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Fibelton Castigo Nhavene Breve resumo sobre a contribuição de diferentes teorias para a Psicologia Cognitiva Universidade Pedagógica de Maputo Maputo 2021 I. SUPORTE TEÓRICO 1. Objecto de estudo da Psicologia Cognitiva A Psicologia Cognitiva tem como objeto de estudo a Cognição, isto é, processos cognitivos (pensamento-linguagem, percepção, memoria, imaginação, e sensações). 2. Contribuição da Gestalt para a Psicologia Cognitiva A Gestalt emerge como um movimento opositor ao estruturalismo wundtiano, ao postular que, no momento em que os dados sensoriais são combinados, percebemos um padrão e não os elementos distintos e desconexos (Köhler, 1959). A teoria gestaltista buscou focar seus estudos em metodologias qualitativas em contraposição à introspecção e ao método experimental. Com o advento nazista na Alemanha, os representantes da Gestalt foram impelidos para os Estados Unidos onde a teoria passou a se configurar em movimento de oposição ao Behaviorismo, principalmente na luta pelo retorno ao estudo da consciência como objeto primordial da Psicologia (Engelmann, 1978; Gomes, 2007). A continuidade desse debate ficou ao encargo da Psicologia Cognitiva Experimental, que propõe o estudo dos processos cognitivos, ou seja, da consciência humana. Os princípios gestaltistas prepararam terreno para o advento da Psicologia Cognitiva Experimental, principalmente nas áreas da psicologia do desenvolvimento e educação (Engelmann, 1978). A teoria Gestalt apoia a abordagem da totalidade e o interesse na consciência influenciaram os psicólogos da Psicologia Clínica, da aprendizagem, da percepção e da psicologia social e do pensamento. A Gestalt influenciou a Psicologia cognitiva por causa do enfoque na organização, na estrutura, nas relações no papel activo do objeto e na participação importante da percepção na a aprendizagem e na memória. A Gestalt estudou pela primeira vez a percepção de forma profunda como um fenômeno que surge com a tendência do estimulo, na tentativa de dar um significado a forma. 3. Contribuição da teoria de Chomsky para a Psicologia Cognitiva Chomsky desenvolveu a corrente nativista, onde defendeu a ideia segundo a qual existiria uma linguagem mental universal, designada com humor, por fodor e uma faculdade racional humana universal que explicariam, entre outras coisas, por quê que qualquer recém- nascido pode aprender qualquer língua? Por que nos é fácil (relativamente) aprender línguas estrangeiras? Por que é que podemos criar uma espécie de frades em número infinito, a partir de um pequeno conjunto de regras de gramática (a gramatica generativa universal). Para Chomsky a tarefa do psicólogo consiste em descobrir o esquema inato que caracteriza a classe de línguas potenciais e estudar nos seus pormenores o caráter real da estimulação e da interação organismo-ambiente que faz funcionar os mecanismos cognitivos inatos. Para Chomsky, a criança ao nascer não pode saber qual a língua vai aprender, mas deve saber a sua gramática, deve ter uma forma predeterminada que exclui muitas línguas imagináveis. Tendo selecionada uma hipótese aceitável, ela pode utilizar as provas indutivas para a acção corretiva, confirmando ou informando a escolha. Logo que a hipótese se encontre suficientemente bem confirmada, a criança conhece a língua definida por esta hipótese. Um exemplo de regra da linguagem mental: entre as regras inatas das competências gramaticais, retemos em Chomsky a regra de supressão que permite reconstituir a estrutura superficial das frases, que é uma estrutura incompleta relativamente á sua estrutura profunda completa. 