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Biofísica – ultrassom Introdução - ultrassom ↳ Usa ondas de som para interagir com tecidos. ↳ Mostra características específicas de tecidos. ↳ Ondas mecânicas e longitudinais que viajam através da matéria. ↳ Som não viaja no vácuo. ↳ Depende da matéria para vibrar e gerar energia. Vantagens ↳ É um método não-invasivo ou minimamente invasivo. ↳ As imagens seccionais podem ser obtidas em qualquer orientação espacial. ↳ Não apresenta efeitos nocivos significativos dentro do uso diagnostico na medicina. ↳ Não utiliza radiação ionizante. ↳ Possibilita o estudo não-invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler. ↳ A aquisição de imagens é realizada praticamente em tempo real, permitindo o estudo do movimento de estruturas corporais. Efeito Piezoeléctrico ↳ É uma polarização elétrica produzida por certos materiais quando submetidos a uma deformação mecânica. Ultra Som ↳ Ondas sonoras, mecânicas e longitudinais. ↳ Propriedades físicas das ondas. ↳ Como é formado no aparelho? • Transdutores. • Efeito piezoeléctrico. Transdutores ↳ Equipamento que converte uma forma de energia em outra. ↳ Um ou mais cristais ou materiais piezoeléctricos – gerar e detectar o ultra-som. Terapêutica ↳ Força de Radiação – pressão exercida na membrana celular que provavelmente contribui para a difusão de eletrólitos através dela. ↳ Efeitos: • Alteração na permeabilidade celular. • Facilitação do fluxo sanguíneo. • Aumento do suprimento de oxigênio, nutrientes. • Aumento do metabolismo celular. ↳ Tecido ósseo: acelera o reparo ósseo. • O Ultrassom pulsado faz com que os osteoblastos acelerem seus potenciais de membrana permitindo o bombeamento de íons e a captação de nutrientes. • Aumento do fluxo sanguíneo no local da fratura, alterando o fluxo de cálcio. Fonoforese ↳ Introdução de agentes farmacológicos através da pele. ↳ Aumento da permeabilidade da membrana. ↳ Principio: cavitação. Formação da imagem ↳ Transdutor e materiais piezoeléctricos. ↳ Pulso atravessa os tecidos, ele é parcialmente refletido peças interfaces de volta ao transdutor. ↳ Na representação do eco na tela calibrando para uma velocidade fixa de 1540 m/s. ↳ Assim, quanto maior o tempo gasto para receber o eco de uma interface, mais longe da superfície da imagem ele a coloca. ↳ Desta forma, quanto mais longe está a estrutura da superfície do transdutor, ela aparecerá em situação inferior na tela. ↳ Os ecos refletidos ou dispersos são transformados em energia elétrica pelo transdutor e processados eletronicamente pelo equipamento de formação da imagem. ↳ Função do gel. Escala cinza ↳ Preto – ecos de menor intensidade. ↳ Nuanças de cinza – ecos de média intensidade. ↳ Branco – ecos de maior intensidade. Intensidade das imagens ↳ Imagens ricas em ecos – ecóicas ou hiperecóicas. ↳ Imagens pobres em ecos – hipoecóicas. ↳ Imagens livres de ecos – anecóicas. Tipos de imagem – Modo A ↳ Primeiro modo inventado para avaliação ultrassonográfica. ↳ O mais simples dentre os modos existentes. ↳ Utilizados, em geral, para obter informação do diagnostico sobre a profundidade das estruturas no corpo. ↳ Enviamos pulsos de ultra-som sobre o corpo e medimos o tempo requerido para receber o som refletido (ecos) em suas várias superfícies. ↳ A profundidade dos ecos aparece como picos, cuja altura representa amplitude dos ecos. ↳ Fornece uma informação unidimensional. ↳ Exemplo oftalmologia. ↳ Exemplo ecoencefalografia – outra aplicação do modo A. Ultrassom utilizado na detecção de tumores no cérebro. • O objetivo é comparar os ecos do lado esquerdo da cabeça com aqueles do lado direito e observar uma mudança na estrutura da linha média. Modo B ↳ Utiliza múltiplas ondas de ultrassom. ↳ Combinação dos sinais do Modo A em várias direções, obtidos pelo deslocamento mecânico do transdutor. ↳ Estabelece informações sobre as estruturas internas do corpo. ↳ Ecos de retorno aparecem como pontos correspondentes à localização da superfície refletora. ↳ Brilho ou escala cinza representa a amplitude do eco. ↳ Fornece uma imagem bidimensional. ↳ Formação da imagem modo B – • Tempo de eco. • Cristal que detectou o eco. • Intensidade do eco. Modo M ↳ Sinal de um único cristal. ↳ Imagem de uma dimensão espacial. ↳ Precisa do fator tempo para visualização de movimento. ↳ Bastante empregado em ecocardiograma. ↳ Combina certas características do modo A e B. ↳ O transdutor é mantido estacionário como no modo A e os ecos aparecem como pontos no modo B. Modo Doppler ↳ Detecção de estruturas em movimento. ↳ Fluxo do sangue. ↳ Diferença entre a frequência emitida e a frequência recebida pelo transdutor. ↳ Modos de US Doppler: • Doppler contínuo x pulsado. • Doppler colorido x power Doppler. • Análise espectral.