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Prova Online: Intérprete de Libras 1- Entre as opções abaixo, pode-se dizer que a tradução intralingual pode ser vista como a) reformulação.i 2- Numa universidade, alunos, professores, intérpretes, todos envolvidos nas situações interativas elaboradas dentro da instituição, convivem com os mais variados gêneros discursivos. Por exemplo: comunicados da coordenação de cursos, fichamentos, contos, monografias e bilhetes, os quais pertencem, respectivamente, às esferas: d) cotidiana, científica, literária, científica e cotidiana. 3- A obra de Ahmadou Kourouma, Alá e as Crianças Soldados, citada como exemplo na aula, demonstra a dificuldade que há em c) equacionar o embate entre a cultura da língua na qual escreve-no caso do tradutor para a qual traduz-da sua língua materna 4- Pode-se dizer que o fator fundamental considerado o estopim que cumpriu importante papel na evolução da profissão de intérprete e tradutor de língua de sinais no Brasil, culminando em políticas em prol de sua regulamentação, foi a) a conquista da comunidade surda quanto ao reconhecimento de sua diferença linguística e sua inserção em espaços públicos-escolas, universidades, empresas etc-alavancando o desenvolvimento da profissão, uma vez que evidencia a necessidade do TILS, permitindo e fundamentando a busca da regulamentação. 5- Na Libras, o sinal de SURD@ é realizado com a configuração de mão em D-dedo indicador-que toca a face duas vezes, na altura da orelha e depois na altura da boca. Para se dizer se o surdo é homem ou mulher, em seguida ao uso do sinal de SURD@, faz-se o uso do sinal de MULHER ou de HOMEM, o que literalmente poderia ser traduzido como "surdo mulher" e "surdo homem" Na língua japonesa de sinais, o sinal para SURD@ é bastante similar ao da Libras, com a diferença de que a marca de gênero-se mulher ou homem-já é inclusa no sinal. Se homem, o sinal é realizado com o polegar; se mulher, o sinal é feito com o dedo mindinho. A diferença entre os dedos empregados, marcando o gênero, também carrega o valor de que na cultura japonesa as mulheres são inferiores ao homem, daí o mindinho marcar o feminino e o polegar, o masculino. Esse exemplo é uma evidência de que b) cada língua recorta a realidade realçando certos aspectos, sendo responsabilidade do tradutor julgar quando transportar ou não esses aspectos em sua tradução. 6- Considere o excerto: A partir da declaração acima é possível depreender que d) a teoria serve de base para os que buscam uma prática profissional. 7- Qual dos elementos abaixo são contemplados pela ELiS por meio de pontuação? b) Expressão facial indicadora de construções gramaticais. 8- O gênero discursivo para dar forma a um discurso é escolhido com base d) no objeto do discurso, as finalidades do mesmo, o público para o qual se dirige e a esfera social na qual a interação verbal é estabelecida. 9- Pode-se dizer que é papel do intérprete educacional a) ser a ponte de comunicação entre professor e aluno, procurando auxiliá-los no processo de ensino aprendizagem sem perder de vista a sua condição de intermediador, para que não assuma responsabilidades que não lhe são próprias. 10- Tendo em mente o discutido na aula sobre a (in)visibilidade do intérprete, considere: I. Solicitar antes da palestra o texto. II. Esclarecer ou explicar expressões idiomáticas da língua-fonte que não encontram correspondente na língua-alvo. III. Combinar antecipadamente com o palestrante como ficará a tradução dos termos técnicos empregados na palestra. IV. Referir-se a si mesmo, durante uma palestra, na terceira pessoa do singular (o intérprete) para emendar correções em sua interpretação. Das ações acima, quais acabam por fazer com que o intérprete deixe "marcas de sua presença" na interpretação, caracterizando a noção de (in)visibilidade? a) Apenas II e IV. Boa Prova!!!