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DESEQUILIBRIO DE HEMOSTASIA EM CIRURGIA THAIS BRAGA – AULA DE CIRURGIA 21/11/19 INJÚRIA VASCULAR Medidas para interromper a hemorragia : 1) Vasocontricção de arteriolas e capilares - Mediadores: Endotelina (fator do endotélio)/ tromboxano A2 (fator da liberação plaquetária) 2) Agregação plaquetária : Formação do tampão plaquetário. Devemos lembrar dos fatores que levarão a aderência plaquetária, o primeiro deles são as plaquetas circulantes que vão aderir ao endotélio do sitio lesado , mediado pela exposição do colágeno subendotelial (após a lesão endotelial) e o segundo fator é o fator tecidual ou fator tissular. 3) Ativação das vias de coagulação PLAQUETAS : 1) Aderência ao sítio lesado: Essa aderência depende do fator VIII (fator de Von Willebrand). Na doença de Von Willebrand a contagem plaquetária está normal. - Exposição ao colágeno subendotelial e fator tecidual - Fator VIII de von Willebrand ( vWF) 1) Liberação do conteúdo dos grânulos alfa e densos : Essa liberação ocorre quando as plaquetas aderem ao sitio lesado elas vão liberar o conteúdo dos seus grânulos. 2) Formação do tampão plaquetário 1-3 min após a lesão vascular. (fenômeno rápido) HEMOSTASIA E COAGULAÇÃO 1) Via intrinseca: Ativada por fatores presentes na circulação. Á exemplo da pré-calicreína e HMWK 2) Via extrinseca: Ativada por fatores externos a circulação, como o fator tissular (tromboplastina tissular). Só será exposto no momento em que tivermos um dano endotelial. A ativação do fator VII, começa a ativaão do fator X e daí começa a via comum. 3) Via comum: Xa vai transformar a protrombina em trombina e com isso quebrando a molécula de fibrinogênio em fibrina. Objetivo : Propiciar a parada fisiológica do sangramento , com a formação de um coágulo de fibrina estável. Transformação de prótrombina em trombina, e o fibrinogênio em fibrina, para uma ligação estável. Explica a figura, fala que não é para decorar. Só quer o conhecimento geral, ter uma ideia de que fatores participam de cada via, não precisa saber da ordem que ocorrem OBS : Fator VIII e IX estão relacionados a hemofilia, tem a tipo A e o tipo B. Decorar apenas que fatos VIII, IX, XI e XII fazem parte da via intrínseca. Fatores reguladores da coagulação: - Prostaciclina x Inibidor da agregação plaquetária x Fator endógeno que simula a ação da aspirina (AAS) - Antitrombina III x Fraco inibidor do Fator tecidual/ VIIa ( Pouca atuação na via extrínseca) x Neutraliza IXa,Xa, XIa ( Forte atuante da via intrínseca) x Potencializada pela heparina não fracionada: vai alterar TTPA (via intrinsea). Î Existem dois tipos de heparina, a heparina de baixo peso molecular ( clexane) e a heparina não fracionada. Î A heparina de baixo peso molecular é um inibidor do fator Xa, primeiro fator da via comum. Î Os pacientes anticoagulados com heparina não fracionada possuem alteração no exame de TTPa, que é o exame de coagulação que mede a via intrinseca. Î Os pacientes anticoagulados com heparina de baixo peso molecular não possuem alteração no TP e nem no TTPa. Î Para se saber o nível de anticoagulação do paciente deve-se dosar a expressão do fator Xa. Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User DESEQUILIBRIO DE HEMOSTASIA EM CIRURGIA THAIS BRAGA – AULA DE CIRURGIA 21/11/19 x O plexani (baixo peso molecular) inibe o fator Xa, aquele 1º fator da via comum. Bastante seletivo. Não altera exames de coagulação. - Proteina C x Liga-se aos fatores Va e VIIIa inibindo-os. - Proteina S ( Co-fator da proteina C): Trabalha conjuntamentr com a proteína C - Óxido nitrico - Trombomodulina - Ativador do Plasminogênio Tecidual ( tPA): professor falou que esse era importante. Trombólise é o uso desse ativador, é o L-tPA, e ele vai transformar o plasminogênio em plasmina, e dissolver o coágulo. Fibrinólise : Uma vez formado o coágulo estável, a fibrinólise vai ser a destruição desse