. Do ponto onde atracou até o ponto (200; 700), o pirata andou cerca de 500 metros. Em seguida, para ir do ponto (200; 700) até o tesouro (ponto (900; 700)), ele caminhou mais 700 metros. Com isso, totalizou aproximadamente 1 200 metros. Teste 1. Alternativa B. Na figura, estão marcados os dez pon- tos escolhidos pelo aluno. Ao ligá-los por linhas retas, obtemos a letra “F”. Assim, o nome do aluno, dentre as opções apresentadas, só pode ser Felipe. 2. Alternativa A. Marcando os pontos e unindo-os como indicado no enunciado, obtemos a figura a seguir. 1 A B C D E F G H 2 3 4 5 6 7 8 811 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 11 11/30/15 9:07 AM 1 6 5 4 3 2 1 0 2 3 4 5 6 7 8 O ponto onde as duas linhas retas se encontram tem coordenadas (5; 3). A questão exige dois raciocínios distintos dos alu- nos: marcar pontos conhecendo suas coordenadas e identificar as coordenadas de um ponto já marcado. Procure identificar, dentre os alunos que assinalaram uma alternativa errada, em que etapa da resolução eles encontraram dificuldade. Em casa (página 317) 1. Pela quantidade de cada embarcação distribuída na malha quadriculada, é possível identificá-las: Quantidade Símbolo 1 porta-aviões 2 encouraçados 3 fragatas 4 submarinos 5 hidroaviões a) Submarinos: B7, E4, I8 e O9. b) Fragata que está mais próxima do porta-aviões: C10 e C11. 2. a) Os tiros F5 e I12. b) Os tiros C2 (hidroavião), M6 (encouraçado) e N4 (hidroavião). 3. O desenho obtido ligando-se os 12 pontos é: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 L A B C D G H E F I J K 1 2 3 4 5 6 7 8 0 4. Nesta questão, os alunos trabalharão com um ponto cujas coordenadas não são inteiras. A própria malha quadriculada auxilia a visualização disso, pois apresen- ta subdivisões nos eixos entre dois números inteiros consecutivos. Durante a correção, destaque isso para osalunos, já que se trata de uma vantagem de se tra- balhar com números nos eixos, em lugar de letras. a) Na figura, estão representados os dois quadrados pedidos. Em cada um deles, está assinalado o res- pectivo centro. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 2 3 4 5 0 D B H E G F A C b) (2; 3) c) (6,5; 2,5) 5. Verifique as anotações no glossário. Você também po- derá escolher algumas delas e compartilhá-las com a classe, para que todos possam corrigir ou acrescentar algo que considerarem importante. 812 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 12 11/30/15 9:07 AM AULAS 35 a 37 Objetivos • Compreender a diferença entre uma reta e um segmento de reta. • Conhecer a representação e a nomenclatura utilizadas para retas e segmentos de retas. • Depreender os conceitos de retas paralelas, retas concorrentes e retas perpendiculares. • Construir, com o auxílio de régua e esquadro, retas paralelas e retas perpendiculares. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 35 Retorno das tarefas 3 a 5 do Módulo 13 Abertura do módulo Segmentos e retas Exercício 1 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 36 Retorno das tarefas 1 e 2 Retas paralelas, retas concorrentes e retas perpendiculares Exercício 2 Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 5 (Em casa) 37 Retorno das tarefas 3 a 5 Traçando retas com régua e esquadro Exercício 3 Teste (item 3) Desafio Orientações para as tarefas 6 a 9 (Em casa) Exercício Complementar correspondente a este Módulo: 5 Materiais • Esquadros de 45° e 60° (cada aluno deverá ter os seus). • Régua de 30 cm (cada aluno deverá ter a sua). 14. rETAS PArALELAS E rETAS PErPENdiCULArES 813 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 13 11/30/15 9:07 AM Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos sejam capazes de: • compreender o conceito de reta, diferenciando reta de segmento de reta e dominando suas representações e nomenclatura. • conhecer o significado de retas paralelas, concorrentes e perpendiculares. • construir retas paralelas e perpendiculares usando a régua e os esquadros. Estratégias e orientações O conceito de reta possui algumas características que devemos levar em consideração ao preparar sua apresen- tação aos alunos. Por ser um conceito primitivo, ele não pode ser definido. Por si só, esta já é uma grande dificul- dade, já que não é possível responder à pergunta: “O que é uma reta?”. Além disso, trata-se de um conceito bastante abstrato, pois não existe, no mundo físico, algo que possa ser considerado uma reta perfeita (afinal, a reta não tem espessura e é infinita 2 não tem começo nem fim). Por isso, no texto de abertura do Módulo, optamos por apresentar uma situação cotidiana que remete a uma característica da reta. Quando olhamos, do chão, um edifício muito alto, ele parece não ter fim. Suas linhas retas vão se perdendo ao longo de sua fachada, passando uma ideia de infinitude. Trabalhe o texto nos primeiros minutos da aula, enfo- cando essa característica das retas. Se achar conveniente, apresente outros exemplos de situações do dia a dia que podem ser associadas ao conceito de reta, como os trilhos de trem e a linha do horizonte no oceano. Trilhos de trem e a linha do horizonte passam a sensação de uma linha reta que se estende infinitamente. K e n n e t h K e if e r /S h u t t e r S t o c K /G l o w i m a G e S d o n a t a S 1 2 0 5 /S h u t t e r S t o c K /G l o w i m a G e S Atividades de construção de conceitos Segmentos e retas (página 320) É mais conveniente que este tópico seja trabalhado individualmente, pois, seguindo as instruções dadas no Caderno, cada aluno deverá obter as representações em perspectiva de dois poliedros na malha quadriculada. Uma vez que os alunos já trabalharam com sistemas de coordenadas no Módulo anterior, eles não deverão ter muitas dificuldades para marcar os vértices dos polie- dros. Porém, podem se atrapalhar com o grande volume de informações fornecido. Procure circular pela sala e auxiliá-los caso tenham mais dificuldades. Quando os desenhos estiverem prontos, serão exploradas as relações entre os segmentos de reta traçados na malha quadriculada. O ponto central é a constatação da existência de segmentos de reta colineares, ou seja, contidos numa mesma reta (ver a seguir). Isso levará à investigação de um novo con- ceito, o de reta. Diferentes segmentos de reta colineares (contidos na mesma reta) 814 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 14 11/30/15 9:07 AM O termo colineares ainda não será introduzido aos alunos do 6º- ano; é mais adequado que isso seja feito em séries mais avançadas. Também não será dito a eles que a reta não tem início nem fim. O intuito é que, ao longo da atividade proposta, eles percebam sozinhos essa característica. Lembre-se de que reta é um concei- to primitivo, ou seja, não pode ser definido. Assim, é indicado que os alunos explorem situações práticas em que apareçam retas, para que, pouco a pouco, cheguem ao conceito (a abordagem do texto introdutório pode facilitar essa construção). Para finalizar este tópico, explique as representações e as nomenclaturas que aparecem no boxe De olho nas retas. retas paralelas, retas concorrentes e retas perpendiculares (página 322) Sugerimos que esse tópico seja desenvolvido com os alunos reunidos em grupos. Com base em um desenho, são apresentados os conceitos de retas paralelas, retas concorrentes e retas perpendiculares. Incentive os grupos a discutirem cada conceito, procurando exemplos de situações no ambiente da sala de aula. O conceito de retas reversas não é explorado neste Módulo. Porém, durante as discussões, ele pode surgir por iniciativa dos alunos. Esteja preparado para abordá-lo, caso ocorra. Se achar propício, questione os alunos a respeito. Veja uma possibilidade, usando a sala de aula: Parede lateral Parede da lousa As retas destacadas têm algum ponto em comum? Não, por isso não são concorrentes. Estão localizadas no mesmo plano? Não, portanto não são paralelas. As retas que não têm nenhum ponto em comum nem estão localizadas no mesmo plano recebem o nome de retas reversas. Vale lembrar que, no Caderno 4 do 6º- ano, abordare- mos o tema “arestas reversas em um poliedro”. Traçando retas com régua e esquadro (página 324) Neste tópico, é proposta a construção, com régua e esquadro, de retas paralelas e de retas perpendiculares. É importante que cada aluno manuseie seus próprios materiais. Por isso, aconselhamos que o tópico seja ex- plorado individualmente. No início da seção, apresentamos a descrição das duas construções. Você pode fazer a leitura coletiva dessas instruções e orientar os alunos para que tentem construir, no caderno, retas paralelas e perpendiculares usando a régua e os esquadros. Circule pela classe para auxiliar os que estiverem confusos no manuseio dos materiais e passe para os exercícios da seção. respostas e comentários Segmentos e retas (página 322) 1. Na figura, estão desenhados os poliedros 1 e 2 na malha quadriculada. A B C D E F G H I J K 1 2 3 4 5 6 7 8 9 O P J K Q R E D F A B G C N M L H I 2. Estão localizados sobre a mesma linha reta os se- guintes pares de segmentos: (HI e EF ), (OP e JK ) e (RK e FG ). Na figura, destacamos cada reta que contém um par de segmentos. 815 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 15 11/30/15 9:07 AM A B C D E F G H I J K 1 2 3 4 5 6 7 8 9 O P J K Q R E D F A B G C N M L H I Exercício 1 (página 321) 1. a) O desenho ao lado refe- re-se ao que foi pedido nos itens a e c. b) Algumas possibilidades: AB, BA, AP, BQ, QP. c) Sim, a reta FG passa pelo ponto Q, como in- dicado na figura ao lado. 2. a) O desenho abaixo refere-seao que foi pedido nos itens a, b e c. 1 A B C D E F P S Q R 2 3 4 5 6 F G QPBA b) Não, os segmentos de reta PQ e RS não se encon- tram em nenhum ponto. c) Sim, as retas PQ e RS encontram-se no ponto de coordenadas B3, como indicado na figura anterior. retas paralelas, retas concorrentes e retas perpendiculares (página 322) 1. Respostas pessoais (os alunos deverão nomear as retas). Seguem algumas possibilidades de acordo com as retas marcadas no desenho a seguir: r s t u v x a) r e s; t e u; v e x. b) s e t; s e u; s e v; s e x. c) s e v; s e x. 2. As retas EF e GH são paralelas, mas as retas EG e FH são concorrentes. As retas EF e FH são concorrentes, mas não são perpendiculares. Já as retas FG e GH, além de con- correntes, são perpendiculares. Exercício 2 (página 324) a) ( V ) As retas AB e BC são perpendiculares. b) ( V ) As retas AB e DE são paralelas. c) ( F ) As retas DF e DE são perpendiculares. (Chame atenção dos alunos para o fato de que elas formam um ângulo de 45¡.) d) ( F ) As retas AB e AC são paralelas. (Mostre que as retas AB e AC têm o ponto A em comum.) Traçando retas com régua e esquadro (página 324) Exercício 3 (página 325) 1. Existem várias possibilidades. Estão desenhadas a seguir algumas delas. 816 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 16 11/30/15 9:07 AM r t 2. Existem várias possibilidades. Estão desenhadas a seguir duas delas. b c 3. Apenas os segmentos AB e EF são paralelos ao seg- mento L M. 4. Este exercício tem um nível de dificuldade maior, já que as ruas estão representadas em perspectiva. Assim, os ângulos retos ficam ligeiramente deforma- dos, dificultando a identificação de retas perpendi- culares. O paralelismo das retas, porém, é mantido no desenho feito nessa perspectiva. Por isso, vamos resolver a questão a partir das retas paralelas. a) Basta traçar uma reta paralela à Rua 2 passando pelo ponto Q. b) Traçamos uma reta paralela à rua que passa pela lateral da Casa 1, passando pelo ponto P. Como essa rua é perpendicular à rua que passa na frente da casa, garantimos que a reta construída também será. No desenho, estão marcadas, em cinza, as duas retas construídas. P Q Teste (página 327) 1. Alternativa C. A figura a seguir mostra o retângulo ABCD e a reta EF representados no sistema de coor- denadas fornecido. 1 6 5 4 3 2 1 0 2 3 4 5 6 7 8 F E D A C B Pela figura, vemos que a reta cruza tanto o lado AB quanto o lado CD do retângulo. Os alunos que assinalarem a alternativa a podem ter desenhado o segmento E F em lugar da reta EF . 2. Alternativa A. Para resolver a questão, vamos repre- sentar os quatro pontos e as duas retas no sistema de coordenadas fornecido. 1 6 5 4 3 2 1 0 2 3 4 5 6 7 8 C D A B Observando a representação das duas retas, concluí- mos que elas são paralelas. Verifique, entre os alunos que assinalaram a alterna- tiva errada, aqueles que têm dificuldade em marcar os pontos no sistema de coordenadas e os que não conseguiram identificar, mesmo com o desenho cor- reto, que as duas retas eram paralelas. 3. Alternativa C. Do enunciado, os segmentos AB e E F são lados do quadrado ABEF, pois estão em uma mesma face do cubo. Como os dois segmentos não compartilham um vértice, concluímos que são 817 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 17 11/30/15 9:07 AM lados opostos desse quadrado. Assim, as retas AB e E F são paralelas. Se os alunos tiverem dificuldade para compreender o raciocínio, traga um modelo de cubo para a classe e repita o argumento mostrando os dois segmentos no modelo. desafo (página 327) O marceneiro poderá fazer a divisão serrando o cubo 6 vezes: com dois cortes horizontais e dois verticais, serão formadas 9 barrinhas de 3 3 1 3 1; serrando-as juntas duas vezes, ele obterá 27 cubinhos de 10 cm de aresta. É interessante discutir com a turma por que é impos- sível obter os 27 cubinhos serrando o cubo menos de 6 vezes (considerar o cubinho interno). Em casa (página 328) 1. Seis retas passam por pelo menos dois desses pontos. São elas: MN, MP, MQ, NP, NQ e PQ. 2. a) O segmento OT é, ao mesmo tempo, lado do retângulo e do quadrado. b) A reta PO pode ser chamada PN ou ON. c) O segmento AO não intercepta o segmento NE, como mostrado na figura abaixo. d) A reta AO intercepta a reta NE, como mostrado na figura abaixo. 3. a) ( I ) AB e CD. d) ( I ) BC e E F. b) (III) AD e CD. e) ( II ) BC e AF. c) ( II ) BC e AE . 4. O ângulo formado pelas ruas Japão e Portugal mede 90° 2 40°, ou seja, 50°. P A NO ET P A N O ET 5. Existem várias possíveis respostas. Mostramos algu- mas delas: a) AB, BC, FG. b) CD, E F, GH. 6. A resposta é a linha tracejada. P r 7. A resposta é a linha tracejada. Q s 8. Para resolver o exercício, os alunos deverão: • traçar, pelo ponto A, uma reta perpendicular à reta AB; • traçar, pelo ponto B, uma reta perpendicular à reta AB; • traçar, pelo ponto P, uma reta paralela à reta AB. A figura mostra as três retas construídas e o retângulo ABCD obtido. P A B D C 9. Verifique as anotações no glossário. Se achar conve- niente, escolha algumas delas e compartilhe-as com a classe, para que todos possam corrigir ou acrescentar algo que considerem importante. 818 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 18 11/30/15 9:07 AM AULAS 38 a 40 Objetivos • Comparar e ordenar números racionais na representação decimal. • Localizar números decimais na reta numérica. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 38 Retorno das tarefas 6 a 9 do Módulo 14 Números decimais em contextos de pesquisa Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 39 Retorno das tarefas 1 e 2 Comparação de números decimais Localização de números decimais na reta numérica Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 5 (Em casa) 40 Retorno das tarefas 3 a 5 Exercício Teste (item 3) Orientações para as tarefas 6 a 9 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 6 a 9 Noções básicas Ao final do Módulo, espera-se que os alunos consigam comparar e ordenar números racionais na representação decimal. Estratégias e orientações Este Módulo dá continuidade às ideias já trabalhadas no Caderno anterior. Exploraremos a comparação e a or- denação de números decimais, bem como a localização na reta numérica. Apresentamos, também, alguns contextos em que essa representação dos números racionais é utilizada. Você poderá ampliar as discussões, principalmente a partir do texto de abertura, verificando outros contextos 15. NÚMErOS rACiONAiS EM diFErENTES CONTEXTOS 819 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 19 11/30/15 9:07 AM que são de conhecimento dos alunos. No caso da placa com erros ortográficos, aproveite para discutir com eles o quanto é comum encontrarmos placas, letreiros e outros anúncios com erros de ortografia, com símbolos de medidas escritos erroneamente. Essa discussão está relacionada aos problemas de não es- colarização ou analfabetismo, temas que serão apre- sentados neste Módulo. Atividades de construção de conceitos Números decimais em contextos de pesquisas (página 331) O texto informativo, o gráfico e as tabelas são trazidos neste tópico com o objetivo de apresentar os dois tipos de números com vírgula: os que estão na representação decimal e os que são representados na forma percentual 2 ambos representações do número racional. Quanto à leitura do texto, sugerimos que ela seja feita individualmente e de forma silenciosa. Após a leitura, você poderá propor algumas questões 2 oralmente 2 para se certificar de que houve compreensão do texto. Aproveite para discutir com os alunos a organização do sistema educacional brasileiro:os níveis da educação básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio) 2 obrigatórios atualmente 2 e o Ensino Superior. Ao término da discussão, os alunos responderão aos itens propostos. O item 1 complementa o texto com um gráfico em que os números com vírgula estão na repre- sentação percentual e no item 2 os números com vírgula representam números decimais. Se necessário, retome com a turma os tipos de gráfi- cos já estudados para que possam responder aos itens. Comparação de números decimais (página 334) Este tópico sistematiza os critérios para comparação de números decimais. Inicialmente, os alunos irão explorar a ideia de que podemos acrescentar zeros ao final de um número decimal, sem alterá-lo. Tal fato é fundamental para a comparação quando o número de ordens decimais não é o mesmo; nesse caso, os alunos irão completar os números com zeros, deixando-os com o mesmo núme- ro de ordens decimais. A partir dessa compreensão, os alunos poderão concluir que a estrutura existente para as ordens inteiras também é válida para as não inteiras (ou decimais), desde que estejam com o mesmo número de ordens. Se necessário, retome o quadro de ordens e mostre, por exemplo, que 0,5 é o mesmo que 0,50. Localização de números decimais na reta numérica (página 336) Ao comparar e localizar números decimais na reta numérica, estamos contribuindo para a compreensão da densidade dos números racionais, ou seja, entre dois números racionais quaisquer sempre existem infinitos nú- meros racionais. Essa ideia será construída intuitivamente até o 9º- ano, quando esse conceito será sistematizado. É importante que, nos momentos de correção dos exer- cícios que abordam essa questão, o professor comece a chamar a atenção para esse fato. respostas e comentários Números decimais em contextos de pesquisas (página 331) 1. a) Gráfico de colunas múltiplas. b) O gráfico apresenta a porcentagem de estudantes da educação básica matriculados no Brasil, com- parando os anos de 2004 e 2013. c) O nível de ensino com maior percentual de ma- triculados é o Ensino Fundamental (6 a 14 anos). d) 13,4 ♦ 23,2 ♦ 61,5 ♦ 81,4 ♦ 81,8 ♦ 84,3 ♦ 96,1 ♦ 98,4. 2. a) O país não cumpriu sua meta. A previsão de que todos os brasileiros nascidos a partir de 1971 ti- vessem 8 anos de escolaridade não se confirmou, pois a média de escolarização dos brasileiros com mais de 25 anos em 2013 ficou em 7,7. b) As regiões Norte e Nordeste não cumpriram a meta. Em 2013, a média dos adultos com mais de 25 anos alfabetizados era de 7,1 e 6,4, respectiva- mente, nessas regiões. c) 4,9 ♦ 5,8 ♦ 6,4 ♦ 6,6 ♦ 6,8 ♦ 7,1 d) 8,4 ♦ 8,1 ♦ 8,0 ♦ 7,7 ♦ 7,1 ♦ 6,4 e) Os alunos deverão fazer os cálculos para cada re- gião. Nas regiões Nordeste e Centro-Oeste houve o maior aumento da média de anos de estudos: 1,5 ano (6,4 2 4,9 5 1,5 e 8,1 2 6,6 5 1,5). f) A diferença observada no item anterior (1,5) foi maior que a observada no Brasil (1,3). Comparação de números decimais (página 334) 1. Inicialmente os alunos irão representar os números na malha quadriculada para perceber quando o zero nas ordens decimais altera ou não o número decimal. a) Em 0,2, os alunos irão pintar 20 quadradinhos (ou 2 colunas ou 2 linhas); em 0,02, irão pintar 2 quadradinhos. Assim, 0,2 Þ 0,02 e 2 10 Þ 2 100 . 820 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 20 11/30/15 9:07 AM b) Tanto em uma quanto em outra representação, os alunos irão pintar 50 quadradinhos. Assim, 0,5 5 0,50 e 5 10 5 100 5 . 2. Este item tem por objetivo verificar se os alunos con- seguem perceber a posição do zero: quando este altera ou não o número dado. a) 0,3 5 0,300 e) 0,006 Þ 0,06 b) 2,500 5 2,5 f ) 9,5 5 9,500 c) 0,085 Þ 0,805 g) 8,350 5 8,35 d) 35,6 Þ 35,06 h) 0,900 5 0,9 3. Espera-se que os alunos tenham percebido que, se o zero estiver ao final das ordens decimais, ele po- derá ser suprimido, pois não altera o número dado; no entanto, se ele estiver representando a ausência de uma ordem, ele não poderá ser suprimido. Essa propriedade é fundamental para a comparação de números decimais. 4. a) A tabela ordenada será a seguinte: Regiões Taxa de analfabetismo das pessoas com 15 ou mais anos de idade 2004 2013 Nordeste 22,4 16,9 Norte 13,0 9,5 Centro-Oeste 9,2 6,5 Sudeste 6,6 4,8 Sul 6,3 4,6 b) Em 2004: Centro-Oeste (9,2), Sudeste (6,3) e Sul (6,6). Em 2013: Centro-Oeste (6,5), Sudeste (4,8) e Sul (4,6). 5. Oriente os alunos para que deixem os números deci- mais sempre com o mesmo número de ordens para facilitar a comparação. Para isso, eles irão acrescentar zeros ao final. a) Acrescentando zeros ao final de cada número, temos: 2,100 ♦ 2,500 ♦ 2,010 ♦ 2,510 ♦ 2,050 ♦ 2,501 Comparando-os, chegamos à seguinte ordenação: 2,01 ♦ 2,05 ♦ 2,1 ♦ 2,5 ♦ 2,501 ♦ 2,51 b) Acrescentando zeros ao final de cada número, temos: 15,600 ♦ 15,060 ♦ 15,160 ♦ 15,016 ♦ 15,061 ♦ 16,601 Comparando-os, chegamos à seguinte ordenação: 15,016 ♦ 15,06 ♦ 15,061 ♦ 15,16 ♦ 15,6 ♦ 16,601 6. Respostas pessoais. Neste tipo de exercício, os alunos também precisarão deixar os números de cada item com o mesmo número de ordens decimais, acrescen- tando quantos zeros forem necessários. a) 0 e 1 2 Neste intervalo estarão todos os números em que a ordem das unidades seja 0. Algumas possibilidades: 0,16; 0,0004; 0,9. b) 0 e 0,1 2 Com acréscimos de zeros em 0,1 po- demos ter: 0,10; 0,100; 0,1000, o que facilitará a percepção do intervalo a ser trabalhado. Algumas possibilidades: 0,01; 0,05; 0,005; 0,0235. c) 1 e 2 2 Alguns intervalos a serem considerados: 1,0 e 2,0; ou 1,00 e 2,00. Algumas possibilidades: 1,1; 1,05; 1,985. d) 1 e 1,2 2 Alguns intervalos a serem considerados: 1,0 e 1,2; ou 1,00 e 1,20. Algumas possibilidades: 1,1; 1,15; 1,05. e) 1 e 1,02 2 Alguns intervalos a serem considerados: 1,00 e 1,02; ou 1,000 e 1,020. Algumas possibili- dades: 1,01; 1,015; 1,002. f) 7 e 7,5 2 Alguns intervalos a serem considerados: 7,0 e 7,5; ou 7,00 e 7,50; ou 7,000 e 7,500. Algumas possibilidades: 7,1; 7,2; 7,35. g) 7,4 e 7,5 2 Alguns intervalos a serem considerados: 7,40 e 7,50; ou 7,400 e 7,500. Algumas possibili- dades: 7,41; 7,45; 7,425. h) 8,25 e 8,3 2 Alguns intervalos a serem considera- dos: 8,25 e 8,30; ou 8,250 e 8,300. Algumas pos- sibilidades: 8,26; 8,251; 8,299. i) 8,9 e 9 2 Alguns intervalos a serem considerados: 8,90 e 9,00; ou 8,900 e 9,000. Algumas possibili- dades: 8,95; 8,99; 8,975. j) 0,15 e 0,2 2 Alguns intervalos a serem considera- dos: 0,15 e 0,20; ou 0,150 e 0,200. Algumas pos- sibilidades: 0,16; 0,159; 0,199. 7. Oriente os alunos para a síntese sobre os procedi- mentos para comparação de números decimais. É fundamental mencionar que os números precisam ficar com a mesma quantidade de ordens decimais para facilitar a comparação. Exercício (página 336) 1. 2 3 4 0 1 2. Neste exercício é apresentada uma unidade da reta numérica, ou seja, o intervalo de 7 a 8, no qual os alunos irão representar os números dados. 821 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 21 11/30/15 9:07 AM 7 8 7,09 7,05 7,500 7,750 7,740 7,90 3. Novamente é apresentado um segmento de 1 uni- dade, subdividido em milésimos (as marcas maiores indicam um intervalo de 0,01). Os alunos irão indicar a localização de cada número dado. 7 6 6,011 6,022 6,03 6,04 6,05 6,2 6,5 6,3 6,39 4. No momento da correção, discuta com os alunos qual é a regra de formação ou regularidade de cada sequência. Nos anos iniciais do Sistema, os alunos usam com frequência a expressão “regularidade”. a) Subtrai-se de cada número 0,25 e continuando a sequência tem-se: 3,25 ♦ 3,0 ♦ 2,75 ♦ 2,5 ♦ 2,25 b) Acrescenta-se 0,025 a cada número e continuando a sequência tem-se: 0,175 ♦ 0,2 ♦ 0,225 ♦ 0,25 ♦ 0,275 c) Subtrai-se 0,01 de cada número e continuando a sequênciatem-se: 35,07 ♦ 35,06 ♦ 35,05 ♦ 35,04 ♦ 35,03 d) Acrescenta-se 0,75 a cada número e continuando a sequência tem-se: 9,55 ♦ 10,3 ♦ 11,05 ♦ 11,08 ♦ 12,55 Teste (página 337) 1. Alternativa B. Oriente os alunos para que leiam todas as alternativas e as analisem a partir dos da- dos dos gráficos. Chame a atenção também para a informação no título do gráfico: “em milhares de pessoas...”. Assim, os dados do primeiro gráfico pre- cisam ser transformados com todas as ordens, ou seja, há 115 885 000 de alfabetizados e 29 500 000 de analfabetos funcionais. 2. Alternativa D. Oriente os alunos para que analisem os dois gráficos de setores, nos quais é fácil identificar que apenas a alternativa d é verdadeira. 3. Alternativa B. Oriente os alunos para que analisem cada uma das afirmações. Assim, eles vão identificar que: I é falsa, II é verdadeira e III é falsa. Em casa (página 338) 1. 88% 5 88 100 5 0,88 64% 5 64 100 5 0,64 36% 5 36 100 5 0,36 40% 5 40 100 5 0,40 12% 5 12 100 5 0,12 2. a) 30 100 5 0,30 5 30% c) 0,49 5 49 100 5 49% b) 7 10 5 0,7 5 70% d) 23% 5 23 100 5 0,23 3. Respostas pessoais. Algumas possibilidades: 2,05 ♦ 2,052 ♦ 2,009 ♦ 2,031 ♦2,045 4. a) 0,33 está compreendido entre 0 e 1. b) 2,1 está compreendido entre 2 e 3. c) 36,36 está compreendido entre 36 e 37. d) 5,406 está compreendido entre 5 e 6. e) 9,04 está compreendido entre 9 e 10. f) 15,36 está compreendido entre 15 e 16. 5. a) 8 ♦ 8,1 ♦ 8,01 ♦ 8,003 ♦ 8,213 b) 8,3 e 8,4 c) 8,213 ♦ 8,3 ♦ 8,4 d) 8 ♦ 8,1 ♦ 8,01 ♦ 8,003 6. a) Respostas pessoais. Algumas possibilidades: 57% e 63,2%. b) Sim, pois é maior que 52% e menor que 64,7%. 7. No momento da correção, discuta a regularidade de cada sequência. a) Acrescenta-se 0,04: 7,32 ♦ 7,36 ♦ 7,4 ♦ 7,44 ♦7,48 ♦ 7,52 b) Subtrai-se 0,7: 62,6 ♦ 61,09 ♦ 61,2 ♦ 60,5 ♦ 59,8 ♦ 59,1 8. a) Os números menores que 71,23 são: 71,03 ♦ 71,12 ♦ 71,2 ♦ 71,21 ♦ 71,229 b) O maior número dentre os apresentados é 71,3 e o menor, 71,03. 9. Confira as anotações do glossário. 822 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 22 11/30/15 9:07 AM AULAS 41 e 42 Objetivos • Perceber regularidades na multiplicação e na divisão por 10, 100 e 1 000. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 41 Retorno das tarefas 6 a 9 do Módulo 15 Descobrindo regras com a calculadora 2 itens 1 a 10 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 a 3 (Em casa) 42 Retorno das tarefas 1 a 3 Descobrindo regras com a calculadora 2 itens 11 a 16 Teste (item 2) Desafio Orientações para as tarefas 4 e 5 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 10 e 11 Material • Calculadora (cada aluno deverá ter a sua). Noções básicas Ao final do Módulo, espera-se que os alunos sejam capazes de identificar regras na multiplicação e na divisão por 10, 100 e 1 000. Estratégias e orientações Neste Módulo propomos atividades com a calculadora, o que já é familiar aos alunos do Sistema de Ensino. No entanto, se não for esse o caso dos seus alunos, faça as intervenções necessárias. Sugere-se que o trabalho seja realizado em duplas para propiciar a troca e a enunciação das regras esperadas. Ao final, faça a socialização das conclusões no item 9. Todas as situações propostas são de construção de conceitos, o que será sistematizado nos itens 9 e 13. respostas e comentários descobrindo regras com a calculadora (página 340) 1. a) 1º- resultado: 10 3 5 5 50 2º- resultado: 10 3 50 5 500 3º- resultado: 10 3 500 5 5 000 16. MULTiPLiCAçãO E diviSãO POr 10, 100 E 1 000 COM NÚMErOS dECiMAiS 823 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 23 11/30/15 9:07 AM 4º- resultado: 10 3 5 000 5 50 000 Sequência obtida: 50; 500; 5 000; 50 000 b) 1º- resultado: 10 3 13 5 130 2º- resultado: 10 3 130 5 1 300 3º- resultado: 10 3 1 300 5 13 000 4º- resultado: 10 3 13 000 5 130 000 Sequência obtida: 130; 1 300; 13 000; 130 000 c) 1º- resultado: 10 3 25 5 250 2º- resultado: 10 3 250 5 2 500 3º- resultado: 10 3 2 500 5 25 000 4º- resultado: 10 3 25 000 5 250 000 Sequência obtida: 250; 2 500; 25 000; 250 000 2. Cada número obtido na sequência é 10 vezes maior que o número anterior. 3. Os alunos farão os registros no quadro de ordens. a) Ordens inteiras , Ordens decimais CM DM UM C D U Déc. Cent. Mil. ... 4 , 3 0 5 4 3 , 0 5 4 3 0 , 5 4 3 0 5 , 4 3 0 5 0 , b) Ordens inteiras , Ordens decimais CM DM UM C D U Déc. Cent. Mil. ... 3 1 , 4 7 5 3 1 4 , 7 5 3 1 4 7 , 5 3 1 4 7 5 , 3 1 4 7 5 0 , 4. a) 12,7 ♦ 127♦ 1 270 ♦12 700 b) 3,129 ♦ 31,29 ♦ 312,9 ♦ 3 129 5. Cada número obtido na sequência é 10 vezes maior que o anterior. 6. a) 13,5 b) 20,5 c) 134 d) 1 623 e) 1 623 f) 1,23 7. Os alunos farão a autocorreção do item 6, com a calculadora. 8. O objetivo deste item é ampliar a regra para 100 e 1 000. a) 235 b) 27,5 c) 13 120 d) 129,5 e) 10,5 f) 1,35 g) 14,8 h) 148 9. A síntese da propriedade poderá ser feita em dupla ou com a classe toda. Aconselha-se não usar a conhecida regra: “Ao multiplicar por 10, 100 e 1 000, a vírgula muda uma, duas ou três ordens”, pois, considerando o quadro de valor posicional, observamos que a vírgula se mantém separando a parte inteira da parte decimal; o que muda de posição são os algarismos, que passam a ocupar ordens superiores. Assim, uma síntese mais coerente com o que foi feito seria: • ao se multiplicar um número (não nulo) por 10, cada algarismo do número passa a ocupar a pri- meira ordem imediatamente superior; • ao se multiplicar um número (não nulo) por 100, cada algarismo do número passa a ocupar a se- gunda ordem imediatamente superior; • assim, multiplicar por 10, 100 e 1 000 significa mu- dar o valor posicional dos algarismos em uma, duas ou três ordens, respectivamente. 10. a) 2,5 b) 0,01 c) 30,15 d) 2,7 e) 27 f) 31,2 g) 13,89 h) 3 120 i) 500 j) 800 11. Espera-se que os alunos façam uma analogia com a multiplicação e concluam que os algarismos passarão a ocupar uma, duas ou três ordens imediatamente inferiores, respectivamente. 12. a) 32,5 b) 3,25 c) 0,325 d) 3,198 e) 0,3198 f) 0,03198 g) 0,4 h) 0,04 i) 0,004 j) 0,01 k) 0,001 l) 0,0001 13. Espera-se que os alunos concluam que, ao dividirmos cada algarismo por 10, ele passa a ocupar a primeira ordem imediatamente inferior; ao dividirmos por 100, a segunda; por 1 000, a terceira. 14. a) 1,5 b) 0,015 c) 0,05 d) 0,005 e) 0,904 f) 0,009 g) 5,314 h) 1,206 i) 0,500 5 0,5 j) 23 15. É provável que os alunos usem as teclas que for- mam os números 10, 100, 1 000... No entanto, outras também poderão ser usadas. Socialize as diferentes possibilidades encontradas pelos alunos. a) Deverá usar as teclas: : 1 0 5 b) Deverá usar as teclas: : 1 0 5 8 24 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 24 11/30/15 9:07 AM c) Deverá usar as teclas: : 1 0 0 5 ou : 1 0 5 5 d) Podem ter sido usadas as teclas: 3 1 0 5 ou 3 2 3 5 5 e) Podem ter sido usadas as teclas: 3 1 0 0 5 ou 3 1 0 3 1 0 5 16. a) : 1 0 0 5 ou : 1 0 5 5 b) : 1 0 5 5 5 ou : 1 0 0 0 5 c) : 1 0 5 5 5 ou : 1 0 0 0 5 d) 3 1 0 0 5 e) 3 1 0 5 3 1 0 5 3 1 0 5 (os dois primeiros sinais de 5 não precisam ser teclados) ou 3 1 0 0 0 5 f) 3 1 0 5 3 1 0 5 (aqui também o primeiro sinal de 5 não pre- cisa ser teclado) ou 3 1 0 0 5 desafo (página 344) 1. Há 89,4 toneladas, pois em 1 tonelada há 1 000 qui- logramas, e em 1 quilograma há 1 000 gramas. Assim, 89,4 3 1 000 000 5 89 400 000 g, ou 89 400 kg, ou 89,4 t. 2. Primeiro, vão os homens de 50 kg e 75 kg. Um deles (qualquer um) desembarca no ponto de destino, e o outro volta sozinho à margem inicial. Lá, ele desembar- ca e passa o barco para o homem de 120 kg, que faza travessia sozinho e entrega o barco ao primeiro homem que desembarcou. Este volta com o barco, resgata o outro homem na margem inicial, e os dois fazem juntos a última travessia, encontrando-se na outra margem com o homem de 120 kg. Portanto, são necessárias cinco viagens para transportar os três homens até a outra margem do rio, sem afundar o barco. Teste (página 345) 1. Alternativa C. Oriente os alunos a descobrirem a re- gularidade da sequência: cada número é 10 vezes menor que o anterior. Assim, dividindo-se 7 653 por 10, obtém-se 765,3 (alternativa c). 2. Alternativa A. Os alunos deverão escrever o número dado com todas as suas ordens, ou seja: 3,75 3 108 5 3,75 3 100 000 000 5 375 000 000 5 5 375 3 106 (alternativa a). Em casa (página 345) 1. As sequências que aparecerão no esquema são: a) 3,25; 32,5; 325 0,325 × 10 5 3,25 0,325 × 10 × 10 5 32,5 0,325 × 100 5 32,5 0,325 × 10 × 10 × 10 5 325 0,325 × 1 000 5 325 b) 2,5; 0,25; 0,025 25 : 10 5 2,5 25 : 10 : 10 5 0,25 25 : 100 5 0,25 25 : 10 : 10 : 10 5 0,025 25 : 1 000 5 0,025 2. a) 70,5 b) 5 c) 7,5 d) 10,5 e) 0,78 3. a) 7,2 b) 4,25 c) 0,7 d) 0,06 e) 0,47 4. a) 7,653 b) 0,7653 c) 0,07653 d) 765,3 e) 7 653 f) 76 530 g) 450 h) 375 i) 30 j) 45 k) 37,54 l) 0,873 5. Verifique as anotações no glossário. Você poderá socializar com a turma as anotações no momento da correção, a fim de esclarecer eventuais dúvidas e possibilitar aos alunos que complementem o verbete. 