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Administração – Produção Textual 1. Determine a tese (ponto de vista) defendida por Assis Brasil no texto acima. Assis Brasil demonstra preocupação com o mau uso da língua portuguesa pelo povo brasileiro, tanto gramatical quanto a organização de ideias e ortografia. O autor também argumenta sobre a dificuldade no acesso aos estudos regulares, portanto, o que mais surpreende é que mesmo entre os diplomados, o problema ainda persiste. 2. No 2º parágrafo, o escritor descarta um argumento que poderia justificar/explicar a raiz do problema. Que argumento é esse? O autor relata as mutações linguísticas como “pensamentos sofisticados”, como criatividade. “É louvada nossa capacidade de acrescentar à língua comum uma torrente incessante de neologismos”. 3. No 3º parágrafo, Assis Brasil afirma que o real problema está no número de pessoas que não conseguem organizar uma ideia. No que ele se baseia para afirmar isso? Assis Brasil se baseia na falta de vocabulário e gramática do povo brasileiro em dar uma simples entrevista e em reportagens das tevês e rádios. 4. Nos 2º e 3º parágrafos, o escritor relaciona os problemas na língua oral. Nos 4º e 5º parágrafos, ele começa a enumerar os problemas na língua escrita. Evidencie quais são eles. Os problemas relacionados à língua portuguesa que mais assustam são mais que os tropeços da ortografia, os desacertos elementares da estruturação da frase, as impropriedades semânticas e os desvios de regência que resultam em truncamento do sentido. 6. No 6º parágrafo, o escritor levanta uma hipótese, uma razão que poderia ser a causa de todas as dificuldades observadas no uso do idioma nacional. a) Qual é ela? A dificuldade de acesso aos estudos regulares por conta de condições financeiras, pois grande parte do povo brasileiro abandona ou desiste dos estudos porque precisa trabalhar para obter o sustento da família e não há como conciliar os dois. b) Esse argumento se mantém? Justifique sua resposta. Por mais que esse argumento se concretize em nossa sociedade, não se mantém, pois, como o autor cita, a questão realmente perturbadora é que mesmo entre os diplomados o problema persiste. São pessoas a quem não falta a universidade, mas o curso primário.