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ANATOMIA DO TREINO DE PEITO ARNOLD SCHWARZENEGGER www.oldschoolseries.xyz SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ESoldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Esticando a fita a incríveis 148 cm o peitoral de Arnold tinha: Tamanho, forma, equilíbrio, e definição. Quando ele fazia uma pose de peitoral, seus peitorais se erguiam tanto que um copo de água poderia ser equilibrado neles. Quando ele os contraía para uma pose frontal, se dividiam em quatro massas – direito e esquerdo peitorais superior e inferior. – cada parte cortada por fibras bem definidas e veias. Para suportar tudo isso havia uma caixa torácica que parecia desenvolvida para um gorila e não para um homem. Prefácio SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 2 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO No seu início no culturismo com 15 anos em 1962, Arnold avaliou a importância de um Peitoral bem desenvolvido. É importante dizer que sua fonte de inspiração foram fotos de Reg Park, ganhador de três títulos de Mr. Universo (1951, 1958, 1965). Com a imagem de Park na cabeça, Arnold criou sua rotina básica que o possibilitou criar a maior quantidade possível de massa sem se preocupar com detalhes. Arnold treinava duro e pesado, atacando os peitorais três vezes na semana, e trabalhava os dorsais no mesmo dia, tendo a sensação de pump em toda a parte superior do corpo. “Ele tinha uma enorme caixa torácica e um peitoral gigante, e toda vez que via sua famosa pose de peitoral, eu tinha a certeza que queria o quanto antes ser tão bom quanto ele naquela pose”, relembra Arnold. Park media 1,88 e pesava 105 kg. O seu tamanho sem precedentes, particularmente de seu dorso, deu ao jovem Arnold um objetivo a se alcançar. Arnold utilizou um sistema de treinamento de seis dias e um de descanso, dividido em dois programas na maior parte de sua carreira profissional. O resultado desta exaustiva rotina não demorou muito para aparecer. Após cinco anos neste regimento, o peitoral de Arnold passou de 99 cm a 147 cm – um ganho de 48 cm! E ainda foi com este treinamento que ele atingiu a marca de 228 kg no supino. No início dos anos 70, Arnold havia desenvolvido o maior peitoral que o mundo jamais vira, mas ele sabia por experiência própria que o maior nem sempre é o melhor. Foi em 1968 que o enorme, porém relativamente “não definido” Arnold perdeu seu título de Mr. Universo para o limpo e definidíssimo Frank Zane, alguns 28 kg mais leve. Aquela derrota foi uma lição de que qualidade do músculo é tão importante quanto tamanho quando se trata de culturismo competitivo. ANATOMIA DO TREINO DE PEITO MÚSCULOS DO TÓRAX Região Ântero-Lateral Músculo Peitoral MaiorInserção Medial: 1/2 medial da borda anterior da clavícula, face anterior do esterno, face externa da 1° a 6° cartilagem costais e aponeurose do oblíquo externo do abdome 1. PEITORAL MAIOR Inserção Lateral: Crista do tubérculo maior Inervação: Nervo do Peitoral Lateral e Nervo do Peitoral Medial (C5 – T1) Os muculos do tórax são estruturados em 2 regiões: O tórax se localiza na região superior do tronco, é definido anteriormente pelo osso esterno, lateralmente pelas costelas e posteriormente pela coluna vertebral. Região Ântero-Lateral Região Costal Região Ântero-Lateral Região Costal Serrátil Anterior Levantadores das Costelas Subcostais Peitoral Maior Peitoral Menor Subclávio Intercostais Externos Intercostais Internos Transverso do Tórax SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 3 oldschoolseries SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 4 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO * Fixo no Tórax: Depressão do Ombro e Rotação Inferior da Escápula 2. PEITORAL MENOR * Fixo na Escápula: Eleva as Costelas (ação inspiratória) IMúsculo Peitoral Menornserção Superior: Processo coracoide Inervação: Nervo do Peitoral Medial (C8 – T1) Inserção Inferior: Face externa da 3°, 4° e 5° costelas Ação: 3. SERRÁTIL ANTERIOR Porção Superior: Inserção Anterior: Face externa da 1° e da 2° costelas Inserção Posterior: Borda medial da escápula Inserção Anterior: Face externa das 2° a 4° costelas Porção Inferior: Porção Média: * Fixo na Escápula: Ação Inspiratória * Fixo nas Costelas: Rotação Superior, Abdução e Depressão da Escápula e Propulsão do Ombro Inserção Posterior: Ângulo superior da escápula,Músculo Serrátil Anterior Inserção Anterior: Face externa das 5° a 9° costelas Inervação: Nervo Torácico Longo (C5 – C7) Ação: Inserção Posterior: Ângulo inferior da escápula SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 5 