4. Contribuição da teoria dos atributos para a Psicologia Cognitiva Heider é considerado pai da teoria da atribuição, apresentou as ideias relacionadas com a atribuição causal, explicando os processos de pensamento que as pessoas utilizam para retirarem sentido dos acontecimentos quotidianos que ocorrem no mudo que as rodeia. Para ele, o Homem tem necessidade de descobrir as causas dos acontecimentos e de entender o ambiente que o rodeia. A ideia base de Heider é de que as pessoas não observam nem armazenam mentalmente sucessos e comportamentos como se de autômatos se tratassem, mas analisam-nos para entender as suas causas. Heider centra as sua análise na forma como os indivíduos ajustam internamente as suas cognições de maneira a estarem em equilíbrio consigo próprios e nos ajustamentos que eles mesmos fazem perante o meio social onde se inserem. O psicólogo acreditava que o comportamento era resultado da interação entre factores pessoais ou internos (aptidão, esforço e fadiga) e os factores ambientais ou externos (dificuldades da tarefa, oportunidade e sorte). Logo era percepção das relações entre esses dois factores que condicionaria o indivíduo, que faria a atribuição, a selecionar o seu comportamento. Ao compreendermos uma acção como resultado de factores pessoais, estamos a fazer uma atribuição de causalidade interna. 5. Contribuição da teoria de Piaget para a Psicologia Cognitiva Segundo Piaget (1971), a estrutura cognitiva é construída em etapas e cada etapa in corpora as anteriores, dando-se a construção do conhecimento pela ação recíproca e Interativa do sujeito com os objetos (meio). A organização da realidade dá-se por meio do pensamento estruturado, que se expressa mediante o processo de adaptação. Assim, a estrutura mental e o conhecimento são construídos em uma relação dialética entre a maturação biológica e o ambiente. O estruturalismo genético preocupa-se com o processo genético (contingente e necessário) das estruturas, buscando a racionalidade dos processos de estruturação. O ponto de partida é o de que todos os seres humanos, individual ou socialmente, procuram o equilíbrio em sua relação com a natureza e com os outros homens ou grupos sociais. Isso ocorre quando se dá uma acomodação de sua consciência e de sua práxis, ou seja, quando se consideram capazes para enfrentar e solucionar problemas e desafios concernentes àquelas relações. Para entender o processo de apreensão da realidade por meio da estrutura cognitiva, que organiza os estímulos do mundo, Piaget (1971) desenvolveu e definiu os dois pilares de sua teoria: a assimilação e a acomodação. O conceito de assimilação diz respeito à capacidade de a estrutura cognitiva do indivíduo atuar no ambiente. O organismo assimila a realidade de acordo com a capacidade de sua estrutura cognitiva interna. Em contrapartida, a estrutura cognitiva é mobilizada e modificada em função da realidade, acomodando-se a ela. A adaptação justifica-se como um estado de equilíbrio entre a acomodação e a assimilação. Desse modo, conceitua-se aprendizagem como a modificação duradoura (equilibrada) do comportamento, em razão das aquisições decorrentes da experiência. O conhecimento constrói-se em um movimento contínuo de equilibração, daí ser importante que a ação mediadora provoque os usuários, por meio de situações desequilibradoras, dando espaço para que eles possam criar e/ou descobrir as soluções, a partir do próprio esforço para a superação do desequilíbrio. 6. Contribuição da teoria de Vygotsky para a Psicologia Cognitiva Vygotsky (1934/2003), em seu livro “Pensamento e Linguagem”, defende que a afetividade é indissociável do pensamento: “para compreender a fala de outrem não basta entender as suas palavras - temos de compreender o seu pensamento. Mas nem mesmo isso é suficiente - também é preciso que conheçamos a sua motivação” (p.188). A abordagem sócio-histórica de Vygotsky (1991) baseia-se na ideia central de que o ser humano se desenvolve pela interação social, quando o desenvolvimento cognitivo mantém estreita relação com a aprendizagem. O desenvolvimento das funções psíquicas do indivíduo interage continuamente com a aprendizagem, com a apropriação do conhecimento produzido pela humanidade e as relações que estabelece com seu meio. Para Vygotsky (1991), desenvolvimento e aprendizagem constituem uma unidade. A aprendizagem, quando significativa, estimula e desencadeiao avanço para um nível de maior complexidade que, por sua vez, serve de