825 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 25 11/30/15 9:07 AM AULAS 43 a 46 Objetivos • Calcular porcentagem utilizando frações. • Calcular porcentagem por raciocínio proporcional. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 43 Retorno das tarefas 4 e 5 do Módulo 16 A problemática do lixo em nosso país Estratégias para calcular porcentagem Teste (item 1) Orientações para a tarefa 1 (Em casa) 44 Retorno da tarefa 1 Estratégias de cálculo mental para a porcentagem Teste (item 2) Orientações para a tarefa 1 (Em casa) 45 Retorno da tarefa 2 Exercício 1 Uso da calculadora para o cálculo de porcentagens Teste (item 3) Orientações para as tarefas 3 e 4 (Em casa) 46 Retorno das tarefas 3 e 4 Mais uma estratégia de cálculo de porcentagem Síntese dos procedimentos de cálculo da porcentagem Exercício 2 Teste (item 4) Orientações para as tarefas 5 e 6 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 12 a 14 Material • Calculadora (cada aluno deverá ter a sua). Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos sejam capazes de: • estabelecer relações entre frações e porcentagens. • identificar e construir estratégias para o cálculo de porcentagens. 17. POrCENTAGEM 826 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 26 11/30/15 9:07 AM Estratégias e orientações Ao longo do Módulo, são exploradas diferentes estra- tégias para o cálculo de porcentagem. Após conhecê-las, os alunos poderão optar por qualquer uma delas para resolver cálculos relacionados à porcentagem. No caso da calculadora, ela será utilizada apenas como ferramenta para cálculos que envolvam números deci- mais. Além disso, é fundamental que os alunos saibam usar as diferentes teclas da calculadora. Isso não significa que eles sempre lançarão mão dela para cálculos, mas é importante aprender diferentes estratégias para ter op- ções pertinentes a cada contexto. Inicialmente, explore com a turma o texto da abertura do Módulo, destacando o uso constante da porcentagem em pesquisas, gráficos, tabelas e dados informativos e o quanto, em determinados contextos, os dados percentuais possibilitam uma maior compreensão da informação. Se julgar necessário que os alunos tenham mais con- tato com esse tipo de texto, providencie jornais e revistas da semana, para que, em grupos, pesquisem e recortem notícias cujas manchetes contenham números expressos na forma de porcentagens, estabelecendo relações entre esses números e os dados divulgados. Atividades de construção de conceitos Neste Módulo buscamos construir com os alunos es- tratégias para o cálculo de porcentagem. Consideramos fundamental que diferentes estratégias sejam exploradas, inclusive para desenvolver a habilidade de estimativas e cálculo mental. Sabemos que, atualmente, com o uso da calculadora, principalmente a do celular, as pessoas não realizam mais cálculos; no entanto, se o sujeito não dispuser dessas habilidades, pode acontecer de digitar dados equivocados e não ser capaz de analisar a inade- quação dos resultados. Iniciamos o Módulo com um texto para evidenciar o quanto a porcentagem está presente em diferentes contextos. Selecionamos uma situação com gráficos, pois dessa forma já retomamos a análise de dados. A partir desse contexto, exploramos as diferentes es- tratégias de cálculo de porcentagem, inclusive com o uso da calculadora. Temos constatado em nossas práticas que muitos alunos não dispõem de estratégias para o cálculo de porcentagem diretamente numa calculadora. respostas e comentários A problemática do lixo em nosso país (página 346) 1. a) Gráfico de colunas múltiplas. b) O gráfico traz duas colunas comparativas: na pri- meira delas estão representados os percentuais do lixo coletado no Brasil e por regiões do país e na segunda, percentuais desse lixo que vão para lixões ou aterros precários. c) As regiões com percentuais de lixo coletado supe- riores ao do Brasil são: Centro-Oeste, Sul e Sudeste. d) As regiões com percentual de lixo coletado que vai para lixões ou aterros precários, maior que a taxa do Brasil, são: Norte, Nordeste e Centro-Oeste. e) Somente a região Centro-Oeste, que coleta 92% do lixo, destina 70% para lixões e aterros precários. As regiões Sudeste e Sul, cuja taxa de coleta é su- perior à do Brasil, destinam percentual menor que o do Brasil para lixões e aterros precários (28% e 30%, respectivamente). f) Sim. Apenas 58% do lixo coletado no Brasil vai para aterros sanitários (100% 2 42% 5 58%). 2. Esta questão visa explorar o conhecimento que os alunos já trazem de porcentagem, compreendendo que 50% correspondem à metade. Assim, a região Sudeste produz diariamente 125 mil toneladas de lixo, ou seja, metade da produção nacional. Estratégias para calcular porcentagem (página 348) 1. São apresentadas duas estratégias para que os alunos as analisem e tentem explicar o raciocínio envolvido. Sugerimos que a discussão seja feita em duplas, a fim de que haja troca de ideias entre os pares. • André: Ele encontrou 1% de 200 (o valor dado) e, em seguida, calculou 20%, ou seja, multiplicou o quociente obtido por 20. • Letícia: ela raciocinou proporcionalmente, ou seja, se ela sabe que 20% é 20 em cada 100, então, dobrando os valores de ambas as grandezas, chega-se em 40 em cada 200. Esse tipo de raciocínio os alunos do Sistema de Ensino já exploraram em anos anteriores. 2. a) 20% representam 20 em cada 100. b) 30% representam 30 em cada 100. c) 25% representam 25 em cada 100. d) 48% representam 48 em cada 100. e) 90% representam 90 em cada 100. f) 100% representam 100 em cada 100, ou seja, re- presentam o todo-referência. 3. Os alunos poderão utilizar qualquer uma das duas estratégias exploradas no item 1, ou criar outras 2 nesse caso, faça a socialização com a classe. a) 30 b) 60 c) 90 d) 60 e) 100 f) 128 827 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 27 11/30/15 9:07 AM Estratégias de cálculo mental para a porcentagem (página 349) 1. Os alunos irão explicar o raciocínio apresentado em cada estratégia. • Júlia: ela decompôs 24% em 20% 1 4%. Para obter 20%, ela fez 700 : 5, pois 20% é a quinta parte de 100%. Para encontrar 4%, ela primeiro obteve 1%, divi- dindo 700 por 100, e multiplicou o resultado por 4. Finalmente, ela somou os doisvalores. • Rafael: ele obteve 24% subtraindo 1% de 25% (25% 2 1% 5 24%). Para obter 25%, ele fez 700 : 4, pois 25% é a quarta parte de 100%; assim, obteve 175. Para calcular 1% de 700, ele fez diretamente 700 : 100 5 7. Em seguida, ele subtraiu 7 de 175, obtendo 168. • Mateus: ele decompôs 24% em: 24% 5 2 3 10% 1 4 3 1%. Para calcular 10%, ele fez 1 10 de 700; para calcular 1%, ele fez 1 100 de 700. Em seguida, ele multipli- cou o primeiro valor por 2 e o segundo por 4 e somou os dois valores, obtendo 168. Após a socialização das explicações dos alunos para os raciocínios, seria interessante explorar com eles algumas porcentagens relacionadas com frações de cálculo simples. Por exemplo: • 10% 2 é o mesmo que a décima parte; • 20% 2 é o mesmo que a quinta parte; • 25% 2 é o mesmo que a quarta parte; • 50% 2 é o mesmo que a metade. Sabendo calcular mentalmente essas porcentagens, podem-se obter outras, fazendo adições ou subtra- ções 2 como ocorreu nas estratégias que aparecem no Caderno. 2. Os alunos poderão utilizar a estratégia que quiserem. No momento da correção, socialize as que foram utilizadas pela turma. a) 200 b) 120 c) 24 d) 150 e) 15 f) 6 Exercício 1 (página 349) Conduza a realização desse exercício retomando com a turma a leitura do texto do início do Módulo, em especial a informação contida no quadro que apre- senta o gráfico. Os alunos deverão considerar essas informações e as constantes no exercício para resolver os itens 1 e 2. Eles poderão utilizar a estratégia que quiserem. Socialize essas estratégias com a turma no momento da correção. 1. Estratégias pessoais. Apresentamos uma possibilidade. a) Se a população rural brasileira é de 30%, a urbana é de 70%. 10% de 210 000 000 5 21 000 000 50% de 210 000 000 5 105 000 000 70% 5 10% 1 10% 1 50%, então, pode-se fazer: 21 000 000 1 21 000 000 1 105 000 000 5 147 000 000 A população urbana brasileira é de 147 milhões de habitantes. b) As regiões Sul e Sudeste reúnem 60% da popu- lação urbana do país. 10% 1 50% 5 60%, então: 14 700 000 1 73 500 000 5 88 200 000 Nas regiões Sul e Sudeste há 88,2 milhões de habitantes nas regiões urbanas. 2. Estratégias pessoais. Apresentamos uma: Calcular: 63% de 250 mil toneladas. 1% de 250 000 5 2 500 t 10% de 250 000 5 25 000 t 50% de 250 000 5 125 000 t 63% 5 1% 1 1% 11% 1 10% 1 50%, logo: 2 500 1 2 500 1 2 500 1 25 000 1 125 000 5 157 500 A produção diária de lixo das regiões Sul e Sudeste é de 157 500 toneladas. Uso da calculadora para o cálculo de porcentagens (página 350) Serão apresentados dois procedimentos de cálculo de porcentagem: por meio da tecla da porcentagem e por meio da multiplicação pelo número decimal correspondente. Para cada um dos modos, foram explicados todos os passos. Certifique-se de que os alunos entenderam (ao final das explicações promova uma discussão com a turma). Enfatizamos que os alunos poderão escolher qual dos procedimentos utilizar. 1. Os procedimentos são introduzidos a partir do texto que também se refere a lixo. Tanto em um quanto em outro procedimento, deverá aparecer no visor da cal- culadora o número 9 400 000. Assim, os Estados Unidos reciclam anualmente 1 316 000 toneladas de e-lixo. 2. A China recicla anualmente 438 000 toneladas de e-lixo. 3. Destino do lixo % Total (em toneladas) Aterro sanitário 64,2 3 210 000 Aterro controlado 18,9 945 000 Lixão 16,9 845 000 828 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 28 1/16/17 08:32 Mais uma estratégia de cálculo de porcentagem (página 352) As situações propostas referem-se a contextos em que se conhece uma parte, um percentual, e pretende-se conhecer o todo (ou todo-referência). 1. Estabeleça um tempo para que os alunos levantem suposições de como resolver essa situação. Socialize as estratégias que utilizaram. Uma estratégia possível é raciocinar por proporcionalidade. Se for necessário dar sugestões, veja a estratégia apresentada no próxi- mo item. Os alunos deverão concluir que o total de lixo produzido em um dia é de 25 toneladas. 2. É apresentada uma estratégia para resolução do mes- mo problema do item 1, pelo raciocínio proporcional. Esse aluno partiu do princípio de que 40% represen- tam 10 toneladas de lixo; então 20% serão a meta- de, ou seja, 5 toneladas. Conhecendo-se 20%, basta multiplicar esse valor por 5 para se chegar aos 100%. 3. Os alunos poderão utilizar a estratégia que quiserem, mas deverão registrá-las. Socialize-as no momento da correção. Você também poderá sugerir que façam a autocorreção com a calculadora. a) 300 alunos b) 200 reais c) 500 indústrias d) 28 000 estudantes e) 50 alunos f) 20 alunos Síntese dos procedimentos de cálculo da porcentagem (página 353) Com base nas estratégias estudadas, os alunos deverão elaborar uma síntese dos possíveis procedimentos de cálculo de porcentagens. O texto poderá ser produzido coletivamente: à medida que eles apresentarem as ideias, você as registrará na lousa. Em seguida, após se certifi- carem de que o texto contemplou todas as estratégias estudadas, eles deverão copiá-lo no Caderno. Exercício 2 (página 353) Nestes exercícios sugere-se o uso da calculadora para a autocorreção. Não dispense o registro do procedimento utilizado pelos alunos, pois é uma forma de garantir que eles o fizeram. 1. Tipo de lixo produzido diariamente no Brasil Total (em toneladas) Lixo orgânico 130 000 Papel e papelão 65 000 Plástico 7 500 Metais 5 000 Vidro 5 000 Outros 37 500 Teste (página 354) 1. Alternativa C. Se necessário, oriente os alunos a calcularem, inicialmente, 20% de 250 000 tonela- das. Eles poderão utilizar cálculo mental: 10% são 25 000, portanto, 20% são 50 000 toneladas. Com isso, eles já eliminam as alternativas a e b. Como as outras duas estão na forma de potenciação, eles poderão escrever: 50 000 t 5 5 3 104 t (logo não é a alternativa d) Ou 50 000 t 5 50 000 000 kg 5 5 3 107 kg (alternativa c) 2. Alternativa C. Oriente os alunos para analisarem cada uma das alternativas. Alternativa a é falsa, pois 45% de 250 mil toneladas é 112 500 toneladas. Alternativa b é falsa, pois 45% é inferior a 50% (metade). Alternativa d não pode ser, visto que não há dados que permitam essa conclusão. 3. Alternativa B. Oriente os alunos a calcularem as porcentagens indicadas para 2,2 milhões de to- neladas de lixo. Como todas as alternativas estão em quilogramas, eles deverão partir da informação de que 2,2 milhões de toneladas correspondem a 2 200 000 000 kg. Calculadas as porcentagens, eles devem voltar os resultados para a escrita com potenciação de base 10. 4. Alternativa D. Nessa situação, conhece-se a parte e se quer saber o todo-referência. Os alunos po- derão fazer o cálculo e, em seguida, identificar a resposta correta. Em casa (página 354) 1. a) 0,09 b) 0,975 c) 0,02493 d) 0,00007 e) 0,005 f) 0,048 g) 0,021 h) 0,45 2. a) 5 b) 2 c) 20 d) 20 e) 42 f) 960 g) 60 h) 50 i) 171 3. a) 25 b) 60 c) 15 d) 225 e) 150 f) 60 g) 40 h) 7,5 i) 90 j) 375 k) 210 l) 240 4. a) 150 b) 216 c) 215 d) 28 e) 600 f) 32 5. a) 1 300 c) 20 b) 1 000 d) 20 6. Verifique as anotações no glossário. 829 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 29 11/30/15 9:07 AM AULAS 47 a 49 Objetivos • Compreender o conceito de polígono. • Conhecer os principais elementos de um polígono e suas representações. • Classificar um polígono de acordo com seu número de lados. • Reconhecer polígonos convexos e polígonos não convexos. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 47 Retorno das tarefas 5 e 6 do Módulo 17 Abertura do módulo Características dos polígonos Os elementos de um polígono Exercício 1 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 48 Retorno das tarefas 1 e 2 Uma classificação dos polígonos Exercício2 Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 5 (Em casa) 49 Retorno das tarefas 3 a 5 Outra classificação: polígonos convexos e polígonos não convexos Exercício 3 Teste (item 3) Desafio Orientações para as tarefas 6 a 8 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 15 a 18 Materiais • Régua de 30 cm (cada aluno deverá ter a sua). Noções básicas Espera-se que ao final deste Módulo os alunos sejam capazes de: • dominar o conceito de polígono, conhecendo seus principais elementos, sua nomenclatura, suas representações e sua classificação segundo o número de lados. • diferenciar polígonos convexos de não convexos. 18. POLÍGONOS 830 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 30 11/30/15 9:07 AM Estratégias e orientações Existem várias situações do cotidiano em que a ideia de polígono está presente. O texto de abertura do Módu- lo destaca uma dessas situações: os mosaicos geométri- cos, bastante usados em arquitetura, decoração e moda. No caso do texto de abertura, falamos do mosaico usado em várias calçadas da cidade de São Paulo, que imita o mapa do estado. Este desenho acabou se trans- formando em um dos símbolos da cidade de São Paulo. Dependendo do tempo disponível, você pode ampliar a discussão iniciada no texto. Por exemplo, na cidade do Rio de Janeiro, também existe um desenho nas calçadas que se tornou um símbolo da cidade. Trata-se do calçamento utili- zado no bairro de Copacabana, que imita as ondas do mar. c a t a r in a B e l o v a /S h u t t e r S t o c K /G l o w i m a G e S Calçada da cidade do Rio de Janeiro com padrão inspirado nas ondas do mar. Do ponto de vista geométrico, você pode comparar os padrões das calçadas das duas cidades: apenas o de- senho da cidade paulista é formado por polígonos, pois apresenta o contorno formado por linhas retas. É possível, ainda, discutir a importância dos símbolos regionais como um fator de criação da cultura e da iden- tidade regionais, focando nos aspectos característicos da sua cidade ou região. Atividades de construção de conceitos Características dos polígonos (página 357) Não é conveniente apresentar aos alunos do 6º- ano uma definição rigorosa de polígono. Neste momento, o mais importante é eles compararem polígonos com outras figuras geométricas, construindo a ideia de polígono e observando suas propriedades. Sugerimos, por isso, que este tópico seja desenvolvido em grupos, o que enrique- cerá as observações. Para reforçar a comparação entre o mapa do estado de São Paulo e o polígono que aparece nos ladrilhos de calçadas na cidade de São Paulo, você pode perguntar, durante a realização da atividade, que propriedade do polígono favorece sua utilização no desenho das calça- das, em vez de utilizar o próprio mapa. Espera-se que os alunos cheguem à seguinte conclusão: o contorno de um polígono é formado exclusivamente por segmentos de reta, facilitando a combinação de vários polígonos, como num mosaico. Quando você perceber que todos os grupos chegaram a essa conclusão, faça o fechamento, trabalhando os elementos de um polígono. Certifique- -se também de que todos os alunos entenderam como nomear um polígono. Para sua referência, fornecemos a seguir algumas fundamentações teóricas adicionais sobre polígonos. A abordagem mais formal do ponto de vista da linguagem matemática utilizada a seguir será apresentada aos alunos apenas no Ensino Médio. defnição Dada uma sequência (P1, P2, ..., Pn) de n pontos distintos de um plano, n > 3, de modo que quais- quer três pontos consecutivos dessa sequência (P1, P2, P3); (P2, P3, P4); ...; (Pn 2 1, Pn, P1) e (Pn, P1, P2) sejam não colineares, chama-se polígono P 1 P 2 P 3 ... P n a união dos n segmentos, P 1 P 2 , P 2 P 3 , ..., P n 2 1 P n , P n P 1 . De acordo com a definição acima, representam polígonos as seguintes figuras: Figura A Figura B Figura C P 1 P 2 P 5 P 3 P 4 P 1 P 3 P 4 P 2 P 1 P 3 P 2 P 4 Classifcação As figuras A e B são classificadas como polígonos simples, já que dois segmentos quaisquer (lados) só podem se interceptar nas suas extremidades. Na figura C, temos um polígono estrelado (ou entrelaça- do), uma vez que dois de seus lados interceptam-se num ponto que não é a extremidade desses lados. região poligonal A união de um polígono com o seu interior é chamada região ou superfície poligonal. Nota: na abordagem feita para o 6º- ano, usamos, por abuso de notação, o termo polígono para nos referir tanto ao polígono quanto à região poligonal. 831 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 31 11/30/15 9:07 AM Uma classifcação dos polígonos (página 360) As atividades deste tópico podem ser feitas em grupo ou individualmente. Pretende-se no item 1 que os alunos pratiquem a simbologia vista no tópico anterior; nos itens 2 e 3, espera-se que eles percebam que, em qualquer po- lígono, o número de vértices, de lados e de ângulos é igual. Explique a classificação dos polígonos de acordo com o número de lados, ressaltando que é equivalente clas- sificá-los quanto ao número de vértices ou de ângulos. No Caderno, colocamos o polígono de até 8 lados (octógono). Caso julgue conveniente, você pode apre- sentar os polígonos de 9 e de 10 lados (eneágono e decágono, respectivamente). Outra classifcação: polígonos convexos e polígonos não convexos (página 364) Sugerimos que este tópico seja desenvolvido em gru- pos. Na primeira parte, os grupos deverão analisar qua- tro polígonos 2 dois convexos e dois não convexos –, dividindo-os em dois conjuntos de dois elementos. Deixe que os alunos observem as características de cada po- lígono, discutam entre si e formulem hipóteses. É impor- tante que você os incentive a deixar bem claro o critério usado na classificação. Neste momento, o principal não é o critério que cada grupo indicar, mas que ele seja claramente explicitado. Na segunda parte, os alunos são conduzidos a explorar as propriedades que levam à definição de polígono conve- xo. Ao final, certifique-se de que todos compreenderam o critério. Se preferir, desenhe na lousa figuras que não sejam polígonos (círculo, coroa circular, elipse) e peça aos alunos que as classifiquem em convexo ou não convexo. respostas e comentários Características dos polígonos (página 357) 1. A finalidade deste item é que os alunos observem e explorem as características de duas figuras geométri- cas. Por isso, eles podem fazer diferentes observações sobre o contorno das duas figuras, mesmo que elas não estejam relacionadas ao conceito de polígono. Ao longo da atividade, este conceito será sistematizado. Seguem duas possíveis observações que podem ser feitas pelos alunos: • o contorno da figura usada nos ladrilhos é cons- tituído de vários segmentos de reta; o do mapa, por uma curva; • o contorno da figura usada nos ladrilhos é simé- trico e o do mapa é irregular. 2. Acompanhe as discussões dos diferentes grupos, observando os critérios que eles adotam para clas- sificar as linhas (contornos) apresentadas. Sugerimos que as linhas sejam divididas em abertas e fechadas e, também, em curvas e retas. Geraríamos, assim, quatro grupos, como destacado no quadro a seguir. Linhas Retas Curvas Abertas Linhas abertas e retas (d) Linhas abertas e curvas (c) Fechadas Linhas fechadas e retas (a, e) Linhas fechadas e curvas (b, f) Durante a socialização, a partir da classificação dos diferentes grupos, você pode conduzir para a classifica- ção acima. Observe que os polígonos seriam as figuras com contorno formado por uma linha fechada e reta. 3. Figuras a e e. Exercício 1 (página 359) 1. São polígonos as figuras a, d e h. Durante a corre- ção, pergunte aos alunos por que as demais figuras não são polígonos. Eles deverão perceber que seus contornos não são formados unicamente por linhas retas ou não são linhas fechadas. 2. a) O polígonoque apresenta cinco vértices é o GHIJK. b Û, V̂, Ŵ, X̂ , Ŷ, Ẑ . c) AB, BC, CD e DA. d) Existem várias possibilidades, como: CDAB, GHIJK, UVWXYZ. Uma classifcação dos polígonos (página 360) 1. b) Nome POTE Vértices P, O, T e E Ângulos P̂ , Ô, T̂ e Ê Lados PO, OT, T E e E P. c) Nome HIJKFG Vértices H, I, J, K, F e G Ângulos Ĥ, Î , Ĵ , K̂, F̂ e Ĝ Lados HI, I J, JK, KF, FG e GH 2. Polígono Número de vértices Número de ângulos Número de lados CBA 3 3 3 POTE 4 4 4 HIJKFG 6 6 6 a) b) c) 832 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 32 11/30/15 9:07 AM 3. Sim, em todo polígono, os números de vértices, ân- gulos e lados são iguais. Exercício 2 (página 363) 1. a) O polígono tem 14 lados. b) Dependendo do tempo e dos recursos disponíveis, você pode pedir aos alunos que façam uma busca na internet para tentar descobrir o nome que se dá a um polígono de 14 lados (eventualmente, você poderá deixar como tarefa de casa). Uma pesquisa em um site de buscas da expressão “polígono de 14 lados” já será suficiente. Trata-se de um tetradecágono. O prefixos gre- gos tetra e deca significam, respectivamente, 4 e 10. Por isso, tetradeca é usado para repre- sentar 14. 2. Existem várias possíveis respostas. Um exemplo é dado a seguir. Quadrilátero URSOHeptágono ABCDEFG A G F U R S O E D C B 3. a) Cada ângulo do pentágono ABRIL mede 108° (540° : 5). b) Pela figura (pentágono JUNHO), os ângulos Ĵ e Ĥ medem 150°, e os ângulos Û e N̂ medem 90°. A soma de suas medidas é: 90° 1 90° 1 150° 1 150° 5 480°. Portanto, o ângulo R̂ mede 540° 2 480° 5 60°. Professor: se considerar necessário, utilize o geopla- no para montar outros pentágonos cujos lados tenham medidas iguais, variando as medidas dos ângulos. Outra classifcação: polígonos convexos e polígonos não convexos (página 364) 1. Espera-se que os alunos coloquem os desenhos de Laura e de Rafael em um grupo e os desenhos de Gustavo e Bruna em outro. Para justificar a separa- ção das figuras, há várias respostas possíveis, que o professor deve verificar se são coerentes. Uma delas é a divisão entre polígonos convexos e polígonos não convexos, conforme será feito mais adiante no material (neste caso, os alunos não usariam os termos “convexo” e “não convexo” para descrever essa característica). 2. Os polígonos desenhados por Laura e Rafael são convexos, e os desenhados por Gustavo e Bruna são não convexos. a) Sim, todos os segmentos traçados no desenho de Laura estão inteiramente dentro do hexágono. b) Não, nem todos os segmentos traçados no desenho de Gustavo estão inteiramente dentro do hexágono. c) Não, não é possível ligar com linha reta dois pon- tos quaisquer do hexágono de Laura de modo que o segmento obtido não esteja inteiramente dentro do hexágono. d) O polígono convexo é o de Rafael. Exercício 3 (página 366) 1. São convexos os polígonos dos itens b e d; são não convexos os polígonos dos itens a e c. 2. Existem diferentes possibilidades de respostas. A se- guir, mostramos uma dessas possibilidades. Hexágono ABCDEF Pentágono GHIJK A G B H C I D J K E F Teste (página 367) 1. Alternativa D. Por se tratar de um polígono não conve- xo, alguns alunos podem encontrar dificuldade para contar os números de lados e vértices. Por exemplo, os alunos que escolherem a alternativa c podem ter contado apenas as 7 pontas da estrela, esquecendo-se dos demais vértices. Neste caso, vale a pena comen- 833 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 33 11/30/15 9:07 AM tar sobre a propriedade básica dos polígonos que será vista na segunda aula do Módulo: em qualquer polígono, os números de lados e vértices são iguais. Assim, seria impossível que o polígono apresentasse 14 lados e apenas 7 vértices. 2. Alternativa D. A partir da informação do enunciado, podemos concluir que cada ângulo obtido ao tra- çarmos a diagonal de um quadrado mede 45°, como indicado na figura à esquerda. A figura à direita mostra que o ângulo indicado no enun- ciado é formado pela justaposição de um ângulo de medida 45° com um ângulo reto. Dessa forma, a medida representada por ? é igual a 45° 1 90°, ou seja, 135°. 45º 45º 45º 3. Alternativa C. Para responder à questão, o aluno pre- cisa identificar o polígono com forma de “L” como o elemento básico que compõe o mosaico. Tal polígono possui 6 lados (hexágono) e é não convexo. Os alunos que escolherem a alternativa a talvez te- nham observado a união de dois desses polígonos, que acaba formando um retângulo. desafo (página 366) Temos as seguintes possibilidades: a) b) Em casa (página 368) 1. a) Pode-se nomear este polígono como BRASIL. b) Ele possui 6 vértices. c) Ele tem 6 lados: BR, RA, AS, SI, IL e L B. d) Há três possibilidades: ( BR e S I ) ou (R A e IL ) ou (LB e AS ). e) Há duas possibilidades: (BR e RA ) ou ( SI e IL ). 2. a) Poderia ser usado o polígono 1. b) Um possível recobrimento: 3. a) Não representam polígonos: 2, 4, 5. b) São octógonos: 1, 6. c) É polígono de cinco vértices: 3. d) Polígonos que apresentam pelo menos um ângulo reto: 3, 7. 4. Cada ângulo mede 135° (1 080° : 8). 5. Em torno de cada vértice de um hexágono, há três ângulos, completando uma volta (360°). Assim, cada ângulo do hexágono medirá 360° : 3 5 120°. 6. a) O polígono vermelho tem 3 lados, e o polígono branco tem 12 lados. b) O polígono vermelho é convexo, e o polígono branco é não convexo. c) A primeira bandeira é do estado de Minas Gerais, e a segunda é da Suíça. 7. Existem diferentes possíveis respostas. Segue um exemplo: a) Quadrilátero ABCD B A D C Lados paralelos: AD e BC . b) Hexágono EFGHIJ J E F G H I Ângulos retos: Ê, F̂, Ĝ, Î , Ĵ . 8. Verifique as anotações no glossário. Você também po- derá escolher algumas delas e compartilhá-las com a classe, para que todos possam corrigir ou acrescentar algo que considerarem importante. 834 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 34 11/30/15 9:07 AM AULAS 50 a 52 Objetivos • Identificar e aplicar algumas propriedades não estruturais da adição e da subtração. • Retomar estratégias de cálculo mental da adição e da subtração. • Realizar estimativas. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 50 Retorno das tarefas 6 a 8 do Módulo 18 Relações entre a adição e a subtração Exercício 1 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 51 Retorno das tarefas 1 e 2 Uma propriedade da adição Uma propriedade da subtração Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 5 (Em casa) 52 Retorno das tarefas 3 a 5 Estimativas e estratégias de cálculo mental Exercício 2 Teste (item 3) Orientações para as tarefas 6 a 10 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 19 Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos estabeleçam relações entre adição e subtração, apliquem ade- quadamente algumas propriedades e realizem cálculo mental e estimativas. Estratégias e orientações O foco deste Módulo é o conceito de operação inversa (a subtração é a operação inversa da adição) 2 ideias intuitivas já trabalhadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental –, bem como a exploração de algumas 19. AdiçãO E SUBTrAçãO: PrOPriEdAdES E rELAçÕES 835 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 35 11/30/15 9:07 AM propriedades da adição e da subtração (transformações que podem ser feitas nos termos da operação sem que o resultado se altere). Destacamos o caso em que o termo desconhecido na subtração é o subtraendo, pois nessa ocorrência precisa- mos realizar duas operações. Por exemplo, seja a subtra- ção: 45 2 ? 5 23. Aplicando a operação inversa, temos: 23 1 ? 5 45. Essa adição permite calcular a parcela des- conhecida, isto é: 45 2 23 5 22. Nomomento da explica- ção dessas situações, chame atenção para o fato de que, aplicando a operação inversa diretamente, obteríamos no subtraendo um número maior que o do minuendo, o que não é possível no campo dos números naturais. respostas e comentários Atividade de construção de conceitos relações entre a adição e a subtração (página 370) Dê um tempo para que os alunos resolvam as si- tuações propostas. O trabalho em duplas é uma boa estratégia, pois, assim, possibilitará a troca de ideias. No momento da correção, analise os raciocínios utilizados e, principalmente, a pertinência ou não de verificar o número obtido como resposta. 1. Esse primeiro item poderá ser feito mentalmente. O importante é que os alunos comecem a perceber a necessidade de fazer uma subtração. Mesmo que eles pensem “quanto falta a 10 para chegar em 35”, eles estarão usando a ideia de completar da subtração. Ao longo do Ensino Fundamental I, os alunos traba- lham com as três ideias da subtração: subtrair (tirar, diminuir, ...), completar (quanto falta) e comparar (quantos a mais, quantos a menos, a diferença entre). 2. Este item já é mais difícil de ser feito mentalmente. O esperado é que os alunos façam a subtração: 113 2 57 5 56. 3. Espera-se que os alunos façam a adição: 27 1 18 5 45. 4. Essa situação exige dos alunos que pensem na opera- ção a ser realizada, pois, se fizerem a adição, obterão um número maior que o minuendo. Caso façam por cálculo mental, discuta com eles que operação pre- cisariam fazer para chegar ao número 22 (ou seja, é necessária a operação: 45 2 23 5 22). 5. Esse item tem como objetivo sintetizar os três casos explorados. • Como calcular a parcela desconhecida de uma adi- ção: faz-se uma subtração, ou seja, 51 2 32 5 19. Aqui se usa a operação inversa. • Como calcular o minuendo desconhecido de uma subtração: faz-se uma adição, ou seja, 27 1 39 5 66. • Como calcular o subtraendo desconhecido de uma subtração: faz-se uma subtração, ou seja, 80 2 37 5 43. Exercício 1 (página 372) O objetivo dos exercícios 1 e 2 é explorar os nomes dos termos da adição e da subtração, respectivamente, uma vez que basta efetuar as operações indicadas. Nos demais, os alunos usarão as noções de operação inversa. 1) 219 1 326 5 545. A soma é 545. 2) 426 2 297 5 129. O resto é 129. 3) 309 2 198 5 111. O subtraendo é 111. 4) 936 1 137 5 1 073. O minuendo é 1 073. 5) Os alunos deverão somar os valores conhecidos e subtrair a soma obtida de 155. Assim: 48 1 32 5 80 155 2 80 5 75 Logo, a mãe de Marcela pagou R$ 75,00 pela lava- gem das três calças. Uma propriedade da adição (página 372) Neste tópico, os alunos vão explorar o que acontece com a soma de uma adição quando realizamos transfor- mações em seus termos. Eles deverão registrar na tabela cada uma das situações propostas, usando os dados iniciais: 18 e 15. Se julgar necessário, chame a atenção para esse fato e exemplifi- que transcrevendo a operação na lousa. Situação Caio Pedro Total Referência 18 15 18 1 15 5 33 a 18 1 5 5 23 15 38 b 18 15 1 7 5 22 40 c 18 2 5 5 13 15 1 5 5 20 33 d 18 2 3 5 15 15 2 3 5 12 27 e 18 1 4 5 22 15 1 4 5 19 41 f 18 2 3 5 15 15 1 3 5 18 33 1. Neste item, os alunos deverão perceber que a soma não se altera quando a mesma quantidade que é acrescentada a uma parcela é subtraída da outra, e vice-versa. a) Os dois tinham 33 carros. b) O total permaneceu 33 nas situações c e f. No caso da c, subtraíram-se 5 carros da quantidade de Caio, mas somaram-se 5 à de Pedro; no caso f, Caio ganhou 3 e Pedro deu 3. 836 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 36 11/30/15 9:07 AM 2. Oriente os alunos para que, em cada item, façam as transformações indicadas nos termos das operações. a) Se somarmos 7 às duas parcelas, a soma ficará acrescida de 14 unidades. b) Se subtrairmos 7 das duas parcelas, a soma ficará diminuída em 14 unidades. c) Se subtrairmos 7 da primeira parcela e somarmos 7 à segunda parcela, a soma permanecerá a mesma. d) Se somarmos 10 à primeira parcela deveremos subtrair 10 da segunda para que a soma perma- neça 52. e) Se subtrairmos 10 da primeira parcela, precisare- mos somar 10 à segunda parcela para que a soma permaneça a mesma. 