coágulo de fibrina, mediado pela Plasmina. - Processo reparador que ocorre em resposta á coagulação - Ativação do Plasminogênio em Plasmina pode ocorrer de duas formas : * Ativadores tPA * Uroquinases - Plasmina * Enzima proteolitica que degrada e fibrina em fragmentos solúveis. - D-dímero( produto de degradação da fibrina pela plasmina ) : Quando ocorre a degradação da fibrina, ao dosar no sangue é possível detectar níveis elevador do D-dímero. * Em pacientes com TEP, doença trombótica e for dosado D-dímero no sangue, este se encontrará em níveis elevados. AVALIAÇÃO PRÉ-OPERATÓRIA : - História precisa e exame físico Î História prévia de cirurgia em busca de eventos hemorrágicos patológicos Î Paciente que apresenta disfunção plaquetária ( sangramento de mucosa, epistaxe, gengivorragia/ nas mulheres – menorragia) Î Pesquisar extração dentária ( sangrou muito? Demora de coagular?) Î Historia familiar Î História de hemorragias : hematúria .... - Uso de medicações ( AINES, antiagregantes plaquetários – AAS, Clopidogrel, anticoagulantes – heparina, anticoagulantes orais como o Marevan/ Varfarina) * Suspender o uso 5-7 dias antes da cirurgia - Disfunção sistêmica: hepática, renal ou metabólica - Doenças hematológicas : plaquetopenia ( púrpura), leucemia, aplasia de medula. - Coagulograma * Não deve ser realizado em rotina * Indicado baseado em suspeita clinica ou em grandes cirurgias Coagulograma: - Tempo de protrombina ( TP) * Via extrinseca ( Fator VII) e via comum ( fator X,protrombina,trombina,fibrinogênio,fibrina) * Influenciado pela Varfarina e deficiência de vit.k - Tempo de tromboplastina parcial ativado ( TTPA) * Fatores da via intrinseca e comum * Influenciado pela heparina - Plaquetas * Avaliação quantitativa CASOS EM QUE É PERMITIDO TROMBOLIZAR O PACIENTE : - IAM com SUPRA ( apesar do resultado ser melhor com angioplastia primária) - AVC isquêmico Î Pacientes com TVP e aqueles que possuem prótese valvular metálica precisam ser anticoagulados. Î Pacientes anticoagulados com heparina , deve-se medir o nível de coagulação pelo TTPa. Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User MobileUser Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User DESEQUILIBRIO DE HEMOSTASIA EM CIRURGIA THAIS BRAGA – AULA DE CIRURGIA 21/11/19 - Tempo de sangramento ( ocasionalmente) * Avaliação qualitativa da função plaquetária DOENÇAS HEMORRÁGICAS CONGÊNITAS Hemofilia A ( hemofilia clássica) - Causada por uma deficiência ou anormalidade do fator VIII - Alteração da via intrinseca manifestada por : TTPa alargado , TP normal, niveis baixos do fator VIII - Maioria dos casos no Sexo masculino ( cromossomo x) - Apresentação clínica : Hematoma ou hemartrose - Tratamento para o caso de sangramento agudo : * Desmopressina (DDAVP) ou Ac Tranexâmico ( Transamin) ( melhora transitória) -Tratamento definitivo : * Crioprecipitado ( parte do plasma fresco congelado rico em fator VIII) * Preparações específicas de fator VIII ( recombinantes ou oriundas do sangue) Hemofilia B - Causada por uma deficiência ou anormalidade do fator IX - Alteração da via intrinseca manifestada por : TTPa alargado TP normal, niveis baixos do fator IX - Maioria dos casos no Sexo masculino ( cromossomo x) - Apresentação clínica : Hematoma ou hemartroses - Tratamento : Concentrado de complexo protrombínico ( Beriblex) Doença de Von Willebrand - Causada por uma deficiência do fator VIIIR * Fator de Von Willebrand é carreado junto com o fator VIII - Manifestada por : Hemorragia semelhante á disfunção plaquetária ( mucosa , petéquias,epistaxe,menorragia, hematúria, gengivorragia) - Tratamento inicial : * Desmopressina ( DDAVP) – melhora transitória - Tratamento definitivo ou profilaxia pré cirurgia : * Infusão de crioprecipitado ( rico em fator VIII) Fatores dependentes da vitamina K - Protrombina ( fator II) - Fator VII - Fator IX - Fator X - Proteina C - Proteina S DOENÇAS HEMORRÁGICAS ADQUIRIDAS