base para novas aprendizagens. Para explicar a relação que se estabelece entre desenvolvimento e aprendizagem, Vygotsky formulou os conceitos de zona de desenvolvimento real, zona de desenvolvimento proximal e zona de desenvolvimento potencial. A zona de desenvolvimento real é o nível de desenvolvimento das funções mentais do indivíduo que se estabeleceram como resultado de certos ciclos de desenvolvimento já completados, ou de um processo de desenvolvimento específico. A zona de desenvolvimento proximal é a distância entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar com a solução de problemas de forma independente, e a zona de desenvolvimento potencial determinado, com a solução de problemas sob a orientação de outro indivíduo ou em colaboração com companheiros mais capazes. A área de desenvolvimento proximal compreende funções mentais ou operações mentais em processo de amadurecimento, logo processos que estão em estado de formação. Segundo Vygotsky, todo conhecimento é uma produção cultural diretamente relacionada com a linguagem. É por meio da linguagem que se dá a interiorização dos conteúdos, pois ela faz com que a natureza social das pessoas se torne, também, sua natureza psicológica. Vygotsky concede importância fundamental ao desenvolvimento da linguagem, sendo a palavra um rico instrumento para transmitir a experiência histórica da humanidade. Todo ser humano, inserido em uma realidade sócio-histórica, somente adquire a condição humana se for, em sua relação com o mundo, mediado por instrumento de sua cultura – signo, palavra, símbolo. A mediação é a ação que se interpõe entre sujeito e objeto de aprendizagem, sendo a palavra de fundamental importância. Aprender a se comunicar, a compreender os outros, a entender regras, a compreender que o outro pode ter um ponto de vista diferente, a compreender expressões faciais ou outras expressões de emoção, requer funções cognitivas superiores, como: decodificar signos, gestos, sons, palavras, combinar fontes de informação, levantar e analisar hipóteses, entre outras funções cognitivas. Vygotsky afirma que a construção do conhecimento decorre de uma ação partilhada que implica um processo de mediação entre sujeitos. Nessa perspectiva, a interação social é condição indispensável para a aprendizagem. A heterogeneidade do grupo, a cooperação e a informação enriquecem o diálogo, ampliando consequentemente as capacidades individuais. 7. Contribuição da teoria de Ausubel para a Psicologia Cognitiva Ausubel preconiza que os educadores devem criar situações no cotidiano buscando descobrir o que o indivíduo já sabe. Essa ideia está expressa da seguinte forma: “o factor isolado mais importante que influencia a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já sabe. O trabalho central de sua teoria está na identificação dos factores que efetivam e facilitam a aprendizagem. A teoria da Aprendizagem Significativa procura explicar como funcionam os mecanismos internos para a formação da aprendizagem na mente humana e como se estrutura esse conhecimento. Sua teoria da Aprendizagem Significativa está fundamentada na premissa de que a mente humana, nos aspectos cognitivos, é uma estrutura organizada e hierarquizada de conhecimentos e está continuamente se diferenciando pela aquisição de novos conceitos, proposições e ideias. Para MOREIRA & MASINI1L “Ausubel vê o armazenamento de informações no cérebro humano como sendo altamente organizado, formando uma hierarquia conceitual, na qual elementos mais específicos de conhecimento são ligados (e assimilados) a conceitos mais gerais, mais inclusivos”. Ausubel entende que a aprendizagem é a ampliação da estrutura cognitiva por meio de novas ideias. E essa aprendizagem pode variar entre uma aprendizagem mecânica e a aprendizagem significativa, dependendo do tipo de relação existente entre as ideias na estrutura cognitiva do indivíduo e as novas que se busca internalizar. A aprendizagem significativa ocorre quando as ideias novas vão se relacionando na mente do indivíduo de forma não arbitrária e substantiva