3. Para que uma soma não se altere, qualquer número somado a uma das parcelas deve ser subtraído da outra parcela. Os exemplos são pessoais. Uma propriedade da subtração (página 374) Os alunos vão completar a tabela com base nas transformações a serem feitas nos termos da subtração, conforme os comandos propostos. Em cada item, deve ser considerada a situação inicial: 35 para Mateus e 10 para Rafael. 1. Se necessário, enfatize esse fato para os alunos e exemplifique preenchendo uma linha da tabela com a operação adequada. Situação Caio Pedro Total Referência 35 10 35 2 10 5 25 a 35 1 13 5 48 10 48 2 10 5 38 b 35 10 1 9 5 19 35 2 19 5 16 c 35 10 2 9 5 1 35 2 1 5 34 d 35 1 15 5 50 10 1 15 5 25 50 2 25 5 25 e 35 2 9 5 26 10 1 9 5 19 26 2 19 5 7 f 35 1 5 5 40 10 2 5 5 5 40 2 5 5 35 g 35 2 3 5 32 10 2 3 5 7 32 2 7 5 25 h 35 1 7 5 42 10 1 3 5 13 42 2 13 5 29 2. a) A diferença é 25, ou seja, 35 2 10 5 25. b) Essa diferença permaneceu nos itens d e g. No caso do item d, ambos ganharam a mesma quan- tidade de game cards; no item g, ambos perderam a mesma quantidade. 3. a) Se somarmos 5 ao minuendo, a diferença aumen- tará 5 unidades. b) Se somarmos 5 ao subtraendo, a diferença dimi- nuirá 5 unidades. c) Se subtrairmos 5 dos dois termos, a diferença per- manecerá a mesma. d) Se somarmos 5 ao minuendo e subtrairmos 5 do subtraendo, a diferença aumentará 10 unidades. e) Se somarmos 5 aos dois termos, a diferença per- manecerá a mesma. 4. Se somarmos (ou subtrairmos) um mesmo número ao minuendo e ao subtraendo de uma subtração, a diferença permanecerá a mesma. Os exemplos são pessoais. Estimativas e estratégias de cálculo mental (página 376) 1. Os alunos deverão preencher os campos de cada quadro com os números que satisfaçam às operações indicadas; em seguida, deverão observar as regulari- dades em cada quadro. 37 2 17 5 20 38 2 17 5 21 39 2 17 5 22 40 2 17 5 23 41 2 17 5 24 42 2 17 5 25 295 1 15 5 310 295 1 20 5 315 295 1 25 5 320 295 1 30 5 325 295 1 35 5 330 295 1 40 5 335 24 1 18 5 22 1 20 275 1 35 5 280 1 30 375 1 225 5 400 1 200 97 1 312 5 100 1 309 319 1 15 5 324 1 10 405 1 395 5 400 1 400 Quadro A Quadro B Quadro C Regularidades existentes: Quadro A: O resto ou diferença aumenta em uma unidade a cada unidade acrescentada no minuendo. Quadro B: A soma ou total aumenta em cinco unida- des quando a segunda parcela da adição é aumentada em cinco unidades. Quadro C: Quando o mesmo número é subtraído de uma das parcelas da adição e acrescentado à outra, a soma ou total não se altera. Nesse caso, as duas adições são equivalentes. 2. Estratégias pessoais. Algumas possibilidades: a) 58 1 172 5 60 1 170 5 230 b) 132 2 56 5 136 2 56 2 4 5 80 2 4 5 76 c) 819 1 673 5 820 1 672 5 800 1 600 1 20 1 72 5 5 1 400 1 92 5 1 492 d) 500 – 125 5 500 2 100 2 25 5 400 2 25 5 375 837 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 37 11/30/15 9:07 AM e) 614 1 236 5 610 1 240 5 600 1 200 1 10 1 40 5 5 800 1 50 5 850 f) 527 2 149 5 549 2 149 2 22 5 400 2 22 5 5 400 2 20 2 2 5 378 3. a) 600, pois é mais próximo do resultado 637. b) 800, pois é mais próximo do resultado 803. c) 315, pois é mais próximo do resultado 314. d) 100 ou 110, pois ambos são igualmente próximos de 105. Exercício 2 (página 377) No item 1, discuta com os alunos esse tipo de situação, bastante frequente no comércio, ou seja, pagar contas com valores não exatos e o caixa do estabelecimento solicitar (ou o próprio cliente dar) determinada quantia a mais para facilitar o troco. Por exemplo, ao pagar uma conta de R$ 27,50 com três notas de R$ 10,00, se o cliente derR$ 2,50 a mais, facilitará o troco, pois essa quantia será somada à que o caixa terá de devolver-lhe e, assim, ele receberá de troco R$ 5,00. 1. Sílvia deu 300 1 1,50 5 301,50 a) O par de tênis custou R$ 296,50, visto que ela recebeu R$ 5,00 de troco. b) O troco teria sido de R$ 3,50. c) Sim, pois 300,00 2 3,50 5 296,50 2. Dê um tempo para que os alunos criem suas estra- tégias; se necessário, você poderá ajudá-los com algumas dicas. Por exemplo: subtrair primeiro a diferença entre os pontos e, depois, dividir o resul- tado por 2. 83 2 27 5 56 (Total de pontos a ser dividido igualmente.) 56 : 2 5 28 (Esta é a parte igual aos dois times.) 28 1 27 5 55 (Total de pontos do time de Marcos.) O time de Marcos fez 55 pontos, e o time adversá- rio, 28. 3. 127 2 1 5 126 (Esta é a parte a ser dividida igualmente.) 126 : 2 5 63 (Este será o número menor.) 63 1 1 5 64 (Este é o consecutivo de 63.) Os números são 63 e 64. 4. Se necessário, retome com os alunos o que são nú- meros consecutivos pares. 94 2 2 5 92 (Agora são retiradas 2 unidades, porque são números pares.) 92 : 2 5 46 (Este é o número menor.) 46 1 2 5 48 (Este é o consecutivo par de 46). Os números são 46 e 48. Teste (página 378) 1. Alternativa C. Sugira aos alunos que analisem cada uma das alternativas. Se necessário, eles poderão partir de um exemplo numérico. 2. Alternativa D. Os alunos precisarão analisar cada uma das adições para verificar em qual delas houve a compensação, ou seja, somou-se e subtraiu-se a mesma quantidade das duas parcelas. 3. Alternativa B. Provavelmente os alunos irão reali- zar os cálculos em cada igualdade. No momento da correção discuta com eles que poderiam ter utilizado as propriedades estudadas para a adição e a subtração. Em casa (página 379) 1. O subtraendo é 40. 2. 345 181 164 90 91 73 45 45 46 27 3. A diferença aumentará em 22 unidades. 4. A diferença permanecerá a mesma. 5. Os exemplos são pessoais. Socialize-os no momento da correção. a) É sempre 1. Exemplo: 15 2 14 5 1. b) É sempre um número par. Exemplo: 8 2 2 5 6. c) É sempre um número par. Exemplo: 9 2 3 5 6. d) É sempre um número ímpar. Exemplo: 9 2 4 5 5. 6. A soma também dobrará. 7. A soma aumentará 20 unidades. 8. A diferença é 513 (720 2 207 5 513). 9. A diferença é 885 (987 2 102 5 885). 10. Verifique as anotações no glossário. Socialize com a turma os registros e os exemplos anotados. 838 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 38 11/30/15 9:07 AM AULAS 53 e 54 Objetivos • Realizar adições e subtrações com números decimais. • Resolver situações-problema envolvendo adição e subtração de números decimais. • Criar estratégias de cálculo mental para adição e subtração com números decimais. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 53 Retorno das tarefas 6 a 10 do Módulo 19 Algoritmo da adição e da subtração com números decimais Exercício (itens 1 a 3) Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 54 Retorno das tarefas 1 e 2 Exercício (itens 4 a 10) Teste (item 2) Desafio Orientações para as tarefas 3 e 4 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 20 a 25 Noções básicas Espera-se que ao final deste Módulo os alunos sejam capazes de: • realizar adições e subtrações com números decimais. • dominar o algoritmo da adição e da subtração de números decimais. • realizar cálculo mental com estratégias próprias. Estratégias e orientações Geralmente os alunos chegam ao 6º- ano já conhecendo o algoritmo da adição e da subtração com números decimais (no Sistema de Ensino, esse conteúdo é trabalhado no 5º- ano). Portanto, acreditamos que este Mó- dulo retomará conteúdos já estudados. Ao explorar os exemplos do Caderno, você poderá verificar se ainda existem dúvidas. 20. AdiçãO E SUBTrAçãO dE NÚMErOS dECiMAiS 839 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 39 11/30/15 9:07 AM Atividade de construção de conceitos Algoritmo da adição e da subtração com números decimais (página 380) Leia o texto com os alunos e complemente com in- formações que você julgar necessárias. No caso da subtração, os alunos do Sistema apren- deram dois algoritmos: o que utiliza as decomposições do sistema de numeração decimal e o da compensação. Exemplo: seja a subtração 574 2 178. Nesse caso, as dezenas foram decom- postas em 10 unidades, que, somadas com as 4 já existentes, resultaram em 14 unida- des; as centenas foram decompostas em 10 dezenas, que, somadas com as 6 existentes, totalizam 16 dezenas. Em momento algum utilizamos com os alunos a expressão “em- presta”, visto que não se trata de emprés- timo, mas de outra representação do nú- mero dado (4 centenas 1 16 dezenas 1 1 14 unidades 5 400 1 160 1 14 5 574). Esse é o algoritmo da compensação que consiste em somar 10 ao minuendo e ao subtraendo. Inicialmente somam-se 10 unidades ao 4 do minuendo e 1 de- zena (10 unidades) ao 7 do subtraendo; em seguida, somam-se 10 dezenas ao 7 do minuendo e 1 centena (10 dezenas) ao 1 do subtraendo. respostas e comentários Exercício 1 (página 381) 1. a) 7,56 b) 37,4 c) 52,109 d) 18,83 e) 10,657 f ) 9,202 2. a) 4,53 b) 70,3 c) 0,099 d) 16,87 e) 2,35 f ) 20,998 3. a) 98,4 2 96,1 5 2,3 b) Faixa de 0 a 3 anos: 23,2 2 13,4 5 9,8 Faixa de 4 a 5 anos: 81,4 2 61,5 5 19,9 Faixa de 6 a 14 anos: 98,4 2 96,1 5 2,3 Faixa de 15 a 17 anos: 84,3 2 81,8 5 2,5 c) O maior aumento ocorreu na faixa de 4 a 5 anos. 4. O valor que falta nas anotações é R$ 62,20. 4 16 14 5 7 4 2 1 7 8 3 9 6 17 14 5 7 4 2 1 7 8 3 9 6 2 8 5. No momento da correção, socialize algumas estraté- gias utilizadas pelos alunos. É importante exigir que eles registrem como raciocinaram. a) 19,85. Uma estratégia possível é somar as ordens inteiras e as ordens decimais. No caso, 8,100 pode ser considerado 8,10. Assim: 11 1 8 5 19 e 75 cen- tésimos 1 10 centésimos é igual a 85 centésimos. b) 2,19. Aqui também basta somar as ordens decimais: 10 centésimos 1 9 centésimos. c) 21,914. Aqui também basta somar as ordens deci- mais, transformando 21 centésimos em 210 milé- simos. Assim, 210 milésimos 1 704 milésimos 5 5 914 milésimos. d) 3,65. Uma estratégia possível é subtrair 8 de 11 e 10 centésimos de 75 centésimos. e) 2,07. Uma estratégia possível é subtrair 9 centési- mos de 16 centésimos. f) 3,4. Uma estratégia possível é arredondar 0,7 para 1. Assim, 4,1 2 1 5 3,1. Em seguida, acres- centar 0,3 que foram adicionados a 0,7. 6. A segunda parcela é de 7,25. 7. O minuendo é 10,377. 8. a) 0,774 b) 7,636 c) 7,5 d) 5,03 e) 11,7 f) 3,575 9. Chame a atenção dos alunos para o fato de que na estimativa não é necessário chegar ao resultado exato, mas ao mais próximo possível. No momento da correção, discuta oralmente com eles sobre como chegaram ou poderiam chegar à resposta. a) 6,5 b) 8 c) 8,87 d) 0,38 10. 35 2 0,1 5 34,9 36 2 0,1 5 35,9 37 2 0,1 5 36,9 38 2 0,1 5 37,9 39 2 0,1 5 38,9 40 2 0,1 5 39,9 29,5 1 1,5 5 31 29,5 1 2 5 31,5 29,5 1 2,5 5 32 29,5 1 3 5 32,5 29,5 1 3,5 5 33 29,5 1 4,0 5 33,5 24,2 1 1,8 5 24 1 2,0 27,5 1 3,5 5 28 1 3,0 3,75 1 2,25 5 4,0 1 2,0 0,9 1 0,312 5 1,0 1 0,212 3,19 1 0,15 5 3,20 1 0,14 4,05 1 3,95 5 4,0 1 4,0 Quadro A Quadro B Quadro C Regularidades existentes: Quadro A: Como no minuendo aumentou 1 unidade e o subtraendo é constante, então aumenta também 1 unidade no resto ou diferença. 840 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 40 11/30/15 9:07 AM Quadro B: O minuendo é constante e o subtraendo vai sendo acrescido de 0,5, então, a soma também vai sendo acrescida de 0,5. Quadro C: Em todas as linhas do quadro, houve a aplicação da mesma propriedade da adição: se uma das parcelas é alterada, então faz-se a alteração inversa na outra parcela. Por exemplo, na primeira linha, acrescen- tou-se 0,2 à segunda parcela, portanto,subtraiu-se 0,2 na primeira (ou vice-versa). Teste (página 384) 1. Alternativa D. Os alunos deverão analisar cada uma das alternativas. • Alternativa a é falsa, pois em 2011 houve aumento, o mesmo acontecendo em 2013, 2014 e 2015. • A alternativa b é falsa, pois esse aumento de 0,01% não é constante. • A alternativa c é falsa, pois não só em 2011 houve aumento da população. 2. Alternativa B. Neste teste os alunos terão que tra- balhar com a escrita simplificada de números com muitas ordens. Para isso, precisarão fazer os arredon- damentos corretos. • A alternativa a é falsa, pois o arredondamento e a escrita simplificada de 6 155 012 014 é 6,2 bilhões. • A alternativa c é falsa, pois o arredondamento e a escrita simplificada de 6 699 876 576 é 6,7 bilhões. • A alternativa d é falsa, pois o arredondamento e a escrita simplificada de 7 263 339 729 é 7,3 bilhões. desafo (página 384) O processo de geração dessas sequências é o mesmo da sequência de Fibonacci (que começa com 0 e 1). As sequências geradas desta forma, mas que começam com outros números são por vezes conhecidas por “Núme- ros de Lucas”, em homenagem ao matemático francês Édouard Lucas, que os estudou. A relação existente é que a soma dos dez primeiros números de sequências como essas é onze vezes maior que o sétimo número. • Na primeira sequência, o sétimo número é 50, e a soma dos dez primeiros é 550 2 ou seja, onze vezes maior que o sétimo número. • Na segunda sequência, o sétimo número é 13, e a soma dos dez primeiros é 143 2 ou seja, onze vezes maior que o sétimo número. Incentive os alunos a criarem outras sequências como essas. Caso você queira conhecer a validação dessa relação, basta utilizar a álgebra. Seja a sequência começando por x e y: x ; y ; x 1 y ; x 1 2y ; 2x 1 3y ; 3x 1 5y ; 5x 1 8y ; 8x 1 13y ; 13x 1 21y ; 21x 1 34 y A soma desses dez números é: 55x 1 88y, que é onze vezes o sétimo termo, ou seja: 55x 1 88y 5 11 ? (5x 1 8y). Evidentemente, essa explicação algébrica não será dada aos alunos. O objetivo do desafio é despertar neles a percepção de relações entre números numa sequência. Em casa (página 385) 1. a) 43,35 b) 3,732 c) 53,06 d) 2,15 e) 4,35 f) 36,25 g) 16,2 h) 0,067 i) 67,5 2. a) 3,9 b) 49,27 3. 41,48 10,37 31,11 6,2 4,17 26,94 3,3 2,9 1,27 25,67 1,3 2 0,9 0,37 25,3 110,993 35,918 10,318 9,013 7,723 1,29 0,015 24,28 0,9 1,305 24,295 25,18 25,6 49,475 75,075 4. No momento da correção relembre a turma que esse é um gráfico de barras. a) 78,6 2 15,6 5 63 b) Juntas elas têm o percentual de 43,1 (15,6 1 27,5 5 5 43,1), que é bem próximo ao do Oriente Médio 40,2, mas não o mesmo. c) Os alunos deverão calcular 44% de 7,3 bilhões. No momento da correção, socialize as estratégias que utilizaram. A estratégia aqui apresentada parte da escrita desse dado com todas as suas ordens: 7 300 000 000. Calculando 10% de 7 300 000 000 tem-se: 730 000 000 Logo, 40% seriam: 4 3 730 000 000 5 2 920 000 000 4% é a décima parte desse valor: 292 000 000 Somando-se 40% e 4% tem-se: 2 920 000 000 1 1 292 000 000 5 3 212 000 000. Logo, 44% correspondem a 3,212 bilhões de pessoas. 841 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 41 11/30/15 9:07 AM AULAS 55 a 58 Objetivos • Explorar os diferentes significados da multiplicação e da divisão. • Relacionar a multiplicação e a divisão. • Explorar a propriedade da compensação da multiplicação. • Compreender e dominar o algoritmo da multiplicação de decimais. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 55 Retorno das tarefas 3 e 4 do Módulo 20 A multiplicação A divisão Relações entre a multiplicação e a divisão Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 56 Correção das tarefas 1 e 2 Exercício 1 Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 a 6 (Em casa) 57 Retorno das tarefas 3 a 6 Uma propriedade da multiplicação Multiplicação de decimais: o procedimento da compen- sação Teste (item 3) Orientações para as tarefas 7 a 10 (Em casa) 58 Retorno das tarefas 7 a 10 Exercício 2 Multiplicação de decimais: descobrindo uma regra Exercício 3 Teste (item 4) Orientações para as tarefas 11 a 13 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 26 a 29 Material Calculadora (uma por aluno). 21. MULTiPLiCAçãO dE NÚMErOS dECiMAiS 842 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 42 11/30/15 9:07 AM Noções básicas Espera-se que ao final deste Módulo os alunos sejam capazes de: • relacionar a multiplicação e a divisão de números decimais. • reconhecer as propriedades dessas operações. • dominar o algoritmo da multiplicação e da divisão com números decimais. Estratégias e orientações O Módulo começa com uma retomada das ideias da multiplicação e da divisão. Vale destacar que os alunos do Sistema de Ensino vêm explorando as quatro operações desde o 2º- ano, incluindo sistematizações. A multiplicação (página 387) Sugerimos que você faça uma leitura coletiva e com- partilhada do texto deste tópico, com as intervenções que julgar necessárias. Trata-se de uma síntese dos co- nhecimentos prévios dos alunos. A única ideia explorada anteriormente, de forma mais intuitiva, foi a relativa ao contexto multiplicativo (“tantas vezes”). Quanto à nomenclatura dos termos da multiplicação, apresentamos apenas a mais usual: fatores e produto. Os termos multiplicando (número que vai se repetir tantas vezes quantas forem as unidades do multiplicador) e multiplicador (número que indica quantas vezes o multiplicando se repetirá como parcela), embora utiliza- dos por alguns autores, só são válidos quando se trata de números naturais. Dessa forma, optamos por não trabalhar com essa terminologia. É interessante enfatizar que, embora o resultado de 3 × 12 seja o mesmo de 12 × 3, os significados são dife- rentes. Enquanto em 3 × 12 a parcela 12 é que se repete 3 vezes, em 12 × 3 a parcela 3 é que se repete 12 vezes. No caso da multiplicação de números decimais, a regra é a última a ser apresentada. Sabemos que, após aprendê- -la, os alunos a usarão mecanicamente. No entanto, o ob- jetivo é que eles a compreendam. Por isso, são exploradas várias atividades que possibilitam a construção gradual dessa regra. É fundamental que, na síntese 5 (página 397), você retome todas as sínteses anteriores, evidenciando aos alunos que elas foram necessárias para chegar à regra. A divisão (página 388) Discuta com os alunos os nomes dos termos da divi- são, os tipos de divisão 2 exata e não exata 2 e as formas de representação, destacando que, no caso da divisão não exata, é imprescindível o uso da chave. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, os alunos do Sistema de Ensino conheceram e trabalharam com os três algoritmos da divisão: o processo por estimativas, o processo longo e o processo breve. • Processo por estimativas 2 também conhecido como processo das subtrações sucessivas. Nele os alunos usam, necessariamente, a ideia de medida: quantas vezes o divisor cabe no dividendo. Podem ser distribuições quaisquer, e o processo continua até que não seja mais possível prosseguir com as distribuições. Exemplo: 285 : 25. 285 25 2250 101 35 1 2 25 11 10 Repertório: 10 3 25 5 250 1 3 25 5 25 No exemplo dado acima, foram distribuídos 10 grupos de 25; na segunda distribuição, foi 1 grupo de 25. Soman- do as duas distribuições, obtém-se o total 11. Os alunos podem distribuir quantos grupos quiserem; o importante é que, ao final, a soma seja a mesma. Você pode conversar com seus colegas dos anos iniciais para que descrevam como foi o trabalho com esse algoritmo. • Processo longo 2 nesse algoritmo, as subtrações são indicadas. 285 25 225 11 35 2 25 10 • Processo breve 2 nesse algoritmo, as subtrações não são indicadas. 285 25 35 11 10 Após conhecer os três algoritmos, os alunos podem escolher o que acharemmais conveniente para realizar as divisões. respostas e comentários Atividade de construção de conceitos relações entre a multiplicação e a divisão (página 389) Tal como trabalhamos com a adição e a subtração, neste tópico também serão exploradas as relações entre a multiplicação e a divisão. Sugere-se que os alunos trabalhem em duplas para a troca de ideias. 843 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 43 11/30/15 9:07 AM 1. Espera-se que os alunos respondam que se deve fazer uma divisão, ou seja, 180 : 15 5 12. 2. Espera-se que os alunos respondam que se deve fazer uma multiplicação, ou seja, 12 × 13 5 156. 3. Espera-se que os alunos respondam que deverão multiplicar o quociente pelo divisor: 13 × 12 5 156. Depois, somar o resto: 156 1 7 5 163. 4. Esse é o caso em que será aplicada a ideia da divisão como operação inversa da multiplicação: 144 : ? 5 18, em que 18 × ? 5 144. Como o elemento desconhecido passa a ser um dos fatores, faz-se a divisão 144 : 18 5 8. Assim, ao final, os alunos deverão constatar que, nesse caso, basta dividir o dividendo pelo quociente. 5. Neste item os alunos farão uma síntese dos quatro casos anteriores. • Como calcular o fator desconhecido de uma multiplicação: Operação dada Operação a ser realizada 32 3 ? 5 416 416 : 32 5 13 • Como calcular o dividendo desconhecido de uma divisão exata: Operação dada Operação a ser realizada ? : 15 5 13 13 3 15 5 199 • Como calcular o divisor desconhecido de uma divisão exata: Operação dada Operação a ser realizada 240 : ? 5 16 240 : 16 5 15 • Como calcular o dividendo de uma divisão não exata: Operação dada Operação a ser realizada ? 14 07 21 21 3 14 5 294 294 1 7 5 301 Exercício 1 (página 390) 1. O produto é 1 225. 25 3 49 5 1 225 2. O outro fator é 13. ? 3 67 5 871 871 : 67 5 13 3. O quociente é 27, e o resto é 11. 875 32 235 27 11 4. O dividendo é 420. ? : 12 5 35 12 3 35 5 420 5. O dividendo é 360. ? 13 ? 27 9 13 3 27 1 9 5 360 6. Os restos possíveis são: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7. 7. O dividendo é 783 (15 3 49 1 48 5 783). 8. O dividendo é 389 (25 3 15 1 14 5 389). 9. O objetivo é fazer com que os alunos percebam a uti- lização das operações inversas, quando possível, ou da própria operação para resolver uma situação dada. Esse tipo de raciocínio é fundamental para compreen- der os procedimentos de resolução de equações, os quais serão trabalhados no 7º- ano. Na situação proposta, espera-se que os alunos con- cluam que: • na 1ª- parte do esquema (ou diagrama), Marcos traduziu o problema, deixando em branco os nú- meros desconhecidos; • na 2ª- parte, Marcos realizou as operações inversas da 1ª- parte para descobrir os números desconhecidos. 10. a) O esquema para o problema é: 1 25 320 3 8 Fazendo as operações inversas, temos: 320 : 8 5 40 40 2 25 5 15 Logo, o número pensado foi 15. b) O esquema para o problema é: 2 12 219 3 3 Iniciamos pelo último resultado, fazendo a divisão; em seguida, a adição para encontrar o minuendo (o primeiro número do esquema). 219 : 3 5 73 73 1 12 5 85 Logo, o número pensado foi 85. Uma propriedade da multiplicação (página 393) O objetivo deste tópico é explorar dois fatos mate- máticos necessários ao algoritmo da multiplicação de números decimais. 844 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 44 11/30/15 9:07 AM 1. Em cada item os alunos irão efetuar as transformações sugeridas nos fatores da multiplicação e verificar em quais delas o produto se altera. a) 8 3 5 40 16 3 5 80 3 2 Se o fator 8 for multiplicado por 2, o produto ficará multiplicado por 2. b) 8 3 5 40 8 3 20 160 3 4 Se o fator 5 for multiplicado por 4, o produto ficará multiplicado por 4. c) 8 3 5 40 16 3 20 320 3 4 3 2 Se o fator 8 for multiplicado por 2 e o fator 5 for multiplicado por 4, o produto ficará multiplicado por 8. d) 8 3 5 40 80 3 50 4 000 3 10 3 10 Se os dois fatores forem multiplicados por 10, o produto ficará multiplicado por 100. e) 8 3 5 40 80 3 500 40 000 3 100 3 10 Se o primeiro fator for multiplicado por 10 e o segundo por 100, o produto ficará multiplicado por 1 000. Síntese 1: Transformações realizadas na multiplicação (página 393) Esta síntese poderá ser feita individualmente, em du- plas ou coletivamente com a classe. Resposta-exemplo: o produto de uma multiplicação fica multiplicado o mesmo número de vezes em que se multiplica um dos fatores. Caso sejam multiplicados os dois fatores, o produto final ficará multiplicado pelo produto desses dois números. Professor, você poderá solicitar um exemplo nesta síntese, ou, para cada conclusão, relacionar o item correspondente. 2. Neste item, intervenha para que os alunos compreen- dam que multiplicar, por exemplo, duas vezes con- secutivas por 10 é o mesmo que multiplicar por 100. a) 3 10 3 10 3 100 1 50015 150 b) 3 10 3 100 3 1 000 6 0006 60 c) 3 10 3 10 3 100 500,5 5 d) 3 10 3 100 3 1 000 1 2001,2 12 e) 3 100 3 10 3 1 000 2500,25 25 f) 3 100 3 100 3 10 000 1500,015 1,5 3. a) 0,35 × 10 5 3,5 0,35 × 100 5 35 Na multiplicação 0,35 × 100 foi possível transfor- mar 0,35 em um número natural. b) 0,015 × 10 5 0,15 0,015 × 100 5 1,5 0,015 × 1 000 5 15 Na multiplicação 0,015 × 1 000 foi possível trans- formar 0,015 em um número natural. c) Respostas possíveis: • 2,5 × 10 5 25 • 0,12 × 100 5 12 • 0,05 × 100 5 5 • 0,005 × 1 000 5 5 • 0,032 × 1 000 5 32 • 3,04 × 100 5 304 Síntese 2: Transformação de um número decimal em natural (página 394) É sempre possível transformar um número decimal em um número natural formado pelos mesmos algaris- mos. Para isso, basta multiplicar o decimal por 10, 100, 1 000... dependendo do número de ordens decimais que ele possui: 1, 2, 3... 845 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 45 11/30/15 9:07 AM Multiplicação de decimais: o procedimento da compensação (página 395) O uso da calculadora neste momento tem como objetivo agilizar os cálculos, visto que o importante é compreender a propriedade. 1. a) 15 × 14 5 210 b) 15 × 1,4 5 21,0 c) 1,5 × 1,4 5 2,10 d) É necessário dividir por 10. e) É necessário dividir por 100. 2. a) Para transformar 0,3 no número natural 3, é ne- cessário multiplicá-lo por 10. b) 24 × 3 5 72 c) 72 : 10 5 7,2 d) 24 × 0,3 5 7,2 Síntese 3: Procedimentos para multiplicar dois números decimais (página 395) Esta síntese tem como objetivo sistematizar os procedi- mentos utilizados para realizar a multiplicação. Leia o texto com os alunos e amplie as informações que julgar necessárias. Exercício 2 (página 396) Enquanto os alunos realizam as multiplicações, veri- fique se eles entenderam o uso do procedimento acima. a) 27 b) 3 c) 0,448 d) 18 e) 2,55 f) 0,456 Multiplicação de decimais: descobrindo uma regra (página 396) O objetivo aqui é fazer com que os alunos cheguem à forma simplificada da multiplicação de números decimais. Para isso, usarão a calculadora. Espera-se que percebam que o número de ordens decimais do produto varia de acordo com o número de ordens decimais existentes nos fatores. No entanto, se algum deles preferir usar o algorit- mo da compensação, respeite a sua opção. O importante é que escolham o processo que lhes dá mais segurança. a) 15 × 25 5 375 15 × 2,5 5 37,5 15 × 0,25 5 3,75 15 × 0,025 5 0,375 b) 9 × 135 5 1 215 9 × 13,5 5 121,5 9 × 1,35 5 12,15 9 × 0,135 5 1,215 Síntese 4: regra para multiplicação de um número natural por um número decimal (página 396) Espera-se que os alunos concluam que o número de ordens do produto é o mesmo do fator decimal. 2. O objetivo é que os alunos percebam que, sabendo o produto dos dois números naturais, para os decimais é só considerar o número de ordens decimais. a) 125 3 6 5 750 b) 35 × 12 5 420 125× 0,6 5 75,0 3,5 × 12 5 42,0 125 × 0,06 5 7,50 0,35 × 12 5 4,20 125 × 0,006 5 0,750 0,035 × 12 5 0,420 3. a) 14 × 24 5 336 c) 12 × 31 5 372 1,4 × 24 5 33,6 12 × 3,1 5 37,2 14 × 2,4 5 33,6 1,2 × 31 5 37,2 1,4 × 2,4 5 3,36 1,2 × 3,1 5 3,72 b) 6 3 25 5 150 d) 18 × 15 5 270 6 × 2,5 5 15,0 18 × 1,5 5 27,0 0,6 × 25 5 15,0 1,8 × 1,5 5 2,70 0,6 × 2,5 5 1,50 0,18 × 1,5 5 0,270 Síntese 5: regra para multiplicação de números decimais (página 397) Espera-se que os alunos percebam que o número de ordens decimais do produto varia de acordo com o nú- mero de ordens decimais existentes nos fatores, ou seja, o número de ordens do produto é a soma dos números de ordens dos fatores. 4. Espera-se que os alunos compreendam que contar o número de ordens decimais dos fatores e colocar idêntico número de ordens no produto é o mesmo que usar a propriedade da compensação. Explore com eles a ilustração para estabelecer as relações entre os dois procedimentos. Exercício 3 (página 398) 1. a) 0,6 b) 0,6 c) 0,06 d) 1,5 e) 1,5 f) 0,15 g) 60 h) 6,0 i) 6,0 j) 0,0002 2. a) 0,5 × 0,5 5 0,25 b) 0,2 × 0,2 × 0,2 5 0,008 c) 0,3 × 0,3 × 0,3 5 0,027 d) 1,5 × 1,5 5 2,25 e) 0,1 × 0,1 × 0,1 × 0,1 5 0,0001 f) 2,3 × 2,3 5 5,29 g) 0,8 × 0,8 5 0,64 h) 1,2 × 1,2 5 1,44 i) 0,2 × 0,2 × 0,2 × 0,2 5 0,0016 j) 0,5 × 0,5 × 0,5 5 0,125 846 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 46 11/30/15 9:07 AM Teste (página 398) 1. Alternativa D. Oriente os alunos para resolverem as operações em cada item, para que, a partir do resul- tado, analisem qual é a alternativa correta. 2. Alternativa B. Neste caso, basta os alunos realiza- rem a multiplicação que já encontrarão a resposta: 1 014 3 0,5 5 507 3. Alternativa C. Neste item basta os alunos acrescen- tarem 1,6 cm a 14, resultando em 15,6, e acrescentar 0,5 a 6,5, resultando em 7. 4. Alternativa B. Chame a atenção dos alunos para o fato de que eles precisam acrescentar 7 reais ao valor dado de 100 reais, para que o caixa possa dar o troco em notas de 10. Em casa (página 399) No momento da correção, chame a atenção para o uso das operações inversas. 1. a) 1 1 1 269 132 139 401 540 186 726 b) 3 3 3 15 12 9 180 1 620 10 16 200 2. Os valores desconhecidos na tabela são: Dividendo Divisor Quociente Resto 396 15 A 5 26 B 5 6 946 C 5 43 22 0 D 5 486 27 18 0 E 5 505 31 16 9 F 5 332 27 12 8 3. a) 250 b) 3 150 c) 5 d) 0,15 e) 37,5 4. a) 45 b) 32,7 c) 2,5 d) 3,2 e) 0,005 5. a) 2 500 b) 22 000 c) 10 d) 15 e) 232,7 6. a) 25 b) 3,70 c) 0,42 d) 0,005 e) 0,0025 7. Os números desconhecidos estão colocados nos esquemas. a) : 5 9475375 1 19 b) 2 35 2403065 3 8 8. O esquema para o problema é: : 3 63 1 18 Fazendo as operações inversas, temos: 63 2 18 5 45 45 3 3 5 135 Logo, o número pensado foi 135. 9. Resposta pessoal. Você poderá solicitar aos alunos que leiam a situação-problema que criaram ou tro- quem os cadernos entre eles, para que um possa conhecer e conferir o que foi criado pelo outro. Uma situação possível: “Pensei em um número e o multipliquei por 8. Do resultado, subtraí 35 e obtive 85. Em que número pensei?”. O número pensado foi 15. 10. Registramos o erro de cada algoritmo. a) 216 deve ser dividido por 100: 1,8 3 1,2 5 2,16 b) Faltou multiplicar 0,9 por 10: 2,5 3 0,9 5 2,25 c) 0,04 multiplicado por 10 dá 0,4. Deveria ser mul- tiplicado por 100: 2,75 3 0,04 5 0,1100 11. a) 0,06 b) 0,42 c) 0,608 d) 0,0256 e) 2,28 f) 0,0024 12. No momento da correção, socialize as estratégias utilizadas. a) 2,1 b) 0,09 c) 0,12 d) 0,36 e) 0,064 f) 2,1 g) 5 h) 2 i) 0,20 ou 0,2 j) 0,01 13. Verifique as anotações no glossário. Socialize os re- gistros dos alunos, aproveitando para eliminar as dú- vidas que ainda persistirem. 847 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 47 11/30/15 9:07 AM AULAS 59 e 60 Objetivos • Criar estratégias para resolução de problemas. • Ser capaz de explicar as estratégias criadas. roteiro de aulas (sugestão) Aula Descrição Anotações 59 Retorno das tarefas 11 a 13 do Módulo 21 Resolução e socialização dos problemas 1 e 2 Teste (item 1) Orientações para as tarefas 1 e 2 (Em casa) 60 Retorno das tarefas 1 e 2 Resolução e socialização dos problemas 3 a 5 Teste (item 2) Orientações para as tarefas 3 e 4 (Em casa) Exercícios Complementares correspondentes a este Módulo: 30 e 31 Noções básicas Ao final deste Módulo, espera-se que os alunos sejam capazes de criar estratégias para resolver problemas com diferentes conteúdos. Estratégias e orientações Sugere-se que os problemas sejam resolvidos em duplas para possibilitar a troca de ideias. Se necessário, retome os procedimentos trabalhados no Caderno 1. Oriente os alunos a registrar suas estratégias, que depois serão com- partilhadas com a turma. Na correção dos problemas da tarefa, também é importante socializar as diferentes estratégias criadas. Se você tiver uma aula dupla, poderá dar um tempo para que os alunos resolvam os cinco problemas e, na se- gunda aula, corrigi-los, compartilhando as estratégias que foram utilizadas pela turma. respostas e comentários 1. A distância percorrida é de 40 km. Os alunos irão contar quantos segmentos (lados do quadradinho) o ciclista percorreu. Dá um total de 16. Ele faz esse trajeto durante 5 dias da semana, no percurso de ida e volta. Portanto, totaliza 160. 22. rESOLUçãO dE PrOBLEMAS 848 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 48 11/30/15 9:07 AM Como a distância real do percurso é de 25 000 cm, então: 160 3 25 000 5 4 000 000 cm. Transformando esse valor em km, temos: 4 000 000 cm : 100 000 5 40 km 2. Os alunos precisam se ater à legenda: cada desenho de pizza corresponde a 200 peças. Assim, metade da pizza corresponde a 100 peças, um quarto, a 50 peças e três quartos, a 150. a) Foi no mês de novembro: 200 1 200 1 150 5 550. b) Ao todo são 11 peças e meia, o que totaliza 2 300 pizzas (11 3 200 1 100 5 2 300). c) No mês de outubro foram vendidas 650 pizzas; um quinto dessa quantidade corresponde a 130 pizzas de mozarela. 