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filosofia do direito

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Rose Medina

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Questões resolvidas

Santo Agostinho estabelece uma específica relação entre o universo das leis morais e o universo das leis do Estado. Para ele, a dimensão à qual deve se adequar o direito positivo, isto é, as leis escritas com o fim de se tornarem justas é:
A) A Sagrada Escritura
B) A Lei Eterna
C) O Direito Natural
D) A Lei Temporal

Segundo Agostinho, o universo político-jurídico medieval apresenta-se de maneira bastante diversa daquele que havia se desenvolvido na polis grega. Muito disso se relaciona à posição do Estado em relação às possibilidades legislativas. Dentre as diferenças mais importantes se encontra a condição de autonomia ou heteronomia do Estado na proposição das leis, donde deriva exatamente a compreensão do papel da justiça. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE essa relação entre Justiça e Estado na acepção agostiniana:
A) O Estado é autônomo na criação das leis ao buscar fundamentar-se na justiça divina.
B) O Estado é heterônomo na criação das leis exatamente por pautar-se nas exigências de uma justiça de maior amplitude, isto é, no Direito Natural.
C) O Estado é heterônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.
D) O Estado é autônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.

Associe as leis da primeira coluna às definições da segunda a partir da teoria de Tomás de Aquino:
1. Lei Divina
2. Lei Natural
3. Lei Eterna
4. Lei Humana
( ) É a própria revelação, na medida em que o ser humano não é capaz de alcançá-la por seus próprios méritos, mas apenas por graça de Deus.
( ) Constitui aquela parte apreensível pela razão humana, se estabelecendo como tendência natural e normativa observada nas coisas
( ) Revela o plano de Deus e a ordem das coisas
( ) Derivada a partir da parte apreendida pelo ser humano e conforme aos princípios da moralidade. Quanto mais próxima se encontra aos princípios, mais justa será; quanto mais se distancia, mais pervertida se torna
A) 1-2-3-4
B) 2-3-4-1
C) 3-4-1-2
D) 3-2-1-4

Considere os conceitos aristotélicos de justiça abaixo: 1. Sentido Geral 2. Justiça Distributiva 3. Justiça Corretiva Formal 4. Justiça Corretiva Substantiva. Considere agora as seguintes definições: ( ) Princípio corretivo nas transações privadas proporcional ( ) Agir de acordo com a lei e, consequentemente, a ação injusta é a infração à lei. ( ) Princípio corretivo nas transações privadas de maneira igual a todos ( ) Direito a uma parte dos bens sociais relativa à função exercida no corpo social. Assinale abaixo a alternativa que relaciona corretamente conceitos e definições:
A) 3-2-4-1
B) 4-1-3-2
C) 3-1-4-2
D) 4-2-3-1

A partir da leitura de Aristóteles (Ética a Nicômaco), assinale a alternativa que corresponde à classificação de justiça constante do texto: “... uma espécie é a que se manifesta nas distribuições de honras, de dinheiro ou das outras coisas que são divididas entre aqueles que têm parte na constituição (pois aí é possível receber um quinhão igual ou desigual ao de um outro)...”
a) Justiça Natural.
b) Justiça Comutativa.
c) Justiça Corretiva.
d) Justiça Distributiva.

Em seu diálogo As Leis Platão lida com um modelo de filosofia política um tanto diverso daquele mais conhecido, A República. Tal diferença se deve, em grande medida, ao caráter mais pragmático do primeiro face ao mais ideal e regulador do segundo. Tal caráter mais pragmático resulta em certa caracterização do comportamento dos cidadãos em relação às leis, conforme consta na seguinte alternativa:
A) O conhecimento filosófico é entendido como precondição para atuar na esfera legislativa, de modo que a ignorância deve manter as pessoas em total e incondicional obediência às regras propostas pelo legislador.
B) O conhecimento filosófico estabelece que qualquer um pode governar a polis.
C) O conhecimento filosófico é característica determinante para a opção política governamental da polis.
D) O processo legislativo deve obedecer às premissas democráticas: não havendo competência prévia em política, todo e qualquer cidadão pode e deve participar do processo deliberativo de construção da legislação da polis.

Considere a análise feita acerca da relação entre direito natural e direito positivo a partir da tragédia de Sófocles, "Antígona". A respeito dela é CORRETO afirmar que:
A) Antígona afirma, em sua defesa, que o princípio de justiça que fundamenta sua ação emana dos deuses, de modo que as leis humanas, de Creonte, não seriam fortes o suficiente para alterar ou revogar tal princípio.
B) Creonte defende que aquele a quem o Estado confere poder deve ser obedecido até nas mínimas coisas, sendo estas justas ou injustas, porque a não obediência a ele implica na não obediência ao princípio sagrado e divino da justiça.
C) Creonte defende sua posição remetendo ao dever normativo de todo e qualquer rei, fundado no princípio sagrado e divino do governo.
D) Ao sepultar seu irmão Polinices, Antígona defende o direito sagrado e imutável do rei ao ditar as leis da comunidade política.