com as ideias já internalizadas. A aprendizagem significativa é enfatizada por Ausubel e dirigida como resultado almejado, por entender que a permanência na mente do indivíduo é mais duradoura e por fazer mais sentido ao indivíduo retê-la. Mas para que essa aprendizagem se efetive é necessário que três condições sejam satisfeitas, são elas, nas palavras de Aragão10: · “Intenção do aluno para aprender significativamente, isto é, disposição de relacionar o novo material não arbitrária e substantivamente à sua estrutura cognitiva (...). · Disponibilidade de elementos relevantes na sua estrutura cognitiva, com os quais o material a ser aprendido possa relacionar-se de modo não arbitrário e substantivo, incorporando-se à estrutura, e · Que o material a ser aprendido seja potencialmente significativo para ele, isto é, relacionável de modo não arbitrário e substantivo aos elementos relevantes da sua estrutura cognitiva”. As aprendizagens na visão de Ausubel podem ocorrer tanto por descoberta como por recepção, onde podemos desenvolvê-las como: · Descoberta: o aluno aprende “sozinho”, deve descobrir algum princípio, relação, lei, etc. como pode acontecer na solução de um problema. (...) · Recepção: recebe-se a informação pronta (como em uma aula expositiva) e o trabalho do aluno consiste em atuar ativamente sobre o material, a fim de relacioná-lo a ideias relevantes disponíveis em sua estrutura cognitiva. As teorias de Ausubel não devem ser compreendidas como leis gerais da aprendizagem em si mesma, mas de forma que possam ser relacionadas a meios mais eficazes de deliberadamente levar a mudanças na estrutura cognitiva. A sua teoria da aprendizagem tem como objetivo, portanto, facilitar a aprendizagem do sujeito, descrevendo a aprendizagem significativa como elemento essencial no processo de aquisição do conhecimento. 8. Aplicação da Psicologia Cognitiva na Psicologia de Aprendizagem Binet (apud Gréco, 1969) já havia feito anteriormente, ao considerar necessário um amadurecimento das funções mentais para que seja possível um aprendizado, Piaget (1974) considera a aprendizagem como um processo altamente dependente da construção de estruturas específicas. Afasta, assim, a possibilidade de uma reversibilidade deste processo, ou seja: a possibilidade da aprendizagem auxiliar ou até mesmo, acelerar o desenvolvimento dos factores da cognição. Piaget (1974) considera o meio externo como um meio passivo, sofrendo interferência do sujeito a partir da acção que seria o verdadeiro catalizador, a nosso ver, das modificações externas. As trocas sociais e mais especificamente a aprendizagem, seriam apenas, uma oportunidade de exercício da acção que levariam ã construção dos esquemas e estruturas lógicas. Observa-se, entretanto, que a influência do meio externo e da própria cultura, só foram tratados por Piaget, mesmo que superficialmente, em seus estudos iniciais, sendo posteriormente tais aspectos abordados como fatores secundários ao desenvolvimento. Gréco (1974) supõe que o sujeito introduz um esquematismo aos dados da experiência, e compara esse esquematismo ao que entra em acção no processo de aprendizagem por indução. O método de "experiência específica" é tido como um método de conduta heurística da indução, no qual são aplicadas deduções aos acontecimentos. Tais acontecimentos, são classificados a partir de uma subdivisão, ou seja: acontecimentos necessários os quais a partir de uma estrutura lógica construída podem ser deduzidas as relações lógicas; "acontecimentos determinados" relacionados diretamente com as leis empíricas; "acontecimentos regulares" determinados por leis de sucessão e finalmente "acontecimentos aleatórios" relacionados a uma causalidade. Considera, que a princípio (no período sensório-motor), não se pode falar num processo de aprendizagem, por não levarem consideração a percepção corno urna forma de aquisição de conhecimento, atribuindoentretanto um valor ao processo perceptivo quando já se encontram prefiguradas as estruturas lógicas. Logo, a percepção é necessária à aprendizagem, porém