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Fisiopatologia
O movimento do líquido 
através das membranas da 
pleura é governado pela lei 
de Starling, o que sugere 
que o fluxo de líquido é 
controlado pelo equilíbrio 
das pressões oncóticas e 
hidrostáticas dentro dos 
capilares e do espaço 
pleural.
O equilíbrio dessas forças 
favorece a reabsorção do 
líquido através da pleura 
visceral,mas a maior parte 
da reabsorção ocorre via 
linfáticos da pleura parietal, 
já que a proteína que 
penetra o espaço pleural 
não pode penetrar os 
capilares viscerais.
Um pequeno 
desequilíbrio 
entre a absorção 
e o acúmulo de 
líquido pleural 
causará um 
derrame pleural.
Mecanismo de 
Formação
-Aumento da pressão 
Hidrostáticana 
circulação microvascular;
-Diminuição da pressão 
oncóticana
Circulação microvascular;
-Diminuição da pressão 
no espaço pleural;
-Aumento da 
permeabilidade na 
circulação microvascular;
-Diminuição da drenagem 
linfática do espaço 
pleural;
-Movimento de fluidos a 
partir do espaço 
peritoneal;
Diagnóstico 
-Anamnese + Exame 
físico;
-Rx de tórax - 
Derrame é visível 
acima de 250 ml;
-TC de tórax - 
Pequenos derrames;
-Toracocentese 
Propedêutica
-Análise do 
líquido:
-Citologia + 
Citometria;
-Gram + Cultura;
-Amilase, LDH, 
Proteína, Glicose;
-PH;
DERRAME PLEURAL
Classificação 
Exsudato:-Proteína Pleural/ 
Proteína Sérica>0,5;
-LDH Pleural/ LDH 
Sérica>0,6 ou LDH 
PLEURAL > 2/3 do 
limite superior do 
plasma.
Transudato:
-Proteína Pleural/ 
Proteína Sérica < 0,5
-LDH Pleural / LDH 
Sérica < 0,6 ou LDH 
PLEURAL < 2/3 do 
limite superior do 
plasma.
Tratamento
-Porsicionamento no leito;
-Controle Postural;
-Conscientização 
Diafragmática;
-Estimulação 
Proprioceptiva do 
Diafragma;
-Direcionamento do 
Fluxo;
Exercícios de fisioterapia 
respiratória são 
fundamentais e devem ser 
introduzidos desde o início 
do tratamento. Entre outros 
benefícios, eles ajudam a 
acalmar os sintomas 
dolorosos e a aumentar a 
amplitude respiratória.
Referências:
FISIOTERAPIA 7MA
Equipe: 
Camila Albuquerque 
Jociane Araújo 
Mayara Mônica 
Nicolas Luciano 
Nilana Bernardes 
A ultrassonografia, a 
tomografia 
computadorizada ou uso 
combinado de ambos são 
usados para guiar o 
procedimento, garantido 
total controle e 
visualização das 
estruturas envolvidas.1. ALBERT, Einstein. Tratamento e 
Diagnóstico do Derrame Pleural.
2. Longo, DL et al. Harrison?s. 
Principles of Internal Medicine. 
McGraw-Hill, 2015.
3. McLatchie, G.; Borley N.; Chikwe 
J. Oxford Handbook of Clinical 
Surgery. 4th ed. Oxford University 
Press, UK, 2013.
4. Sanar-MED. Doenças da Pleura: 
Epidemiologia e Fisiopatologia. 
Setembro-2019. 
5. VARELLA, Drauzio. Derrame 
pleural. 2015.
Este cateter pode ser 
retirado após o 
esvaziamento do 
espaço pleural 
(toracocentese) ou 
ficar por mais tempo 
(drenagem pleural).
	Diagrama em branco
	Página 1

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