Deficiência de vitamina K - Sítio de ação da varfarina ( anticoagulante ) são os fatores dependentes da vitamina K - Pacientes com uso de anticoagulante vão ter seu RNI alargado Î Fator 5 de Leiden : Mutação autossômica dominante que resulta numa dificuldade do fator V ser desativado pela proteina C ativada, favorecendo uma coagulação excessiva, que em alguns casos pode formar trombos ( trombose), entupindo as vias circulatórias. Essa mutação não causa distúrbio de sangramento, ao contrário, leva a uma condição protrombótica. Î Condições protrombóticas congênicas : Fator V de Leiden, Mutação da proteina C e da proteina S , da antitrombina III e do gene da protrombina aumentam o risco de trombose. 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Paciente hepatopata quase sempre tem diminuição de vitamina K, frequentemente tem o RNI alargada),NPT ( nutrição parenteral total), antibióticos orais - Tratamento : * Reposição de vitamina K parenteral = correção em 6-12h x Cirurgia de urgência: você pode resolver de 24 a 48 horas, você pode aguardar a reposição de vitamina K x Cirurgia de emergência: Você tem que resolver naquele momento, pois corre risco de vida. Paciente hepatopata, ictérico, você tem que fazer um plasma fresco, no plasma fresco você vai encontrar todos os fatores de coagulação. Ai a reposição é imediata. * Plasma fresco congelado (tem todos os fatores de coagulação) = correção imediata Insuficiência hepática - Fígado é o sítio de produção de todos os fatores de coagulação , exceto o VII - Cirrose e suas diversas causas - Transfusão de plasma fresco congelado: se precisar de uma correção imediata. Trombocitopena - Pode ser induzida por drogas (heparina), sequestro esplênico, falha na produção x Heparina: as vezes o paciente tá internado usando o anticoagulante profilático, o plexane, heparina fracionada. Sem nenhum motivo aparente, no hemograma do dia-a-dia a gente vai ver uma queda de plaquetas. De imediato a gente passa a suspeitar de trombocitopenia induzida pela heparina, suspendemos a heparina, dois dias depois a gente vê a cura, não se explica bem o porque, mas o paiente vai ter ai uma contraindicação ao uso de heparina. x Pode ser também por destruição: autoanticorpos (Trombocitopenia idiopática) e sequestro esplênico x Falha de produção: aplasia de medula - Normal : 150.000 a 450.000/mm3 - < 100.000 = risco de sangramento induzido x Nível seguro para fazer cirurgia: 50.000, salvo cirurgias mais específicas, como neurocirurgia, cirurgias oftálmicas que podem ter muito sangramento, ai você tem que ver. Cirurgias de uma forma geral usa-se o nível seguro. - < 20.000 = risco de sangramento espontâneo - < 10.000 = risco de sangramento grave x Risco de vida. Nesses pacientes a gente realiza a transfusão de plaquetas, seja por veia ou seja por artéria - Transfusão de plaquetas: geralmente uma unidade de transfusão aumenta cerca de 10.000 o valor das plaquetas. Geralmente, um concentrado de hemácias vai aumentar cerca de 1 grama para cada valor de hemoglobina. x Uma coisa que vemos muito também é o paciente fazer transfusão imediatamente após as cirurgias, podendo transfundir na véspera, para que essa plaqueta não seja consumida, pode receber poucos minutos a horas ali antes do procedimento. Trombocitopatia - Disfunção plaquetária com contagem sanguínea normal - Pode ser causada por drogas ( AAS, AINES), distúrbios metabólicos ( insuficiência renal) ou congênitos x Principal causador é o AAS (antiagragante plaquetário), não só ele, como também todos os outros antinflamatórios também. Nessa situação, devemos suspender o medicamento 5 a 7 dias antes. Não existe muito o que fazer, é uma alteração irreversível da coagulação. O exame que pega ai é só o tempo de sangramento, nem TP e o TTPA, o teste de furo na orelha. x Insuficiência renal- fatores que levam a trombocitopatia: uso da heparina, diálise, fatores metabólicos. Não tem explicação muito clara. Outras condições que podem levar a distúrbios de coagulação: Hipotermia, coagulação intravascular disseminada. 