3. Carla poderá escolher entre 6 tipos diferentes de pizza. Este problema envolve o raciocínio combinatório. Os alunos poderão resolvê-lo fazendo todas as combi- nações possíveis. Os alunos do Sistema de Ensino já resolveram situa- ções desse tipo, usando uma das estratégias a seguir. • Nomear todas as combinações possíveis: – Pizza de frango com milho verde e borda simples – Pizza de frango com catupiri e borda simples – Pizza de frango com palmito e borda simples – Pizza de frango com milho verde e borda com catupiri – Pizza de frango com catupiri e borda com catupiri – Pizza de frango com palmito e borda com catupiri. • Organizar os dados em tabela: Recheio Borda simples Borda com catupiri Pizza de frango com milho verde Pizza de frango com milho verde e borda simples Pizza de frango com milho verde e borda com catupiri Pizza de frango com catupiri Pizza de frango com catupiri e borda simples Pizza de frango com catupiri e borda com catupiri Pizza de frango com palmito Pizza de frango com palmito e borda simples Pizza de frango com palmito e borda com catupiri • Fazer a árvore de possibilidades que já estudaram nos anos iniciais, no material do Sistema. Frango com milho verde Frango com catupiri Frango com palmito borda simples borda com catupiri borda simples borda com catupiri borda simples borda com catupiri 4. Este problema também envolve o raciocínio combi- natório. Os alunos poderão elaborar esquemas, criar trajetos ou apenas fazer a multiplicação. O importante é que saibam explicar a estratégia utilizada. a) Os alunos irão representar os diferentes caminhos da casa ao colégio e do colégio ao clube.Farão 3 caminhos de casa ao colégio (você poderá sugerir que eles nomeiem esses caminhos 2 caminhos A, B, C) e 4 caminhos do colégio ao clube. b) Rogério tem 12 maneiras diferentes para realizar esse trajeto. 5. Os avós de Paula tinham visto 5 carneiros e 5 galinhas. Esse é um contexto tradicionalmente resolvido por sistemas de equações – o que deixa de ser um proble- ma, pois exige apenas a tradução da linguagem usual para a linguagem algébrica. No entanto, por se tratar de alunos que ainda não têm domínio da álgebra, a situação torna-se bastante rica, pois exigirá a criação de estratégias. É provável que uma das estratégias seja por tentativas. No momento da socialização, analise as tentativas e procure estabelecer com os alunos uma lógica entre elas. Por exemplo: eles podem pensar em 1 animal de cada espécie, o que daria: 1 animal de cada: 4 patas 1 2 patas → total de 6 patas. Como há um total de 30 patas, e 30 é o produto de 6 3 5, então são 5 animais de cada. desafo (página 405) Não usando as figuras refletidas ou rotacionadas, há seis formas diferentes (uma delas já apresentada no Caderno). Teste (página 406) 1. Alternativa C. Os alunos precisarão atentar que o pro- blema deu o total coletado: 450 kg. No pictograma há 849 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 49 11/30/15 9:07 AM 18 pacotes, portanto, cada um corresponde a 25 kg de papel. Assim, 6 3 25 5 150, que é a resposta c. 2. Alternativa D. Observe que há uma sequência na posição das contas do colar: 1 conta branca que se alterna com as pretas; estas vão aumentando de 1 em 1. Fora da caixa, do lado esquerdo, há: • 1 conta branca • 1 conta preta • 1 conta branca • 2 contas pretas • 1 conta branca • 3 contas pretas • 1 conta branca Portanto, dentro da caixa há: • 4 contas pretas • 1 conta branca • 3 contas pretas (da sequência de 5 contas, pois 2 delas estão fora da caixa) Em casa (página 407) 1. Este problema admite duas soluções. Se os alunos or- ganizarem uma tabela, o registro ficará mais simples. Se julgar conveniente, repasse a dica a eles. O que se sabe: • a quantia dada por Caio é fixa; • a quantia de Pedro é 20 a mais que a de Fernando; • como nada se sabe sobre a quantia dada por Paulo, ao somar as três quantias, o que faltar para 240 é a quantia com que ele contribuiu. Assim, podemos organizar a tabela, começando pelos valores de Fernando, os quais vão aumentando a cada linha. Assinalamos em cinza as linhas cujos valores não são possíveis, pois há valores iguais: Caio Fernando Pedro Paulo 20 20 40 160 20 40 60 120 20 60 80 80 20 80 100 40 20 100 120 0 Assim, os valores possíveis são: • Caio: 20; Fernando: 40; Pedro: 60; Paulo: 120. • Caio: 20; Fernando: 80; Pedro: 100; Paulo: 40. 2. Ana Cristina somou as 3 voltas completas e mais meia volta (6,25). Rafael fez o total de 7 voltas e depois dividiu por 2, pois 3,5 é a metade de 7. 3. Há diferentes estratégias. Veja duas delas: • Fazer a soma de parcelas iguais, ou seja, 17 par- celas de 2,25. Adriana pode somar 2,25 1 2,25 e apertar a tecla igual 5 sucessivamente 16 vezes, que obterá o resultado 38,25. • Adriana poderá lançar mão de cálculo mental e usar a calculadora para conferir o resultado obtido. Por exemplo: 17 3 2 5 34 é um cálculo que pode ser mental. 0,25 é a quarta parte da unidade; logo, na calcu- ladora, ela pode fazer 17 : 4 5 4,25. Somando os dois valores, obtém-se 38,25. 4. Se o número pensado foi multiplicado por 2 e por 5, então ele foi multiplicado por 10. Logo, o único nú- mero possível é 4 250, porque termina em 0. respostas do exercício complementar 1. a) 90° b) 45° c) 135° d) 90° e) 90° 2. O ângulo indicado na figura mede 360° : 3 5 120°. 3. F4 4. a) C3 b) A pessoa passou pelos retângulos A1, A2, B2, B3 e C3. 5. a) Os alunos irão localizar e nomear os pontos indi- cados. b) Sim, os segmentos GH e I J se cruzam no ponto de coordenadas B4. c) A medida desse ângulo é 90°. 6. Respostas pessoais. Veja algumas possibilidades: a) O número pode ter duas ou mais ordens decimais. Se tiver duas, a ordem dos décimos deve ser 5, e a dos centésimos, qualquer algarismo diferente de zero (0,51; 0,52...). b) O número pode ter duas ou mais ordens decimais. Se tiver duas, a ordem dos décimos deve ser 1, e a dos centésimos, qualquer algarismo diferente de zero (2,11; 2,12...). c) O número pode ter três ou mais ordens decimais. Se tiver três, a ordem dos centésimos deve ser 4, e a dos milésimos, qualquer algarismo diferente de zero (0,041; 0,042...). d) O número pode ter três ou mais ordens decimais. Se tiver três, a ordem dos centésimos deve ser 7, e a dos milésimos, qualquer algarismo diferente de zero (0,171; 0,172...). e) O número pode ter três ou mais ordens decimais. Se tiver três, a ordem dos centésimos deve ser 4, e a dos milésimos, qualquer algarismo diferente de zero (2,041; 2,042...). 850 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 50 11/30/15 9:07 AM f) O número pode ter quatro ou mais ordens deci- mais. Se tiver quatro, a ordem dos milésimos deve ser 5, e a dos décimos de milésimos, qualquer algarismo diferente de zero (0,1251; 0,1252...). 7. a) 0,05 ♦ 0,25 ♦ 0,5 ♦ 0,52 ♦ 0,55 b) 2,001 ♦ 2,01 ♦ 2,011 ♦ 2,1 ♦ 2,11 c) 500 000 ♦ 1,5 milhão ♦ 1 800 000 ♦ 2 000 000 ♦ 2,5 milhões 8. a) 0,14 ♦ 0,15 ♦ 0,16 ♦ 0,17 ♦ 0,18 b) 4,4 ♦ 4,2 ♦ 4 ♦ 3,8 ♦ 3,6 c) 2 ♦ 2,25 ♦ 2,5 ♦ 2,75 ♦ 3 d) 0,45 ♦ 0,35 ♦ 0,25 ♦ 0,15 ♦ 0,05 e) 1 000 010 ♦ 1 000 009 ♦ 1 000 008 ♦ 1 000 007 ♦ 1 000 006 9. Respostas pessoais. a) Pode ser qualquer número do tipo 0,... Exemplo: 0,1; 0,2. b) Pode ser qualquer número do tipo 1,... Exemplo: 1,2; 1,74. c) A primeira ordem decimal tem de ser qualquer algarismo de 0 a 4. Exemplo: 2,01; 2,4. d) A primeira ordem decimal deve ser 0, e deve exis- tir pelo menos mais uma ordem diferente de 0. Exemplo: 3,01. e) A segunda ordem decimal deve ser 0, e deve exis- tir pelo menos mais uma ordem diferente de 0. Exemplo: 0,101. f) A terceira ordem decimal deve ser 0, e deve exis- tir pelo menos mais uma ordem diferente de 0. Exemplo: 10,6102. 10. a) 46 b) 46 c) 360 d) 360 e) 214,0 f) 0,14 g) 0,14 h) 1,348 i) 0,1348 j) 1,348 11. a) 50 000 b) 800 c) 30 500 000 d) 1 500 e) 2 750 000 f) 32 000 12. a) 72% 5 0,72 5 72 100 b) 7% 5 0,07 5 7 100 c) 45% 5 0,45 5 45 100 d) 3% 5 0,03 5 3 100 e) 96% 5 0,96 5 96 100 13. a) V b) F c) V d) F e) F 14. a) 60 b) 100 c) 180 d) 120 e) 160 f) 300 g) 810 h) 240 15. Em torno de cada vértice, há um quadrado e dois octógonos, como mostrado na figura ao lado. A soma das medidas dos ângu- los assinalados deve ser 360º, pois corresponde a uma volta completa. Como o quadrado tem ângulos retos, a soma das medidas dos ângulos dos octógonos deve ser 360º 2 90º 5 270º. Assim, cada ângulo do octó- gono mede 270º : 2 5 135º. 16. As respostas são pessoais. Damos uma possibilidade em cada caso. a) AOHE b) DOC c) BEIOH d) ADCBO e) AGFCHE f) AG e BH g) AC e GH h) AD e DC 17. a) 10 faces. b) 8 faces são polígonos convexos. c) 2 faces são polígonos não convexos. 18. Podemos desenhar quatro triângulos diferentes: PQR, PQS, PRS, QRS. Triângulos PQR e PRS Triângulos PQS e QRS P Q R S P Q R S 19. a) Os números são 119 e 120. b) Os números são 92 e 94. c) Os números são 115 e 117. d) O subtraendo é 222. e) O resto é 618. f) A soma aumenta em 15 unidades. g) A soma aumenta em 5 unidades. h) A soma aumenta em 16 unidades. i) O resto ou diferença aumenta em 5 unidades. j) O resto ou diferença diminui em 5 unidades. k) O resto ou diferença não se altera. l) O resto ou diferença aumenta em 15 unidades. 851 M a n u a l d o P r o f e s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 51 11/30/159:07 AM 20. a) 1,099 ♦ 1,40 ♦ 9,6 ♦ 3,552 ♦ 0,91 ♦ 1 b) 1,009 ♦ 1,31 ♦ 9,51 ♦ 3,462 ♦ 0,82 ♦ 0,91 c) 2,341 ♦ 8,101 ♦ 1 ♦ 5,001 ♦ 1,377 ♦ 0,541 21. Números dados 3,1 6,05 7 5,136 0,009 1 0,1 3,2 6,15 7,1 5,236 0,109 1 0,01 3,11 6,06 7,01 5,146 0,019 1 0,001 3,101 6,051 7,001 5,137 0,01 22. a) 0,65 ♦ 0,6 ♦ 0,55 (Regularidade: diminui 0,5.) b) 7,85 ♦ 7,75 ♦ 7,65 (Regularidade: diminui 0,1.) c) 0,76 ♦ 0,86 ♦ 0,96 (Regularidade: acrescenta 0,1.) d) 3,148 ♦ 3,147 ♦ 3,146 (Regularidade: diminui 0,001.) e) 0,636 ♦ 0,536 ♦ 0,436 (Regularidade: diminui 0,1.) 23. Há erros nos itens b, c, e, g. b) As ordens não estão alinhadas. O resultado correto é 0,19. c) O erro está no resultado. O correto é 1,49. e) As ordens não estão alinhadas. O resultado correto é 2,82. g) Faltou 0,04 na resposta. O correto é 8,94. 24. a) 2,15 b) 3,672 c) 24,24 d) 1,45 e) 19 f) 13 g) 322 h) 18 25. As estratégias são pessoais. Uma sugestão para cada item. a) 312 1 198 5 310 1 200 5 510 b) 450 2 132 5 452 2 132 2 2 5 320 2 2 5 318 c) 2,45 1 0,05 5 2 1 0,45 1 0,05 5 2 1 0,50 5 2,50 d) 23,1 2 1,09 5 23,10 2 1,09 5 22,01 e) 53,75 2 13,7 5 53,75 2 13,70 5 40,05 26. a) 3 12 : 100 1,8015 180 b) : 15 1 39 66405 27 c) : 9 2 135 701 845 205 d) 1 0,49 3 100 9198,7 9,19 27. a) 0,12 b) 0,058 c) 0,028 d) 0,65 e) 18,4 f) 0,48 28. a) 21,6 b) 2,088 c) 9,5436 d) 36,45 e) 93,84 f) 128,52 29. a) 0,01 b) 0,0001 c) 1,21 d) 0,0121 e) 0,0169 f) 1,69 g) 169 h) 0,0025 i) 0,25 j) 0,0036 k) 0,36 l) 0,001 30. Da meia-noite às seis horas da manhã serão des- perdiçados 6 3600 3 ? ? 0,2 mL 5 1 440 mL > 1,4 L. 31. Este problema tem mais de uma solução. Algumas delas: • Pão com manteiga na chapa, suco e fatia de mamão. Total: R$ 6,10. • Pão com manteiga na chapa, refrigerante e fatia de mamão. Total: R$ 5,90. • Pão com manteiga na chapa, refrigerante e maçã. Total: R$ 5,60. • Misto quente, suco e fatia de mamão. Total: R$ 6,30. • Hambúrguer, refrigerante e fatia de mamão. Total: R$ 5,80. Sugestão de material para consulta Na estante • LINDQUIST, Mary Montgomery; SHULTE, Albert P. (Org.). Aprendendo e ensinando Geometria. São Paulo: Atual, 1994. • PARRA, Cecília; SAIZ, Irma (Org.). Trad. Juan Acuña Llorens. Didática de Matemática: reflexões psicope- dagógicas. Porto Alegre: Artmed, 1996. • TINOCO, Lucia. Geometria euclidiana por meio da resolução de problemas. Rio de Janeiro: Instituto de Matemática/UFRJ, Projeto Fundão, 1999. • VAN DE WALLE, John A. Matemática no Ensino Fun- damental: formação de professores e aplicação em sala de aula. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 852 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_MP_001a052.indd 52 11/30/15 9:07 AM Módulo Interdisciplinar Manual do Professor 2 caderno MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 53 11/30/15 9:09 AM As atividades propostas no Módulo Interdisciplinar pretendem mostrar ao aluno que um mesmo assunto ou tema tem aspectos múltiplos que podem ser analisados e trabalhados por várias disciplinas. Orientações gerais • Cada disciplina envolvida deve utilizar uma aula para o desenvolvimento das atividades que lhe correspondem. • Deve-se evitar o repasse de atividades para casa, pois o Módulo não pode se tornar enfadonho e repetitivo. • É importante que os professores dos componentes curriculares envolvidos conversem anteriormente entre si para programar as atividades e, depois, para avaliar os resultados. • O assunto do Módulo Interdisciplinar deste bimestre – a água – permite retomar e aprofundar temas que foram vistos ao longo do caderno. Componentes curriculares envolvidos: Língua Por- tuguesa, Ciências, Geografia e Matemática. Os professores devem conversar e escolher a ordenação das aulas que julgarem ser mais adequada. Como sugestão, ordenamos as matérias segundo a abordagem das ativi- dades, da mais genérica para a mais específica: iniciando com Língua Portuguesa (o poema é uma espécie de mote, de disparo); seguindo com Ciências, com uma ativida- de baseada numa discussão de temas atitudinais; depois Geografia, com atividade mais específica, já que trabalha com conceitos, definições, descrições e mapas. Por fim, a Matemática fecha o bloco com atividades que auxiliam as desenvolvidas em Ciências e, sobretudo, as de Geografia. Língua Portuguesa Para a aula sobre o poema de Mario Quintana só se preveem atividades orais, de leitura. O professor pode, se julgar conveniente, orientar o registro das observações de leitura. Procedimentos 1a leitura: leia expressivamente o poema para a classe, ou selecione antecipadamente quatro alunos para fazê-lo, encarregando cada um de uma estrofe/parágrafo. 2a leitura (Leitura compartilhada): explique que se trata de um poema em prosa, ou seja, embora seja poe- sia, não é feita em versos (com exceção da última estrofe/ parágrafo). Sugestões de detalhes a serem discutidos na leitura compartilhada: 1a estrofe/parágrafo • Protagonista: recordar o significado desse termo, estudado no Módulo 19. Trata-se do personagem central, em torno do qual giram todos os aconteci- mentos. Quem são os protagonistas da História? (Os seres humanos.) • Discutir as imagens escolares usadas pelo poeta: mes- tra, reprovações. A História tem sido uma boa mestra? Por quê? (Não, porque os erros e as reprovações sem- pre se repetem, ou seja, os homens não aprendem.) • Erros: quais são os erros cometidos pelos protagonis- tas? (Destruição, fome, guerra.) • Imagem da rede de segurança: a partir dessa imagem, o que se pode deduzir das ações dos homens? (As ações dos homens os põem em risco de queda, como se fossem equilibristas ou trapezistas de circo.) 2a estrofe/parágrafo • Desaparecer: discutir o sentido desse verbo. (A que nos referimos quando dizemos que a água da Terra pode desaparecer ou acabar? Ela realmente desapare- cerá? Ou o verbo tem um sentido figurado, para dizer que acabará a água limpa, utilizável pelos seres vivos?) • O que será de: comentar o uso dessa frase como expressão de desespero (ex.: O que será de mim?). Consequências do “desaparecimento” da água para os seres vivos da natureza (sofrimento, morte, desapare- cimento). A inclusão de Deus entre os que sofrerão as consequências pode causar questionamento (o criador sofre com a perda da criatura). 3a estrofe/parágrafo • Movendo as peças: imagem do jogo de tabuleiro: partidas infinitas (discutir a ilusão de que os recursos naturais são inesgotáveis); a água como uma peça essencial do jogo; as regras são imutáveis (perguntar aos alunos que regras seriam essas – não poluir, não desperdiçar a água potável...). 854 Ensino Fundamental MóduLo interdisciPLinar MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 54 11/30/15 9:09 AM 4a estrofe/parágrafo • A quem se dirige o poeta? (À Terra.) • Quem é o responsável pela Terra? (O homem, que deve protegê-la.) • De quem, ou contra quem, o homem deve proteger a Terra? (De si mesmo, já que o modo de fazê-lo é conservando os elementos da natureza.) • Cristal – imagem (metáfora) de água pura. • Tuiuiú – imagem (metonímia) de ave do Pantanal representando, simbolicamente, todas as criaturas da natureza; o ninho simboliza a reprodução, a vida natural saudável. sugestão de atividade extra Produção de cartazes a partir de frases do texto “Ni- nho de Tuiuiú nas margens do rio Paraguai”, de Mário Quintana. ciências Esta atividade foi baseada em informações contidas no vídeo: A história da água engarrafada – A grande mentira da indústria. Disponível em: <http://youtube/ KeKWbkL1hF4>. Acesso em: 29 jul. 2015. The Story of Stuff Project – Free Range Studios, 2012. O objetivo, dentro da perspectiva de sustentabilidade na solução da crise da água, é focar um dos aspectos que levam a essa crise – o consumismo, tema trabalhado intensamente no Caderno2 de Ciências. O consumismo é simbolizado pela água engarrafada (que também pode ser encontrada na forma de copinhos plásticos) e deverá ser confrontado com a possibilidade de simplesmente se consumir, como alternativa, a água potável de torneira. Isso, em última análise, gera menos lixo, é mais barato, impacta bem menos o ambiente e, portanto, é uma so- lução mais sustentável. Sugere-se que esta atividade seja desenvolvida com toda a classe, numa discussão coletiva, nas seguintes etapas: • Leitura do texto e da imagem, que resumem a relação entre a produção de água engarrafada e o lixo, e a possível alternativa de se ter água potável na torneira para todos (previsão de 10 minutos). • Caso haja tempo e recursos, sugere-se a projeção o filme A história da água engarrafada – A grande mentira da indústria, disponível em: <http://youtube/ KeKWbkL1hF4>. Acesso em: 27 jul. 2015. Esse filme traz muitas das sugestões de atitudes que são previstas nesta atividade (previsão de 10 minutos). • Início da discussão proposta na atividade. Durante a discussão, vá registrando na lousa as principais su- gestões de atitudes consensuais criadas pelos alunos (previsão de 20 minutos). Como elementos iniciais para a discussão, podem-se usar algumas das informações encontradas no filme em que esta atividade foi baseada: • A água engarrafada pode custar até duas vezes mais que a água de torneira. • Os norte-americanos consomem quase meio bilhão de garrafas de água por semana. Se todas essas garrafas fossem enfileiradas, isso seria suficiente para dar mais de cinco voltas ao redor do mundo. • Essa situação decorre do excesso de consumo. Se as companhias querem continuar crescendo, têm que vender mais. • As fábricas de refrigerante estão investindo cada vez mais na venda de água engarrafada. Isso porque viram um novo mercado consumidor que foi seduzido por propagandas muitas vezes enganosas. Nelas, a água engarrafada supostamente vem de fontes naturais, como nascentes (isso aparece em imagens nos rótulos de muitos desses produtos), mas nem sempre isso é verdade, pois muitas vêm da própria água tratada da torneira, recebendo mais etapas de filtração. Além disso, em análises de qualidade da água engarrafada, não é rara a constatação de qualidade inferior à da água que vem da torneira. Há uma forte propaganda para que se imagine que aquela é melhor que esta. • Fechamento com as principais ideias de ação listadas na lousa e registradas nos cadernos (previsão de 10 minutos). respostas e comentários Espera-se que os alunos consigam perceber que eles, como cidadãos, são agentes dos processos que envolvem toda a crise da água, no caso específico, como consumi- dores de água engarrafada. Como cidadãos, cabe tomar atitudes inicialmente indi- viduais, como trocar o consumo de água engarrafada pelo da água de torneira, nem que para isso se deva passá-la por um filtro adicional. Isso é recomendável, sobretudo quando se suspeita de que a água da torneira possa estar com sua qualidade comprometida. Em vez de se comprar água engarrafada todos os dias, pode-se programar para sair com um recipiente reutilizável e reabastecê-lo com água de torneira ao longo do dia. Outra forma de exercer a cidadania é participar de campanhas que valorizem a produção de água cada vez 855 M a n u a l d o P ro fe ss o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 55 11/30/15 9:09 AM mais limpa e segura para ser distribuída às torneiras de todos. Muitas das soluções apresentadas para aumentar a produção de água em grandes cidades brasileiras estão centradas na construção de grandes obras, que desviam água de rios cada vez mais distantes para mananciais onde possam ser captadas e tratadas. Essas soluções não contemplam a ideia de se realizar ações efetivas para proteger as nascentes e as margens dos rios e lagos no intuito de aumentar essa produção. Também é válido par- ticipar de campanhas de conscientização sobre a poluição da água, na maioria das vezes ocasionada por resíduos das indústrias e da agropecuária ou ainda por esgotos domésticos despejados em rios sem tratamento prévio. As campanhas podem ainda estar mais próximas da realidade dos alunos, incentivando a diminuição do con- sumo de água engarrafada na cantina da escola e o consumo de produtos mais saudáveis. geografia Aos professores de Geografia, caberá esclarecer que os aquíferos foram vistos durante muitos anos como a salvação para a crescente escassez de água. É fato que a maior parte da água doce em estado líquido se encontra nos aquíferos, mas é um mito a afirmação de que isso soluciona o problema da escassez. A leitura do texto informativo e a observação do mapa devem anteceder a discussão. Cabe ao professor propor a atividade e organizar a discussão de cada uma das afirmações e, só então, encaminhar o preenchimento das respostas. respostas e comentários 1. I. Incorreta. Toda a água do planeta Terra, em algum momento, participa do ciclo da água. II. Incorreta. As águas do compartimento Norte Alto Uruguai são salinas, o que as torna inadequadas para irrigação. III. Correta. O texto descreve algumas características do aquífero Guarani que permitem concluir que esse reservatório de água, para ser aproveitado, precisa ser estudado com maior detalhamento, já que algumas de suas partes (compartimentos) apresentam águas inadequadas ao consumo hu- mano ou irrigação. 2. Resposta pessoal. Espera-se que os alunos possam em sua discussão elencar algumas soluções que pode- rão abranger uma ou mais formas das contaminações mencionadas, por exemplo: a) redução do uso de pesticidas nas lavouras, com a ampliação do uso de métodos de controle biológico (isso será trabalhado no Caderno 3, em Ciências); redução do uso de fertilizantes químicos nas la- vouras, com a ampliação do uso de adubos orgâ- nicos e outros métodos de plantio que ajudem a enriquecer o solo, como a rotação de culturas e adoção de princípios da agroecologia (trabalhado no Caderno 3, em Ciências). b) e c) melhoria do saneamento básico, principalmen- te com a coleta e tratamento de esgotos domésti- cos e industriais em sua totalidade (trabalhado no Caderno 6.1, em Ciências, Módulo 8). MateMática Aos professores de Matemática, caberá contribuir para que os alunos compreendam os dados numéricos do texto e se posicionem criticamente frente a eles. A atividade prevê o cálculo de porcentagens que foi explorado neste Caderno, no Módulo 17. Como desta- cado nas orientações gerais para este Módulo Interdis- ciplinar, é fundamental que você converse com seus colegas das demais disciplinas para que você o trabalho em Matemática possa contribuir para a compreensão e ampliação das informações. respostas e comentários 1. a) Os alunos poderão utilizar a estratégia que quise- rem para realizar o cálculo. Você poderá disponi- bilizar a calculadora. Não deixe de incentivar o uso de cálculo mental; a calculadora poderá ser uma ferramenta para verificação da resposta. • Estratégia utilizando cálculo mental: 10% de 562 000 5 56 200 60% de 562 000 5 6 3 56 200 5 337 200 1% de 562 000 5 5 620 59% de 562 000 5 337 200 2 5 620 5 331 580 • Estratégia com o uso da calculadora: 0,59 3 562 000 5 331 580 b) Promova a discussão com a turma. Como eles par- ticiparam das discussões nas aulas das disciplinas anteriores, eles terão posições críticas para o de- bate. Destaque as implicações dessa alta produção para as questões ambientais, desde a produção de PET até a sua reciclagem. 856 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 56 11/30/15 9:09 AM 2. Embora não tenhamos, ainda, retomado o cálculo de áreas, os alunos do Sistema de Ensino já exploraram noções intuitivas – sem uso de fórmulas – no 5o ano. Eles já realizaram, por exemplo, atividades nas quais concluíram que a área do retângulo é o produto das medidas de seus lados. Você poderá retomar essaideia com eles, fazendo na lousa representações como estas: • um quadrado de 1 km de lado terá uma área de 1 km2; • um quadrado de 2 km de lado terá uma área de 4 km2, pois, ao se quadricular esse quadrado, tomando o km2 como unidade de área, obtém-se 4 quadrados menores. 4 km2 2 km 1 km 1 km2 a) Como o quadrado é um caso particular do retângulo, os alunos poderão fazer alguns esboços e buscar che- gar a um número cuja multiplicação por ele mesmo se aproxime de 1,2 milhão, ou seja, 1 200 000. Nesse caso, a calculadora é fundamental para agilizar os cálculos. Como exemplo apresentamos cinco esboços com os respectivos cálculos, lembrando que o esboço é apenas para auxiliar na visualização do quadrado e sua área. 1090 1090 1095 1095 500 500 2500 1000 1000 1000000 1188100 1199025 1100 1100 1210000 500 3 500 5 250 000 1 000 3 1 000 5 1 000 000 1 100 3 1 100 5 1 210 000 1 090 3 1 090 5 1 188 100 1 095 3 1 095 5 1 199 025 Assim, pode-se dizer que essa área corresponde a um quadrado de lado aproximadamente igual a 1 095 km. b) Há muitas respostas possíveis. Algumas possibilidades: • 2 000 km 3 600 km • 3 000 km 3 400 km • 2 400 km 3 500 km 3. Para o cálculo dessa porcentagem, os alunos poderão utilizar a estratégia que quiserem. A afirmação está correta, pois 70% de 1 200 000 correspondem a 840 000. 4. Pode-se considerar a afirmação verdadeira, visto que 10% de 8,5 milhões correspondem a 850 mil, valor próximo a 840 mil. No entanto, se os alunos dis- cordarem, promova a discussão com eles. Chame a atenção para o fato de que, muitas vezes, a imprensa arredonda dados para valores superiores ou inferiores, para facilitar a compreensão do leitor. sugestão de atividade extra Suponha que, ao final da realização deste Módulo, o aluno foi convidado para escrever um texto que, junto ao infográfico, será publicado no jornal da escola. Como trabalhou com conteúdos de diferentes disciplinas e se envolveu em várias discussões, o aluno dispõe de ele- mentos para a produção desse texto. Ele deve, então, escrever essa proposta e entregar ao professor. Esta atividade só poderá ser realizada após o térmi- no do Módulo por todas as disciplinas envolvidas. O texto produzido deverá passar pela leitura de todos os professores dessas disciplinas. Sugere-se a valorização dessa produção por um dos seguintes modos: exibin- do os textos num painel na escola ou na sala de aula; selecionando um deles para compor o jornal da escola, se houver; incluindo-os nos cartazes produzidos pelos alunos, se for realizada a Atividade Extra sugerida para a aula de Língua Portuguesa. 857 M a n u a l d o P r o fe s s o r MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 57 11/30/15 9:09 AM anotações 858 Ensino Fundamental MP_AngloEFII_Matematica_6.2_Interdisciplinar.indd 58 11/30/15 9:09 AM Matemática Autores: Adair Mendes Nacarato Cármen Lúcia B. Passos Fábio Orfali Heimar Aparecida Fontes SUMÁRIO 12. Giros e ângulos ...............................................................................300 13. Localização de pontos .....................................................................309 14. Retas paralelas e retas perpendiculares .........................................319 15. Números racionais em diferentes contextos ....................................331 16. Multiplicação e divisão por 10, 100 e 1 000 com números decimais ...340 17. Porcentagem ...................................................................................346 18. Polígonos ........................................................................................356 19. Adição e subtração: propriedades e relações .................................370 20. Adição e subtração com números decimais ....................................380 21. Multiplicação de números decimais ................................................387 22. Resolução de problemas .................................................................402 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 299 27/11/15 15:46 8300 Ensino Fundamental Acompanhar o surfista brasileiro Gabriel Medina em ação nas principais competições internacionais é um grande privilégio. Suas manobras são mesmo impressionantes, espe- cialmente o aéreo 360 graus, a mais famosa de todas. Nessa manobra, que exige muita técnica, Medina realiza um giro completo de sua prancha em plena onda. Você sabe por que o aéreo 360 graus recebe este nome? Ele está relacionado ao movimento de giro realizado pelo surfista e, também, a uma unidade de medida muito usada em Geometria, o grau. Neste Módulo, partindo da observação do giro de uma roda-gigante, vamos estudar o grau e introduzir o conceito de ângulo. GIROS E ÂNGULOS12 A manobra aéreo 360 graus O brasileiro Gabriel Medina em ação T R U B A V IN /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 300 27/11/15 13:01 8301 GIROS DE UMA RODA-GIGANTE Uma das atrações mais populares em qualquer parque de diversões é a roda-gigante. Nos últimos anos, porém, esse brinquedo atravessou a fronteira dos parques e se tornou, em várias cidades do mundo, uma grande atração turística. Trata-se das enormes rodas- -gigantes que oferecem aos visitantes, além de muito conforto, uma belíssima visão da região onde estão localizadas. É o caso da London Eye, localizada na cidade de Londres, Inglaterra. Inaugurada no ano 2000 em comemoração à chegada do novo milênio, a roda-gigante passou a ser um dos pontos mais visitados da cidade. Com 135 metros de altura, a London Eye é a quarta mais alta roda-gigante do mundo. Ela possui 32 cabines que se movimentam a uma velocidade de aproximadamente 1 km/h. Com isso, elas levam cerca de 32 minutos para realizar um giro completo. Em dias claros, a vista do alto da London Eye chega a atingir 40 quilômetros. Fonte: <www.londoneye.com/AboutUs/InterestingFacts/Default.aspx>. Acesso em: fev. 2015. A roda-gigante London Eye à beira do rio Tâmisa, em Londres N A N 7 2 8 /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 301 27/11/15 13:01 8 302 Ensino Fundamental 1 Imagine que Laura entre na cabine destacada na fgura abaixo, localizada no ponto mais baixo da roda-gigante London Eye. Após a entrada de Laura, a roda-gigante continua normalmente seu movimento. A seta indica o sentido do giro. Usando os esquemas a seguir e as informações do texto, indique a posição onde estará a cabine de Laura após terem passado, desde a sua entrada na cabine, a) 32 minutos b) 16 minutos c) 8 minutos d) 4 minutos Cada uma das situações acima corresponde a uma parte do giro realizado pela roda-gigante. Na situação a, por exemplo, temos o giro completo. Para comparar diferentes giros, estabelecemos que a medida de um giro completo é igual a 360 graus (indicamos 360°). Na situação b, temos a metade do giro completo. Assim, a medida dessa parte do giro será 180°. 2 Qual medida da parte do giro corresponde à situação c? E à situação d? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 302 27/11/15 13:01 8303 M a te m á ti c a ÂNGULOS Cada parte do giro realizado pela London Eye pode ser associada a um ângulo. No esquema abaixo, observe o ângulo correspondente a 1 4 do giro completo. Esse ângulo assinalado mede 90°. Ângulos de 90° são chamados ângulos retos. Volte à figura que mostra a posição da cabine de Laura após 4 minutos de sua en- trada na roda-gigante (situação d). Assinale lá o ângulo correspondente à parte do giro realizado pela cabine naquele caso. Marque também a medida desse ângulo. Convenção matemática Quando os matemáticos combinam entre si que um giro completo mede 360°, eles estão adotando uma con- venção. Outros números poderiam ter sido escolhidos para representar essa medida. Porém, se todos utilizarem a mesma convenção, a comparação entre duas medidas realizadas por pessoas diferentesficará bem mais fácil. É dessa maneira que são estabelecidas as unidades de medida. Observe, na figura a seguir, como representamos um ângulo em Geometria. O ponto P é o vértice do ângulo. Esse é um dos lados do ângulo. Aqui indicamos a medida do ângulo. P 508 Podemos usar o vértice de um ângulo para nomeá-lo. O ângulo acima, por exemplo, pode ser chamado ângulo P̂. Um ângulo reto (aquele que mede 90°) é identificado de maneira especial. Veja: De olho... nos ‰ngulos AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 303 27/11/15 13:01 8304 Ensino Fundamental a) Giro realizado em 15 minutos. 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 b) Giro realizado em 30 minutos. 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 c) Giro realizado em 45 minutos. 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 d) Giro realizado em 5 minutos. 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 2 Para construir ângulos, podemos utilizar uma régua e um esquadro. Observe os dois tipos de esquadro que costuma- mos utilizar: Esquadro de 45°: tem um ângulo reto e dois ângulos de 45°. Esquadro de 60°: tem um ângulo reto, um ângulo de 60° e um ângulo de 30°. 1 Os ponteiros de um relógio estão sempre realizando giros. Determine a medida, em graus, do giro realizado pelo ponteiro dos minutos em cada situação proposta. Para você visualizar melhor, desenhamos somente o ponteiro dos minutos, que parte sempre da posição 12 (indicada pela linha tracejada). EXERCÍCIO AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 304 27/11/15 13:01 8305 M a t e m á t i c a Utilizando seus esquadros, desenhe: a) um ângulo de 45° com vértice no ponto A. A b) um ângulo de 60° com vértice no ponto B. B c) um ângulo de 135° com vértice no ponto C. C d) um ângulo de 75° com vértice no ponto D. D 3 Descubra a medida do ângulo assinalado com ? em cada situação representada abaixo. Deixe registrado o modo como você pensou. a) 458 ? b) ? c) d) 258 ? 