Considere a citação abaixo de Alyson Mascaro: "A filosofia do direito quase sempre é ignorada pelo filósofo (...). Mas, ao mesmo tempo, a filosofia do direito é ignorada pelo próprio jurista (...). Trata-se, portanto, de uma duplamente enjeitada." As razões para a ignorância daqueles que atuam nos dois campos fundadores da disciplina, segundo Mascaro, são:
A) Filósofos ignoram porque desconhecem a filosofia; juristas ignoram porque não identificam nela quaisquer utilidades.
B) Filósofos ignoram porque desconhecem ou não se interessam pelos assuntos jurídicos; juristas ignoram porque não identificam nela quaisquer utilidades.
C) Filósofos ignoram porque possuem mais interesse na vida forense que na reflexão crítica sobre o direito; juristas, porque estão mais preocupados com os assuntos filosóficos.
D) Filósofos ignoram porque não identificam utilidade prática; juristas, porque não dispõem de interesse na reflexão crítica sobre seu próprio objeto.

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Questões resolvidas

Santo Agostinho estabelece uma específica relação entre o universo das leis morais e o universo das leis do Estado. Para ele, a dimensão à qual deve se adequar o direito positivo, isto é, as leis escritas com o fim de se tornarem justas é:
A) A Sagrada Escritura
B) A Lei Eterna
C) O Direito Natural
D) A Lei Temporal

Segundo Agostinho, o universo político-jurídico medieval apresenta-se de maneira bastante diversa daquele que havia se desenvolvido na polis grega. Muito disso se relaciona à posição do Estado em relação às possibilidades legislativas. Dentre as diferenças mais importantes se encontra a condição de autonomia ou heteronomia do Estado na proposição das leis, donde deriva exatamente a compreensão do papel da justiça. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE essa relação entre Justiça e Estado na acepção agostiniana:
A) O Estado é autônomo na criação das leis ao buscar fundamentar-se na justiça divina.
B) O Estado é heterônomo na criação das leis exatamente por pautar-se nas exigências de uma justiça de maior amplitude, isto é, no Direito Natural.
C) O Estado é heterônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.
D) O Estado é autônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.

Associe as leis da primeira coluna às definições da segunda a partir da teoria de Tomás de Aquino:
1. Lei Divina
2. Lei Natural
3. Lei Eterna
4. Lei Humana
( ) É a própria revelação, na medida em que o ser humano não é capaz de alcançá-la por seus próprios méritos, mas apenas por graça de Deus.
( ) Constitui aquela parte apreensível pela razão humana, se estabelecendo como tendência natural e normativa observada nas coisas
( ) Revela o plano de Deus e a ordem das coisas
( ) Derivada a partir da parte apreendida pelo ser humano e conforme aos princípios da moralidade. Quanto mais próxima se encontra aos princípios, mais justa será; quanto mais se distancia, mais pervertida se torna
A) 1-2-3-4
B) 2-3-4-1
C) 3-4-1-2
D) 3-2-1-4

Considere os conceitos aristotélicos de justiça abaixo: 1. Sentido Geral 2. Justiça Distributiva 3. Justiça Corretiva Formal 4. Justiça Corretiva Substantiva. Considere agora as seguintes definições: ( ) Princípio corretivo nas transações privadas proporcional ( ) Agir de acordo com a lei e, consequentemente, a ação injusta é a infração à lei. ( ) Princípio corretivo nas transações privadas de maneira igual a todos ( ) Direito a uma parte dos bens sociais relativa à função exercida no corpo social. Assinale abaixo a alternativa que relaciona corretamente conceitos e definições:
A) 3-2-4-1
B) 4-1-3-2
C) 3-1-4-2
D) 4-2-3-1

A partir da leitura de Aristóteles (Ética a Nicômaco), assinale a alternativa que corresponde à classificação de justiça constante do texto: “... uma espécie é a que se manifesta nas distribuições de honras, de dinheiro ou das outras coisas que são divididas entre aqueles que têm parte na constituição (pois aí é possível receber um quinhão igual ou desigual ao de um outro)...”
a) Justiça Natural.
b) Justiça Comutativa.
c) Justiça Corretiva.
d) Justiça Distributiva.