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O ambiente cirúrgico é um ambiente frio! Uso de : Mantas térmicas, aquecedor (ventinho que fica abaixo da perna), infusão de soluções aquecidas - Tríade fatal: risco iminente de vida, ciclo vicioso. Pacientes graves, com choque, sepse, grandes queimados devem ser mandados para a unidade de terapia intensiva e abreviado o procedimento cirúrgico. 1. Hipotermia 2. Acidose 3. Coagulopatia Coagulação intravascular disseminada - Distúrbio sistêmico trombo-hemorrágico, levando a coagulopatia e disfunções orgânicas: é grave, tem um componente trombótico (da microcirculação) e um componente hemorrágico (hemorragia difusa, sangramento por todos os orifícios, no intraoperatório você percebe aquele sangramento difuso que você não consegue controlar, isso acontece porque os fatores de coagulação vão ser consumidos por esse processo trombótico) - Causas : hemorragia maciça, hemólise , sepse, grandes queimados, (professor adicionou no áudio: hemotransfusão maciça, qualquer condição grave a vida pode levar a CIVD, na obstetrícia, eclâmpsia) -TP e TTPa alargados, fibrinogênio baixo , plaquetopenia: Tudo vai estar sendo consumido + Tratamento: primeiro da causa base, repor todos os fatores deficitários (repor plasma, complexo do fator protrombinico) + Exemplo prático: Não é uma condição de cirurgia eletiva, o intra-operatório geralmente não caminha para isso. A não ser que o paciente tenha uma hemorragia intra-operatória longa, e você tenha que repor a volemia, mais de 10 concentrados de hemácia, ai pode ocorrer. Ai você já começa a ver como está as provas de coagulação. SEMPRE tem que ter uma condição grave por trás. Sugestão de diretrizes para a transfusão de hemácias (resumo): Hemoglobina < 8g/dL ou perda aguda de sangue em paciente sudável, com sinais e sintomas de diminuição de oferta de oxigênio, com dois ou mais dos sintomas seguintes: 1. Perda aguda estimada ou prevista de >15% do volume sanguíneo total (750mL em homem de 70kg) 2. Pressão arterial diastólica <60mmHg 3. Queda >30 mmHg da pressão arterial sistólica, em relação a basal 4. Taquicardia (>100 batimentos/min) 5. Oligúria/anúria 6. Alteração do nível de consciência Hemoglobina <10g/dL em pacientes que sabidamente têm risco aumentado de doença arterial coronariana ou insuficiência pulmonar que tiveram ou se espera que venham a ter hemorragia significativa OBS: Existem anemias que são de instalação aguda, por exemplo, o paciente perdeu uma quantidade muito grande de sangue, perda rápida de sangue pode levar a um aumento desses sintomáticos. Quando o paciente é cardiopata a gente gera ainda mais atenção. Anemia sintomática: 1. Taquicardia (>100 batimentos/min) 2. Alteração do nível de consciência 3. Evidência de isquemia miocárdica, incluindo angina 4. Falta de ar ou tontura aos esforços levas 5. Hipotensão ortostática Indicações sem fundamentos/questionáveis: Não justifica transfundir. 1. Para aumentar a cicatrização de feridas 2. Para melhorar a sensação de bem-estar do paciente 3. Hemoglobina entre 7g/dl e 10g/dl (hematócrito entre 21% e 30%) em pacientes assintomáticos, estáveis: pode ser entendido como anemia tônica mesmo, não está levando a repercussão sistêmica 4. Simples disponibilidade de sangue autólogo pré-doado, sem indicação médica: sangue autólogo é, por exemplo, quando o paciente faz uma cirurgia e ele vai se submeter a uma cirurgia e ele faz a retirada de Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User DESEQUILIBRIO DE HEMOSTASIA EM CIRURGIA THAIS BRAGA – AULA DE CIRURGIA 21/11/19 sangue, digamos 500ml, de seu próprio sangue, e esse sangue vai ser acondicionado para a cirurgia dele, para depois de 2 meses, depois do organismo se recuperar e suprir o nível da hemoglobina. Sugestão de diretrizes para a transfusão de PLAQUETAS (resumo): 1) Contagem de plaquetas recente (<24 horas) <10.000/mm3 (para a profilaxia): risco de sangramento letal. 