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ACONSELHAMENTO CENTRADO NO CLIENTE -

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no Quadro 7-t 
~~g. 1!4>- Utiliza-se de respostas de silêncio, aceitação, reafirmação e cla-
nficaçao, sendo o cliente quem conduz a discussão e é responsável pelos 
resultados._ Se durante a discussão percebe-se necessidade de informação, 
0 co~selhe1ro deve encorajar o cliente a buscá-la fora da sessão. Um con-
selbetro exclusivamente centrado no cliente provavelmente não usa teSlCS, 
embora possa ter esse procedimento a pedido do cliente. . 
O conselheiro centrado no cliente estimula a auto-exploração c,uda-
dosa, mas tende a evitar a confrontação e a interpretação como in<;l rU· 
11111 
.,~,.l'TV\· bJFASES TEÓRICA S 'SELJ1A M&.1..,, ...,. 
ACO/v. 179 
essar O insight. Não se dá muita ênfase ao planejamento para apr do · · · d I li T à 111entos 'fica exceto quan IDlCJa o pe o c ente. em-se que, me-
de aÇáO es~ 
1 
te 'se toma livre para realizar seu potencial através do pro-
dida que 
O 
cl enaça-0 a mudança de comportamento ocorre naturalmente, de expor , . cesso . duça-0 do conselhetro. sem a ID 
Contribuição 80 modelo genérico de aconselhamento 
e I Rogers deu uma grande contribuição ao modelo genérico de aconse-
u:nento apresentado neste livro. ':°ntri~ui~o ó~ é. sua descriçã~ 
lara da relação de ajuda que const1tm a essenaa da pnme1ra fase. Dev1-
~o 30 trabalho de Rogers, os conselheiros tomaram-se melhores ouvin-
tes. Mesmo os conselheiros que preferem técnicas mais condutivas que as 
do aconselhamento centrado no cliente reconhecem a importância de dar 
condições de relacionamento que levem o cliente a revelar elementos sig-
nificativos da realidade pessoal. Foi dito que o aconselhamento deve par-
tir de onde o cliente está - e, para se saber onde ele está, a maioria dos 
conselheiros emprega métodos introduzidos por Rogers. 
Uma segunda contribuição importante, cuja origem se deve às afir-
mações de Rogers acerca da natureza humana, é a idéia de que o cliente 
é basicamente responsável por sua própria vida. Embora alguns conse-
lheiros possam não ser tão otimistas quanto Rogers ao acreditar que to-
das as ~as são fundamentalmente boas, a maioria reconhece que o 
:meiheiro não pode e não deve controlar as aÇÕes do cliente. Os conse-
fl erro~ que julgam que o profissional deve estabelecer condições para in-uenc1ar as ações d li 
a·udan . 0 e ente sustentam em geral que estão simplesmente 1 
0 do 
O 
cliente a alcançar seus próprios objetivos. 
rnern Raconselhamento centrado no cliente tem uma visão positiva do ho-. ogers ex " 
relativam P_os uma metodologia que pode ser aprendida de modo 
&rahnente~te fácil P0 r Pessoas que estão, elas próprias, "atuando inte• 
AconseJb 
arnento gestáltico 
ºaco rn llSelha.tnento . . . 
m,º ~l J!.0gers 
8
está!ttco fOJ desenvolY1do por Frcderick Perls que, co-
qu ª Sido um Pr~r,~e form_ação. em J>Sicoterapia freudiana. Embora te-
~10 l!.oge,8 ernlSStonaJ dtnânuco e efetivo, Perls não foi tão diligente 
Pontos conceit es~rever sobre seu trabalho, e provavelmente existem 
llais P<>uco claros em seu sistema. Vários livros de Per Is

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