Em seu diálogo As Leis Platão lida com um modelo de filosofia política um tanto diverso daquele mais conhecido, A República. Tal diferença se deve, em grande medida, ao caráter mais pragmático do primeiro face ao mais ideal e regulador do segundo. Tal caráter mais pragmático resulta em certa caracterização do comportamento dos cidadãos em relação às leis, conforme consta na seguinte alternativa:
A) O conhecimento filosófico é entendido como precondição para atuar na esfera legislativa, de modo que a ignorância deve manter as pessoas em total e incondicional obediência às regras propostas pelo legislador.
B) O conhecimento filosófico estabelece que qualquer um pode governar a polis.
C) O conhecimento filosófico é característica determinante para a opção política governamental da polis.
D) O processo legislativo deve obedecer às premissas democráticas: não havendo competência prévia em política, todo e qualquer cidadão pode e deve participar do processo deliberativo de construção da legislação da polis.

Considere a análise feita acerca da relação entre direito natural e direito positivo a partir da tragédia de Sófocles, "Antígona". A respeito dela é CORRETO afirmar que:
A) Antígona afirma, em sua defesa, que o princípio de justiça que fundamenta sua ação emana dos deuses, de modo que as leis humanas, de Creonte, não seriam fortes o suficiente para alterar ou revogar tal princípio.
B) Creonte defende que aquele a quem o Estado confere poder deve ser obedecido até nas mínimas coisas, sendo estas justas ou injustas, porque a não obediência a ele implica na não obediência ao princípio sagrado e divino da justiça.
C) Creonte defende sua posição remetendo ao dever normativo de todo e qualquer rei, fundado no princípio sagrado e divino do governo.
D) Ao sepultar seu irmão Polinices, Antígona defende o direito sagrado e imutável do rei ao ditar as leis da comunidade política.

Considere a citação abaixo de Alyson Mascaro: "A filosofia do direito quase sempre é ignorada pelo filósofo (...). Mas, ao mesmo tempo, a filosofia do direito é ignorada pelo próprio jurista (...). Trata-se, portanto, de uma duplamente enjeitada." As razões para a ignorância daqueles que atuam nos dois campos fundadores da disciplina, segundo Mascaro, são:
A) Filósofos ignoram porque desconhecem a filosofia; juristas ignoram porque não identificam nela quaisquer utilidades.
B) Filósofos ignoram porque desconhecem ou não se interessam pelos assuntos jurídicos; juristas ignoram porque não identificam nela quaisquer utilidades.
C) Filósofos ignoram porque possuem mais interesse na vida forense que na reflexão crítica sobre o direito; juristas, porque estão mais preocupados com os assuntos filosóficos.
D) Filósofos ignoram porque não identificam utilidade prática; juristas, porque não dispõem de interesse na reflexão crítica sobre seu próprio objeto.

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01/04/2021 Univiçosa - Platão Virtual
https://www.plataovirtual.com.br/univicosa/aluno#disciplinas/8141/avaliacoes/8298 1/4
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1 - Santo Agostinho estabelece uma específica relação entre o universo das leis morais e o universo
das leis do Estado. Para ele, a dimensão à qual deve se adequar o direito positivo, isto é, as leis
escritas com o fim de se tornarem justas é: 
 A) A Sagrada Escritura
 B) A Lei Eterna
 C) O Direito Natural
 D) A Lei Temporal
2 - Segundo Agostinho, o universo político-jurídico medieval apresenta-se de maneira bastante
diversa daquele que havia se desenvolvido na polis grega. Muito disso se relaciona à posição do
Estado em relação às possibilidades legislativas. Dentre as diferenças mais importantes se encontra a
condição de autonomia ou heteronomia do Estado na proposição das leis, donde deriva exatamente a
compreensão do papel da justiça. Assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE essa relação
entre Justiça e Estado na acepção agostiniana: 
 A) O Estado é autônomo na criação das leis ao buscar fundamentar-se na justiça divina.
 B) O Estado é heterônomo na criação das leis exatamente por pautar-se nas exigências de uma
justiça de maior amplitude, isto é, no Direito Natural.
 C) O Estado é heterônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições
históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.
 D) O Estado é autônomo na produção das leis, uma vez que pauta-se apenas nas condições
históricas nas quais se encontra e a partir da qual avalia o que seja o justo.
3 - Associe as leis da primeira coluna às definições da segunda a partir da teoria de Tomás de Aquino:
1. Lei Divina
2. Lei Natural
3. Lei Eterna
4. Lei Humana
 