2) Contagem de plaquetas recente (<24 horas) <50.000/mm3 com sangramento microvascular evidente “babação”) ou programação de procedimento cirúrgico/ invasivo (complemento da aula: abaixo de 50000 com sangramento ativo) OBS: Depende de cada condição. Se o paciente tem PTI, tem anticorpo contra a plaqueta, e as plaquetas vão ser destruídas. Ai temos que seguir o tratamento padrão, corticóides, para tratar a condição de base e não consumir plaquetas. 3) Sangramento microvascular evidente e queda rápida do número de plaquetas OBS: Coagulopatias devem ser investigadas com fatores de coagulação, dosar fibrinogênio sempre que voce tiver esses exames alterados. 4) Pacientes adultos na sala de operações que sofreram procedimentos complicados ou nescessitaram de mais de 10 unidades de sangue e tem sangramento microvascular. Tranfundir plaquetas significa assumir que a hemostasia cirúrgica foi adequada. 5) Disfunção plaquetária documentada (p.ex. tempo de sangramento maior que 15 minutos, testes funcionais plaquetários alterados) com petéquias, púrpura, sangramento microvascular (babação) ou procedimento cirúrgico/invasivo. Indicações não justificadas: 1) Uso empírico associado a transfusão maciça, quando o paciente não apresenta evidências clínicas de sangramento microvascular (babação) 2) Profilaxia nos pacientes com purpura trombótica trombocitopênica/ hemolítico urêmica ou púrpura trombocitopênica idiopática 3) Disfunção plaquetária extrínseca (p.ex. insuficiência renal, doença de von Willebrand) Sugestão de diretrizes para a transfusão de PLASMA (resumo): Tratamento da deficiência de fatores de coagulação múltiplos ou específicos com tempo de protrombina e/ou tempo de tromboplastina parcial ativada anormais Deficiênciado fator específio anormal na presença de um dos seguintes: x Deficiência congênita de AT- III, PROTROMBINA, fatores V, VII, IX, X e XI; Proteína C ou S; Plasminogênio ou antiplasmina. x Deficiência adiquirida relacionada a terapia de varfarina, deficiência de vitamina K, doença hepática, transfusão maciça ou coagulaçõa intravascular disseminada. x Também indicada como profilaxia nas situações acima se houver programação de precedimento cirúrgico/invasivo. Indicações não justificadas: 1. Uso empírico associado à transfusão maciça, se o paciente não apresentar sinais clínicos de coagulopatia 2. Reposição de volume 3. Suplementação nutricional 4. Hipoalbunemia RISCOS TRANSFUSIONAIS - Reação transfusional * Hemolítica * Não hemolítica (alérgica e febril): nesses casos a gente interrompe a transfusão, para descartar a reação alérgica. Esses pacientes vão precisar de uma nova transfusão, a gente pode selecionar um concentrado de hemácias (que não é o comum) reduzida em leucócitos, ai o paciente vai ter uma chance menor de ter reação alérgica numa próxima transfusão. Ele vai passar também por um protocolo de dessensibilização com antialérgico prévios a transfusão Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User DESEQUILIBRIO DE HEMOSTASIA EM CIRURGIA THAIS BRAGA – AULA DE CIRURGIA 21/11/19 - Transmissão de infecção: a transfusão também estar relacionada com o risco de infecção, não só infecções como hepatite B e C, HIV, mas também infecções bacterianas como sepse. Pode ser extremamente grave. - Lesão pulmonar aguda relacionada á transfusão (TRALI): Pacientes que recebem transfusão maciça, que leva a hipoxemia grave, lesão pulmonar (pulmão fica todo branco no raio X), com necessidade de ventilação mecânica e muitas vezes levando ao óbito desse paciente. - Reação do enxerto versus hospedeiro (raro): Quando ocorre, leva ao óbito na maioria das vezes. Seria o sangue que foi transfundido ataca o receptor do sangue, extremamente grave. Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User Mobile User