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior) 1. INTERCOSTAIS INTERNOS Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior) Inervação: Nervo do subclávio (C5 – C6) Ação: Depressão da Clavícula e do Ombro Inervação: Nervos intercostais correspondentes Inserção Superior: Borda inferior da costela suprajacente (superior) 4. SUBCLÁVIO Inserção Inferior: Borda superior da costela infrajacente (inferior) 2. INTERCOSTAIS EXTERNOS Ação: Elevação das Costelas (Ação Inspiratória) Região Costal Inervação: Nervos intercostais correspondentes Ação: Depressão das Costelas (Ação Expiratória) Inserção Medial: 1° costela e cartilagem costal Inserção Lateral: Face inferior da clavícula Os músculos intercostais internos e externos se cruzam em “X”. As fibras dos intercostais externos se dirigem de superior para inferior e de posterior para anterior. Já as fibras dos intercostais internos se dirigem de superior para inferior e de anterior para posterior. SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 6 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO 3. LEVANTADORES DAS COSTELAS Inserção Superior: Processo transverso da 7° vértebra cervical à 11° torácica Inervação: Nervos intercostais correspondentes Ação: Elevação das Costelas (Ação Inspiratória) e Inserção Inferior: Face externa da 1° à 12° costela Ação: Estabilização Intercostal Inervação: Nervos intercostais correspondentes 4. SUBCOSTAIS Inserção Inferior: Face interna da 2° ou 3° costela infrajacente Inserção Superior: Face interna da costela suprajacente 5 Músculo Traverso do Tórax. TRANSVERSO DO TÓRAX (TRIANGULAR DO ESTERNO) Inserção Superior: Face interna do esterno Inserção Inferior: Face interna da 2 á 6° cartilagem costais Inervação: Nervos intercostais correspondentes Ação: Estabilização da parte antero-inferior do Tórax SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 7 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO MÚSCULOS DO TÓRAX Vista Anterior – Dissecação Superficial MÚSCULOS DO TÓRAX Vista Anterior – Dissecação Profunda SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 8 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO MÚSCULOS DO TÓRAX Vista Interna SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 9 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO A Revolução do Peitoral Quando Joe Weider citou os nomes que competiriam no Olympia de 1972 ao duas vezes campeão Arnold Schwarzenegger, isto lhe soou como um chamado do Hall da Fama do culturismo: Sergio Oliva, Franco Columbu, Frank Zane e Serge Nubret. Arnold sabia que este seria o maior desafio que teria de passar, e percebeu que teria de levar seu físico a um novo nível para permanecer como o rei do pedaço. “Após discutir algumas coisas com Joe,” Arnold descreve, “Eu decidi que precisava de um programa que me permitisse trabalhar cada músculo ao limite para definição, tamanho e força se desenvolverem simultaneamente.” Relembrando o tremendo efeito que obteve ao treinar costas e peitoral juntos, e armado dos princípios de Weider como supersets, aos 25 anos ele teve um impulso: Ele treinaria dorsais e peitoral juntos como se fosse um enorme superset! Como Arnold explica, “Há diversas vantagens em se alternar exercíciosde dorsais e peitoral.” Economiza tempo e o treino fica mais rápido; Você consegue adicionar mais pesos para mais massa e força; Você obtém uma ótima sensação de pump contínua e durante todo o treino. Você mantém o pump por mais tempo; Uma densidade muscular excelente pois você consegue trabalhar até o limite absoluto da sua capacidade física. Arnold Continua, “Uma das mais importantes razões para um superset de costas e peitoral funcionar tão bem é que a maioria dos movimentos de peitoral são de empurrar, enquanto movimentos para dorsais são de puxar. O peitoral está em repouso enquanto trabalha-se os dorsais, e os mesmos estão em repouso durante um movimento de peitoral. Enquanto cada músculo está alternadamente descasando e trabalhando, ele se mantém irrigado e inchado… Quando o peitoral e dorsais são bombeados simultaneamente, há uma indescritível sensação de crescimento, estimulação e massificação.” SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 10 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO A Celebração Finalmente, após uma hora desta tortura sem descanso, Arnold estava encharcado de suor como se tivesse passado por uma tempestade. Seu peitoral e dorsais tremiam e doíam. Sua respiração estava dificultada. Para qualquer um este estado seria o bastante para visitar a emergência mais próxima. Para o “Austrian Oak”, isto era motivo para celebrar. “Enquanto eu