não existe uma aprendizagem decorrente dos processos perceptivos. Os conteúdos, destacados da percepção, são alcançados a partir da dedução, e obviamente a partir da equilibrarão de estruturas lógicas construídas. A aprendizagem não é portanto "nem puro registro, nem cópia, mas o resultado de uma organização na qual intervêm em graus diversos o sistema total dos esquemas que o sujeito dispõe " (1974, Pag. 6 5). A aprendizagem, também é considerada, por Piaget (1974), corno lábil e pouco duradoura caso não existam estruturas e esquemas anteriormente construídos. Opondo-se ao associacionismo e ao gestaltismo, Vygotsky (1984) descarta a possibilidade de ocorrerem mudanças na estrutura de uma função isolada, ao longo do desenvolvimento. Admite, que as transformações ocorrem a nível interfuncional visto considerar percepção, linguagem, memória, pensamento, processos inter-relacionados que influenciam-se mutuamente. Afirma Vygotsky (1979), que a utilização do método genético experimental permite o conhecimento do processo de desenvolvimento das funções psicológicas superiores, ou seja, das relações dinâmica-causais desses processos. Vygotsky destaca a linguagem como urna conduta possibilitadora da construção do pensamento, pelo caráter de permitir as relações interpessoais. Em a Psicologia Cognitiva é aplicável na Psicologia de Aprendizagem na medida em que o conteúdo é mediado em conta os processos cognitivos do indivíduo. II. Conclusão A Psicologia Cognitiva tem como objeto de estudo a Cognição, isto é, processos cognitivos (pensamento-linguagem, percepção, memoria, imaginação, e sensações). A Gestalt influenciou a Psicologia cognitiva por causa do enfoque na organização, na estrutura, nas relações no papel activo do objeto e na participação importante da percepção na a aprendizagem e na memória. A Gestalt estudou pela primeira vez a percepção de forma profunda como um fenômeno que surge com a tendência do estimulo, na tentativa de dar um significado a forma. Chomsky desenvolveu a corrente nativista, onde defendeu a ideia segundo a qual existiria uma linguagem mental universal, designada com humor, por fodor e uma faculdade racional humana universal que explicariam, entre outras coisas, por quê que qualquer recém- nascido pode aprender qualquer língua? Por que nos é fácil (relativamente) aprender línguas estrangeiras? Por que é que podemos criar uma espécie de frades em número infinito, a partir de um pequeno conjunto de regras de gramática (a gramatica generativa universal). Teoria da atribuição, apresentou as ideias relacionadas com a atribuição causal, explicando os processos de pensamento que as pessoas utilizam para retirarem sentido dos acontecimentos quotidianos que ocorrem no mudo que as rodeia. Para ele, o Homem tem necessidade de descobrir as causas dos acontecimentos e de entender o ambiente que o rodeia. A abordagem sócio-histórica de Vygotsky (1991) baseia-se na ideia central de que o ser humano se desenvolve pela interação social, quando o desenvolvimento cognitivo mantém estreita relação com a aprendizagem. O desenvolvimento das funções psíquicas do indivíduo interage continuamente com a aprendizagem, com a apropriação do conhecimento produzido pela humanidade e as relações que estabelece com seu meio. As teorias de Ausubel não devem ser compreendidas como leis gerais da aprendizagem em si mesma, mas de forma que possam ser relacionadas a meios mais eficazes de deliberadamente levar a mudanças na estrutura cognitiva. Em a Psicologia Cognitiva é aplicável na Psicologia de Aprendizagem na medida em que o conteúdo é mediado em conta os processos cognitivos do indivíduo. III. Referências Bibliográficas · CHOMSKY, Noam. New horizons in the study of language and mind. Cambridge: Cambridge University Press, 2000. · MOREIRA, M, A. Aprendizagem significativo: teoria y prática. Madrid: Visor; 2000. · OSTERMANN F. CAVALCANTI, CJH. Teorias de aprendizagens. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2010. · STERNBERG, Robert J. Psicologia cognitiva. Porto Alegre: ArtMed, 2000.