(   ) É a própria revelação, na medida em que o ser humano não é capaz de alcançá-la por seus próprios
méritos, mas apenas por graça de Deus.
(   ) Constitui aquela parte apreensível pela razão humana, se estabelecendo como tendência natural e
normativa observada nas coisas
(   ) Revela o plano de Deus e a ordem das coisas
(   ) Derivada a partir da parte apreendida pelo ser humano e conforme aos princípios da moralidade.
Quanto mais próxima se encontra aos princípios, mais justa será; quanto mais se distancia, mais pervertida
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se torna 
Assinale a alternativa que relaciona adequadamente as leis e suas respectivas definições:
 A) 1-2-3-4
 B) 2-3-4-1
 C) 3-4-1-2
 D) 3-2-1-4
4 - Considere os conceitos aristotélicos de justiça abaixo: 
1. Sentido Geral 
2. Justiça Distributiva 
3. Justiça Corretiva Formal 
4. Justiça Corretiva Substantiva 
Considere agora as seguintes definições: 
( ) Princípio corretivo nas transações privadas proporcional 
( ) Agir de acordo com a lei e, consequentemente, a ação injusta é a infração à lei. 
( ) Princípio corretivo nas transações privadas de maneira igual a todos 
( ) Direito a uma parte dos bens sociais relativa à função exercida no corpo social 
Assinale abaixo a alternativa que relaciona corretamente conceitos e definições:
 A) 3-2-4-1
 B) 4-1-3-2
 C) 3-1-4-2
 D) 4-2-3-1
5 - A partir da leitura de Aristóteles (Ética a Nicômaco), assinale a alternativa que corresponde à
classificação de justiça constante do texto: 
“... uma espécie é a que se manifesta nas distribuições de honras, de dinheiro ou das outras coisas que são
divididasentre aqueles que têm parte na constituição (pois aí é possível receber um quinhão igual ou desigual
ao de um outro)...”
 A) Justiça Distributiva
 B) Justiça Comutativa
 C) Justiça Natural
 D) Justiça Corretiva
6 - Em seu diálogo As Leis Platão lida com um modelo de filosofia política um tanto diverso daquele
mais conhecido, A República. Tal diferença se deve, em grande medida, ao caráter mais pragmático do
primeiro face ao mais ideal e regulador do segundo. Tal caráter mais pragmático resulta em certa
caracterização do comportamento dos cidadãos em relação às leis, conforme consta na seguinte
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 A) O conhecimento filosófico é entendido como precondição para atuar na esfera legislativa, de
modo que a ignorância deve manter as pessoas em total e incondicional obediência às regras
propostas pelo legislador.
 B) O conhecimento filosófico estabelece que qualquer um pode governar a polis.
 C) O conhecimento filosófico é característica determinante para a opção política governamental da
polis.
 D) O processo legislativo deve obedecer às premissas democráticas: não havendo competência
prévia em política, todo e qualquer cidadão pode e deve participar do processo deliberativo de
construção da legislação da polis.
7 - Considere a análise feita acerca da relação entre direito natural e direito positivo a partir da
tragédia de Sófocles, "Antígona". A respeito dela é CORRETO afirmar que: 
 A) Antígona afirma, em sua defesa, que o princípio de justiça que fundamenta sua ação emana dos
deuses, de modo que as leis humanas, de Creonte, não seriam fortes o suficiente para alterar ou
revogar tal princípio.
 B) Creonte defende que aquele a quem o Estado confere poder deve ser obedecido até nas mínimas
coisas, sendo estas justas ou injustas, porque a não obediência a ele implica na não obediência ao
princípio sagrado e divino da justiça.
 C) Creonte defende sua posição remetendo ao dever normativo de todo e qualquer rei, fundado no
princípio sagrado e divino do governo.
 D) Ao sepultar seu irmão Polinices, Antígona defende o direito sagrado e imutável do rei ao ditar as
leis da comunidade política.
8 - Considere a citação abaixo de Alyson Mascaro: 
"A filosofia do direito quase sempre é ignorada pelo filósofo (...). Mas, ao mesmo tempo, a filosofia do direito é
ignorada pelo próprio jurista (...). Trata-se, portanto, de uma duplamente enjeitada." 
As razões para a ignorância daqueles que atuam nos dois campos fundadores da disciplina, segundo
Mascaro, são: 
 A) Filósofos ignoram porque desconhecem a filosofia; juristas ignoram porque não identificam nela
quaisquer utilidades.
 B) Filósofos ignoram porque desconhecem ou não se interessam pelos assuntos jurídicos; juristas
ignoram porque não identificam nela quaisquer utilidades.
 C) Filósofos ignoram porque possuem mais interesse na vida forense que na reflexão crítica sobre o
direito; juristas, porque estão mais preocuopados com os assuntos filosóficos.
 D) Filósofos ignoram porque não identificam utilidade prática; juristas, porque não dispõe de
interesse na reflexão crítica sobre seu próprio objeto.
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