me encaminhava ao chuveiro, me sentia exausto, mas alvoroçado, como um boxeador que acabara de lutar 15 rounds com o campeão dos pesos pesados e que o vencera por knock-out no último round!” Claro que para este “boxeador”, o sinal soaria novamente após 47 horas, tempo que levaria para ele voltasse para mais 15 rounds. Ainda, por mais impossível que esta rotina nos pareça, a recompensa para Arnold foi impressionante. Até porque nem todos podem de se gabar do título de Melhor Peitoral do Mundo. É preciso avisar que embora estas rotinas tenham servido para Arnold e tenham parte em seu sucesso, elas são muito rigorosas inclusive para qualquer outro fisiculturista. Mas Arnold Schawarzenegger não é qualquer fisiculturista não acha? Tenha consciência de seus limites e não saia por aí montando programas por conta própria, procure um profissional capacitado para tal. SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 11 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO O crossover é especialmente eficaz para os peitorais internos, desde que você mantenha a tensão em seus músculos quando executá-lo. Neste ponto, é muito importante forçar seus peitorais ao máximo. Dois exercícios que eu nunca abandonei na minha vida, foram o supino reto e o inclinado , eles tem um poder muito grande no desenvolvimento do músculo. Quando eu pegava muito pesado no treinamento , fazia um músculo só pro semana, para dá tempo de recuperação. O segredo para ter um belo peitoral está na execução dos exercícios e na alimentação. As pessoas sempre mencionaram meu peito quando se discutia sobre meu físico. Posso dizer que foi a parte do meu corpo que mais desenvolveu. Vamos discutir alguns pontos positivos dá musculatura do meu peitoral. Se seus peitorais externos não estão totalmente desenvolvidos, o peito não terá aquela plenitude crucial igual a época que eu era famoso. Minha maneira favorita para exercitar a parte exterior do peito era com dumbbell flyes( coloca-se a mão apoiada numa barra de ferro atrás e o pé em uma a sua frente um pouco mais alta, depois curvando os cotovelos suba e desça). Os 3 exercícios de peito favoritos de arnold schwarzenegger. Supino Reto Supino Inclinado Flye Seus favoritos são supino, supino inclinado supino e crucifixo no peito (Flye). Mas ele acreditava que não existe um melhor que o outro, cada um tem sua finalidade desde que aplicado da maneira correta O supino tradicional é para a construção de massa muscular e força. O supino inclinado é bom para a parte superior dos peitorais e gerar mais definição e uniformidade. Enquanto flyes são necessários para fazer o peito mais amplo. É por isso que cada um deles são necessários para um treino completo. SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 12 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Agora vamos a rotina que Arnold utilizou três vezes por semana durante o início de sua carreira. Embora a ciência defenda não ser possível a expanção do toráx após a puberdade. Arnold, no entanto acredita, “Estou convencido”, diz ele, “que expandi efetivamente minha caixa torácica fazendo ainda muito jovem”. O principal exercício segundo Arnold para Expandir o Tórax e amentar sua dimensão era o Pull-over, Arnold iniciava fazendo Pull-overs e já deixava o peitoral bem aquecido. Pull-over – 5 séries de 6 a 10 repetições SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 13 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Supino Reto – 5 séries de 6 a 10 repetições No caso do movimento de flexão horizontal do ombro, o movimento com mais amplitude, temos como base o peitoral maior e o deltoide (principalmente a porção anterior). Já na extensão do cotovelo, temos o trabalho do tríceps braquial. O supino reto é, sem sombra de dúvidas, um dos principais exercícios da musculação. Peitoral maior; Peitoral menor; Tríceps braquial; Deltoide. Destes, o músculo com menos solicitação, sendo mais um estabilizador, é o peitoral menor. Os outros 3, são os mais solicitados. Fatores como potencial de força que ele proporciona, o trabalho multiarticular e os músculos solicitados, tornam ele um exercício fundamental na musculação. Porém, apesar de o movimento parecer simples, há muitos erros comuns no supino reto, principalmente no que se refere à sua execução. Músculos solicitados O movimento do supino reto é basicamente, uma flexão horizontal do ombro (alguns estudiosos chamam este movimento de adução horizontal), com uma extensão de cotovelo. De modo geral, temos 4 músculos solicitados de forma prioritária no supino reto: Por isso, o principal músculo solicitado no supino reto é o peitoral maior. Isso