408 ? 208 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 305 27/11/15 13:01 8 306 Ensino Fundamental 1 Pedro estacionou seu carro na entrada da cidade de Sossegópolis para pedir informações sobre como chegar ao local onde encontraria um amigo. Ele recebeu as seguintes instruções de um guarda da cidade: Siga em frente e, no primeiro cruzamento, vire 90° para a direita. Ande reto e, na encruzilhada, faça um giro de 45° para a esquerda. Prosseguindo mais alguns metros, você chegará ao seu destino. TESTE Se Pedro seguiu corretamente as instruções do guarda, então ele chegou: a) à prefeitura. b) à igreja. c) à escola. d) ao mercado. 2 De acordo com as normas técnicas, o ângulo de inclinação de uma escada rolante, em relação ao chão, deve medir entre 25° e 30°. ? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 306 27/11/15 13:01 8307 M a t e m á t i c a Se a inclinação da escada rolante ilustrada na página anterior está conforme as normas técnicas, então a medida do ân- gulo assinalado com o símbolo ? está entre: a) 160° e 165°. b) 155° e 160°. c) 150° e 155°. d) 145° e 150°. 1 Considerando o que você aprendeu sobre a medida de um giro, explique o nome da manobra aéreo 360 graus realizada pelo surfsta brasileiro Gabriel Medina. 2 Lucas foi a um parque de diversões e andou numa roda-gigante que completava uma volta inteira em 6 minutos. Em 3 minutos, qual é a medida, em graus, do giro realizado por essa roda-gigante? E em 1 minuto? 3 Determine a medida do ângulo formado pelos ponteiros do relógio nas situações indicadas abaixo. a) 9 horas b) 4 horas c) 7 horas 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 12 1 2 3 4 57 8 9 10 11 6 4 Usando régua e esquadros, desenhe, em seu caderno: a) um ângulo de 90°; b) um ângulo de 45°; c) um ângulo de 30°; d) um ângulo de 120°. 5 Usando seus esquadros, Juliana formou alguns ângulos. Determine a medida de cada um deles. a) ? b) ? EM CASA AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 307 27/11/15 13:01 8 308 Ensino Fundamental 6 Calcule a medida do ângulo indicado com ? em cada uma das fguras abaixo. a) 1508 ? b) 608 608 ? c) 408 ? d) 158258 ? 7 Na letra A do seu glossário, anote o signifcado da expressão ângulo reto e faça um desenho que ajude a entender sua explicação. Indique também a representação do ângulo reto. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD12_299a308.indd 308 27/11/15 13:01 8309 M a te m á ti c a LOCALIZAÇÃO DE PONTOS13 Dirigir em uma cidade onde você nunca esteve antes é muito mais fácil hoje do que há alguns anos. Tudo graças ao GPS, que identifica a sua localização e indica o caminho a seguir para chegar ao lugar desejado. E não é necessário comprar um aparelho espe- cífico para isso, já que os celulares atuais trazem seu próprio GPS. GPS é a sigla para Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global). Trata-se de um sistema de localização, desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que funciona a partir de um conjunto de satélites que se deslocam em torno da Terra. Os satélites enviam constantemente sinais de rádio, que são recebidos pelo aparelho GPS. Com as informações do sinal, o GPS determina a distância do apa- relho até os satélites e calcula a sua localização exata. Por trás dos cálculos mais complexos feitos pelo GPS, está um princípio muito básico, desenvolvido pelo matemático francês René Descartes no século XVII: a localização de pontos a partir de um sistema de coordenadas. Neste Módulo, veremos como funciona um sistema de coordenadas. GPS indica ao motorista a rota a seguir P IN C A S S O /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 309 27/11/15 13:01 8310 Ensino Fundamental LOCALIZANDO-SE EM UM MAPA Para calcular a melhor rota em tempo real, o GPS precisa conhecer, além da sua localização, o mapa detalhado das ruas e avenidas da região em que você se encon- tra. A figura abaixo mostra um mapa desse tipo, que está representando uma parte da região central da cidade do Rio de Janeiro. É possível obter mais detalhes, como os nomes das ruas menores, aproximando mais a vista fornecida pelo programa. 1 No mapa fornecido acima, localize, o mais rápido que conseguir, a rua Sen. Pompeu. Centro da cidade do Rio de Janeiro representado no Google Maps 295 m0 N S LO Parque Campo de Santana Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial Como o mapa traz muitas informações, você deve ter demorado um pouco para en- contrar o que foi pedido no item 1. Porém, se você tivesse uma referência que o ajudasse a localizar um ponto próximo à rua Sen. Pompeu, seu trabalho ficaria bem mais fácil. Esta é a finalidade principal de um sistema de coordenadas: criar uma identificação que facilite a localização de pontos. Veja, na figura da página a seguir, como podemos criar esse sistema de coordenadas. As letras, colocadas na faixa vertical, e os números, colocados na faixa horizontal, consti- tuem um sistema de coordenadas. Cada uma dessas faixas recebe o nome de eixo. Combi- nando as informações dos dois eixos, podemos localizar pontos no mapa. Por exemplo, a rua Sen. Pompeu está localizada próxima ao ponto de coordenadas D8. Para localizar este ponto, • traçamos uma linha horizontal partindo da letra D; • traçamos uma linha vertical partindo do número 8; • marcamos o ponto de encontro das duas linhas traçadas, que é o ponto de coorde- nadas D8. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 310 27/11/15 13:01 8311 M a te m á ti c a 2 Usando o mapa com o sistema de coordenadas, indique o nome da estação de metrô que está localizada nas proximi- dades do ponto de coordenadas: a) E9: b) G12: c) H13: d) H4: e) G2: 3 Dê as coordenadas de um ponto que sirva como referência para localizar: a) o parque Campo de Santana; b) a ilha das Cobras; c) o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial; d) o aeroporto do Rio de Janeiro − Santos Dumont.Mapa da cidade do Rio de Janeiro com sistema de coordenadas 295 m0 N S LO Parque Campo de Santana Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 A B C D E F G H I J K L AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 311 27/11/15 13:01 8312 Ensino Fundamental EXERCÍCIO 1 Na f gura abaixo, cada quadrado da malha tem lado medindo 1 cm. O SISTEMA DE COORDENADAS CARTESIANAS O sistema de coordenadas que vimos na seção anterior é formado por um eixo horizontal, em que são marcados os números, e um eixo vertical, em que ficam marca- das as letras. Embora seja útil em alguns casos, este sistema possui algumas limitações, principalmente pelo uso de letras: A 1 2 3 4 5 6 B C D E ? Uma joaninha pousou na folha de papel exatamente no ponto F1. Então, ela caminhou 5 cm para a direita, em linha reta, girou 90° para a esquerda e caminhou mais 2 cm em linha reta. Em seguida, ela girou 90° para a direita e cami- nhou mais 1 cm em linha reta, chegando a um ponto de onde ela levantou voo novamente. a) Indique na figura o ponto onde a joaninha pousou. b) Indique na figura, com lápis vermelho, o trajeto percor- rido pela joaninha. c) Quais são as coordenadas do ponto de onde a joaninha levantou voo? E agora? Qual letra usar? 1 A B C D E F G H 2 3 4 5 6 7 8 Em nosso alfabeto temos apenas 26 letras – isso será um problema se preci- sarmos fazer mais marcações no eixo vertical. Como representar as coordenadas de um ponto que esteja exatamente entre as linhas correspondentes às letras B e C? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 312 27/11/15 13:01 8313 M a t e m á t i c a Este problema pode ser resolvido usando uma ideia do matemático francês René Descartes, que viveu no século XVII. Ele pensou em utilizar dois eixos para localizar pontos, um horizontal e outro vertical, sendo ambos com marcações numéricas. Na figura a seguir, está desenhado o sistema com dois eixos criado por Descartes. Observe que, no eixo vertical, as marcações são feitas de baixo para cima. 1 1 2 3 4 2 3 4 0 Eixo horizontal Eixo vertical O sistema de coordenadas cartesianas funciona de maneira muito semelhante à do sistema com letras e números com que você já trabalhou. Para cada ponto, vamos associar duas informações, uma lida no eixo horizontal e outra lida no eixo vertical. Veja como podemos localizar o ponto P: Você sabia? Ao ter a ideia de representar pontos a partir de dois eixos com marcações numéricas, Descartes criou uma nova área da Matemática, que você vai estudar no Ensino Médio: a Geometria Analítica. Em sua homenagem, chamamos este sistema de re- presentação de pontos de sistema de coordenadas cartesianas. 1 1 2 3 4 2 3 4 0 P Matemático francês René Descartes (1596-1650) G E O R G IO S K O L L ID A S /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 313 27/11/15 13:01 8314 Ensino Fundamental No eixo horizontal, associamos ao ponto P o número 3. No eixo vertical, associamos o número 2. Para não confundir as duas informações, convencionamos sempre escrever primeiro a informação do eixo horizontal e, depois, a do eixo vertical. Dessa forma, as coordenadas do ponto P, escritas entre parênteses e separadas por um ponto e vírgula, são: MATEMÁTICA EM CONTEXTO Você sabia que a tela do seu computador possui um sistema de coordenadas cartesianas? Isso mesmo: a tela conta com milhões de pontos luminosos, os pixels, que, juntos, compõem as imagens que nós vemos. Os pixels ficam distribuídos em 1 200 linhas. Em cada linha, há 1 920 pixels (estes números podem variar um pouco dependendo do equipamento). Para localizar um pixel específico, o computador usa coordenadas. Por exemplo, as coordenadas (500; 300) referem-se ao pixel que está na 500a posição da 300a linha. Com isso, o computador pode comandar quais pixels estarão acesos e com que cor, formando a imagem desejada. P(3; 2) Leitura do eixo horizontal Leitura do eixo vertical Pixels em uma região da tela de um computador aumentada várias vezes F C G /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 314 27/11/15 13:01 8315 M a te m á ti c a 1 Represente, no sistema de coordenadas cartesianas fornecido, os pontos: A(1; 4) ◆ B(3; 1) ◆ C(6; 2) ◆ D(8; 3) ◆ E(4; 6) ◆ F(5; 5) 2 Um pirata, receoso de que o mapa de seu tesouro caísse em mãos erradas, decidiu adotar um sistema de coordenadas cartesianas na ilha onde ele está enterrado. Assim, ele poderia destruir o mapa e guardar apenas as coordenadas da lo- calização do tesouro. A f gura a seguir mostra o mapa da ilha. No sistema de coordenadas adotado, as medidas marcadas nos dois eixos estão em metros. 1000 800 600 400 200 2000 400 600 800 1000 1200 1400 B EXERCÍCIO 2 1 1 2 3 4 5 6 7 8 2 3 4 5 6 0 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 315 27/11/15 13:01 8 316 Ensino Fundamental a) O pirata marcou um encontro com seus companheiros no ponto de coordenadas (800; 400). De acordo com o mapa, o que está localizado neste ponto? b) O tesouro do pirata está enterrado no local indicado por um “X”. Quais são as coordenadas do ponto onde o tesouro está enterrado? c) Na figura, o ponto B representa o local onde a bandeira pirata foi fincada. Faça uma estimativa das coordenadas desse ponto, explicando como você pensou. d) O navio pirata atracou na praia próximo ao ponto (200; 200). O pirata, então, seguiu a pé, em linha reta, até o ponto (200; 700). Em seguida, ele girou 90° para a direita e andou em linha reta até chegar ao local onde o tesouro está en- terrado. Quantos metros, aproximadamente, o pirata andou neste trajeto? Deixe registrado seu raciocínio. TESTE 1 Uma professora de Matemática do 6o ano pediu a cada aluno que representasse a primeira letra de seu nome no quadri- culado abaixo. 1 A B C D E F G H 2 3 4 5 6 7 8 Para fazer isso, um dos alunos marcou dez pontos no quadriculado, ligando, com uma linha reta, o primeiro ponto com o segundo, o segundo com o terceiro, e assim por diante, até unir o décimo com o primeiro. As coordenadas desses pontos estão escritas abaixo, na ordem em que eles foram marcados. B2, B5, C5, C3, D3, D4, E4, E3, G3, G2 O nome desse aluno pode ser: a) Eduardo. b) Felipe. c) Pedro. d) Thales. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 316 27/11/15 13:01 8317 M a t e m á t i c a 1 Batalha-naval é um jogo bem antigo, em que se usa um sistema de coordenadas. Atualmente, existem versões eletrônicas desse jogo. Para jogar batalha-naval, utiliza-se uma malha quadriculada em que cada quadrado é identif cado por um sistema de coordenadas. Numa das variações desse jogo, cada participante deve distribuir nessa malha sua frota, composta de um porta-aviões, dois encouraçados, três fragatas, quatro submarinos e cinco hidroaviões. Embarcações iguais são representadas por símbolos de mesma cor, e os quadrados em branco repre- sentam a água. Na malha quadriculada abaixo, vemos como um jogador dispôs sua frota. Observe-a e responda às questões. 1 A B C D E F G H I J K L M N O 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 a) Determine as coordenadas dos quadrados onde estão localizados os submarinos. b) Quais são as coordenadas dos quadrados ocupados pela fragata que está mais próxima do porta-aviões? 2 Considere o jogo batalha-naval descrito na questão anterior. Imagine que o adversário daquele jogador disparou cinco tiros, tentando acertar as embarcações inimigas. Os tiros foram disparados nos quadrados de coordenadas: F5, C2, M6, N4 e I12. a) Quais tiros foram disparados na água? b) Quais tiros acertaram embarcações? Quais embarcações? EM CASA 2 Marcelo marcou os pontos (1; 1) e (7; 4) em um sistema de coordenadas cartesianas e uniu-os com uma linha reta. Em seguida, marcou os pontos (6; 1) e (4; 5) e também os uniucom uma linha reta. As duas linhas retas desenhadas por Marcelo encon- traram-se no ponto de coordenadas: a) (5; 3). b) (5; 2). c) (4; 3). d) (4; 2). AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 317 27/11/15 13:01 8 318 Ensino Fundamental 3 Você costumava brincar de “Liga Pontos” quando era menor? Nesta questão, você vai completar um “Liga Pontos Cartesiano”. Para isso, a) marque, no sistema de coordenadas cartesianas fornecido, os 12 pontos indicados abaixo; A(1; 4) ❖ B(2; 4) ❖ C(2; 1) ❖ D(4; 1) ❖ E(4; 3) ❖ F(5; 3) G(5; 1) ❖ H(7; 1) ❖ I(7; 4) ❖ J(8; 4) ❖ K(5; 7) ❖ L(4; 7) b) ligue os pontos marcados com linhas retas, seguindo a ordem alfabética; c) ligue o último ponto ao primeiro para fechar a figura. 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 3 4 5 6 7 0 4 Considere os quadrados ABCD e EFGH, cujos vértices, em relação a um sistema de coordenadas cartesianas, são dados por: A(1; 3) ■ B(2; 2) ■ C(3; 3) ■ D(2; 4) E(5; 1) ■ F(8; 1) ■ G(8; 4) ■ H(5; 4) a) Desenhe os dois quadrados no sistema de coordenadas cartesianas fornecido a seguir. b) Determine as coordenadas do ponto onde está localizado o centro do quadrado ABCD. c) Determine as coordenadas do ponto onde está localizado o centro do quadrado EFGH. 5 4 3 2 1 10 2 3 4 5 6 7 8 9 5 Na letra S do seu glossário, anote a expressão sistema de coordenadas e escreva qual é a sua f nalidade. Faça tam- bém um desenho que exemplif que um sistema de coordenadas. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD13_309a318.indd 318 27/11/15 13:01 8319 M a t e m á t i c a RETAS PARALELAS E RETAS PERPENDICULARES14 Muito comuns nas grandes cidades do mundo, os arranha-céus são aqueles edifícios tão altos que parecem não ter fim. A sensação que temos ao olhar para um arranha-céu nos permite associá-los a uma ideia muito importante em geometria: o conceito de reta. Observando a fachada dos edifícios da foto, podemos identificar várias linhas retas que aparentam não terminar. Algumas delas se cruzam, outras parecem decididas a nunca se encontrar. Neste Módulo, vamos analisar estas e outras características das retas, partindo de figuras que você já sabe representar: os segmentos de reta. As linhas retas se destacam nas fachadas dos arranha-céus em uma grande cidade P H O T O C R E O M IC H A L B E D N A R E K /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 319 27/11/15 13:00 8 320 Ensino Fundamental SEGMENTOS E RETAS Para representar diferentes segmentos de reta e, a partir deles, construir a ideia de reta, vamos explorar um recurso que estudamos no último Módulo: os sistemas de coordenadas. 1 Na malha quadriculada a seguir, há um sistema de coordenadas com letras no eixo vertical e números no eixo horizontal. Siga as instruções abaixo para representar dois poliedros nessa malha. 1 A A B B C D E F G H I J K 2 3 4 5 6 7 8 9 Poliedro 1 Marque os seguintes pontos: A(B6), B(B9), C(C8), D(C5), E(F5), F(F8) e G(E9). Como exemplo, os pontos A e B já foram marcados. Usando sua régua, ligue os pontos para formar os seguintes segmentos de reta: AB, BC, CD, DA, DE, EF, FC, FG e GB. Poliedro 2 Marque os seguintes pontos: H(F2), I(F4), J(G4), K(G7), L(I7), M(J6), N(J1), O(G1), P(G3), Q(H3) e R(H6). Trace os segmentos de reta: HI, IJ, JK, KL, LM, MN, NO, OP, PQ, QR, RM, HO, IP, JQ e KR. 2 Observe que os segmentos HI e EF que você traçou na malha quadriculada são diferentes, porém estão localizados sobre a mesma linha reta (a f gura abaixo ajudará você a identif car essa linha). H I E F Do mesmo modo, outros segmentos de reta que formam os dois desenhos que você fez na malha quadriculada podem estar localizados sobre uma mesma linha reta. Procure nesses desenhos outros segmentos de reta que estejam locali- zados sobre a mesma linha reta. Se necessário, utilize uma régua para ajudá-lo na busca. Anote abaixo o nome desses segmentos. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 320 27/11/15 13:00 8321 M a te m á ti c a 1 A f gura ao lado foi construída unindo-se sete quadrados idênticos. a) Os segmentos AB e PQ estão localizados sobre a mesma reta. Desenhe na figura essa reta. b) De que forma podemos nomear essa reta? Escreva duas possibilidades. c) A reta FG sru passa pelo ponto Q? G F A B P Q Todo segmento de reta está localizado sobre uma linha reta, que pode ou não estar desenhada. Uma linha reta pode ser prolongada tanto quanto você queira. Por isso, as linhas retas não são limitadas por dois pontos como os segmentos de reta. Em geometria, uma linha reta chama-se simplesmente reta. Em Geometria, costumamos nomear uma reta usando letras minúsculas. Observe como representamos a reta a seguir: r Também podemos nomear uma reta indicando dois de seus pontos. Assim, a reta abaixo é chamada reta AB s ruu (ou BA s ruu ). A B Aten•‹o: se considerarmos apenas os pontos dessa reta que estão entre A e B, incluindo os pontos A e B, temos o segmento de reta AB (ou BA). A B De olho... nas retas EXERCÍCIO 1EXERCÍCIO 1 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 321 27/11/15 13:00 8322 Ensino Fundamental 2 Na malha quadriculada ao lado, foi representado um sistema de coordenadas. Con- sidere esse sistema para responder ao que se pede. a) Marque na figura os pontos P(C1), Q(A5), R(E6) e S(C4). b) Trace na figura os segmentos de reta PQ e RS. Eles se encontram em algum ponto? Em caso afirmativo, quais são as coordenadas desse ponto? c) Trace na figura as retas PQ s ru e RS sru . Elas se encontram em algum ponto? Em caso afirmativo, quais são as coordenadas desse ponto? 1 A B C D E F 2 3 4 5 6 RETAS PARALELAS, RETAS CONCORRENTES E RETAS PERPENDICULARES 1 A f gura abaixo representa uma longa rodovia e duas ruas que terminam nela. Identif que e marque na f gura duas retas que: a) não tenham ponto em comum; b) se cruzem em um ponto; c) se cruzem em um ponto e formem ângulo reto. Você deve ter percebido que duas retas podem ocupar diferentes posições uma em relação à outra. Em cada situação, as retas recebem um nome diferente. Veja outros exemplos de retas paralelas: r s B A D C u t v Observe que as retas a e b, representadas ao lado, nunca se cruzam. Duas retas localizadas em um mesmo plano e que não têm ponto em comum são chamadas retas paralelas. a b AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 322 27/11/15 13:00 8323 M a t e m á t i c a Para indicar que duas ou mais retas são paralelas entre si, usamos o símbolo //. Usando esse símbolo para as retas desenhadas anteriormente, temos: r // s, AB s ruu // CD s ruu e t // u // v. Dizemos que dois segmentos de reta são paralelos quando estão localizados sobre retas paralelas entre si. Por exemplo, os segmentos PQ e RS representados abaixo são paralelos. P R S Q Existem, ainda, retas que se cruzam em um único ponto. Veja alguns exemplos: u v x t r s Observe outros exemplos de retas perpendiculares: r s u t P Q R Para indicar que duas retas são perpendiculares entre si, usamos o símbolo '. Usando esse símbolo para as retas desenhadas acima, temos: r ' s, t ' u e PQ s ruu ' PR s ru . Duas retas que têm um único ponto em co- mum são denominadas retas concorrentes. Se duas retas concorrentes, ao se cruzarem, forma- rem ângulos retos, então elas serão chamadas de retas perpendiculares. As retas c e d representa- das ao lado são perpendiculares. 2 Dado o retângulo ao lado, complete cada espaço do texto abaixo com uma den- tre as seguintes palavras: paralelas concorrentes perpendiculares As retas EF sru e GH s ru são , mas as retas EG sru e FH sru são . As retas EF sru e FH sru são , mas não são . Já as retas FG sru e GH s ru , além de , são . E H F G d c AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 323 27/11/15 13:00 8324 Ensino Fundamental Observe a caixa abaixo, com a forma de paralelepípedo, e classif que as afrmações a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F). E D A B C G F a) ( ) As retas AB s ru e BC s ru são perpendiculares. b) ( ) As retas AB s ru e DE s ru são paralelas. c) ( ) As retas DF s ru e DE s ru são perpendiculares. d) ( ) As retas AB s ru e AC s ru são paralelas. EXERCÍCIO 2 TRAÇANDO RETAS COM RÉGUA E ESQUADRO Na seção anterior, você viu como classificar duas retas já desenhadas de acordo com a posição que elas ocupam uma em relação à outra. Em muitas situações, porém, é im- portante desenhar duas retas em uma certa posição. Para que você possa fazer isso com um mínimo de precisão, vamos utilizar a régua e os esquadros. 1 Como traçar uma reta s paralela a uma reta r que já foi desenhada? Acompanhe o procedimento. a) Alinhe o esquadro com a reta r. r b) Apoie a régua no lado do esquadro que está perpendicular à reta r. r AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 324 27/11/15 13:00 8325 M a te m á ti c a c) Deslize o esquadro, segurando a régua com firmeza, para que ela não se mova. Você pode traçar a reta s acima ou abaixo de r. r s 2 E como traçar uma reta s perpendicular a uma reta r que foi dada? Como você viu no Módulo anterior, os esquadros têm um ângulo reto. Portanto, os dois lados menores dos esquadros são perpendiculares. Para traçar uma reta perpendicular a r, basta apoiar um dos lados perpendiculares do esquadro em r e traçar a reta s no outro lado perpendicular. Veja na f gura. r s 1 Usando régua e esquadro, trace duas retas paralelas a cada reta dada abaixo. r t EXERCÍCIO 3 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 325 27/11/15 13:00 8 326 Ensino Fundamental 2 Usando régua e esquadro, trace uma reta perpendicular a cada reta dada abaixo. b c 3 Usando régua e esquadro, verif que quais segmentos de reta indicados abaixo são paralelos ao segmento LM . M L B A C E G H D F 4 Observe, na f gura, o esquema de um bairro de uma cidade f ctícia em que todas as ruas são retas. Duas ruas quaisquer desse bairro ou são paralelas ou são perpendiculares. a) Uma rua que passe pelo ponto Q e que seja paralela à rua 2 deverá ser construída no bairro, dividindo em dois o quar- teirão atualmente desocupado. Com régua e esquadro, desenhe essa rua. b) O morador da Casa 1 deseja construir um caminho reto ligando o portão de sua garagem (ponto P) até a rua que passa em frente a sua casa, e que seja perpendicular a essa rua. Com régua e esquadro, desenhe como deve ser esse caminho. P Q AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 326 27/11/15 13:00 8327 M a t e m á t i c a Seu Alexandre é um marceneiro que constrói material didático. Ele precisa transformar um cubo de 30 cm de aresta em 27 cubinhos de 10 cm de aresta, usando uma serra. Para não danificar o material, o ideal é realizar o menor número possível de cortes. Quantos cortes, no mínimo, ele terá de fazer para obter os 27 cubinhos? BERLOQUIN, Pierre. 100 jogos geomŽtricos. Lisboa: Gradiva, 1991. p. 35. DESAFIO TESTE 1 Juliana precisa desenhar, no sistema de coordenadas cartesianas abaixo, o retângulo ABCD e a reta EF sru . Para isso, ela conhece as seguintes coordenadas: A(2; 2) / B(7; 2) / C(7; 4) / D(2; 4) / E(4; 3) / F(3; 5) 1 1 2 3 4 5 6 7 8 2 3 4 5 6 0 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 327 27/11/15 13:00 8 328 Ensino Fundamental Quando terminar o seu desenho, Juliana poderá ver que a reta EF sru cruza: a) apenas o lado CD do retângulo ABCD. b) apenas o lado BC do retângulo ABCD. c) os lados AB e CD do retângulo ABCD. d) os lados AD e BC do retângulo ABCD. 2 Considere, em um sistema de coordenadas cartesianas, os pontos A(2; 1), B(4; 2), C(3; 3) e D(7; 5). Se desenharmos as retas AB s ru e CD s ruu , poderemos con- cluir que elas: a) são paralelas. b) são concorrentes, mas não perpendiculares. c) são perpendiculares. d) não são paralelas nem concorrentes. 3 Em um cubo, as arestas AB e EF estão em uma mesma face. Dessa forma, as retas AB s ru e EF sru , necessariamente, a) são perpendiculares. b) são concorrentes, mas não perpendiculares. c) são paralelas. d) não são paralelas nem concorrentes. 1 1 2 3 4 5 6 7 8 2 3 4 5 6 0 EM CASA 1 Os pontos M, N, P e Q são vértices do tetraedro representado abaixo. Quantas retas passam por pelo menos dois desses pontos? Dê o nome de cada uma delas. P Q N M 2 Considere o retângulo PATO e o quadrado NETO desenhados abaixo para responder às perguntas. P A T O N E AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 328 27/11/15 13:00 8329 M a t e m á t i c a a) Um dos segmentos da figura é, ao mesmo tempo, lado do retângulo e do quadrado. Dê o nome desse seg- mento. b) A reta PO s ru pode receber outros nomes. Indique dois deles. c) O segmento AO intercepta o segmento NE? Justifique sua resposta com uma figura. d) A reta AO s ruu intercepta a reta NE s ru ? Justifique sua resposta com uma figura. 3 Com quatro peças quadradas de mesmo tamanho, Jéssica montou um quadrado grande. A D F E B C Observando o quadrado montado, classif que os pares de retas indicados abaixo de acordo com o código: I – retas paralelas. II – retas concorrentes, mas não perpendiculares. III – retas perpendiculares. a) ( ) AB s ru e CD s ruu . b) ( ) AD s ruu e CD s ruu . c) ( ) BC s ru e AE s ru . d) ( ) BC s ru e EF sru . e) ( ) BC s ru e AF s ru . 4 As ruas Brasil e Portugal são perpendiculares entre si. A rua Japão forma um ângulo de 40° com a rua Brasil. Qual é a medida do ângulo formado pelas ruas Japão e Portugal? 408Rua Portugal R u a B ra si l Ru a J ap ‹o AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 329 27/11/15 13:00 8 330 Ensino Fundamental 5 Em relação ao cubo representado abaixo, cujos vértices são os pontos A, B, C, D, E, F, G e H, faça o que se pede. A B C D E F GH a) Escreva o nome de duas retas que são perpendiculares à reta BF sru . b) Escreva o nome de duas retas que são paralelas à reta AB s ru . 6 Usando régua e esquadro, desenhe na f gura abaixo uma reta paralela à reta r, que passe pelo ponto P. P r 7 Usando régua e esquadro, desenhe na f gura abaixo uma reta perpendicular à reta s, que passe pelo ponto Q. Q s 8 Uma quadra para a prática de esportes com a forma de um retângulo ABCD será construída em um parque. Na figura, já foi marcado o lado AB desse retângulo. Sabendo que o ponto P pertence ao lado CD do retân- gulo, construa, com régua e esquadro, os outros três lados do retângulo ABCD. P A B 9 Na letra R do seu glossário, anote a palavra retas e explique o signif cado de: • retas paralelas; • retas concorrentes; • retas perpendiculares. Faça um desenho representando cada uma das três explicações. gulo, construa, com régua e esquadro, os outros três lados do retângulo ABCD. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD14_319a330.indd 330 27/11/15 13:00 8331 M a te m á ti c a NÚMEROS RACIONAIS EM DIFERENTES CONTEXTOS15 Você já se deu conta de como os números decimais estão presentes no nosso cotidiano? Diariamente os identificamos em noticiários, pesquisas, valores monetários... O númer o médio de anos de e studo dos bra- sileiros co m dez ou mais anos de i dade aum entou de 7,5 pa ra 7,7. Índice de analfabetos diminuiu de 8,7% em 2012 para 8,3% em 2013. Já estudamos que os números decimais fazem parte do conjunto dos números ra- cionais, os quais foram abordados no Caderno anterior. Aprendemos que um número racional pode estar na representação decimal ou fracionária. Vamos ampliar nossos conhecimentos sobre esses números. NÚMEROS DECIMAIS EM CONTEXTOS DE PESQUISAS Você já está cursando o 6o ano e, provavelmente, tem entre 10 e 12 anos, que é a idade prevista para o estudante que entrou na escola na idade correta. No entanto, essa não é, ainda, a realidade do nosso país. Vamos conhecer alguns dados sobre a educação brasileira. Nosso sistema educacional está dividido em dois níveis: educação básicae educação superior. A educação básica está dividida em três níveis: educação infantil (faixa etária de 0 a 5 anos), Ensino Fundamental (faixa etária de 6 a 14 anos) e Ensino Médio (faixa etária de 15 a 17 anos). Isso significa que um estudante que concluir sem interrupção a educação básica contará na ocasião com mais ou menos 17 anos. Por lei, a educação básica é obrigatória no país. Periodicamente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realiza pes- quisas para obter informações sobre a população brasileira. Uma dessas pesquisas é a chamada Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Vamos conhecer alguns dados obtidos na PNAD de 2013. D A N IE L C Y M B A L IS T A /P U L S A R I M A G E N S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 331 27/11/15 12:58 8332 Ensino Fundamental 1 O gráfi co a seguir traz informações sobre o percentual de estudantes matriculados no Brasil, numa comparação entre os anos de 2004 e 2013. a) De que tipo é esse gráfico? b) Qual é o seu conteúdo? c) Em qual nível de ensino está o maior percentual de matrículas? d) Escreva os números decimais que representam as porcentagens acima em ordem crescente. Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2004/2013. JO à O P R U D E N T E /P U L S A R I M A G E N S Taxa de matrícula no Brasil, por faixa etária 0 20 40 60 80 100 13,4 23,2 96,1 61,5 81,4 81,8 98,4 84,3 0 a 3 anos 4 a 5 anos 6 a 14 anos 15 a 17 anos 2004 2013 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 332 27/11/15 12:59 8333 M a t e m á t i c a 2 Em 1971 a legislação brasileira determinou um ciclo obrigatório de 8 anos de escolaridade – era o chamado ensino de 1o grau, que hoje corresponde ao Ensino Fundamental. Isso signifi ca que as pessoas que nasceram após essa data (42 anos, em 2013) teriam de ter, no mínimo, 8 anos de escolaridade. Veja na tabela, os dados da PNAD 2013 sobre a média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade. Brasil e regiões Média de anos de estudo das pessoas com 25 anos ou mais de idade 2004 2013 Brasil 6,4 7,7 Norte 5,8 7,1 Nordeste 4,9 6,4 Sudeste 7,1 8,4 Sul 6,8 8,0 Centro-Oeste 6,6 8,1 Fonte: IBGE, PNAD 2004/2013 a) O país cumpriu a sua meta de escolarização? Justifique. b) Em quais regiões essa meta não foi cumprida? Justifique c) Escreva em ordem crescente os dados de 2004. d) Escreva em ordem decrescente os dados de 2013. e) Em qual região houve o maior aumento da média de anos de estudo? Deixe registrado seu raciocínio. f) Essa diferença é maior ou menor que a diferença de média de anos de estudo do Brasil? Deixe registrado seu raciocínio. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 333 27/11/15 12:59 8334 Ensino Fundamental 1 Compare os decimais seguintes utilizando os símbolos 5 ou Þ. Para isso, represente cada decimal na malha quadriculada e, em seguida, dê a escrita fracionária correspondente. a) 0,2 0,02 0,2 0,02 b) 0,5 0,50 0,5 0,50 2 Sem utilizar a malha quadriculada, compare os decimais usando os símbolos 5 ou Þ . a) 0,3 0,300 b) 2,500 2,5 c) 0,085 0,805 d) 35,6 35,06 e) 0,006 0,06 f) 9,5 9,500 g) 8,350 8,35 h) 0,900 0,9 3 Observando os resultados obtidos nos dois exercícios anteriores, o que se pode concluir quanto ao algarismo zero, quan- do ele se encontra nas ordens decimais de um número? Considere a malha quadriculada como o todo referência ou unidade. COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Na atividade anterior, você realizou a comparação de números decimais. Vamos agora sistematizar essas ideias. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 334 27/11/15 12:59 8335 M a t e m á t i c a 4 A tabela traz a taxa de analfabetismo (em %) das pessoas no Brasil com 15 anos ou mais de idade. Brasil e regiões Taxa de analfabetismo das pessoas com 15 ou mais anos de idade 2004 2013 Brasil 11,5 8,5 Norte 13,0 9,5 Nordeste 22,4 16,9 Sudeste 6,6 4,8 Sul 6,3 4,6 Centro-oeste 9,2 6,5 Fonte: IBGE/PNAD 2004/2013 a) Reorganize esses dados na tabela abaixo, colocando-os em ordem decrescente, de acordo com a respectiva região. Regiões Taxa de analfabetismo das pessoas com 15 ou mais anos de idade 2004 2013 b) As taxas do Brasil foram: 11,5% em 2004 e 8,5% em 2013. Quais eram as regiões brasileiras que tinham a taxa de analfabetismo inferior à do Brasil em 2004? E em 2013? 