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Placenta prévia

Material sobre placenta prévia: definição e classificação (incluindo inserção baixa), fatores de risco, quadro clínico, diagnóstico por USG transvaginal e conduta inicial com avaliação hemodinâmica e exames laboratoriais.

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Placenta prévia 
 
Introdução 
 Presença de tecido placentário total ou 
parcialmente inserido no segmento inferior do 
útero, após 28 semanas de gestação. 
 
Classificação 
 Placenta prévia: a placenta recobre total ou 
parcialmente o orifício interno do colo uterino 
no (anteriormente denominada placenta prévia 
centro-total ou centro-parcial). 
 Placenta de inserção baixa: a borda 
placentária se insere no segmento inferior do 
útero, não chega a atingir o orifício interno e 
se localiza em um raio de 2 cm de distância 
dessa estrutura anatômica (anteriormente 
denominada placenta prévia marginal). 
 
 
Fatores de risco 
 Número de cesáreas prévias. 
 Gestações múltiplas. 
 Antecedente de placenta prévia. 
 Número de curetagens uterinas. 
 Idade materna avançada. 
 Multiparidade. 
 Tabagismo. 
 
Manifestações clínicas 
 Geralmente apresenta-se como sangramento 
vaginal indolor no 2º ou 3ª trimestre. Entre 
70% e 80% das pacientes com placenta prévia 
terão pelo menos um episódio de sangramento. 
 Cerca de 10% a 20% das pacientes 
apresentam contrações uterinas antes do 
sangramento, e menos de 10% permanecem 
assintomáticas. 
 Das pacientes com sangramento, 33% 
apresentarão antes da 30ª semana de 
gestação, 33% entre a 30ª e a 36ª semanas de 
gestação e 33% após a 36ª semana da 
gestação. 
 Pacientes com sangramento precoce (< 30 
semanas de gestação) apresentam maior risco 
de transfusão de sangue e consequente 
morbidade e mortalidade perinatal. 
 Acredita-se que o sangramento ocorra com o 
rompimento dos vasos sanguíneos da placenta, 
associado ao desenvolvimento e ao afinamento 
do segmento inferior do útero. 
 
Diagnóstico 
 Qualquer gestante >24 semanas com 
sangramento vaginal indolor deve levar à 
suspeita de placenta prévia. 
 O útero mostra consistência normal. 
 Contrações uterinas podem ser encontradas 
durante ou após o episódio hemorrágico, e o 
tônus uterino está normal nos seus intervalos. 
 A rotura prematura de membranas ovulares 
e as apresentações fetais anômalas estão 
associadas à placenta prévia. 
 Seu diagnóstico é baseado na identificação 
de tecido placentário recobrindo ou muito 
próximo ao orifício interno do colo uterino, por 
meio de exame de imagem, mais comumente a 
USG transvaginal (padrão-ouro). 
 
Conduta 
 *LAB: 
- Avaliação hemodinâmica; 
- Hemograma e coagulograma; 
- Classificação sanguínea; 
- Pesquisa de anticorpos irregulares, se 
indicado.

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