faz com que o supino reto seja uma das bases do treino de peito. SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 14 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Supino Inclinado – 5 séries de 6 a 10 repetições De forma geral, a inclinação do banco não traz novos músculos solicitados, quando comparamos o supino inclinado com o tradicional. Na verdade, o que temos é uma porção do peitoral maior, a clavicular, que é mais solicitada. Desta maneira, os principais músculos envolvidos no supino inclinado são: – Peitoral maior (com maior ênfase na porção clavicular). O supino tradicional, é um dos exercícios tidos como básicos na musculação. Ele inclusive compõe provas de Powerlifting. A sua versão inclinada nada mais é do que uma possibilidade de atuação com maior ênfase em determinado grupamento muscular. Supino inclinado, músculos solicitados – Tríceps braquial. – Deltóide. Neste sentido, não há a necessidade de um maior aprofundamento sobre a ação muscular do supino SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 15 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO De um modo geral, alguns treinos não apresentam uma grande variedade de movimentos articulares que podem ser usados. No caso do peitoral, por exemplo, temos basicamente os movimentos de Adução, Rotação Medial, Flexão e Flexão Horizontal do Ombro. Se formos pensar que o movimento de rotação medial do ombro é bastante limitado, nos sobram a flexão, a adução e a rotação medial. Neste sentido, exercícios como o crucifixo, são amplamente usados, por trazerem estes movimentos ao músculo. No caso da execução do crucifixo com halteres, temos uma maior necessidade de estabilização. Isso, devido ao fato de que os músculos precisam manter o controle sobre o peso livre. O crucifixo não é um movimento onde seja possível usar muita carga. Isso, devido ao alto grau de extensão horizontal do ombro.Usar uma carga elevada, acaba impondo uma carga muito alta para que a articulação do ombro absorva. Por isso, é importante ter muito cuidado com a quantidade de carga a ser utilizada na execução do crucifixo. Porém, é preciso entender que mesmo pequenas variações, trazem diferentes solicitações musculares. O crucifixo é um movimento muito importante em seu treino de peitoral. Porém, ele precisa ser feito da forma correta e o contexto de seu treino, precisa ser pensado de forma mais ampla. Crucifixo Reto 5 séries de 20 a 6 repetições SER ES B O D Y B U I L D I N G The Old School SER ES 16 oldschoolseries ANATOMIA DO TREINO DE PEITO Paralelas – 5 séries de 6 a 10 repetições O treinamento com negativos pode ser algo que você já tentou no passado, provavelmente no final de uma série quando o seu parceiro aumentou o seu peso e abaixou devagar. O fato é o seguinte: você, normalmente, está mais forte nos negativos! É mais fácil controlar a descida de peso do que o levantamento do mesmo. Na verdade, na formação com negativos, você deve abaixar o peso lentamente, em vez de levantá-lo de forma rápida – isso foi comprovado como uma forma de obter ganhos em tamanho e força além do que o seu treino sozinho pode fazer. Paralelas podem não parecer uma forma brutal de terminar o seu treino de peito, mas quando feito como repetições negativas, você vai descobrir que cada série pode acelerar seus ganhos de forma significativa. É por isso que este movimento de acabamento à la Hulk para o peito tem como alvo o negativo. Os primeiros exercícios em seu treino de peito são feitos para chegar à falha muscular concêntrica, mas isso leva essas mesmas fibras musculares ao fracasso muscular excêntrica, ou seja, não há simplesmente nenhuma diferença, então opte pelo melhor. Mas enquanto alguns podem usar a falha muscular positiva como um ponto de sucesso, isso não significa que você está tão cansado que você não consegue descer esse mesmo peso sob controle. Você só sabe que teve um ótimo treino, quando você não conseguir levantar um peso mais uma vez. Isso é chamado de falha muscular concêntrica (positiva). Old School Séries The Golden Age Of Muscle Série em 3 DVDs exclusivos Link pra compra na descrição do post na fanpage ou direto pelo nosso whatsapp VÍDEO 4 PRESENTS IN ASSOCIATION WITH DVD 4 (21) 97346-4943 EBOOK GRÁTIS Type a message Old School Séries Online Peça agora mesmo pelo WhatsApp, add nosso número e cadastre o mesmo na sua agenda, depois envie a palavra #ebookarnold e receba gratuitamente no seu celular. (21) 97346-4943 Página 1 Página 2 Página 3 Página 4 Página 5 Página 6 Página 7 Página 8 Página 9 Página 10 Página 11 Página 12 Página 13 Página 14 Página 15 Página 16 Página 17 Página 18 Página 19