5 Escreva em ordem crescente cada sequência de números decimais: a) 2,1 ♦ 2,5 ♦ 2,01 ♦ 2,51 ♦ 2,05 ♦ 2,501 b) 15,6 ♦ 15,06 ♦ 15,16 ♦ 15,016 ♦ 15,061 ♦ 16,601 6 Indique três números decimais compreendidos entre: a) 0 e 1 b) 0 e 0,1 c) 1 e 2 d) 1 e 1,2 e) 1 e 1,02 f) 7 e 7,5 g) 7,4 e 7,5 h) 8,25 e 8,3 i) 8,9 e 9 j) 0,15 e 0,2 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 335 27/11/15 12:59 8336 Ensino Fundamental 7 Escreva os procedimentos para a comparação de dois números decimais. EXERCÍCIO 1 Complete os quadrados da reta acima com os números que faltam. 2 O segmento de reta abaixo representa o intervalo de 7 a 8, ou seja, uma unidade na reta numérica. 7 8 Considere os números que estão relacionados aleatoriamente abaixo. Entre eles, escolha aqueles que podem ser colocados nos pontos indicados nos retângulos da reta numérica. 7,750 7,740 7,07 7,09 7,500 7,90 LOCALIZAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS NA RETA NUMÉRICA Você aprendeu diferentes maneiras de representar um mesmo número. Agora vamos ver como indicá-los em uma reta. Para isso, escolhemos um ponto da reta para repre- sentar o número 0 (zero), que será chamado de origem. O A origem ser‡ simbolizada pela letra maiœscula O. Em seguida, escolhemos outro ponto para representar o número 1. A distância entre os dois pontos escolhidos indica a unidade de medida adotada. O Unidade de medida 0 1 Para representar os outros números naturais, basta ir avançando na reta, de modo que a distância entre dois números seguidos seja sempre igual à unidade de medida. 10 A reta, assim obtida, chama-se reta numŽrica. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 336 27/11/15 12:59 8337 M a t e m á t i c a 3 Na corda a seguir, está representada a unidade (intervalo de 6 a 7). 7 6 Coloque os números abaixo no seu lugar correspondente sobre a corda. 6,2 6,03 6,3 6,04 6,05 6,5 6,011 6,022 6,39 4 Para cada sequência abaixo, escreva qual é a regularidade que existe e complete-a com mais 5 elementos. a) 4,0 ♦ 3,75 ♦ 3,5 b) 0,1 ♦ 0,125 ♦ 0,15 c) 35,1 ♦ 35,09 ♦ 35,08 d) 7,3 ♦ 8,05 ♦ 8,8 Utilize o infográfi co para responder aos testes 1 e 2. 83,3% 16,7% 59,3% 40,7% 115 885 (79,7%) 29 500 (20,3%) Alfabetizados Alfabetos funcionais A população de analfabetos funcionais reúne 29,5 milhões de brasileiros: os 14,1 milhões que não sabem sequer escrever o próprio nome somados com 15,4 milhões que não concluíram sua alfabetização. Analfabetismo funcional em milhares de pessoas com 15 anos de idade ou mais Em áreas urbanas Em áreas rurais Disponível em: https://almanaque.abril.com.br/educacao. Acesso em: 20 de mar. de 2015. TESTE AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 337 27/11/15 12:59 8 338 Ensino Fundamental 1 De acordo com o infográfi co, a população de alfabetizados no Brasil é de: a) 115 885. b) 115 885 000. c) 29 500. d) 29 500 000. 2 Quanto à distribuição dos alfabetizados e analfabetos funcionais, é correto afi rmar que: a) a zona urbana e a zona rural têm a mesma porcentagem de analfabetos funcionais. b) o maior percentual de alfabetizados encontra-se na zona rural. c) na zona rural, há o mesmo percentual de alfabetizados e de analfabetos funcionais. d) na zona rural, há mais de 40% de analfabetos funcionais. 3 Considere as afi rmações: I. 0,02 , 0,0035. II. 1,73 está compreendido entre 1,7 e 1,8. III. 0,1050 5 0,15. É(São) verdadeira(s): a) apenas a afirmação I. b) apenas a afirmação II. c) apenas as afirmações I e III. d)as três afirmações. EM CASA 1 Alguns dados sobre a população brasileira A população brasileira está irregularmente distribuída no território. Enquanto as regiões Nordeste, Sudeste e Sul reúnem 88% da população do país e ocupam 36% do território nacional, as regiões Norte e Centro-Oeste, com 12% da população, ocupam 64% do território brasileiro. Outro dado interessante é que 40% dos brasileiros residem fora do município em que nasceram. Escreva as porcentagens do texto na forma de fração decimal e de número decimal. 2 Dê as outras representações possíveis para os números indicados a seguir. a) 30 100 b) 7 10 c) 0,49 d) 23% 3 Os números 2,01; 2,001; 2,08; 2,004; 2,009 e 2,03 são maiores que 2 e menores que 2,1. Escreva outros cinco números maiores que 2 e menores que 2,1. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 338 27/11/15 12:59 8339 M a t e m á t i c a 4 Os números decimais seguintes estão compreendidos entre quais números naturais consecutivos? a) 0,33 b) 2,1 c) 36,36 d) 5,406 e) 9,04 f) 15,36 5 Considere os seguintes números: 8 8,1 8,01 8,003 8,213 8,4 8,3 Quais desses números são: a) menores que 8,3? b) maiores que 8,213? c) maiores que 8,1? d) menores que 8,2? 6 Vamos comparar dados percentuais. a) Escreva duas porcentagens compreendidas entre 52% e 64,7%. b) A porcentagem 64,07% está no intervalo citado no item a? Justifique sua resposta. 7 Complete as sequências acrescentando 6 elementos: a) 7,2 ♦ 7,24 ♦ 7,28 ... b) 64,7 ♦ 64 ♦ 63,3 ... 8 Considere os seguintes números decimais: 71,2 71,229 71,3 71,299 71, 21 71,03 71,12 a) Circule os números menores que 71,23. b) Entre os números do quadro, qual é o maior? E qual é o menor? 9 Na letra N de seu glossário, anote números racionais. Em seguida, registre os procedimentos necessários para a comparação de dois números racionais na representação decimal. Dois números naturais são consecutivos se o maior deles é o menor acrescido de 1 unidade. Exemplo: 4 e 5 são dois números naturais con- secutivos (4 1 1 5 5). AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD15_331a339.indd 339 27/11/15 12:59 8340 Ensino Fundamental MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO POR 10, 100 E 1 000 COM NÚMEROS DECIMAIS16 Nas aulas de Matemática, você tem usado a calculadora com estas finalidades: • descobrir como funcionam suas teclas e algumas de suas funções; • realizar cálculos numéricos muito cansativos ou descobrir regras, validar estratégias, resolver desafios, comprovar resultados. A calculadora não deve substituir o seu trabalho na vida escolar, e sim servir como ferramenta para ampliar seus conhecimentos. É o que vamos fazer neste Módulo. DESCOBRINDO REGRAS COM A CALCULADORA 1 Dê os seguintes comandos na calculadora e, em seguida, registre os resultados das sequências obtidas. a) 11 0 5 55 55 55 50 53 1o resultado: 10 3 5 5 2o resultado: 3 5 3o resultado: 3 5 4o resultado: 3 5 Sequência obtida: P R IL L /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 340 27/11/15 12:58 8341 M a t e m á t i c a b) 11 0 1 33 55 55 5 55 5 50 13 1o resultado: 10 3 13 5 2o resultado: 3 5 3o resultado: 3 5 4o resultado: 3 5 Sequência obtida: c) 11 0 2 55 55 5 55 5 55 5 50 223 1o resultado: 10 3 25 5 2o resultado: 3 5 3o resultado: 3 5 4o resultado: 3 5 Sequência obtida: 2 O que há em comum nas sequências obtidas na atividade anterior? 3 Dê os seguintes comandos na calculadora e depois registre os resultados no quadro de ordens: a) 11 0 4 .. 33 00 55 55 55 5 55 5 50 443 Ordens inteiras , Ordens decimais CM DM UM C D U déc. cent. mil. ... 4 , 3 0 5 b) 11 0 3 11 ?? 44 77 55 55 55 5 55 5 50 333 Ordens inteiras , Ordens decimais CM DM UM C D U déc. cent. mil. ... 3 1 , 4 7 5 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 341 27/11/15 12:58 8 342 Ensino Fundamental 4 Agora registre somente a sequência obtida a partir dos comandos. a) 11 0 1 ?? 22 72 7 55 55 5 55 5 50 13 Sequência obtida: b) 11 0 0 ?? 33 13 1 22 99 55 55 5 55 5 50 003 Sequência obtida: 5 O que há em comum nas sequências obtidas nas atividades 3 e 4? 6 Sem utilizar calculadora, determine os produtos: a) 10 3 1,35 5 b) 10 3 2,05 5 c) 10 3 13,4 5 d) 10 3 162,30 5 e) 10 3 162,3 5 f) 10 3 0,123 5 7 Conf ra os resultados do item 6 em sua calculadora. 8 Use a calculadora para fazer os seguintes cálculos: a) 100 3 2,35 5 b) 100 3 0,275 5 c) 1 000 3 13,12 5 d) 1 000 3 0,1295 5 e) 10 3 1,05 5 f) 10 3 0,135 5 g) 100 3 0,148 5 h) 1 000 3 0,148 5 9 Observando os resultados dos itens anteriores, que regra você pode deduzir para a multiplicação por 10, 100 e 1 000? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 342 27/11/15 12:58 8343 M a t e m á t i c a 10 A regra registrada no item 9 facilita o cálculo mental da multiplicação por 10, 100 e 1 000 (e demais potências de base 10). Aplicando essa regra, calcule mentalmente e registre os resultados: a) 0,25 3 10 5 b) 10 3 0,001 5 c) 10 3 3,015 5 d) 0,027 3 100 5 e) 0,027 3 1 000 5 f) 1 000 3 0,0312 5 g) 0,1389 3 100 5 h) 31,2 3 100 5 i) 0,5 3 1 000 5 j) 8 3 100 5 11 Em sua opinião, o que aconteceria na divisão de um número por 10, 100 ou 1 000? (Considere esse número diferente de zero.) 12 Use a calculadora para fazer as divisões abaixo. Em seguida, verif que se sua resposta à atividade 11 está correta. a) 325 ; 10 5 b) 325 ; 100 5 c) 325 ; 1 000 5 d) 31,98 ; 10 5 e) 31,98 ; 100 5 f) 31,98 ; 1 000 5 g) 4 ; 10 5 h) 4 ; 100 5 i) 4 ; 1 000 5 j) 0,1 ; 10 5 k) 0,1 ; 100 5 l) 0,1 ; 1 000 5 13 Qual é a regra para dividir por 10, 100, 1 000? 14 Calcule mentalmente e registre os resultados das seguintes divisões: a) 15 ; 10 5 b) 15 ; 1 000 5 c) 0,5 ; 10 5 d) 0,5 ; 100 5 e) 9,04 ; 10 5 f) 0,9 ; 100 5 g) 53,14 ; 10 5 h) 120,6 ; 100 5 i) 500 ; 1 000 5 j) 2 300 ; 100 5 15 Responda às questões e, em seguida, verif que sua resposta usando a calculadora. a) Se no visor estiver 5 , quais teclas você deverá digitar para obter 0.5 ? b) Se no visor estiver 2.4 , quais teclas você deverá digitar para obter 0.24 ? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 343 27/11/15 12:58 8 344 Ensino Fundamental c) Se no visor estiver 7 , quais teclas você deverá digitar para obter 0.07 ? d) Se no visor estiver 1.8 e, após você digitar algumas teclas, aparecer 18 , quais podem ter sido as teclas apertadas? e) Se no visor estiver 1.051.051.05 e, após você digitar algumas teclas, aparecer 105 , quais podem ter sido as teclas apertadas? 16 Complete a tabela sem ajuda da calculadora. No visor de sua calculadora aparece Teclas apertadas Resultado obtido a 30 0.3 b 110 0.11 c 15.8 0.0158 d 0.6 60 e 0.9 900 f 40.25 4 025 1 Um milhão de objetos Um objeto pesa 89,4 g. Calcule mentalmente quantas toneladas pesam um milhão de objetos iguais a esse. 2 O barco Três homens querem atravessar um rio. O barco deles tem capacidade para transportar, no máximo, 150 kg. Eles pesam 50 kg, 75 kg e 120 kg. Como devem proceder para atravessar o rio sem afundar o barco? DESAFIO Lembre-se: em 1 tonelada há 1 000 quilogramas. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 344 27/11/15 12:58 8345 M a t e m á t i c a 1 O próximo número da sequência 765 300; 76 530 ; 7 653 é a) 7,653 b) 76,53 c) 765,3 d) 0,7653 2 O número 3,75 3 108 também pode ser representado como: a) 375 3 106 b) 375 3 1010 c) 37,5 3 109 d) 37 500 000 000 TESTE EM CASA 1 Complete os esquemas e os registros indicados: a) 0,325 3 10 3 10 3 10 0,325 3 10 5 0,325 3 10 3 10 5 0,325 3 100 5 0,325 3 10 3 10 3 10 5 0,325 3 1 000 5 b) 25 ; 10 ; 10 ; 10 25 ; 10 5 25 ; 10 ; 10 5 25 ; 100 5 25 ; 10 ; 10 ; 10 5 25 ; 1 000 5 2 Torne 10 vezes maior cada um dos números: a) 7,05 b) 0,5 c) 0,75 d) 1,05 e) 0,0783 Torne 10 vezes menor cada um dos números: a) 72 b) 425 c) 7 d) 0,6 e) 4,7 4 Calcule mentalmente e registre o resultado das seguintes operações: a) 76,53 ; 10 5 b) 76,53 ; 100 5 c) 76,53 ; 1 000 5 d) 76,53 3 10 5 e) 76,53 3 100 5 f) 76,53 3 1 000 5 g) 45 3 10 5 h) 3,75 3 100 5 i) 0,03 3 1 000 5 j) 450 ; 10 5 k) 3 754 ; 100 5 l) 873 ; 1 000 5 5 Na letra R do seu glossário, anote regras para multiplicar e dividir um número (diferente de zero) por 10, 100 e 1 000. Em seguida, escreva as regras e dê exemplos. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD16_340a345.indd 345 27/11/15 12:58 8346 PORCENTAGEM17 No dia a dia, é frequente o uso da porcentagem em manchetes de jornais, gráficos e tabelas. Ela se torna uma forma prática de representar dados e facilitar a sua compreensão pelo leitor. Por exemplo, se uma reportagem diz que o Brasil, em 2014, tinha 1 118 km de ciclovias em cidades com malha viária com aproximadamente 97 000 km de rua, isso seria um número suficiente para atendimento da população ou não? No entanto, se a reportagem informar que esse número de ciclovias representa 1% do total dessa malha viária, já podemos concluir que os ciclistas têm pouca mobilidade nas grandes cidades. Nos Módulos anteriores, você explorou a porcentagem e já sabe que: 1% 5 1 100, ou que 1% é 1 em cada 100, ou 1% 5 0,01. Neste Módulo, vamos conhecer algumas estratégias para calcular porcentagem. A PROBLEMÁTICA DO LIXO EM NOSSO PAÍS Você já deve ter discutido nas aulas de Ciências, ou até mesmo nas de Matemática, o quanto ainda precisamos mudar nossos hábitos de forma a produzir menos lixo e, principalmente, saber dar a ele um destino adequado, cuidando do meio ambiente. Apesar de tantas campanhas e um trabalho mais sério de educação ambiental, o cenário não é nada animador. Segundo levantamento realizado em 2013, houve um aumento do lixo produzido, em relação a 2012, em torno de 4% – taxa superior à dos anos anteriores. Dos 5 570 municípios brasileiros, 1 569 ainda fazem uso de lixão. E, desses, mais da metade está no Nordeste, região que ainda conta com 837 lixões a céu aberto, contra 453 aterros sanitários licenciados. P IC S F IV E /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 346 27/11/15 13:09 8347 M a te m á ti c a O gráfico a seguir contém dados sobre a coleta de lixo no Brasil e em suas regiões. Totais coletados e da destinação inadequada, em percentual por região (2012) 0 20 40 60 80 100 Brasil 90 42 84 65 77 65 92 70 97 28 92 30 SulSudesteCentro- -Oeste NordesteNorte Total coletado em % por regiões do país Percentual do lixo coletado que vai para lixões ou aterros precários Ricos em atraso O Sul e o Sudeste, regiões ricas, reúnem 60% da população urbana do Brasil e geram 63% do total de lixo, mas ainda enviam quase um terço do total coletado para lixões ou aterros precários. Adaptado de: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/ainda-falta-muito-para-resolver-o-problema-do-lixo- no-brasil e http://msalx.almanaque.abril.com.br. Acesso em: 20 mar. de 2015. 1 Vamos fazer uma análise dos dados desse gráf co: a) De que tipo é esse gráfico? b) O que ele está comparando? c) Em quais regiões brasileiras a porcentagem de lixo coletado é superior à do Brasil? d) Em quais regiões brasileiras a porcentagem de lixo coletado que vai para lixões ou aterros precários é maior que a porcentagem do Brasil? e) Nas regiões de maior porcentagem de lixo coletado, há também a maior destinação para lixões ou aterros precários? f) Pode-se dizer que apenas 58% do lixo coletado no Brasil vai para aterros sanitários? 2 O país produz uma média diária de 250 mil toneladas de lixo. A região Sudeste produz 50% do lixo do país. Quantas tone- ladas diárias são produzidas na região Sudeste? Deixe registrado seu raciocínio. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 347 27/11/15 13:09 8348 Ensino Fundamental ESTRATÉGIAS PARA CALCULAR PORCENTAGEM Numa cidade, o total de lixo produzido diariamente é 200 toneladas e apenas 20% é reciclado. Em uma sala de aula do 6o ano, o professor Paulo, na análise da problemática do lixo, propôs a seus alunos que calculassem 20% de 200 toneladas. Veja como André e Letícia raciocinaram e registraram suas estratégias. Já sei que 1% 5 1 100 20% é o mesmo que 20 em cada 100. Então 1 100 de 200 5 2 Assim, posso fazer: Logo 20% de 200 20 em cada 100. 20 x 2 5 40. 40 em cada 200 André Letícia 1 Explique como foram os raciocínios de André e de Letícia. 2 Sabendo que 10% representam 10 em cada 100, interprete as porcentagens abaixo: a) 20% b) 30% c) 25% d) 48% e) 90% f) 100% 3 Calcule as porcentagens indicadas. Para isso, escolha uma estratégia e registre-a a seguir: a) 10% de 300 b) 20% de 300 c) 30% de 300 d) 15% de 400 e) 25% de 400 f) 32% de 400 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 348 27/11/15 13:09 8349 M a te m á ti c a ESTRATÉGIAS DE CÁLCULO MENTAL PARA A PORCENTAGEM Você já explorou duas estratégias para cálculos percentuais. É possível também usar outras estratégias que facilitam o cálculo mental da porcentagem. Vamos conhecê-las. 1 Quando o professor Paulo pediu a seus alunos que f zessem o cálculo de 24% de 700, surgiram as seguintes estratégias: Júlia Rafael Mateus 24% de 700: 24% de 700: 24% de 700: 20% de 700 5 25% de 700 5 10% de 700 5 70 700 : 5 5 140 700 : 45 175 1% de 700 5 7 1% de 700 5 7 1% de 700 5 7 2 x 70 + 4 x 7 5 4 x 7 5 28 140 + 28 5 168 175 – 7 5 168 140 + 28 5 168 Explique cada uma das estratégias apresentadas acima. 2 Calcule mentalmente as porcentagens indicadas a seguir e registre seu raciocínio: a) 25% de 800 b) 50% de 240 c) 20% de 120 d) 75% de 200 e) 20% de 75 f) 10% de 60 EXERCÍCIO 1 Agora que você conhece diferentes estratégias para o cálculo de porcentagens, já pode resolver algumas situações- -problema. Em todos os casos, deixe registrado seu raciocínio. Na lateral do gráf co da página 347 há a seguinte informação: “O Sul e o Sudeste, regiões ricas, reúnem 60% da população urbana do Brasil e geram 63% do total de lixo […]”. 1 Considerando a população brasileira 210 milhões de habitantes, sendo aproximadamente 30% na zona rural, calcule: a) o total da população urbana do país. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 349 27/11/15 13:09 8350 Ensino Fundamental b) da população urbana do país, quantos habitantes há nas regiões Sul e Sudeste. 2 Se o país produz diariamente 250 mil toneladas de lixo, qual seria a produção das regiões Sul e Sudeste? USO DA CALCULADORA PARA O CÁLCULO DE PORCENTAGENS Você já deve ter observado que a maioria das porcentagens que aparecem em matérias divulgadas na imprensa vem na forma de decimal. Nesse caso, quando quisermos saber o valor correspondente à porcentagem, podemos usar a calculadora para facilitar os cálculos. Repare na tecla % de sua calculadora. É ela que iremos aprender a usar. 1 Uma das preocupações mundiais tem sido o lixo eletrônico, chamado de e-lixo. Anualmente, em todo planeta, são pro- duzidas 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico. A maior parte, no entanto, não recebe nenhum tipo de tratamento. O e-lixo gerado em países ricos é incinerado, despejado em aterros sanitários ou exportado ilegalmente para países como China, Índia e Brasil. Os Estados Unidos, por exemplo, produzem, anualmente, 9,4 milhões de toneladas de e-lixo e apenas 14% são reciclados. Vamos utilizar a calculadora para calcular o total de toneladas de e-lixo que os Estados Unidos reciclam anualmente. Va- mos trabalhar com todas as ordens da produção total: 9 400 000. Há dois procedimentos para fazer esse cálculo usando a calculadora. S H U T T E R P N P H O T O G R A P H Y /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 350 1/9/17 12:51 8351 M a t e m á t i c a 1o procedimento: usando a tecla % . •Tecle na calculadora: 9 400 000. 9 4 0 00 00 00 09 4 0 • Aperte a tecla 3 • Tecle 1 41 4 • Tecle % Anote o número que aparece no visor: 2o procedimento: usando número decimal. • Transforme a porcentagem em número decimal: 14 % = 14 100 = 14 : 100 = 0,14 • Tecle na calculadora 9 400 000. 9 4 0 00 00 00 09 4 0 • Aperte a tecla 3 • Tecle 0 . 1 40 . 1 • Anote o número que aparece no visor: • É o mesmo número obtido no procedimento anterior? 2 A China é o segundo país com a maior produção de e-lixo: 7,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 6% é reciclado. Calcule o total de e-lixo reciclado na China. Use a estratégia que quiser e registre-a. 3 O estado de Minas Gerais coleta 5 milhões de toneladas de lixo por ano. Veja na tabela o destino desse lixo. Complete a terceira coluna da tabela com o total de lixo em cada destino. Destino do lixo % Total (em toneladas) Aterro sanitário 64,2 Aterro controlado 18,9 Lixão 16,9 Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/o-mapa-do-lixo-info-ng-lixo.shtml. Acesso em: 22 mar. de 2015. Lembre-se: a vírgula na calculadora é representada pelo ponto. Assim, digita-se 64.2 para 64,2. Aterro controlado – O aterro controlado já foi lixão e acabou remediado para evitar maiores danos ao ambiente. É feita uma cobertura (saibro ou argila) para que o lixo não fique exposto ao ar livre. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 351 27/11/15 13:09 8352 Ensino Fundamental MAIS UMA ESTRATÉGIA DE CÁLCULO DE PORCENTAGEM 1 Considere a seguinte situação: numa cidade, 40% do lixo produzido é reciclado. Se 10 toneladas são recicladas diaria- mente, como podemos proceder para calcular o total de lixo produzido em um dia? 2 Para resolver a situação anterior, um aluno utilizou a seguinte estratégia: Porcentagem Total de toneladas 40 10 20 5 100 25 Explique o raciocínio desse aluno. 3 Utilizando uma das estratégias discutidas por sua turma, resolva as situações abaixo. Deixe registrado o raciocínio adotado. a) 30 alunos representam 10% de quantos alunos? b) 60 reais representam 30% de quantos reais? c) 100 indústrias representam 20% de quantas indústrias? d) 2 800 estudantes representam 10% de quantos estudantes? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 352 27/11/15 13:09 8353 M a te m á ti c a e) 5 alunos representam 10% de quantos alunos? f) 8 alunos representam 40% de quantos alunos? SÍNTESE DOS PROCEDIMENTOS DE CÁLCULO DA PORCENTAGEM Neste Módulo, você explorou alguns procedimentos para calcular a porcentagem. Retome-os e faça uma síntese, dando exemplos. EXERCÍCIO 2 O gráf co traz a composição do lixo brasileiro. Sabendo que a média diária é de 250 mil toneladas de lixo, calcule o total de toneladas para cada tipo de lixo. Use o seu caderno para os cálculos, registrando o procedimento que utilizou. Em seguida, complete a tabela e, com a calculadora, conf ra os resultados. Tipo de lixo produzido diariamente no Brasil Total (em toneladas) Lixo orgânico Papel e papelão Plástico Metais Vidro Outros Composição do lixo brasileiro (em %) Lixo orgânico Papel e papelão Plástico Metais Vidro Outros 52 26 3 2 2 15 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 353 27/11/15 13:09 8 354 Ensino Fundamental 1 Das 250 mil toneladas de lixo produzidas diariamente, 20% ainda vão para lixões. O total de lixo enviado diariamente para lixões é de: a) 5 mil toneladas b) 50 mil quilogramas c) 5 3 107 kg d) 5 3 107 t 2 Do total de 250 mil toneladas de lixo produzidas diariamente, somente 45% é reciclado. O restante vai para aterros sani- tários, aterros controlados ou lixões. Isto signif ca que: a) o país recicla mais de 125 mil toneladas do lixo produzido diariamente. b) a maior parte do lixo produzido no país é reciclada. c) 137 500 000 quilogramas de lixo vão para aterros ou lixões diariamente. d) 50 mil toneladas de lixo vão para aterros sanitários diariamente. 3 No estado de Pernambuco, de 2,2 milhões de toneladas de lixo produzidas anualmente, em torno de 43% vão para aterros sanitários; 30%, para aterros controlados; e 27%, para lixões. Esses valores, em kg, correspondem, respectivamente, a: a) 946 3 106 kg; 66 3 106 kg; 594 3 106 kg b) 946 3 106 kg; 66 3 107 kg; 594 3 106 kg c) 946 3 103 kg; 66 3 104 kg; 594 3 103 kg d) 94,6 3 106 kg; 66 3 106 kg; 59,4 3 106 kg 4 O estado do Maranhão tem o pior índice de coleta de lixo do país. Apenas 40% do lixo produzido é coletado, o que corres- ponde a 1,2 milhão de toneladas ao ano. O total de lixo produzido anualmente nesse estado é: a) 300 mil toneladas. b) 480 mil toneladas. c) 4 milhões de toneladas. d) 3 milhões de toneladas. TESTE EM CASA 1 Transforme as porcentagens em números decimais: a) 9% b) 97,5% c) 2,493% d) 0,007% e) 0,5% f) 4,8% g) 2,1% h) 45% AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 354 27/11/15 13:09 8355 M a t e m á t i c a 2 Calcule as porcentagens a seguir e registre seu raciocínio: a) 1% de 500 b) 10% de 20 c) 20% de 100 d) 2% de 1 000 e) 70% de 60 f) 80% de 1 200 g) 15% de 400 h) 25% de 200 i) 90% de 190 3 Use estratégias de cálculo mental para resolver as porcentagens. Em seguida, registre como você pensou. a) 10% de 250 b) 20% de 300 c) 25% de 60 d) 50% de 450 e) 75% de 200 f) 50% de 120 g) 25% de 160 h) 10% de 75 i) 15% de 600 j) 75% de 500 k) 42% de 500 l) 48% de 500 4 Determine a parte que se pede em cada item. Depois, registre como você pensou: a) 25% de 600 b) 18% de 1 200 c) 43% de 500 d) 28% de 100 e) 75% de 800 f) 16% de 200 5 Determine o todo nos casos abaixo e registre como você pensou: a) 130 reais representam 10% de quantos reais? b) 250 reais representam 25% de quantos reais? c) 4 alunos representam 20% de quantos alunos? d) 16 meninas representam 80% de quantos alunos? 6 Na letra P do seu glossário, anote porcentagem e registre exemplos de duas estratégias para calcular porcentagens. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD17_346a355.indd 355 27/11/15 13:09 8356 Ensino Fundamental POLÍGONOS18 Qualquer pessoa que já tenha andado a pé pelas ruas do centro da cidade de São Paulo deve ter reparado nas calçadas com desenhos em branco e preto que imitam o mapa do estado de São Paulo. A oposição claro-escuro criada pelos desenhos produz um efeito bem interessante, que nos dá uma sensação de movimento. O que pouca gente sabe é como surgiu essa ideia, que acabou se transformando em um dos símbolos da cidade. A autora do desenho é Mirthes Bernardes. Em 1966, quando era de- senhista da Secretaria de Obras de São Paulo, ela venceu um concurso organizado pela pre- feitura, e a estampa criada por ela passou a ser usada para pavimentar as calçadas de várias ruas pela cidade. O segredo do sucesso do desenho de Mirthes talvez esteja na simplicidade: com apenas três tipos de lajotas quadradas dispostas lado a lado (uma branca, uma preta e uma branca e pre- ta dividida na diagonal), é possível obter um padrão de repetição infinito. As figuras que compõem esse padrão pertencem a um grupo de formas geométricas denominadas polígonos. Neste Módulo, você vai estudar as principais características e alguns modos de classificar os polígonos. <AngloEF2_Mat_6ano_CA2_F014 - A foto abaixo é da edição atual. Gostaria que fosse substituída. Se possível, pesquisar uma foto de uma calçada mais larga, que permita vi- sualizar melhor o padrão geomé- trico que se estende infinitamente. Compor com o texto introdutório do módulo> Calçada típica da cidade de São Paulo Lajotas quadradas que compõem o padrão geométrico C IA D E F O T O /C IA D E F O T O /L A T IN S T O C K F IL IP E F R A Z A O /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 356 27/11/15 13:09 8357 M a te m á ti c a CARACTERÍSTICAS DOS POLÍGONOS Para conseguir obter o padrão de repetição infinito nas calçadas da capital paulista, Mirthes Bernardesmodificou o contorno do mapa do estado de São Paulo. Observe as duas imagens a seguir: 1 Embora as duas imagens sejam parecidas, as linhas que formam seus contornos têm características diferentes. Observe-as novamente e anote as diferenças que você percebe entre os contornos das duas f guras. 2 As linhas destacadas em azul nas f guras a seguir apresentam características diferentes. Identif que algumas dessas carac- terísticas e classif que as linhas em dois ou mais grupos, de acordo com o que você identif cou. Anote também os critérios usados na sua classif cação. a) b) Mapa do estado de São Paulo Figura que se repete nas calçadas paulistanas c) d) AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 357 27/11/15 13:09 8 358 Ensino Fundamental e) f) 3 Os polígonos são f guras cujo contorno é uma curva fechada simples formada exclusiva- mente pela união de três ou mais segmentos de retas. Dentre as f guras que você classif cou no exercício anterior, quais delas são polígonos? A palavra polígono vem do grego: poli (muitos) e gono (ângulo). AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 358 27/11/15 13:09 8359 M a te m á ti c a EXERCÍCIO 1 Os elementos de um polígono Observe o polígono desenhado a seguir, formado pela união de cinco segmentos de reta. A B C D E Veja agora quais são os principais elementos desse polígono: • os segmentos de reta AB, BC, CD, DE e EA são os lados do polígono; • as extremidades desses segmentos, ou seja, os pontos A, B, C, D e E são os vértices do polígono; • em cada vértice existe um ângulo. Por exemplo, na figura ao lado está destacado o ângulo DD̂. O nome de um polígono é dado escolhendo- -se uma sequência de seus vértices, em sentido horário ou anti-horário, seguindo a mesma regra que já vimos para os retângulos. Por exemplo, podemos chamar o polígono do exemplo anterior de ABCDE ou CBAED. C D E 1 Dentre as f guras abaixo, identif que aquelas que são polígonos. a) b) c) d) e) f) g) h) AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 359 27/11/15 13:09 8360 Ensino Fundamental 2 Nos polígonos a seguir, faça o que se pede. A B D V W U X H G K JI Z Y C a) Pinte de azul o polígono que apresenta cinco vértices. b) Escreva o nome de todos os ângulos do polígono que tem seis lados. c) Anote o nome de todos os lados do polígono com o menor número de vértices. d) Nomeie cada um dos polígonos. Vitral formado pela composição de vários polígonos UMA CLASSIFICAÇÃO DOS POLÍGONOS Você já viu um vitral? São aqueles painéis de vidro coloridos, muito comuns em igrejas. Os polígonos que compõem o vitral abaixo não são todos iguais. Eles possuem algu- mas características diferentes, que permitem classificá-los em diferentes grupos. Nesta seção, vamos utilizar os principais elementos de um polígono (lados, vértices e ângulos) para criar uma classificação para essas figuras geométricas. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 360 27/11/15 13:09 8361 M a t e m á t i c a 1 Registre o nome de cada polígono desenhado abaixo, indicando todos os seus vértices, ângulos e lados, conforme o exemplo. a) A C B b) P E O T c) F K J I H G 2 Complete a tabela a seguir com o número de vértices, de ângulos e de lados de cada um dos polígonos do item anterior. Polígono Número de vértices Número de ângulos Número de lados a) b) c) 3 Existe alguma relação entre o número de vértices, de ângulos e de lados de um polígono? Em caso af rmativo, explique essa relação. Nome CBA Vértices C, B e A Ângulos Ĉ , B̂ e  Lados CB , BA e CA Nome Vértices Ângulos Lados Nome Vértices Ângulos Lados AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 361 27/11/15 13:09 8 362 Ensino Fundamental Os polígonos são classificados de acordo com seu número de lados. Por exemplo, um polígono de 4 lados é classificado como quadrilátero. Um polígono de três lados é chamado triângulo. Lembre-se de que o número de ângulos de um po- lígono é sempre igual ao seu número de lados! Observe na tabela a seguir a classificação dos prin- cipais polígonos segundo o número de lados. A palavra quadrilátero é formada por dois ele- mentos da língua latina: quadri (quatro) e late- ro (lado”). Polígono Número de lados Classificação 3 triângulo 4 quadrilátero 5 pentágono 6 hexágono 7 heptágono 8 octógono AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 362 27/11/15 13:09 8363 M a te m á ti c a 1 A seguir temos a planta baixa de um apartamento, cujo contorno foi destacado em linha azul. a) Quantos lados tem o polígono delimitado pela linha azul? b) Faça uma pesquisa para descobrir o nome desse polígono, considerando sua classificação segundo o número de lados. 2 No espaço a seguir, desenhe, com sua régua, um heptágono e um quadrilátero. Nomeie seus vértices e dê o nome de cada polígono desenhado. EXERCÍCIO 2 Cozinha Hall Sala Suíte Quarto Varanda B an h e ir o B an h e ir o AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 363 27/11/15 13:09 8364 Ensino Fundamental 3 Observe os dois pentágonos abaixo. JA B R I L H O U N a) No pentágono ABRIL, todos os ângulos têm medidas iguais. A soma das medidas desses ângulos é igual a 540°. Quanto mede cada ângulo? b) No pentágono JUNHO, dois ângulos medem 150°. A soma das medidas de todos os ângulos deste pentágono tam- bém é igual a 540°. Quanto mede o ângulo Ô? OUTRA CLASSIFICAÇÃO: POLÍGONOS CONVEXOS E POLÍGONOS NÃO CONVEXOS Em uma aula de Geometria para o 6o ano, a professora pediu a cada aluno que desenhasse no caderno um hexágono. Observe os desenhos feitos por quatro alunos. Laura Bruna Rafael Gustavo Embora todos os desenhos estivessem corretos, os alunos perceberam que alguns hexágonos apresentavam características diferentes. Vamos analisá-los. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 364 27/11/15 13:09 8365 M a t e m á t i c a 1 Separe esses hexágonos em dois grupos. Indique qual característica você considerou para fazer essa separação. Ao separar os hexágonos, você pode ter levado em conta diferentes critérios. Por isso, diferentes respostas são possíveis. A partir de agora, vamos nos concentrar em uma das características. 2 Observe a seguir os desenhos de Laura e Gustavo, agora com quatro pontos assinalados. LauraLauraLaura Gustavo a) Usando uma régua, trace linhas retas ligando os quatro pontos do desenho de Laura. Em seguida, faça o mesmo com os quatro pontos do desenho de Gustavo. b) Todos os segmentos que você traçou no desenho de Laura estão inteiramente dentro do hexágono? c) Todos os segmentos que você traçou no desenho de Gustavo estão inteiramente dentro do hexágono? d) Traçando uma linha reta, é possível ligar dois pontos quaisquer do hexágono de Laura, de modo que o segmento obtido não esteja inteiramente dentro do hexágono? e) A característica que você constatou no hexágono de Laura permite classificá-lo como convexo. Já o hexágono de Gustavo é denominado não convexo. Observe os hexágonos desenhados por Rafael e Bruna. Qual deles é convexo? Um polígono é chamado convexo quando, sempre que unimos dois quaisquer de seus pontos por uma linha reta, o segmento obtido fica inteiramente dentro desse polígono. Se isso não é possível, ele é chamado não convexo. Polígono convexo Polígono não convexo De olho... nos polígonos convexos e não convexos AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 365 27/11/15 13:09 8366 Ensino Fundamental 1 Classif que os polígonos abaixo em convexos ou não convexos. a) b) c) d) 2 Usando sua régua, desenhe, na malha pontilhada abaixo, um hexágono convexo e um pentágono não convexo. Utilize os pontos da malha como vértices dos seus polígonos. Em seguida, nomeie os dois polígonos desenhados. Hexágono Pentágono EXERCÍCIO 3 DESAFIO Um polígono foi construído com 6 quadrados idênticos. a) Usando somente dois segmentos de reta, divida esse polígono em trêspartes iguais. b) Usando somente três segmentos de reta, divida esse polígono em quatro partes iguais. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 366 27/11/15 13:09 8367 M a t e m á t i c a 1 André desenhou uma grande estrela em uma das páginas de seu caderno de desenho. Esta estrela tem forma de um polígono com: a) 7 lados e 7 vértices. b) 7 lados e 14 vértices. c) 14 lados e 7 vértices. d) 14 lados e 14 vértices. 2 Para formar o padrão geométrico das calçadas da cidade de São Paulo, são usadas lajotas quadradas de três tipos: inteira branca, inteira preta e branca e preta dividida na diagonal. Os três tipos de lajota estão indicados em vermelho na f gura a seguir. ? Em uma lajota branca e preta, a diagonal divide o ângulo reto do quadrado em dois ângulos de medidas iguais. Com esta informação, podemos concluir que o ângulo indicado pelo símbolo ? na f gura acima mede: a) 90°. b) 100°. c) 120°. d) 135°. 3 Observe o mosaico ao lado, construído com várias cópias de um mesmo polígono. O polígono usado para construir este mosaico é um: a) retângulo. b) quadrilátero não convexo. c) hexágono não convexo. d) hexágono convexo. TESTE AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 367 27/11/15 13:09 8 368 Ensino Fundamental 1 Observe o polígono ao lado e faça o que se pede. a) Escreva o nome desse polígono. b) Quantos vértices ele tem? c) Quantos lados ele tem? Escreva o nome de todos eles. d) Escreva o nome de dois lados paralelos desse polígono. e) Escreva o nome de dois lados perpendiculares desse polígono. 2 Os polígonos abaixo podem ser usados para recobrir uma calçada plana, do mesmo modo que o polígono se- melhante ao mapa do estado de São Paulo é usado nos ladrilhos de calçadas, como você estudou no início deste Módulo. Observe que, ao juntarmos vários desses polígonos, eles vão se encaixando perfeitamente uns nos outros, formando um padrão geométrico. Considere os dois polígonos desenhados abaixo. 1 2 a) Qual dos dois polígonos poderia ser usado para recobrir uma calçada plana, sem que ficassem falhas entre eles? b) Recubra a malha quadriculada a seguir com o polígono que você escolheu no item a. Use duas cores para gerar o mesmo efeito do exemplo dado no início desta atividade. 3 Entre as f guras desenhadas a seguir, identif que: a) todas as que não representam polígonos; b) todos os octógonos; c) todos os polígonos de cinco vértices; d) todos os polígonos que apresentam pelo menos um ângulo reto. 1 2 3 4 5 6 7 8 EM CASA B R A SI L AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 368 27/11/15 13:09 8369 M a t e m á t i c a 4 Os locais onde ocorrem os combates da modalidade de luta MMA (em português, artes marciais mistas) são chama- dos de octógonos, devido ao seu formato. A soma das medidas de todos os ângulos do polígono que dá forma aos ringues de MMA é igual a 1 080°. Se todos os ângulos desse polígono têm a mesma medida, quanto mede cada um desses ângulos? 5 Para armazenar o mel em favos, as abelhas constroem células (os alvéo- los) com o formato de hexágonos regulares, isto é, hexágonos cujos lados e ângulos têm a mesma medida. Esse formato permite melhor aproveitamento de espaço e maior capacidade de armazenamento, já que todas as células compartilham suas paredes, não deixando nenhum vão livre entre elas. Com base nessa informação, calcule a medida de cada ângulo das células usadas pelas abelhas na construção de suas colmeias. 6 A bandeira mostrada abaixo à esquerda é de um estado brasileiro e a da direita é de um país da Europa. Uma das bandeiras é constituída por um polígono vermelho, e, a outra, por um polígono branco. a) Quantos lados tem cada um desses polígonos? b) Qual desses polígonos é convexo? E qual é não convexo? c) Faça uma pesquisa para descobrir a qual estado brasileiro pertence a bandeira da esquerda e a qual país da Europa pertence a bandeira da direita. 7 Desenhe cada polígono conforme as instruções dadas a seguir. Dê o nome de cada um deles. a) Quadrilátero convexo que tenha dois lados paralelos. b) Hexágono não convexo que tenha um ângulo reto. 8 Na letra P do seu glossário, anote a palavra pol’gono. Em seguida: • faça um desenho indicando seus principais elementos (lado, vértice e ângulo); • escreva o signif cado de polígono convexo e exemplif que com um desenho. IM A G O /K E Y S T O N E B R A S IL E A S Y F O T O S T O C K /A G B P H O T O M A G M A C 8 3 /S H U T T E R S T O C K /G L O W IM A G E S A N D R E Y _ K U Z M IN /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD18_356a369.indd 369 27/11/15 13:09 8370 Ensino Fundamental ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO: PROPRIEDADES E RELAÇÕES19 Neste Módulo, estudaremos algumas propriedades da adição e da subtração e as relações existentes entre essas operações. Vamos, inicialmente, recordar os termos dessas operações. Observe-os nos quadros abaixo: ADIÇÃO SUBTRAÇÃO 15 Parcelas 35 Minuendo (aquele que vai diminuir) 120 220 Subtraendo (quanto vai ser subtraído) 35 Soma ou total 15 Resto ou diferença Operação: Adição Operação: Subtração Sinal: 1 Sinal: 2 RELAÇÕES ENTRE A ADIÇÃO E A SUBTRAÇÃO Existem relações entre a adição e a subtração. Conheça algumas delas respondendo às questões propostas a seguir. 1 Qual é o número que deve ser adicionado a 10 para se obter 35? Registre como você pensou. 2 Qual é o número que deve ser adicionado a 57 para se obter 113? Que operação você pode fazer para obter esse número? 3 Subtraindo 27 unidades de um número, obtemos 18. Que número é esse? Que operação você pode fazer para chegar a esse resultado? A relação que você observou entre as ope- rações de adição e de subtração ocorre porque a subtração é a operação inversa da adição. Conhe- cendo-se o subtraendo e o resto, basta fazer a adição entre eles para se conhecer o minuendo. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 370 27/11/15 13:08 8371 M a t e m á t i c a 4 Verif que se essa relação entre uma operação e sua inversa pode ser usada para resolver a seguinte situação: Qual é o número que subtraído de 45 resulta 23? 5 Sintetize as relações que você estabeleceu entre a adição e a subtração. Para isso, complete a coluna da direita da tabela, calculando o termo desconhecido. • Como calcular a parcela desconhecida de uma adição: Operação dada Operação a ser realizada ? 1 32 51 • Como calcular o minuendo desconhecido de uma subtração: Operação dada Operação a ser realizada ? 2 39 27 • Como calcular o subtraendo desconhecido de uma subtração: Operação dada Operação a ser realizada 80 2 ? 37 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 371 27/11/15 13:08 8372 Ensino Fundamental Vamos utilizar essas relações e os nomes dos termos da adição e da subtração na resolução de situações-problema. 1 Numa adição, as parcelas são 219 e 326. Qual é a soma? 2 Numa subtração, o minuendo é 426 e o subtraendo é 297. Qual é o resto? 3 Numa subtração, o minuendo é 309 e o resto é 198. Calcule o subtraendo. 4 Numa subtração, o subtraendo é 137 e o resto é 936. Qual é o minuendo? 5 Observe a anotação de serviço prestado pela lavanderia aonde a mãe de Marcela costuma levar as roupas da casa. O valor pago pela lavagem das 3 calças ficou ilegível na nota. Calcule-o. 2 camisas ................... R$ 48,00 1 vestido ....................... R$ 32,00 3 calças ..................... R$ Total .......................... R$ 155,00 EXERCÍCIO 1 UMA PROPRIEDADE DA ADIÇÃO Caio e Pedro colecionam réplicas de carros de corrida. Caio tem 18 carros e Pedro, 15. Para cada situação dada a seguir, faça os cálculos necessários e registre na tabela com quantos carros f caria cada garoto e o total que os dois teriam juntos. K F S /I M A G E B R O K E R /G L O W I M A G E S IJ A N S E M P O I/ S H U T T E R S T OC K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 372 27/11/15 13:08 8373 M a t e m á t i c a a) Caio ganhou 5 carros no seu aniversário. b) Pedro ganhou 7 carros no Natal. c) Caio doou 5 dos seus carros, que eram repetidos, a uma creche no Natal, e Pedro ganhou 5. d) Cada um deles doou 3 de seus carros a uma creche. e) Ambos ganharam 4 carros no Dia das Crianças. f) Pedro doou 3 de seus carros a seu primo, e Caio ganhou 3. Situação Caio Pedro Total Referência 18 15 a b c d e f 1 Considere a tabela e as situações dadas no item anterior. a) Qual era o total de carros que Caio e Pedro tinham na situação dada como referência? b) Em que outras situações esse total se manteve? Explique por que isso aconteceu. 2 Considere a adição: 37 1 15 5 52 a) O que acontecerá com a soma dessa adição se somarmos 7 às duas parcelas? b) O que acontecerá com a soma dessa adição se subtrairmos 7 das duas parcelas? c) O que acontecerá com a soma dessa adição se subtrairmos 7 da primeira parcela e somarmos 7 à segunda parcela? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 373 27/11/15 13:08 8374 Ensino Fundamental d) Se somarmos 10 à primeira parcela, o que devemos fazer na segunda parcela para que a soma permaneça 52? e) Se subtrairmos 10 da primeira parcela, o que devemos fazer com a segunda parcela para que a soma permaneça 52? 3 Dada uma adição, que operações podem ser feitas em seus termos para que a soma permaneça a mesma? Dê um exemplo. UMA PROPRIEDADE DA SUBTRAÇÃO 1 Mateus e Rafael colecionam games cards. Mateus já tem 35 e Rafael tem apenas 10. Para cada situação dada a seguir, faça os cálculos necessários e registre na tabela com quantos game cards f caria cada menino e a diferença do número de game cards entre eles. a) Mateus ganhou 13 novos game cards. b) Rafael conseguiu 19 novos game cards. c) Rafael deu 9 game cards a seu primo Mateus. d) Cada um deles ganhou 15 novos game cards. e) Mateus deu 9 game cards a Rafael. f) Rafael deu 5 game cards a Mateus. g) Cada um deles perdeu 3 game cards. h) Mateus conseguiu 7 novos game cards e Rafael, 3. P H O T O A L T O /K E Y S T O N E B R A S IL AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 374 27/11/15 13:08 8375 M a t e m á t i c a Situação Mateus Rafael Diferença Referência 35 10 a b c d e f g h 2 Considere a tabela e as situações do item anterior. a) Qual é a diferença entre o número de game cards na situação dada como referência? b) Em que outras situações essa diferença permaneceu a mesma? Justifique por que isso aconteceu. 3 Considere a subtração: 42 – 19 5 23 a) O que acontecerá com a diferença dessa subtração se somarmos 5 ao minuendo? b) O que acontecerá com a diferença dessa subtração se somarmos 5 ao subtraendo? c) O que acontecerá com a diferença dessa subtração se subtrairmos 5 dos dois termos? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 375 27/11/15 13:08 8376 Ensino Fundamental d) O que acontecerá com a diferença dessa subtração se somarmos 5 ao minuendo e subtrairmos 5 do subtraendo? e) O que acontecerá com a diferença dessa subtração se somarmos 5 tanto ao minuendo como ao subtraendo? 4 Dada uma subtração, que operações podem ser feitas em seus termos para que a diferença entre eles não se altere? Dê um exemplo. ESTIMATIVAS E ESTRATÉGIAS DE CÁLCULO MENTAL Em muitas ocasiões, a estimativa e o cálculo mental são mais úteis para resolvermos algumas operações do que os próprios algoritmos. Estimar é pensar num valor que esteja próximo ao resultado, mas não há neces- sidade de chegar ao resultado exato. Para fazer uma estimativa, podemos usar proprie- dades do sistema de numeração decimal e das operações. Por exemplo, para a adição 857 1 136, podemos dizer que a soma está em torno de 1 000, pois podemos pensar em 850 1 150 5 1 000. Cálculo mental não é cálculo de cabeça, mas cálculo com estratégias pessoais. Sempre registramos as estratégias utilizadas de forma a saber explicá-las. Por exemplo: 275 1 53 5 275 1 58 5 15 25 280 1 53 5 280 1 20 1 33 5 300 1 33 5 333 Vamos realizar algumas adições e subtrações utilizando estimativa ou cálculo mental. 1 Em cada quadro existe uma regularidade. Complete-os e, em seguida, escreva qual é a regularidade existente. Quadro A Quadro B Quadro C 37 2 17 5 295 1 15 5 24 1 18 5 1 20 38 2 17 5 295 1 20 5 275 1 35 5 280 1 39 2 17 5 295 1 25 5 375 1 225 5 400 1 40 2 17 5 295 1 30 5 97 1 312 5 100 1 41 2 17 5 295 1 35 5 319 1 15 5 1 10 42 2 17 5 295 1 40 5 405 1 395 5 400 1 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 376 27/11/15 13:08 8377 M a te m á ti c a Regularidades existentes: Quadro A: Quadro B: Quadro C: 2 Calcule mentalmente as adições e subtrações. Registre suas estratégias. a) 58 1 172 5 b) 132 2 56 5 c) 819 1 673 5 d) 500 2 125 5 e) 614 1 236 5 f) 527 2 149 5 3 Para cada adição ou subtração, assinale qual número dentro dos parênteses representa a melhor estimativa. Registre como você pensou. a) 357 1 280 (600 2 500 2 680) b) 478 1 325 (780 2 800 2 833) c) 500 2 186 (300 2 320 2 315) d) 601 2 496 (100 2 90 2 110) EXERCÍCIO 2 Sílvia comprou um par de tênis e pagou com três notas de R$ 100,00. O caixa pediu mais R$ 1,50 para facilitar o troco e devolveu a ela R$ 5,00. a) Quanto custou o par de tênis? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 377 27/11/15 13:08 8 378 Ensino Fundamental b) Se Sílvia não tivesse dado R$ 1,50 a mais para o caixa, qual teria sido o troco? c) Na situação do item b, o valor a ser pago pelo tênis seria o mesmo? Por quê? 2 Num jogo de basquete, o time de Marcos fez 27 pontos a mais que o time adversário. Ao todo, foram feitos 83 pontos no jogo. Quantos pontos cada time fez? 3 A soma de dois números naturais consecutivos é 127. Quais são esses números? 4 A soma de dois números naturais pares e consecutivos é 94. Quais são esses números? TESTE 1 Em uma subtração, se somarmos 5 unidades ao minuendo e 5 unidades ao subtraendo, o resto: a) ficará acrescido de 10 unidades. b) ficará acrescido de 5 unidades. c) permanecerá inalterado. d) ficará reduzido de 5 unidades. 2 Assinale qual adição abaixo é equivalente a 756 1 317: a) 760 1 317 b) 750 1 317 c) 756 1 320 d) 760 1 313 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 378 27/11/15 13:08 8379 M a t e m á t i c a 3 Considere as igualdades: I. 426 – 138 5 438 – 138 – 12 II. 350 – 174 5 350 – 150 – 20 – 4 III. 561 – 249 5 561 – 261 1 12 É(são) verdadeira(s): a) nenhuma das três igualdades. b) as três igualdades. c) somente a igualdade I. d) somente as igualdades I e II. EM CASA 1 Numa subtração, o minuendo é 237 e o resto é 197. Determine o valor do subtraendo. 2 Na pirâmide ao lado, cada número de uma linha é a soma de dois números vizinhos da linha de baixo. Complete a pirâmide: 3 Considere a diferença de dois números naturais. Se o minuendo aumentar 15 unidades e o subtraendo diminuir de 7 unidades, a diferença aumentará ou diminuirá? Em quantas unidades? 4 Considere a diferença de dois números naturais. Se o minuendo e o subtraendo aumentarem 8 unidades, a dife- rença aumentará ou diminuirá? Em quantas unidades? 5 Responda às questões seguintes e dê um exemplo que justif que sua resposta: a) Qual é o número que sempre representa a diferença de dois números naturais consecutivos? b) A diferença entre dois números pares é sempre um número par ou um ímpar? c) A diferença entre dois números ímpares é sempre um número par ou um ímpar? d) A diferença entre um número par e um ímpar é sempre um número par ou um ímpar? 6 Numa adição de duas parcelas, se cada parcela dobrar, o que acontecerá com a soma? 7 Considere uma adição de quatro parcelas. Se a cada parcela aumentarmos 5 unidades, em quanto aumentará a soma? 8 Qual é a diferença entre o maior e o menor número de três algarismos distintos (diferentes) e signif cativos forma- dos por 2, 7 e 0? 9 Qual é a diferença entre o maiore o menor número formados por três algarismos distintos e signif cativos? 10 No seu glossário, anote: • na letra A, adição e dê um exemplo escrevendo os nomes dos termos dessa operação matemática; • na letra S, subtração e dê um exemplo indicando os nomes dos termos dessa operação matemática. 90 45 27 73 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD19_370a379.indd 379 27/11/15 13:08 8380 Ensino Fundamental ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS DECIMAIS20 Nestas aulas, vamos trabalhar as operações de adição e subtração com números de- cimais. Elas são muito semelhantes às operações de adição e de subtração dos números naturais e têm as mesmas propriedades exploradas no Módulo anterior. ALGORITMO DA ADIÇÃO E DA SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS DECIMAIS Para a realização do algoritmo (conta armada), é preciso considerar a parte inteira e a parte decimal do número para que as diferentes ordens fiquem em correspondência. 1 Seja a adição: 2,36 1 1,4 Dezenas Unidades , Décimos Centésimos Milésimos 2 , 3 6 1 , 4 Você já sabe que podemos acrescentar zeros ao f nal de um número decimal sem que ele se altere. Por isso, sempre deixamos os números com a mesma quantidade de ordens decimais. Desse modo, temos o seguinte algoritmo para a adição acima: 1 2,36 1,40 3,76 2 Procedemos da mesma forma para a subtração. Seja: 46 2 2,5 Dezenas Unidades , Décimos Centésimos Milésimos 4 6 , 2 , 5 Inicialmente, deixamos os números com a mesma quantidade de ordens decimais, depois aplicamos o algoritmo: 46,0 2,5 43,5 2 Veja outros exemplos: 9 2 0,975 5 25,3 1 0,62 1 42 5 9,000 25,30 20,975 1 0,62 8,025 42,00 67,92 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 380 27/11/15 13:08 8381 M a te m á ti c a 1 Aplicando o algoritmo, resolva as adições abaixo: a) 3,02 1 4,54 5 b) 34 1 3,4 5 c) 0,009 1 52,1 5 d) 11,37 1 1,46 1 6 5 e) 7 1 3,65 1 0,007 5 f) 0,2 1 4,002 1 5 5 2 Aplicando o algoritmo, resolva as subtrações seguintes: a) 8,07 2 3,54 5 b) 76 2 5,7 5 c) 0,309 2 0,21 5 d) 21,87 2 5 5 e) 6 2 3,65 5 f) 24 2 3,002 5 EXERCÍCIO 1 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 381 27/11/15 13:08 8382 Ensino Fundamental 3 Vamos voltar ao gráf co “Taxa de matrícula no Brasil, por faixa etária”, do Módulo 15. a) Qual é a diferença percentual entre 2013 e 2004 na faixa etária com o maior número de matrículas? b) Para cada faixa etária, calcule o aumento percentual do número de matrículas de 2004 para 2013. c) Com base nos resultados do item anterior, em qual faixa etária houve o maior aumento percentual de matrículas no período pesquisado? 4 Antônia gastou R$ 180,00 num dia. Ela anotou a maioria das compras, mas se esqueceu de marcar quanto gastou com os brinquedos. Descubra esse valor e registre como você pensou. • Açougue R$ 42,40 • Farmácia R$ 38,75 • Brinquedo • Padaria R$ 12,30 • Livraria R$ 24,35 Total R$ 180,00 F o n te : IB G E , P e s q u is a N a c io n a l p o r A m o s tr a d e D o m ic ’li o s 2 0 0 4 /2 0 1 3 . Taxa de matrícula no Brasil, por faixa etária 0 20 40 60 80 100 13,4 23,2 96,1 61,5 81,4 81,8 98,4 84,3 0 a 3 anos 4 a 5 anos 6 a 14 anos 15 a 17 anos 2004 2013 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 382 27/11/15 13:08 8383 M a t e m á t i c a 5 Calcule mentalmente as adições e subtrações seguintes. Registre suas estratégias. a) 11,75 1 8,100 5 b) 2,10 1 0,09 5 c) 21,21 1 0,704 5 d) 11,75 2 8,100 5 e) 2,16 2 0,09 5 f) 4,1 2 0,7 5 6 Numa adição de números decimais, a primeira parcela é 2,75 e a soma é 10. Determine o valor da segunda parcela. 7 Numa subtração, o subtraendo é 4,327, e a diferença é 6,05. Determine o valor do minuendo. 8 Determine o termo desconhecido em cada operação. Use seu caderno para fazer os cálculos. a) 3,75 – 5 2,976 b) 13,08 1 5 20,716 c) 7,5 1 5 1 5 20 d) 2 3,93 5 1,1 e) 30,2 2 5 18,5 f) 2 0,075 5 3,5 9 Para cada adição ou subtração, faça o seguinte: • Estime qual número dentro dos parênteses é o mais próximo do resultado. Circule-o. • Explique como você pensou. a) 5,8 1 0,72 5 (5,872 6,0 6,5 5,728) b) 13,2 2 5,16 5 (8,4 8 8,14 7,94) c) 8,19 1 0,673 5 (14,92 14,173 9,27 8,87) d) 0,5 2 0,125 5 (0,3 0,38 0,12 0,75) AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 383 27/11/15 13:08 8 384 Ensino Fundamental Use a tabela a seguir para responder aos testes. A tabela traz a população mundial nos primeiros anos do século XXI e a respectiva porcentagem de crescimento em relação ao ano anterior. 10 Em cada quadro existe uma regularidade. Complete-os e, em seguida, escreva qual é a regularidade existente. Quadro A Quadro B Quadro C 35 2 0,1 5 29,5 1 1,5 5 24,2 1 1,8 5 1 2,0 36 2 0,1 5 29,5 1 2,0 5 27,5 1 3,5 5 28 1 37 2 0,1 5 29,5 1 2,5 5 3,75 1 2,25 5 4,0 1 38 2 0,1 5 29,5 1 3,0 5 0,9 1 0,312 5 1,0 1 39 2 0,1 5 29,5 1 3,5 5 3,19 1 0,15 5 1 0,14 40 2 0,1 5 29,5 1 4,0 5 4,05 1 3,95 5 4,0 1 Regularidades existentes: Quadro A: Quadro B: Quadro C: DESAFIO Adição aos pares Observe as duas sequências de números: 2 ♦ 5 ♦ 7 ♦ 12 ♦ 19 ... 1 ♦ 1 ♦ 2 ♦ 3 ♦ 5 ... Você já percebeu a lógica de formação dessas sequências? Você poderá criar outras sequências de números como essas. Comece com dois números quaisquer, um ao lado do outro. Faça a soma deles e escreva o resultado à direita. Esse será o terceiro número da sequência. Agora é só continuar. Cada novo número será a soma dos dois precedentes. O desafio consiste em você descobrir uma relação existente entre o sétimo número da sequência e a soma dos dez primeiros números. Qual é esta relação? MILLINGTON, J. Petiscos matem‡ticos: Ideias interessantes para ocupar os momentos de lazer. Lisboa, 2003, p. 83. (Adaptado.) TESTE AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 384 27/11/15 13:08 8385 M a t e m á t i c a 1 Observando o aumento percentual da população mundial, é correto concluir que: a) o aumento da população vem diminuindo a cada ano. b) a diferença percentual de um ano para outro tem se mantido em 0,01%. c) o único aumento percentual ocorrido foi em 2011. d) em 2001 e 2011, verificou-se o mesmo aumento percentual da população mundial. 2 Convertendo para a escrita simplif cada as populações da tabela, concluímos que, em: a) 2001, a população mundial era de 6,1 bilhões de pessoas. b) 2013, a população mundial era de 7,1 bilhões de pessoas. c) 2008, a população mundial era de 6,6 bilhões de pessoas. d) 2015, a população mundial era de 7,2 bilhões de pessoas. EM CASA 1 Resolva as adições e subtrações: a) 6 1 0,35 1 37 5 ? b) 0,032 1 1,7 1 2 5 ? c) 50 1 3,06 5 ? d) 1,4 1 0,750 5 ? e) 0,2 1 0,55 1 3,6 5 ? f) 40 – 3,75 5 ? g) 18 – 1,8 5 ? h) 0,076 – 0,009 5 ? i) 75 – 7,5 5 ? Ano População Crescimento (em %) 2001 6 155 012 014 1,28 2002 6 232 666 638 1,26 2003 6 309 979 314 1,24 2004 6 387 631 916 1,23 2005 6 465 450 700 1,22 2006 6 543 264 334 1,20 2007 6 620 996 667 1,19 2008 6 699 876 576 1,19 2009 6 778 968 904 1,18 2010 6 858 401 996 1,17 2011 6 946 106 432 1,28 2012 7 023 092 871 1,11 2013 7 101 880 810 1,12 2014 7 181 970 114 1,13 2015 7 263 339 729 1,13 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 385 27/11/15 13:08 8 386 Ensino Fundamental 2 Qual é a diferença entre: a) 7,6 e 3,7 ? b) 76,53 e 27,26 ? 3 Complete as pirâmides em que cada número de uma linha é a soma de dois números vizinhos da linha de baixo. 25,67 41,48 1,3 0,92 25,30,37 25,6 9,013 25,18 110,993 0,90,0151,29 Figura 1 Figura 2 4 O gráf co traz dados relativos ao percentual da população que acessa internet em diferentes regiões do mundo. América do Norte 78,6 Oceania 67,6 Europa 63,2 América Latina e Caribe 42,9 Oriente Médio 40,2 Ásia 27,5 África 15,6 A presença de internet no mundo (em %) Disponívelem: https://almanaque.abril.com.br/graficos_e_tabelas#!lightbox/37/. Acesso em: 27 mar. 2015. a) Qual é a diferença percentual entre o maior e o menor usuário? b) Pode-se dizer que Ásia e África, juntas, têm o mesmo percentual que o Oriente Médio? Justifique. c) Embora na Ásia tenha um percentual de 27,5% da população conectada à internet, ela conta com, aproxi- madamente, 44% das conexões de todo o mundo. Isso porque esse é o continente mais populoso do planeta. Se a população mundial é de aproximadamente 7,3 bilhões de habitantes, quantas pessoas estão conectadas à internet na Ásia? Use cálculo mental e deixe sua estratégia registrada. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD20_380a386.indd 386 27/11/15 13:08 8387 M a te m á ti c a MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS21 A multiplicação e a divisão fazem parte de seus estudos matemáticos desde que você iniciou o Ensino Fundamental. Neste Módulo, vamos retomar alguns conceitos já explorados em aulas anteriores para compreendermos o algoritmo da multiplicação de decimais. A MULTIPLICAÇÃO Reveja os nomes dos termos da multiplicação: 12 Fatores 33 36 Produto Sinal: 3 Termos: Fatores e produto O que você entende por multiplicação? Há quatro significados possíveis para essa operação. Veja: 1. A multiplicação pode ser interpretada como uma adição de parcelas iguais. Por exemplo: 3 3 12 5 36. Pode-se dizer que 36 é 3 vezes 12. O primeiro fator determina o número de vezes (3) que a parcela (12) se repetirá. Por esse motivo, o primeiro fator é denominado multiplicador, e o segundo, multiplicando. Observe que, em 12 vezes 3, o produto também é 36; no entanto, o multiplicador é 12 e o multiplicando é 3, ou seja, a parcela 3 irá se repetir 12 vezes. 2. A multiplicação pode ser interpretada também como o resultado de uma contagem na configuração retangular. Por exemplo: M A D L E N /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S Observe que é possível representar a quantidade de elementos da imagem da esquerda por meio de uma multiplicação: 3 3 2 ou 2 3 3. Na figura da direita, temos uma malha quadriculada com 2 linhas e 4 colunas, cujo total de quadrados pode ser o resultado de 2 3 4 ou 4 3 2. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 387 27/11/15 13:07 8388 Ensino Fundamental 3. A multiplicação pode ser interpretada como uma combinação. Por exemplo: se você dispõe de 2 calças e 3 camisetas, poderá combinar essas peças de 6 maneiras diferentes para se vestir. 4. A multiplicação pode ser interpretada como um contexto multiplicativo. Nesse caso, usamos a palavra “vezes”. Veja alguns contextos que ilustram essa ideia: • Numa classe, o número de meninos é 3 vezes o número de meninas. Se na classe houver 8 meninas, os meninos serão 24, pois 3 3 8 5 24. • 10 é 5 vezes maior que 2. • O salário de um profissional com Ensino Superior é 2 vezes o salário de um profissional com Ensino Médio. Fique atento ao contexto em que aparece a palavra vezes, pois ela também pode indicar uma divisão. Você trabalhou com essas ideias na multiplicação e na divisão por 10. Por exemplo, tornou o número 10 vezes maior ou 10 vezes menor. Tornar 10 vezes maior é multiplicar por 10; tornar 10 vezes menor é dividir por 10. A DIVISÃO A divisão apresenta dois significados. Dividir é repartir em partes iguais (ideia de reparti- ção); e dividir é verificar quantas vezes uma quantidade cabe em outra (ideia de medição). Recorde os nomes dos termos da divisão: 12 ; 4 5 3 Dividendo Divisor 123 3 ou 00 41 Sinal: ; ou Termos: Dividendo, divisor e quociente Quociente Dividendo Divisor Quociente No caso de divisão exata, temos: quociente 3 divisor 5 dividendo. No entanto, quando se tratar de divisão não exata (ou divisão com quociente e resto), o mais adequado é representá-la por meio da chave. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 388 27/11/15 13:07 8389 M a te m á ti c a Dividendo Divisor 125 3 02 41 Resto Quociente Nesse caso de divisão não exata, temos: quociente 3 divisor 1 resto 5 dividendo. De acordo com o exemplo acima, podemos escrever: 41 3 3 1 2 5 125 RELAÇÕES ENTRE A MULTIPLICAÇÃO E A DIVISÃO Entre a multiplicação e a divisão, também existem relações como as existentes entre a adição e a subtração. Vamos explorá-las! 1 Numa multiplicação, um dos fatores é 15 e o produto é 180. Qual é o outro fator? Que operação pode ser feita para obter esse número? 2 Numa divisão exata, o divisor é 13 e o quociente é 12. Qual é o dividendo? Que operação pode ser feita para obter esse número? 3 Numa divisão não exata, o divisor é 12, o quociente é 13 e o resto é 7. Qual é o dividendo? Que operações podem ser feitas para obter esse número? 4 Suponha que você conheça o dividendo e o quociente de uma divisão. O que você precisa fazer para descobrir o divisor? Por exemplo: numa divisão exata, o dividendo é 144 e o quociente é 18. Qual é o divisor? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 389 27/11/15 13:07 8390 Ensino Fundamental 5 Sintetize, nos quadros a seguir, as relações que você estabeleceu entre a multiplicação e a divisão. Na coluna da direita, indique o modo de calcular o termo desconhecido. • Como calcular o fator desconhecido de uma multiplicação: Operação dada Operação a ser realizada 32 3 ? 5 416 • Como calcular o dividendo desconhecido de uma divisão exata: Operação dada Operação a ser realizada ? ; 15 5 13 • Como calcular o divisor desconhecido de uma divisão exata: Operação dada Operação a ser realizada 240 ; ? 5 16 • Como calcular o dividendo de uma divisão não exata: Operação dada Operação a ser realizada ? 14 07 21 EXERCÍCIO 1 1 Numa multiplicação, os fatores são 25 e 49. Qual é o produto? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 390 27/11/15 13:07 8391 M a t e m á t i c a 2 Numa multiplicação, um dos fatores é 67 e o produto é 871. Qual é o outro fator? 3 Numa divisão, o dividendo é 875 e o divisor é 32. Qual é o quociente? Há resto? Se houver, determine-o. 4 Numa divisão exata, o quociente é 35 e o divisor é 12. Qual é o dividendo? 5 Numa divisão não exata, o quociente é 27, o divisor é 13 e o resto é 9. Qual é o dividendo? 6 Numa divisão não exata em que o divisor é 8, quais são os restos possíveis? 7 Numa divisão não exata, o divisor é 49, o quociente é 15 e o resto é o maior possível. Determine o dividendo. 8 Determine o dividendo de uma divisão não exata que tem 25 como quociente e 14 como resto, sendo este o maior possível. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 391 27/11/15 13:07 8 392 Ensino Fundamental 9 O professor André propôs à turma a seguinte situação: Veja como Marcos resolveu a questão: Explique o raciocínio utilizado por Marcos. 10 Resolva os itens a seguir com esquemas adequados, como fez Marcos na atividade anterior. Não se esqueça de dar as respostas a cada situação. a) Pensei em um número; somei-o com 25. Multiplicando o resultado por 8, obtive 320. Em que número pensei? b) Pensei em um número e dele subtraí 12. Multipliquei o resultado por 3 e obtive 219. Em que número pensei? 39 3 3 115 39 3 3 115 Pensei em um número e multipliquei-o por 3. Somei 15 ao resultado e obtive 39. Em que número pensei? 21543 39 2 15 5 24 24 4 3 5 8 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 392 27/11/15 13:07 8393 M a te m á ti c a UMA PROPRIEDADE DA MULTIPLICAÇÃO Vamos conhecer uma propriedade que nos ajudará a compreender os procedimentos para multiplicar números decimais. 1 Para responder aos próximos itens, considere a seguinte multiplicação: 8 3 5 40 a) O que acontecerá com o produto se o fator 8 for multiplicado por 2? Complete o esquema indicando essa multipli- cação. 8 3 2 3 5 3 5 40 b) O que acontecerá com o produto se o fator 5 for multiplicado por 4? c) O que acontecerá com o produto se o fator 8 for multiplicado por 2 e o fator 5, por 4? Indique essas multiplicações em um esquema. d) O que acontecerá como produto se os dois fatores forem multiplicados por 10? Indique essas multiplicações em um esquema. e) O que acontecerá com o produto se o fator 8 for multiplicado por 10, e o 5, por 100? Indique essas multiplicações em um esquema. Síntese 1 – Transformações realizadas na multiplicação O que você pode concluir das respostas obtidas nos itens anteriores? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 393 27/11/15 13:07 8 394 Ensino Fundamental 2 Complete os esquemas sem usar algoritmo. a) 15 3 10 3 3 10 b) 6 3 10 3 3 100 c) 0,5 3 10 3 3 10 d) 1,2 3 10 3 3 100 e) 0,25 3 100 3 3 10 f) 0,015 3 100 3 3 100 3 Transformando números decimais em naturais. a) Complete: 0,35 3 10 5 0,35 3 100 5 Qual das multiplicações acima tornou possível transformar o número decimal em natural (isto é, aquela cujo produto é um número natural)? b) Complete: 0,015 3 10 5 0,015 3 100 5 0,015 3 1 000 5 Qual das multiplicações acima tornou possível transformar o número decimal em natural (isto é, aquela cujo produto é um número natural)? c) Usando o mesmo raciocínio, transforme os números decimais a seguir em naturais. 2,5 3 5 0,005 3 5 0,12 3 5 0,032 3 5 0,05 3 5 3,04 3 5 Síntese 2 – Transformação de um número decimal em um número natural Você constatou que é sempre possível transformar um número decimal em um número natural formado pelos mesmos algarismos signifi cativos. Qual é o critério a ser utilizado para essa transformação? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 394 27/11/15 13:07 8395 M a te m á ti c a MULTIPLICAÇÃO DE DECIMAIS: O PROCEDIMENTO DA COMPENSAÇÃO 1 Use a calculadora para fazer o que se pede. a) Calcule: 15 3 14 5 b) Calcule: 15 3 1,4 5 c) Calcule 1,5 3 1,4 5 d) Observe os resultados dos itens a e b. O que é necessário fazer no resultado do item a para obter o do item b? e) Observe os resultados dos itens a e c. O que é necessário fazer no resultado do item a para obter o do item c? 2 Calcule 24 3 0,3 sem utilizar calculadora. a) Transforme 0,3 no número natural 3. O que é necessário fazer? b) Multiplique: 24 3 3. c) Divida o resultado do item b por 10. d) Quanto é 24 3 0,3? Síntese 3 – Procedimentos para multiplicar dois números decimais Você deve ter percebido que, multiplicando um dos fatores de uma multiplicação por 10 e dividindo o produto por 10, o resultado não se altera. Isso ocorre porque há uma compensação. Sistematizando este raciocínio, temos: 24 3 0,3 5 24 24 24 3 0,3 3 3 3 0,3 72 7,2 3 10 ; 10 Outro exemplo: 1,5 3 1,4 5 1,5 15 1,5 3 1,4 3 14 3 1,4 60 60 1 150 1 150 210 2,10 3 10 3 10 ; 100 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 395 27/11/15 13:07 8396 Ensino Fundamental Aplique o procedimento da compensação e, sem utilizar a calculadora, efetue as seguintes multiplicações: a) 18 3 1,5 5 b) 12 3 0,25 5 c) 16 3 0,028 5 d) 1,5 3 12 5 e) 1,5 3 1,7 5 f) 2,4 3 0,19 5 EXERCÍCIO 2 MULTIPLICAÇÃO DE DECIMAIS: DESCOBRINDO UMA REGRA 1 Usando a calculadora, efetue as multiplicações e anote os resultados obtidos. a) 15 3 25 5 15 3 2,5 5 15 3 0,25 5 15 3 0,025 5 b) 9 3 135 5 9 3 13,5 5 9 3 1,35 5 9 3 0,135 5 Síntese 4 – Regra para a multiplicação de um número natural por um decimal O que você observa nas ordens decimais do produto da multiplicação de um número natural por um decimal? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 396 27/11/15 13:07 8397 M a t e m á t i c a 2 Efetue na calculadora apenas a primeira multiplicação de cada item. Aplicando a conclusão da síntese 4, dê os demais produtos. a) 125 3 65 125 3 0,6 5 125 3 0,06 5 125 3 0,006 5 b) 35 3 12 5 3,5 3 12 5 0,35 3 12 5 0,035 3 12 5 3 Usando a calculadora, efetue as multiplicações e anote os resultados obtidos. a) 14 3 24 5 1,4 3 24 5 14 3 2,4 5 1,4 3 2,4 5 b) 6 3 25 5 6 3 2,5 5 0,6 3 25 5 0,6 3 2,5 5 c) 12 3 31 5 12 3 3,1 5 1,2 3 31 5 1,2 3 3,1 5 d) 18 3 15 5 18 3 1,5 5 1,8 3 1,5 5 0,18 3 1,5 5 Síntese 5 – Regra para a multiplicação de números decimais O que você observa nas ordens decimais do produto da multiplicação de números decimais? 4 Vamos comparar as conclusões das sínteses 4 e 5 com o procedimento da compensação. Veja: 0,2 3 0,3 0,2 3 0,3 0,2 2 0,2 3 0,3 3 3 3 0,3 6 0,06 ; 100 3 10 3 10 5 5 0,2 3 0,3 5 6 2 3 3 5 6 6 : 100 5 0,06 0,2 3 0,3 5 0,06 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 397 27/11/15 13:07 8398 Ensino Fundamental Pode-se dizer que contar as ordens decimais é uma forma simplifi cada de usar o procedimento da compensação? Justifi que sua resposta. EXERCÍCIO 3 1 Calcule mentalmente as seguintes multiplicações: a) 2 3 0,3 5 b) 0,2 3 3 5 c) 0,2 3 0,3 5 d) 0,3 3 5 5 e) 3 3 0,5 5 f) 0,3 3 0,5 5 g) 12 3 5 5 h) 1,2 3 5 5 i) 12 3 0,5 5 j) 0,01 3 0,02 5 2 Calcule as potências. a) (0,5)2 5 b) (0,2)3 5 c) (0,3)3 5 d) (1,5)2 5 e) (0,1)4 5 f) (2,3)2 5 g) (0,8)2 5 h) (1,2)2 5 i) (0,2)4 5 j) (0,5)3 5 (0,5)2 5 0,5 3 0,5 TESTE 1 Entre os números abaixo, representa um número natural: a) 4,25 310 b) 0,075 3 102 c) 1,05 3 10 d) 0,50 3 10 2 O resultado da multiplicação 1 014 3 0,5 é: a) 50,7 b) 507 c) 2 028 d) 5 070 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 398 27/11/15 13:07 8399 M a t e m á t i c a 3 (Enem) Para dificultar o trabalho de falsificadores, foi lançada uma nova família de cédulas do real. Com tamanho variá- vel – quanto maior o valor, maior a nota – o dinheiro novo tem vários elementos de segurança. As cédulas anteriores tinham 14 cm de comprimento e 6,5 cm de largura. A maior cédula é a de R$ 100,00, com 1,6 cm a mais no compri- mento e 0,5 cm maior na largura. Disponível em: http://br.noticias.yahoo.com. Acesso em: 20 abr. 2010. Adaptado. Quais são as dimensões da atual nota de R$ 100,00? a) 15,6 cm de comprimento e 6 cm de largura. b) 15,6 cm de comprimento e 6,5 cm de largura. c) 15,6 cm de comprimento e 7 cm de largura. d) 15,9 cm de comprimento e 6,5 cm de largura. 4 (UFG-GO) Uma pessoa fez uma compra em um supermercado no valor de R$ 77,00. Ao efetuar o pagamento com uma nota de R$ 100,00, o operador de caixa informou-lhe que dispunha apenas de notas de R$ 10,00 para o troco. O cliente verificou que ainda tinha em sua carteira R$ 73,00, sendo três notas de R$ 10,00, oito notas de R$ 5,00 e três moedas de R$ 1,00. O menor valor que o cliente deve repassar ao operador de caixa, para facilitar o troco, considerando-se o dinheiro que tinha em sua carteira, é: a) R$ 103,00. b) R$ 107,00. c) R$ 113,00. d) R$ 117,00. EM CASA 1 Copie em seu caderno os esquemas abaixo completando os números que faltam. a) ? ? 139 132 ? 401 7261 1 1 b) ? 1 620 ? 12 ? 180 16 2003 3 3 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 399 27/11/15 13:07 8 400 Ensino Fundamental 2 Descubra os números desconhecidos representados pelas letras A, B, C, D, E e F. Registre os cálculos no caderno. Dividendo Divisor Quociente Resto 396 15 A B 946 C 22 0 D 27 18 0 E 31 16 9 F 27 12 8 3 Multiplique por 10: a) 25 b) 315 c) 0,5 d) 0,015 e) 3,75 4 Divida por 10: a) 450 b) 327 c) 25 d) 32 e) 0,05 5 Multiplique por 100: a) 25 b) 220 c) 0,1 d) 0,15 e) 2,327 6 Divida por 100: a) 2500 b) 370 c) 42 d) 0,5 e) 0,25 7 Descubra os números desconhecidos dos esquemas a seguir. a) ? 75 ? ; 5 1 19 b) ? ? 240 2 35 3 8 8 Pensei em um número e o dividi por 3. Ao resultado, somei 18 e obtive 63. Em que número pensei? 9 Crie uma situação-problema para o esquema abaixo. Em seguida, resolva-a. ? ? 85 3 8 2 35 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 400 27/11/15 13:07 8401 M a t e m á t i c a 10 Na correção da tarefa de Rafael, o professor apontou as multiplicações incorretas. Encontre os erros e explique comoas multiplicações deveriam ser feitas. a) 1,8 18 1,8 3 1,2 3 12 3 1,2 36 36 1 180 1 180 216 2,16 3 10 3 10 ; 10 b) 2,5 25 25 3 0,9 3 0,9 3 0,9 225 22,5 3 10 ; 10 c) 2,75 275 2,75 3 0,04 3 4 3 0,04 1 100 1,100 3 100 3 10 ; 1 000 11 Calcule os produtos, aplicando o procedimento da compensação. a) 0,05 3 1,2 b) 3,5 3 0,12 c) 0,32 3 1,9 d) 0,128 3 0,2 e) 1,2 3 1,9 f) 0,006 3 0,4 12 Calcule mentalmente, fazendo os registros no caderno. a) 0,7 3 3 b) (0,3)2 c) 0,6 3 0,2 d) (0,6)2 e) (0,4)³ f) 3 3 0,7 g) 10 3 0,5 h) 0,4 3 5 i) 0,4 3 0,5 j) (0,10)2 13 Faça anotações no seu glossário: a) Na letra M, escreva multiplicação e registre: • os signifi cados da multiplicação; • os nomes dos termos da multiplicação; • os procedimentos para multiplicar números decimais. b) Na letra D, escreva divisão e registre: • os signifi cados da divisão; • os nomes dos termos da divisão. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD21_387a401.indd 401 27/11/15 13:07 8402 Ensino Fundamental RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS22 Para resolver os problemas propostos neste Módulo, você utilizará os procedimentos trabalhados no Caderno anterior. Não se esqueça de registrar suas estratégias, que serão compartilhadas com a classe. 1 (Enem – Adaptado) A Secretaria de Saúde de um município avalia um programa que disponibiliza, para cada aluno de uma escola municipal, uma bicicleta, que deve ser usada no trajeto de ida e volta entre sua casa e a escola. Na fase de implantação do programa, o aluno que morava mais distante da escola realizou sempre o mesmo trajeto, re- presentado na fi gura. Cada lado do quadradinho da malha (1 cm) corresponde a 25 000 cm do percurso real. Quantos quilômetros esse aluno percorreu, por semana, na fase de implantação do programa? 1 cm Casa Escola 1 cm D A S H A R O S A T O /S H U T T E R S T O C K /G L O W I M A G E S AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 402 27/11/15 13:07 8403 M a te m á ti c a 2 A pizzaria Bom Sabor registrou suas vendas de setembro a dezembro. O pictograma mostra o número de pizzas vendidas em cada mês. Vendas da pizzaria Bom Sabor Setembro Outubro Novembro Dezembro 5 200 pizzas a) Em que mês foram vendidas 550 pizzas? Registre como você pensou. b) Quantas pizzas foram vendidas nesse período? Registre como você pensou. c) Sabendo-se que um quinto das pizzas vendidas em outubro é de muçarela, quantas pizzas de muçarela foram vendi- das nesse mês? Registre como você pensou. Pictograma é um gráfico (de barras, colunas ou curvas) em que são usados símbolos ou de- senhos para representar o objeto ou fenômeno que está sendo analisado. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 403 27/11/15 13:07 8 404 Ensino Fundamental 3 Carla gosta muito de pizza com frango. Sábado é dia de sua família pedir pizza para o lanche da noite. Ao consultar o folheto da pizzaria para fazer o pedido, Carla constatou que havia três opções de pizza com frango: • com milho verde; • com catupiri; • com palmito. Além disso, pode-se escolher entre: • borda simples; • borda recheada com catupiri. Carla pensou: quantos tipos diferentes de pizza eu posso escolher? Vamos ajudar Carla! 4 Rogério vai a pé para o colégio todos os dias. Às quartas-feiras, ele almoça na cantina do colégio e vai direto ao clube, onde faz aulas de basquete. Para ir de casa ao colégio, há três caminhos diferentes; para ir do colégio ao clube, há quatro caminhos diferentes. a) Represente nas imagens abaixo as diferentes opções de caminho que Rogério tem. b) De quantas maneiras diferentes Rogério pode fazer o percurso de sua casa ao clube às quartas-feiras? E A S Y F O T O S T O C K /A G B P H O T O AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 404 27/11/15 13:07 8405 M a t e m á t i c a 5 Paula foi passar o fi m de semana com seus avós em um hotel-fazenda. Durante um passeio, seu avô comentou: — Paula, percebi que neste hotel há tantos carneiros quantas são as galinhas! E sua avó completou: — E todos juntos têm 30 patas! Paula se viu diante de um problema. Ajude Paula a descobrir quantos carneiros e quantas galinhas seus avós viram! DESAFIO Quadrados pintados Observe o retângulo dividido em quadrados. De quantas maneiras diferentes podemos colorir três quadrados desse retângulo? Atenção! As quatro fi guras abaixo representam uma única composição. É só girar o retângulo ou refl eti-lo. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 405 27/11/15 13:07 8 406 Ensino Fundamental 1 Os alunos do 6o ano da escola de Ana Rita fazem coleta de papel usado para vender a uma cooperativa de reciclagem. Eles conseguiram um total de 450 kg de papel. Com o dinheiro arrecadado, eles compram livros para a biblioteca da escola. A turma de Ana Rita fez um pictograma para representar a quantidade de papel recolhida em cada classe. 6o A 6o B 6o C 6o D Coleta de papel pelas turmas do 6o ano A quantidade de papel representada pelo símbolo e a quantidade de papel recolhida pelo 6o ano B valem, respec- tivamente, a) 50 kg e 150 kg. b) 50 kg e 300 kg. c) 25 kg e 150 kg. d) 25 kg e 300 kg. 2 Cláudia gosta de fazer bijuterias em suas horas de folga. Ela está fazendo um colar de contas, seguindo uma sequência de brancas e pretas. Uma parte do colar está dentro da caixa. Pode-se dizer que dentro da caixa há, na sequência: a) 4 contas pretas, 2 contas brancas e 5 contas pretas. b) 1 conta branca e 9 contas pretas. c) 3 contas pretas, 1 conta branca e 3 contas pretas. d) 4 contas pretas, 1 conta branca e 3 contas pretas. TESTE AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 406 27/11/15 13:07 8407 M a te m á ti c a Resolva os problemas e registre seu raciocínio. 1 Quatro amigos, Caio, Paulo, Fernando e Pedro, economizaram suas mesadas para comprar um videogame que custou R$ 240,00. Veja a declaração dos garotos sobre a quantia com que cada um deles contribuiu: Caio: — Eu dei apenas R$ 20,00. Paulo: — Nós demos quantias diferentes, mas só usamos notas de R$ 10,00. Pedro: — Eu dei R$ 20,00 a mais que Fernando. Quantos reais cada um pode ter dado para a compra desse jogo? 2 O professor Carlos, do 6o ano A, propôs o seguinte problema aos alunos: Uma competição de ciclismo premiará o corredor que primeiro completar as 5 voltas em uma pista de 12,5 km. Em 1 hora de corrida, um ciclista conseguiu dar 3,5 voltas. Quantos quilômetros esse atleta percorreu? Veja a estratégia utilizada por dois alunos da turma: Ana Cristina 12,5 12,5 12,5 43,75 1 6,25 Rafael 7 3 12,5 5 87,5 87,5 4 2 5 43,75 Explique a estratégia que cada um deles utilizou. 3 Adriana constatou que a tecla de multiplicação de sua calculadora está quebrada. Ela quer conferir o resultado da seguinte operação: 17 3 2,25. Usando as outras teclas da calculadora, como ela poderia fazer essa conferência? 4 Um número natural foi multiplicado por 2, e o resultado obtido foi multiplicado por 5. Escolha, entre os números abaixo, qual deles pode representar o produto dessa multiplicação. Justifi que sua resposta. 4 025 4 205 4 052 4 250 EM CASA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES 1 Ao se deslocar sobre uma malha quadriculada, uma formiga realizou alguns giros, indicados na fi gura. Determine a medida, em graus, do giro realizado pela formiga nos seguintes pontos: a) A b) B c) C d) D e) E Ponto de partida Ponto de chegada A B C D E AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 407 27/11/15 13:07 8 408 Ensino Fundamental 2 Num programa de televisão, o apresentador utiliza uma roleta para defi nir qual das três equipes responderá à primeira pergunta. Considerando que o espaço de cada equipe na roleta seja igual, calcule a medida do ângulo indicado na fi gura. Equipe 1 Equipe 2 Equipe 3 ? 3 Os vértices P, Q e R do retângulo PQRS estão localizados sobre os pontos de coordenadas C4, C10 e F10, respectivamente, de um sistema de coordenadas. Quais são as coordenadas do ponto onde está localizado o vértice Sdesse retângulo? 4 (Saresp − Adaptado) Observe o mapa abaixo, em que foi colocado um sistema de coordenadas. A 1 2 3 4 B C D Rod. Fernão Dias Pte da Freguesia R. Q ue iró s F ilh o Pte do Piqueri Est. Lapa Campinas Americana Limeira Av. Marquês de São Vicente Rod. dos Bandeirantes R. Clélia R . A u rélia ESTAÇÃO CIÊNCIA CPTM Metrô CPTM CPTM Est. Vila Madalena R. Guaicurus R. Tito R. Monte Pascal Rod. Pres. Castelo Branco Sorocaba Itú Avaré R. P io X I Minas Gerais Jundiaí Campinas Rod. Anhanguera Marginal Tietê Rio de Janeiro Rod. Pres. Dutra São José dos Campos Taubaté Memorial da América Latina Est. Barra Funda a) Quais são as coordenadas do retângulo onde está localizada a Estação Ciência? b) Um morador de Campinas veio visitar a Estação Ciência, na cidade de São Paulo. Ele viajou pela rodovia Anhanguera, cruzou a marginal Tietê, passou pela rua Monte Pascal, até chegar à Estação Ciência. Quais são as coordenadas dos retângulos do mapa pelos quais esta pessoa passou? 5 Observe o sistema de coordenadas que foi colocado na malha quadriculada. Considere nessa malha os pontos G (A6), H (C2), I (A4) e J (E4). a) Indique esses pontos na malha e nomeie-os. b) Os segmentos GH e IJ se cruzam? Em caso afirmativo, quais são as coorde- nadas do ponto de encontro? c) Qual é a medida do ângulo formado pelos segmentos GI e IJ? 1 A B C D E 2 3 4 5 6 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 408 27/11/15 13:07 8409 M a t e m á t i c a 6 Escreva cinco números decimais compreendidos entre: a) 0,5 e 0,6 b) 2,1 e 2,2 c) 0,04 e 0,05 d) 0,17 e 0,18 e) 2,04 e 2,05 f) 0,125 e 0,126 7 Escreva as sequências em ordem crescente. a) 0,05 ♦ 0,5 ♦ 0,25 ♦ 0,52 ♦ 0,55 b) 2,01 ♦ 2,001 ♦ 2,1 ♦ 2,011 ♦ 2,11 c) 1,5 milhão ♦ 1 800 000 ♦ 500 000 ♦ 2,5 milhões ♦ 2 000 000 8 Complete as sequências, escrevendo os próximos cinco números em cada uma delas. a) 0,11 ♦ 0,12 ♦ 0,13... b) 5 ♦ 4,8 ♦ 4,6... c) 1,25 ♦ 1,5 ♦ 1,75... d) 0,75 ♦ 0,65 ♦ 0,55... e) 1 000 013 ♦ 1 000 012 ♦ 1 000 011... 9 Escreva cinco números compreendidos entre: a) 0 e 1 b) 1 e 2 c) 2 e 2,5 d) 3 e 3,1 e) 0,1 e 0,2 f) 10,61 e 10,62 10 Efetue os cálculos abaixo. a) 0,46 3 10 3 10 b) 0,46 3 100 c) 0,36 3 10 3 100 d) 0,36 3 1 000 e) 21,40 3 10 f) 14 ; 10 ; 10 g) 14 ; 100 h) 134,8 ; 10 ; 10 i) 134,8 ; 1 000 j) 134,8 ; 100 11 Determine o valor de: a) 5 3 104 b) 8 3 102 c) 305 3 105 d) 1,5 3 103 e) 2,75 3 106 f) 3,2 3 104 12 Transforme as porcentagens em números decimais e em frações decimais. a) 72% b) 7% c) 45% d) 3% e) 96% 13 Sabe-se que 97% da água do nosso planeta é salgada. Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas sentenças a seguir. a) ( ) 97 100 da água do planeta é salgada. b) ( ) 0,003 da água do planeta é doce. c) ( ) 0,03 da água do planeta é doce. d) ( ) 3 10 da água do planeta é doce. e) ( ) 0,97 da água do planeta é doce. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 409 27/11/15 13:07 8 410 Ensino Fundamental 14 Calcule cada porcentagem pelo procedimento que quiser. a) 30% de 200 b) 40% de 250 c) 36% de 500 d) 12% de 1 000 e) 25% de 640 f) 75% de 400 g) 90% de 900 h) 60% de 400 15 O mosaico abaixo é composto por: • octógonos, cujos ângulos têm todos a mesma medida; • quadrados, cujos ângulos são todos retos. Com essas informações, calcule a medida de cada ângulo de um octógono do mosaico. 16 Observe o desenho abaixo, formado por quatro retângulos, e dê exemplos do que se pede, escrevendo o nome de cada fi gura. A B H CF E J LM I D G O a) Um quadrilátero. b) Um triângulo. c) Um pentágono convexo. d) Um pentágono não convexo. e) Um hexágono. f) Dois segmentos paralelos. g) Duas retas concorrentes não perpendiculares. h) Duas retas perpendiculares. 17 Observe o poliedro representado ao lado e responda às perguntas. a) Quantas faces tem esse poliedro? b) De todas as suas faces, quantas são polígonos convexos? c) De todas as suas faces, quantas são polígonos não convexos? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 410 27/11/15 13:07 8411 M a t e m á t i c a 18 Quantos triângulos diferentes você pode obter usando como vértices três dos quatro pontos indicados abaixo? Dese- nhe -os e escreva o nome de cada um deles. P Q R S 19 Resolva os problemas a seguir. a) A soma de dois números naturais consecutivos é 239. Quais são esses números? b) A soma de dois números naturais pares e consecutivos é 186. Determine esses números. c) A soma de dois números naturais ímpares e consecutivos é 232. Calcule esses números. d) Numa subtração, o minuendo é 618 e o resto é 396. Qual é o subtraendo? e) Numa subtração, o minuendo é 800 e o subtraendo é 182. Qual é o resto? f) O que acontecerá numa adição de duas parcelas se somarmos 10 à primeira delas e 5 à segunda? g) O que acontecerá numa adição de duas parcelas se somarmos 10 à primeira delas e subtrairmos 5 da segunda? h) O que acontecerá numa adição de duas parcelas se somarmos 8 às duas parcelas? i) O que acontecerá numa subtração se somarmos 5 unidades ao minuendo? j) O que acontecerá numa subtração se somarmos 5 unidades ao subtraendo? k) O que acontecerá numa subtração se somarmos 5 unidades ao minuendo e ao subtraendo? l) O que acontecerá numa subtração se somarmos 10 unidades ao minuendo e subtrairmos 5 unidades do subtraendo? 20 Faça as adições que se pedem. a) Adicione 0,1 a cada número: 0,999 ♦ 1,30 ♦ 9,5 ♦ 3,452 ♦ 0,81 ♦ 0,9 b) Adicione 0,01 a cada número do item a. c) Adicione 0,001 a cada número: 2,34 ♦ 8,1 ♦ 0,999 ♦ 5 ♦ 1,376 ♦ 0,54 21 Considere os números: 3,1 ♦ 6,05 ♦ 7 ♦ 5,136 ♦ 0,009 Some a cada um desses números: a) um décimo; b) um centésimo; c) um milésimo. AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 411 27/11/15 13:07 8 412 Ensino Fundamental 22 Acrescente três números a cada sequência e escreva a regularidade existente. a) 0,8 ♦ 0,75 ♦ 0,7... b) 8,15 ♦ 8,05 ♦ 7,95 ... c) 0,46 ♦ 0,56 ♦ 0,66 ... d) 3,151 ♦ 3,150 ♦ 3,149 ... e) 0,936 ♦ 0,836 ♦ 0,736 ... 23 Entre os cálculos abaixo, alguns estão incorretos. Identifi que-os e aponte os erros. a) 3,27 0,49 3,76 1 b) 0,09 0,1 1,0 1 c) 5,95 4,46 1,57 2 d) 5,95 4,46 10,41 1 e) 3,02 0,2 3,00 2 f) 0,099 0,001 0,100 1 g) 5,7 3,24 8,9 1 h) 3,02 1,5 1,52 2 24 Descubra o termo que falta em cada operação. a) 7,05 1 5 9,2 b) 1 1,328 5 5 c) 2 22,5 5 1,74 d) 4,2 2 5 2,75 e) 3 36 5 684 f) 47 3 5 611 g) ; 23 5 14 h) 558 ; 5 31 25 Calcule mentalmente. Registre sua estratégia. a) 312 1 198 5 b) 450 – 132 5 c) 2,45 1 0,05 5 d) 23,1 – 1,09 5 e) 53,75 – 13,7 5 26 Descubra os valores que faltam nos esquemas, registrando no caderno os cálculos que fi zer. a) ? 180 ? 3 12 ; 100 b) ? 27 ? ; 15 1 39 c) ? ? 70 ; 9 2 135 d) 8,7 ? 919 1 0,49 3 100 27 Coloque a vírgula nos produtos a seguir. a) 0,3 3 0,4 5 012 b) 5,8 3 0,01 5 00058 c) 1,4 3 0,02 5 00028 d) 5 3 0,13 5 065 e) 4,6 3 4 5 184 f) 48 3 0,01 5 0048 AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 412 27/11/15 13:07 8413 M a t e m á t i c a 28 Determine os produtos abaixo. Registre seus cálculos. a) 4,8 3 4,5 b) 0,6 3 3,48 c) 3,96 3 2,41 d) 9 3 4,05 e) 1,84 3 51 f) 3,06 3 42 29 Determine as potências. a) (0,1)2 b) (0,01)2 c) (1,1)2 d) (0,11)2 e) (0,13)2 f) (1,3)2 g) 132 h) (0,05)2 i) (0,5)2 j) (0,06)2 k) (0,6)2 l) (0,1)3 30 (Enem) Uma torneira não foi fechada corretamente e fi cou pingando, da meia-noite às seis horas da manhã, com a frequência de uma gota a cada três segundos. Sabe-se que cada gota de água tem volume de 0,2 mL. Qual foi o valor mais aproximado do total de água desperdiçada nesse período, em litros? 31 Karina foi à cantina do colégio comprar seu lanche. Ela consultou a tabela sobre as escolhas possíveis com os respectivos preços: TABELA DE PREÇOS SANDUÍCHES Pão c/ manteiga na chapa.....R$ Misto-quente..............................R$ Hambúrguer...............................R$ 2,302,50 2,20 2,00 1,80 2,20 1,80 1,50 2,30 BEBIDAS Suco...............................................R$ Refrigerante................................R$ Iogurte..........................................R$ SOBREMESAS Fatia de mamão.........................R$ Maçã..............................................R$ Gelatina........................................R$ O lanche de Karina é sempre composto por um sanduíche, uma bebida e uma sobremesa. Ao olhar para essa tabela, Karina pensou: “Que bom! Hoje não vou gastar nem R$ 6,50 no meu lanche”. Qual pode ter sido a escolha de Karina? AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 413 27/11/15 13:07 8414 Ensino Fundamental Anotações AngloEF2_MAT_6_CAD2_MOD22_402a414.indd 414 27/11/15 13:07 Módulo Interdisciplinar AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 415 11/27/15 3:06 PM O tamanho dos mananciais subterrâneos é tão grande que se criou o mito de que não haveria falta de água doce. “Dizem que a História é a mestra da vida. Mas como é que seus protagonistas incorrem sempre nos mesmos erros?” ARGentInA A n d r é d ib /P u ls A r im A g e n s P A l ê Z u P P A n i/ P u l s A r i m A g e n s 8416 O mais puro cristal AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 416 11/27/15 3:06 PM O Brasil produz mais de 500 mil toneladas de PET por ano. Desse total, em torno de 59% é reciclado; e uma boa parte acaba indo para os rios. PARAGUAI RS SC PR SP MS MG GO Mt URUGUAI BRASIL Como é possível faltar água nas torneiras e haver tanta abundância sob o solo, e isso ainda ajudar a aumentar a produção de lixo? Antes Cantareira Depois r e P r o d u ç ã o /W ik im e d iA C o m m o n s lu is m o u r A /e s t A d ã o C o n t e ú d o /A e lAtinstoCk brA sil r m /lA tin s t o C k 8417 AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 417 11/27/15 3:06 PM 8418 Ensino Fundamental Língua Portuguesa Ninho de Tuiuiú nas margens do rio Paraguai Dizem que a História é a mestra da vida. Mas como é que seus protagonistas incorrem sempre nos mes- mos erros? Destruição. Fome. Guerra. Parece que não adiantou em nada os exemplos das reprova- ções anteriores. Que rede de segurança, pensamos nós, cheios de esperança, que rede de segurança nos aparará? Quando a água desaparecer que será do homem, que será das coisas, dos verdes e bichos? Que será de Deus? Nós devemos ir movendo as peças, sem esquecer que, embora as partidas pareçam variar ao infinito, o movimento de cada peça é único e as regras do jogo são imutáveis. Terra, te proteja o Homem conservando sempre: O mais puro cristal de tuas fontes! O verde único de tuas folhas. O ninho do Tuiuiú no Pantanal... QUINTANA, Mario. Ninho de Tuiuiú nas margens do rio Paraguai. Água. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2001. p. 15. 1 Participe da apresentação do poema para a classe. Prepare-se para fazer uma leitura bem expressiva. 2 O professor conduzirá a Leitura compartilhada. Parti- cipe, oferecendo suas respostas e opiniões e apresen- tando questões para seus colegas. Ciências A crise da água, vivida nos últimos anos em praticamente todo o Brasil, é gerada por inúmeros fatores. Entre eles está o aumento do consumo da água de forma não sustentável, já que esse modelo de consumo não permite que o ambiente se recu- pere. Resultado: o recurso natural vai faltar. (E já está faltando!) A imagem a seguir apresenta outro fator res- ponsável pela crise da água e relaciona-o com o lixo, um dos problemas ambientais discutidos neste Caderno. Queremos água potável na torneira Em vez de comprar água engarrafada E aumentar a montanha de lixo Na imagem pode-se perceber que a água en- garrafada, ou também em copinhos, gera um grave impacto ambiental, ocasionado por todo o processo que envolve sua produção. As garrafas de plástico provêm do petróleo e o seu processo de produção requer grande quantidade de energia e água, além de ser gerador de poluição. É preciso lembrar também que o petróleo, como a água, é recurso finito. Por isso, o processo de produção de garrafas de água pode ser muito prejudicial ao am- biente e, muitas vezes, a industrialização deixa de ser a solução para o consumo de uma água de qualidade. Um segundo problema é que, depois de consumi- da a água, a garrafa é descartada no lixo. No Brasil, são recicladas apenas 59% (dados de 2012) das gar- rafas PET usadas para engarrafar água, refrigerantes e outras bebidas. O restante vai para aterros ou lixões, mostrando grande desperdício. Além disso, boa parte do PET reciclado não é usado para originar novas garrafas PET, mas sim materiais de pior qualidade que acabarão não sendo reciclados novamente e ter- minarão em aterros, lixões, ou mesmo incineradores. AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 418 11/27/15 3:06 PM 8419 Discuta com seus colegas em sala de aula as seguintes questões: 1 Quais atitudes podemos tomar diante desse cenário? 2 Qual é o papel que você, como cidadão, pode exercer para diminuir os impactos ambientais gerados por tal situação? Incorpore na discussão os seguintes aspectos: atitudes individuais, consumismo, água engarrafada, recipientes reu- tilizáveis, água de torneira, produção de lixo, formas de disposição do lixo, poluição da água, grandes obras de desvio de rios para mananciais, campanhas que incentivem atitudes positivas do cidadão frente aos problemas gerados pela crise da água. Geografia O mito dos aquíferos Os aquíferos são reservatórios naturais e subterrâneos de água que se formam em rochas porosas e per- meáveis. Podem ser encontrados em diferentes profundidades, assentados sobre camadas de rochas imper- meáveis ou presos entre elas. A descoberta de que os aquíferos contam com, segundo cálculos recentes, mais de 95% de toda a água doce descongelada do mundo criou a ideia de que o problema da escassez de água estava resolvido. Para muitos cientistas, trata-se de um mito! O volume de água consumido no mundo teve um aumento de 10 vezes durante o século XX. Somente nos 15 primeiros anos do século XXI, esse consumo dobrou em relação ao ano 2000. Dessa forma, a escassez de água superficial de fácil acesso aumentou a importância desses reservatórios subterrâneos. Só em 2014, foram retirados mais de 200 bilhões de m3 de água desses depósitos, o que está determinando o rebaixamento do nível de lençóis freáticos em diversos lugares. Na América do Sul encontra-se um dos maiores aquíferos do mundo, o Guarani, com mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, em sua maior parte dentro do território brasileiro. Observe: F o n te : c a s /s r h /m m a , 2 0 0 1. a d a p ta d o .Trópico de Capricórn io OCEANO ATLÂNTICO MT MS BA GO MG SP PR SC RS ES RJ DF Salvador Brasília Belo Horizonte Vitória Goiânia Cuiabá Campo Grande Rio Claro São Paulo Curitiba Florianópolis ARGENTINA PARAGUAI URUGUAI Porto Alegre Rio de Janeiro 420 km0 N S LO Campo Grande-Rio Claro Aquífero Bacia do Prata Grupo Bauru Formação Serra Geral Aquífero Grupo Passa Dois Grupo Tubarão Grupo Paraná Embasamento Cristalino Rio Claro Campo Grande Lins SP MS MG Rio GrandeR io Pa raná 0 m 1 000 2 000 3 000 4 000 A localização do aquífero Guarani A posição do aquífero Guarani, próximo às maiores concentrações humanas e econômicas do Brasil, eleva a sua importância estratégica. AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 419 11/27/15 3:06 PM 8 420 Ensino Fundamental A formação do aquífero Guarani se deu há mais de 150 milhões de anos pela lenta infiltração de água em camadas arenosas da região, situadas a cerca de 1 800 metros de profundidade. Atualmente, além da exploração excessiva, os aquíferos são também ameaçados pela contamina- ção proveniente do excesso de uso de pesticidas e fertilizantes, pelos dejetos industriais, pelos metais pesados (chumbo, mercúrio, arsênioe cádmio) e pelos compostos orgânicos. 1 O aquífero Guarani, com 1,2 milhão de km2, não é o “mar de água doce” que se pensava existir. Enquanto em algumas áreas a água é excelente, em outras, é inacessível, escassa ou não potável. Sobre o tema, leia o texto. O aquífero pode ser dividido em compartimen- tos. No compartimento Oeste, por exemplo, há boas condições geológicas, com recarga rápida a partir das chuvas, e as águas são de boa qualidade. Já no com- partimento Norte Alto Uruguai, coberto por rochas vulcânicas, as águas são muito antigas, com mais de 100 milhões de anos, salinas e não potáveis. Scientific American Brasil. n. 47, abr. 2006. Adaptado. Seguindo a orientação do seu professor, analise e dis- cuta as afrmações a seguir. Aponte as corretas e as incorretas, justifcando suas escolhas. I. Os depósitos de água do aquífero Guarani não par- ticipam do ciclo da água. II. As águas do compartimento Norte Alto Uruguai são ótimas para irrigação. III. É necessário conhecer detalhadamente esse aquí- fero para utilizar sua água potável. 2 O aquífero Guarani é uma importante fonte natural de água. Sua exploração excessiva, como foi evidencia- do até aqui, pode torná-la não disponível num futuro próximo. Para que isso seja evitado, discuta com seus colegas e proponha soluções para os seguintes pro- blemas ambientais que afetam esse aquífero: a) contaminação por pesticidas e fertilizantes; b) contaminação por dejetos industriais; c) contaminação por metais pesados. Matemática Como a Matemática pode nos ajudar numa leitura crítica dos dados relativos à problemática da água no planeta? O que significa uma área de 1,2 milhão de km2, como a do aquífero Guarani? Sabe-se que 59% das garrafas PET no Brasil são recicladas. Mas quanto se produz dessa modalidade de lixo? Ao realizar a atividade de Matemática deste Módu- lo, você poderá compreender os significados desses dados. 1 O Brasil produziu, em 2012, 562 mil toneladas de PET. Desse total, 59% foram para a reciclagem. a) Quantas toneladas de PET foram recicladas? Use as estratégias estudadas no Módulo 17 para esse cálculo. b) Como você analisa essa produção de PET, conside- rando as discussões na aula de Ciências? 2 O aquífero Guarani tem 1,2 milhão de km2. Vamos re- presentar essa área para termos uma ideia de sua di- mensão? a) Por exemplo, se essa área tivesse o formato de um quadrado, quantos quilômetros ele teria de lado? Faça os esboços possíveis para esse qua- drado. b) E se essa área fosse retangular? Escreva três pos- sibilidades para as dimensões dos lados desse re- tângulo. 3 O aquífero Guarani estende-se por quatro países da América Latina: Brasil (840 000 km2), Paraguai (58 500 km2), Uruguai (58 500 km2) e Argentina (255 000 km2). Pode-se dizer que aproximadamente 70% da área do aquífero encontra-se em território brasileiro? Deixe registrado seu raciocínio. 4 Vamos comparar a área do aquífero Guarani no terri- tório brasileiro com a área total do país, que é apro- ximadamente 8,5 milhões de km2. Pode-se dizer que o aquífero ocupa aproximadamente 10% do território brasileiro? Registre seu raciocínio. AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 420 11/27/15 3:06 PM Anotações AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 421 11/27/15 3:06 PM Anotações AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 422 11/27/15 3:06 PM Anotações AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 423 11/27/15 3:06 PM Anotações AngloEFII_6.2_Modulo_interd_415a424.indd 424 11/27/15 3:06 PM A força do leão está presente na coleção de Ensino Fundamental do Sistema Anglo de Ensino. O desenvolvimento de competências e habilidades imprescindíveis para o aluno em sua vida pessoal e profissional é o principal objetivo do material. Em espírito colaborativo, a nova edição traz mudanças construídas a partir das sugestões de professores, pais e alunos da rede. Há mais propostas interdisciplinares, testes de múltipla escolha e novas seções: recursos que enriquecem a aula e mantêm o interesse do jovem. 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